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    Titãs: Robin vira Asa Noturna no trailer do final da 2ª temporada

    22 de novembro de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 2ª temporada de “Titãs”. A prévia destaca a estreia de Asa Noturna (Nightwing), nova identidade de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o antigo Robin, que aparece em cima da hora para salvar os Titãs de um novo ataque do vilão Exterminador (Esai Morales). O vídeo também inclui uma luta entre Superboy (Joshua Orpin) e Moça-Maravilha (Conor Leslie) e um aviso sinistro, de que um Titã “vai cair”. A última cena registra os personagens com roupas pretas e cara de velório – e a ausência de duas heroínas. Intitulado “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.

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    Crise nas Infinitas Terras: Sinopses oficiais confirmam Raio Negro, Luthor e brigas no megacrossover

    22 de novembro de 2019 /

    A rede americana The CW divulgou as sinopses das três primeiras partes de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, que vai reunir os principais personagens das séries da super-heróis da DC Comics. O primeiro capítulo vai ao ar em 8 de dezembro nos EUA, dentro da temporada de “Supergirl”, e será seguido, no dia seguinte, da parte 2 em “Batwoman”, até interromper a narrativa no terceiro episódio consecutivo, previsto para 10 de dezembro, na série “The Flash”. As partes 4 e 5 só concluirão a história em janeiro, após um hiato de fim de ano, como parte das séries “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Apesar de sua série ter ficado fora do crossover, o herói Raio Negro (Black Lightning) também vai participar da história, como demonstram as sinopses abaixo. Leia a seguir as descrições oficiais dos três primeiros capítulos da produção. “O COMEÇO DO ÉPICO CROSSOVER TELEVISIVO, CRISE NAS TERRAS INFINITAS – O Monitor (LaMonica Garrett) envia Precursora (Audrey Marie Anderson) para reunir os maiores heróis do mundo – Supergirl (Melissa Benoist), The Flash (Grant Gustin), Arqueiro Verde (Stephen Amell), Batwoman (Ruby Rose), Canário Branco (Caity Lotz), Eléktron (Brandon Routh) e Superman (Tyler Hoechlin) – em preparação para a crise iminente. Com seus mundos em perigo, os super-heróis se preparam para a batalha, enquanto J’onn (David Harewood) e Alex (Chyler Leigh) recrutam Lena (Katie McGrath) para ajudá-los a encontrar uma maneira de salvar as pessoas da Terra-38. Jesse Warn dirigiu o episódio a partir de hstória de Robert Rovner & Marc Guggenheim e com o roteiro de Derek Simon e Jay Faerber.” “O CLARK KENT REAL PODERÁ SE MANTER DE PÉ? A PARTE DOIS DA CRISE NAS TERRAS INFINITAS CONTINUA COM AS ESTRELAS CONVIDADAS, TOM WELLING, ERICA DURANCE E KEVIN CONROY – O grupo usa a invenção de Ray (Brandon Routh) para rastrear novos recrutas e ajudar a salvar o universo. O Monitor (LaMonica Garrett) envia Iris (Candice Patton), Clark (Tyler Hoechlin) e Lois (Elizabeth Tulloch) em busca de um misterioso kryptoniano, enquanto Kate (Ruby Rose) e Kara (Melissa Benoist) sai para encontrar Bruce Wayne (o ator convidado Kevin Conroy). Além disso, Mia (Katherine McNamara) desafia Sara (Caity Lotz), Rory (Dominic Purcell) descobre um talento oculto e Lex Luthor (Jon Cryer) retorna. Laura Belsey dirigiu o episódio escrito por Don Whitehead e Holly Henderson.” “O RAIO NEGRO JUNTA-SE AO ARROWVERSE NO TERCEIRO CAPÍTULO DO CROSSOVER – Pariah (Tom Cavanagh) convoca Raio Negro (Cress Williams) para ajudar a parar o Anti-Monitor (LaMonica Garrett) após o Flash-90 (John Wesley Shipp) compartilhar o que aprendeu de sua batalha em ‘Elseworlds’. Com a ajuda de Raio Negro, Barry (Grant Gustin), Cisco (Carlos Valdes) e Nevasca (Danielle Panabaker) apresentam um plano que pode salvar todos eles. Enquanto isso, Iris (Candice Patton) tem uma conversa sincera com Ryan Choi (Osric Chau), enquanto Oliver (Stephen Amell) e Diggle (David Ramsey) retornam a um antigo terreno familiar. David McWhirter dirigiu o episódio com história de Eric Wallace e roteiro de Lauren Certo e Sterling Gates.”

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    Stargirl: Mais uma série de super-heróis entra na programação da rede The CW

    21 de novembro de 2019 /

    A série “Stargirl”, em produção para a plataforma DC Universe, também vai passar na TV aberta nos Estados Unidos. Os episódios serão exibidos na rede The CW um dia depois de serem disponibilizados em streaming. A iniciativa segue outra parceria similar para a exibição de “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino), que terá lançamento simultâneo pela DC Universe e a HBO Max em sua 2ª temporada. Originalmente prevista para agosto, a estreia de “Stargirl” foi adiada para 2020. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. Por sinal, vários coadjuvantes da história são extraídos da rica biblioteca de personagens clássicos da DC Comics, que liga a novata Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis. A série simplifica essa ligação, para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. De todo modo, a mudança afeta a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além de Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A expectativa é de uma estreia no primeiro trimestre de 2020.

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  • Filme

    Todd Phillips desmente reportagem que “antecipa” produção de Coringa 2

    21 de novembro de 2019 /

    O diretor Todd Phillips desmentiu a reportagem do site da revista The Hollywood Reporter que afirmou que ele já tinha fechado contrato para fazer a continuação de “Coringa”. Vários pontos do artigo já tinham sido desacreditados pelas publicações concorrentes Deadline e Variety. Agora, o próprio cineasta veio à público comentar as “revelações” de bastidores da reportagem, em entrevista para outro site, IndieWire. O THR afirmou que a Warner já tinha encaminhado a produção da sequência de “Coringa”, inclusive com uma reunião realizada entre Phillips e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, para alinhar os detalhes d produção. Neste encontro, Phillips também teria pedido direitos para “desenvolver um portfólio de personagens da DC”. A Variety confirmou que o presidente da Warner reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contestou a reportagem inteira, do início ao fim. O diretor foi cuidadoso ao escolher as palavras para rebater o artigo, deixando entrelinhas abertas. Segundo Phillips, ele não teve nenhuma reunião com Toby Emmerich no dia 7 de outubro, como publicado pelo THR. “Eu posso dizer honestamente que não fiz nenhuma reunião no dia 7 de outubro. Primeiro de tudo, você me conhece e conhece minha carreira, esse não é o meu estilo. Eu fiz uma comédia gigante com a Warner, ‘Se Beber Não Case’, e não me tornei um ‘produtor de fábrica’ de comédias do tipo: ‘ah, vamos apenas produzir filmes de comédia’. Bradley Cooper e eu temos uma empresa de produção na Warner. Eu tenho estado na Warner há 15, 16 anos. Nós temos duas coisas em desenvolvimento o tempo todo, não 40 como algumas pessoas estão dizendo. Não sou o tipo de cara que diz que quer 40 títulos. Eu simplesmente não tenho energia (para isso)”, explicou. Phillips ressaltou que apenas sugeriu à Warner fazer uma cinessérie mais sombria e focada em personagens das histórias dos quadrinhos quando começou a trabalhar no projeto do Coringa. “Quando eu ofereci para eles o ‘Coringa’, a ideia não era fazer um filme, e sim criar uma marca inteira [chamada Black Label]. Mas eles descartaram aquilo rapidamente e eu entendi. Quem sou eu para entrar e começar um projeto dentro de um estúdio de cinema? Mas eles disseram: vamos fazer esse aqui”, contou Phillips. O diretor também confirmou que não assinou nenhum contrato nem existe um roteiro em desenvolvimento para que uma sequência de “Coringa” neste momento. Mas isso não significa que a Warner não planeje uma continuação, já que o filme arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo. “Bem, um filme não ganha US$ 1 bilhão sem que eles não falem numa sequência. Joaquin e eu dissemos publicamente que conversamos sobre a continuação desde a segunda semana de filmagens, porque é uma coisa divertida de se falar. Mas o artigo do Hollywood Reporter estava se referindo a outras coisas além disso, que sãom francamente falsas. Não sei como tudo começou, se foi algum assistente tentando ganhar credibilidade como fonte de jornalista”, ressaltou Phillips. Ele se recusou, porém, a falar sobre o trecho da reportagem que alegou que ele estaria recebendo quase US$ 100 milhões por “Coringa”, porque “trocou seu salário inicial em troca de uma fatia maior da receita”. “Aqui está a verdade sobre uma possível sequência: Joaquin e eu conversamos sobre isso durante uma turnê pelo mundo com executivos da Warner. Estávamos sentados no jantar e eles estavam dizendo: ‘Então, vocês pensaram em (fazer uma continuação)?’ Mas, falando em contratos, não há contrato para desenvolver uma sequência, nunca abordamos Joaquin para fazer uma sequência. Isso vai acontecer? Mais uma vez, acho que o artigo foi antecipatório, na melhor das hipóteses”, finalizou o diretor.

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  • Série

    Batwoman: Personagens da série ganham retratos individuais

    20 de novembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou uma coleção de retratos dos personagens de “Batwoman”, sua principal estreia da temporada. As imagens trazem a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) em seus dois papéis, como a herdeira Kate Kane, prima de Bruce Wayne, e encapuzada como Batwoman, além de sua arquiinimiga, a vilã Alice, irmã da heroína interpretada por Rachel Skarsten (que já foi Canário Negro em “Birds of Prey” entre 2002 e 2003). O elenco de “Batwoman” ainda conta com Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”) como Jacob Kane, o pai de Kate, Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a ex-cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton, e Elizabeth Anweis (“Twin Peaks”) como sua madrasta, Catherine Hamilton-Kane. A produção foi desenvolvida por Caroline Dries, roteirista e produtora de “The Vampire Diaries” e “Smallville”, que compartilha a mesma orientação sexual de Batwoman e sua intérprete. Primeira série de super-heróis com uma protagonista LGBTQIA+, “Batwoman” é atualmente a segunda série de maior audiência da rede CW (atrás apenas de “The Flash”) e vai participar do grande crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, em dezembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Continuação de Coringa com Joaquin Phoenix já estaria em desenvolvimento

    20 de novembro de 2019 /

    A Warner Bros. já estaria preparando uma sequência de Coringa, que contaria com a volta o astro Joaquin Phoenix ao papel, além do diretor Todd Phillips e do roteirista Scott Silver. As informações foram apuradas pelo site The Hollywood Reporter e não encontraram confirmação nos sites concorrentes. A notícia vem pouco depois de o filme atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial, tornando-se o primeiro lançamento com classificação “para maiores” nos EUA a alcançar o feito. Phoenix e Phillips afirmaram, em entrevistas durante a divulgação de “Coringa”, que conversaram sobre possíveis sequências. O ator disse que havia “muito para explorar” no personagem, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Mas o THR apurou que o contrato assinado pelo intérprete já previa retorno para pelo menos uma continuação. Outras informações da reportagem do THR foram refutadas pela concorrência, como o projeto de desenvolvimento de outros filmes de origem para os personagens dos quadrinhos da DC, que seriam realizados por Phillips. A Variety confirma que o presidente da Warner, Toby Emmerich, reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contesta a reportagem inteira, do início ao fim. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics tem dado o que falar mesmo antes de sua estreia comercial, graças à trajetória iniciada com a vitória do Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. O que está realmente confirmado em relação ao futuro de “Coringa” é que a Warner pretende investir alto para emplacar o filme na disputa do Oscar 2020.

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    Crise nas Infinitas Terras: Novos fotos trazem Tom Welling e Brandon Routh como Superman

    19 de novembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou mais 11 fotos de “Crise nas Infinitas Terras”. As imagens pertencem à segunda parte do megacrossover do Arrowverso e destacam as aparições de três versões diferentes de Superman. Além de Tyler Hoechlin, que interpreta o personagem na série “Supergirl”, as fotos também trazem Brandon Routh uniformizado como o herói e Tom Welling nas roupas civis de Clark Kent. O segundo estrelou “Superman: O Retorno” no cinema e o último protagonizou a série “Smallville”. A explicação para esse encontro inédito de intérpretes de Superman é o multiverso da DC Comics, que vai mostrar várias versões dos mesmos personagens, vindo de realidades (na verdade, filmes e séries) diferentes. As imagens ainda trazem Elizabeth Tulloch como Lois Lane, em cenas ao lado de Candice Patton, intérprete de Iris West-Allen em “The Flash”. Sem esquecer da primeira foto de Kevin Conroy (dublador das séries animadas de Batman) como o “Batman do Futuro”. A segunda parte do crossover será exibida na série “Batwoman”, cuja protagonista (Ruby Rose) aparece na última foto da seleção abaixo. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Os episódios serão acompanhados pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”).

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    Novo trailer revela que Fugitivos vai acabar na 3ª temporada

    18 de novembro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou novos pôster e trailer de “Fugitivos” (Runaways). Em meio a diversos efeitos visuais, a prévia revela que a 3ª temporada será a última da série dos heróis adolescentes. O vídeo ainda introduz uma nova vilã, vivida por Elizabeth Hurley (“The Royals”), e destaca o crossover com os protagonistas de outra série de heróis adolescentes da Marvel, “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger), também recentemente cancelada. O crossover tinha sido anunciado em agosto passado e, pelo que o trailer demonstra, a participação de Manto (Aubrey Joseph) e Adaga (Olivia Holt) estará relacionada à escuridão que emana dos poderes de Nico (Lyrica Okano). Já a personagem de Liz Hurley é Morgana le Fay, vilã dos quadrinhos criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, e que entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem homônima da lenda do Rei Arthur, Morgana é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Elizabeth Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage – a parceria foi inaugurada em “Gossip Girl”. O cancelamento de “Fugitivos” encerra completamente a programação atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que sua estrutura foi absorvida pela Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters cinematográficos. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada em outubro. Por conta disso, Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, deve sair da empresa. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, além do fim de “Manto e Adaga” e as temporadas finais de “Agents of SHIELD” e “Fugitivos”, a única série live-action da produtora atualmente ativa é o projeto de “Helstrom”, sobre o “Filho de Satã”, em desenvolvimento para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel, que começarão seu trabalho sem nenhuma herança de Loeb. A última temporada de “Fugitivos” terá 10 episódios e estreia em 13 de dezembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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    Málevola — Dona do Mal lidera bilheterias do Brasil pela quinta semana

    18 de novembro de 2019 /

    Contrariando tendência mundial, “Málevola — Dona do Mal” é um enorme sucesso no Brasil. O filme arrecadou R$ 75 milhões em ingressos vendidos durante suas cinco semanas de exibição no país e lidera até hoje as bilheterias nacionais, segundo levantamento da consultoria Comscore. A produção da Disney também se mantém como o filme com maior distribuição entre os cinemas brasileiros, o que ajuda a explicar seu sucesso local. Exibida em 446 salas, a produção foi assistida por 339 mil pessoas e obteve R$ 5,9 milhões entre quinta e domingo (17/11). Na América do Norte, “Málevola — Dona do Mal” teve desempenho bem diverso. Após as mesmas cinco semanas, ocupa atualmente o 9º lugar na bilheteria, tendo recém-cruzado os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. O ranking da Comscore ainda registra uma anomalia típica do parque exibidor nacional, ao qualificar um filme que ainda não estreou oficialmente em 2º lugar. A comédia brasileira “Os Parças 2” tem lançamento marcado apenas para a próxima semana, no dia 28 de novembro, mas já está entre os longas mais vistos. Fenômeno paranormal? Viagem no tempo? Brecha interdimensional? Apenas o velho truque de marcar uma data e lançar bem antes, com ampla distribuição, e chamar a venda de ingressos aberta a todo o público e em todos os horários de “pré-estreia”. “Coringa” completa o Top 3 com a comemoração de um recorde. Desde a estreia, há sete semanas, o filme acumula renda de R$ 149,7 milhões e público de 4,6 milhões de pessoas. Neste fim de semana em que o longa alcançou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornou-se o filme de maior arrecadação no Brasil com classificação etária para maiores de 16 anos. Para completar, o principal lançamento do fim de semana passado, “As Panteras”, fez fiasco maior no Brasil que nos Estados Unidos, abrindo apenas em 6º lugar. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 14 – 17/Nov:1. Malévola-Dona do Mal2. Os Parças 2 ( Pré Estreia) 3. Coringa4. A Família Adams5. Dora e a Cidade Perdida 6. As Panteras7. Invasão ao Serviço Secreto8. Ford vs Ferrari9. Exterminador do Futuro9. Doutor Sono — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 18, 2019

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    Ben Affleck e Gal Gadot se juntam à campanha pelo “Snyder Cut” da Liga da Justiça

    17 de novembro de 2019 /

    No fim de semana em que se comemorou dois anos do lançamento de “Liga da Justiça”, dois integrantes do filme se juntaram à campanha de liberação do “Snyder Cut”. Ben Affleck e Gal Gadot, intérpretes de Batman e Mulher-Maravilha na produção, tuitaram a hashtag #ReleaseTheSnyderCut e foram repercutidos pelo próprio diretor Zack Snyder. “Snyder Cut” é a versão que preserva a versão do diretor original de “Liga da Justiça”. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. O resultado híbrido não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre como seria a versão de Snyder. Desde então, a Warner vem afirmando que não existe nenhum “Snyder Cut”. Mas o cineasta parece ter em suas mãos uma versão diferente do filme, que o ator Jason Momoa, o Aquaman, jura ter visto – e adorado. Apesar de especulações de que a versão do diretor poderia ser um atrativo para o lançamento do serviço de streaming da HBO Max, a Warner não fez nenhum anúncio neste sentido. Mas chama atenção o timing do engajamento do elenco do filme, todos com contratos longos com a Warner, na campanha pelo “Snyder Cut”. #ReleaseTheSnyderCut pic.twitter.com/wssMmlPqEK — Gal Gadot (@GalGadot) November 17, 2019 This ancient Amazonian can’t be wrong. #releasethesnydercut https://t.co/XBdaE1ynkL — Zack Snyder (@ZackSnyder) November 17, 2019 #ReleaseTheSnyderCut — Ben Affleck (@BenAffleck) November 17, 2019 Neither can Batman. #releasethesnydercut https://t.co/3Y0FxTy5Qp — Zack Snyder (@ZackSnyder) November 17, 2019

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    Ford vs Ferrari atropela As Panteras nas bilheterias da América do Norte

    17 de novembro de 2019 /

    O drama automobilístico “Ford vs. Ferrari” conquistou uma vitória surpreendente nas bilheterias da América do Norte, com uma arrecadação muito acima do especulado por analistas da indústria cinematográfica. Ao subir no alto do pódio com US$ 31M (milhões), também rendeu o primeiro sucesso da Fox sob a administração da Disney, após sucessivos fracassos (“Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, etc). O filme dirigido por James Mangold (“Logan”) foi recepcionado por aplausos entusiasmados da crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas agradou ainda mais ao público, atingindo nota máxima, A+, no Cinemascore, a pesquisa feita com os espectadores após a exibição. Com Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Perdido em Marte”) nos papéis principais, “Ford vs. Ferrari” virou uma unanimidade e deve continuar acelerando até o Oscar. Não foi uma produção barata. A reconstituição de época (anos 1960), com uso de carros de corrida de verdade, teve orçamento de US$ 95 milhões. Mas suas virtudes cinematográficas e o prestígio que traz para a Disney são inestimáveis, num momento em que Martin Scorsese reclama do estúdio por priorizar filmes de super-heróis e diminuir o espaço no mercado para o “cinema de verdade”. “Ford vs. Ferrari” só não é cinema com C maiúsculo porque é cinema classe A+. Com sua liderança folgada, “Ford vs Ferrari” afundou “Midway – Batalha em Alto Mar”, a surpresa da semana passada, que conseguiu apenas US$ 8,7M em seu segundo fim de semana em cartaz, e atropelou a estreia de “As Panteras”, um distante 3º lugar com US$ 8,6M. Como os números estão muito próximos, as posições de “Midway” e “As Panteras” podem se inverter na contagem final dos ingressos vendidos, durante a segunda-feira (18/11). Apesar disso, os valores não sofrerão grande mudança. A Sony investiu menos que a Fox em seu filme, em torno de US$ 50M, mas deve ter gasto o equivalente em P&A (cópias e publicidade), pois o marketing de “As Panteras” foi muito agressivo. Projeções sugerem que o longa dirigido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”) deve faturar em torno de US$ 25 milhões, ao todo, na América do Norte, o que representaria a pior bilheteria de continuação/reboot/remake do ano – e talvez da década. Para piorar, não empolgou a crítica, com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nem o público internacional. No exterior, o faturamento atingiu US$ 19,3M, com nova decepção na China, onde rendeu US$ $7,7M. Relatos de problemas no roteiro, escrito por muitas mãos, começam a vir à tona. Mas o post-mortem sugere equívoco de conceito. Para começar, a ideia de transformar uma franquia policial da TV dos anos 1970 numa comédia adolescente de ação. Além disso, escalar uma completa desconhecida no trio principal. E, como cereja no bolo, alterar a premissa básica, de uma agência de detetives local para uma organização de espionagem internacional, após o resultado de outro fracasso recente do estúdio com ideia similar – “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Terceira estreia do fim de semana, o suspense “A Grande Mentira”, com Helen Mirren (“A Rainha”) e Ian McKellen (“X-Men”), abriu em 7º lugar, rendendo US$ 5,6M e 63% de aprovação. O filme da Warner chega na quinta-feira (21/11) no Brasil, após entrar quase desapercebido na lista das grandes decepções. Para completar, as arrecadações de sexta a domingo (17/11) registraram a saída de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” do Top 10 após apenas três semanas, em outro desempenho pífio de franquia antiga/antiquada. Diante deste quadro, fica claro porque a Paramount celebrou ter conseguido passar os direitos de produção de “Um Tira da Pesada 4” para a Netflix. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 31M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 52,4M 2. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 35,1M Total Mundo: US$ 53,7M 3. As Panteras Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 8,6M Total Mundo: US$ 27,9M 4. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 29,9M 5. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 35,5M   6. Doutor Sono Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 53,8M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 5,6M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Coringa Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 322,5M Total Mundo: US$ 1B 9. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 106M Total Mundo: US$ 458,9M 10. Harriet Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 31,8M Total Mundo: US$ 31,8M

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    Disney anuncia mais Marvel. Serão 13 filmes de super-heróis nos próximos 4 anos

    16 de novembro de 2019 /

    Prestes a entrar em sua Fase 4, a Marvel Studios adicionou cinco novos filmes ao seu calendário de lançamentos. As novas datas, divulgadas pela Disney na sexta-feira (15/11), incluem os lançamentos de mais um longa em 2022 e quatro em 2023. Isto significa que o estúdio vai lançar mais 13 filmes de super-heróis nos próximos quatro anos. A lista oficial dos próximos filmes da Marvel, com as datas de estreia nos Estados Unidos, é a seguinte: 1 de maio de 2020 – Viúva Negra (Black Widow) 6 de novembro de 2020 – Os Eternos (The Eternals) 12 de fevereiro de 2021 – Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 7 de maio de 2021 – Doctor Strange in the Multiverse of Madness 5 de novembro de 2021 – Thor: Love and Thunder 18 de fevereiro de 2022 – Sem Título 6 de maio de 2022 – Pantera Negra 2 (Black Panther 2) 29 de julho de 2022 – Sem Título 7 de outubro de 2022 – Sem Título 17 de fevereiro de 2023 – Sem Título 5 de maio de 2023 – Sem Título 28 de julho de 2023 – Sem Título 3 de novembro de 2023- Sem Título Sete filmes, mais da metade da lista, não foram identificados, mas devem ser projetos que já estão em desenvolvimento, como “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Homem-Formiga 3”, “Capitã Marvel 2”, “Deadpool 3”, um filme de (ou com) “Blade” estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”) e as novas versões de “X-Men” e “Quarteto Fantástico”. Além destes, ainda há “Homem-Aranha 3”, que apesar de integrar o MCU tem seu cronograma atrelado à programação da Sony – como os vindouros “Venom 2” e “Morbius”. Até o momento, o Universo Cinematográfico da Marvel já lançou 23 filmes conectados. A Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) começará oficialmente com “Viúva Negra”, que tem estreia marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Além disso, os filmes também terão conexão com as séries live-action da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus) – “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier), “Loki”, “WandaVision” e “Gavião Arqueiro” (Hawkeye) – , que estreiam a partir de 2020.

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    The Boys: 2ª temporada revela cena perturbadora da infância do herói Homelander

    16 de novembro de 2019 /

    O produtor-roteirista Eric Kripke divulgou no Twitter a primeira cena da 2ª temporada de “The Boys”, que encerrou suas gravações na semana passada. A prévia mostra a versão infantil do “herói” Homelander, revelando o quanto o futuro líder dos Sete é perturbado. “O que pode ser mais aterrador que o pequeno Homelander?”, pergunta o texto. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Nos quadrinhos, os protagonistas são um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. Para completar, na série os boys surgem como um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias. Só que, numa reviravolta narrativa, desta vez eles têm razão. O elenco é encabeçado por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Nathan Mitchell (“iZombie”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (“Jessica Jones”) vive a única heroína ingênua e decente do grupo, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) incorpora o pai do personagem de Jack Quaid, e Elisabeth Shue (“Despedida em Las Vegas”) é a líder do conglomerado que explora comercialmente o sucesso dos super-heróis conhecidos como os Sete. Com 8 episódios e capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), a 1ª temporada estreou em 27 de julho, virando rapidamente uma das séries mais vistas da plataforma Amazon Prime Vídeo. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. #Season2 of #TheBoysTV has wrapped. While you wait, here's an ORIGINAL @TheBoysTV SHORT FILM!! Little Homelander wishes you a #HappyThanksgiving.@PrimeVideo #TheBoys #SPNFamily @antonystarr @KarlUrban @JackQuaid92 @Sethrogen @ErinMoriarty_ @KarenFukuhara https://t.co/qKbwbZNiRo — Eric Kripke (@therealKripke) November 15, 2019

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