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  • Série

    Serviço de streaming da Apple não terá violência e nudez, e já cancelou projetos anunciados

    23 de setembro de 2018 /

    Um dos primeiros projetos dramáticos anunciados para o serviço de streaming da Apple não vai sair do papel. Uma série sobre a vida do rapper e empresário Dr. Dre foi rejeitada pessoalmente pelo CEO da companhia, Tim Cook, por conta de seu conteúdo violento e sombrio. Segundo o Wall Street Journal, Cook teria decidido pessoalmente bloquear a série, que seria chamada “Vital Signs” e mostraria cenas de sexo, drogas e tiroteios. O WSJ também afirmou que outra série, estrelada por Resse Witherspoon e Jennifer Aniston, teve seu conteúdo atenuado e que a Apple também recusou uma produção de Whitney Cummings sobre o movimento #MeToo (“tópico muito sensível”), além de ter pedido ao diretor M. Night Shyamalan para remover os crucifixos das casas dos personagens em seu projeto de terror, por causa dos receios de alienar os telespectadores. Os produtores ainda teriam sido informados de que violência e nudez gratuita não faz parte do cardápio que a Apple pretende servir em streaming, e muitas das decisões sobre o que ganha sinal verde estão sendo alinhadas aos gostos pessoais de Cook, com preferência por dramas familiares. A iniciativa marca como a Apple vai buscar se posicionar no mercado de streaming, diferenciando-se da Netflix por adotar um conteúdo para toda a família – ou seja, sem capacidade de polemizar. A decisão também leva em conta o receio que reações negativas pudessem afetar a venda de seus produtos de consumo – como os fones Beats, criados por Dr. Dre – , uma questão que não é enfrentada pela Netflix e Hulu, por exemplo. O jornal nova-iorquino também afirma que serviço de streaming da Apple será lançado em março de 2019.

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  • Filme

    Sierra Burgess É uma Loser recicla Cyrano de Bergerac para a geração Netflix

    23 de setembro de 2018 /

    Há uma razão para afirmar que “Sierra Burgess É uma Loser”, comédia teen da Netflix, nasceu velha. Não por se entregar aos clichês da comédia romântica adolescente e de escolinha, mas principalmente por confiar em conceitos que falavam com a sociedade de quase 40 anos atrás, mas que hoje soam retrógrados e, mesmo que originados de boas intenção, resultam como equivocados e até mesmo preconceituosos. O filme do estreante em longas Ian Samuels (do curta premiado em Sundance “Myrna the Monster”) colhe sua inspiração de “Cyrano de Bergerac”, peça clássica de 1897. Já vimos diversos filmes adaptados da obra de Edmond Rostand e não é a primeira vez que os figurinos de época são deixados no armário e substituídos por roupas do período em que a produção foi rodada, como “Roxanne”, de 1987, com Steve Martin e Daryl Hannah. Apesar do título, o filme de Fred Schepisi não é contado do ponto de vista da personagem título interpretada por Daryl Hannah, mas pelo Cyrano narigudo de Steve Martin que tem outro nome que ninguém lembra, embora faça referência ao protagonista da obra clássica. Só que as pessoas lembrarão do nome de Sierra Burgess (vivida por Shannon Purser, a Barb de “Stranger Things”), que não é nariguda, mas gorda. E também lembrarão dos filmes dos John Hughes. E nostalgia é uma sensação indescritível de tão boa. Só que Hughes é a cara dos anos 1980 e o mundo mudou muito nas últimas décadas, não? É preciso atualizar alguns conceitos, afinal certas soluções não podem mais funcionar em 2018. Veja “Gatinhas e Gatões” agora e tente não ficar indignado. Por sinal, a produção da Netflix traz alguns ídolos juvenis dos anos 1980, como Lea Thompson, que esteve em “De Volta para o Futuro”, e Alan Ruck, de “Curtindo a Vida Adoidado” (de John Hughes!). Na trama, Sierra é uma adolescente intelectual, que sofre bullying das meninas populares da escola, como a líder de torcida Veronica (Kristine Froseth), que apronta essa aqui: ao invés de dar o número de seu celular para o ingênuo Jamey (Noah Centineo, da série “The Fosters”), ela passa o de Sierra para humilhar ainda mais a coitada, que acaba se apaixonando pelo rapaz via mensagens de texto (!). Mas olha o dilema. Sierra se acha feia, e como Veronica deve uma a ela por causa da cachorrada, pede ajuda a inimiga, que deverá se passar por ela quando tiver de encontrar o cara ao vivo. Em troca, Sierra promete dar aulas particulares a Veronica, que pode ser popular, mas tira zero nas provas. É como Cyrano, mas invertendo os papéis do casal central para avacalhar com o sexo oposto. O roteiro de Lindsey Beer (do vindouro “Mundo em Caos”), no fundo, é uma visão artística mais team Veronica que team Sierra. Não por acaso, a amiga da protagonista possui um arco dramático muito mais completo e redentor. Além de bonita (e exemplo de beleza vendido para a sociedade), ela termina o filme bem mais inteligente e um doce de pessoa, ao contrário da monstra apresentada no início. Para piorar, “Sierra Burgess É uma Loser” realmente conclui que a protagonista é feia, embora pondere de maneira hipócrita que, mesmo assim, devemos olhar para sua inteligência acima da média e beleza interior. A personagem serve, ao menos, para pavimentar a ascensão da talentosa Shannon Purser, ainda que o filme acabe sendo dessa descoberta impressionante que rouba todas as cenas, Kristine Froseth.

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  • Filme

    Ryan Reynolds goza Michael Bay em vídeo de bastidores do filme de ação 6 Underground

    23 de setembro de 2018 /

    O ator Ryan Reynolds é um gozador mesmo quando não está vestido de Deadpool. Ele divulgou um vídeo divertido dos bastidores de “6 Underground”, dirigido por Michael Bay para a Netflix, em que aparece elogiando o cineasta por manter o set tranquilo. “O melhor de trabalhar com Michael Bay? Muitos dizem que é a ação. Mas para mim é a tranquilidade…” Enquanto isso, tudo explode às suas costas, com carros arremessados à distância, como nos filmes típicos do diretor dos “Transformers”. Segundo a Variety, “6 Underground” será a produção mais cara já realizada pela Netflix, orçada em US$ 125 milhões – bem mais que os quase US$ 100 milhões de “Bright”, estrelado por Will Smith, e os US$ 106 milhões de “The Irishman”, longa de Martin Scorsese que estreia em 2019. A história foi criada pelos roteiristas e produtores executivos Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”. Mas a sinopse está sendo mantida em sigilo. Não há pistas e o título só lembra uma música da banda Sneaker Pimps, usada na trilha do filme “O Santo” (1997). Além de Reynolds, o elenco inclui Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). Ainda não há previsão de estreia. .#6Underground @netflix pic.twitter.com/jPvk3PhQpf — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) September 19, 2018

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  • Série

    3ª temporada de Demolidor ganha suas primeiras fotos oficiais

    22 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou as três primeiras fotos oficiais da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destacam Charlie Cox como o herói. Nas imagens, ele aparece com o uniforme preto da temporada inaugural e em sua identidade de Matthew Murdock, revelando que está vivo para o amigo Foggy Nelson (Elden Henson). Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. O confronto entre Murdock e Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), o Rei do Crime, vai marcar a trama dos próximos episódios, que serão disponibilizados no dia 19 de outubro em streaming.

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  • Série

    Lucifer: Primeira foto da 4ª temporada revela Eva, a “pecadora original”

    22 de setembro de 2018 /

    A Netflix liberou a primeira foto da 4ª temporada de “Lucifer”, que será exclusiva do serviço de streaming. A foto apresenta a nova personagem Eva (a Eva, também conhecida como a “pecadora original”), interpretada pela atriz israelense Inbar Lavi (do revival de “Prison Break” e da série “The Last Ship”) . Na trama da série, após abandonar Adão, Eva voltará à vida de Lucifer com intenções ainda mais pecaminosas. Diz a sinopse: “Depois de uma eternidade com Adão, Eva ficou inquieta em seu casamento e passou a sentir saudades de um tempo menos previsível quando as coisas eram excitantes. Impertinente. Perigosa. Ela sente falta do seu primeiro e intenso amor… o charmoso patife que a tentou há muitos anos. Isso mesmo, o próprio diabo… Lúcifer”. Esta reviravolta não pode ser encontrada na Bíblia. E nem nos quadrinhos da DC/Vertigo em que a série supostamente se baseia. A personagem não faz parte da história em quadrinhos, mas os gibis de “Lucifer” incluíram Lilith, que seria a outra mulher de Adão, uma criação do Diabo concebida para rivalizar com a Eva criada por Deus. “Eva, a pecadora original, está de volta à vida de Lucifer. Será que ela quer vingança por ele a ter seduzido para fora do Éden? Ou ela quer algo completamente diferente”, provocaram os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. Ela será apresentada no terceiro episódio da nova temporada, intitulado “All About Eve”, que também é o título de um filme famoso estrelado por Bette Davis, traduzido no Brasil como “A Malvada” (1950). Seria uma dica? Veja a capa do roteiro abaixo. A 4ª temporada de “Lucifer” ainda não tem previsão de estreia na Netflix. The title of Ep. 404 is "All About Eve". Written by @chris_rafferty and directed by @sherwinshilati! #Lucifer #LuciferOnNetflix pic.twitter.com/EMioFSxwus — Lucifer Writers Room (@LUCIFERwriters) September 10, 2018

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  • Série

    Melissa Joan Hart e Sean Astin vão estrelar nova série de comédia na Netflix

    22 de setembro de 2018 /

    A Netflix encomendou uma comédia familiar, intitulada “No Good Nick”, que será estrelada por Melissa Joan Hart (a “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”) e Sean Astin (“Stranger Things”). Eles vão interpretar Liz e Ed, uma mãe hipercompetitiva e um “pai divertido” que, sem querer, adotam uma garota de 13 anos de idade em sua família (a Nick do título), para depois perceber que ela é uma golpista com segundas intenções. A personagem do título será interpretada pela jovem Siena Agudong (“Star Falls”). O elenco também inclui Kalama Epstein (“The Fosters”) e Lauren Lindsey Donzis (“Liv & Maddie”) como os filhos do casal. “No Good Nick” é uma criação de David H. Steinberg e Keetgi Kogan, criadores da série animada “Yo-Kai Watch”, no Disney XD. A 1ª temporada terá 20 episódios, que ainda não tiveram sua data de estreia definida.

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  • Série

    Primeira série indiana da Netflix, Jogos Sagrados” é renovada para 2ª temporada

    22 de setembro de 2018 /

    A Netflix renovou sua primeira série indiana, “Jogos Sagrados” (Sacred Games) para a 2ª temporada. Baseada no livro homônimo de Vikram Chandra, a atração estreou na plataforma de streaming em julho de 2018. “Ficamos empolgados com a resposta positiva de fãs de todo o mundo a ‘Jogos Sagrados’, especialmente na Índia”, disse Erik Barmack, vice-presidente internacional de Conteúdo Original da Netflix, em comunicado. Propositalmente, o executivo deixou de mencionar a controvérsia suscitada pela trama na Índia. Assim como aconteceu com “O Mecanismo” no Brasil, a produção gerou protestos políticos. Integrante do partido Congresso Nacional Indiano, o advogado Nikhil Bhalla entrou com uma ação na justiça para obrigar a Netflix a remover cenas da série que mencionam o ex-primeiro ministro Rajiv Gandhi, assassinado em 1991. Em uma das cenas, Gandhi é chamado de “fattu”, um termo chulo do hindi para “covarde”. O ex-primeiro ministro também aparece em “Jogos Sagrados” em cenas de arquivo, apertando a mão de líderes mundiais, enquanto um narrador o acusa de ter cedido a grupos muçulmanos em um caso envolvendo o direito ao divórcio de mulheres adeptas da religião. A exploração do conflito entre hindus e muçulmanos foi outro ponto que despertou polêmica, assim como aconteceu com o segundo lançamento da Netflix no país, o terror “Ghoul”. A produção da Netflix, porém, está mais para “Narcos” que “O Mecanismo”, ao acompanhar a ascensão de um rei do crime enquanto reflete sobre acontecimentos históricos. Considerada uma das séries mais ambiciosas da Netflix em seu projeto de expansão global, “Jogos Sagrados” conta em seu elenco com algumas estrelas de Bollywood como o ator veterano Saif Ali Khan, e tem arrancado elogios da crítica internacional. Tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um pouco menos que os 89% de “O Mecanismo”. Alheia aos protestos causados pela produção, a plataforma de streaming anunciou que a 2ª temporada retornará com Sartaj Singh (personagem de Saif Ali Khan) “continuando sua implacável batalha de salvar a cidade e Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui) enfrentando desafios maiores para manter sua posição como lendário chefão do crime de Mumbai”.

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  • Série

    Doctor Who ganha novo pôster e trailer da 11ª temporada

    22 de setembro de 2018 /

    A BBC divulgou um novo pôster e o segundo trailer da 11ª temporada de Doctor Who, que trará Jodie Whittaker como a 13ª versão do personagem e a primeira mulher no papel do Doutor. E ela também será acompanhada pela maior quantidade de companheiros de aventuras já vista na série, nada menos que três coadjuvantes: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O capítulo de estreia se chamará “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada contará com dez episódios, que chegarão ao Reino Unido e aos Estados Unidos em 7 de outubro. A série será exibida no Brasil pela plataforma Crackle, da Sony.

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  • Série

    Bodyguard: Série recordista de audiência com astro de Game of Thrones chegará ao Brasil pela Netflix

    22 de setembro de 2018 /

    Fenômeno de audiência no Reino Unido, a série de suspense “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), será lançada pela Netflix no Brasil. A plataforma fechou acordo com a BBC para distribuir a atração no mercado internacional, após “Bodyguard” bater recordes de audiência e se tornar a maior estreia do principal canal da rede britânica, BBC One, desde 2006. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), “Bodyguard” traz Richard Madden como o personagem-título. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado a proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. Assim como tem sido regra em relação às produções britânicas que a Netflix disponibiliza, a série só será disponibilizada cerca de um mês após ter sua exibição concluída no Reino Unido. O último dos seis episódios de “Bodyguard” vai ao ar no domingo (23/9) e a Netflix tem permissão para lançar a série a partir do dia 24 de outubro. Veja abaixo o trailer da estreia original na BBC One.

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  • Série

    Short Treks: Série de curtas oficiais de Star Trek ganha primeiro trailer

    21 de setembro de 2018 /

    A plataforma americana CBS All Access divulgou um trailer e a data de estreia de “Star Trek: Short Treks”, spin-off de “Star Trek: Discovery”, que apresentará histórias curtas passadas no universo da série principal. A produção será limitada a quatro episódios de 15 minutos cada, que serão exibidos a partir de 4 de outubro. Cada capítulo contará uma história completa que aprofundará personagens ou aspectos diferentes da franquia. Um deles trará de volta o ator Rainn Wilson ao papel de Harry Mudd, e será dirigido pelo próprio. Haverá também um episódio centrado no passado de Saru, o oficial alienígena vivido por Doug Jones, outro com a personagem Tilly (Mary Wiseman) e uma história estrelada por Aldis Hodge (da série “Leverage”), ator que nunca apareceu em “Star Trek”. Alex Kurtzman, cocriador e showrunner de “Star Trek: Discovery” explicou a proposta durante a San Diego Comic-Con. “Cada episódio entregará histórias fechadas enquanto revela pistas sobre o que está por vir nos futuros episódios de ‘Star Trek: Discovery’. Eles também apresentarão ao público novos personagens, que podem habitar o mundo maior da franquia”, disse. O trailer não revela se “Short Treks” também será disponibilizada pela Netflix, que distribui “Star Trek: Discovery” no mercado internacional – inclusive no Brasil.

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  • Série

    Chris Evans vai estrelar série jurídica do roteirista de Planeta dos Macacos

    21 de setembro de 2018 /

    Chris Evans já definiu o que fará após pendurar o escudo de Capitão América nos filmes da Marvel: uma série limitada. Ele vai estrelar “Defending Jacob”, projeto da Paramount TV em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Apple, que adapta o livro de mesmo nome de William Landay. Na trama, Evans interpretará um promotor de justiça que investiga o assassinato de um garoto de 14 anos. Os seus problemas se complicam quando a evidência do caso começa a apontar para o seu próprio filho, Jacob. Logo, o protagonista se vê obrigado a defender o garoto no tribunal. O papel representará o segundo trabalho do ator numa série. O hiato é de 18 anos. A experiência anterior foi o primeiro trabalho profissional de Evans: “Opposite Sex”, que durou uma temporada na rede Fox em 2000. Mas o astro dos Vingadores não será o único nome cinematográfico da série. Ela foi criada pelo roteirista Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e a direção dos oito episódios encomendados está a cargo de Morten Tyldum (“Passageiros”). Ainda não há previsão de estreia para a produção, que só deverá ser exibida após Evans retornar ao papel de Capitão América em “Vingadores 4”. A continuação de “Guerra Infinita” chega aos cinemas em 2 de maio de 2019.

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  • Série

    Diretor de Corra! será apresentador da nova versão da série Além da Imaginação

    21 de setembro de 2018 /

    O ator e cineasta Jordan Peele (“Corra!”) postou em seu Twitter um comercial da nova versão de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), que confirma sua participação como apresentador da série clássica. Veja abaixo. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que aparecia no começo de todos os episódios originais, exibidos entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. Peele também é produtor da nova “Além da Imaginação”, que será lançada na plataforma CBS All Access, dividindo o comando da atração com Simon Kinberg, roteirista-produtor da franquia “X-Men”, e Marco Ramirez, co-criador da minissérie de super-heróis “Os Defensores”, que funcionará como showrunner. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando um episódio completo por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimissão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973). O remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel. A nova “Além da Imaginação” vai se juntar a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes entre os fãs americanos de ficção científica. A estreia dos episódios está marcada para 2019, sem data precisa. ?? pic.twitter.com/CygbVi4JFC — Jordan Peele (@JordanPeele) 20 de setembro de 2018

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  • Série

    Kristen Bell confirma revival da cultuada série Veronica Mars

    20 de setembro de 2018 /

    A cultuada série “Veronica Mars” vai mesmo ganhar revival. A atriz Kristen Bell, intérprete da personagem-título, postou um vídeo com o anúncio em seu Twitter. Veja abaixo. Na legenda, ela escreveu: “Notícia urgente direto das Investigações Mars! Uma nova série de ‘Veronica Mars’ está chegando via Hulu”, escreveu ela. “Obrigada a todos os marshmallows [apelido carinhoso dado aos fãs da série] por continuarem animados, e ao Hulu por dar a Veronica uma chance de usar suas calças de gente grande”. Ela ainda reforçou, no vídeo, que os episódios antigos da série também serão disponibilizados no serviço de streaming a partir de 2019, já que os fãs precisarão “refrescar a memória” antes dos novos capítulos. O serviço de streaming revelou também que a nova temporada contará com oito episódios. Segundo a sinopse adiantada, a nova temporada marcará mais uma volta da detetive do título à cidade de Neptune. Desta vez, não há reencontro de colegas de classe, mas a investigação do desaparecimento de adolescentes que passavam as férias por lá. Para variar, Veronica se vê envolvida em uma conspiração que coloca a elite da cidade, ansiosa para acabar com o status de ponto turístico de Neptune, contra a classe trabalhadora, que se beneficia com o fluxo de dinheiro na temporada de férias. Os episódios serão novamente escritos e produzidos por Rob Thomas, criador da série, que conseguiu contornar a agenda lotada de Kristen Bell para tirar o projeto do papel – além de atualmente estrelar a série de comédia “The Good Place”, ela se prepara para gravar sua voz em “Frozen 2”. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via campanha do Kickstarter, que na época bateu recorde de arrecadação. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série, e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. Ainda não há previsão de estreia, mas pelo anúncio de Kristen Bell é possível supor que os novos episódios sejam disponibilizados em 2019. BREAKING NEWS out of Mars Investigations! 🙂 A new #VeronicaMars series is comin atcha via @hulu. Thank you to all the marshmallows for staying excited and to @Hulu for giving Veronica a chance to wear her big girl pants. I hope we’re still friends after I taser you. pic.twitter.com/z2EufrjMpX — Kristen Bell (@IMKristenBell) 20 de setembro de 2018

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