Pôsteres de “Obi-Wan Kenobi” destacam a pequena princesa Leia
Celebrando sua estreia mais vista em streaming, a Disney+ divulgou uma coleção de pôsteres de “Obi-Wan Kenobi”, que incluem pela primeira vez a versão mirim da princesa Leia Organa, uma das melhores personagens da produção. Ironicamente, a mini Leia tinha sido escondida pela divulgação da série. Sem aparecer em fotos e vídeos da produção, ela surpreendeu os fãs da saga “Star Wars”, graças a uma interpretação eletrizante da menina Vivien Lyra Blair (“Bird Box”), que conseguiu evocar a energia e a falta de filtro da falecida Carrie Fisher. Sua participação preenche um buraco narrativo na saga espacial. Até então, ninguém sabia como Leia já conhecia Obi-Wan Kenobi no primeiro “Guerra nas Estrelas”, quando Luke Skywalker sequer suspeitava da identidade do mestre Jedi. Sequência direta da trilogia “Star Wars” dos anos 2000, a série se passa dez anos após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e mostra a perseguição a Obi-Wan Kenobi, que volta a ser interpretado por Ewan McGregor. Na trama, após desafiar o Império e fugir com os filhos de seu ex-pupilo Anakin Skywalker, Obi-Wan se esconde no planeta Tatooine, acompanhando à distância o crescimento do jovem Luke. Mas o Império não desistiu de encontrar o velho mestre foragido, um dos poucos remanescentes do massacre da ordem Jedi, o que coloca em risco a segurança da menina Leia, sequestrada para tirar Kenobi de seu esconderijo. O elenco da produção também inclui Joel Edgerton e Bonnie Piesse, retomando seus papéis como os tios que criaram Luke Skywalker, Jimmy Smits como o Senador Organa, pai adotivo de Leia, além de Hayden Christensen, intérprete de Anakin, agora completamente transformado em Darth Vader. Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a produção ainda inclui participações de Kumail Nanjiani (“Eternos”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Maya Erskine (“PEN15”), o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”) e Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”), formidável como vilã. Depois dos dois primeiros capítulos lançados em 27 de maio, a Disney+ vai disponibilizar um episódio inédito a cada quarta-feira.
“La Brea” registra melhor estreia de série internacional da Globoplay
A série “La Brea” registrou a melhor estreia da Globoplay entre todos os conteúdos licenciados da plataforma desde 2018. Isto significa que teve a melhor estreia de série internacional da empresa, já que o streaming da Globo só começou a exibir séries estrangeiras naquele ano. A informação foi divulgada sem acompanhamento de dados. Assim como outras plataformas, a Globoplay não revela os números de sua audiência. Entretanto, os dois episódios iniciais da série foram exibidos na TV aberta em 16 de maio, rendendo a maior audiência da faixa da Tela Quente em mais de um ano: 20,6 pontos de média no ibope da Grande São Paulo. A última vez que a Tela Quente superou os 20 pontos foi em 22 de fevereiro do ano passado, com o longa “Como Eu Era Antes de Você” (2016). Desde então, a sessão noturna dos filmes da Globo se acostumou a marcar menos de 10 pontos. Nem mesmo a primeira exibição de “Aquaman” (2018) na TV aberta (em 2/5) conseguiu elevar os índices à altura anterior, ficando em 18,9 pontos. A Globo repetiu com “La Brea”, que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida”, a mesma estratégia usada com “Manifest”, que eletrizou o público da Tela Quente em 2019, antes de começar a ser exibida na Globoplay. A tática ajudou “Manifest” a bater o recorde de público da plataforma, com números não divulgados. “La Brea” teria, portanto, superado o sucesso de “Manifest” em streaming. Logo depois da exibição da estreia na TV aberta, a 1ª temporada de “La Brea” chegou completa na Globoplay. Ao estilo de “Manifest”, a nova série de mistério sci-fi também foi um sucesso nos EUA, onde se tornou uma das maiores estreias da temporada na TV aberta, além de bater o recorde de audiência da plataforma Peacock. A atração é a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva, que lhe rendeu uma rápida renovação para 2ª temporada, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da catástrofe vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas, ou pelo menos é o que imaginam, antes de perceberem pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Sem spoilers. Ao mesmo tempo, na superfície, um pai e uma filha lutam para reencontrar o resto de sua família, tragada para o interior do buraco, e descobrem que não foi a primeira vez que esse fenômeno aconteceu. A produção reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis.
Tom Hanks é Gepeto no primeiro teaser de “Pinóquio”
A Disney+ divulgou o primeiro teaser do remake live-action de “Pinóquio”. A prévia se concentra em apresentar o ator Tom Hanks (“Forrest Gump”) no papel de Gepeto, durante a criação do boneco de madeira e de seu desejo de vê-lo transformado num menino, o que serve de deixa para a famosa música “When You Wish upon a Star”, tema do desenho animado clássico de 1940. Dirigido por Robert Zemeckis (também de “Forrest Gump”), o filme também conta com Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) dando voz ao Grilo Falante, Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) como a Fada Azul, Luke Evans (“A Bela e a Fera”) como Barker, o cocheiro responsável por levar o protagonista à Ilha dos Prazeres, Keegan-Michael Key (“O Predador”) como o pilantra João Honesto e Lorraine Bracco (“Rizzoli & Isles”) como uma gaivota chamada Sofia, que foi criada especialmente para o filme. Para completar, o menino Benjamin Evan Ainsworth (“A Maldição da Mansão Bly”) será a voz original de Pinóquio. Como aponta o teaser, a produção pretende ser mais fiel ao desenho clássico, vencedor de dois Oscars em 1941, que ao livro infantil de Carlo Collodi, publicado em 1883. Além de virar homenagem, a iniciativa também diferencia o filme de outras adaptações recentes de Pinóquio – a versão italiana de Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”), atualmente disponível em VOD, e a animação de Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) para a Netflix, anunciada para dezembro. O “Pinóquio” da Disney vai chegar um pouco antes da versão da Netflix, com estreia prevista para setembro na plataforma de streaming do estúdio.
Globo vai retomar a série “Justiça” em 2023
A rede Globo confirmou nesta segunda-feira (30/5) que fará uma nova temporada de “Justiça”, série indicada ao Emmy Internacional em 2017. A produção continuará a cargo de Manuela Dias, que recentemente assinou a novela “Amor de Mãe”, e ganhou até previsão de estreia: o segundo semestre de 2023. A 1ª temporada inovou ao mostrar quatro histórias independentes, mas que tinham um ponto de partida comum: quatro prisões acontecidas em uma mesma noite de 2009. A continuação vai manter o formato de quatro histórias que se entrelaçam, acompanhando um protagonista diferente por capítulo. Enquanto os capítulos originais se passaram em Recife, a continuação será encenada no interior da Bahia. Em fevereiro, foi ventilado que a atriz e cantora Maria, ex-integrante do “BBB 22”, estava cotada para o elenco da produção. Entre os nomes que estrelaram a 1ª temporada de “Justiça” estão Adriana Esteves, Jéssica Ellen, Jesuíta Barbosa, Cauã Reymond, Drica Moraes, Marjorie Estiano e Débora Bloch. Os episódios estão disponíveis na Globoplay. Confira o trailer da atração original abaixo.
4ª temporada de “The Mandalorian” já começou a ser escrita
A 3ª temporada de “The Mandalorian” só estreia em fevereiro de 2023, mas o criador da série já está escrevendo os roteiros do quarto ano da produção. Em entrevista ao jorna SF Gate, da cidade americana de San Francisco, o cineasta Jon Favreau confirmou ter começado a desenvolver a 4ª temporada, que terá relação com o lançamento de mais uma atração do universo “Star Wars”: “Ahsoka”. “Na televisão, temos a sorte de não precisar correr com as coisas. Podemos contar histórias devagar, ao invés de resumir tudo em 1h30, 2h. Agora, enquanto Dave [Filoni] está fazendo ‘Ahsoka’, o conteúdo daquela série está afetando meus roteiros para a 4ª temporada. É um processo bem preciso”, comentou. Favreau comentou que certas séries de “Star Wars”, como “O Madaloriano”, “O Livro de Boba Fett” e “Ahsoka”, são intimamente interligadas, de modo que eventos de uma afetam as outras. “Acho que, inevitavelmente, não importa o quão simples você comece, os fios da história começam a se conectar, a se entrelaçar e a se sobrepor”, explicou Favreau. “E com a profunda compreensão de Dave Filoni de tudo em torno desse período de tempo, as oportunidades sempre surgem quando tivemos reuniões para discutir histórias e as conversas levem a ‘você sabe qual personagem ficaria bem aqui agora…'” Parceiro de Favreau na produção de “The Mandalorian”, Dave Filoni foi o criador da série animada “Star Wars: A Guerra dos Clones”, que originou a personagem Ahsoka Tano. A série da guerreira Jedi será estrelada por Rosario Dawson (“Luke Cage”), mas ainda não possui previsão de estreia.
Jensen Ackles faz campanha antidrogas em vídeo de “The Boys”
A Amazon Prime Video divulgou um novo vídeo da aguardada 3ª temporada de “The Boys” nas redes sociais. Trata-se de um “antigo” comercial de serviço público, em que o ator Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”) aparece na pele do “super” Soldier Boy fazendo campanha antidrogas. Como se sabe, os super-heróis da série são resultado de experiências à base de drogas perigosas. Muitos permanecem viciados na substância que lhes deu superpoderes até hoje. Assim, o comercial é mais uma alusão à hipocrisia da sociedade, criticada na série por meio de clichês dos quadrinhos. Os produtores também divulgaram o vídeo dos outtakes e bloopers, as cenas que foram cortadas por contar palavrões e erros de gravações, em que Soldier Boy demonstra o oposto de sua mensagem oficial. “Se tomar drogas não é cool, eu sou o filhodamãe menos cool do planeta”, ele debocha, rindo do texto que precisa dizer. Os novos episódios vão estrear na sexta-feira (3/6). Going through our vaults, we discovered this lost footage of America's greatest hero, Soldier Boy. On this day, we salute the sacrifices made by the few, for the benefit of the many. Let’s all heed his important reminder: real heroes don’t use drugs. pic.twitter.com/6ZOtNzE9id — Vought International (@VoughtIntl) May 30, 2022 This your Captain, America? pic.twitter.com/1eYAcGK71L — THE BOYS (@TheBoysTV) May 31, 2022
Globoplay anuncia suas próximas novelas de streaming
Enquanto o primeiro projeto de novela da HBO Max atravessa fase de silêncio, após trocas de comando na nova empresa Warner Bros. Discovery, o Grupo Globo já programa sua segunda e terceira novelas em streaming. “A ideia é que a gente lance uma novela por ano no Globoplay, contando com a expertise de criação e produção dos Estúdios Globo. As novelas são, indiscutivelmente, uma paixão nacional do nosso público, que encontra no streaming uma nova experiência de consumo”, explicou Erick Brêtas, diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos da Globo, em comunicado enviado à imprensa nesta segunda-feira (30/5). Depois do sucesso de “Verdades Secretas 2”, a próxima novela da plataforma Globoplay será “Todas as Flores” (batizado anteriormente de “Olho por Olho”), escrita por João Emanuel Carneiro (“Avenida Brasil”). Segundo o comunicado, a produção será dividida em duas partes, com a primeira leva de episódios exibida no fim deste ano e a segunda no segundo trimestre de 2023. A trama contará com 85 capítulos, terá a direção artística de Carlos Araújo e vai girar em torno de um garçom em busca de vingança. Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”) será o protagonista, que aceitará assumir a autoria de um crime em troca de uma boa quantia de dinheiro, apenas para ser enganado. O elenco também conta com Sophie Charlotte, Leticia Colin e Regina Casé. Já a terceira novela da Globoplay vai se chamar “Guerreiros do Sol”. Prevista para 2024, está sendo escrita por George Moura e Sergio Golderberg, e pretende fazer uma releitura da história de Lampião e Maria Bonita. Anteriormente, a produção estava sendo anunciada como série. Ambientado nos anos 1920 e 1930, o enredo deve ser contado a partir da ótica feminina, como aconteceu em várias produções assinadas pelos autores, como as recentes “Onde Está Meu Coração” (2021) e “Onde Nascem os Fortes” (2018).
Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista
Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo? | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS | KATE BUSH | 1979 | WOW | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL
Chloe: Stalker digital protagoniza trailer de série de suspense
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Chloe”, minissérie de suspense que foi lançada em fevereiro no Reino Unido com muitos elogios, e vai chegar ao streaming mundial em 24 de junho. Coprodução da Amazon com a BBC, “Chloe” acompanha a história de Becky Green, uma stalker digital, obcecada em acompanhar as redes sociais de sua antiga amiga de infância Chloe Fairbourne. A vida encantadora de Chloe, o marido adorável e o círculo de amigos bem-sucedidos estão sempre a um clique de distância, num grande contraste com a própria vida de Becky cuidando da mãe, que foi diagnosticada com demência precoce. Até que Chloe morre de repente, deixando a stalker em crise de abstinência. Inconformada, ela quer continuar seguindo a vida – ou melhor, a morte – de Chloe. Para isso, assume uma nova identidade e se infiltra no cotidiano invejável dos amigos mais próximos da falecida. Só que seu alter-ego, Sasha, se torna mais popular e bem relacionada que a Becky da vida real. Ao mesmo tempo, ela descobre que a vida instagramável de Chloe era completamente diferente do que percebe ao se aproximar de sua rotina. O contraste levanta suspeitas, mas, para descobrir mais, Becky precisa mentir muito, arriscando-se a se perder em seu próprio jogo. Criada por Alice Seabright (roteirista e diretora de “Sex Education”), a minissérie é estrelada por Erin Doherty (a Princesa Anne de “The Crown”) como Becky e Poppy Gilbert (“Fique Comigo”) como Chloe, além de Billy Howle (“Legítimo Rei”), Pippa Bennett-Warner (“Gangs of London”), Jack Farthing (“Poldark”) e Brandon Micheal Hall (“Search Party”). Em seu lançamento na TV britânica, a atração atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.
2ª temporada de “Star Wars: The Bad Batch” ganha trailer
A Disney+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série animada “Star Wars: The Bad Batch”. Continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), a atração animada gira em torno do chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Após o fim da Guerra dos Clones, o grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigoso por tomar decisões independentes, em vez de apenas seguir ordens, e se torna foragido após resgatar outro clone defeituoso – uma adolescente e única clone feminina conhecida de Jango Fett. A prévia da 2ª temporada mostra como o grupo encontra um novo propósito ajudando vítimas da opressão do Império. O produtor-roteirista Dave Filoni, criador de “Star Wars: A Guerra dos Clones”, é o responsável pela produção da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e ainda conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. A estreia dos novos episódios está prevista para o outono norte-americano (nossa primavera). Veja abaixo o trailer da 2ª temporada em versões legendada e dublada em português.
Alexis Bledel anuncia saída de “The Handmaid’s Tale”
A atriz Alexis Bledel anunciou sua saída do elenco “The Handmaid’s Tale”. Intérprete de Emily/Ofglen na série premiada desde a 1ª temporada, lançada em 2017, a atriz divulgou um comunicado no fim de semana, sem deixar claro se gravou sua despedida da trama. “Depois de muito pensar, senti que tinha de me afastar de ‘The Handmaid’s Tale’, neste momento”, afirmou Bledel no texto. “Eu serei eternamente grata a Bruce Miller [criador e showrunner] por escrever cenas tão verdadeiras e impactantes para Emily, e à Hulu [que exibe o programa nos EUA], MGM [que produz], o elenco e a equipe, pelo seu apoio”. Durante seus quatro anos em “The Handmaid’s Tale”, Bledel recebeu quatro indicações ao Emmy e conquistou uma vitória por sua atuação na série criada por Bruce Miller, baseada no icônico romance distópico da escritora Margaret Atwood. Na trama, ela deu vida a uma lésbica transformada em escrava sexual para engravidar de homens poderosos da nação fundamentalista de Gilead. Ela conseguiu fugir para o Canadá e, no final da 4ª temporada, juntou-se à protagonista June (Elisabeth Moss) e outras ex-aias para se vingar. A 5ª temporada já foi gravada e Bledel ainda aparece listada como integrante do elenco dos próximos capítulos, que seguem sem previsão de estreia. Além de “The Handmaid’s Tale”, a atriz é conhecida por seu papel como Rory Gilmore na série “Gilmore Girls”, além dos dois filmes de “A Irmandade das Calças Viajantes” e por um arco em “Mad Men”.
“The Good Fight” vai acabar na 6ª temporada
Os criadores de “The Good Fight” anunciaram que a próxima temporada será a última da série da Paramount+, que vai acabar após seis anos de produção. Em entrevista para a revista Variety, o casal Robert e Michelle King afirmou que a decisão de encerrar a série neste ponto é uma questão de não querer “abusar das boas-vindas”. “Sentimos que poderíamos terminar a série com um grande estrondo. Isso é melhor do que chegar a uma temporada em que teríamos problemas para encontrar um enredo. Achamos que na 6ª temporada poderemos sair do palco em grande estilo”, explicou Robert King. O fim de “The Good Fight” também encerrará uma longa trajetória da personagem principal, Diane Lockhart, interpretada por Christine Baranski, que esteve nas sete temporadas de “The Good Wife” – do piloto ao último capítulo, entre 2009 e 2016. “The Good Fight” foi lançado no ano seguinte, como um spin-off centrado em Lockhart, ao formar uma nova firma jurídica. O lançamento de “The Good Fight” em 2017 coincidiu com a ascensão de Trump e a guerra cultural, que deram aos Kings e sua equipe muito material para capturar de forma inteligente a surrealidade dos últimos anos. Não por acaso, o final da 5ª temporada explorou o aumento da violência extremista nos EUA e a 6ª ainda deve lidar com a supressão dos direitos das mulheres ao aborto, sempre sob o ponto de vista da equipe jurídica da trama. “É uma guerra civil hoje em dia e é mais do que apenas uma metáfora para a trama de advocacia. Há tumultos nas ruas”, disse Michelle King. “Como você conduz seus negócios – o negócio da justiça – em meio a isso?” A 6ª temporada de “The Good Fight” foi anunciada em julho do ano passado, quando os showrunners Robert e Michelle King assinaram um novo e rico contrato geral com a produtora CBS Studios para desenvolveram novas produções. Eles também são responsáveis pela série de terror “Evil”, renovada para a 3ª temporada. “Nos dias de hoje, onde as [séries] longas são mais a exceção do que a norma e onde o público exigente tem tanta escolha por conteúdo de qualidade, o sucesso e a longevidade dessas séries são uma prova de quão excelentes ambos os programas foram. David Zucker e eu, e toda a equipe da Scott Free Television, não poderíamos estar mais gratos por essa experiência”, completou o produtor executivo Ridley Scott. Os últimos episódios de “The Good Fight” têm estreia marcada para 8 de setembro.
José Padilha se arrepende de retratar Sergio Moro como herói em “O Mecanismo”
O cineasta José Padilha, que acertou o tom nos dois filmes de “Tropa de Elite”, assume ter errado feio na narrativa da série “O Mecanismo”, que retratou o ex-juiz Sergio Moro como herói. Na série, o juiz da Lava-Jato foi representado pelo personagem juiz Paulo Rigo, interpretado por Otto Jr. O desabafo veio à tona durante uma entrevista à revista Veja. “Ele não iria trabalhar para um presidente sem pesquisar um pouco sobre a vida dele. Em suma, eu fui naïve. Fui ingênuo. Mas não só eu, um monte de gente caiu na mesma ilusão”, disse Padilha sobre Moro e Jair Bolsonaro. “O cara se associou aos milicianos, aos mafiosos, é inacreditável essa trajetória. Realmente, eu fui um idiota de ter acreditado em Sergio Moro”, acrescentou Padilha. O diretor confirmou ter até se afastado de Wagner Moura por causa de discordâncias políticas, e mandou um recado para o ator: “Os dois estavam errados, na minha opinião. Mas é uma burrice você criar picuinha e estresse com um amigo por divergências em torno de política. Eu dou meu braço a torcer, e digo aqui: Wagner, você tinha toda a razão sobre a Lava-Jato. Sem problema nenhum”. Hoje, ele diz que faria a série “O Mecanismo” sem heróis. “Ia ter só bandido dos dois lados. Um roubando os cofres públicos, o outro deturpando as leis processuais para atingir objetivos – que depois viraram objetivos políticos, sim. Ficou bem claro que teve uma perseguição”, destacou. “Não estou dizendo que Lula não sabia da corrupção. Evidente que sabia. Mas ficou óbvio que houve uma exacerbação dos casos contra Lula para tirá-lo da eleição. Se refizesse O Mecanismo, não é que o PT seria melhor, é que seria tudo ruim. O PT, o Ministério Público, o Sérgio Moro. Estava tudo errado ali”, aponta o cineasta. E embora afirme não ter mudado de opinião sobre o Partido dos Trabalhadores, se o segundo turno da eleição presidencial for entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL), votará no petista com a consciência tranquila. “Voto nele sem pestanejar. Pois não adianta viver no mundo ideal, abstrato, descolado do que ocorre. A escolha está dada para o brasileiro”, acrescentou, antes de comentar a alternativa. “Bolsonaro é um sujeito que traz em si todas as características do miliciano do ‘Tropa de Elite 2’. O final do ‘Tropa 2’, que mostra os milicianos chegando à política, foi profético de uma maneira que eu gostaria que não tivesse sido”, completou.












