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  • Filme

    Monica Iozzi vai estrelar “Novela” na Amazon

    9 de agosto de 2021 /

    A Amazon anunciou a produção de uma nova série brasileira para o Prime Video. Apesar do título, “Novela” é uma série de comédia estrelada por Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”). Desenvolvida pela VIS Américas, empresa da ViacomCBS, e com produção da Porta dos Fundos, a série vai contar a história de Isabel, roteirista que sonha se tornar autora de uma telenovela do horário nobre. Prestes a realizar esse sonho, ela acaba sendo traída por seu mentor, Lauro, um autor bem estabelecido, mas fora de forma, que aproveita a oportunidade para estabelecer seu próprio sucesso na prestigiada faixa de horário da TV brasileira. Quando Isabel decide enfrentá-lo, no dia de estreia, ela acaba entrando magicamente em sua novela como protagonista. A trama lembra uma combinação de “A Rosa Púrpura do Cairo” com a controvérsia bem real que aconteceu nos bastidores de “O Sétimo Guardião” sobre a autoria da produção da Globo, supostamente desenvolvida por alunos de um curso de Aguinaldo Silva. Rendeu processo. A equipe criativa de “Novela” destaca o cineasta João Falcão (“Fica Comigo esta Noite”) como showrunner, roteirista e diretor, além de uma sala de roteiristas comandada por Valentina Castello Branco (“Me Chama de Bruna”), que inclui Gabriel Esteves (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), Débora Guimarães (“Impuros”) e Mariana Pinheiro (“Hoje é Dia de Maria”). A produção executiva é de Tereza Gonzalez (“A Primeira Tentação de Cristo”) e a série também vai contar com direção de Gigi Soares (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou”) e Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”). Primeira série de comédia brasileira da Amazon, “Novela” será disponibilizada simultaneamente “em 240 países e territórios em todo o mundo” para os assinantes Prime. Ainda sem previsão de estreia, a produção se junta aos dramas “Manhãs de Setembro” e “Dom” entre o acervo brasileiro original da plataforma.

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  • Série

    “Ilha de Ferro” chega na Globo três anos após estrear na Globoplay

    9 de agosto de 2021 /

    Quase três anos depois de estrear no Globoplay, “Ilha de Ferro” finalmente começa a ser exibida em sua íntegra na TV aberta. A estreia acontece na noite desta segunda (9/8) na Globo. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e misturava romance, política e thriller com um cenário inusitado: uma plataforma de petróleo em alto mar. O mais impressionante é que a plataforma de 3 mil m² foi construída nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões. Com investimento alto e elogios até da revista americana Variety, que a considerou uma das melhores séries do mundo em 2018, a produção acabou cancelada de forma abrupta, antes da estreia do segundo ano de produção e com os roteiros da 3ª temporada em desenvolvimento. A explicação da Globoplay para o primeiro cancelamento de sua programação foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. A fama de série mais cara do Brasil incluiu várias cenas de fôlego cinematográfico, como uma queda de helicóptero no mar, mas também dependia de um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe – mas é fácil especular – se o governo interrompeu a parceria e descontinuou o auxílio da Marinha após a posse de Bolsonaro em 2019. Em vários discursos de cercadinho, Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Acompanhando o cotidiano de profissionais da plataforma de petróleo, entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme, a série destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”), Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e o veterano Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. Veja abaixo o novo trailer da série para a estreia na Globo.

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  • Série

    Animaniacs: Novos episódios ganham data de estreia

    8 de agosto de 2021 /

    A plataforma Hulu produziu um novo vídeo de “Animaniacs” para anunciar a data de estreia da 2ª temporada. Os novos episódios vão estrear em 5 de novembro, um ano após a reestreia do programa, que foi revivido em novembro passado, quando completou 22 anos fora do ar. A 2ª temporada fazia parte do contrato original entre a Hulu e as produtoras Warner Bros. Animation e Amblin Television (do cineasta Steven Spielberg), que garantiu dois anos de produção inicial. Mas o sucesso dos primeiros episódios foi tanto que a série já tem uma 3ª temporada confirmada. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e passaram a morar em segredo na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A cultuada série animada dos anos 1990 também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltaram em novos desenhos à sua missão contínua para dominar o mundo. O revival conta com os dubladores originais e com o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).

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  • Música,  Série

    Carlinhos Brown vai ganhar série documental

    8 de agosto de 2021 /

    A carreira de Carlinhos Brown vai ser transformada numa série, que também examinará a ancestralidade do artista baiano. Intitulada “Carlinhos Brown, Batuque Ancestral” a série terá quatro episódios e vai mergulhar em dois séculos de história para remontar os caminhos que formaram o artista. A partir de depoimentos, imagens de arquivo e trechos de animação, a série pretende relacionar a infância humilde do cantor e sua alfabetização aos 16 anos com os obstáculos que seus antepassados tiveram que enfrentar. A pesquisa traça desde um tataravô jurista que fugiu da Bahia suspeito de participar da Sabinada, deixando para trás um filho bastardo — bisavô de Brown — até chegar à ascensão do músico ao estrelato. As gravações começam no ano que vem em coprodução internacional da Giros Filmes e da americana Wild House, com direção geral de Belisário Franca, codiretor de “Revolta dos Malês”. A Wild Horse Pictures esteve à frente de um projeto sobre samba que Carlinhos Brown gravou junto com Gloria Estefan para a Netflix, o que pode indicar para qual plataforma o projeto está sendo desenvolvido.

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  • Série

    2ª temporada de “Belas Maldições” já começou a ser gravada

    8 de agosto de 2021 /

    O diretor Douglas Mackinnon revelou que a 2ª temporada de “Belas Maldições” (Good Omens) começou a ser gravada. Ele publicou no Twitter a foto de um capacete de obras com seu nome e o logo da nova temporada. O escritor Neil Gaiman anunciou a produção de uma inesperada continuação da minissérie original da plataforma Amazon Prime Video em junho passado. A nova história será inédita, já que todo o livro original, escrito por Gaiman em parceria com Terry Pratchett, foi adaptado na produção original. A trama acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, vividos por Michael Sheen (“Masters of Sex”) e David Tennant (“Doctor Who”), que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem se juntar para impedir o apocalipse. Apesar da história ter sido concluída, vale lembrar que, numa entrevista de 2017 no set da produção, Gaiman chegou a mencionar ter esboçado planos para uma continuação com Pratchett, que os dois nunca tiraram do papel – em parte porque Pratchett morreu em 2015. A nova temporada contará com seis episódios e ainda não tem previsão de estreia. pic.twitter.com/V3xkYJ4qF9 — Douglas Mackinnon (@drmuig) August 6, 2021

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  • Filme

    “O Esquadrão Suicida” lidera mas não anima bilheterias dos EUA

    8 de agosto de 2021 /

    “O Esquadrão Suicida” estreou em 1ª lugar nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, marcando a primeira liderança de um filme “R-Rated” (para maiores nos EUA) desde o começo da pandemia, em março de 2020. Mas a arrecadação de US$ 26,5 milhões foi menor do que a esperada para um lançamento em 4.002 cinemas e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho reflete o temor pela variante delta do coronavírus, que tem causado aumento de internações nos EUA, e o lançamento simultâneo na HBO Max. Ao contrário de “Viúva Negra”, que cobrava ingresso digital, “O Esquadrão Suicida” chegou ao streaming de graça para os assinantes americanos da plataforma da WarnerMedia. No mercado internacional, “O Esquadrão Suicida” arrecadou mais US$ 35 milhões de 70 países. Como já tinha sido lançado em alguns territórios na semana passada, seu total global está em US$ 72,2 milhões. Mesmo muito longe de recuperar o investimento de US$ 185 milhões em sua produção – sem contar os elevados custos de P&A (divulgação e marketing) – , o longa dirigido por James Gunn saiu-se melhor que o lançamento anterior da DC Comics, “Mulher-Maravilha 1984”. Disponibilizado no auge da pandemia, “Mulher-Maravilha 1984” fez só US$ 16,7 milhões no fim de semana de Natal, nos EUA e Canadá. E também foi lançado simultaneamente na HBO Max. “A performance deste fim de semana de ‘O Esquadrão Suicida’ mostra mais uma vez a imprevisibilidade de um mercado cinematográfico cujo sucesso aumenta e diminui com base em um conjunto de fatores díspares em constante evolução, incluindo não apenas as métricas usuais, mas também o impacto de uma pandemia preocupante sobre o comportamento do consumidor”, disse Paul Dergarabedian da Comscore. “É claro que o lançamento simultâneo em streaming de qualquer filme tem implicações, mas no ambiente de hoje é muito simplista analisar o desempenho de um filme com base apenas nessa variável, já que há muitas outras.” As notícias sobre a variante delta passaram a ocupar os noticiários dos EUA depois da estreia de “Viúva Negra”, que bateu o recorde de bilheteria da pandemia, com US$ 80 milhões. Mas o que parecia assinalar o reaquecimento do mercado foi rapidamente afetado pelas manchetes de agosto, levando ao fraco desempenho de “Jungle Cruise” na semana passada e à baixa venda de ingressos para a adaptação dos quadrinhos da DC Comics neste fim de semana. Líder no levantamento anterior, “Jungle Cruise” ficou com o 2º lugar neste domingo (8/8), com US$ 15,7 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme já faturou US$ 65,3 milhões nos EUA e Canadá e atingiu um total de US$ 121,8 milhões globalmente – sem contar os US$ 30 milhões revelados pela Disney em streaming no fim de semana passado. O terror “Tempo” ficou num distante 3º lugar em seu terceiro fim de semana na América do Norte, com US$ 4,1 milhões, para chegar a US$ 38,5 milhões domésticos e US$ 65,2 milhões mundiais. Em 4º lugar, “Viúva Negra” somou mais US$ 4 milhões. O filme que levou Scarlett Johansson a processar a Disney já faturou US$ 174,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 359,8 milhões em todo o mundo – sem contar as sessões pagas da Disney+. O Top 5 se fecha com “Stillwater”, filme estrelado por Matt Damon e ainda inédito no Brasil, com US$ 2,9 milhões e um total de US$ 10 milhões em 10 dias. “Stillwater” tem estreia prevista no Brasil para 2 de setembro.

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  • Série

    Dopesick: Série com Michael Keaton denuncia fraude que viciou EUA em remédios

    7 de agosto de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o trailer de “Dopesick”, minissérie repleta de astros famosos, que denuncia uma grande fraude da indústria farmacêutica. Antes da polêmica da Cloroquina no Brasil, houve o escândalo da OxyContin, que deixou a população americana viciada em remédios analgésicos e deu origem a uma grande crise médica e social nos EUA. Adaptação do best-seller homônimo de Beth Macy, a minissérie é criação de Danny Strong (co-criador de “Empire”) e está sendo dirigida pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rain Man”). Já o elenco é encabeçado por ninguém menos que Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). Ele vive Samuel Finnix, um médico à moda antiga, que aborda sua prática com bondade e compaixão, mas se vê envolvido no segredo mortal da indústria farmacêutica. A participação marca o primeiro papel de Keaton numa minissérie desde “The Company”, em 2007. Além dele, a série conta com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), John Hoogenakker (“Jack Ryan”), Kaitlyn Dever (“Fora de Série”), Will Chase (“Objetos Cortantes”), Phillipa Soo (“Hamilton”) e Jake McDorman (“Limitless”). A estreia está marcada para 13 de outubro. “Dopesick” é a mais recente adaptação literária a desembarcar na plataforma Hulu, que tem se especializado nesse tipo de produção, veja-se “The Handmaid’s Tale”, “Normal People”, “Little Fires Everywhere”, “High Fidelity” e várias outras produções em desenvolvimento.

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  • Série

    Vídeo introduz novo super-herói de “The Boys”

    7 de agosto de 2021 /

    A Amazon Prime Video postou uma nova edição do programa da rede de notícias da Vought, conglomerado de mídia da série “The Boys”. Desta vez, o destaque trazido pelo âncora Cameron Coleman (vivido por Matthew Edison) é um novo super-herói: Supersonic, que a reportagem sugere ser ex-namorado de Starlight no tempo em que os dois faziam parte do grupo de heróis adolescentes Young Americans. O personagem será vivido na 3ª temporada de “The Boys” por Miles Gaston Villanueva (“Law & Order: True Crime”). O noticiário também desmente as “fake news” que alegam que a personagem de Erin Moriarty estaria exausta, atualiza a disputa entre Profundo (Chace Crawford) e a Igreja do Coletivo e mostra o Trem-Bala (Jessie T. Usher) de volta à ativa e prometendo uma nova corrida contra um adversário misterioso. Para completar, o telejornal ainda exibe um comercial de seu patrocinador, o programa de assistência Global Wellness Center, da Vought, dedicado a super-heróis traumatizados. A aparição sugere que a iniciativa será explorada na trama da série, e a sugestão de que Starlight estaria enfrentando Síndrome de Burnout pode ter relação com isso. O criador da série, Eric Kripke, comentou anteriormente que o programa serve como ponte entre a 2ª e a 3ª temporadas de “The Boys”. “Os episódios são canônicos e darão informações que conectam as lacunas entre a 2ª e a 3ª temporada”, explicou. Novos episódios do noticiário da VNN são disponibilizados no dia 7 de cada mês. Já a 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Sindicato dos Atores defende Scarlett Johnsson: “Disney deveria se envergonhar”

    7 de agosto de 2021 /

    A Disney voltou a sofrer críticas pela forma como lidou com Scarlett Johansson em “Viúva Negra”. A atriz abriu um processo por quebra de contrato contra o estúdio pelo lançamento simultâneo do filme nos cinemas e em streaming. A situação, que poderia ter sido contornada com um acordo amigável, tem rendido comunicados irritados da Disney, que chegou a acusar a atriz de ser insensível e desprezar as vítimas de covid-19 com sua iniciativa. A situação chegou a ponto de organizações que atuam na defesa dos direitos das mulheres na indústria do entretenimento denunciarem a comunicação do estúdio como um “ataque de gênero” (machista), que “não tem lugar em uma disputa de negócios”. Na sexta (6/8), o advogado de longa data da Walt Disney Pictures, Daniel Petrocelli, deu outra declaração polêmica, ao afirmar que a ação da atriz não passa de “uma jogada de marketing altamente orquestrada”. ‎”É óbvio que se trata de uma jogada de marketing altamente orquestrada, para alcançar um resultado que não seria obtido no processo judicial”, disse o advogado para a revista Variety. “Tratamos a receita do Disney Premier Access [do lançamento em streaming] como bilheteria para fins dos requisitos de bônus no contrato. Isso só melhorou as finanças da Sra. Johansson”, acrescentou. A declaração gerou outra reação, desta vez do SAG-AFTRA, o Sindicato dos Atores dos EUA. “A Disney deveria se envergonhar de si mesma por recorrer a táticas batidas de sexismo e intimidação”, disse a presidente do sindicato, Gabrielle Carteris, em um comunicado oficial. “Os atores devem ser remunerados por seu trabalho de acordo com seus contratos. Scarlett Johansson está dando destaque às mudanças impróprias na remuneração que as empresas estão tentando emplacar à medida que os modelos de distribuição mudam. Ninguém, em qualquer área de trabalho, deve ser vítima de reduções inesperadas na compensação acertada. É irracional e injusto. A Disney e outras empresas de conteúdo estão indo muito bem e certamente podem cumprir suas obrigações de compensar os artistas cuja arte e talento são responsáveis ​​por seus lucros.” Ela ainda acrescentou: “Além disso, estamos profundamente preocupados com o tom de gênero usado nas críticas da Disney à Sra. Johansson. As mulheres não são ‘insensíveis’ quando se levantam e lutam por um pagamento justo – elas são líderes e defensoras da justiça econômica. As mulheres foram vitimadas pela desigualdade salarial durante décadas e foram ainda mais vitimadas por comentários como os das declarações de imprensa da Disney. Esse tipo de ataque não tem lugar em nossa sociedade e o SAG-AFTRA continuará a defender nossos membros de todas as formas de preconceito.”

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  • Série

    “The Handmaid’s Tale” vai ganhar série derivada e acabar em breve

    7 de agosto de 2021 /

    A equipe criativa de “The Handmaid’s Tale” está preparando a despedida da série e uma continuação, na forma de um derivado chamado de “The Testaments”. “O sucesso de ‘The Handmaid’s Tale’ permanece supremo para nós”, declarou Jordan Helman, Chefe de Produções Roteirizadas da plataforma Hulu, em entrevista ao site americano Deadline. “Dito isso, o que é mais importante é que encerremos essa série de um forma criativa e que pareça natural, então estamos em constantes discussões, literalmente agora, com [o showrunner] Bruce Miller, [a estrela] Lizzie Moss e [o produtor] Warren Littlefield sobre a melhor forma de encerrarmos a série. Ainda não chegamos a uma resposta, mas imagino que vamos ser capazes de responder isso dentro dos próximos meses”, acrescentou. Segundo Helman, a equipe de roteiristas atualmente trabalha na história da 5ª temporada da série que é “a joia da coroa do nosso portfólio”. O executivo afirmou que o sucesso do quarto ano da série, que registrou aumento de 32% na audiência em relação à 3ª temporada, demonstra o interesse do público nesse universo e reforça os planos de expandir e continuar a narrativa num spin-off, que já está em fase inicial de desenvolvimento. Ele também sugeriu que o lançamento de “The Testaments” estaria atrelado ao final de “The Handmaid’s Tale”. “A conversa em torno de ‘The Testaments’ está atrelada às conversas sobre ‘The Handmaid’s Tale’. O trabalho da escritora Margaret Atwood se tornou incrivelmente importante enquanto símbolo da marca Hulu, então o que queremos é assegurar que introduziremos o mundo de ‘The Testaments’ de forma orgânica entre o que já tem sido feito na plataforma”, explicou Helman. “As duas questões estão amarradas. O nascimento de ‘The Testaments’ e o eventual fim de ‘The Handmaid’s Tale’ são relacionados e estão em discussões neste exato momento”. Além disso, a Hulu vai estender a pareceria com a escritora canadense com uma nova adaptação: “MaddAddam”, sci-fi apocalíptica que está sendo escrita por Mike Lesslie (“Little Drummer Girl”) e segue “sua própria trajetória criativa”, independente da equipe de “The Handmaid’s Tale”. Lançado no Brasil com o título de “MaddAddão”, o livro encerra uma trilogia literária de Atwood, que ainda inclui “Oryx e Crake” e “O Ano do Dilúvio”.

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  • Série

    Pôster do final de “Lucifer” confirma spoiler

    7 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster oficial da primeira metade da temporada final de “Lucifer”, que inclui um grande spoiler. A imagem confirma a volta de Kevin Alejandro ao papel do detetive Daniel Espinosa, após o personagem morrer na temporada passada. Alejandro já tinha aparecido numa foto inédita da produção e revelado em entrevista que não sairia da série antes de seu final, apesar do destino do detetive Dan. Originalmente, os produtores tinham planejado encerrar a atração na temporada passada, mas o sucesso de público fez a Netflix encomendar uma temporada extra, após anunciar o cancelamento. A renovação inesperada vai render uma temporada diferenciada, com Lucifer (Tom Ellis) no Céu e Chloe (Lauren German) aposentada da polícia, situação que finalizou o quinto ano de produção. Graças a isso, os roteiristas precisarão criar novas formas de continuar a história sem reunir os personagens em investigações policiais. O resultado será conhecido em 10 de setembro.

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  • Série

    Amazon cancela “Panic” após uma temporada

    7 de agosto de 2021 /

    A Amazon cancelou a série “Panic” após apenas uma temporada. A atração contou uma história completa, o que facilitou a decisão da plataforma. “Panic” era criação de Lauren Oliver, escritora de “Antes que Eu Vá” e que também assina o best-seller em que a trama da série se baseia. Na linha de “Nerve: Um Jogo Sem Regras” e “Jogos Vorazes” (sem a distopia sci-fi), a história girava em torno de uma competição entre formandos do Ensino Médio com desafios arriscados no interior dos EUA, valendo um prêmio em dinheiro para o vencedor – e um destino trágico para os derrotados. O elenco reunia vários jovens ainda pouco conhecidos, como Olivia Welch (da minissérie “Inacreditável”), Mike Faist (“Selvagem”), Jessica Sula (“Fragmentado”), Camron Jones (“The Purge”), Ray Nicholson (“Bela Vingança”) e Jordan Elsass (“Superman and Lois”), além de Enrique Murciano (“Bloodline”) como o xerife da cidade. Lançada em maio passado, a série fez parte, junto com a renovada “The Wilds”, da primeira safra de tramas infanto-juvenis encomendadas para o Prime Video em 2018. Como parte do esforço nessa área, a Amazon ainda prepara a série baseada no filme “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” e “Hot Pink”, estrelado por Sarah Michelle Gellar. Relembre abaixo o trailer de “Panic”.

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  • Série

    The Great: Elle Fanning volta a reinar no teaser da 2ª temporada

    6 de agosto de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou o teaser da 2ª temporada de “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande. A prévia explora o clima de guerra entre protagonista e seu marido, o czar Pedro III, vivido por Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), além de revelar a data de estreia dos novos episódios. A produção de época terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, após se tornar, de acordo com comunicado, “uma das comédias originais de melhor desempenho” na Hulu, que não fornece informações sobre audiência. A série se diferencia de outras produções de época pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, também focado numa monarca do século 18. A trama se passa antes da ascensão de Catarina II, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796, mostrando-a como uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Para isto, ela só precisa matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. “The Great” retorna em 19 de novembro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Starzplay.

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