Nós é a nova obra-prima intrigante do diretor de Corra!
O comediante Jordan Peele achou inspiração no terror para virar diretor. E não veio para brincar. Em “Corra!” (2017), começa sua história de forma convencional, usa um ou outro clichê, mas somente para capturar a atenção do espectador até finalmente puxar a cortina que divide a realidade da fantasia e mostrar algo que nunca vimos antes. Seu novo trabalho, “Nós”, anda nos mesmos trilhos. Ambos exploram um horror social enraizado na América, que explora a verdadeira natureza do ser humano. Em “Corra!”, o mal é representado pelo racismo. Em “Nós”, a discussão está voltada para as diferenças entre classes e como tratamos os outros. Só que, apesar desse dialogo temático, os dois filmes são completamente diferentes e igualmente brilhantes. Assim como “Corra!”, “Nós” tem um prólogo. Em 1986, acompanhamos uma garotinha, Adelaide, entrando numa sala de espelhos, atração de um parquinho numa praia de Santa Cruz, Califórnia (a mesma dos vampiros de “Os Garotos Perdidos”). Lá, ela se depara com um trauma que carregará pelos próximos 30 anos. É com esse salto no tempo que passamos pelos créditos iniciais e conhecemos Adelaide adulta (Lupita Nyong’o) ao lado dos filhos, Zora (Shahadi Wright Joseph) e Jason (Evan Alex), e do marido Gabe (Winston Duke). Eles decidem aproveitar o sol nas areias da mesma Santa Cruz, onde encontram um casal de amigos ricos e esnobes (e suas filhas). Mais tarde, relaxando na casa de praia, recebem a visita de uma família praticamente idêntica a eles próprios (com a diferença de suas aparências mais desgastadas), vestindo roupões vermelhos e trazendo imensas tesouras douradas em mãos. Enfim, sinal de boa coisa não é. Se você pensa que virá algo parecido com “Os Estranhos” ou “Uma Noite de Crime”, esqueça. Jordan Peele é um cineasta que tem coragem de expor a teoria das sombras, trazendo à luz atitudes doentias que escondemos, mas que se manifestam às vezes, mesmo que de forma inconsciente, quando julgamos, desdenhamos, ignoramos ou até mesmo maltratamos algumas pessoas simplesmente porque não as consideramos do mesmo nível que o nosso. O elenco estupendo contribui para gerar o resultado aterrador. Principalmente, Lupita Nyong’o na melhor atuação de sua vida, em dois papéis poderosos, que ora se separam, ora se completam. Ideia que reflete no jogo de espelhos proposto pelo diretor durante todo o filme para demonstrar como não conhecemos profundamente diversas pessoas, incluindo membros de nossas famílias. Segundo o diretor, somos heróis e vilões alternando cada face na velocidade de uma dança. Numa impressão inicial, parece que nem tudo é o que parece. Mas nenhuma cena é colocada no filme à toa (como a primeira delas, que leva ao final). Hitchcock é a grande referência. O mestre que em “Psicose” e “Um Corpo que Cai” conduz o público a acreditar que o mistério ultrapassará a fronteira do território sobrenatural, sempre acabava trazendo uma explicação com os dois pés fincados no mundo real. Peele flerta com o mesmo conceito, porém adicionando elementos de ficção científica – tanto em “Corra!” quanto em “Nós” – , sem assumir o horror sobrenatural, mas deixando entrelinhas de sua mitologia para a imaginação do público. E é nisto que “Nós” tende a dividir opiniões entre os que amaram e os que “não acharam tudo isso”. É um risco, porque Peele não tem receio de pisar no freio do terror. O importante, porém, não é saber se “Nós” é melhor ou não que “Corra!”. É aproveitar um espetáculo de horror contemporâneo, que não cai na tentação dos sustos fáceis de hoje em dia, fazendo brotar o medo do ambiente e da sensação de impotência, diante da falta de controle em uma situação fora do comum. Além disso, dá para cansar de procurar significados dentro dessa obra-prima intrigante, que expande temas explorados em “Corra!” numa escala bíblica e com fôlego para ser discutido pelos próximos anos.
Maligno é um terror familiar acima da média
Os filmes de horror que têm chegado ao nosso circuito não têm passado exatamente por uma curadoria, por assim dizer. As distribuidoras em geral parecem apenas jogar o produto para os fãs que costumam prestigiar o gênero, por pior que seja o material. Isso, com o tempo, acaba gerando uma falta de interesse até nos próprios fãs, que se vêem frustrados pela falta de qualidade dos filmes, dando até a impressão de que não há mais bons exemplares no gênero atualmente. O que depois se confirma como uma mentira, quando vemos que filmes melhores não têm a chance de chegar ao nosso circuito, e muitas vezes nem mesmo aos serviços de streaming. “Maligno”, do cineasta americano Nicholas McCarthy, nem procura ser inovador. Ao contrário, há uma grande familiaridade na história do garoto Miles. O enredo em si traz elementos que lembram filmes tão distintos quanto “Brinquedo Assassino”, “A Órfã” e “Sobrenatural”. Mas embora tenha sido considerado medíocre pela crítica norte-americana, é um terror acima da média do que vem sendo despejado nos cinemas nacionais. Na trama, Taylor Schilling (da série “Orange Is the New Black”) é Sarah Blume, mãe de uma criança que aos poucos vai se revelando um prodígio: com poucos meses já começa a falar e logo cedo é enviado para uma escola de crianças superdotadas. Mas há algo de errado com o pequeno Miles (Jackson Robert Scott, de “It – A Coisa”). Aos poucos, ele passa a manifestar uma maldade pouco comum até para crianças perversas de sua idade. Um dos méritos do filme é conseguir criar uma atmosfera de terror e medo crescente. Uma vez que se descobre que o corpo do garoto está possuído pelo espírito de um homem muito perigoso, e o espectador passa a experimentar momentos de puro medo, a trama passa a envolver com o drama daquela mãe. O pai também é importante na história, mas ele a princípio não acredita na teoria de que o espírito do garoto está duelando com o espírito do psicopata. Soltando alguns alguns spoilers aqui: o que dizer da cena em que Sarah está sozinha na cama e o pequeno Miles pede para dormir com ela? De arrepiar! E a cena da hipnose, da batalha entre o garoto e o homem que descobriu seu segredo? E a ida de Sarah até a casa da última vítima do assassino serial? São as cenas mais marcantes desse filme bem conduzido e envolvente, que não recebeu o devido crédito. Quem sabe no futuro “Maligno” vire cult? Os dois longas anteriores de McCarthy, “Pesadelos no Passado” (2012) e “Na Porta do Diabo” (2014), não viraram.
Twitter de The Walking Dead compara próximo episódio à matança de Game of Thrones
O Twitter oficial de “The Walking Dead” fez uma comparação audaciosa do próximo episódio da série com “Game of Thrones”. O post em questão inclui uma foto de Walder Frey (David Bradley) num dos capítulos mais mortais da atração do canal pago HBO, conhecido entre os fãs como “o casamento vermelho”, onde houve uma chacina de personagens queridos. A legenda diz apenas: “Só vamos deixar isso aqui”. Intitulado “The Calm Before”, o próximo episódio de “The Walking Dead”, que vai ao ar no domingo (24/3), é o penúltimo e será um dos mais longos da 9ª temporada, com quase uma hora de duração sem comerciais (57 minutos). Ele vai mostrar a feira de comércio do Reino. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, a realização da feira coincide com a morte de dois personagens importantes e dois coadjuvantes recentes, entre outros. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Just going to leave this here pic.twitter.com/8g0Rtdxckc — The Walking Dead (@TheWalkingDead) March 21, 2019
Ma: Octavia Spencer tortura adolescentes em trailer legendado de terror
A Universal divulgou um novo trailer legendado de “Ma”, terror estrelado por Octavia Spencer (“A Forma da Água”). A prévia mostra o que acontece após um grupo de adolescentes pedir para uma mulher mais velha (Spencer) lhes comprar álcool e como esse encontro muda suas vidas. Convidados para usar o porão da casa da mulher – a Ma do título – como endereço de suas festas, eles acabam permitindo que ela entre em suas vidas. E o que era para ser diversão se transforma em pesadelo, como revelam cenas perturbadoras de sadismo. O elenco inclui Diana Silvers (“Vidro”), Corey Fogelmanis (“Garota Conhece o Mundo”), Dante Brown (“Lethal Weapon”), McKaley Miller (“Scream Queens”) e os adultos Juliette Lewis (“Álbum de Família”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Missi Pyle (“Garota Exemplar”) e Luke Evans (“A Bela e a Fera”). Escrito por Scotty Landes (“Workaholics”), o filme tem direção de Tate Taylor, que fez “Histórias Cruzadas” (2011), drama pelo qual Spencer venceu seu Oscar. Já a produção é da Blumhouse, produtora especializada em longas arrepiantes, como “Corra!” e “Halloween”. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
A Maldição da Chorona faz parte do universo de terror de Invocação do Mal
A première de “A Maldição da Chorona” no Festival SXSW revelou que o filme faz parte do universo de terror de “Invocação do Mal”. A exibição confirmou a participação de um personagem do primeiro “Annabelle” (2014): o padre Perez, vivido por Tony Amendola. Curiosamente, a conexão não está sendo explorada pelo marketing da Warner, que entretanto destaca que se trata de um novo terror produzido por James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). “A Maldição da Chorona” é inspirada na popular figura fantasmagórica mexicana conhecida como La Llorona. Reza a lenda que, quando em vida, a aparição afogou os próprios filhos e se matou logo depois. No filme, passado em Los Angeles durante os anos 1970, La Llorona passa a assombrar uma assistente social (Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”) e seus filhos. O roteiro foi escrito pela dupla Tobias Iaconis e Mikki Daughtry, responsável também pelo romance teen “A Cinco Passos de Você”. E a direção é do estreante Michael Chaves, em quem James Wan apostou para dirigir “Invocação do Mal 3”. A estreia está marcada para 18 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Massacre de crianças transforma The Walking Dead no assunto mais falado do Twitter
A exibição de um dos episódios mais violentos da série “The Walking Dead” se tornou o assunto mais falado no Twitter no domingo (17/3), fazendo a hashtag #TheWalkingDead liderar o mapa dos trend topics americanos. Marcado por cenas chocantes, o capítulo intitulado “Scars” culminou num massacre de crianças, decepadas, rasgadas ou perfuradas pela espada de Michonne (Danai Gurira), após ela ser torturada, marcada à ferro e ter sua barriga de gravidez chutada e ferida pelas vítimas nada inocentes de sua fúria assassina. “BOOM”, escreveu Jim Maiella, Vice-Presidente e Chefe de Comunicações Corporativas do canal pago AMC, no Twitter, ao publicar uma imagem do status de tendência da série. Confira abaixo. A maioria dos comentários do público expressou choque pelas cenas exibidas. “Não vou mentir. Ver Michonne passando por isso, sendo agredida, queimada e cortada enquanto grávida foi muito difícil”, escreveu uma usuária americana. “Um dos episódios mais perturbadores da série”, definiu outro. “Isso nem aconteceu na vida real e eu estou traumatizada”, acrescentou uma terceira pessoa. Com apenas mais dois episódios para encerar sua 9ª temporada, “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Boom. #TWD pic.twitter.com/u1Jnsketog — Jim Maiella (@jimmaiella) March 18, 2019
John Carl Buechler (1952 – 2019)
O diretor e artista de efeitos especiais John Carl Buechler morreu nesta segunda (18/3) após luta contra o câncer de próstata. A morte do cineasta de 66 anos foi anunciada pelo amigo Ted Geoghan, organizador do evento Fantasia Film Festival. Buechler iniciou sua reputação como idealizador de efeitos especiais e maquiagens prostéticas para filmes da produtora Empire, especializada em filmes B nos anos 1980, como “Ragewar” (1984), “Trancers: O Tira do Futuro” (1984), “Ghoulies” (1984), “Re-Animator” (1985) e “TerrorVision” (1986). E foi por lá mesmo que estreou na cadeira de diretor, com “Troll – O Mundo do Espanto” (1986). Ele também dirigiu “O Monstro Canibal” (1988) para a produtora de Charles Band, antes de comandar uma franquia mais famosa, assumindo a direção de “Sexta-Feira 13, Parte 7: A Matança Continua” (1988). Buechler continuou trabalhando em continuações de franquias clássicas, mas como técnico de efeitos. A lista inclui desde “A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos” (1988) e “Halloween 4: O Retorno de Michael Myers” (1988) até “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), entre outros. Ainda dirigiu “Os Ghoulies Vão ao Colégio” (1991), lançado direto em vídeo, mas nunca emplacou nenhum sucesso – ou filme que fosse pelo menos medíocre. Sua filmografia final é repleta de lançamentos de terror para VOD, inéditos no Brasil, que ele escreveu e dirigiu para horrorizar a crítica. Nenhum tem nem sequer nota no Rotten Tomatoes. Até os filmes de carnossauros, ciborgues e lobisomens adolescentes que receberam seus efeitos compartilham a mesma falta de elogios nos comentários do IMDb. Em compensação, o tempo transformou seu trabalho na Empire em objeto de culto e tema de convenções. No mês passado, a mulher do cineasta começou uma campanha no site Go Fund Me para ajudar no tratamento do marido. A família conseguiu arrecadar US$ 40 mil com doações dos fãs.
Capitã Marvel já soma 760 milhões de bilheteria mundial – em 11 dias
“Capitã Marvel” segue na liderança das bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz. E os valores continuam astronômicos. Os US$ 69,3M (milhões) que arrecadou nos últimos três dias, nos Estados Unidos e Canadá, representam o maior segundo fim de semana de um lançamento do mês de março desde “A Bela e a Fera” (US$ 90,4M), há dois anos. Com isso, o faturamento doméstico atingiu US$ 266,2M em dez dias. Ainda mais impressionante é seu desempenho internacional, de quase US$ 500 mil em 11 dias. Ao todo, o novo longa da Marvel tem US$ 760,2M. E pode chegar a US$ 1 bilhão já no próximo fim de semana – no máximo, em duas semanas. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de dois fins de semana para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M). Diante desse domínio, as demais estreias precisaram se contentar com trocados. Em 2º lugar, o lançamento da animação “O Parque dos Sonhos” não passou dos US$ 16M. E ainda foi trucidado pela crítica – 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desenho também estreou no Brasil no fim de semana. O romance de adolescentes doentes “A Cinco Passos de Você” fez um pouco menos, US$ 13,1M, em 3º lugar. Mas a crítica não achou pavoroso, apenas medíocre, com 53% de aprovação. Estreia por aqui na quinta (21/3). Pior destino teve a sci-fi “A Rebelisão” (Captive State). Com um marketing que apostou no mistério, o filme não engajou o público e rendeu apenas US$ 3,1M em 7º lugar. Uma catástrofe em 2,5 mil salas, que foi ultrapassada nas bilheterias até por uma comédia mexicana de 472 telas. A história dos invasores espaciais “benevolentes”, que transformam o planeta numa ditadura, foi cancelada na TV em julho passado (“Colony”) e sua variação cinematográfica causou 48% de decepção da crítica. A invasão no Brasil acontece em 28 de março. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 69,3M Total EUA e Canadá: US$ 266,2M Total Mundo: US$ 760,2M 2. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 20,3M 3. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 13,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 4. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 135,6M Total Mundo: US$ 466,5M 5. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 59,7M 6. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ _ 7. A Rebelião Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,3M Total Mundo: US$ 171,4M 9. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 81,8M Total Mundo: US$ 394M 10. Green Book Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 82,2M Total Mundo: US$ 274,6M
O Escolhido: Nova série brasileira da Netflix apresenta elenco
A Netflix divulgou o elenco e alguns detalhes sobre “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. A foto acima reúne os atores principais da atração: Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que será adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A versão brasileira vai acompanhar três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. “O Escolhido” estreia na Netflix ainda em 2019.
Teaser revela título oficial e nova data de estreia de Annabelle 3
A Warner divulgou um teaser para revelar o título oficial e uma nova data de estreia do terceiro filme da franquia Annabelle, que vai se chamar “Annabelle Comes Home” nos EUA – algo como “Annabelle Volta pra Casa” ou “Annabelle Volta ao Lar”. Originalmente previsto para 3 de julho, o filme vai chegar mais cedo, em 28 de junho nos cinemas americanos. Por enquanto, não houve mudanças na estreia nacional, que segue marcada para 11 de julho. “Annabelle 3” contará com a participação do elenco da franquia “Invocação do Mal”. Como foi revelado em julho passado, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme deve contar como a boneca foi parar com os Warren, retomando a trama do “Invocação do Mal” original de 2013. Diz a sinopse divulgada pela Warner: “Determinados a impedir que Annabelle possa causar mais destruição, os demonologistas Ed e Lorraine Warren levam a boneca para a sala de artefatos da sua casa, colocando-a “em segurança” atrás de um vidro sagrado e assegurado pela benção de um padre. Mas, em uma noite profana de horror, Annabelle acorda os espíritos maléficos do lugar, que estabelecem um novo alvo: a filha de 10 anos dos Warren, Judy, e suas amigas.” A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para interpretar a versão mais nova de Judy Warren. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). O terceiro “Annabelle” também marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”.
Remake de Cemitério Maldito ganha vídeo de bastidores e nova data de estreia no Brasil
A Paramount divulgou um vídeo legendado de bastidores do remake de “Cemitério Maldito”, que ganhou nova data de estreia no Brasil. O lançamento foi atrasado em um mês e agora só vai chegar aos cinemas em 9 de maio. Com isso, o Brasil fará dobradinha com a Itália na condição de últimos países do mundo a exibir o terror. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção, que não é uma refilmagem literal, pois inclui muitas mudanças em relação ao clássico dos anos 1980. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família.
Netflix anuncia elenco de sua série sobrenatural passada em São Paulo
A Netflix anunciou o elenco de sua nova série original brasileira, “Spectros”. Produzida pelo americano Douglas Petrie, criador da minissérie “Os Defensores”, da Marvel, em parceria com a produtora brasileira Moonshot Pictures (“Sessão de Terapia”), “Spectros” se passa no bairro da Liberdade, em São Paulo. A trama acompanha cinco adolescentes acidentalmente atraídos para uma realidade sobrenatural que eles não podem compreender e que se conecta ao mesmo local da cidade em 1858. Segundo a sinopse adiantada pela plataforma, através de “eventos cada vez mais bizarros e sombrios”, os protagonistas acabam descobrindo que os espíritos querem vingança pelos erros cometidos no passado. O elenco destaca Danilo Mesquita (“3%”), Enzo Barone (“Amigo de Aluguel”) e os estreantes Claudia Okuno, Pedro Carvalho e Mariana Sena. A série terá oito episódios e estará disponível para os assinantes da Netflix em todo o mundo em 2020.
5ª temporada de Fear the Walking Dead ganha sinopse oficial
O canal pago AMC divulgou a sinopse oficial da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que terá como principal novidade a chegada de Dwight, personagem que vinha sendo interpretado por Austin Amelio na série “The Walking Dead”. “Entrando na 5ª temporada de ‘Fear The Walking Dead’, a missão do grupo é clara: localizar sobreviventes e ajudar aquilo que sobrou do mundo a se tornar um lugar melhor. Com uma determinação ímpar, Morgan Jones (Lennie James) lidera essas pessoas com uma filosofia de benevolência, comunidade e esperança. Cada personagem acredita que poderá se redimir dos erros do passado ao ajudar aqueles que necessitam. Mas confiança não é facilmente conquistada. A missão do grupo será colocada à prova quando entrarem em um território perigoso, que fará com que eles enfrentem não apenas seus passados, como também seus medos. Apenas dessa forma os protagonistas encontrarão uma nova maneira de viver, uma que mudará cada um deles para sempre.” A data de estreia da 5ª temporada de “Fear The Walking Dead” ainda não foi definida, mas deve ir ao ar logo após o final da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.












