Shantaram: Série do astro de “Sons of Anarchy” é cancelada na 1ª temporada
A Apple TV+ cancelou a série “Shantaram”, estrelada por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”). Apesar de ser uma das produções mais caras da plataforma, filmada em vários países, a série não gerou o tipo de burburinho causado pelos principais lançamentos da plataforma. O final da 1ª e única temporada foi disponibilizado na sexta passada (16/12). “Shantaram” era para ser um filme estrelado e produzido por Johnny Depp, mas essa encarnação nunca saiu do papel. Após virar série, muitos especularam que talvez a duração de um filme tornasse a adaptação do best-seller de Gregory David Roberts mais ágil. A trama complexa, cheia de reviravoltas e que demora a ganhar ritmo acompanha a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana se reinventa como médico nas favelas de Bombaim, na Índia, nos anos 1980. Ele acaba se envolvendo com um chefe da máfia local (Alexander Siddig, de “Gotham”) e, eventualmente, usa suas habilidades de tráfico de armas e falsificação para lutar contra as tropas russas invasoras no Afeganistão. Paralelamente, ele se apaixona por uma mulher enigmática e intrigante chamada Karla (Antonia Desplat, de “Carta ao Rei”) e deve escolher entre liberdade ou amor e as complicações que vêm com essa escolha. A produção ambiciosa tinha roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”), direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e ainda contava com o produtor-roteirista Steve Lightfoot (“O Justiceiro”) como showrunner.
Criador de “Colony” e “Jack Ryan” fará nova série sci-fi para Amazon
O produtor Carlton Cuse (criador de “Colony”, “Locke & Key” e “Jack Ryan”) vai produzir uma nova série sci-fi para a plataforma Prime Vídeo, da Amazon. Trata-se de “The Deep”, desenvolvida pelo roteirista C. Henry Chaisson (do terror “Espíritos Obscuros”), que se passa num futuro próximo, quando uma estação de pesquisa no fundo do Oceano Pacífico faz uma descoberta milagrosa que sinaliza uma nova esperança para a humanidade. Porém, os segredos desenterrados no fundo do oceano também podem ter consequências devastadoras para o mundo acima. “The Deep” tem com base o livro homônimo de Nick Cutter, que será adaptado por Chaisson. O roteirista também será coprodutor da série, ao lado de Cuse e da dupla Henrik Bastin e Melissa Aouate (ambos de “Bosch”). A atração ainda não tem previsão de estreia. Carlton Cuse tem uma carreira longeva na TV, porém foi a partir da sua passagem por “Lost” que se tornou um dos principais nomes da produção televisiva. Desde então, ele criou atrações de sucesso como “Bates Motel”, “Colony”, “Locke & Key”, “Cinco Dias no Hospital Memorial” e “Jack Ryan”. Atualmente, Cuse também está envolvido em uma série baseada na franquia de livros “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, em desenvolvimento para a plataforma de streaming Hulu.
Disney+ revela primeiras cenas de “Ahsoka” e “Loki 2”
A Disney+ divulgou um vídeo com cenas de seus principais lançamentos para 2023. A prévia é narrada por Tom Hiddleston e apresenta os primeiros trechos da 2ª temporada de “Loki”, estrelada pelo ator, além de “Invasão Secreta”, da Marvel, “Ahsoka” e a 3ª temporada de “The Mandalorian”, do universo “Star Wars”, sem esquecer de “Win or Lose”, nova animação da Pixar, e os filmes da companhia que serão disponibilizados com exclusividade na plataforma. Embora todas essas séries cheguem em 2023, apenas “The Mandalorian” e “Ahsoka” possuem data de lançamento confirmado. Ambas estreiam em março, respectivamente nos dias 1 e 12.
Nova série documental do príncipe Harry e Meghan Markle ganha trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer da série documental “Live to Lead”, novo projeto desenvolvido pelo príncipe Harry e Meghan Markle como parte do seu acordo de produção com a plataforma de streaming. A prévia explica o conceito do projeto de apresentar entrevistas sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. A principal inspiração por trás do projeto é a figura do político sul-africano Nelson Mandela. Porém, a série documental vai apresentar entrevistas com personalidades contemporâneas, como a ativista ambiental Greta Thunberg, a primeira-ministra da Nova Zelândia Jacinda Ardern, além da falecida juíza Ruth Bader Ginsburg, entre outros. A fundação Nelson Mandela tuítou o trailer da série, acompanhado da legenda: “Líderes extraordinários refletem sobre seus legados e compartilham mensagens de coragem, compaixão, humildade, esperança e generosidade.” Este será o primeiro projeto do príncipe Harry e Meghan Markle após o lançamento da polêmica série documental “Harry & Meghan”, na qual expuseram várias polêmicas envolvendo a família real britânica e o tratamento que eles receberam da imprensa. “Live to Lead” estreia em 31 de janeiro na Netflix.
Tom Cruise salta de helicóptero para promover “Top Gun: Maverick” em streaming
O ator Tom Cruise estrelou um comercial diferente para anunciar a chegada do filme “Top Gun: Maverick” à plataforma de streaming Paramount+. No vídeo, Cruise aparece à bordo de um helicóptero enquanto se prepara para rodar uma cena de “Missão: Impossível – Acerto de Contas”. Gritando para conseguir ser ouvido, Cruise agradece ao apoio que “Top Gun: Maverick” recebeu do público. “Eu não queria que o ano terminasse sem agradecer a todos por terem ido aos cinemas e obrigado por apoiar ‘Top Gun: Maverick’”, disse ele. Em seguida, o diretor Christopher McQuarrie (de “Missão: Impossível – Acerto de Contas”) dá um tapa no ombro de Cruise, falando que eles precisam filmar a cena. O ator, então, salta do helicóptero, mas continua a sua mensagem de agradecimento. “Obrigado por apoiarem ‘Top Gun: Maverick’ e obrigado por nos permitir entretê-los, é realmente a honra de uma vida. Muito sortudo.” Ao final do vídeo, Cruise fala que está ficando sem altitude e que precisa terminar a filmagem daquela cena. Em seguida, ele – que acabou de se jogar de um helicóptero e ainda não abriu o paraquedas – deseja que as outras pessoas fiquem “seguras”. “Que vocês tenham festas muito seguras e felizes. Nos vemos no cinema”, completa ele. Essa não é a primeira vez que Tom Cruise estrela esse tipo de comercial. Alguns meses atrás surgiram imagens dele pendurado na asa de um avião que fazia uma manobra incrível. Na ocasião, o vídeo servia para promover o “Missão: Impossível – Acerto de Contas” no evento CinemaCon. “Top Gun: Maverick” foi um sucesso estrondoso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 1 bilhão no mundo todo. Além disso, o filme tem ficado no topo de listas de Melhores do Ano e tem grandes chances de sair contemplado na vindoura temporada de premiações. A estreia na Paramount+ vai acontecer na quinta-feira (22/12). Já “Missão: Impossível – Acerto de Contas” chegará ao cinema em duas partes, com lançamentos agendados para julho de 2023 e junho de 2024.
“Avatar: O Caminho da Água” tem uma das maiores estreias do ano no cinema
“Avatar: O Caminho da Água” liderou facilmente as bilheterias da América do Norte em seu primeiro fim de semana, com uma estreia estimada em US$ 134 milhões. Os valores representam a maior bilheteria dos últimos anos para um filme fora do gênero dos super-heróis. Apenas outro blockbuster sem produção da Marvel conseguiu estrear com mais US$ 100 milhões na era pandêmica: “Top: Gun Maverick”, que iniciou com US$ 126,7 milhões no início deste ano nos EUA e Canadá, abrindo caminho para acumular impressionantes US$ 1,49 bilhão em todo o mundo. O desempenho da continuação foi ainda melhor no exterior, onde rendeu US$ 301 milhões para chegar a um total global de US$ 435 milhões. É muito dinheiro, mas não é recorde. Nas bilheterias domésticas, o filme de James Cameron empatou com “Batman” como a 5ª maior estreia do ano. Foi melhor na soma mundial, ficando atrás apenas de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (US$ 442 milhões globalmente) em 2022 e também de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (US$ 600 milhões globalmente) em todo o período pandêmico. Comparado aos demais, o longa da Disney tem a desvantagem de ser mais caro que todos. Custou entre US$ 350 milhões a US$ 400 milhões para ser produzido, o que provavelmente é recorde na história de Hollywood. Em entrevistas sobre os custos, Cameron indicou que “Avatar 2” precisaria arrecadar US$ 2 bilhões para ser considerado um sucesso. Mas nem “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” conseguiu essa façanha. O primeiro “Avatar”, por outro lado, faturou US$ 2,9 milhões entre seus vários relançamentos, quantia que é a maior arrecadação de todos os tempos. E vale lembrar que teve uma estreia “fraca”, com US$ 77 milhões domésticos em dezembro de 2009. A continuação atingiu 78% de aprovação da crítica na média calculada pelo site americano Rotten Tomatoes e recebeu nota A do público, na pesquisa do CinemaScore. Essas avaliações positivas devem manter o filme no topo das bilheterias por várias semanas, dando-lhe impulso para ir atrás de sua meta distante. Entretanto, apesar de quase não contar com concorrência nas próximas semanas, enfrenta um desafio causado por si mesmo: a longa duração de 3 horas e 12 minutos, que resulta em menos exibições diárias. Mas também tem um diferencial a seu favor: ingressos com preços mais caros, graças à exibição preferencial em salas especiais com projeção em 3D e/ou formato Imax. A Disney pode estar fazendo contas, mas é a concorrência que olha o Top 5 e conta quatro títulos do estúdio entre as maiores bilheterias da semana. Após cinco semanas em 1º lugar, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” ficou em 2º com US$ 5,3 milhões, seguido pelo suspense natalino “Noite Infeliz”, da Universal, com US$ 5 milhões, a animação “Mundo Estranho” com US$ 2,2 milhões e o terrir “O Menu”, produção do estúdio Searchlight que também faz parte da Disney, com US$ 1,7 milhão. Confira abaixo os trailers das maiores bilheterias da semana nos EUA e Canadá. 1 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA | 2 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | 3 | NOITE INFELIZ | 4 | MUNDO ESTRANHO | 5 | O MENU |
“Doctor Who” apresenta primeiras fotos oficiais do novo protagonista da série
A produção de “Doctor Who” divulgou nas redes sociais as primeiras imagens oficiais de Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) como novo protagonista da série. Ele aparece nas fotos com o visual que irá adotar na produção e ao lado da atriz que vai acompanhá-lo na 14ª temporada, a atriz Millie Gibson (conhecida no Reino Unido por participar da novela britânica “Coronation Street”). Enquanto Gatwa viverá o Doutor, Gibson será Ruby Sunday, uma personagem que ainda não teve muitos detalhes revelados. Gatwa foi escalado como o 15º Doutor em maio, tornando-o o primeiro ator negro a protagonizar a longeva série. Ele entra na produção como substituto de Jodie Whittaker, a primeira mulher a viver o personagem-título, que se despediu num episódio especial lançado em outubro. Mas antes de Gatwa e Gibson assumirem, “Doctor Who” ainda trará de volta os atores David Tennant e Catherine Tate para reprisarem os papéis do Doutor e sua companheira Donna. Tennant estrelou a série do final da 1ª à 4ª temporada completa, passando a ter a companhia de Donna Noble a partir do terceiro ano da produção. Eles retornam provisoriamente para marcar outro retorno na produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da atração e convenceu o par a ressurgir na série para marcar sua chegada. Assim, Tennant aparecerá como o protagonista do próximo especial, que será lançado em novembro de 2023 em comemoração aos 60 anos de “Doctor Who”, antes do primeiro episódio oficial da 14ª temporada. Além de Gatwa e Gibson, a próxima temporada também contará com participações de Yasmin Finney (Elle Argent na série “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Com isso, a atração deve sair da Globoplay no Brasil e migrar para a Disney+. Introducing the Doctor and Ruby Sunday, played by Ncuti Gatwa and Millie Gibson ❤️❤️➕🟦 #DoctorWho pic.twitter.com/x1pUBGAPPN — Doctor Who (@bbcdoctorwho) December 17, 2022
Netflix cancela “Blockbuster” após críticas negativas
A Netflix cancelou “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passava na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. O cancelamento da série na 1ª temporada não foi totalmente inesperado. “Blockbuster” não conseguiu entrar no ranking dos 10 programas mais vistos da Netflix nos Estados Unidos. De acordo com dados da plataforma, a atração só apareceu no ranking de dois países, Austrália e Canadá. E para piorar foi destruída pela crítica, conseguindo um índice de aprovação de apenas 23% no Rotten Tomatoes. A série foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”, que também eram sitcoms de ambientes de trabalho. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usaram toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. Com o cancelamento, foi a segunda vez que a Netflix acabou com Blockbuster. Vale lembrar que a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, mas o negócio teve muitos percalços e seus co-fundadores, Marc Randolph e Reed Hastings, tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000. Após serem rejeitados, eles prometeram superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade, foi o tema de um documentário de 2020 e inspirou a série agora cancelada. A única temporada com 10 episódios também trazia em seu elenco Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”). Veja o trailer da atração abaixo.
Estreias: Filmes de David Bowie, Paulo Gustavo e mais opções pra ver em streaming
A programação da semana destaca documentários, a maioria musicais, entre eles o vencedor do Oscar deste ano, “Summer of Soul”, e uma forte aposta para o Oscar deste ano, “Moonage Daydream”, sobre David Bowie. Além disso, há o registro final de Paulo Gustavo, feito nos bastidores de seu espetáculo derradeiro, “Filho da Mãe”. O Top 10 dos filmes para ver em casa ainda inclui comédias variadas, desde tramas de mistério até humor infantil. Confira abaixo. | MOONAGE DAYDREAM | VOD* O documentário musical de maior aprovação crítica (96% no Rotten Tomatoes) deste ano apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares de shows marcantes, músicas inesquecíveis e as principais fases do artista. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie, com o aval da família do cantor, e o resultado disputa cinco categorias do troféu Critics Choice, principal premiação dos críticos dos EUA. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). | SUMMER OF SOUL | STAR+ Vencedor do Festival de Sundance, do Critics Choice e do Oscar de Melhor Documentário do ano, o filme dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots) resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que acabou esquecido, apesar de reunir grandes astros do soul, gospel, jazz e blues em Nova York, no mesmo verão e a apenas 100 milhas de distância do famoso festival de Woodstock. Além de mostrar performances arrepiantes de Nina Simone, Stevie Wonder, Mahalia Jackson, os Staple Singers, BB King e Sly and the Family Stone, guardadas durante cerca de 50 anos sob poeira numa garagem, o filme também conta a história do evento, acrescentando depoimentos dos artistas e de testemunhas do grande festival esquecido de Nova York. | SE ESTAS PAREDES CANTASSEM | DISNEY+ O documentário musical conta a história do famoso estúdio Abbey Road, de Londres, que entrou para a história do rock ao batizar o 12º álbum dos Beatles, gravado no local. O detalhe é que, na época, o estúdio se chamava EMI Recording Studios. Abbey Road era seu endereço, também eternizado na história do rock pela famosa capa do disco de 1969, em que os Beatles atravessam a rua pela faixa de segurança. Com o sucesso dessas referências, a EMI rebatizou o estúdio como Abbey Road. A direção do filme é de Mary McCartney, filha de Paul McCartney, que nasceu durante a gravação do célebre álbum e engatinhou pelo estúdio em seus primeiros dias de vida, e seu trabalho se foca em entrevistados famosos. Paul, claro, é um dos maiores destaques, acompanhado por Elton John, Jimmy Page (do Led Zeppelin), Roger Waters e David Gilmour (do Pink Floyd), Noel e Liam Gallagher (do Oasis) e até o compositor John Williams (da trilha de “Star Wars”), contando histórias de suas gravações mais famosas no local. | FILHO DA MÃE | AMAZON PRIME VIDEO O documentário acompanha o último trabalho do ator e humorista Paulo Gustavo, em registros inéditas nos bastidores e no palco do espetáculo “Filho da Mãe”. Além da participação póstuma do comediante, o filme traz depoimentos de amigos e familiares, como sua mãe Déa Lúcia, o viúvo Thales Bretas e as atrizes Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, que foram gravados após a morte do artista. A produção começou a ser filmada antes de Paulo pegar covid-19. Seria um registro do espetáculo criado pelo comediante para homenagear sua mãe, mas acabou virando homenagem à sua carreira. Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021, após cerca de dois meses internado devido a complicações causadas pela covid-19. Um dos comediantes de maior sucesso do Brasil, ele concebeu a série “220 Volts” e o filme de maior bilheteria do país, “Minha Mãe É uma Peça 3”. Sua personagem nesse franquia, a Dona Hermínia, era inspirada em sua mãe. | BARDO FALSA CRÔNICA DE ALGUMAS VERDADES | NETFLIX O novo filme de Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, tem tom delirante e é o primeiro falado em espanhol do diretor desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio cineasta em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), a trama acompanha um jornalista mexicano (Daniel Giménez Cacho, da série “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde tenta se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, sem entretanto conseguir se identificar com tudo o que deixou para trás. A história reflete a própria situação de Iñárritu, que fez carreira em Hollywood e tenta voltar às origens latinas com o novo longa. O trabalho, entretanto, não teve a recepção crítica que ele esperava e chegou a ser reeditado após a estreia morna no Festival de Veneza, para diminuir sua duração e se tornar mais ágil. Mesmo assim, continua com mais de 2h30. | ATÉ QUE A GENTE TE SEPARE | NETFLIX A comédia ácida neozelandeza gira em torno de duas amigas, que criam um negócio para terminar namoros, aproveitando-se de que muita gente não sabe como lidar com isso. A premissa inspira as mais diferentes ideias para realizar rompimentos, desde telegramas cantados até uma simulação de sequestro armado. Tudo vai bem, até que uma delas se apaixona por um cliente, despertando a ira de uma gangue de garotas maori e chamando atenção da polícia para suas artimanhas. O filme foi escrito, dirigido e estrelado pela dupla Jackie van Beek e Madeleine Sami, e tem produção do cineasta Taika Waititi, o diretor de “Thor: Amor e Trovão”. Ele já tinha trabalhado com as atrizes em sua comédia premiada “O Que Fazemos nas Sombras” (2014). A première mundial aconteceu há quatro anos no Festival SXSW (South by Southwest), um dos principais eventos indies dos Estados Unidos, ocasião em que arrancou elogios rasgados da crítica americana (90% de aprovação no Rotten Tomatoes) e teve os direitos de streaming adquiridos pela Netflix. | VEJA COMO ELES CORREM | STAR+ A nova comédia de mistério ao melhor estilo “whodunit” (quem matou) se passa nos bastidores do mundo teatral londrino dos anos 1950. Na trama, os planos para uma versão cinematográfica de uma peça de sucesso são interrompidos abruptamente depois que um membro importante da equipe é assassinado. Quando o inspetor Stoppard e sua parceira novata e ansiosa, a policial Stalker, assumem o caso, eles se veem jogados em um enigma em meio ao clima de glamour e sordidez dos palcos e camarins de Londres. E logo percebem que os principais suspeitos não são apenas suspeitos. São também vítimas potenciais de um serial killer à solta. O elenco grandioso destaca Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) como os detetives, Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o morto e um monte de suspeitos – entre eles, Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), Ruth Wilson (“The Affair”) e David Oyelowo (“Selma”). O roteiro é de Mark Chappell (criador da série “Flaked”) e a direção de Tom George (“This Country”), que estreia em longa-metragem. | PERDIDO EM LONDRES | VOD* O astro Woody Harrelson (“Venom: Carnificina”) faz sua estreia como diretor nessa comédia maluca, que ele também estrela como uma versão debochada de si mesmo. Espécie de “After Hours” (1985) passado em Londres, o filme acompanha uma noite louca na vida do ator, que passa por diversas desventuras em busca de diversão noturna na capital da Inglaterra, até terminar preso ao amanhecer. O roteiro, que Harrelson também escreveu, é baseado numa experiência real de alguns anos atrás. Enquanto trabalhava em uma peça em Londres, o ator saiu para a balada e a bebedeira virou um escândalo de tabloide que quase acabou com seu casamento. Outro detalhe curiosíssimo desse projeto é que ele foi o primeiro caso de “live cinema” do mundo, transmitido ao vivo na tela. Isto é, sua produção começou às 2h da manhã de uma sexta em Londres, mesmo horário em que também passou a ser projetado num cinema da cidade para uma audiência seleta, que pôde acompanhar de seus assentos tudo que as câmeras registraram, até raiar o dia. O filme inteiro foi registrado em plano sequência (sem cortes) por uma única câmera, mas esse pioneirismo experimental acabou posteriormente editado para o mercado mais amplo, transformando-o num longa convencional de 1h40. O elenco também inclui Owen Wilson (“Loki”), Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) e Eleanor Matsuura (“The Walking Dead”), além dos cantores Willie Nelson e Bono (ele mesmo, do U2). | O PERDOADO | VOD* O drama britânico sobre privilégio branco destaca uma ótima performance libertina de Ralph Fiennes (“O Menu”), como um dos convidados ricaços de uma festa de luxo no deserto marroquino. A caminho, porém, ele a esposa (Jessica Chastain, de “O Enfermeiro da Noite”) se envolvem em um trágico acidente com um adolescente local. Chegando tarde no evento de elite, o casal tenta encobrir o incidente em conluio com a polícia local. Até que o pai do menino chega em busca de justiça. Escrito e dirigido por John Michael McDonagh (dos excelentes “O Guarda” e “Calvário”), ainda inclui em seu elenco grandioso Matt Smith (“A Casa do Dragão”), Abbey Lee (“Tempo”) e Caleb Landry Jones (“Os Mortos Não Morrem”). | LILO LILO CROCODILO | VOD* A comédia musical infantil, baseada nos livros de Bernard Waber, acompanha a surpresa de uma família, durante sua mudança para Nova York, ao encontrar na banheira de sua casa nova um crocodilo alegre, que não só fala como também canta. Lilo mora no sótão da casa, mas seu parceiro artístico Hector garante que ele é inofensivo. O filho da família se encanta com o crocodilo cantor, mas essa amizade é ameaçada por um vizinho malvado, que quer ver o animal trancado num zoológico. Combinação de crocodilo animado por computação gráfica e atores reais, o filme é estrelado pela voz de Shawn Mendes como Lilo, Javier Bardem (“Apresentando os Ricardos”) como Hector, Constance Wu (“As Golpistas”) e Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) como os pais, Winslow Fegley (“Noitários de Arrepiar”) como o filho e Brett Gelman (“Stranger Things”) como o vizinho. A adaptação foi escrita por Will Davies (“Carta o Rei”) e a direção está a cargo da dupla Josh Gordon e Will Speck (ambos de “A Última Ressaca do Ano”). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Estreias: “Harry & Megan”, terror de Lars Von Trier e as melhores séries da semana
A produção documental do Príncipe Harry e Meghan Markle é a estreia mais midiática entre as séries da semana. Mas a lista também faz a festa dos cinéfilos com a retomada de “The Kingdom”, série cult dos anos 1990, do cineasta Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), além de divertir com o bom thriller de ação “O Recruta” e oferecer as temporadas completas de três séries consagradas: “Downton Abbey”, “Game Face” e “Me Chama de Bruna”. Confira abaixo os 10 destaques da semana entre os lançamentos para maratonar no streaming. | HARRY & MEGAN | NETFLIX A série que está abalando a monarquia britânica é uma coleção de revelações bombásticas do príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle sobre os motivos que os fizeram romper com a família real, com direito a várias acusações. Além de centrar sua narrativa em depoimentos dos dois protagonistas, o trabalho da diretora Liz Garbus (“What Happened, Miss Simone?”) conta com depoimentos de amigos e familiares do casal, bem como imagens de arquivos pessoais. Dividida em duas partes, a atração teve três episódios lançados na semana passada e, antes mesmo de ser finalizada com os capítulos desta semana, quebrou recorde de audiência como o conteúdo documental mais visto da Netflix em todos os tempos. A Parte 2 é ainda mais polêmica por abordar detalhes das brigas entre Harry e seu irmão William, o aborto sofrido por Meghan, as calúnias de tabloide, manipulações da realeza e o afastamento forçado por terceiros entre Harry e sua avó, a rainha Elizabeth. | THE KINGDOM: EXODUS | MUBI A 3ª temporada retoma a série clássica de terror, iniciada na década de 1990 pelo cineasta Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) e ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou. As primeiras temporadas foram exibidas em 1994 e 1997, e acompanharam os médicos se convencendo, por meio de eventos estranhos e inexplicáveis, de que o lugar era assombrado. Os novos episódios prometem respostas para as questões não resolvidas da série, que costuma ser comparada a “Twin Peaks”. Para isso, acompanha uma sonâmbula (interpretada por Bodil Jørgensen, de “Tempos de Escuridão”) que com sua obsessão representa um esforço final para impedir o hospital de se transformar em ruínas. O elenco ainda conta com Lars Mikkelsen (“House of Cards”), Nikolaj Lie Kaas (“Britannia”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”), Ghita Nørby (“Toscana”), Nicolas Bro (“Loucos Por Justiça”), Søren Pilmark (“Atlantic Crossing”), Peter Mygind (“Borgen”), Udo Kier (“Bacurau”), Tuva Novotny (“O Último Destino”) e uma participação especial de Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”). Lars von Trier dirigiu todos os episódios e continuou a trabalhar na pós-produção mesmo depois de ser diagnosticado com Mal de Parkinson. | RECRUTA | NETFLIX A série de espionagem traz Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que já Amei”) como um jovem advogado da CIA, que tem a função de vasculhar cartas antigas de pessoas que ameaçam divulgar informações secretas sobre a agência. O trabalho burocrático se torna perigoso quando Hendricks decide visitar a autora de uma dessas cartas e, ao encontrar a espiã presa (Laura Haddock, de “Da Vinci’s Demons”), passa a ser perseguido por inimigos desconhecidos, envolvendo-se numa conspiração internacional. “Recruta” foi criada por Alexi Hawley (“The Rookie”) e tem seu primeiro episódio dirigido pelo cineasta Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). | A LENDA DO TESOURO PERDIDO | DISNEY+ A série inspirada no filme “A Lenda do Tesouro Perdido” traz Lisette Olivera (“Total Eclipse”) como nova protagonista e a volta de Harvey Keitel e Justin Bartha à franquia, retomando os papéis do agente do FBI Peter Sausky e Riley Poole, melhor amigo do aventureiro Benjamin Gates (Nicolas Cage). A participação dos dois serve como elo entre os filmes e a nova atração, já que Cage não participa do projeto. A trama gira em torno de Jess Morales (Olivera), uma jovem latina brilhante e engenhosa, que embarca na maior aventura de sua vida para descobrir a verdade sobre o passado misterioso de sua família e salvar um tesouro pan-americano perdido. Nessa jornada, ela é acompanhada por seus melhores amigos, vividos por Zuri Reed (“The Get Down”), Antonio Cipriano (“A Vida Sexual das Universitárias”), Jordan Rodrigues (“Os Fosters”), Jake Austin Walker (“Stargirl”), uma agente do FBI interpretada por Lyndon Smith (“Crazy Ex-Girlfriend”) e a misteriosa personagem de Catherine Zeta-Jones (“Wandinha”). A atriz veterana vive Billie, uma bilionária caçadora de tesouros, que ajuda a transformar a órfã Jess sem um tostão em um aventureira e mulher de negócios bem-sucedida. Só que esse perfil benevolente esconde a antagonista da história. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas dos filmes, o casal Marianne e Cormac Wibberley, e conta com produção de Jerry Bruckheimer, produtor da franquia cinematográfica. Para completar, a cineasta indiana Mira Nair (“O Relutante Fundamentalista”) assina a direção dos primeiros capítulos. | POR QUE ESQUECEMOS DE TUDO? | STAR+ O suspense japonês acompanha um escritor de mistério que acaba tendo que desvendar um mistério real, após sua namorada desaparecer na noite de Halloween. Mas conforme segue as pistas, as pessoas que ele encontra descrevem uma mulher muito diferente da que conhecia. A produção reúne uma equipe de peso do cinema japonês. A série foi concebida por Takamasa Ôe, roteirista do premiado drama japonês “Drive My Car” (Oscar de Melhor Filme Internacional deste ano), em parceria com os cineastas Shûichi Okita (“Eu Devo Viver Sozinha”) e Yukiko Sode (“Aristocratas”), e é estrelada por Hiroshi Abe, um dos atores favoritos do mestre Hirokazu Koreeda, com quem trabalhou em “Andando” (2008), “O Que Eu Mais Desejo” (2011), “Depois da Tempestade” (2016) e na série “Going My Home” (2012). | DO JEITO DELAS | NETFLIX A série adulta polonesa acompanha três mulheres de diferentes idades e fases de vida, que decidem viver em seus próprios termos durante os anos 1970, embaladas por muita disco music e ganhando dinheiro com sexo. Enquanto a mais velha pondera até quanto poderá prosseguir, a mais jovem ainda sonha com tudo que pode conquistar, ambas contrastando com a única que preferia seguir outro caminho. Suas histórias paralelas acabam se entrelaçando numa trama de chantagem pornográfica, envolvendo o serviço secreto comunista. Os papéis principais são vividos por Magdalena Poplawska (“Interior”), Wiktoria Filus (“Prazer, Kalinda”) e Matylda Giegzno (“Klangor”), mas o destaque da produção é a boa reconstrução dos anos 1970, com figurino, cenografia e atmosfera perfeitos. As roteiristas são Aleksandra Chmielewska (“Monstros da Krakóvia”) e Alicja Arominska (“Lombard”) e a direção do piloto foi realizada por Anna Kazejak, do premiado filme “A Promessa” (2014). | GAMEFACE | HBO MAX A comédia britânica é criada e estrelada por Roisin Conaty (“After Life”), especialista em humor maluco. Ela interpreta Marcella, uma aspirante a atriz, sem dinheiro ou ambição, que tenta se recuperar do rompimento de um relacionamento. Mas apesar de suas tentativas e ajuda de seus amigos, terapeuta e instrutor de direção, ela não consegue colocar sua vida de volta nos trilhos. Bastante elogiada pela crítica (89% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série durou duas temporadas no Channel 4 inglês, entre 2017 e 2019, e está chegando pela primeira vez ao Brasil, com todos os episódios de uma vez. | DOWNTON ABBEY | GLOBOPLAY A premiadíssima série britânica, que venceu 15 prêmios Emmy, além de ter caído nas graças da crítica americana, chega completa na Globoplay, com suas seis temporadas e episódios especiais produzidos entre 2010 e 2015. Criado por Julian Fellowes (vencedor do Oscar por “Assassinato em Gostford Park”), o drama de época acompanha os diversos integrantes da família aristocrata Crawley, que tenta manter a pompa e evitar a decadência em sua mansão de campo com um batalhão de funcionários no inicio do século 20. Com um elenco encabeçado por Hugh Bonneville (“As Aventuras de Paddington”), Elizabeth McGovern (“A Dama Dourada”) e a veterana Maggie Smith (“O Exótico Hotel Marigold”), o sucesso da atração acabou projetando vários atores menos conhecidos ao estrelato, incluindo os hoje famosos Lily James (“Pam & Tommy”), Michelle Dockery (“Magnatas do Crime”), Dan Stevens (“Legion”), Jessica Brown Findlay (“Victor Frankenstein”) e Rose Leslie (“Game of Thrones”), além de levar a história para além da TV. A história dos Crawley continua a ser contada até hoje, agora no cinema, e já rendeu dois filmes – em 2019 e neste ano. | ME CHAMA DE BRUNA | STAR+ Originalmente produzidas para o antigo canal Fox, as quatro temporadas muito quentes da série sobre Bruna Surfistinha chegam ao Star+ juntas. A trama aborda a vida de Raquel Pacheco, que já tinha virado um filme estrelado por Deborah Secco em 2011, agora com muito mais liberdade artística e maior desenvolvimento de coadjuvantes. A jovem Maria Bopp tem o papel da prostituta mais famosa do Brasil, em sua estreia como protagonista – após coadjuvar em “Oscar Freire 279”, exibida no Multishow em 2011. A direção de Márcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”), Pedro Amorim (“Dissonantes”) e Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) conferem um toque de classe à produção, que contou com participações de vários famosos, incluindo Jonas Bloch (“Eike, Tudo ou Nada”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Ravel Andrade (“Aruanas”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Martha Nowill (“Hard”), Maitê Proença (“Liberdade, Liberdade”), Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”), Paloma Duarte (“Além da Ilusão”), Giselle Itié (“Os Dez Mandamentos”) e o rapper MV Bill (“As Seguidoras”). | PARADISE POLICE 4 | NETFLIX A comédia para adultos acompanha o departamento de polícia de uma cidade do interior dos EUA, que é repleto de maus policiais. Mas não no sentido de malvados ou corruptos. Eles são ruins mesmo, péssimos em seus afazeres diários. Criação de Roger Black e Waco O’Guin (responsáveis por “Brickleberry”), a série chega a sua 4ª temporada reunindo alguns dubladores célebres dos Estados Unidos, como Tom Kenny (a voz de Bob Esponja), Sarah Chalke (“Roseanne” e voz de Beth em “Ricky & Morty”), Dana Snyder (dubladora da vovó em “Squidbillies”), Cedric Yarbrough (“Speechless”), Dave Herman (voz de Steve em “Brickleberry”) e Kyle Kinane (“A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”).
Ator de “All American” será Martin Luther King jovem na série “Genius”
A Disney+ definiu o elenco central da 4ª temporada da série de antologia “Genius”. Intitulada “Genius: MLK/X”, a nova temporada será focada na relação entre Martin Luther King Jr. e Malcolm X, duas figuras históricas que lutaram pelos direitos humanos nos EUA. O elenco vai contar com o jovem ator Jalyn Hall (“All American”) e Kelvin Harrison Jr. (“Os 7 de Chicago”) interpretando as versões jovem e adulta de Martin Luther King, além de Aaron Pierre (“Tempo”) como Malcolm X, Weruche Opia (“I May Destroy You”) no papel de Coretta Scott King, Jayme Lawson (“A Mulher Rei”) como Betty Shabazz e Ron Cephas Jones (“This is Us”) interpretando Elijah Muhammad. O piloto será dirigido por Channing Godfrey Peoples (“Miss Juneteenth”), que atuará como produtora executiva da série. Originalmente produzida e exibida no canal pago National Geographic, “Genius” passará a ser uma atração exclusiva da plataforma de streaming Disney+ a partir do novo ano de produção A série de antologia biográfica é uma produção da Imagine TV, do cineasta Ron Howard e seu sócio Brian Grazer, em parceria com a 20th Television. A 1ª temporada abordou a biografia de Albert Einstein, a 2ª contou a história Pablo Picasso e 3ª narrou a vida e a carreira da cantora Aretha Franklin. “Genius: MLK/X” ainda não tem previsão de estreia. Jalyn Hall será visto a seguir no drama biográfico “Till – A Busca por Justiça”, sobre uma mãe que busca justiça para o filho assassinado em um linchamento brutal ocorrido década de 1950, nos EUA. O filme chegará aos cinemas brasileiros em 9 de fevereiro, mas já é um dos destaques da temporada de premiações dos EUA.
Henry Cavill vai estrelar série baseada no jogo “Warhammer 40.000”
O ator Henry Cavill (“The Witcher”) já definiu seu novo projeto grandioso após o anúncio de que ele será mais Superman no cinema. O ator vai estrelar e produzir uma série baseada no famoso jogo de miniaturas “Warhammer 40.000”. O jogo se passa 40 mil anos no futuro, quando a civilização humana parou de progredir e está envolvida numa guerra sem fim contra alienígenas e seres mágicos – enquanto deuses e demônios figuram em um sistema teológico de classes. O mundo é dividido em diferentes classes, como o Imperium of Man (que são os humanos militaristas), os Necron (uma raça de androides semelhantes a esqueletos), os Aeldari (raça élfica), os Tyranids (alienígenas inimigos), os T’au (alienígenas de pele azul que podem ser aliados) e os Orks. Produzido pela Games Workshop, o jogo foi criado na década de 1980 e se tornou o jogo de miniaturas mais popular do mundo. Ele se difere de outros jogos de tabuleiro porque usa de miniaturas que podem ser movidas pela mesa. O próprio Cavill é fã do jogo. A série de “Warhammer 40.000” será desenvolvida pela plataforma de streaming Amazon Prime Video (que acaba de finalizar a compra dos direitos do jogo), que oficilizou o projeto nesta sexta (16/12). “’Warhammer 40.000′ capturou a imaginação de fãs de todas as idades, de todas as esferas da vida e de todo o mundo”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon e MGM Studios. “Estamos entusiasmados em trabalhar com Henry, Vertigo Entertainment e Games Workshop em nossos negócios de entretenimento da Amazon nesta franquia brilhante e imersiva para nossos clientes globais experimentarem nos próximos anos”, completou. Apesar disso, a produção ainda está em seus estágios iniciais. Não há nenhum roteirista e showrunner atrelado à série, que também não tem previsão de estreia. Após se afastar de “The Witcher”, Henry Cavill envolveu-se em diversos projetos, entre eles o thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem previsão de lançamento.
Sem papel de Superman, Henry Cavill não voltará a “The Witcher”
Com o fim do reinado de Henry Cavill como Superman, muitos fãs foram às redes sociais pedir sua volta à série “The Witcher”. Entretanto, a produção da 4ª temporada já começou, com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) gravando sua estreia como Geralt de Rivia, papel que Cavill desempenhou por três temporadas. Cavill anunciou sua saída da série da Netflix em outubro, logo após revelar seu retorno como Superman no Universo Cinematográfico da DC, com uma aparição no final de “Adão Negro”. Só que desde então a Warner Bros. Discovery mudou tudo, contratando o diretor James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-lançado DC Studios. E a dupla revelou ter outros planos para Superman. Com isso, os fãs de “The Witcher” passaram a torcer por uma volta de Cavill como Geralt de Rivia. Eles não ficaram muito entusiasmados quando a Netflix anunciou a troca de intérpretes. Mas, em entrevista à revista Variety, o chefe de séries da Netflix dos EUA e Canadá, Peter Friedlander, defendeu que Hemsworth era a escolha certa. “Henry é um Geralt extraordinário e acho que Liam continuará e também será um Geralt extraordinário”, disse Friedlander. “Há um legado de personagens incríveis e icônicos onde os atores mudaram, e estamos extremamente otimistas sobre isso. Continuaremos a honrar a propriedade, os fãs e a narrativa, o tempo todo.”











