Joseph Gordon-Levitt e Jamie Foxx vão estrelar filme de super-heróis da Netflix
Os atores Joseph Gordon-Levitt (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”) e Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) vão estrelar um novo filme de super-heróis da Netflix. A trama genérica não é baseada em quadrinhos, embora lembre muito a premissa da série baseada em “Raio Negro” (Black Lightning). Em suma, gira em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Gordon-Levitt interpretará um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. Já Foxx será um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga e encontrar seu fabricante. O filme é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro (não muito original) é de Mattson Tomlin (“Rene”) e Chris Bremner (“Padrinhos Ltda.”). Ainda sem título oficial, a produção começa a ser gravada em outubro na cidade de Nova Orleans, nos EUA.
Estrela da Nickelodeon será a super-heroína Stargirl em série da DC Comics
A plataforma DC Universe definiu a protagonista da nova série de super-heróis “Stargirl”. Segundo a revista Entertainment Weekly, a heroína do título será vivida pela jovem atriz Brec Bassinger. Ela tem 19 anos e ficou conhecida ao participar de duas séries do canal infantil Nickelodeon: “Bella e os Bulldogs”, como a Bella do título aos 15, e “School of Rock”, que terminou em abril. “Stargirl” vai seguir Courtney Whitmore, uma estudante do ensino médio com superpoderes, que inesperadamente assume o papel de líder do supergrupo Sociedade da Justiça da América e encoraja outros heróis a lutarem não só contra vilões, mas contra fantasmas dos seus próprios passados. A personagem, que às vezes tem o nome traduzido como Sideral no Brasil, já apareceu no Arrowverse, como é chamado o universo compartilhado das séries da DC exibidas pela rede americana CW. A versão interpretada por Sarah Grey foi introduzida como integrante da Sociedade da Justiça da América dos anos 1940 em três episódios da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”. Antes disso, também foi vista em “Smallville”, vivida por Britt Irvin. A série é um projeto pessoal do produtor-roteirista Geoff Johns, que introduziu a personagem nos quadrinhos. “‘Stargirl’ foi a primeira personagem que criei para a DC”, disse Johns na Comic-Con passada, lembrando como introduziu a heroína nos quadrinhos em 1999, como enteada do Star-Spangled Kid (também traduzido como Sideral no Brasil). “Mais importante, Courtney Whitmore foi inspirado pela minha irmã que faleceu”, acrescentou. “Ter a oportunidade de celebrar essa super-heroína era literalmente a coisa que eu mais queria fazer porque é muito pessoal para mim”. Johns voltará a trabalhar no projeto com o produtor responsável pelo Arrowverse, Greg Berlanti, que assim aumentará para 16 atrações o seu recorde de produções simultâneas no ar. A dupla já divide créditos de criação das séries “The Flash” e “Titans”. A nova produção é a quinta série live action anunciada para o DC Universe, mas, por enquanto, apenas “Titans”, série dos Novos Titãs, tem previsão de estreia – 12 de outubro. A propósito desse lançamento, é possível prever que os planos incluam uma disputa judicial. Warner e Disney estão planejando usar o nome “Stargirl” em dois projetos simultâneos para suas plataformas rivais de streaming. A Disney está desenvolvendo um telefilme musical chamado “Stargirl” para a Disney Play, baseado no livro homônimo de Jerry Spinelli. A personagem da DC surgiu seis anos antes do best-seller juvenil.
Criador de Os Defensores vai produzir série sobrenatural passada em São Paulo
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (20/1) uma nova série original brasileira, batizada de “Spectros”. A diferença em relação às anteriores é que será uma coprodução internacional. Douglas Petrie, criador da minissérie “Os Defensores”, da Marvel, trabalhará em colaboração com a produtora brasileira Moonshot Pictures (“Sessão de Terapia”) na série de oito episódios. A trama será ambientada no bairro da Liberdade, em São Paulo, e contará a história de um grupo de adolescentes que esbarra em acontecimentos escondidos há séculos na região conhecida por sua grande comunidade japonesa. Segundo a sinopse adiantada pela plataforma, através de “eventos cada vez mais bizarros e sombrios”, os protagonistas acabam descobrindo que alguém está trazendo os mortos de volta, e que os espíritos querem vingança pelos erros cometidos no passado. “’Spectros’ é uma mistura incrível de folclore brasileiro e história, com elementos dos contos de fantasmas japoneses mais assustadores que encontramos, representada nas ruas coloridas da Liberdade e vista pelos olhos de adolescentes”, disse Petrie no comunicado sobre o projeto. Baseada em conceito desenvolvido por Michael Ruman, Anderson Almeida e Antônio de Freitas, a série foi criada, coescrita e dirigida por Petrie. O time de roteiristas conta ainda com Janaína Tokitaka e Paula Knudsen. As gravações começam em novembro e a estreia está prevista para 2019 em streaming.
3ª temporada de Demolidor ganhar pôster, teaser e data de estreia
A Netflix divulgou dois pôsteres e um novo teaser da 3ª temporada de “Demolidor”, que anunciam a data de estreia dos novos episódios, ao mesmo tempo em que fazem referências à história conhecida como “A Queda de Murdock” (Born Again) nos quadrinhos da Marvel. Como sempre, a empresa disponibilizou no Brasil um vídeo dublado em português e não ofereceu alternativa legendada. Portanto, veja também o original abaixo. Além de trazer o protagonista vivido por Charlie Cox ensanguentado, a prévia enfatiza o conflito físico e psicológico com o vilão Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), visto em relances trajando seu famoso terno branco. Nos quadrinhos, o embate teve seu ponto alto justamente na história escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzucchelli em 1986. Alguns ajustes deverão ser realizados, já que Matthew Murdock (Cox) está desaparecido desde o final de “Os Defensores” e Karen Page (Deborah Ann Woll) continua em cena, cenário oposto ao da trama original, quando a antiga namorada do Demolidor reapareceu drogada, prostituída e vendeu a identidade do herói por uma dose de heroína. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida do herói após ele sobreviver à explosão do final de “Os Defensores”. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe do herói. A 3ª temporada também terá um novo showrunner, Erik Oleson, roteirista-produtor de “Arrow”, e estreia em 19 de outubro em streaming.
Loki e Feiticeira Escarlate podem ganhar séries com atores dos filmes da Marvel
A Disney estaria preparando duas séries derivadas dos filmes dos Vingadores para incluir em seu anunciado serviço de streaming. O CEO da empresa, Robert Iger, já tinha assumido que o projeto terá produções exclusivas da Marvel. E agora a revista Variety apurou que o negócio é sério. Seríssimo. Segundo a publicação, a Disney trabalha em séries dedicadas ao vilão Loki e à heroína Feiticeira Escarlate, e as produções teriam um nada pequeno detalhe: os atores dos personagens nos filmes voltariam para interpretá-los em streaming. Ou seja, Tom Hiddleston e Elizabeth Olsen seriam os protagonistas das séries. Nenhum dos dois consideraria rebaixamento passar a trabalhar na divisão televisiva da Marvel, já que têm mostrado interesse por séries. Hiddleston, inclusive, venceu um Globo de Ouro por sua atenção em “The Night Manager” e Olsen é o chamariz da primeira série dramática do Facebook, “Sorry for Your Loss”. De todo modo, a produção dessas séries seria diferente das demais produções da Marvel por ficar a cargo de Kevin Feige, o presidente do estúdio e responsável pelos filmes dos Vingadores. Sua participação assinala o objetivo de torná-las o mais próximo possível dos filmes da Marvel. Imagine uma produção do estúdio com seis horas de duração. Cada série terá, justamente, entre seis e oito episódios. E deverão contar uma história completa, pois dificilmente terão uma 2ª temporada. Outros heróis e vilões podem ser eleitos para acompanhar a iniciativa, mas a Variety afirma que não serão nenhum dos principais protagonistas da Marvel e sim os coadjuvantes que não batizaram lançamentos de cinema. A ideia é atrair os fãs dos filmes para o serviço de streaming com um produto irresistível e, assim, viabilizar o negócio com uma ampla campanha de assinaturas. Também estão em desenvolvimento a primeira série com atores do universo “Star Wars”, uma série baseada em “High School Musical”, outra derivada da animação “Monstros S.A.” e um remake híbrido de live action e computação gráfica de “A Dama e o Vabagundo”. Ainda não há previsão de lançamento para a plataforma, mas a estimativa oficial aponta o final de 2019.
Série animada Avatar: A Lenda de Aang vai ganhar versão live action na Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (18/9) que produzirá uma versão live-action da premiada série de animação “Avatar: A Lenda de Aang”. Michael DiMartino e Bryan Konietzko, os criadores da série original, servirão como showrunners e produtores executivos do projeto. A nova série será uma parceria com a Nickelodeon, que detém os direitos do personagem, e começará a ser gravada em 2019. “Avatar: A Lenda de Aang” teve três temporadas exibidas no canal pago infantil Nickeledeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. A série ganhou um Emmy e vários prêmios prestigiados da área televisiva e de animação, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards. Inspirado por animes japoneses, “Avatar: A Lenda de Aang” acompanha as aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo. Fãs da saga já puderam ver como o desenho poderia parecer em versão de carne e osso, com o filme “O Último Mestre do Ar” (2010), de M. Night Shyamalan, que foi bastante criticado pela escalação de um elenco branco nos papéis principais. “Ter a chance de comandar essa versão live-action de ‘Avatar’ é uma grande emoção para nós. Não vemos a hora de recriar o mundo de Aang da forma cinematográfica como sempre o imaginamos, e com um elenco culturalmente apropriado, não branco”, disseram Konietzko e DiMartino em comunicado oficial. “Nós vamos honrar a visão de Bryan e Mike para esta adaptação. É um grande prazer poder ajudá-los a realizar um live-action da série e apresentar o mundo épico de Aang e toda a sua magia elemental à audiência global da Netflix”, disse Melissa Cobb, vice-presidente de conteúdo infantil da Netflix. Além do filme de Shyamalan, o universo de “Avatar: A Lenda de Aang” ainda inspirou uma continuação após o seu final: “A Lenda de Korra”, exibida entre 2012 e 2014, que acompanhava a personagem-título cumprindo seu dever como Avatar, protegendo Republic City das forças do mal.
Game of Thrones vence o Emmy 2018, mas Netflix supera a HBO na premiação
Embalado pela vitória de sete prêmios preliminares, “Game of Thrones” encerrou a cerimônia do Emmy 2018 com o troféu de Melhor Série de Drama. A atração da HBO ainda rendeu a Peter Dinklage o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, o terceiro de sua carreira, e ajudou a manter o canal como a principal referência de qualidade “televisiva” para a Academia da Televisão. O canal pago também conquistou dois prêmios de interpretação de comédia com “Barry” (Bill Hader e Henry Winkler, Melhor Ator e Coadjuvante) e um de atuação dramática por “Westworld” (Thandy Newton, Melhor Atriz), além de uma vitória na seção de Variedades por “Last Week Tonight with John Oliver” (Melhor Talk Show). Mas viu sua hegemonia começar a ruir, sem emplacar seus telefilmes e demais produções, ao mesmo tempo em que as plataformas de streaming conquistaram espaço precioso, deixando de vez de ser coadjuvantes. A Amazon reinou nas categoria de comédias com “The Marvelous Mrs. Maisel”, série mais premiada da noite. Em seu primeiro ano na competição, a criação de Amy Sherman-Palladino venceu cinco troféus, incluindo o principal, Melhor Série de Comédia. Os demais foram Melhor Atriz (Rachel Brosnahan), Atriz Coadjuvante (Alex Borstein), Roteiro e Direção (ambos de Amy Sherman-Palladino). A Netflix, por sua vez, pulverizou seus prêmios entre “The Crown” (dois, inclusive Melhor Atriz para Claire Foy), “Godless” (dois), “Black Mirror” (um), “Seven Seconds” (um) e até o especial de comédia “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” (um) para conseguir seu objetivo. Virou a plataforma mais premiada da noite, com sete troféus, um a mais que a HBO. O feito é histórico. Após vencer o Festival de Veneza 2018, a Netflix foi o “canal” mais premiado da cerimônia oficial do Emmy 2018. A decepção ficou por conto da Hulu, que não conseguiu reprisar as conquistas do ano passado com “The Handmaid’s Tale” e ficou sem contribuir para o avanço do streaming. Entretanto, os 12 troféus da Amazon e da Netflix na cerimônia televisada foram suficientes para que as produções feitas para serem vista em qualquer lugar, inclusive na TV, empatassem com o total de prêmios conquistados pela programação a cabo. Além dos seis troféus da HBO, o canal FX colecionou cinco Emmys com “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (vencedor de três troféus, inclusive o de Melhor Minissérie) e “The Americans” (dois, incluindo Ator de Série Dramática: Matthew Rhys). E o VH1 completou a lista com a conquista de “RuPaul’s Drag Race” (Melhor Reality de Competição). Nenhuma série da TV aberta foi premiada, nem mesmo o popular melodrama “This Is Us”. Mas ao receber mais um Emmy de Melhor Programa de Esquetes por “Saturday Night Live”, o produtor Lorne Michaels fez um discurso deslocado e nostálgico como se o resultado fosse outro, evocando que desde 1975 ouve falar no fim das grandes redes. Entretanto, o único programa reconhecido das grandes redes foi o seu. E a transmissão do Oscar 2018. Considerando a premiação preliminar, porém, houve um empate entre os dois maiores rivais deste ano. Tanto HBO quanto Netflix conquistaram 23 estatuetas cada, ao todo, coletadas nas cerimônias de sábado (8/9), domingo (9/9) e segunda (17/9). Mas com esta conta, até a Hulu encontra 4 troféus. Entre as conquistas individuais, um feito histórico foi estabelecido. Amy Sherman-Palladino se tornou a primeira mulher a vencer os Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Ela também foi a primeira a vencer ambos os prêmios por um piloto – no caso, de “The Marvelous Mrs. Maisel” – , independente de gênero. Além disso, um recorde da competição foi igualado. Com seu terceiro Emmy de Melhor Ator Coadjuvante de Drama, Peter Dinklage empatou com Aaron Paul (de “Breaking Bad”) como o maior vencedor da categoria. Outra curiosidade da premiação foi a coincidência de dois atores que se despediram de seus papéis vencerem as categorias principais de interpretação dramática. Claire Foy, que não voltará a viver a Rainha Elizabeth em “The Crown”, ganhou como Melhor Atriz e dedicou sua conquista para a próxima geração de atores que irá entrar na 3ª temporada da série – no que quase soou como um desafio para sua substituta. E Matthew Rhys se consagrou como Melhor Ator por “The Americans”, série que chegou ao fim após seis temporadas. Igualmente notável foi a conquista de Henry Winkler, que venceu seu primeiro Emmy após 54 anos de carreira e 43 anos depois de sua primeira indicação. O veterano ator, que ficou mundialmente conhecido ao interpretar Fonzie em “Happy Days”, na década de 1970, levou o troféu de Melhor Ator Coadjuvante de Comédia pelo papel do técnico Gene Cousineau em “Barry”. Já a vitória menos esperada foi a de Regina King, que assumiu ter sido pega de surpresa diante do microfone. Ela subiu ao palco como Melhor Atriz de Minissérie por “Seven Seconds”, que era uma série de antologia como “American Crime Story”, mas foi cancelada na 1ª temporada. Entretanto, sua interpretação foi tão forte que, mesmo numa série cancelada, mobilizou os votos da Academia. E por falar em surpresa, é impossível não incluir entre os pontos altos da noite o discurso de Glenn Weiss, vencedor do Emmy de Melhor Direção em Especial de Variedades pelo Oscar. Em meio aos agradecimentos, ele pediu a namorada em casamento, e o noivado foi formalizado diante de milhões de telespectadores no mundo inteiro, emocionando toda a platéia do evento. Por outro lado, o agradecimento mais bizarro saiu da boca de Jeff Daniels. Ele encerrou seu discurso pela conquista do Emmy de Melhor Ator de Minissérie (por “Godless”) agradecendo seu cavalo, que o derrubou três vezes e o fez quebrar o pulso. Para completar, a lista de apresentadores também rendeu bons momentos televisivos. Entre os mais inusitados, apareceram ninguém menos que Rick e Morty. A dupla animada apresentou o prêmio de Melhor Reality Show de Competição. Mas a saudação Wakanda Forever de Tiffany Haddish e Angela Bassett (a mãe do Pantera Negra) também causou frisson. A cerimônia completa será reprisada no canal pago TNT às 6h50 da manhã desta terça (18/9) Confira abaixo a lista completa dos vencedores. E conheça também os vencedores dos prêmios preliminares, conhecidos como o Emmy das Artes Criativas, clicando este link. OS VENCEDORES DO EMMY 2018 SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “Game of Thrones” Melhor Ator em Série Dramática Matthew Rhys – “The Americans” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Peter Dinklage – “Game of Thrones” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Thandie Newton – “Westworld” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader – “Barry” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Regina King – “Seven Seconds” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Merritt Wever – “Godless” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror” VARIEDADES Melhor Roteiro de Especial de Variedades John Mulaney – “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” Melhor Direção de Especial de Variedades Glenn Weiss – “The Oscars” Melhor Séries de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race”
Veja o primeiro programa exclusivo disponibilizado na plataforma DC Universe
A plataforma DC Universe, inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos, divulgou no YouTube o primeiro episódio de seu programa diário de notícias, “DC Daily”, que exibirá cinco episódios por semana, de segunda à sexta, exclusivamente para os assinantes do serviço. O primeiro episódio se concentra em apresentar o próprio DC Universe, com direito à teaser da nova série “Titans”, prevista para outubro, e uma geral no amplo material disponível. Como o lançamento aconteceu no “Batman Day”, também houve apresentação de novos quadrinhos de Batman, com ênfase no novo selo Black Label da DC Comics, que apresenta histórias fechadas fora da continuidade das revistas normais. As novidades são trazidas por uma bancada bastante sortida, ancorada por Tiffany Smith (vista este ano em “Supernatural”), que tem experiência nesse tipo de programa – integrou “CW FanTalk: The Flash”, “AMC Jedi Council” e “Geeking Out”, entre outros programas voltados para o fandom. E a lista de apresentadores inclui até os atores John Barrowman (o vilão Malcolm Merlyn, de “Arrow”), Samm Levine (“Bastardos Inglôrios”) e Harley Quinn Smith (a filha do diretor Kevin Smith, que tem o nome da vilã Arlequina na vida real). Entre as notícias, há mais criancice que quem acompanha o similar “Talking Dead” (sobre a série “The Walking Dead”) está acostumado – como adultos colorindo desenhos de super-heróis ao vivo. Mas a emocionante entrevista final com Kevin Conroy, dublador de Batman na série animada clássica dos anos 1990, compensa tudo. Digna de bônus de edição especial de Blu-ray comemorativo. O vídeo disponibilizado acaba abruptamente após aproximadamente 20 minutos, mas o programa continua por um tempo maior. Confira abaixo a primeira “palhinha” do DC Universe.
Titans: 38 fotos inéditas revelam cenas dos dois primeiros episódios da série
A plataforma DC Universe, inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos, divulgou 38 fotos da série “Titans”, que revelam cenas dos dois primeiros episódios. Com o nome da série, o primeiro capítulo tem direção do cineasta Brad Anderson (“Chamada de Emergência”) e as imagens adiantam que mostrará o encontro entre Dick Grayson/Robin e Ravena, além de introduzir Estelar que parece caçar a Titã mais jovem. Já o segundo, intitulado “Hawk and Dove”, acrescentam Rapina e Columba ao grupo, com direito a flashbacks da origem dos personagens. Segundo a sinopse oficial, a história vai girar em torno de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, com Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). Além dos citados, outros heróis dos quadrinhos também vão aparecer na série, como Jason Todd, o segundo Robin (vivido por Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), e o grupo Patrulho do Destino, que ganhará um spin-off após a estreia em “Titans”. “Titans” foi desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. Mas ela pode aparecer no Brasil por outro serviço de streaming – há negociações com a Netflix.
Robin encontra seu substituto em novo teaser da série Titans
A plataforma DC Universe, inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos, divulgou um novo teaser da série “Titans”, que foca o encontro de Dick Grayson (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), o Robin original, com seu substituto Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”). O entusiasmo do mais jovem é visível, enquanto o desconforto do mais velho é hilário. “Ele te deixa dirigir o Batmóvel?” O encontro também sinaliza que em algum momento da 1ª temporada, Dick Grayson vai assumir sua identidade de Asa Noturna para não ser confundido e se distanciar do legado de Batman. Segundo a sinopse oficial, a história vai girar justamente em torno do personagem, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, com Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Além dos citados, também fazem parte da série Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o grupo Patrulho do Destino, que vai ganhar um spin-off após a estreia em “Titans”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans” em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” foi desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. Mas ela pode aparecer no Brasil por outro serviço de streaming – há negociações com a Netflix.
Plataforma de streaming DC Universe é inaugurada nos Estados Unidos
A aguardada plataforma de streaming DC Universe já existe. Ela foi inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos e representa uma grande novidade no mercado D2C (direto ao consumidor), por reunir num único serviço tudo o que um fã pode querer de uma marca específica. Após anos sendo considerada valiosa pela Warner, a DC Comics finalmente é valorizada pelo conglomerado de mídia com um iniciativa pioneira, que pode até abrir caminho para outros projetos similares de rivais. O acesso por aplicativo oferece de tudo um pouco. Há quadrinhos selecionados do vasto arquivo de 81 anos da editora, acessados por uma interface revolucionária que permite lê-los numa TV de tela grande. Mais séries clássicas de super-heróis que é possível contar, entre elas o Superman de George Reeves, a Mulher-Maravilha de Lynda Carter, os Superamigos dos anos 1970 e os desenhos animados de Batman que originaram a Arlequina nos anos 1990. Filmes icônicos, como os longas de Superman estrelados por Christopher Reeve e o Batman vivido por Michael Keaton. Documentários, telefilmes raros, especiais, curtas animados. Também há um fórum para fãs. Uma enciclopédia digital com tudo o que um fã gostaria de saber sobre seus heróis favoritos. E um shopping de mercadorias relacionadas aos produtos da DC. Ou seja, uma Netflix acoplada ao iTunes com uma extensão no Reddit e sua própria Wikipedia. Mas a cereja ainda não foi colocada sobre o bolo. São as séries exclusivas. A primeira, “Titans”, estreia só no mês que vem. Mas já há outras em diferentes fases de produção, baseadas nos quadrinhos da Patrulha do Destino (Doom Patrol), Monstro do Pântano (Swamp Thing) e Sideral (Stargirl), além de animações da Arlequina (Harley Quinn) e da Justiça Jovem (Young Justice). E muitas outras devem se seguir. De acordo com o presidente da Warner Bros. Digital, Craig Hunegs, a DC Universe vai estrear um novo episódio de série original por semana a partir do próximo mês, e em 2020 aumentará para dois novos episódios por semana. Sim, isto significa que os episódios serão divulgados semanalmente e não pelo método “maratonal” da Netflix. Jim Lee, publisher da DC Comics, já está selecionando novas propriedades para desenvolver como séries, que devem começar a ser produzidas em breve. “Não há escassez de produtores e escritores em Hollywood interessados em fazer séries para nós, porque estamos prometendo a eles uma liberdade criativa real”, disse Craig Hunegs para a revista Variety. “Você vai ver não apenas em ‘Titans’, mas também em ‘Doom Patrol’, em ‘Swamp Thing’, em ‘Stargirl’, uma espécie de vibração criativa que talvez você não veja em programas de TV tradicionais.” Esta liberdade já pôde ser conferida no primeiro trailer divulgado de “Titans”, que chamou atenção e polemizou pela forma como Robin solta um “fod*-se Batman” em alto e bom som. “Essa plataforma nos permite ousar criativamente e fazer o tipo de programação que nunca fizemos antes”, garante Jim Lee. Uma frase que será testada durante a estreia da série do Monstro do Pântano. Tudo por uma assinatura de apenas US$ 7,99 mensais. A Variety aponta que este valor dificilmente dará lucro imediato para a companhia. Mas é significativo que a DC Universe seja a primeira novidade da Warner Media, a empresa resultante da compra da antiga Time Warner pela AT&T. A nova companhia está recebendo grande investimento para produzir ainda mais conteúdo, estratégia que já está sendo notada no aumento de encomendas de séries da HBO. E é bastante claro que tudo isso será direcionado para o streaming. Enquanto a HBO mantém um pé preso no cabo, a DC Universe já nasce 100% wi-fi. E será interessante ver até onde essa experiência chegará. A propósito, as séries da rede CW – “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e “Black Lightning” – não terão episódios disponibilizados pelo serviço. E embora existam planos, vai demorar para a DC Universe chegar em outros países. Por conta disso, a Warner negocia com outros serviços, que já possuem alcance internacional, os direitos de exibição de suas séries no exterior. Tudo indica que “Titans” chegará no Brasil pela Netflix. Resta saber se semanalmente, como “Better Call Saul”, ou apenas após a exibição completa nos Estados Unidos, como acontece com as séries britânicas e canadenses disponibilizadas pela plataforma.
The Romanoffs: Trailer da nova série do criador de Mad Men mergulha em lenda histórica
A Amazon divulgou fotos, novo pôster e o segundo trailer de “The Romanoffs”, nova série de Matthew Weiner, o criador de “Mad Men”. O vídeo explora a curiosa premissa da produção, mostrando diversas pessoas que se apresentam como integrantes da nobre família Ramonoff. O projeto é descrito como uma antologia contemporânea, que focará oito histórias diferentes ao redor do mundo sobre pessoas que acreditam ser descendentes da família imperial russa Romanoff, assassinada há 100 anos. Weiner dirige todos os episódios, além de ser responsável pelos roteiros e a produção executiva. O fascínio que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje descenderem de Anastasia, embora um esqueleto que poderia ser da princesa tenha sido encontrado em outra cova, na região em que os Romanoff foram executados. Na série, cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um locação diferente. A única coisa que mantém a unidade temática é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família real russa. Esta abordagem permitiu à Weiner selecionar um elenco invejável para a produção. Alguns dos atores incluem Isabelle Huppert (“Elle”), Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”), Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”), Amanda Peet (“Dormindo Com as Outras Pessoas”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Diane Lane (“Liga da Justiça”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”), Noah Wyle (série “Falling Skies”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Marthe Keller (“Além da Vida”), Clea DuVall (“Veep”), Radha Mitchell (“Horror em Silent Hill”), Paul Reiser (“Stranger Things”), Hugh Skinner (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!”), Griffin Dunne (“Oito Mulheres de um Segredo”) e três ex-integrantes de “Mad Men”, Christina Hendricks, John Slattery e Cara Buono. A lista ajuda a explicar porque a atração é uma das mais caras da Amazon. Mesmo assim, esteve duas vezes prestes a ser cancelada devido a dois escândalos. O primeiro escândalo foi o que precipitou o movimento #MeToo, a denúncia de abusos sexuais do produtor Harvey Weinstein. Como “The Romanoffs” era uma produção da TWC (The Weinstein Company), a Amazon optou por tirar a série da empresa e investir sozinha na sua gravação, orçada em US$ 75 milhões. Um mês após tomar essa decisão, o criador da série, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho em “Mad Men”, afirmou ao site The Information que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Como a polêmica não teve grande repercussão, a Amazon respirou fundo e foi adiante. “The Romanoffs” vai estrear em 12 de outubro.
Emma Stone e Jonah Hill realizam experiência perigosa em trailer e fotos da série Maniac
A Netflix divulgou 23 novas fotos e o segundo trailer legendado de “Maniac”, série sci-fi estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia explica a premissa como uma experiência em que os protagonistas se voluntariam para resolver seus problemas mentais, apenas para se perderem ainda mais numa trama esquizofrênica, em que fantasia e realidade se confundem. A produção de “Maniac”, que parece combinar elementos das séries “Legion” e “Westworld” com a trama do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, é na verdade um remake da série norueguesa de mesmo nome. A trama acompanha Annie Landsberg (Emma Stone) e Owen Milgrim (Jonah Hill), dois estranhos que participam de uma misterioso teste farmacêutico, cada um por suas próprias razões. Annie é deprimida e sem objetivos, obcecada por relacionamentos rompidos com sua mãe e sua irmã. Owen é filho de milionários de Nova York, que lutou toda a sua vida contra um diagnóstico de esquizofrenia. As vidas de nenhum dos dois deu certo, e a promessa de um novo tratamento radical à base de pílulas que seu inventor, o Dr. James K. Mantleray (Justin Theroux, da série “The Leftovers”), afirma poder consertar qualquer problema mental, atrai os dois e outros dez estranhos para as instalações da Neberdine Pharmaceuticals and Biotech, para um teste de três dias que, o cientista garante, não trará qualquer efeito colateral e ainda resolverá todos os seus problemas permanentemente. As coisas não correm como planejado. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção é de Cary Joji Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. Além do casal protagonista e Justin Theroux, o elenco também destaca Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Julia Garner (“The Americans”), Sonoya Mizuno (“Podres de Ricos”), Jemima Kirke (“Girls”), Selenis Leyva (“Orange Is the New Black”), Gabriel Byrne (“Hereditário”), Hank Azaria (“Brockmire”) e Rome Kanda (“O Desinformante!”). “Maniac” tem estreia marcada para sexta-feira (21/9) em streaming.











