Lucifer: Tricia Helfer vai voltar à série para a temporada final
A atriz Tricia Helfer vai voltar a interpretar Charlotte Richards na 5ª e última temporada de “Lucifer”. A própria atriz confirmou a participação, comentando ter se divertido no set de gravações. “Me diverti muito hoje no set. Não posso dizer o que…ainda… mas foi adorável atuar e estar perto de pessoas maravilhosas”, ela declarou. Em seguida, retuitou uma notícia do site americano TVLine, que anunciava seu retorno. Segundo a publicação, ela irá adotar um visual diferente. A foto que ilustra a notícia mostrou a atriz com um visual de dona de casa conservadora. Compare acima. Vale lembrar que Charlotte Richards morreu e foi carregada para o céu por Amenadiel (D.B. Woodside) no final da 3ª temporada. Mas, a mãe de Lucifer, que possuía o corpo de Charlotte na 2ª temporada, foi envidada para o inferno, onde Lucifer (Tom Ellis) será visto nos capítulos finais da série. Podem começar as teorias. A 5ª temporada de “Lucifer” terá 16 episódios para encerrar a trama. A estreia está prevista para maio de 2020. Had such fun on set today. Can't say for what…yet…but lovely to play and be around wonderful people. — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 12, 2019 Ooohhhh! https://t.co/FRKxksWEA4 — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 15, 2019
Apple renova seis séries antes da estreia de sua plataforma de streaming
A Apple anunciou a renovação de seis séries que farão parte de sua nova plataforma de streaming, Apple TV+. Quatro das atrações renovadas serão lançadas junto com a inauguração do serviço, dia 1º de novembro. As quatro séries que chegam na primeira leva e já tem retorno confirmado são a sci-fi de realidade alternativa “For All Mankind”, estrelada por Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), a sci-fi pós-apocalíptica “See”, com Jason Momoa (“Aquaman”), a comédia de época “Dickinson”, protagonizada por Hailee Steinfeld (“Bumblebee”), e a dramédia “The Morning Show”, que junta Jennifer Aniston (“Friends”), Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Steve Carell (“The Office”). Produzida por por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, “For All Mankind” imagina o que aconteceria se a União Soviética tivesse chegado primeiro à Lua e a corrida espacial avançasse para novos campos de disputa nos anos 1970. Concebida por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e dirigida pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), “See” é um épico futurista, que se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar, encontrando novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver, apenas para ter esse status quo ameaçado pelo nascimento de um par de gêmeos com olhos perfeitos. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), “Dickinson” imagina com anacronismos propositais a vida da poeta Emily Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva da escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. “The Morning Show” é uma criação de Kerry Ehrin (“Bates Motel”) e gira em torno de um telejornal matutino, que após a demissão de um de seus apresentadores busca um substituto, dando origem a uma nova rivalidade na produção. Será a primeira série de Jennifer Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e volta de Steve Carell ao gênero, após sair de “The Office” em 2011. Além de estrelar como a substituta, Reese Witherspoon produz a atração. As outras duas séries renovadas foram os dramas “Little America” e “Home Before Dark”, que ainda não têm previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon (indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”), “Little America” aborda a vida de imigrantes nos Estados Unidos, apresentando histórias diferentes a cada episódio, no formato de antologia. E “Home Before Dark”, criada por Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), é um drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, cuja perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na sua cidadezinha, incluindo seu próprio pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), tentaram enterrar.
Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.
Produtor brasileiro de Me Chame pelo Seu Nome e Ad Astra vai começar a fazer séries
A produtora brasileira RT Features vai entrar no mercado de séries. Após se destacar no mercado americano com filmes premiados, como “Frances Ha” (2012), “A Bruxa” (2015), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e os recentes “O Farol” e “Ad Astra”, a empresa de Rodrigo Teixeira fechou parceria com a produtora americana Anonymous Content, responsável pela série “True Detective”, e a agência de talentos CAA para lançar a RT Television. O novo empreendimento terá sede em São Paulo e será liderado por Bárbara Teixeira, que era diretora de produções originais da Sony Brazil. A empresa vai apostar em conteúdo original e terceirizado. Além disso, a ideia é ter produções em inglês e em português, que serão creditadas duplamente à RT Features e à Anonymous Content, além de parceiros eventuais. A RT Features já desenvolveu uma série derivada do filme “Alemão” – na verdade, uma versão estendida dividida em capítulos – para a rede Globo, que recebeu indicação ao prêmio Emmy Internacional. Ela também é produtora de “A Vida Invisível”, selecionado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2020. “É um privilégio incrível fechar essa parceria com duas companhias que traçaram o caminho para a excelência no espaço de TV internacional”, afirmou Rodrigo Teixeira em comunicado oficial. “Enquanto a identidade artística da RT vai exercer um papel em cada projeto que executarmos, essa parceria vai possibilitar mais inovações criativas, fazendo com que possamos trazer o melhor conteúdo para o público local e o melhor dos criadores brasileiros para o mundo.” A aposta em produção de séries reflete o crescimento da demanda pelo surgimento de novas opções em streaming. Em 2020, Disney+ (Disney Plus) e HBO Max lançarão suas plataformas no Brasil, esquentando o mercado já movimentado por Netflix e Globoplay.
Musical clássico Grease vai virar série da HBO Max
O serviço de streaming HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do clássico musical “Grease”, sucesso do cinema de 1978, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. Intitulada “Grease: Rydell High”, a série vai explorar a vida dos estudantes da escola onde se passa a história original. Assim como no filme, a série será situada nos anos 1950 e terá formato musical, com canções originais. Os protagonistas serão diferentes, mas alguns dos personagens clássicos podem fazer aparições. Apesar da premissa estar definida, o projeto não tem roteirista. É, por enquanto, resultado de reunião de executivos, de um lado os representantes da plataforma de streaming da WarnerMedia e do outro os negociadores da Paramount, que detém os direitos do filme e recentemente produziram uma versão ao vivo do musical, “Grease Live!”, para a televisão. “‘Grease’ é um fenômeno de cultura pop que é capaz de envolver todas as gerações, e estou muito feliz que nossos amigos da Paramount aceitaram ampliar este universo para uma série semanal”, comentou Sarah Aubrey, chefe de conteúdo da HBO Max. Ela completou dizendo que a série “vai mostrar a vida de ensino médio em uma pequena cidade dos EUA, na escala de um musical rock n’ roll. É ‘Grease 2.0’, mas com o mesmo espírito, a mesma energia, e a mesma animação”. O anúncio teve direito a um pôster conceitual, que pode ser conferido abaixo.
Minissérie Olhos que Condenam é processada por deturpar técnicas de interrogatório policial
A Netflix e a cineasta Ava DuVernay estão sendo processadas pela empresa que criou a “técnica Reid” de interrogatório policial. Segundo apurou a revista Variety, o processo denuncia caracterizações falsas usadas pela minissérie “Olhos que Condenam” para criticar a técnica. A premiada minissérie, criada e dirigida por DuVernay, aborda a história real de cinco adolescentes de Nova York que foram condenados por um estupro que ocorreu no Central Park, em 1989, mas foram inocentados mais de uma década depois, por exames de DNA. No quarto episódio da minissérie, os métodos de interrogatório usados pelos policiais que lidaram com o caso são questionados. “Vocês deram um jeito de tirar declarações de culpa destes garotos após 42 horas de interrogatório e coerção, sem comida, sem pausas para o banheiro, sem supervisão dos pais. A técnica Reid já foi rejeitada universalmente”, diz um personagem para um policial. “Eu não faço ideia do que é a técnica Reid, ok? Eu só sei o que me ensinaram. Eu sei o que me pediram, e eu fiz”, rebate o oficial na cena. Segundo o processo, este diálogo caracteriza de forma desonesta a técnica Reid. A empresa John E. Reid and Associates, que criou a “técnica Reid” nos anos 1940, alega que seus cursos para departamentos de polícia por toda a extensão dos EUA foram prejudicados pela minissérie, pois ela distorce seus métodos, comparando-os a coerção, e que tampouco é correto dizer que a técnica Reid foi “rejeitada universalmente”. No processo, a John E. Reid and Associates afirma que “Olhos que Condenam” prejudicou seus negócios e por isso busca uma indenização por parte da Netflix, além de uma decisão judicial obrigando a plataforma a alterar a cena em questão.
Disney+ (Disney Plus) mostra que terá conteúdo demais em trailer de 3h17 de duração
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) resolveu demonstrar a extensão de seu conteúdo com uma pequena prévia de todos os filmes, séries e programas de seu catálogo. O resultado, que pode ser visto abaixo, é descrito como “basicamente tudo” que será disponibilizado em streaming e tem mais de 3 horas de duração. Exatamente 3 horas e 17 minutos. Exibido em ordem cronológica, o material abrange do primeiro longa do estúdio, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), até a série “The Mandalorian”, exclusiva do serviço de streaming, que será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países, mas só deve chegar ao Brasil em 2020.
Globoplay será o novo endereço de Doctor Who no Brasil
Uma das séries mais difíceis de acompanhar no Brasil, “Doctor Who” segue seu costume de mudar de canal a cada temporada. Agora a série vai ser disponibilizada na plataforma Globoplay, que fechou um acordo com a BBC Studios para oferecer a seus assinantes todas as 11 temporadas do reboot da série britânica e o vindouro 12º ano, estrelado por Jodie Whittaker. Também fazem parte do acordo 19 episódios especiais, que são os eventos de natal, ano novo e regenerações dos Doutores desde 2005 até os dias de hoje. “Doctor Who” tem uma relação complicada com o Brasil. Era exibida no canal pago BBC, que de uma hora pra outra passou a exibir só documentários e acabou saindo do ar no país. Depois de se perder no tempo e no espaço, a série ressurgiu no Syfy e passou a ser distribuída também pela Netflix, até que a emissora perdeu os direitos de exibição e o streaming também retirou o programa de seu catálogo. Nesse período, “Doctor Who” ainda foi exibida na TV Cultura. Alguns meses depois, a série chegou na plataforma Crackle, que exibiu a 11ª temporada antes de fechar na América Latina em março passado, deixando a atração novamente sem paradeiro no país – até a atual reviravolta. A série concluiu sua 11ª temporada em dezembro e abriu 2019 com um especial de ano novo. Ainda não há previsão de estreia para a 12ª temporada.
Maravilhosa Sra. Maisel: Trailer da 3ª temporada destaca os muitos prêmios da série
A Amazon divulgou o trailer da 3ª temporada da “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que destaca os 16 prêmios Emmy da produção, especialmente as conquistas de seu elenco, liderado por Rachel Brosnahan no papel-título. Criação de Amy Sherman-Palladino (autora de “Gilmore Girls”), “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. A nova temporada vai acompanhar a ascensão da comediante em sua primeira turnê nacional. A prévia revela cenas em Miami e Las Vegas, além de novidades no elenco, como Sterling K. Brown (“This Is Us”), que se junta a Alex Borstein, Tony Shalhoub, Michael Zegen, Kevin Pollak, Marin Hinkle e Leroy McClain, sem esquecer dos premiados convidados recorrentes Luke Kirby e Jane Lynch. A 3ª temporada estreia em 6 de dezembro em streaming.
Democracia em Vertigem é indicado ao Critics Choice nos Estados Unidos
O documentário “Democracia em Vertigem”, narrativa do Impeachment de Dilma Rousseff dirigida por Petra Costa, foi indicado em duas categorias ao Critics Choice Documentary Awards. A premiação celebra o melhor do cinema documental ao redor do mundo, e vai revelar seus vencedores no dia 10 de novembro, em cerimônia na cidade de Nova York. O filme distribuído pela Netflix disputa prêmios nas categorias de Melhor Documentário Político e de Melhor Narração, pelo texto recitado pela cineasta, que mistura sua história pessoal com a história recente do país. Além da cineasta, concorrem ao troféu os co-roteiristas Carol Pires, David Barker e Moara Passoni. Confira a lista completa de indicados à premiação. Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 The Biggest Little Farm The Cave Honeyland The Kingmaker Virando a Mesa do Poder Maiden One Child Nation Eles Não Envelhecerão Melhor Direção Waad Al-Kateab & Edward Watts, por For Sama Steven Bognar & Julia Reichert, por Indústria Americana John Chester, por The Biggest Little Farm Feras Fayyad, por The Cave Peter Jackson, por Eles Não Envelhecerão Todd Douglas, por Apollo 11 Nanfu Wang & Jialing Zhang, por One Child Nation Melhor Documentário Político Indústria Americana Democracia em Vertigem Hail Satan? The Kingmaker Virando a Mesa do Poder One Child Nation Melhor Documentário Musical Amazing Grace David Crosby: Remember My Name Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Miles David: Birth of the Cool Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Western Stars Melhor Documentário Esportivo Bethany Hamilton: Unstoppale Diego Maradone Maiden Rodman: For Better or Worse The Spy Behind Home Plate What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Sujeito de Documentário Dr. Armadi Ballor – The Cave David Crosby – David Crosby: Remember My Name Tracy Edward – Maiden Imelda Marcos – The Kingmaker Hatidze Muratova – Honeyland Alexandria Ocasio-Cortez, Amy Vilela, Cori Bush & Paula Jean Swearengin – Virando a Mesa do Poder Linda Ronstadt – Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Dr. Ruth Westheimer – Ask Dr. Ruth Documentário mais Inovador Aquarela Cold Case Hammarskjöld Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Screwball Serendipity Eles Não Envelhecerão Melhor Documentário Biográfico David Crosby: Remember My Name The Kingmaker Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Love, Antosha Mike Wallace is Here Pavarotti Toni Morrison: The Pieces I Am Melhor Documentário Científico/Natural Anthropocene: The Human Epoch Apollo 11 Aquarela The Biggest Little Farm The Elephant Queen Honeyland Penguins Sea of Shadows Melhor Fotografia Ben Bernhard & Viktor Kossakovsky, por Aquarela John Chester, por The Biggest Little Farm Fejmi Daut & Samir Ljuma, por Honeyland Nicholas de Pencier, por Anthropocene: The Human Epoch Muhammed Khair Al Shami, Ammar Suleiman & Mohammad Eyad, por The Cave Richard Ladkani, por Sea of Shadows Melhor Edição Georg Michael Fischer & Verena Schönauer, por Sea of Shadows Todd Douglas Miller, por Apollo 11 Jabez Olssen, por Eles Não Envelhecerão Amy Overbeck, por The Biggest Little Farm Lindsay Utz, por Indústria Americana Nanfu Wang, por One Child Nation Melhor Trilha Sonora Jeff Beal, por The Biggest Little Farm Matthew Herbert, por The Cave Matt Morton, por Apollo 11 Plan 9, por Eles Não Envelhecerão H. Scott Salinas, por Sea of Shadows Eicca Toppinen, por Aquarela Melhor Narração Alicia Vikander, por Anthropocene: The Human Epoch John Chester & Molly Chester, por The Biggest Little Farm Petra Costa, por Democracia em Vertigem Chiwetel Ejiofor, por The Elephant Queen Waad Al-Kateab, por For Sama Adam Driver, por Joseph Pulitzer: Voice of the People Nanfu Wang, por One Child Nation Bruce Springsteen, por Western Stars Melhor Documentário de Estreia Midge Costin, por Making Waves: The Art of Cinematic Sound A.J. Eaton, por David Crosby: Remember My Name Pamela B. Green, por Be Natural: The Untold Story of Alice Guy-Blaché Tamara Kotevska & Ljubomir Stefanov, por Honeyland Richard Miron, por For the Birds Garret Price, por Love, Antosha Melhor Documentário de Imagens de Arquivo Amazing Grace Apollo 11 Maiden Mike Wallace is Here Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Eles Não Envelhecerão What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Documentário em Curta-Metragem The Chapel at the Border Death Row Doctor In the Absence Lost World Mack Wrestles Period. End of Sentence. The Polaroid Job Sam and the Plant Next Door The Unconditional The Waiting Room
Breaking Bad: Frases de Jesse Pinkman viram música e ganham clipe
A Netflix divulgou um vídeo diferente, que transforma frases ditas por Jesse Pinkman, o personagem de Aaron Paul na série “Breaking Bad”, em letra de música. O arranjo e a voz são do cantor e compositor Nick Lutsko, que costuma se apresentar com os Gimmix, uma banda disfarçada de criaturas ao estilo dos Muppets. O vídeo casa as frases com as cenas das quais foram extraídas, criando um clipe musical para a canção, batizada de “The Ballad of Jesse Pinkman”. Jesse Pinkman voltou à ativa na sexta-feira (11/10) com o lançamento de “El Camino”, filme derivado de “Breaking Bad”, que continua a trama da série. O longa revela o que aconteceu com Jesse, após ser visto pela última disparando pela estrada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), ao ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante por viver Pinkman, retornou ao papel para a produção, que foi escrita e dirigida pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan.
Netflix quer sequência de Mistério no Mediterrâneo com Adam Sandler e Jennifer Aniston
A Netflix planeja filmar uma continuação de “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que traz Adam Sandler e Jennifer Aniston como um casal que resolve mistérios criminais. O roteirista James Vanderbilt, que escreveu “Mistério no Mediterrâneo”, foi encarregado pela plataforma de criar uma nova aventura cômica para o retorno dos atores. Sandler e Aniston já tinham vivido um casal anteriormente em “Esposa de Mentirinha” (2011) e a nova parceria foi comemorada pela Netflix como o produção original mais bem-sucedida de seu catálogo. Em texto publicado nas redes sociais, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante os três primeiros dias – o fim de semana – da sua estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. O filme original segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino entre diversos candidatos prováveis. A ideia é claramente inspirada na peça de Albert Hackett que virou o clássico “A Ceia dos Acusados” (1934), com William Powell e Myrna Loy. Curiosamente, a famosa comédia sobre um ex-detetive policial e sua esposa que resolviam crimes também virou franquia, ganhando várias sequências até 1947.
DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs
A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019












