Bryan Cranston e Aaron Paul sugerem nova parceria após Breaking Bad
É fato que existe um filme de “Breaking Bad” em produção, mas a maioria dos detalhes estão guardados em segredo. Por isso, os fãs da série premiada estão acompanhando com muita atenção os posts combinados entre os atores Bryan Cranston e Aaron Paul, intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman na atração. Depois de ambos compartilharem a imagem idêntica de duas mulas em suas redes sociais, acompanhada pela legenda “em breve”, eles publicaram uma foto em que aparecem juntos, reforçando a proximidade de algum fato ou revelação. “Ainda mais cedo”, escreveram. Não há mais nenhum detalhe e nada sugere que seja ligado à produção do telefilme, que ainda não foi anunciado oficialmente, mas, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, já está sendo escrito pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan. Supostamente, a produção seria estrelada por Aaron Paul e contaria o que aconteceu com seu personagem, Jesse Pinkman, após a última cena da produção televisiva. No capítulo final da série, Pinkman foi salvo do cativeiro por Walter White e escapou num carro em disparada, enquanto seu “aminimigo” sangrava no chão de uma fábrica de drogas, ferido mortalmente pela troca de tiros contra traficantes caipiras, com o som de sirenes da polícia se aproximando do massacre. O filme acompanharia a fuga de Jesse a partir desse ponto. E Bryan Cranston? O ator disse, no início do ano, que não acreditava que Walter tinha morrido na cena final da série. Ao mesmo tempo, disse que isso não significava que estaria envolvido no telefilme – confirmando sua existência. “É uma ótima história e há muitas pessoas que queriam ver algum tipo de finalização em algumas dessas histórias que foram deixadas em aberto [no final da série]”, disse Cranston. “A ideia do filme, pelo que me disseram, diz respeito a isso – pelo menos um par de personagens ficou com o destino em aberto, no que diz respeito à jornada deles.” As fontes da THR também confirmam que a Netflix teria direitos preferencias sobre a produção, exibindo o filme em todo o mundo, paralelamente à transmissão americana pelo canal pago AMC. Mas os teasers de Bryan Cranston e Aaron Paul podem não ter nada a ver com isso. Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT
David Harbour interpreta seu “pai” em trailer de falso documentário
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Frankenstein’s Monster’s Monster, Frankenstein”, uma comédia com formato de falso documentário, estrelada por David Harbour (“Hellboy”, “Strager Things”). A prévia mostra o ator interpretando a si mesmo e seu “pai” em supostas imagens de arquivo. A premissa parte da descoberta de “gravações perdidas” de uma produção televisiva estrelada pelo pai de Harbour, baseada no livro “Frankenstein”. É a deixa para interpretações canastronas, imagens de baixa qualidade (supostamente “VHS”) e depoimentos que cercam o passado do velho ator em mistério. Ao mesmo tempo, Harbour, que conduz o documentário, é aconselhado a parar de investigar a história de seu pai. Se fosse a fundo, poderia descobrir que, na verdade, tanto seu pai quanto sua mãe eram agentes imobiliários e nunca atuaram na vida. O roteiro é de John Levenstein e a direção de Daniel Gray Longino, ambos do “Kroll Show”, e entre os atores que compõem o elenco, estão Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Kate Berlant (“Ghosted”) e Alex Ozerov (“The Americans”) O lançamento está marcado para 16 de julho.
Ted Bundy: Zac Efron é serial killer “irresistível” e “de família” em trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal” (Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile), que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar Ted Bundy como um bom marido e pai de família, que jura inocência, exala charme e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Mas o mais curioso é que o filme foi adquirido pela Netflix após sua estreia no Festival de Sundance 2019. Ele está disponível desde maio em streaming nos Estados Unidos e em diversos outros países. Entretanto, será um lançamento de cinema no Brasil, com estreia marcada para 25 de julho.
Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman
O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019
Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman
A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.
WarnerMedia oficializa série animada dos Gremlins
A WarnerMedia oficializou a produção de uma série animada baseada no filme clássico “Gremlins”. Intitulada “Gremlins: Secrets of the Mogwai”, a animação ganhou sua primeira arte, que destaca a silhueta de Gizmo. Veja abaixo. A série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e será disponibilizada no vindouro serviço de streaming dos estúdios Warner, ainda sem data de lançamento. A trama será um prólogo do longa de Joe Dante e vai mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua juventude na Xangai dos anos 1920, onde conhece o amigável mogwai Gizmo. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista Tze Chun, do thriller “Dinheiro Sujo” (2013) e da série “Gotham”. O “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestes monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. Desde 2010, a Warner discutia como retomar a franquia, e chegou até a considerar um terceiro filme, novamente dirigido por Dante. Mas esta produção nunca saiu do papel.
Kaley Cuoco vai estrear série de suspense após The Big Bang Theory
A atriz Kaley Cuoco, conhecida pelo papel de Penny em “The Big Bang Theory”, já definiu sua próxima série. Ela vai trocar a comédia pelo suspense para estrelar “The Flight Attendant”, produção em desenvolvimento para o vindouro o serviço de streaming da WarnerMedia. Inspirado no livro homônimo de Chris Bohjalian, “The Flight Attendant” gira em torno de Cassandra (Cuoco), a comissária de bordo do título. Na trama, ela acorda alcoolizada em um quarto de hotel em Dubai e percebe que há um homem morto ao seu lado na cama. Com medo de chamar a polícia e sem lembrar o que aconteceu na noite anterior, ela segue o seu dia como se nada tivesse acontecido. Mas quando seu voo chega à Nova York, o FBI está lhe aguardando no aeroporto. A adaptação está a cargo do roteirista Steve Yockey (“Supernatural”) e a produção vai juntar Cuoco, via sua empresa Yes Norman, com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente em todos os tempos. O projeto é o primeiro de um contrato assinado por Cuoco com a WarnerMedia. Pelo acordo, a atriz vai criar, produzir, dirigir e estrelar diversas séries para o estúdio nos próximos anos.
Trailer da série inspirada por Quatro Casamentos e um Funeral destaca atriz de Game of Thrones
A plataforma Hulu divulgou o pôster, nove fotos e o primeiro trailer da série “Four Weddings and a Funeral”, inspirada na comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral”, responsável pela febre do gênero nos anos 1990. A atração é estrelada pela atriz Nathalie Emmanuel, conhecida pelo papel de Missandei na série “Game of Thrones”. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Outros integrantes do elenco incluem Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Zoe Boyle (“Frontier”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”), John Reynolds (“Search Party”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). Como no filme que transformou o ator Hugh Grant em ídolo das comédias românticas, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos – Maya (Emmanuel), Craig (Smith), Ainsley (Rittenhouse) e Duffy (Reynolds) – que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. Relacionamentos são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos, casos de amor são inflamados e, claro, há quatro casamentos e um funeral. A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A estreia está marcada para 31 de julho.
Henry Cavill aparece em pôster e novas fotos da série The Witcher
A Netflix divulgou o pôster e novas fotos da série “The Witcher”. As imagens destacam o trio central da saga de fantasia, mostrando Henry Cavill (de “Missão Impossível: Efeito Fallout”) como o guerreiro Geralt of Rivia, Freya Allan (da série “Into the Badlands”) na pele da Princesa Ciri e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. E, como não poderia deixar de ser, já há polêmica racial em torno da aparência de Yennefer, que não seria “eslava” suficiente. Fãs da saga encheram o Twitter da Netflix de gifs, memes e reclamações contra o tom de pele da personagem. E o detalhe é que ainda não surgiram fotos de Anna Shaffer (da franquia “Harry Potter”) como Triss Marigold, a mudança racial mais radical da produção. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. O papel em “The Witcher” marca o retorno de Cavill às séries após o fim de “The Tudors”, em 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só por suas aparições como Superman nos filmes da DC, mas também por longas como “Missão Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Ainda não há previsão para a estreia, que deve acontecer em 2019.
Quadrinhos de Sandman vão virar série na Netflix
A Warner está negociando com a Netflix a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV (Warner Bros Television), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O contrato ainda não foi assinado, mas a THR garante que isso é detalhe burocrático. O estúdio teria definido o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. A opção por transformar “Sandman” em série vem após duas décadas de tentativas frustradas de adaptação para o cinema. O último a desistir foi o roteirista Eric Heisserer (“A Chegada”), que deixou projeto há três anos aconselhando a Warner a abordar a obra de Neil Gaiman numa série. “Cheguei à conclusão que a melhor versão para esse material seria como uma série da HBO, ou mesmo uma minissérie, mas não como um filme — nem mesmo uma trilogia”, disse Heisserer ao site io9. Pois foi exatamente o que a Warner fez. De acordo com as fontes da THR, a WBTV procurou primeiro a HBO, mas o canal não avançou após considerar os custos, deixando o caminho aberto para a Netflix. Ainda segundo o THR, o estúdio não quis considerar a própria plataforma de streaming da WarnerMedia, porque viu no conteúdo uma forma de se capitalizar para fechar contratos de exclusividade com produtores visados no mercado, como J.J. Abrams (“Westworld”), cujo acordo estaria avaliado em US$ 500 milhões, e até Chuck Lorre (“The Big Bang Theory”), que encerra seu contrato atual em 2020. A Netflix, por sua vez, procura encontrar novas franquias de apelo popular após perder os super-heróis da Marvel, e não tem economizado nas negociações para adquirir IPs (propriedades intelectuais) capazes de atrair público, como nas negociações envolvendo “As Crônicas de Nárnia” e as obras infantis de Roald Dahl. A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama acompanha Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D. A revista em quadrinhos foi originalmente publicada entre 1989 e 1996 e ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix.
Trailer repleto de spoilers anuncia lançamento de Vingadores: Ultimato em digital e Blu-ray
A Marvel jogou o pano. O estúdio já começou a divulgar o lançamento de “Vingadores: Ultimato” em VOD e Blu-ray, após o relançamento nos cinemas não render o retorno esperado – isto é, não ajudar a superar “Avatar”. O primeiro trailer disponibilizado confirma a data do lançamento das novas versões e entrega tantas cenas importantes que ninguém nunca mais vai poder reclamar de spoilers sem ser lembrado desse vídeo. Se os trailers liberados antes da estreia só mostravam cenas dos primeiros minutos do filme para preservar as surpresas, o novo tem até o estalo do (“eu sou…”) Homem de Ferro. Também foram divulgados os extras da mídia física, que incluem seis cenas deletadas, homenagens a Stan Lee, um vídeo sobre as trajetória da Viúva Negra e do Capitão América, um pequeno documentário sobre como foi a escalação de Robert Downey Jr para o papel de Homem de Ferro, material sobre as atrizes da franquia, uma coleção de erros de gravação e um novo olhar sobre os bastidores da produção simultânea de “Guerra Infinita” e “Ultimato”, além dos comentários dos diretores e roteiristas. O lançamento digital será no dia 30 de julho, enquanto o Blu-ray chega às lojas duas semanas depois, em 13 de agosto.
Anna Diop revela novo visual de Estelar na 2ª temporada de Titãs
A atriz Anna Diop publicou um vídeo em seu Instagram em que revela o novo visual de Estelar para a 2ª temporada de “Titãs”. Ao contrário da temporada de estreia, a atriz agora terá um cabelo completamente liso. Mas ele continuará rosado. O visual de Estelar rendeu as principais reclamações em relação à 1ª temporada – além, claro, da violência gratuita. As novidades da 2ª temporada não vão ficar nos cabelos na heroína. A equipe dos super-heróis pós-adolescentes deve crescer nos novos episódios, com maior participação dos personagens secundários vistos no primeiro ano e a adição de novidades. Os Titãs televisivos oficiais são Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Mas os primeiros episódios também destacaram outros personagens ligados aos quadrinhos dos heróis, como Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”) e o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”). Além destes, mais seis personagens estão confirmados para o segundo ano: Superboy (o novato Joshua Orpin), Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”), Bruce Wayne/Batman (Iain Glen, de “Game of Thrones”), o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Titãs, Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Atualmente em produção, a 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. “Titãs” foi a primeira série produzida pelo serviço de streaming americano DC Universe, exclusivo para produções da DC Comics, e é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ver essa foto no Instagram ? Uma publicação compartilhada por Anna Diop (@the_annadiop) em 27 de Jun, 2019 às 1:33 PDT
Remake de Os Cavaleiros do Zodíaco ganha novas imagens
A Netflix divulgou o pôster nacional e novas imagens do remake da série “Os Cavaleiros do Zodíaco”, que mostram um pouco mais do visual dos heróis em sua versão CGI (computação gráfica). O remake contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher – e rendeu polêmica. A produção terá 12 episódios com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série é uma coprodução da Netflix com a Toei Animation, responsável pela animação original, e será lançado em 19 de julho.












