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  • Série

    Ilha de Ferro: Trailer da última temporada tem excesso de ação, tiros e explosões

    23 de outubro de 2019 /

    O Globoplay divulgou fotos e um trailer trepidante da 2ª e última temporada de “Ilha de Ferro”, série mais cara já feita no Brasil, que retorna em streaming. A prévia tem excesso de ação, tiros e explosões. Produção original mais badalada do serviço de streaming da Globo, lançado em novembro do ano passado com grande repercussão, “Ilha de Ferro” transformou-se também na primeira atração cancelada da plataforma. A explicação da Globoplay para o cancelamento foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. O detalhe é que, meses antes, os produtores receberam sinal verde para desenvolver os roteiros da 3ª temporada, que acabaram jogados no lixo. Até os cenários da série, inclusive a plataforma de petróleo de 3 mil m² que foi reproduzida nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões, já foram desmontados. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. Além disso, a produção conquistou aval internacional, ao ser elogiada pela revista americana Variety, numa reportagem que considerou “Ilha de Ferro” uma das melhores séries estrangeiras do ano. Mas o texto elogioso já chamava atenção para o fato de ser uma aposta arriscada da Globo, porque cara demais. A produção acompanha o cotidiano de profissionais de uma plataforma de petróleo, alterando-se entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme. O investimento elevado incluía cenas cinematográficas, como uma queda de helicóptero no mar, e um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe se o novo governo mudou de ideia em relação à parceria e descontinuou o auxílio da Marinha. Em várias intervenções, o presidente Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. A última temporada teve suas gravações encerradas em março e estreia na sexta-feira (25/10) em streaming.

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  • Filme

    Democracia em Vertigem é indicado a prêmio da Associação Internacional de Documentário

    23 de outubro de 2019 /

    O documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, recebeu três indicações ao IDA Awards, prestigiada premiação realizada pela Associação Internacional de Documentário (IDA, na sigla em inglês), que vai acontecer em 7 de dezembro, em Los Angeles. Distribuído internacionalmente pela Netflix, o filme está concorrendo na categoria de Melhor Documentário do ano com mais nove produções e ainda disputa os prêmios de Roteiro e Direção com Petra Costa. Por coincidência, todos os cinco candidatos na categoria de Melhor Direção são mulheres. “Democracia em Vertigem” também foi indicado em duas categorias ao Critics Choice Documentary Awards, que vai revelar seus vencedores no dia 10 de novembro, em cerimônia em Nova York. No filme, a diretora faz um retrato do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, a partir de um ponto de vista pessoal, misturando sua história familiar com a trajetória política do país.

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  • Série

    Volta de Saiki Kusuo ganha trailer legendado

    23 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou os pôsteres japoneses e o trailer legendado do anime “Saiki Kusuo no Psi-nan: Reativado”, que na verdade é a 3ª temporada de “Saiki Kusuo no Psi-nan”, mais conhecido pelo título em inglês “The Disastrous Life of Saiki K.”. A prévia indica que a trama é continuação, ao relatar eventos que aconteceram anteriormente na saga de Saiki Kusuo. O mais curioso é que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix, assim como um especial que mostrou a suposta conclusão da série, lançado em dezembro passado. Criado em 2012 pelo mangaka Shūichi Asō como personagem de quadrinhos, Kusuo Saiki é um estudante do ensino médio que nasceu com poderes psíquicos como telepatia, psicocinese, teletransporte e outros. Apesar de possuir todos esses poderes, Saiki enfrenta diversas dificuldades causadas por eles, e por isso tenta evitar chamar atenção. A história segue Saiki enquanto ele tenta utilizar seus poderes de uma forma secreta para ter uma vida normal como estudante junto aos seus colegas da P.K. Academy. Como nos episódios anteriores, a série continua sendo produzida pela EGG Firm e J.C. Staff, com direção de Hiroaki Sakurai, roteiro de Michiko Yokote e design de personagens por Masayuki Onji. A estreia da “reativação” de Saiki Kusuo está marcada para 30 de dezembro.

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  • Série

    Levius: Adaptação do mangá de boxe “mecha” ganha trailer legendado

    23 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres internacionais e o trailer legendado de “Levius”, série animada japonesa sobre um esporte do “futuro”: o boxe cibernético – ou, na linguagem do anime, “mecha boxing”. O curioso, porém, é que a trama se passa numa versão alternativa do século 19, e toda a tecnologia é uma variação das máquinas a vapor, ao melhor estilo steampunk. A série é uma adaptação do mangá homônimo de Haruhisa Nakata, criado em 2013 e ainda publicado no Japão. A trama gira em torno do personagem-título, um jovem que perdeu a maior parte de sua família e um braço na guerra, e ao ganhar uma prótese mecânica se dedica aos treinamentos para virar lutador de “mecha boxing”. Levius não luta porque deseja fama ou glória, luta porque é a única maneira de um ciborgue como ele sobreviver no mundo. Além disso, ele é realmente bom nisso. A animação, que usa computação gráfica, tem direção de Hiroyuki Seshita (da recente trilogia anime de “Godzilla”) e Keisuke Ide (que trabalhou com Seshita em “Ajin”) e contará com 13 episódios em sua 1ª temporada. A estreia está marcada para 28 de novembro.

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  • Série

    Eden: Anime futurista da Netflix ganha primeiro teaser legendado

    23 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster japonês e o primeiro teaser legendado de “Eden”, minissérie animada de quatro capítulos que chega em 2020. A trama do anime se passa em um futuro distante, num mundo que habitado somente por robôs, porque os humanos foram extintos há muito tempo. A maioria dos robôs de Eden 3 sequer acredita que humanos existiram algum dia e os consideram um mito. Até que num dia aparentemente comum, dois robôs agrícolas esbarram em uma câmara criogênica que contém uma garotinha humana. Em um mundo que não está pronto para se reintegrar com humanos, os dois decidem criar a jovem Sara em segredo. “Eden” tem roteiro de Kimiko Ueno (de “Little Witch Academia”), direção de Yasuhiro Irie (“Fullmetal Alchemist: Brotherhood”) e produção da Qubic Pictures.

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  • Série

    Ninguém Tá Olhando: Série de anjos com Kéfera e Projota ganha primeiras fotos

    23 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras cinco fotos de “Ninguém Tá Olhando”, série de comédia brasileira que destaca em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”) e Projota (“Carcereiros”). Os oito episódios da série criada e dirigida pelo cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”) gira em torno de anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. Um deles é Uli (Victor Lamoglia, do canal “Parafernalha”), que se revolta contra as ordens arbitrárias que recebe diariamente. Por conta própria, Uli decide ajudar os humanos, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. Em poucas horas, o novato quebra todas as regras — mas, para sua surpresa, não é punido. Será que o chefe (deus?) está realmente de olho? O elenco também traz Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”) como anjos. “Ninguém Tá Olhando” é uma criação de Daniel Rezende em parceria com Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Além do cineasta, Fernando Fraiha (“Choque de Cultura”) e Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) também dirigem alguns episódios. A estreia está marcada para o dia 22 de novembro.

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  • Série

    Criador de Riverdale e Sabrina desenvolve séries de terror gótico para a HBO Max

    22 de outubro de 2019 /

    O produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, está desenvolvendo duas séries, uma delas para a plataforma de streaming HBO Max, que será lançada no ano que vem. O primeiro projeto se chama “The Shelley Society”, e é descrito como um “’Arquivo X’ vitoriano”. A série será uma mistura de romance adolescente com horror gótico, e acompanhará a jovem Mary Shelley, a autora de “Frankenstein”, enfrentando monstros e criaturas sobrenaturais. Sacasa vai escrever os roteiros com Tessa Leigh Williams e James DeWille, dupla de “Riverdale”. O segundo chama-se “The Brides” e é inspirado na saga de Drácula – especialmente em “As Noivas de Drácula”. Na verdade, “The Brides” é um projeto antigo, que chegou a ser apresentado para a rede americana NBC em 2015. As noivas de Dracula foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. Na época em que estava sendo cogitado pela NBC, o projeto era descrito como uma “reimaginação sexy” da história das três noivas de Drácula, que não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama iria acompanhar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Em sua nova versão, “The Brides” é apresentada como “uma novela de terror sobre um grupo de protagonistas femininas e seus conflitos familiares”. Os dois projetos têm produção de Greg Berlanti, parceiro de Aguirre-Sacasa em suas séries derivadas da Archie Comics. Por enquanto, apenas a primeira atração teve piloto encomendado, dentro do contrato de exclusividade de Berlanti e Aguirre-Sacasa com a WBTV (Warner Bros. Television). Para a série sair do papel, o piloto precisa ser aprovado.

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  • Série

    Netflix vai disponibilizar primeiro episódio de Irmandade de graça

    22 de outubro de 2019 /

    A Netflix vai disponibilizar o primeiro episódio de “Irmandade”, sua nova série original brasileira, gratuitamente no site oficial da plataforma, entre 25 de outubro a 22 de novembro. Tática parecida ajudou “Sintonia” a se tornar a segunda série brasileira mais vista da história do serviço de streaming. A trama de “Irmandade” se passa em São Paulo nos anos 1990. Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”) vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge, de “Cidade de Deus”) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Com produção da 02, a 1ª temporada terá oito episódios que estreiam na sexta-feira (25/10).

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  • Série

    Fundação: Série baseada em clássico sci-fi será estrelada por ator de Chernobyl

    22 de outubro de 2019 /

    A série baseada em “Fundação” (Foundation), ficção científica clássica do escritor Isaac Asimov, confirmou a escalação de Jared Harris (“Chernobyl”)como seu protagonista. Além dele, Lee Pace (“Capitã Marvel”) terá papel importante na trama. O projeto está sendo desenvolvido pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. Ele descobre que a atual forma de governo galáctico vai entrar em colapso em mil anos, mergulhando a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento seria perdido e o homem voltaria à barbárie, levando outros 40 mil anos para que recuperasse a civilização. Assim, passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar a humanidade e criar um novo império. Harris interpretará Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo ficcional unificado. Não é a primeira vez que esta trama é considerada material rico para uma série. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no streaming. Considerado um dos maiores escritores da ficção científica, Issac Asimov (1942-1993) formulou as chamadas “leis da robótica” e já teve um de seus livros mais conhecidos adaptados por Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. Ainda não há previsão de estreia da série na plataforma Apple TV+.

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  • Série

    Ator de Game of Thrones será vilão da série de O Senhor dos Anéis

    22 de outubro de 2019 /

    O ator Joseph Mawle, que viveu Benjen Stark em “Game of Thrones”, foi contratado para viver o vilão da série da Amazon baseada em “O Senhor dos Anéis”. Extraoficialmente, Mawle irá interpretar um personagem chamado Oren, que seria um dos principais vilões da série. Os detalhes não estão confirmados porque a Amazon se recusou a comentar a escalação e o papel. O ator vai se junta a Will Poulter (“Midsommar”), Maxim Baldry (“Years and Years”) e Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”) na atração, que será dirigida pelo cineasta espanhol J.A. Bayona (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”). Ainda sem título oficial, a série tem produção da dupla J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontou que a produção será um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Ainda não há previsão para a estreia da série.

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  • Filme

    Zack Snyder anuncia final das filmagens de seu novo filme de zumbis

    22 de outubro de 2019 /

    O diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) anunciou o final das filmagens de “Army of the Dead”, filme que marca sua volta aos zumbis e sua estreia na Netflix. O anúncio foi feito no fim de semana na rede social Vero, acompanhado por um foto do cineasta e de seus cinegrafistas no último dia de gravação no set. “Eu e meu incrível departamento de cinegrafistas esperando uma nuvem passar no último dia de filmagem. Isto é que é divertido”, escreveu Snyder. Veja o post original abaixo. A produção representa um retorno às origens para o diretor, que volta ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007 na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi transformada em roteiro por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também assina a produção com sua esposa, Deborah Snyder. Segundo o diretor, “Army of the Dead” deve chegar ao catálogo da Netflix no final de 2020.  

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  • Filme

    Joel Edgerton indica que pode voltar a viver o tio de Luke Skywalker em série do Disney+ (Disney Plus)

    22 de outubro de 2019 /

    A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) focada em Obi-Wan Kenobi, que trará Ewan McGregor de volta ao personagem, pode ter o retorno de mais um ator visto nos filmes de “Star Wars”. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) deu a entender que poderia voltar a encarnar Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, na atração. Ao final de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), o tio ficou com a guarda do bebê Luke no planeta Tatooine. Como os fãs do primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado de “Uma Nova Esperança” pela Lucasfilm, devem lembrar, é neste planeta que Obi-Wan se esconde, assumindo a identidade de Ben Kenobi, um eremita misterioso. Além disso, já foi confirmado que a série estrelada por Ewan McGregor vai se passar oito anos após “A Vingança dos Sith”. “Existe uma possibilidade muito real”, disse Edgerton, sobre a volta ao papel. O que deve ser considerado praticamente uma confirmação, já que o ator também deixou claro que não pode falar sobre qualquer detalhe sobre a série. “Provavelmente tem um assassino no telhado só esperando eu dizer alguma coisa que não deveria. Adoraria falar várias coisas, mas não vou”, afirmou.

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  • Série

    The Crown: Trailer legendado da 3ª temporada mostra monarquia britânica nos anos 1970

    21 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo legendado da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia situa exatamente quando a trama se passa, ao mencionar a comemoração do Jubileu da Rainha Elizabeth II, que aconteceu em 1977. A data também é conhecida pela forma como foi comemorada pela banda Sex Pistols – tocando “God Save the Queen” num barco diante do Parlamento, o que resultou em caos e na prisão de todos os envolvidos. Mas a música sonora usada no vídeo é de outra época, um cover de “The Times They Are a-Changin'”, hit de Bob Dylan de 1963. Será que a série vai ignorar o impacto cultural do punk rock? O trailer registra os distúrbios políticos da época, a greve dos mineiros e os vários protestos gerados pela crise econômica dos anos 1960 na Inglaterra. Mas dá mais importância aos bastidores da monarquia, destacando o sentimento de insignificância do Príncipe Charles, ofuscado por sua mãe e tia na corte real. Outro detalhe interessante é a forma como Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha, mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

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