Netflix pretende oferecer games para assinantes
A Netflix planeja começar a oferecer games em sua plataforma a partir de 2022. Para isso, anunciou a contratação de Mike Verdu, ex-executivo da produtora de games EA (de títulos como FIFA e Apex) como presidente de desenvolvimento da nova divisão de games da plataforma. A empresa ainda não revelou se pretende criar títulos próprios ou oferecer games de terceiros. Nesse segundo caso, ela vai disputar mercado com a Microsoft, que, neste ano, colocou o Game Pass e o Xbox Cloud Streaming como pontos centrais de sua estratégia de crescimento – tentando criar o que muitos analistas chamaram, justamente, de “a Netflix dos games”. O novo serviço deve ser incluído dentro do pacote atual de assinaturas – ou seja, um único login e um único pagamento mensal darão acesso não apenas a filmes e séries, mas também a jogos. A ampliação dos negócios da empresa já tinha sido revelado em maio, quando a Netflix anunciou que buscava um executivo para a vaga que foi preenchida por Verdu. Anteriormente, a Netflix já havia se arriscado com o lançamento de programas interativos que tiveram boa repercussão, iniciando com o episódio “Bandersnatch”, da série “Black Mirror” em 2018. Além disso, também encomendou um game tradicional baseado na 3ª temporada de “Stranger Things”. A iniciativa da Microsoft pode ter chamado atenção para um filão ainda pouco explorado, que para a Netflix poderia suprir o esvaziamento constante e cada vez maior de seu catálogo, após o lançamento de plataformas rivais de streaming criadas pelos principais estúdios produtores de conteúdo de Hollywood.
“Os Padrinhos Mágicos” vão voltar como série live-action
A série animada “Os Padrinhos Mágicos” (2001–2017) vai ganhar um revival para a plataforma Paramount+. E assim como aconteceu com “Rugrats – Os Anjinhos”, os personagens clássicos da Nickelodeon não sofrer mudanças em sua transição para a era do streaming. Só que as alterações em “Os Padrinhos Mágicos” será ainda mais radicais que a animação computadorizada dos novos episódios de “Rugrats”. A série vai voltar em formato live-action. Ou melhor, como “um híbrido”, como descreveu Brian Robbins, executivo da Nickelodeon que é responsável pela programação infantil da Paramount+, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “É um híbrido em que os padrinhos são animados e todos os humanos são atores reais”, ele explicou. “Não dá pra fazer isso cem vezes, mas esse é o caso agora”, acrescentou Robbins, que também revelou planos para um especial de Natal live-action de “The Loud House”. A nova versão de “Os Padrinhos Mágicos” está atualmente em produção em Los Angeles, mas deve estrear ainda em 2021, mantendo Susanne Blakeslee e Daran Norris como dubladores dos padrinhos animados. O revival de “Os Padrinhos Mágicos” acontece quatro após o término do desenho, que durou dez temporadas na Nickelodeon. Criado por Butch Hartman, o desenho acompanhava os altos e baixos de Timmy Turner, menino de 10 anos, que contava com a ajuda de seus padrinhos mágicos, Cosmo e Wanda, para superar os obstáculos da vida – e criar confusões. Vale lembrar que a série já teve versão live-action. Três filmes — “Os Padrinhos Mágicos: O filme – Cresça, Timmy Turner” (2011), “O Natal dos Padrinhos Mágicos” (2012) e “A Fairly Odd Summer” (2014) —, contaram com o ator Drake Bell no papel de Timmy Turner. Bell não deve repetir o papel, não só porque já passou da idade, mas porque foi condenado nesta semana por comportamento impróprio com menor. Nos desenhos originais, Timmy era dublado por uma mulher, a atriz Tara Strong, que recentemente chamou atenção por seu trabalho como dubladora de Miss Minutes na série “Loki”.
Trailer de “Titãs” destaca a morte de Robin
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Titãs”, que revela o alcance ambicioso dos novos episódios. A prévia apresenta um dos momentos mais controvertidos da história dos quadrinhos: o assassinato de Robin pelo Coringa. A adaptação de infame história “Morte em Família” é o ponto de partida para a aposentadoria de Batman (Iain Glen) e a volta de Dick Grayson (Brenton Thwaites) a Gotham City, agora como o herói Asa Noturna, sem esquecer da introdução de um novo vilão, o Capuz Vermelho. Só que entre a publicação de “Morte em Família” (1988) e “Sob o Capuz” (2004) aconteceram quase duas décadas de histórias em quadrinhos. A série pretende fazer um resumão e ainda acrescentar tramas paralelas dos Titãs, como a luta entre Estelar (Anna Diop) e sua irmã vilã, Estrela Negra (Damaris Lewis), e a ressureição de Donna Troy, morta na 2ª temporada, mas que virou Troia após morrer como Moça-Maravilha nas páginas dos Titãs – depois disso, a história se complica ainda mais. De todo modo, a prévia sugere que o foco central será mesmo no trauma causado pela suposta morte de Jason Todd (Curran Walters), o segundo Robin, que serve também para introduzir Savannah Welch (“Boywood”) como a versão cadeirante de Barbara Gordon (a Batgirl/Oráculo), Vincent Kartheiser (“Mad Men”) no papel de Jonathan Crane (o vilão Espantalho) e Jay Lycurgo (“I May Destroy You”) como Tim Drake (o terceiro Robin). A estreia dos novos episódios foi marcada para 12 de agosto nos EUA. No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix.
Maisa anuncia fim das gravações de sua primeira série na Netflix
A atriz Maisa Silva anunciou o final das gravações de sua primeira série na Netflix, “De Volta aos 15” (DV15, como ela chama). “Primeiro ciclo encerrado em ‘DV15’ e eu não poderia estar mais grata. As lágrimas que derrubei inesperadamente ontem, são símbolo de gratidão, saudade, felicidade e um pouco de cansaço também”, ela revelou no Instagram, ao lado de vários registros. “De Volta aos 15” é um “De Repente 30” ao contrário, acompanhando uma mulher chamada Anita, que aos 30 anos não teve a vida que imaginava na adolescência. Ela queria sair da cidade pequena, viajar o mundo e conhecer muita gente, mas na verdade fez poucos amigos, foi morar em um apartamento pequeno e não tem vida amorosa. Anita volta à cidade natal para o casamento da irmã e, depois de eventos desastrosos, se refugia no quarto onde passou a adolescência. É quando, como mágica, volta a ser uma adolescente de 15 anos. A trama fantasiosa, originalmente apresentada no livro homônimo de Bruna Vieira, não é só fruto de muitas Sessões da Tarde (e de sessões da série “Do Over”, de 2002), mas também de leituras de Jane Austen, por transformar Anita numa típica Emma, que tenta consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior um boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela. Só que cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. A adaptação para série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento e gravada em Bananal, interior de São Paulo. Ao final das gravações, Maisa agradeceu a equipe da série: “Ao elenco maravilhoso que tornou tudo mais divertido, a Bruna Vieira por ter escrito um livro tão viciante e gostoso de ler, a todos os envolvidos no projeto e a Netflix Brasil por mais uma oportunidade!”. Ela ainda fez um segundo post para mostrar os profissionais envolvidos na produção “e tantos outros que não apareceram nesse registro”, despedindo-se com um “Até breve”. A série de seis episódios ainda não ganhou previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa)
Trailer mostra origem da maldição de “Rua do Medo”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado do final da trilogia de terror “Rua do Medo” (Fear Street). Intitulado “Rua do Medo: 1666”, o desfecho mostra a origem da maldição de Sarah Fier (Kiana Madeira, de “Gatunas”), levando a trama para a época da caça às bruxas do século 17. Inspirados na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil” (e autor também de “Goosebumps”), os três filmes têm direção de Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream) e estão sendo lançados semanalmente desde 2 de julho em streaming. O capítulo final chega nesta sexta (16/7).
Outer Banks: Trailer legendado retoma caça ao tesouro
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Outer Banks”. Além de mostrar a volta à caça ao tesouro, a prévia destaca muitas ameaças, correrias e tensão. O título da série é nome de uma sequência de ilhas estreitas da Carolina do Norte, nos EUA. A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. Tudo muda quando os protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna em ouro escondida que pode transformá-los em milionários. Os novos episódios vão encontrar John B e Sarah tido como mortos e vivendo como fugitivos nas Bahamas, enquanto seus amigos Kiara, Pope e JJ encaram novos inimigos em casa. A prévia entrega que a separação não dura muito tempo. “Outer Banks” é uma criação dos irmãos gêmeos Josh e Jonas Pate (criadores de “Surface”), em parceria com o produtor Shannon Burke (de “Sem Pistas”), e seu elenco inclui Chase Stokes (“Between Waves”), Madelyn Cline (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”), Madison Bailey (“Black Lightning”) Jonathan Daviss (“Age of Summer”) e Rudy Pankow (“Solve”), respectivamente nos papéis de John B, Sarah, Kiara, Pope e JJ, além de Caroline Arapoglou (“The Resident”), Adina Porter (“The 100”) e Charles Esten (“Nashville”) como o vilão da história. A estreia da 2ª temporada está marcada para daqui a duas semanas, em 30 de julho.
“Loki” é renovada e segue em “Doutor Estranho 2” e “Homem-Formiga 3”
O último capítulo de “Loki”, disponibilizado nesta quarta (14/7), deixou o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em caos. Com muita conversa e pouca ação, “For All Time. Always.” foi praticamente um episódio clássico de “Star Trek: A Nova Geração”, com direito a seu próprio Q. Mas se a revelação do homem por trás da cortina de Mágico de Oz da série foi anticlimática para dizer o mínimo, terá grandes ramificações. Embora o novo personagem não tenha sido nomeado, suas variantes virão com a capacidade destrutiva de um Thanos para uma nova Guerra (agora literalmente) Infinita. Afinal, o vilão até aqui sem nome oficial é um velho conhecido dos quadrinhos. A conclusão de “Loki” revelou que a série foi um grande prólogo para introduzir o próximo “big bad” da Marvel: Kang, o Conquistador. “Se você acha que eu sou mau, espere até ver minhas variantes”, avisou Aquele Que Permanece sem nome, interpretado por Jonathan Majors (de “Lovecraft Country”). O episódio se encerrou com um grande gancho repleto de consequências. E a pequena cena pós-créditos finais só reforçou a sensação de história inacabada, ao confirmar a renovação da série para a 2ª temporada. “Loki” vai continuar na Disney+, mas Loki, o personagem de Tom Hiddleston, também voltará ao cinema. Ele estará em março no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. Todas essas informações foram oficializadas após a exibição da season finale, mas já estavam espalhadas em notícias diversas. O segundo filme do “Doutor Estranho” vai lidar com toda a bagunça criada por Loki, que aparentemente teve sua existência apagada da memória dos agentes temporais da TVA – da humanidade? Mas a história não vai se encerrar aí. Afinal, a volta (ou a chegada da variante mais letal) do vilão introduzido na série também está confirmada para “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, em 2023. Na verdade, a escalação do ator Jonathan Majors foi anunciada para o filme dos heróis minúsculos. Mas muitos fãs perceberam que a narrativa de “Loki” tinha conexões com a história de Kang e poderia antecipar sua introdução no MCU – o que, de certa forma, acabou acontecendo na season finale. E quem é Kang? O personagem é bastante antigo. Criação de Stan Lee e Jack Kirby, Kang estreou na edição de número 8 dos Vingadores, publicada nos EUA em 1964, e sua trajetória se conecta a vários vilões clássicos da Marvel, como Doutor Destino, Apocalipse e até o próprio Thanos – cortesia de uma rivalidade com Nebulosa (Nebula) nos anos 1990 e uma obsessão pelas Jóias do Infinito. Além dos Vingadores, ele já enfrentou praticamente todos os personagens da Marvel, do Quarteto Fantástico ao Homem-Aranha, além de ter tentado se casar com Mantis, dos Guardiões da Galáxia. Originalmente um intelectual nascido no século 31, chamado Nathaniel Richards – e possível descendente de Reed Richards, o Homem-Elástico – , Kang descobriu como viajar no tempo e tentou governar o Egito, usando sua tecnologia futurista para ser adorado como um deus. Não contente, passou a buscar estabelecer seu domínio por outras eras, encontrando heróis da Marvel em cada uma delas. Em sua primeira aventura no século 20, ele chegou a raptar a Vespa, mas talvez a história mais interessante de sua fase inicial seja a que envolve impedir a formação dos Vingadores, mudando o passado para que Bruce Banner nunca se transforme no Hulk. Kang não tem superpoderes, mas seu intelecto avançado, acesso à tecnologia do século 40 e capacidade de viajar no tempo lhe dá grandes vantagens sobre seus oponentes. Além disso, ele sabe tudo o que vai acontecer, por encarar o presente como fatos históricos que, para ele, já aconteceram. O terceiro filme do “Homem-Formiga” voltará a ser dirigido por Peyton Reed, responsável pelos dois filmes anteriores, mas terá um roteirista novo: Jeff Loveness, que escreve a série animada “Rick & Morty”. Vejam só que coincidência: Michael Waldron, criador da série “Loki”, também era roteirista de “Rick & Morty”. Outro detalhe importante: Waldron é quem assina a história do segundo “Doutor Estranho”, que contará com aparição de Wanda pós-“WandaVision”. Como os leitores de quadrinhos sabem, Kang tem interesse especial na Feiticeira Escarlate, após descobrir que a chave para aumentar sua influência são os poderes de alteração da realidade manifestados por ela… E por falar em conexões do multiverso, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) ainda aparecerá em “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, filme que tem alimentado várias teorias sobre o encontro de variantes do herói. E que chega aos cinemas antes dos demais, em dezembro deste ano. Ainda antes disso, o multiverso criado em “Loki” será explorado na série animada “What If…”, que estreia em agosto na Disney+ com versões alternativas das principais sagas da Marvel. Entre outras revelações, o final da 1ª temporada de “Loki” serviu para mostrar principalmente que a narrativa central e a grande culpa pela Fase 4 do MCU é consequência exclusiva das ações de um certo personagem asgardiano de roupas verdes, também conhecido pelos fãs como… Sylvie (Sophia Di Martino). Agora, tudo indica que Loki, responsável por juntar os Vingadores como vilão na culminação da Fase 1 em 2012, deverá repetir a façanha mais uma vez, desta vez como herói, para derrotar Kang e salvar o multiverso. A contagem regressiva para “Vingadores 5” acaba de começar. Que “propósito glorioso”!
Vencedor do Festival de Sundance ganha trailer legendado
Vencedor do Festival de Sundance adquirido pela Apple TV+ em negócio milionário, “Coda” será lançado nos cinemas no Brasil. A Diamond Films divulgou o trailer oficial legendado da produção, que também recebeu um título nacional (bem convencional): “No Ritmo do Coração”. O título em inglês vem da sigla da organização internacional Children of Deaf Adults, e o nome também é usado no Brasil para se referir às pessoas que são ouvintes e têm pais surdos. Mas Coda ainda é uma expressão musical, correspondente à seção conclusiva de uma composição, e seu uso original reforça duplamente o tema da produção. O drama acompanha uma jovem musicista (Emilia Jones, de “Locke & Key”) de família surda, que se vê dividida entre perseguir sua paixão pela música e ser a conexão entre seus pais e o mundo auditivo. A prévia mostra claramente o dilema com cenas de partir o coração. Além de dois troféus de Melhor Filme – do Júri e do Público – , a produção também venceu o prêmio de Melhor Elenco e Melhor Direção no festival realizado em fevereiro passado. A direção é de Siân Heder, que estreou em Sundance em 2016 com “Tallulah”. “Coda” foi adquirido pela Apple por um preço considerado bastante elevado para os padrões do festival indie: US$ 25 milhões. E o detalhe é que o negócio foi fechado bem antes da premiação. Esperava-se que a Apple guardasse o filme para o Oscar, mas a estreia foi marcada já para 13 de agosto em streaming nos EUA. No Brasil, o rebatizado “No Ritmo do Coração” vai ter lançamento nos cinemas 40 dias depois, em 23 de setembro.
Super-heróis são a grande novidade do Emmy 2021
A tendência mais visível do Emmy 2021, além do aumento de diversidade e inclusão, foi a grande quantidade de indicações obtidas por séries de super-heróis. As produções do gênero surpreenderam com um total de 39 indicações. A surpresa, claro, não tem nenhuma relação com a qualidade das atrações, reverenciadas de forma quase unânime pela crítica – exceto por um comentarista piadista do UOL – , mas pelo preconceito histórico do Emmy em relação à conteúdos de fantasia. É importante lembrar que a primeira adaptação de quadrinhos de super-heróis indicada à prêmios da Academia de Televisão dos EUA foi “Watchmen”. E isto aconteceu no ano passado. Até 2019, o total de indicações obtidas por super-heróis no Emmy era zero. “Arrow”, por exemplo, acabou sem que o impressionante trabalho de seus dublês fosse reconhecido. Em conversa com o site Deadline, Frank Scherma e Maury McIntyre, respectivamente CEO e presidente da Academia, ponderaram que, além de eleitores mais jovens e integrados à indústria televisiva atual, um dos fatores responsáveis pela mudança em relação ao reconhecimento de produções de fantasia foi o fenômeno de “Game of Thrones”. A atração da HBO deixou claro que era para adultos com as primeiras cenas de nudez em sua temporada inaugural. Isto ajudou a estabelecer que conteúdo de fantasia não era só para crianças ou adolescentes, podendo ser apreciado por pessoas com idade para votar no Emmy. Para completar, a chegada da Disney+ trouxe os orçamentos – e os elencos – dos filmes da Marvel para as séries, o que elevou a qualidade técnica das produções. Mas as produções do Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, não foram as únicas reconhecidas. O humor ácido e violento de “The Boys”, atração da Amazon que se manifesta como uma sátira adulta do universo dos super-heróis, também obteve grande aceitação. Ao todo, “WandaVision” teve 23 indicações (uma a menos que “The Crown” e “The Mandalorian”, as mais nomeadas), seguida por “Falcão e o Soldado Invernal” e “The Boys”, ambas com cinco citações cada. A lista de adaptações de quadrinhos do Emmy 2021 também inclui “The Umbrella Academy” (4) e “Lucifer” (1) da Netflix, além de “Patrulha do Destino” (1) da HBO Max.
“Ted Lasso” vira série estreante com mais indicações ao Emmy em todos os tempos
“Ted Lasso” entrou para a história da televisão nesta terça-feira (13/7), ao receber 20 indicações ao Emmy 2021. A quantidade é recorde para uma série estreante. As 20 nomeações da comédia da Apple TV+ superam o recorde estabelecido há 11 anos, que pertencia à temporada inaugural de “Glee” na Fox, com 19 indicações. Co-criado, co-escrito e co-produzido pelo ator Jason Sudeikis e o roteirista Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”), “Ted Lasso” está na disputa dos principais prêmios de sua categoria, incluindo Melhor Série de Comédia, Ator (Sudeikis), Atriz Coadjuvante (Hannah Waddingham e Juno Temple), Ator Coadjuvante (Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Jeremy Swift), além de disputar três troféus de Melhor Direção e dois de Melhor Roteiro com episódios diferentes. A aprovação do Emmy se segue à consagração da série na temporada de premiações do inverno estendido da pandemia (dezembro-abril nos EUA), quando venceu três troféus do Critics Choice, dois WGA Awards (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e o SAG Award (do Sindicato dos Atores) para Sudeikis. Embora a Apple, assim como outros streamers, não divulgue dados de audiência, “Ted Lasso” é classificado como o programa mais assistido da plataforma nos EUA, Reino Unido, Austrália, Alemanha, México, França e Canadá, entre outros territórios, com a grande maioria dos espectadores acompanhando todos os episódios disponíveis. O programa gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. O mais curioso em relação à “Ted Lasso” é que o personagem e toda sua premissa já existia antes de virar série, tendo sido concebido em 2013 para comerciais do canal pago NBC Sports. A produção da Apple pegou a piada dos comerciais estrelados por Sudeikis e a estendeu para episódios e temporadas completas. Segundo a Apple, a atração foi responsável por atrair 25% novos assinantes ao serviço após seu lançamento em 14 de agosto do ano passado. A série retorna em 23 de julho e, graças à consagração, já se encontra renovada para a 3ª temporada.
Números do Emmy: HBO Max, “The Crown” e “The Mandalorian” lideram indicações
As séries “The Crown” e “The Mandalorian” lideram em número de indicações a disputa do Emmy Awards 2021, que visa premiar os melhores conteúdos e artistas televisivos/streamers do ano. Ambas tiveram 24 nomeações na premiação da Academia de Televisão dos EUA. As duas produções vão competir entre si pelo Emmy de Melhor Série de Drama, categoria que também inclui “The Handmaid’s Tale” (21 indicações), “Lovecraft Country” (18), “Bridgerton” (12), “Pose” (9), “This Is Us” (6) e “The Boys” (5). Igualmente acirrada está a disputa entre as minisséries, que coloca frente a frente “WandaVision” (23), “O Gambito da Rainha” (18), “Mare of Easttown” (16), “I May Destroy You” (9) e “The Underground Railroad” (7). Já a concorrência a Melhor Série de Comédia abre com grande vantagem de “Ted Lasso”, com 20 indicações, contra “Hacks” (15), “The Flight Attendant” (9), “O Método Kominsky” (5), “Black-ish” (5), “Cobra Kai” (4), “Pen15” (3) e o azarão “Emily em Paris” (2). Este ano, a HBO apresentou todos os seus candidatos como produções da HBO Max, fazendo com que a soma combinada de seus conteúdos de TV paga (94) e streaming (36) superassem os esforços dos concorrentes. Na batalha frontal com a Netflix, a vantagem foi de um título apenas, 130 contra 129, respectivamente. A guerra de números entre a HBO e a Netflix faz parte da História recente do Emmy, chegando a dominar as duas últimas edições. Em 2018, a Netflix superou pela primeira vez a concorrente com 112 indicações contra 108, mas no ano passado a HBO recuperou a coroa com 137 nomeações versus 118. A Netflix protestou contra o favorecimento à HBO Max (via consolidação de TV e streaming) em seu primeiro ano na premiação, mas o comunicado oficial da Academia de Televisão manteve a vantagem do rival. Os organizadores da premiação ainda apresentaram uma tabulação dos números de cada conglomerado, que colocou a Disney à frente de todos os outros, com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Mas só o número da Disney+ já seria suficiente para impressionar, comparado ao seu desempenho inaugural no ano passado – quanto somou 19 nomeações. O sucesso da plataforma é puxado pelas séries “The Mandalorian” (24), “WandaVision” (23), “Falcão e o Soldado Invernal” (5) e o telefilme/especial “Hamilton” (12). A Apple TV+ (35) e a Hulu (25) também registraram grande representatividade, puxados, respectivamente, pelos sucessos de “Ted Lasso” (20) e “The Handmaid’s Tale” (21). Em compensação, a Amazon submergiu. Graças a “The Underground Railroad” (7), ainda conseguiu assegurar 18 nomeações, sem entretanto impedir o forte declínio em relação as 30 citações do ano passado. O pior desempenho de streaming ficou para a recém-lançada plataforma Peacock, que obteve apenas duas indicações. Com a supremacia do streaming, a TV convencional vê seu prestígio diminuir ainda mais, ocupando menos vagas que HBO Max e Netflix: 102 somadas por todas as redes no Emmy, bem menos que as 121 do ano passado. O NBC lidera entre os canais abertos, graças ao humorístico “Saturday Night Live” (21), ao reality “The Voice” (7) e à série “This Is Us” (6). Mas é a TV paga, após a “conversão” da programação da HBO em catálogo de streaming, quem mais sofreu o impacto da concorrência online, disputando somente 51 prêmios com os canais FX (16), VH1 (11), Nat Geo (10), Bravo (8) e Showtime (6). Veja a lista realmente completa com todos os indicados aqui. O Emmy Awards 2021 será entregue em uma cerimônia em Los Angeles no dia 19 de setembro, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”).
Confira a única lista realmente completa dos indicados ao Emmy 2021
A Academia de Televisão dos EUA divulgou nesta terça (13/7) a lista dos indicados à 73ª edição de sua premiação anual, os Emmy Awards. A cerimônia da entrega dos troféus acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”). As indicações refletem o aumento das opções de streaming, com muitas atrações da Disney+, HBO Max, Paramount+, Hulu, Apple TV+ e até Peacock, que diluíram muito o predomínio crescente da Netflix e Amazon, tendência dos últimos anos. Na verdade, com a lista completa é possível perceber que até a referência da Academia mudou, reconhecendo a grande vantagem do conglomerado Disney com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Entre as plataformas individuais, a mais lembrada foi a HBO Max com 130 nomeações, seguida de perto pela Netflix, com 129. Mas esses números são polêmicos, porque a HBO soma à sua plataforma 94 produções feitas para a TV paga (a HBO tradicional). A grande maioria dos sites brasileiros publicaram só as principais categorias de indicados, o que não permite avaliar o quadro completo da premiação. Apenas a Pipoca Moderna traz a relação integral. Graças a isso, nossos leitores são os únicos a saber que o cineasta Spike Lee concorre ao Emmy, a recém-falecida Jessica Walter foi reconhecida por sua trabalho como dubladora, o especial de reencontro de “Friends” disputa quatro troféus, as músicas originais de “WandaVision” e “The Boys” emplacaram na categoria de Melhor Canção, os documentários musicais de Billie Eilish, David Byrne, Bee Gees e Tina Turner estão entre os mais citados da premiação, além de conhecer quais são as melhores séries de animação, séries documentais, os diretores e roteiristas indicados, entre muitas e muitas outras categorias. Confira abaixo do vídeo dos anúncios principais a única lista realmente completa dos indicados aos Emmy Awards 2021. Melhor Série – Drama “The Boys” “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Madalorian” “Pose” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Black-ish” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “Hacks” “The Flight Attendant” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Oslo” “Robin Roberts Presents: Mahalia” “Sylvie’s Love” “Uncle Frank” Melhor Ator – Série de Drama Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Regé-Jean Page (“Bridgerton”) Billy Porter (“Pose”) Matthew Rhys (“Perry Mason”) Sterling K. Brown (“This is Us”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Giancarlo Esposito (“The Mandalorian”) O-T Fagbenie (“The Handmaid’s Tale”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown”) Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”) Chris Sullivan (“This Is Us”) Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz – Série de Drama Uzo Aduba (“In Treatment”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Mj Rodriguez (“Pose”) Jurnee Smollett (“Lovecrafty Country”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson, “The Crown” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emerald Fennell, “The Crown” Madeline Brewer, “The Handmaid’s Tale” Ann Dowd, “The Handmaid’s Tale” Yvonne Strahovski, “The Handmaid’s Tale” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Aunjanue Ellis, “Lovecraft Country” Melhor Ator – Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) William H. Macy (“Shameless”) Jason Sudeikis (“ted Lasso”) Kenan Thompson (“Kenan”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Bowen Yang (“Saturday Night Live”) Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Brendan Hunt (“Ted Lasso”) Nick Mohammed (“Ted Lasso”) Jeremy Swift (“Ted Lasso”) Paul Reiser (“O Método Kominsky”) Carl Clemons-Hopkins (“Hacks”) Melhor Atriz – Série de Comédia Aidy Bryant (“Shrill”) Kaley Cyuoco (“The Flight Attendant”) Allison Janney (“Mom”) Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) Jean Smart (“Hacks”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Cecily Strong (“Saturday Night Live”) Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) Rosie Perez (“The Flight Attendant”) Hannah Einbinder (“Hacks”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Juno Temple (“Ted Lasso”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Leslei Odom, Jr (“Hamilton”) Paul Bettany (“Wandavision”) Hugh Grant (“The Undoing”) Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diigs (“Hamilton”) Jonathan Groff (“Hamilton”) Anthony Ramos (“Hamilton”) Thomas Brodie-Sangster (“O Gambito da Rainha”) Evan Peters (“Mare of Easttown”) Paapa Essiedu (“I May Destroy You”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Michaela Coel (“I May Destroy You”) Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) Elizabeth Olsen (“WandaVision”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Jean Smart (“Mare of Easttown”) Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Kathryn Hahn (“WandaVision”) Phillipa Soo (“Hamilton”) Renee Elise Goldsberry (“Hamilton”) Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Convidado – Série de Drama Don Cheadle (“Falcão e o Soldado Invernal”) Charles Dance (“The Crown”) Timothy Olyphant (“The Mandalorian”) Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Carl Weathers (“The Mandalorian”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale”) Claire Foy (“The Crown”) McKenna Grace (“The Handmaid’s Tale”) Sophie Okonedo (“Ratched”) Phylicia Rashad (“This Is Us”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Morgan Freeman (“The Kominsky Method”) Daniel Kaluuya (“Saturday Night Live”) Daniel Levy (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Jane Adams (“Hacks”) Yvette Nicole Brown (“A Black Lady Sketch Show”) Bernadette Peters (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Issa Rae (“A Black Lady Sketch Show”) Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Kristen Wiig (“Saturday Night Live”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Conan” “The Daily Show com Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight com John Oliver” “The Late Show com Stephen Colbert” Melhor Reality Show de Competição “The Amazing Race” “Nailed It” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice” Melhor Reality Show Estruturado “Antiques Roadshow” “Property Brothers: Forever Home” “Queer Eye” “Running Wild With Bear Grylls” “Shark Tank” Melhor Reality Show sem Estrutura “Becoming” “Below Deck” “Indian Matchmaking” “RuPaul’s Drag Race Untucked” “Selling Sunset” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside” “David Byrne’s American Utopia” “8:46 – Dave Chappelle” “Friends: The Reunion” “Hamilton” “A West Wing Special to Benefit When We All Vote” Melhor Especial de Variedades ao Vivo “Celebrating America – An Inauguration Night Special” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “The Pepsi Super Bowl LV Halftime Show Starring The Weeknd” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “My Next Guest Needs No Introduction with David Letterman” “Oprah with Megan and Harry: A CBS Primetime Special” “Stanley Tucci: Searching For Italy” “United Shades Of America with W. Kamau Bell” “VICE” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness (“Queer Eye”) Nicole Byer (“Nailed It!”) Barbara Corcoran, Mark Cuban, Lori Greiner, Robert Herjavec, Daymond John, Kevin O’Leary (“Shark Tank”) Tom Colicchio, Padma Lakshmi, Gail Simmons (“Top Chef”) RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “Bob’s Burgers” “Genndy Tartakovsky’s Primal” “The Simpsons” “South Park: The Pandemic Special” Melhor Produção Animada em Curtas “Love, Death + Robots” “Maggie Simpson In: The Force Awakens From Its Nap” “Once Upon a Snowman” “Robot Chicken” Melhor Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” “Boys State” “Framing Britney Spears” “The Social Dilemma” “Tina” Melhor Série Documental “Allen v. Farrow” “American Masters” “City So Real” “Pretend It’s A City” “Secrets Of The Whales” Mérito Excepcional em Documentário “Dick Johnson Is Dead” “76 Days” “Welcome To Chechnya” Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “The Flight Attendant” “The Handmaid’s Tale” “Mare Of Easttown” “The Undoing” “Yellowstone” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “The Mandalorian” “Perry Mason” “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “Emily em Paris” “Hacks” “Ted Lasso” “United States of Al” “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” “The Masked Singer” “RuPaul’s Drag Race” “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “Friends: The Reunion” “78th Annual Golden Globe Awards” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Casting – Série de Comédia “The Flight Attendant” “Hacks” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” Melhor Casting – Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Casting – Reality Show “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” “Shark Tank” “Top Chef” “The Voice” Melhor Coreografia – Variedades “Christmas In Rockefeller Center” “Dancing With The Stars” – Routines: Argentine Tango “Dancing With The Stars” – Routines: Paso Doble “The Disney Holiday Singalong “Savage X Fenty Show Vol. 2” “World Of Dance” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Genius: Aretha” “Lucifer” “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Black Man In A White World / Tightrope “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Hello Dolly / Starships / Let’s Get Loud” Melhor Coreografia – Sitcom “Call Me Kat” “The Conners” “Country Comfort” “Last Man Standing” “The Upshaws” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “Grown-ish” “Hacks” “Made For Love” “The Mandalorian” “Servant” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “Bridgerton” “The Crown” “Euphoria” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Perry Mason” “The Umbrella Academy” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “Fargo” “Mare Of Easttown” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” – Mangrove “The Underground Railroad” Melhor Fotografia – Documentário “City So Real” “David Attenborough: A Life On Our Planet” “Dick Johnson Is Dead” “Rebuilding Paradise” “Secrets Of The Whales” “The Social Dilemma” Melhor Fotografia – Reality Show “The Amazing Race” “Deadliest Catch” “Life Below Zero” “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” Melhor Comercial “Airpods Pro” — Jump “Alexa’s Body” – Amazon Alexa “Better | Mamba Forever” – Nike “It Already Does That” – Apple Watch Series 6 “You Can’t Stop Us” – Nike “You Love Me” – Beats by Dre Melhor Figurino – Produção de Época “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “O Gambito da Rainha” “Ratched” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “The Umbrella Academy” “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Black-ish” “Euphoria” “Hacks” “I May Destroy You” “Mare Of Easttown” “The Politician” “Pose” Melhor Direção – Série de Comédia James Burrows (“B Positive”) Susanna Fogel (“The Flight Attendant”) Lucia Aniello (“Hacks”) James Widdoes (“Mom”) Zach Braff (“Ted Lasso”) MJ Delaney (“Ted Lasso”) Declan Lowney (“Ted Lasso”) Melhor Direção – Série de Drama Julie Anne Robinson (“Bridgerton”) Benjamin Caron (“The Crown”) Jessica Hobbs (“The Crown”) Liz Garbus (“The Handmaid’s Tale”) Jon Favreau (“The Mandalorian”) Steven Canals (“Pose”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Thomas Kail (“Hamilton”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Sam Miller (“I May Destroy You”) Craig Zobel (“Mare Of Easttown”) Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Barry Jenkins (“The Underground Railroad”) Matt Shakman (“WandaVision”) Melhor Direção – Variedades Christopher Werner (“Last Week Tonight With John Oliver”) Alexander J. Vietmeier (“Late Night With Seth Meyers”) Jim Hoskinson (“The Late Show With Stephen Colbert”) Paul G. Casey (“Real Time With Bill Maher”) Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Spike Lee (“David Byrne’s American Utopia”) Julia Reichert, Steven Bognar, Dave Chappelle (“8:46 – Dave Chappelle”) Ben Winston (“Friends: The Reunion”) Thomas Schlamme (“A West Wing Special To Benefit When We All Vote”) Melhor Direção – Documentário Kirby Dick, Amy Ziering (“Allen v. Farrow”) Frank Marshall (“The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart”) Amanda McBaine, Jesse Moss (“Boys State”) Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Jeff Orlowski (“The Social Dilemma”) Dan Lindsay, TJ Martin (“Tina”) Melhor Direção – Reality Show Bertram van Munster (“The Amazing Race”) Mark Perez (“Queer Eye”) Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Ariel Boles (“Top Chef”) Alan Carter (“The Voice”) Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Avalanche “The Crown” – Fairytale “The Handmaid’s...
Wallis Day pode voltar como Batwoman
A season finale de “Batwoman” não foi a despedida de Wallis Day da série. Embora o final da 2ª temporada tenha sido marcado pela saída de sua personagem de Gotham City, ela revelou nesta segunda (12/7), em entrevista à revista The Hollywood Reporter, que “as portas estão definitivamente abertas” para seu retorno. Wallis Day fez um sucesso inesperado ao interpretar uma nova versão de Kate Kane, a Batwoman original, que na trama sofreu lavagem cerebral e cirurgia plástica para substituir a desistente Ruby Rose no papel principal. Após o desempenho da atriz, muitos consideraram que a mudança de intérprete deveria ter sido a escolha original da produção. Mas a showrunner Christine Dries preferiu introduzir uma nova personagem, Ryan Wilder, e mostrar sua evolução até virar uma segunda Batwoman. Vivida por Javicia Leslie, Ryan Wilder continua a ser a Batwoman da série. A ideia de trazer Kate Kane de volta não foi uma iniciativa para substituir Wilder, mas uma forma encontrada por Dries para evitar matar a personagem após Ruby Rose abandonar a série. O objetivo era dar uma despedida satisfatória à Kate Kane, que assim teria um final alternativo. Mas Kate saiu de “Batwoman” com uma missão que pode trazê-la de volta na 3ª temporada, conforme insinuou a reportagem do Hollywood Reporter. Ela sobe em sua motocicleta para descobrir o que aconteceu com seu primo Bruce Wayne (o Batman), que na premissa da série se encontra desaparecido há vários anos. A nova intérprete de Kate Kane também causou forte impressão positiva na equipe de produção. Wallis Day teria requisitado e lido todos os roteiros produzidos para a 1ª temporada, dizendo preferir saber como era Batwoman no papel, em vez de apenas ver a versão da personagem filtrada pela perspectiva de Ruby Rose. “Era muito importante pra mim não apenas continuar o que havia sido mostrado na tela em termos de química e relacionamentos, mas o que realmente havia sido escrito. E quando li e explorei as relações que Kate tinha com os outros personagens, pude entender essa dinâmica e interpretá-la do meu jeito. Pude perceber que tipo de relacionamento eles tinham, o que realmente ajudou”, ela contou. Ao final, ela foi capaz de recriar a química com o elenco como se tivesse participado de toda a série. O último capítulo da temporada foi ao ar em 27 de junho nos EUA e chegou ao Brasil na sexta-passada (9/7) pela HBO e HBO Max.












