J.J. Abrams assina contrato de exclusividade para desenvolver filmes e séries para a Warner
A produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), oficializou nesta quinta (12/9) um acordo amplo para produção de filmes e séries com exclusividade para a WarnerMedia, empresa-mãe do estúdio Warner Bros, com validade até 2024. “A WarnerMedia e a AT&T têm o prazer de anunciar uma nova colaboração de longo prazo com nossos parceiros e colegas JJ Abrams e Katie McGrath. Estamos extremamente empolgados com o potencial de oferecer histórias e personagens notáveis e memoráveis em várias plataformas para o público em todo o mundo. JJ, Katie e toda a Bad Robot trazem uma visão extraordinária, cinema requintado e liderança exemplar da indústria para nossa empresa”, disse John Stankey, CEO da WarnerMedia, em comunicado. Abrams e a mulher, Katie McGrath, conduzem juntos os projetos da Bad Robot. Antes do acordo com a WarnerMedia, a dupla lançava suas criações cinematográficas pela Paramount, o que gerou sucessos como a franquia “Cloverfield”, “Missão: Impossível” e a nova trilogia “Star Trek”. Mais recentemente, também se envolveu com a Lucasfilm/Disney na nova fase de “Star Wars”. Mas as produções de TV de Abrams, como “Westworld”, “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e “Castle Rock”, vinham sendo feitas para a WBTV (Warner Bros. Television). Com o contrato, a Bad Robot vai unificar seus esforços numa mesma companhia, além de incentivar novas produções de Abrams para o serviço de streaming da WarnerMedia, chamado de HBO Max, que ainda não tem previsão de lançamento. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que a Warner venceu propostas da Disney, Paramount, Netflix e Apple, numa negociação de cifras superiores a US$ 250 milhões e direito a percentagens volumosas sobre sucessos de bilheteria e audiência. Apesar disso, o acordo não representará um rompimento completo de Abrams com os outros estúdios. Ele ainda está envolvido com as franquias “Star Wars” na Disney e “Star Trek” na Paramount. Em comunicado, Abrams se referiu aos projetos que ainda fará na Paramount: “É agridoce deixar nossa casa de longa data, Paramount Pictures. Foi uma jornada inesquecível. Somos incrivelmente gratos à equipe do estúdio – passado e presente – especialmente ao incomparável Jim Gianopulos e à supertalentosa Liz Raposo. Ainda temos várias histórias excelentes para contar, e por isso, sinto que sou extremamente sortudo”.
Titãs: Vídeo da 2ª temporada mostra a estreia da heroína Devastadora
A plataforma DC Universe divulgou um novo vídeo de “Titãs”, que destaca a primeira cena completa da heroína Devastadora (Ravager, em inglês). A sequência faz parte do segundo episódio da 2ª temporada da série, intitulado “Rose”, que vai ao ar na sexta-feira (13/9) nos Estados Unidos. O título se refere à identidade civil da Devastadora, Rose Wilson, que é filha de Slade Wilson, mais conhecido como o vilão Exterminador – introduzido rapidamente no final do episódio inaugural da temporada. Um dos maiores desgostos da vida do vilão foi ver seus filhos se juntarem a seus maiores inimigos. Mas, no caso de Rose, quem a levou aos Titãs foi ele mesmo. Ao menos nos quadrinhos. O Exterminador só descobriu que tinha uma filha quando ela já era adolescente e manifestava seus poderes. Com a morte da mãe da jovem e sem saber como cuidar de uma garota superpoderosa, Slade procurou Asa Noturna para treiná-la. Rose se provou um desafio para o antigo Robin, com grandes problemas para distinguir o bem e o mal, mas ao final acabou se identificando mais com os heróis que com seu pai vilão – especialmente após desenvolver um crush pelo novo Robin, Tim Drake. A prévia divulgada não deixa claro se a série vai seguir essa direção. Mas é notável que os Titãs tenham incorporado um novo Robin, Jason Todd (vivido por Curran Walters), cuja primeira manifestação ao ver a Devastadora em ação sugere um crush, ao menos no que se refere à habilidade de luta. A atriz Chelsea T. Zhang (a Britney da série “Andi Mack”) vive Rose/Devastadora, apesar de a personagem ser uma jovem ocidental de cabelos prateados nos quadrinhos. Mas a produção não tem se preocupado com esses “detalhes”. Afinal, tampouco Slade Wilson é latino, apesar de ser vivido por Esai Morales (“Ozark”) na série. Os dois não serão os únicos membros da família Wilson a aparecer em “Titãs”. Joe Wilson, irmão de Rose, que vira o herói Jericó, também está confirmado na atração. Ele será interpretado pelo modelo transexual Chella Man, que é surdo como o personagem. “Titãs” foi a primeira série produzida pelo serviço de streaming americano DC Universe, exclusivo para produções da DC Comics, e é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Filmes da Netflix e da Amazon são boicotados pelo cinema oficial do Festival de Toronto
Após passar em branco na premiação do Festival de Veneza deste ano, a Netflix sofreu outra decepção no Festival de Toronto (TIFF, na sigla em inglês), em sua estratégia para conseguir atenção da Academia para seus candidatos ao Oscar 2020. A rede de cinemas Cineplex, que patrocina o festival, barrou os filmes de plataformas de streamings em suas salas. Entre elas, o Scotiabank Theatre, local oficial de exibição dos filmes participantes do festival canadense. Com isso, diversos títulos da programação do festival perderam o palco principal do evento, entre eles “Meu Nome É Dolemite”, “História de um Casamento”, “Dois Papas” e “A Lavandeira”, da Netflix, e “Os Miseráveis”, “Honey Boy”, “O Relatório” e “The Aeronauts”, da Amazon. Sarah Van Lange, representante do Cineplex, declarou para à revista The Hollywood Reporter que a rede impediu a exibição dos filmes para manter a tradição de programar apenas títulos feitos para telas de cinema. “Existem centenas de filmes fantásticos sendo exibidos no festival este ano e, com todas essas opções, nós pedimos que os títulos exibidos em nossas telas sejam de estúdios que compreendem e apreciam a importância do modelo tradicional de cinema.” Diante da polêmica, os organizadores do festival programaram os filmes de streaming em cinemas menores. “O Cineplex tem sido um ótimo parceiro do TIFF por muitos anos. Este ano, estabeleceram novas restrições em relação ao uso das salas de cinema da Scotiabank durante o festival. Como resultado, agendamos filmes que não estão de acordo com os requisitos dos cinemas tradicionais em outros locais”
Serviço de streaming da Apple será o mais barato do mercado
A Apple deu os detalhes que o mercado aguardava sobre sua plataforma de streaming. Em evento realizado nesta terça (10/9) em sua sede em Cupertino, nos Estados Unidos, a empresa de tecnologia informou a data de lançamento e o preço do serviço. Para começar, a Apple TV+ (Apple TV Plus) será lançada em 1º de novembro, duas semanas antes da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), em aproximadamente 100 países de forma simultânea. E sua assinatura custará US$ 4,99 por mês. Ou seja, sairá por US$ 2 menos que a Disney+ (Disney Plus) e praticamente pela metade do preço da opção mais barata da Netflix. Antes e mais barato, assim pode ser resumida a estratégia da Apple para enfrentar a Disney, a Netflix e todos os demais players da vindoura guerra dos streamings. Para arrematar – e confirmar rumores – , a Apple também vai oferecer um ano de assinatura gratuita da plataforma como bônus para compradores de novos iPads, iPhones ou computadores da marca. O ponto fraco do projeto é que, inicialmente, a Apple TV+ terá uma oferta limitada de conteúdo original. Mas Tim Cook, o CEO da empresa, prometeu adicionar novas produções a cada mês. Em seu lançamento, a plataforma terá disponível episódios de apenas quatro séries: “The Morning Show”, “See”, “Dickinson” e “For All Mankind”. Também incluirá as produções infantis “Helpsters”, dos criadores de “Sésamo”, e o desenho “Snoopy in Space”, além do documentário “The Elephant Queen”. Muitos outros projetos estão em desenvolvimento. A ideia inicial é disponibilizar até três episódios das séries em 1º de novembro, lançando os demais de forma semanal. Mas, segundo a empresa, isso não impedirá que outras produções sejam disponibilizadas de forma integral em suas estreias. Clique aqui para saber mais sobre os projetos da Apple em desenvolvimento e nos títulos das quatro séries para conhecer melhor cada uma delas, que já tiveram seus trailers disponibilizados. Veja a apresentação integral do projeto – e de outras novidades da Apple – no vídeo abaixo.
Baby: 2ª temporada da série italiana da Netflix ganha teaser legendado
A Netflix divulgou o pôster original e o teaser legendado da 2ª temporada da série italiana “Baby”. Os primeiros episódios renderam polêmica na Itália, por retratarem sexo de menores. Mas a trama é supostamente “baseada em uma história real”. Na verdade, um escândalo que ocupou muitas páginas da imprensa do país, conhecido como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série acompanha duas garotas em situações como as do escândalo real, alternando seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), com Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”), Alice Pagani (“Entre Tempos”), Isabella Ferrari (“A Grande Beleza”), Claudia Pandolfi (“A Primeira Coisa Bela”) e outros atores italianos, a 2ª temporada terá mais 6 episódios e chega ao streaming em 18 de outubro.
See: Trailer de sci-fi distópica da Apple traz Jason Momoa em batalhas épicas
A Apple divulgou o primeiro trailer de “See”, série sci-fi estrelada por Jason Momoa (o Aquaman da “Liga da Justiça”). A prévia é cinematográfica, demonstrando um orçamento de superprodução na criação de seu futuro distópico. Na trama, a humanidade perdeu a capacidade de enxergar após ficar à beira da extinção. Graças a isso, a civilização experimenta um período de paz, mas também regrediu de várias maneiras, passando a acreditar que a cegueira foi um benção. Mas quando duas crianças, filhos de Momoa, nascem com visão normal, a tribo se divide entre os que consideram os bebês uma esperança e os que temem sua ameaça. O conflito rende cenas de batalhas épicas. O projeto é uma criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e tem seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). Além de Momoa, o elenco também destaca Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), Christian Camargo (“Penny Dreadful”), Nesta Cooper (“Travelers”), Yadira Guevara-Prip (“Supernatural”), Hera Hilmar (“Da Vinci’s Demons”), Christian Sloan (“Salvation”) e Jaeden Noel (“Killjoys”). “See” terá oito episódios em sua 1ª temporada, que vai estrear em 1 de novembro, junto com o serviço de streaming Apple TV+ (Apple TV Plus).
Netflix vai lançar filme escrito e produzido por Millie Bobby Brown
A atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Onze (Eleven) na série “Stranger Things”, fechou contrato para produzir seu segundo filme. Depois de conseguir seu primeiro crédito de produtora em “Enola Holmes”, longa em que viverá a irmã de Sherlock Holmes, ela assinou com a Netflix para realizar um projeto mais pessoal. A estrela de 15 anos vai produzir para a Netflix um filme que ela mesma escreveu em parceria com a sua irmã mais velha, Paige Brown, intitulado “A Time Lost”. A trama aborda a vida de duas famílias que entram em uma “longa disputa” após a filha adolescente de uma delas ser diagnosticada com câncer. “Somos muito gratos à Netflix por confiar em nós e nessa bela história, que passamos anos escrevendo e desenvolvendo. É sobre amizade, família e superação de obstáculos, quando parece que o mundo está te pressionando. Foi um trabalho de amor, literalmente”, disseram as irmãs Brown em comunicado conjunto. “Millie é um talento criativo extraordinário. Tivemos a sorte de tê-la em nossa família desde o início de sua carreira. É uma verdadeira emoção testemunhar Millie trazer sua visão distinta para a tela, agora como escritora e produtora, ao lado de sua irmã neste maravilhoso filme”, disse Lisa Nishimura, vice-presidente de filmes independentes e documentários da Netflix. “A Time Lost” ainda não tem previsão de estreia.
Os Testamentos: Continuação de O Conto da Aia reflete realidade cada vez mais parecida com Gilead
“Os Testamentos” (The Testaments), aguardada sequência do livro “O Conto da Aia”, foi lançado oficialmente nesta terça-feira (10/9) nos Estados Unidos. E para divulgar a publicação, a escritora canadense Margaret Atwood deu uma entrevista disputada sobre a obra. “O Conto da Aia” é considerado um dos maiores clássicos da ficção científica contemporânea e louvado como referência para as lutas feministas. Atwood garante que a história é menos fantasiosa que parece, pois os atos de repressão descritos no livro foram inspirados por acontecimentos da vida real. Para reforçar esse ponto, ela afirmou que a série “The Handmaid’s Tale”, adaptação bem-sucedida de seu livro original, não foi a principal inspiração para continuar a história de 1985. Na verdade, o que a motivou a retomar o mundo de Gilead, distopia totalitária de um futuro no qual as mulheres não têm direitos e o estupro é uma prática estatal, foi a realidade. “À medida que o tempo passou, em vez de nos distanciarmos de Gilead, começamos a nos aproximar dela, particularmente nos Estados Unidos”, ela comparou, em uma entrevista coletiva realizada em Londres, diante de dezenas de jornalistas internacionais. “Se vocês olharem as medidas legislativas de uma série de Estados dentro dos Estados Unidos, podem ver que alguns deles estão quase lá. Mas o que estas leis restritivas sobre os corpos das mulheres estão reivindicando é que o Estado seja dono de seu corpo”. O aborto é um dos temais mais polarizadores da política americana, assim como no Brasil. Os políticos que se opõem ao aborto muitas vezes citam crenças religiosas para classificá-lo como imoral, enquanto defensores qualificam as restrições como uma intrusão nas escolhas das mulheres, sendo inclusive prejudicial à sua saúde. “Para uma sociedade que afirma valorizar a liberdade individual, eu diria a eles que, evidentemente, vocês não pensam que esta liberdade individual se estende às mulheres”, declarou Atwood, que faz 80 anos em novembro. Os fãs brasileiros precisarão esperar um pouco mais para ler o novo livro da escritora com tradução oficial em português. A previsão de lançamento no Brasil é apenas para novembro, pela editora Rocco, que confirmou que a obra será batizada com a tradução literal de seu título original. A trama se passa 15 anos após “O Conta da Aia” e é narrada por três mulheres: uma jovem aia que cresceu na sociedade opressora, uma adolescente canadense que descobre ter nascido em Gilead e a tia Lydia, uma das grandes vilãs do primeiro livro – e também da série “The Handmaid’s Tale”, produção da plataforma Hulu exibida no Brasil pela Globoplay e pelo canal pago Paramount. “Os Testamentos” também vai ser adaptado pela plataforma Hulu nos Estados Unidos. T
Quadrinhos que irritaram prefeito do Rio devem virar filme ou série da Disney
Com ajuda da prefeitura do Rio, o grupo de heróis conhecido como Jovens Vingadores ganhou projeção internacional, indo parar em publicações de todo o mundo, e pode agora virar uma série da Disney. Os boatos nesse sentido dispararam em sites geeks americanos, como o ComicBook, mas também foram registrados pela revista The Hollywood Reporter. A tentativa de censura carioca da edição encadernada dos quadrinhos dos personagens, “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque continha uma cena de beijo entre dois super-heróis masculinos, colocou os Jovens Vingadores tanto na pauta da cobertura política quanto de Hollywood. E deixou os heróis juvenis mais visíveis que nunca, eliminando o maior entrave para a adaptação de seus quadrinhos: a falta de repercussão de suas histórias. Na última Comic-Con Internacional, a atriz Tessa Thompson já tinha sugerido que a homossexualidade da heroína Valquíria seria explorada no próximo filme de “Thor”. Após o sucesso de filmes protagonizados por super-herói negro (“Pantera Negra”) e super-heroína (“Capitã Marvel”), a comunidade LGBTQIA+ deve realmente ser a próxima da lista de “minorias” a ganhar destaque na Marvel. A plataforma progressista do estúdio tem enfrentado vozes ruidosas da extrema direita, que ataca cada iniciativa com campanhas de ódio nas redes sociais, propagando que super-heróis precisam ser sempre homens heterossexuais brancos. Mas as bilheterias dão razão à Marvel e diminuem a importância dos contrariados. O destaque obtido pela polêmica de “Vingadores: A Cruzada das Crianças” na Bienal do Livro do Rio vai ao encontro dessa abordagem inclusiva. Inicialmente, havia a perspectiva de os Jovens Vingadores assumirem o lugar dos Vingadores nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O principal sinal disso estava na trama de “Vingadores: Ultimato”, que avançou cinco anos no tempo e escalou Emma Fuhrmann (“Juntos e Misturados”) para viver a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga (Paul Rudd). Cassie se torna a heroína Estatura nos quadrinhos dos Jovens Vingadores. Nesta semana, o estúdio revelou planos para apresentar outra jovem vingadora. Mas desta vez numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A atriz Hailee Steinfeld abriu negociações para interpretar Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), na série do herói (“Hawkeye”, em inglês). A Gaviã Arqueira também faz parte do grupo de heróis adolescentes. Um terceiro integrante da equipe tende a ser introduzido em “WandaVision”, a série da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany): Wiccan, o filho de Wanda e um dos beijoqueiros do Rio. Já Hulkling, sua cara metade, tem sua história ligada à “Capitã Marvel”. Especula-se que esses personagens devem se unir em breve. Mas não tão breve assim. As séries do Gavião Arqueiro e da Feiticeira Escarlate têm previsão de lançamento apenas para 2021. Assim, o mais provável é que uma série ou filme dos Jovens Vingadores só se materialize após 2022, mais provavelmente em 2023. A produção de cinema ou streaming mais distante oficializada pela Marvel até o momento está datada para 2022 – o longa “Pantera Negra 2”.
El Camino: Continuação de Breaking Bad ganha vídeo centrado em Jesse Pinkman
A Netflix divulgou um novo vídeo em antecipação ao filme derivado da série “Breaking Bad”, uma das melhores de todos os tempos. Intitulado “El Camino: A Breaking Bad Film”, o filme vai contar o que aconteceu com Jesse Pinkman, personagem de Aaron Paul, após a última cena da produção televisiva. Assim, a nova prévia faz uma rápida recapitulação do inferno pelo qual Pinkman passou na série original. A última imagem faz parte do capítulo final da série, com Pinkman dirigindo em disparada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), após ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), por sua vez ferido mortalmente, enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. O filme deve começar logo depois deste desfecho. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Jesse Pinkman, está confirmado como protagonista da produção, que tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também assina a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. A Netflix adquiriu os direitos de exibição do longa e lançará “El Camino: A Breaking Bad Film” em todo o mundo no dia 11 de outubro.
Amazon Prime chega ao Brasil a R$ 9,90
O serviço Amazon Prime chegou no Brasil. Nove meses depois de começar a vender produtos diretamente no Brasil, a Amazon expande sua operação no país com o lançamento do combo de serviços com acesso a músicas, games, séries e filmes por streaming, além de frete grátis na entrega de produtos. O Brasil é o 19º mercado em que a empresa varejista norte-americana lança o serviço Prime. A assinatura é de R$ 9,90 mensais ou R$ 89 anuais. A oferta é agressiva. Nos Estados Unidos, o valor do Prime é cinco vezes mais caro: US$ 12,99 mensais ou US$ 119 no pacote anual (R$ 53 e R$ 487, na conversão em reais). “Estamos honrados em lançar o Amazon Prime no Brasil – com acesso ilimitado a frete grátis para todo o Brasil e o melhor do entretenimento por apenas R$ 9,90 por mês, ou R$ 89,00 por ano”, diz Alex Szapiro, Country Manager da Amazon no Brasil. “Só a entrega gratuita e rápida já vale a assinatura: membros Prime podem fazer quantas compras quiserem, ou precisarem, sem valor mínimo, para receber milhares de produtos e milhões de livros enviados pela Amazon, sem pagar frete, além das ofertas e promoções exclusivas para membros Prime. E se pensarmos ainda nos benefícios de entretenimento digital inclusos, como séries de TV, filmes, músicas, livros digitais e jogos, esse valor se torna ainda mais incrível”. Ao se inscreverem no programa, membros Prime no Brasil terão acesso a frete gratuito e rápido em produtos identificados com o selo Prime, no site da Amazon, incluindo centenas de milhares de itens para bebê, cozinha, eletrônicos, entre outros, e milhões de livros, discos e vídeos (Blu-ray e DVD). Para o leitor da Pipoca Moderna, o mais importante talvez seja saber que a assinatura dá acesso aos conteúdos do serviço Prime Video, para assistir a filmes e séries em streaming. Mas não fica nisso. Há também o acesso aos jogos do Twitch Prime e dois novos serviços, anunciados nesta terça (10/9) no Brasil: acesso a mais de 2 milhões de músicas, sem anúncios, no Prime Music, e a um catálogo rotativo de revistas e livros digitais renomados no Prime Reading. Membros do Amazon Prime também têm ofertas exclusivas em produtos selecionados. Novos membros podem experimentar o Amazon Prime de graça, assinando o teste de 30 dias, e depois assinar por apenas R$ 9,90 por mês – ou economizar 25% com o plano anual de R$ 89,00. Detalhe: quem já for assinante do Prime Video vira automaticamente assinante da Amazon Prime – e os R$ 14,90 mensais da assinatura anterior viram R$ 9,90 ao mês.
Hailee Steinfeld negocia virar super-heroína da Marvel na série do Gavião Arqueiro
A atriz Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) está cotada para se juntar ao elenco da série do Gavião Arqueiro (Hawkeye) em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Segunda a revista Variety, ela abriu negociações para viver Kate Bishop, jovem que é treinada por Clint Barton (Jeremy Renner, reprisando seu papel dos filmes) para se tornar a substituta do Gavião nos Vingadores. Ainda não há confirmação oficial da escalação pela Marvel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Gavião Arqueiro será a terceira série da Marvel no Disney+ (Disney Plus), com lançamento previsto para o fim de 2021. Ela vai chegar na plataforma após “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision” e “Loki”. A série do Gavião Arqueiro será escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”).
Diretora de Mulher-Maravilha fecha com a Netflix para produzir séries
A cineasta Patty Jenkins, responsável pelo blockbuster “Mulher-Maravilha”, assinou contrato com a Netflix para produzir novas séries. Segundo a revista Variety, o acordo foi fechado em US$ 10 milhões. “Estamos felizes em receber Patty Jenkins na Netflix”, disse Channing Dungey, nova vice-presidente de séries originais da plataforma. “Seu trabalho pioneiro ultrapassou fronteiras e ela conta histórias com personalidade que deixam uma marca inesquecível. Esperamos promover muitas ideias com ela e ajudá-las a ganhar vida”. “Estou muito empolgado em embarcar em uma grande jornada de desbravamento do novo mundo da televisão com uma empresa e um grupo de pessoas que admiro tanto quanto Ted, Cindy, Channing, Peter e a equipe da Netflix”, disse Jenkins, no mesmo comunicado. “Estou ansioso para começar um ótimo trabalho juntos em breve”. Jenkins demonstrou recentemente seu interesse no universo de séries ao produzir e dirigir a elogiada minissérie “I Am the Night”, escrita por seu marido, Sam Sheridan. Mas também vale lembrar que ela já venceu o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) por comandar o piloto da série “The Killing”, em 2011. A cineasta está atualmente trabalhando na pós-produção com “Mulher-Maravilha 1984”, que ela dirigiu, produziu e co-escreveu. O filme estreia em junho de 2020.








