Ex-promotora do caso retratado em Olhos que Condenam se demite após pressão popular
A ex-promotora Linda Fairstein não resistiu à pressão e pediu demissão da ONG Safe Horizon, na qual trabalhava há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos, e da Universidade Vassar, onde participa do conselho. Ela foi alvo de campanha nas redes sociais para ser demitida, após ser retratada como vilã na série “Olhos que Condenam” (When They See Us). Lançada na última sexta-feira (31/5), a produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman) foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes e até hoje se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. Uma reportagem do TMZ revelou que ela estava sendo fortemente pressionada a pedir demissão. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença nas entidades de que participava também indignava colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O site apurou que o conselho da Safe Horizon planejava demiti-la de qualquer jeito. Ela também teria abandonado outros trabalhos que realizava, nas fundações God’s Love We Deliver e Joyful Heart. Mas seus principais rendimentos vêm de livros de suspense da personagem Alexandra Cooper, que criou após ganhar notoriedade com o caso dos Cinco do Central Park. Uma petição online, no site Change.org, também pede para que esses livros sejam boicotados. 70 mil pessoas já assinaram. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, após 30 horas seguidas de tortura psicológica, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Fairstein teria impedido pessoalmente que os menores vissem seus parentes ou advogados antes de confessarem, num franco abuso de autoridade. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Em 2001, um estuprador serial chamado Matias Reyes conheceu Wise quando ambos foram transferidos para a mesma prisão. Depois de ser preso, Reyes tinha se tornado religioso e queria reparar seus crimes. Assim, decidiu assumir que tinha sido ele quem realmente estuprou a mulher do Central Park e foi único responsável pelo ataque. O DNA encontrado na vítima, desprezado na época pela promotora, corroborou sua confissão. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, afirmou que a ex-promotora finalmente está pagando por seus crimes. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Quase 30 anos depois da prisão dos jovens, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões como compensação pela injustiça que eles sofreram. Em processo movido pelos cinco contra o município, eles acusavam a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Good Omens ganha 18 pôsteres de personagens
A Amazon divulgou uma coleção com 18 pôsteres de personagens de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett, que estreou na sexta (31/5) na plataforma de streaming. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Após séculos em lados opostos, eles resolvem se aliar para impedir o apocalipse. Para isso, precisam encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, além de lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse, anjos dissimulados e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”), Mireille Enos (“Guerra Mundial Z”), Yusuf Gatewood (“The Originals”), Lourdes Faberes (“Knightfall”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional.
Pôster de Stranger Things destaca o novo monstro da série
A Netflix divulgou um novo pôster da 3ª temporada de “Stranger Things”, para marcar que falta um mês para a estreia dos novos episódios. A imagem reúne os personagens da série e já inclui Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), que viverá Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Mas o principal destaque da ilustração é o novo monstro da trama, que aparece em primeiro plano, projetando sombras e deixando um rastro de morte na cidadezinha de Hawkins. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.
Promotora que acusou inocentes de estupro pode perder emprego após série da Netflix
A estreia da série “Olhos que Condenam” (When They See Us) na última sexta-feira (31/5) está dando o que falar nos Estados Unidos. A produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Por conta do impacto da série, a opinião pública vêm pressionando pela demissão da “vilã” da história, a ex-promotora Linda Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman), que foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes. Até hoje, ela se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. De acordo com uma reportagem do site TMZ, Fairstein está sendo pressionada a pedir demissão da organização sem fins lucrativos “Safe Horizon”, na qual ela trabalha há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença na entidade também estaria indignando colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O CEO da ONG disse que vai avaliar o caso, mas o TMZ apurou que o conselho planeja demiti-la de qualquer jeito. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, disse que a ex-promotora finalmente está conseguindo o que merece. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Testes posteriores de DNA confirmaram que o autor do crime era mesmo Matías Reyes, que já cumpria prisão perpétua desde 1989 por outros crimes, inclusive estupros. Quase 30 anos depois do crime, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões aos rapazes. O processo movido pelos cinco acusava a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Vídeo de Jessica Jones destaca estreia de Krysten Ritter como diretora
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, centrada na experiência da atriz Krysten Ritter como diretora. Ela vai estrear na função no comando de um episódio do novo arco da série. Ao comentar que o episódio será centrado na jornada de Trish Walker (Rachael Taylor), Ritter também confirma que os novos capítulos vão explorar os superpoderes desenvolvidos pela melhor amiga de Jessica Jones – que, inclusive, pode ser vista em cenas de ação no vídeo. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (que incluem “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Jurassic World vai virar série animada da Netflix
A Netflix vai lançar uma série animada baseada na franquia “Jurassic World”. Intitulada “Jurassic World: Camp Cretaceous”, a produção está sendo desenvolvida pela DreamWorks Animation em parceria com a produtora Amblin, responsável pelos filmes dos dinossauros. A série animada vai se passar após os eventos do primeiro filme da saga “Jurassic World”, lançado em 2015. Depois dos dinossauros terem escapado de suas jaulas e dominado a Ilha Nublar, um grupo de adolescentes acampado num dos cantos extremos da ilha se vê perdido em meio ao caos. Para sobreviver, eles só podem contar uns com os outros. O diretor dos primeiros “Jurassic Park”, Steven Spielberg, está entre os produtores da série, assim como Colin Trevorrow, diretor do primeiro “Jurassic World”, que também vai comandar o próximo filme da franquia. Os responsáveis pelo roteiro e produção executiva são Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e a atração ainda não tem previsão de estreia.
Netflix renova Disque Amiga para Matar para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série de comédia “Dead to Me”, que ganhou o título nacional (nada a ver) de “Disque Amiga para Matar”. A série estreou em 3 de maio e apareceu num ranking experimental da Netflix britânica como o programa mais visto do mês na plataforma. “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) marca a volta da atriz Christina Applegate para as sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. Na trama, Applegate vive Jen, uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, Jen cria uma amizade com Judy (papel de Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”), uma mulher de espírito livre que guarda um segredo chocante. O elenco também inclui James Marsden (“Westworld”), Max Jenkins (“Os Mistérios de Laura”) e o veterano Ed Asner (o eterno Lou Grant de “Mary Tyler Moore”). A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, uma lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais são as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, lidera o ranking desde a estreia. Veja abaixo a lista mais recente, divulgada no fim de semana passado. #DeadToMe has been renewed for Season 2!! #NetflixFYSee pic.twitter.com/uYyB9XuJki — See What's Next (@seewhatsnext) June 4, 2019 < And the most-watched ~series~ in the UK this week… ? 1. Dead to Me2. Jane The Virgin3. WHAT / IF4. The Society5. Dynasty6. Lucifer7. Riverdale8. The Rain9. Line of Duty10. iZombie — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) May 29, 2019
Irmãos Russo vão transformar o jogo Magic: The Gathering em série da Netflix
A Netflix anunciou que os irmãos Joe e Anthony Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”) vão produzir uma série animada baseada no clássico jogo de cartas “Magic: The Gathering”, com exclusividade para a plataforma. O comunicado foi feito pelas redes sociais. A produtora AGBO, fundada pelos irmãos, fechou contrato com a fabricante de brinquedos Hasbro, que é dona da Wizards of the Coast, empresa de Seattle responsável pelo jogo de cartas. Fãs do jogo, os Russo vão supervisionar a criação da série, que terá direção e roteiro de Henry Gilroy (das séries animadas “Star Wars Rebels” e “Guardiões da Galáxia”) e Jose Molina (de “Agent Carter” e “The Tick”). Além dos duelos de cartas originais, em que os jogadores disputam batalhas imaginárias em reinos místicos de outras dimensões, “Magic: The Gathering” também dispõe de títulos em videogame, que podem inspirar a adaptação da série. Confira abaixo o impressionante trailer do game mais recente, “War of the Spark”. HUGE ANNOUNCEMENT TIME: Netflix and Wizards of the Coast are teaming up with Joe and Anthony Russo to make a Magic: The Gathering anime series and this teaser of Chandra has me asking QUESTIONS. pic.twitter.com/vljlEtl0Mq — NX (@NXOnNetflix) June 3, 2019
La Casa de Papel: Trailer legendado da Parte 3 revela muitas novidades e reviravoltas
A Netflix divulgou novas fotos e o primeiro trailer legendado da Parte 3 de “La Casa de Papel”, que mostra reviravoltas na trama e o que leva os personagens a se juntarem novamente. Após escapar do país, o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha volta à ativa para libertar um deles, que foi preso pela polícia num cerco inesperado. Sob o comando do Professor (Álvaro Morte), eles resolvem atacar a prisão, vestindo, claro, os famosos macacões vermelhos e máscaras de Dalí. A prévia também confirma a presença de Berlim (Pedro Alonso), que levou vários tiros no final da Parte 2. Não é realmente uma surpresa, já que o ator tinha aparecido anteriormente em um vídeo da Netflix que anunciava o início das novas gravações e foi flagrado por paparazzi durante as filmagens de seu encontro com Álvaro Morte em Veneza. Os episódios também contarão com o retorno dos atores Úrsula Corberó (Tóquio), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez), além do criador Álex Pina e do diretor Jesús Colmenar. E há novos personagens: Bogotá (Hovik Keuchkerian, de “Assassin’s Creed”), O Engenheiro (Rodrigo de La Serna, de “Diários de Motocicleta”) e Tamayo (Fernando Cayo, de “A Pele que Habito”), incluídos no grupo do Professor, e Alicia Sierra (Najwa Nimri, de “Vinho de Verão”), a inspetora que substitui Raquel Murillo. A estreia da Parte 3 (mas pode chamar de 2ª temporada, já que a 1ª foi dividida em duas) vai acontecer em 19 de julho. Ao contrário da temporada original, os novos episódios não são produção da TV espanhola, mas uma atração original – e exclusiva – da Netflix.
Emicida lança clipe de rap sobre a série Good Omens
A Amazon divulgou um clipe com o rapper Emicida para promover sua nova série “Good Omens”. A música se chama “Final dos Tempos” e remete à trama da atração, mostrando Emicida como dois personagens, um anjo e um demônio. Criado pela agência WMcCann, o clipe/campanha é um projeto colaborativo com o rapper, que é fã declarado do escritor Neil Gaiman, autor de “Good Omens” e também de “American Gods”, outra adaptação exibida pela plataforma Prime Video, da Amazon. O rapper teve liberdade completa para criar a música. Além do lançamento do clipe no canal do YouTube de Emicida, a Amazon também está utilizando a música nos comerciais da série. “Good Omens” estreou na sexta-feira em streaming. Com tom de comédia, a minissérie acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”) antes do pior acontecer. Mas terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Autor do livro em que a série se baseia, Neil Gaiman também assina a produção como roteirista e showrunner.
Henry Cavill anuncia final das gravações da série The Witcher
Henry Cavill divulgou uma foto de bastidores de “The Witcher”, em que retira a maquiagem de seu personagem, para celebrar o término das gravações da 1ª temporada. Na legenda da imagem publicada no Instagram, o ator agradeceu à equipe da série e definiu o período da produção como uma “jornada incrível”. Na série da Netflix, Cavill vive Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga de fantasia. Iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval e inspirou uma coleção bem-sucedida de videogames baseada em suas histórias. Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, que ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Season 1 of The Witcher has finally come to an end. And although I'm pulling a face here it has been an incredible journey! The cast and crew worked tirelessly throughout, everyone pitched in and brought their A game to set and I couldn't be more proud of you all. Speaking of my immediate team. Jacqui, Ailbhe and Leah are consummate professionals who worked extraordinary hours to bring the Witcher to life, they were non stop improving adjusting and evolving Geralt throughout. Thank you ladies for making this journey a good one. All of those 3 am wake ups were worth it! #GeraltofRivia #TheWitcher #Season1 Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 30 de Mai, 2019 às 10:00 PDT
Teaser apresenta a nova inspetora de La Casa de Papel
A Netflix divulgou um novo teaser da terceira parte de “La Casa de Papel” nas redes sociais. O vídeo apresenta a inspetora policial que tentará prender os criminosos da série. “Sou Alicia Sierra e vou liderar esta operação. Vou atrás de toda essa gente que tanto querem. A Resistência, se chamam. Estão aí para enganá-los, enquanto as câmeras os transmitem. Não se preocupem, porque vou deixar as coisas bem difíceis para eles”, diz a personagem interpretada pela atriz Najwa Nimri (“Vinho de Verão”), que masca chiclete e termina o vídeo apontando para Nairobi (Alba Flores) na tela de um computador. Um post do site oficial da série no Intagram também revelou que a personagem está grávida. Outro post afirma que ela fará de tudo para deter o bando, usando uma imagem que remete à tortura. Veja abaixo. Alicia Sierra será a substituta da inspetora Raquel Murillo (Itziar Ituño), que na última temporada fugiu ao lado do Professor (Álvaro Morte). Em um teaser anterior, o Professor também apareceu para fazer um anúncio. Segundo ele, o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha vai se reunir novamente porque a polícia está com um deles. E desta vez será para “fazer algo ainda maior”, dando a entender que um novo assalto pode estar a caminho. A parte 3 terá o retorno dos atores Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez), além do criador Álex Pina e do diretor Jesús Colmenar. Ao contrário da temporada original, os novos episódios não são produção da TV espanhola, mas uma atração original – e exclusiva – da Netflix. A estreia está marcada para 19 de julho. Ver essa foto no Instagram Conoce a Alicia Sierra. . Meet Alicia Sierra. . Conheça a Alicia Sierra. #lcdp3 Uma publicação compartilhada por La Casa de Papel (@lacasadepapel) em 29 de Mai, 2019 às 8:01 PDT Ver essa foto no Instagram Si creías que Prieto era duro, no has visto nada. . If you thought Prieto was ruthless, think again. . Se você achou que Prieto era implacável, achou errado. #lcdp3 Uma publicação compartilhada por La Casa de Papel (@lacasadepapel) em 29 de Mai, 2019 às 7:59 PDT Ver essa foto no Instagram Alicia Sierra hará lo que haga falta para detener a la banda. . Alicia Sierra will do anything to stop the gang. . Alicia Sierra fará de tudo para deter a gangue. #lcdp3 Uma publicação compartilhada por La Casa de Papel (@lacasadepapel) em 29 de Mai, 2019 às 8:03 PDT
Novos estudos ligam 13 Reasons Why ao aumento de suicídios entre jovens
Duas pesquisas diferentes, divulgadas nos últimos dias, apontaram aumento no número de suicídios de jovens americanos após a estreia da série “13 Reasons Why”, cujo tema é exatamente este. Os estudos não vinculam diretamente o aumento de mortes à popularidade da atração, mas fazem sugestões neste sentido. A primeira pesquisa foi realizada em conjunto por diversas universidades e hospitais dos Estados Unidos e o Instituto Nacional de Saúde Mental (INSM). Publicada na semana passada no periódico científico Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, mostrou que o número de mortes por suicídio nos Estados Unidos em abril de 2017 superou o registrado em qualquer outro mês durante o período de cinco anos analisado pelos pesquisadores. Ao individualizar os índices de acordo com o sexo da vítima, foi notado um aumento significativo entre homens jovens no mês seguinte à estreia da série. Houve um crescimento entre o sexo feminino, mas ele foi considerado estatisticamente insignificante. “Os resultados devem servir de alerta de que os jovens são especialmente sensíveis ao que é exibido pela mídia”, disse Lisa Horowitz, cientista do INMS e autora do estudo. “Todos os profissionais, inclusive da mídia, devem se preocupar em serem construtivos e cuidadosos ao lidar com temas relacionados a crises de saúde pública.” O segundo estudo, publicado nesta quinta (30/5) na revista Jama Psychiatry, tem dados diferentes, mas afirma que houve um aumento de 13% nos suicídios de jovens de 10 a 19 anos entre abril e junho de 2017, com uma maior incidência em mulheres. O estudo foi realizado por uma equipe dirigida por Thomas Niederkrotenthaler, do Centro de Saúde Pública da Universidade de Medicina de Viena, usando os dados de suicídios dos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. “As associações identificadas aqui devem ser interpretadas com certa cautela, mas parecem demonstrar um aumento dos suicídios que é consistente com o potencial de contágio da mídia”, escreveram. No começo da semana, Brian Yorkey, criador de “13 Reasons Why”, e Rebecca Hedrick, psiquiatra consultora na série, defenderam a atração na revista The Hollywood Reporter, apontando que “o impacto positivo da série [também] foi observado em inúmeras pesquisas. Em um estudo, a maioria dos que admitiram ter praticado bullying antes de assistir à 1ª temporada disse que mudou seu comportamento após a série”. “Outro estudo apontou que assistir ’13 Reasons Why’ deu a estudantes uma melhor compreensão do suicídio, mas não gerou pensamentos ou comportamentos suicidas”, escreveram na coluna. Os dois ainda apontaram que em 2018 a série ganhou um prêmio por encorajar conversas “entre pais, estudantes e defensores da saúde mental acerca da epidemia de suicidio, depressão e bullying em adolescentes”. Além disso, contestam relatos de aumento de suicídios depois da estreia da série com a informação de que a série gerou mais ligações para canais de ajuda. Em outras palavras, a série teria incentivado as pessoas a procurarem ajuda. À imprensa, a Netflix disse analisar os resultados de todos os estudos. E citou outros que conflitam com os dados atuais. “Especialistas concordam que não existe uma única razão para as pessoas tirarem suas próprias vidas – e que as taxas de adolescentes que tomam essa atitude vêm aumentando tragicamente por anos nos Estados Unidos. Os dois estudos levantam questões importantes, mas são conflitantes entre eles, ainda que sejam baseados nos mesmos dados fornecidos pelo governo dos Estados Unidos. Eles também não explicam o aumento de casos entre meninas em novembro de 2016, e entre meninos em março de 2017 – antes do lançamento da série”, disse a plataforma em comunicado oficial. “’13 Reasons Why’ aborda a realidade desconfortável da vida para muitos jovens hoje e nós ouvimos deles, e de médicos especialistas, que a série ajudou muitos espectadores a terem coragem de falar sobre o assunto e procurar ajuda”, conclui o texto. A 1ª temporada de “13 Reasons Why” foi ao ar em 31 de março de 2017. Ela conta a história de uma adolescente que se mata e deixa 13 gravações que explicam os motivos que a levaram a fazer isso. A 2ª temporada foi lançada em maio de 2018 e uma 3ª está atualmente em produção.











