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  • Série

    Temporada final de Lucifer será dividida em duas partes

    29 de outubro de 2019 /

    A Netflix vai dividir a última temporada de “Lucifer” em duas partes. Quem revelou a novidade foi o próprio astro da série, Tom Ellis, ao programa “The Kelly Clarkson Show”. “A 5ª temporada de ‘Lucifer’ será dividida em duas partes. A Netflix lançará oito episódios, depois fará uma pequena pausa, e aí lançará os outros oito episódios”, disse o ator durante uma visita da cantora/apresentadora e sua família ao set da produção. Veja abaixo. A plataforma tem adotado cada vez mais o costume de dividir temporadas em duas partes – uma prática comum na TV, que originou o termo “midseason”. Já fez isso, de forma assumida, em séries como “The Ranch” e “BoJack Horseman”, mas também escamoteia o costume, ao substituir a denominação “temporada” por “parte” em produções como “La Casa de Papel” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A temporada final de Lucifer teria inicialmente apenas 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. A estreia dos oito episódios iniciais está prevista para maio de 2020.

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  • Série

    The Mandalorian: Série live-action de Star Wars ganha novo trailer repleto de ação

    29 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. A prévia é narrada pelo personagem do cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”) e traz o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”) em meio a muitas cenas de ação. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, e o vídeo reforça essa sensação, ao apresentar o personagem-título como um caçador de recompensas espacial que atira primeiro e faz perguntas depois. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pascal. O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto. Os demais intérpretes do elenco também são vistos no trailer. A lista inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), o citado Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). A série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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  • Série

    The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha cinco pôsteres de personagens

    28 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou uma coleção de pôsteres de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As artes destacam os personagens principais da produção: o mandaloriano do título (vivido por Pedro Pascal, de “Narcos”), Cara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”), Greef Carga (Carl Weathers, o Apollo de “Rocky”), além do robô IG-11 e um alienígena chamado Kuiil. Uma curiosidade sobre o robô é que, embora similar a IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM, ele é inédito na franquia e será dublado na série pelo cineasta Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), que também assina um episódio como diretor. Já Kuiil é um Ugnaught, que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pedro Pascal. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). E vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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  • Série

    Drácula: Nova série dos criadores de Sherlock ganha primeiro teaser

    27 de outubro de 2019 /

    A rede britânica BBC divulgou o primeiro teaser de “Drácula”, série coproduzida pela Netflix, que revisita a famosa história de terror gótico de Bram Stoker. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que vão escrever todos os episódios, e traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) como o personagem-título. Por sinal, a produção de “Drácula” vai seguir o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia medieval vai parar na “moderna” Londres vitoriana, do final do século 19. Ainda sem previsão de estreia, “Drácula” retornará à TV seis anos após o cancelamento de uma série homônima da rede NBC, que trouxe Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. A atração será o primeiro projeto televisivo de Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e atualmente desenvolve uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO.

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  • Filme

    El Camino revela o que aconteceu com Jesse Pinkman

    27 de outubro de 2019 /

    O que aconteceu com Jesse Pinkman? “Breaking Bad” é uma série perfeita, mas deixou essa coceira nos fãs desde que Vince Gilligan encerrou a melhor produção norte-americana feita para o formato nesta década. A lacuna permitiu aos adeptos exercitarem a imaginação. Embora o passado não pudesse ser apagado, Jesse teria finalmente a chance de seguir adiante. Não exatamente com uma redenção, o que seria praticamente impossível. Mas ter a chance de recomeçar quando se tem a vida inteira pela frente? Bom, isso foi uma bênção de Vince Gilligan para o personagem. Porém, a polícia poderia pegá-lo. Ou matá-lo durante a fuga. Vai saber. O ponto é que, no fundo, todas as possibilidades deveriam estar corretas, contanto que o espectador escolhesse o caminho do otimismo ou do pessimismo. Em outras palavras, não havia necessidade de nenhuma continuação de “Breaking Bad”. Ninguém precisa confirmar o destino de Walter White nem saber como Skylar e Walter Jr. seguiram depois dos eventos do último episódio. Só que Vince Gilligan achou que ainda devia algo a Jesse Pinkman. E “El Camino: A Breaking Bad Movie” começa no exato momento em que deixamos o personagem imortalizado por Aaron Paul. Como esperado, o filme não faz a menor diferença. Parece somente um epílogo para Jesse, um longo apêndice de “Breaking Bad”, sem surpresas, em que o único objetivo é colocar um ponto final na saga do personagem. Por outro lado, Vince Gilligan acerta em não acrescentar qualquer coisa que mude o que vimos antes. Em resumo, não passa de aperitivo para os fãs. É como rever velhos amigos mesmo quando não temos nada a dizer no encontro. Quem nunca viu “Breaking Bad”, além de precisar de tratamento médico, deve passar longe de “El Camino”. Escrito e dirigido por Gilligan, o filme tem uma vantagem para quem gosta da série: parece que o tempo não passou. É como se tivessem filmado “El Camino” na sequência do último episódio de “Breaking Bad”. Curiosamente, com uma perspectiva mais reflexiva, meditativa do que na série, enquanto dá olá a alguns rostos conhecidos. Nunca de forma gratuita, mas para alavancar cada decisão seguinte de Jesse. Por mais que esse também seja o propósito de cada flashback, acho que Gilligan exagerou na dose com esse recurso geralmente preguiçoso. “Breaking Bad” nunca dependeu disso, de forma diferente de Lost. E isso deixou “El Camino” bem moroso. Mas OK. O filme pode não ser um exemplo do que Vince Gilligan é capaz de fazer como roteirista, mas certamente permite mostrar que o cara está cada vez melhor como diretor. Que ele sabe contar uma história visualmente, todos nós temos certeza. Mas caprichou demais na hora de posicionar a câmera em alguns pontos insanos, vide o duelo no finalzinho. Será interessante ver mais trabalhos de Vince Gilligan como diretor e roteirista, mas longe de “Breaking Bad”. Ele tem muito a acrescentar tanto na TV quanto no cinema. Da mesma forma que Aaron Paul, que merece mais chances. Aliás, o ator ainda deixa a impressão de que não desligou do personagem nem por um segundo. É de impressionar quando lembramos que Jesse vivia um bastante momento pesado da última vez que o vimos em “Breaking Bad”. É um belo trabalho de Aaron Paul que, aos poucos, dá a Jesse a paz que ele merece. É só notar sua expressão em sua última cena em “Breaking Bad” e em sua última cena em “El Camino”. A transição entre duas distintas sensações de liberdade mostradas pelo ator vale mais que toda a história contada neste filme.

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  • Série

    The Crown: Nova família real da série ganha pôsteres individuais

    26 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou cinco pôsteres individuais dos intérpretes da família real britânica na 3ª temporada da série “The Crown”. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970, e com isso promove uma mudança completa em seu elenco, com atores mais velhos nos papéis principais para refletir a passagem do tempo. Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha Elizabeth II, vivida por Claire Foy nas duas primeiras temporadas da série, Tobias Menzies (série “Outlander”) se tornou o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) a princesa Margaret – personagens anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, os cartazes destacam Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Erin Doherty (“Call the Midwife”) como sua irmã, a Princesa Anne. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

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  • Série

    Irmandade: Vídeo de bastidores traz depoimentos de Seu Jorge, Naruna Costa e Hermila Guedes

    26 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Irmandade”, série nacional estrelada por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) sobre uma facção criminosa nascida em presídios. A prévia traz depoimentos do elenco e cenas da trama, que se passa nos anos 1990 e traça paralelos com a fundação do PCC e as rebeliões nos presídios paulistas do período. Além de Seu Jorge, destacam-se no vídeo as participações de Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”) e Hermila Guedes (“Céu de Suely”). Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça (Pedro Wagner, de “Tungstênio”), passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção dos episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Os oito episódios da 1ª temporada foram disponibilizados na sexta (25/10) em streaming.

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  • Etc,  Série

    HBO Max pode não ser lançada no Brasil

    25 de outubro de 2019 /

    O Brasil pode ficar sem a plataforma de streaming HBO Max. Foi o que a WarnerMedia revelou, por meio de um comunicado a respeito de sua estruturação na América Latina. O texto aborda a compra da parte do parceiro Ole Communications na administração da HBO, MAX, Cinemax e HBO Go nos países de língua espanhola da América Latina e no Caribe. Essa transação tem o objetivo de preparar terreno para o lançamento do HBO Max, serviço de streaming que englobará todas as produções da Warner Bros. Mas a aquisição das cotas de parceiros latinos deixou de fora o Brasil, “devido à incerteza regulatória existente no país”. “Temos a opção de adquirir os negócios no Brasil, mas não faremos isso no momento”, diz o comunicado. “Como dissemos, investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país. Apoiamos e continuamos otimistas quanto aos esforços em andamento para alterar a lei do SeAC de sorte a garantir que o setor de mídia tenha uma estrutura regulatória clara e previsível que promova o investimento e a inovação”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011), citada no comunicado. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max.

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  • Série

    The Witcher: Série estrelada por Henry Cavill ganha novas fotos com batalhas e monstros

    25 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou oito fotos inéditas de “The Witcher”, que ilustram cenas de batalhas, monstros, feiticeiras e cenários congelados, que reforçam uma sensação de que “o inverno está chegando” – isto é, uma sensação de “Game of Thrones”. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual épico. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. As duas podem ser vistas, assim como Cavill, nas novas fotos abaixo. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Modern Love: Série romântica da Amazon é renovada para sua 2ª temporada

    25 de outubro de 2019 /

    O Amazon Prime Video anunciou a encomenda de uma 2ª temporada da série de “Modern Love”. Além da renovação, o estúdio Amazon firmou um contrato para desenvolvimento de novas produções com o cineasta John Carney (“Sing Street”), escritor, diretor e produtor executivo da atração. A série, que estreou globalmente no Prime Video em 18 de outubro, é uma antologia de histórias românticas que chama atenção por seu elenco hollywoodiano, encabeçado por Anne Hathaway (“Interestelar”). O projeto de “Modern Love” é baseado na famosa coluna homônima do jornal The New York Times, que trata de casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento é bem diverso, sem personagens fixos. Cada capítulo conta uma história romântica diferente inspirada por situação real, interpretada por astros de Hollywood num elenco rotativo. Outros atores do superelenco da 1ª temporada são Tina Fey (“30 Rock”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). “Desde sua estreia, na semana passada, a reação dos espectadores à série ‘Modern Love’ tem sido incrível. É um programa com muita emoção e calor – todos os episódios tocam o coração de uma maneira diferente”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios, em comunicado. “Estamos animados por poderemos levar aos nossos espectadores globais do Prime Video ainda mais das belas histórias de romance, amizade e família de ‘Modern Love'”. “Ter a aprovação para prosseguir com ‘Modern Love’ é uma grande oportunidade para continuarmos contando histórias de amor, enquanto abrimos a série para novas cidades e mundos. As possibilidades são realmente infinitas”, completou Carney. Veja abaixo o trailer original da série.

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  • Filme

    Lizzie McGuire: Revival da série clássica da Disney confirma volta do elenco original

    24 de outubro de 2019 /

    A Disney confirmou o retorno de toda a família de Lizzie McGuire na produção que vai reviver a série clássica de seu canal. Os atores Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltarão a viver os parentes da personagem de Hilary Duff no revival em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Hilary divulgou uma foto do reencontro em seu Instagram para marcar a ocasião – já revelando o set de gravações. Veja abaixo. A nova atração vai continuar as histórias da personagem-título, que tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltará às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, está à frente do projeto, que mostrará Lizzie morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação vai manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. ‘Estamos incrivelmente animados em trazer de volta uma das séries mais populares do Disney Channel em todos os tempos, além de alguns rostos amados e familiares”, disse Ricky Strauss, presidente de conteúdo e marketing da Disney+ (Disney Plus) em comunicado. “Com [a criadora da série original] Terri Minsky no comando e Hilary, Hallie, Robert e Jake de volta depois de todos esses anos, é uma honra receber a família McGuire na família Disney+ (Disney Plus)”. “Assim como não há Lizzie McGuire sem Hilary Duff, não há família McGuire sem Hallie, Robert e Jake”, acrescentou Gary Marsh, presidente e diretor de criação da Disney Channels Worldwide. “A série original ocupa um lugar especial no coração de muitos, e mal podemos esperar para apresentar aos fãs, antigos e novos, uma Lizzie mais velha, mais sábia e ainda perfeitamente imperfeita.” Ainda não há informações sobre quais outros ex-membros do elenco, incluindo os melhores amigos Gordo (Adam Lamberg) e/ ou Miranda (LaLaine), podem aparecer no revival, mas se esse anúncio de elenco for uma indicação, a Disney+ (Disney Plus) está fazendo o possível para dar fãs tudo (e todos) que eles querem. O revival ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram ? we are standing in what will soon be the McGuire living room. What’s up fam. We doin this #lizziemcguire #disneyplus Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff) em 24 de Out, 2019 às 2:18 PDT

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  • Série

    Manto e Adaga é cancelada e aumenta crise da Marvel Television

    24 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform cancelou “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger) após duas temporadas. Os últimos episódios foram exibidos em maio deste ano, mas os dois heróis do título ainda vão aparecer pela última vez num crossover inédito com a série “Fugitivos” (Runaways), que retorna em dezembro para sua 3ª temporada na plataforma Hulu. “Estamos muito orgulhosos de ‘Manto e Adaga’ e das histórias pioneiras contadas nesta série”, afirmou a Freeform em comunicado. “Também somos gratos aos atores Oliva Holt e Aubrey Joseph por dar vida a esses personagens amados, e ao showrunner Joe Pokaski por sua visão. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros da Marvel Television por duas maravilhosas temporadas e esperamos poder encontrar outro projeto juntos”, completa o texto. O cancelamento é praticamente a pá de cal na administração atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que estão sendo absorvidos numa nova estrutura sob o guarda-chuvas da Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada na semana passada. A informação sobre o fim de “Manto e Adaga”, por sinal, já devia ser conhecida pelos executivos da Disney na época – a Freeform é um canal do mesmo grupo de mídia. E pode ter contribuído para a decisão de mudar tudo. Por conta disso, há fortes boatos de que Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, vai sair da empresa em novembro. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, atualmente a Marvel Television tem apenas duas atrações no ar. E uma delas, “Agents of SHIELD”, vai acabar em 2020. A outra é “Fugitivos”. O estúdio ainda desenvolvia “Novos Guerreiros” e “Motoqueiro Fantasma”, que foram canceladas em fase de pré-produção, aumentando a crise na empresa. Entre projetos futuros, há apenas animações e “Helstrom”, uma série sobre o “Filho de Satã”, para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel. As séries anunciadas para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já estavam sendo produzidas por Kevin Feige. Agora, ele assumirá oficialmente o comando de todas as séries, coordenando as divisões da Marvel Television e Marvel Family Entertainment (responsável pelos desenhos da empresa). A transferência dessas duas divisões para a Marvel Studios representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado, ao lado de Loeb, como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis da Marvel. A Marvel Studios já era uma unidade independente da Marvel Entertainment, organizada sob a Walt Disney Studios desde que Feige ameaçou se demitir, caso Perlmutter prevalesse em sua vontade de impedir a produção dos filmes de “Pantera Negra” e “Capitão Marvel”. O sucesso desses filmes, feitos contra a vontade da Marvel Entertainment, fortaleceu Feige na Disney e diminuiu a influência de Perlmutter nas adaptações de quadrinhos. Agora, esse distanciamento se estabelece também na televisão.

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  • Filme

    Democracia em Vertigem é indicado ao prestigioso Gotham Awards

    24 de outubro de 2019 /

    A primeira grande premiação cinematográfica americana da temporada, o Gotham Awards 2019, anunciou seus indicados. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. E o documentário brasileiro “Democracia em Vertigem” entrou na lista. O filme de Petra Costa sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, também recebeu indicações ao IDA Awards, premiação realizada pela Associação Internacional de Documentário, e ao Critics Choice Documentary Awards, mas esta é sua primeira indicação numa competição de cinema em geral (isto é, não apenas de documentários). A produção compete com quatro outros documentários: “Indústria Americana”, título da Netflix produzido pelo casal Barack e Michelle Obama, “Apollo 11”, que aborda a missão que colocou o homem na Lua, “Midnight Traveler”, sobre a fuga de um cineasta afegão do Talibã, e “One Child Nation”, que examina as consequências da política chinesa que proibia famílias de terem mais de um filho. Os últimos sete vencedores do Gotham na categoria também foram indicados ao Oscar. Entre os longas de ficção, os títulos que se destacaram foram “História de um Casamento”, “Uncut Gems”, “The Farewell” e “The Last Black Man in San Francisco”. Todos tiveram três indicações. Os dois primeiros já estavam sendo incensados pela crítica, após passarem pelo circuito de festivais, em especial pela performance de seus atores. Adam Driver (mas não Scarlett Johansson) e Adam Sandler foram nomeados, respectivamente, por “História de um Casamento” e “Uncut Gems”. “The Farewell” e “The Last Black Man in San Francisco” foram surpresas, que podem ganhar impulso na temporada de premiações. O primeiro ainda deu holofotes para Awkwafina, indicada ao troféu de Melhor Atriz. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Domando o Destino” (2018). Três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme, um foi finalista e o mais recente nem sequer figurou na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos – mas rendeu à diretora Chloé Zhao um contrato com a Marvel. O Gotham Awards vai anunciar seus vencedores em 2 de dezembro, em cerimônia em Nova York. Confira abaixo a relação dos indicados. Melhor Filme The Farewell As Golpistas História de Um Casamento Uncut Gems Waves Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 Democracia em Vertigem Midnight Traveler One Child Nation Melhor Diretor Revelação Laure de Clermont-Tonnerre, por The Mustang Kent Jones, por Diane Joe Talbot, por The Last Black Man in San Francisco Olivia Wilde, por Fora de Série Phillip Youmans, por Burning Cane Melhor Roteiro Lulu Wang, por The Farewell Tarell Alvin McCraney, por High Flying Bird Jimmie Fails, Joe Talbot & Rob Richert, por The Last Black Man in San Francisco Noah Baumbach, por História de um Casamento Ari Aster, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite Melhor Ator Willem Dafoe, por O Farol Adam Driver, por História de Um Casamento Aldis Hodge, por Clemency André Holland, por High Flying Bird Adam Sandler, por Uncut Gems Melhor Atriz Awkwafina, por The Farewell Elisabeth Moss, por Her Smell Mary Kay Place, por Diane Florence Pugh, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite Alfre Woodard, por Clemency Melhor Ator Revelação Julia Fox, por Uncut Gems Aisling Franciosi, por The Nightingale Chris Galust, por Give Me Liberty Noah Jupe, por Honey Boy Jonathan Majors, por The Last Black Man in San Francisco Taylor Russell, por Waves Melhor Série Estreante de Capítulos Longos Chernobyl David Makes Man My Brilliant Friend Unbelievable Olhos Que Condenam Melhor Série Estreante de Capítulos Curtos PEN15 Ramy Boneca Russa Tuca & Bertie Undune

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