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  • Etc,  Filme,  Série

    Larry Cohen (1941 – 2019)

    24 de março de 2019 /

    O diretor Larry Cohen, criador da série clássica “Os Invasores” e da franquia de terror “Nasce um Monstro”, entre outras produções cultuadas, morreu no sábado (23/3) aos 77 anos, cercado de seus familiares. Maiores detalhes sobre sua morte não foram divulgados. Cohen começou a carreira como roteirista de TV nos anos 1960, e após demonstrar seu talento em episódios de séries famosas como “O Fugitivo” e “Os Defensores”, começou a criar suas próprias atrações televisivas. A maioria não passou da 1ª temporada, mas duas conseguiram completar o segundo ano: “Branded” (1965–1966), western estrelado por Chuck Connors, e “Os Invasores” (1967-1968). A série sci-fi de 1967 acompanhava a descoberta de uma invasão alienígena por um homem comum (interpretado por Roy Thinnes) e se tornou uma das mais cultuadas e influentes do gênero – inspiração de “Projeto UFO”, “Arquivo X” e várias outras. Apesar de ter só 43 episódios, eternizou-se em reprises, além de ter rendido uma minissérie derivada em 1995. A repercussão de “Os Invasores” o credenciou a escrever para o cinema, onde perseguiu o terror, aterrorizando mulheres em “A Psicose do Medo” (1969) e “Scream Baby Scream” (1969). Ambos traziam psicopatas focados em vítimas jovens. Mas o primeiro, em que a vítima abortou o filho de seu potencial assassino, também foi prelúdio do nascimento de sua obra mais conhecida. Entretanto, Cohen começou sua carreira de diretor num gênero muito diferente daquele que o popularizou. Ele se lançou na carona da blaxploitation, assinando comédias e dramas criminais de baixo orçamento, estrelados por astros negros. Em “Bone” (1972), mostrou Yaphet Cotto (de “Alien”) invadindo uma mansão de Beverly Hills para fazer seus ricos moradores brancos de refém. Em “O Chefão de Nova York” (Black Caesar, 1973), orientou Fred Williamson (“Um Drink no Inferno”) a refazer os passos de Edward G. Robinson no clássico de gângster “Alma no Lodo” (1931) para coroá-lo como o rei do crime do Harlem. E ainda escreveu e dirigiu a sequência, “Inferno no Harlem” (1973), lançada apenas oito meses depois. Como filmes baratos não lhe rendiam muito, Cohen ainda escrevia episódios de “Columbo” (entre 1973 e 1974) quando teve a inspiração para parir seu maior clássico. “Nasce Um Monstro” (It’s Alive, 1974) acompanhava um bebê mutante assassino, materializado no set pelo rei dos efeitos de maquiagem de terror Rick Baker. E fez tanto sucesso que rendeu duas sequências, também escritas e dirigidas por Cohen: “A Volta do Monstro” (1978) e “A Ilha dos Monstros” (1987) – sem esquecer um remake em 2003. A partir daí, Cohen ficou conhecido por seus filmes de terror que invariavelmente viravam terrir (comédia de horror), como “Foi Deus Quem Mandou” (1976), “O Jovem Lobisomem” (1981), “Q – A Serpente Alada” (1982), “Efeitos Especiais” (1984) e especialmente “A Coisa” (1985), sobre uma sobremesa deliciosa que transformava seus consumidores em zumbis famintos por mais. Ainda dirigiu a adaptação de Stephen King “Os Vampiros de Salem, o Retorno” (1987) e “A Madrasta” (1989), último filme estrelado por Bette Davis. E, como se não bastasse, originou outra franquia famosa ao escrever o roteiro de “Maniac Cop” (1988) para o diretor William Lustig. A popularidade de “Maniac Cop” voltou a transformá-lo em roteirista requisitado por outros diretores. Entre muitos roteiros, assinou “Os Invasores de Corpos: A Invasão Continua” (1993) para Abel Ferrara, e conseguiu sucesso inesperado com as tramas tensas dos thrillers “Por um Fio” (2002), estrelado por Colin Farrell, e “Celular: Um Grito de Socorro” (2004), com o jovem Chris Evans. Depois de uma década sem filmar, Cohen se despediu dos sets com um episódio da série “Mestres do Terror” em 2006, antologia que reunia os maiores nomes do terror americano dos anos 1970 e 1980. O criador da série, Mick Garris, insistiu muito para Cohen interromper a aposentadoria para participar da produção-homenagem, reconhecendo a importância do cineasta não apenas pelo sucesso de seus filmes baratos, mas por sua capacidade de injetar comentários sociais de forma irônica em tramas de terror. “Eu queria tentar lidar com o que acontecia no mundo em meus filmes”, disse Cohen em entrevista à revista Diabolique em 2017. “Muitos dos filmes que fiz são extremamente voláteis e lidam com assuntos controversos como o racismo”, argumentou. “Meu primeiro longa, ‘Bone’, estava muito à frente de seu tempo – e continua polêmico até hoje, porque ainda não superamos o racismo”, disse, antes de destacar outro filme. “Veja outro exemplo, ‘A Coisa’, que era sobre produtos vendidos no supermercado que matavam pessoas. Ainda há inúmeros produtos nocivos para a saúde vendidos até hoje, e toda vez que anunciam uma pílula diferente de algum tipo, deixam para avisar só depois sobre os efeitos colaterais. ‘A Coisa’ foi uma alegoria ao consumismo e ao fato de que grandes corporações vão te vender qualquer coisa para conseguir seu dinheiro, mesmo que isso te mate”. Nos últimos anos, a obra de Cohen inspirou diversos documentários, com direito a comentários de Martin Scorsese, JJ Abrams, John Landis, Joe Dante e outros a quem o cineasta inspirou com sua criatividade. Filmes como “King Cohen: The Wild World of Filmmaker Larry Cohen” (2017), “Cohen on Cohen” (2017) e “Cohen’s Alive: Looking Back At The It’s Alive Films” (2018) convidam o público a conhecer as maiores obscuridades de sua carreira e descobrir porque Larry Cohen era cultuado por diretores que os cinéfilos chamam simplesmente de mestres.

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  • Filme

    Nós, novo terror de Jordan Peele, assusta a concorrência com recorde de bilheteria nos EUA

    24 de março de 2019 /

    “Nós”, segundo filme dirigido por Jordan Peele, fez história ao arrecadar US$ 70 milhões em sua estreia neste fim de semana na América do Norte. O valor não só é muito maior que os US$ 38M (milhões) obtidos pela estreia elogiadíssima – e premiada com o Oscar – do diretor, o filme “Corra!” em 2017, como se trata da maior bilheteria inaugural de um terror que não faz parte de uma franquia – deixando muito para trás o antigo recordista, “Um Lugar Silencioso”, lançado com US$ 50,2M no ano passado. Mesmo diante das franquias, a estreia de “Nós” impressiona, sendo superada apenas por dois lançamentos de terror em todos os tempos, o fenômeno “It – A Coisa” (US$ 123,4M) e a sequência recente de “Halloween” (US$ 76,2M). Também é a segunda maior estreia do ano, atrás somente de “Capitã Marvel”, que arrecadou US$ 153M em sua abertura há três semanas. O terror de Peele sobre uma família confrontada por um grupo de sósias também assustou quem se baseou nas projeções dos “especialistas”, que estimavam inicialmente algo entre US$ 38M e 45M nos primeiros três dias. Com isso, a produção do estúdio Blumhouse, com distribuição da Universal, tirou o 1º lugar de “Capitã Marvel”, que após duas semanas no topo faturou US$ 35M entre sexta e domingo (24/3). Apesar da queda, o filme da super-heroína da Marvel não sofreu grande abalo, atingindo um total de US$ 321,4M na América do Norte e US$ 910,2M em todo o mundo. Sua entrada no clube do bilhão não deve passar do próximo fim de semana. Como não houve nenhum outro grande lançamento, o resto do ranking estendeu a despedida de alguns fracassos deste ano, como “Uma Aventura Lego 2” e “Alita: Anjo de Combate”, ambos em seu último fim de semana no Top 10. Mesmo com relativo sucesso internacional, “Alita” tornou amarga a despedida da Fox como estúdio independente. A produção orçada em US$ 200M sairá de cartaz em breve, sem ter nem sequer rendido US$ 100M no mercado doméstico. Seu prejuízo vai se somar aos elevados custos da compra da Fox pela Disney. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Nós Fim de semana: US$ 70,2M Total EUA e Canadá: US$ 70,2M Total Mundo: US$ 86,9M 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 35M Total EUA e Canadá: US$ 321,4M Total Mundo: US$ 910,2M 3. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 29,4M Total Mundo: US$ 39,6M 4. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 26,4M Total Mundo: US$ 32,7M 5. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 145,7M Total Mundo: US$ 488M 6. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,8M Total Mundo: US$ 66,8M 7. Gloria Bell Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 2,4M Total Mundo: US$ 3M 8. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ _ 9. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 103,3M Total Mundo: US$ 179,5M 10. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 83,7M Total Mundo: US$ 399,8M

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  • Filme

    Nós é a nova obra-prima intrigante do diretor de Corra!

    24 de março de 2019 /

    O comediante Jordan Peele achou inspiração no terror para virar diretor. E não veio para brincar. Em “Corra!” (2017), começa sua história de forma convencional, usa um ou outro clichê, mas somente para capturar a atenção do espectador até finalmente puxar a cortina que divide a realidade da fantasia e mostrar algo que nunca vimos antes. Seu novo trabalho, “Nós”, anda nos mesmos trilhos. Ambos exploram um horror social enraizado na América, que explora a verdadeira natureza do ser humano. Em “Corra!”, o mal é representado pelo racismo. Em “Nós”, a discussão está voltada para as diferenças entre classes e como tratamos os outros. Só que, apesar desse dialogo temático, os dois filmes são completamente diferentes e igualmente brilhantes. Assim como “Corra!”, “Nós” tem um prólogo. Em 1986, acompanhamos uma garotinha, Adelaide, entrando numa sala de espelhos, atração de um parquinho numa praia de Santa Cruz, Califórnia (a mesma dos vampiros de “Os Garotos Perdidos”). Lá, ela se depara com um trauma que carregará pelos próximos 30 anos. É com esse salto no tempo que passamos pelos créditos iniciais e conhecemos Adelaide adulta (Lupita Nyong’o) ao lado dos filhos, Zora (Shahadi Wright Joseph) e Jason (Evan Alex), e do marido Gabe (Winston Duke). Eles decidem aproveitar o sol nas areias da mesma Santa Cruz, onde encontram um casal de amigos ricos e esnobes (e suas filhas). Mais tarde, relaxando na casa de praia, recebem a visita de uma família praticamente idêntica a eles próprios (com a diferença de suas aparências mais desgastadas), vestindo roupões vermelhos e trazendo imensas tesouras douradas em mãos. Enfim, sinal de boa coisa não é. Se você pensa que virá algo parecido com “Os Estranhos” ou “Uma Noite de Crime”, esqueça. Jordan Peele é um cineasta que tem coragem de expor a teoria das sombras, trazendo à luz atitudes doentias que escondemos, mas que se manifestam às vezes, mesmo que de forma inconsciente, quando julgamos, desdenhamos, ignoramos ou até mesmo maltratamos algumas pessoas simplesmente porque não as consideramos do mesmo nível que o nosso. O elenco estupendo contribui para gerar o resultado aterrador. Principalmente, Lupita Nyong’o na melhor atuação de sua vida, em dois papéis poderosos, que ora se separam, ora se completam. Ideia que reflete no jogo de espelhos proposto pelo diretor durante todo o filme para demonstrar como não conhecemos profundamente diversas pessoas, incluindo membros de nossas famílias. Segundo o diretor, somos heróis e vilões alternando cada face na velocidade de uma dança. Numa impressão inicial, parece que nem tudo é o que parece. Mas nenhuma cena é colocada no filme à toa (como a primeira delas, que leva ao final). Hitchcock é a grande referência. O mestre que em “Psicose” e “Um Corpo que Cai” conduz o público a acreditar que o mistério ultrapassará a fronteira do território sobrenatural, sempre acabava trazendo uma explicação com os dois pés fincados no mundo real. Peele flerta com o mesmo conceito, porém adicionando elementos de ficção científica – tanto em “Corra!” quanto em “Nós” – , sem assumir o horror sobrenatural, mas deixando entrelinhas de sua mitologia para a imaginação do público. E é nisto que “Nós” tende a dividir opiniões entre os que amaram e os que “não acharam tudo isso”. É um risco, porque Peele não tem receio de pisar no freio do terror. O importante, porém, não é saber se “Nós” é melhor ou não que “Corra!”. É aproveitar um espetáculo de horror contemporâneo, que não cai na tentação dos sustos fáceis de hoje em dia, fazendo brotar o medo do ambiente e da sensação de impotência, diante da falta de controle em uma situação fora do comum. Além disso, dá para cansar de procurar significados dentro dessa obra-prima intrigante, que expande temas explorados em “Corra!” numa escala bíblica e com fôlego para ser discutido pelos próximos anos.

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  • Filme

    Maligno é um terror familiar acima da média

    24 de março de 2019 /

    Os filmes de horror que têm chegado ao nosso circuito não têm passado exatamente por uma curadoria, por assim dizer. As distribuidoras em geral parecem apenas jogar o produto para os fãs que costumam prestigiar o gênero, por pior que seja o material. Isso, com o tempo, acaba gerando uma falta de interesse até nos próprios fãs, que se vêem frustrados pela falta de qualidade dos filmes, dando até a impressão de que não há mais bons exemplares no gênero atualmente. O que depois se confirma como uma mentira, quando vemos que filmes melhores não têm a chance de chegar ao nosso circuito, e muitas vezes nem mesmo aos serviços de streaming. “Maligno”, do cineasta americano Nicholas McCarthy, nem procura ser inovador. Ao contrário, há uma grande familiaridade na história do garoto Miles. O enredo em si traz elementos que lembram filmes tão distintos quanto “Brinquedo Assassino”, “A Órfã” e “Sobrenatural”. Mas embora tenha sido considerado medíocre pela crítica norte-americana, é um terror acima da média do que vem sendo despejado nos cinemas nacionais. Na trama, Taylor Schilling (da série “Orange Is the New Black”) é Sarah Blume, mãe de uma criança que aos poucos vai se revelando um prodígio: com poucos meses já começa a falar e logo cedo é enviado para uma escola de crianças superdotadas. Mas há algo de errado com o pequeno Miles (Jackson Robert Scott, de “It – A Coisa”). Aos poucos, ele passa a manifestar uma maldade pouco comum até para crianças perversas de sua idade. Um dos méritos do filme é conseguir criar uma atmosfera de terror e medo crescente. Uma vez que se descobre que o corpo do garoto está possuído pelo espírito de um homem muito perigoso, e o espectador passa a experimentar momentos de puro medo, a trama passa a envolver com o drama daquela mãe. O pai também é importante na história, mas ele a princípio não acredita na teoria de que o espírito do garoto está duelando com o espírito do psicopata. Soltando alguns alguns spoilers aqui: o que dizer da cena em que Sarah está sozinha na cama e o pequeno Miles pede para dormir com ela? De arrepiar! E a cena da hipnose, da batalha entre o garoto e o homem que descobriu seu segredo? E a ida de Sarah até a casa da última vítima do assassino serial? São as cenas mais marcantes desse filme bem conduzido e envolvente, que não recebeu o devido crédito. Quem sabe no futuro “Maligno” vire cult? Os dois longas anteriores de McCarthy, “Pesadelos no Passado” (2012) e “Na Porta do Diabo” (2014), não viraram.

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  • Série

    Twitter de The Walking Dead compara próximo episódio à matança de Game of Thrones

    22 de março de 2019 /

    O Twitter oficial de “The Walking Dead” fez uma comparação audaciosa do próximo episódio da série com “Game of Thrones”. O post em questão inclui uma foto de Walder Frey (David Bradley) num dos capítulos mais mortais da atração do canal pago HBO, conhecido entre os fãs como “o casamento vermelho”, onde houve uma chacina de personagens queridos. A legenda diz apenas: “Só vamos deixar isso aqui”. Intitulado “The Calm Before”, o próximo episódio de “The Walking Dead”, que vai ao ar no domingo (24/3), é o penúltimo e será um dos mais longos da 9ª temporada, com quase uma hora de duração sem comerciais (57 minutos). Ele vai mostrar a feira de comércio do Reino. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, a realização da feira coincide com a morte de dois personagens importantes e dois coadjuvantes recentes, entre outros. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Just going to leave this here pic.twitter.com/8g0Rtdxckc — The Walking Dead (@TheWalkingDead) March 21, 2019

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  • Filme

    Ma: Octavia Spencer tortura adolescentes em trailer legendado de terror

    20 de março de 2019 /

    A Universal divulgou um novo trailer legendado de “Ma”, terror estrelado por Octavia Spencer (“A Forma da Água”). A prévia mostra o que acontece após um grupo de adolescentes pedir para uma mulher mais velha (Spencer) lhes comprar álcool e como esse encontro muda suas vidas. Convidados para usar o porão da casa da mulher – a Ma do título – como endereço de suas festas, eles acabam permitindo que ela entre em suas vidas. E o que era para ser diversão se transforma em pesadelo, como revelam cenas perturbadoras de sadismo. O elenco inclui Diana Silvers (“Vidro”), Corey Fogelmanis (“Garota Conhece o Mundo”), Dante Brown (“Lethal Weapon”), McKaley Miller (“Scream Queens”) e os adultos Juliette Lewis (“Álbum de Família”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Missi Pyle (“Garota Exemplar”) e Luke Evans (“A Bela e a Fera”). Escrito por Scotty Landes (“Workaholics”), o filme tem direção de Tate Taylor, que fez “Histórias Cruzadas” (2011), drama pelo qual Spencer venceu seu Oscar. Já a produção é da Blumhouse, produtora especializada em longas arrepiantes, como “Corra!” e “Halloween”. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    A Maldição da Chorona faz parte do universo de terror de Invocação do Mal

    20 de março de 2019 /

    A première de “A Maldição da Chorona” no Festival SXSW revelou que o filme faz parte do universo de terror de “Invocação do Mal”. A exibição confirmou a participação de um personagem do primeiro “Annabelle” (2014): o padre Perez, vivido por Tony Amendola. Curiosamente, a conexão não está sendo explorada pelo marketing da Warner, que entretanto destaca que se trata de um novo terror produzido por James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). “A Maldição da Chorona” é inspirada na popular figura fantasmagórica mexicana conhecida como La Llorona. Reza a lenda que, quando em vida, a aparição afogou os próprios filhos e se matou logo depois. No filme, passado em Los Angeles durante os anos 1970, La Llorona passa a assombrar uma assistente social (Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”) e seus filhos. O roteiro foi escrito pela dupla Tobias Iaconis e Mikki Daughtry, responsável também pelo romance teen “A Cinco Passos de Você”. E a direção é do estreante Michael Chaves, em quem James Wan apostou para dirigir “Invocação do Mal 3”. A estreia está marcada para 18 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Massacre de crianças transforma The Walking Dead no assunto mais falado do Twitter

    18 de março de 2019 /

    A exibição de um dos episódios mais violentos da série “The Walking Dead” se tornou o assunto mais falado no Twitter no domingo (17/3), fazendo a hashtag #TheWalkingDead liderar o mapa dos trend topics americanos. Marcado por cenas chocantes, o capítulo intitulado “Scars” culminou num massacre de crianças, decepadas, rasgadas ou perfuradas pela espada de Michonne (Danai Gurira), após ela ser torturada, marcada à ferro e ter sua barriga de gravidez chutada e ferida pelas vítimas nada inocentes de sua fúria assassina. “BOOM”, escreveu Jim Maiella, Vice-Presidente e Chefe de Comunicações Corporativas do canal pago AMC, no Twitter, ao publicar uma imagem do status de tendência da série. Confira abaixo. A maioria dos comentários do público expressou choque pelas cenas exibidas. “Não vou mentir. Ver Michonne passando por isso, sendo agredida, queimada e cortada enquanto grávida foi muito difícil”, escreveu uma usuária americana. “Um dos episódios mais perturbadores da série”, definiu outro. “Isso nem aconteceu na vida real e eu estou traumatizada”, acrescentou uma terceira pessoa. Com apenas mais dois episódios para encerar sua 9ª temporada, “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Boom. #TWD pic.twitter.com/u1Jnsketog — Jim Maiella (@jimmaiella) March 18, 2019

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  • Etc,  Filme

    John Carl Buechler (1952 – 2019)

    18 de março de 2019 /

    O diretor e artista de efeitos especiais John Carl Buechler morreu nesta segunda (18/3) após luta contra o câncer de próstata. A morte do cineasta de 66 anos foi anunciada pelo amigo Ted Geoghan, organizador do evento Fantasia Film Festival. Buechler iniciou sua reputação como idealizador de efeitos especiais e maquiagens prostéticas para filmes da produtora Empire, especializada em filmes B nos anos 1980, como “Ragewar” (1984), “Trancers: O Tira do Futuro” (1984), “Ghoulies” (1984), “Re-Animator” (1985) e “TerrorVision” (1986). E foi por lá mesmo que estreou na cadeira de diretor, com “Troll – O Mundo do Espanto” (1986). Ele também dirigiu “O Monstro Canibal” (1988) para a produtora de Charles Band, antes de comandar uma franquia mais famosa, assumindo a direção de “Sexta-Feira 13, Parte 7: A Matança Continua” (1988). Buechler continuou trabalhando em continuações de franquias clássicas, mas como técnico de efeitos. A lista inclui desde “A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos” (1988) e “Halloween 4: O Retorno de Michael Myers” (1988) até “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), entre outros. Ainda dirigiu “Os Ghoulies Vão ao Colégio” (1991), lançado direto em vídeo, mas nunca emplacou nenhum sucesso – ou filme que fosse pelo menos medíocre. Sua filmografia final é repleta de lançamentos de terror para VOD, inéditos no Brasil, que ele escreveu e dirigiu para horrorizar a crítica. Nenhum tem nem sequer nota no Rotten Tomatoes. Até os filmes de carnossauros, ciborgues e lobisomens adolescentes que receberam seus efeitos compartilham a mesma falta de elogios nos comentários do IMDb. Em compensação, o tempo transformou seu trabalho na Empire em objeto de culto e tema de convenções. No mês passado, a mulher do cineasta começou uma campanha no site Go Fund Me para ajudar no tratamento do marido. A família conseguiu arrecadar US$ 40 mil com doações dos fãs.

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  • Filme

    Capitã Marvel já soma 760 milhões de bilheteria mundial – em 11 dias

    17 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” segue na liderança das bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz. E os valores continuam astronômicos. Os US$ 69,3M (milhões) que arrecadou nos últimos três dias, nos Estados Unidos e Canadá, representam o maior segundo fim de semana de um lançamento do mês de março desde “A Bela e a Fera” (US$ 90,4M), há dois anos. Com isso, o faturamento doméstico atingiu US$ 266,2M em dez dias. Ainda mais impressionante é seu desempenho internacional, de quase US$ 500 mil em 11 dias. Ao todo, o novo longa da Marvel tem US$ 760,2M. E pode chegar a US$ 1 bilhão já no próximo fim de semana – no máximo, em duas semanas. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de dois fins de semana para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M). Diante desse domínio, as demais estreias precisaram se contentar com trocados. Em 2º lugar, o lançamento da animação “O Parque dos Sonhos” não passou dos US$ 16M. E ainda foi trucidado pela crítica – 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desenho também estreou no Brasil no fim de semana. O romance de adolescentes doentes “A Cinco Passos de Você” fez um pouco menos, US$ 13,1M, em 3º lugar. Mas a crítica não achou pavoroso, apenas medíocre, com 53% de aprovação. Estreia por aqui na quinta (21/3). Pior destino teve a sci-fi “A Rebelisão” (Captive State). Com um marketing que apostou no mistério, o filme não engajou o público e rendeu apenas US$ 3,1M em 7º lugar. Uma catástrofe em 2,5 mil salas, que foi ultrapassada nas bilheterias até por uma comédia mexicana de 472 telas. A história dos invasores espaciais “benevolentes”, que transformam o planeta numa ditadura, foi cancelada na TV em julho passado (“Colony”) e sua variação cinematográfica causou 48% de decepção da crítica. A invasão no Brasil acontece em 28 de março. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 69,3M Total EUA e Canadá: US$ 266,2M Total Mundo: US$ 760,2M 2. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 20,3M 3. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 13,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 4. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 135,6M Total Mundo: US$ 466,5M 5. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 59,7M 6. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ _ 7. A Rebelião Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,3M Total Mundo: US$ 171,4M 9. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 81,8M Total Mundo: US$ 394M 10. Green Book Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 82,2M Total Mundo: US$ 274,6M

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  • Série

    O Escolhido: Nova série brasileira da Netflix apresenta elenco

    16 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o elenco e alguns detalhes sobre “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. A foto acima reúne os atores principais da atração: Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que será adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A versão brasileira vai acompanhar três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. “O Escolhido” estreia na Netflix ainda em 2019.

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  • Filme

    Teaser revela título oficial e nova data de estreia de Annabelle 3

    15 de março de 2019 /

    A Warner divulgou um teaser para revelar o título oficial e uma nova data de estreia do terceiro filme da franquia Annabelle, que vai se chamar “Annabelle Comes Home” nos EUA – algo como “Annabelle Volta pra Casa” ou “Annabelle Volta ao Lar”. Originalmente previsto para 3 de julho, o filme vai chegar mais cedo, em 28 de junho nos cinemas americanos. Por enquanto, não houve mudanças na estreia nacional, que segue marcada para 11 de julho. “Annabelle 3” contará com a participação do elenco da franquia “Invocação do Mal”. Como foi revelado em julho passado, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme deve contar como a boneca foi parar com os Warren, retomando a trama do “Invocação do Mal” original de 2013. Diz a sinopse divulgada pela Warner: “Determinados a impedir que Annabelle possa causar mais destruição, os demonologistas Ed e Lorraine Warren levam a boneca para a sala de artefatos da sua casa, colocando-a “em segurança” atrás de um vidro sagrado e assegurado pela benção de um padre. Mas, em uma noite profana de horror, Annabelle acorda os espíritos maléficos do lugar, que estabelecem um novo alvo: a filha de 10 anos dos Warren, Judy, e suas amigas.” A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para interpretar a versão mais nova de Judy Warren. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). O terceiro “Annabelle” também marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”.

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  • Filme

    Remake de Cemitério Maldito ganha vídeo de bastidores e nova data de estreia no Brasil

    14 de março de 2019 /

    A Paramount divulgou um vídeo legendado de bastidores do remake de “Cemitério Maldito”, que ganhou nova data de estreia no Brasil. O lançamento foi atrasado em um mês e agora só vai chegar aos cinemas em 9 de maio. Com isso, o Brasil fará dobradinha com a Itália na condição de últimos países do mundo a exibir o terror. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção, que não é uma refilmagem literal, pois inclui muitas mudanças em relação ao clássico dos anos 1980. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família.

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