Diretores de “Batgirl” ficam chocados com decisão da Warner de não lançar filme
A Warner Bros Discovery confirmou oficialmente a decisão de não lançar o filme “Batgirl” após ele ser inteiramente filmado, ao custo de no mínimo US$ 80 milhões, e encontrar-se em pós-produção. O estúdio justificou o cancelamento da estreia como consequência da fusão da Warner com a Discovery. A nova administração do conglomerado estabeleceu uma mudança de prioridades, que é radicalmente oposta da anterior em relação à produção de filmes para streaming. Agora, se os filmes não tiveram estrutura para garantir boas bilheterias, eles não serão feitos nem lançados para não queimar franquias que poderiam chegar ao cinema. Além de “Batgirl”, o estúdio também engavetou a produção de “Scoob! Holiday Haunt”, continuação do longa animado “Scooby! O Filme” (2020) pelos mesmos motivos. “A decisão de não lançar ‘Batgirl’ reflete a mudança estratégica de nossa liderança no que se refere ao universo DC e HBO Max”, disse um comunicado da empresa. “Leslie Grace é uma atriz incrivelmente talentosa e essa decisão não é um reflexo de sua atuação. Somos incrivelmente gratos aos cineastas de ‘Batgirl’ e ‘Scoob! Holiday Haunt’ e seus respectivos elencos e esperamos colaborar com todos novamente em um futuro próximo.” Diante do anúncio, os diretores de “Batgirl”, Adil El Arbi e Bilall Fallah, resolveram se manifestar. Em um post em seu Instagram, os cineastas de “Bad Boys para Sempre” (2020), que recentemente trabalharam na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+, lamentaram a decisão e se disseram “chocados”. “Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não podemos acreditar. Como diretores, é fundamental que nosso trabalho seja mostrado ao público e, embora o filme estivesse longe de estar pronto, desejávamos que os fãs de todo o mundo tivessem a oportunidade de ver e abraçar o filme final”, disse a dupla no comunicado conjunto. “Nosso elenco e equipe incríveis fizeram um trabalho tremendo e trabalharam duro para dar vida à ‘Batgirl’. Somos eternamente gratos por termos feito parte dessa equipe. Foi um sonho trabalhar com atores tão fantásticos como Michael Keaton, JK Simmons, Brendan Fraser, Jacob Scipio, Corey Johnson, Rebecca Front e principalmente a grande Leslie Grace, que interpretou a Batgirl com tanta paixão, dedicação e humanidade”, continuaram, assinando o post com “Batgirl for Life”. Ambos os diretores estavam no Marrocos para o casamento de El Arbi quando souberam das más notícias sobre seu trabalho. O cancelamento aconteceu após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adil El Arbi (@adilelarbi)
Ellen Pompeo troca “Grey’s Anatomy” por minissérie
A atriz Ellen Pompeo vai se afastar de “Grey’s Anatomy” para estrelar uma minissérie. Aproveitando o gancho do final da 18ª temporada da série médica, em que Meredith (a personagem de Pompeo) assume a função de chefe interina de cirurgia do Grey Sloan Memorial, ela estará “ocupada” e aparecerá em menos episódios. Ao todo, Pompeo atuará em apenas oito capítulo da 19ª temporada, que está começando a produção. Mas continuará a narrar e a atuar como produtora executiva de toda a temporada. A redução ocorre para ela atuar em seu primeiro papel diferente em quase duas décadas. Pompeo vai estrelar a minissérie “Orphan”, da plataforma Hulu, baseada numa história real que parece a trama do filme de terror “A Órfã” (2009). Criada por Katie Robbins (roteirista de “The Affair”), a série vai contar o que levou Kristine Barnett (papel de Pompeo) e seu marido Michael a abandonar a filha adotiva, Natalia, em 2013, quando a menina tinha apenas 9 anos de idade. A jovem Natalia era natural de Ucrânia e sofria de nanismo. O caso gerou uma comoção global quando se descobriu que os pais adotivos tinham colocado a garota num apartamento e se mudado para o Canadá. Porém, numa virada que parece ter saído diretamente do filme “A Orfã” (2009), Kristine e Michael alegaram que a menina era, na verdade, uma mulher adulta que sofria problemas psicológicos e estava se passando por uma criança. Os pais adotivos ainda afirmaram que Natalia passou a ameaçar as suas vidas e as vidas dos seus filhos biológicos. Após uma investigação, as acusações de abandono contra Kristine Barnett e Michael Barnett foram retiradas. Mas Natalia negou as acusações de que ela estavam enganado os seus pais. O projeto dessa série já está sendo desenvolvido há algum tempo. Em certo momento, o comediante Mike Epps (“The Upshaws”) chegou a se envolver com a produção. Além de estrelar, Pompeo também vai atuar como produtora executiva de “Orphan”.
Trailer apresenta última temporada de “Atlanta”
O canal pago americano FX divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “Atlanta”, série premiada de Donald Glover. A prévia revela a volta dos protagonistas Earn (Glover), seu primo rapper Paper Boy (Brian Tyree Henry) e os amigos Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz) para a cidade do título, encontrando velhos problemas após sua turnê maluca pela Europa. A série retornou em março passado após um hiato de quatro anos, com episódios passados na Europa, mas, além das locações estrangeiras, uma das razões para a imensa demora desde o segundo ano de produção foi que a produção gravou simultaneamente a 3ª e a 4ª temporadas. Por isso, os novos episódios chegam rapidamente, já em setembro nos EUA. No Brasil, os episódios são disponibilizados na plataforma Star+.
Após “Além da Ilusão”, Rafael Vitti estará em “As Five”
Com o fim de “Além da Ilusão”, que exibe seu último capítulo em 19 de agosto, o ator Rafael Vitti já está envolvido em outra produção da Globo. Ele voltará a interpretar o digital influencer Ariel na 2ª temporada de “As Five”, série derivada de “Malhação”, que teve uma temporada inaugural muito comentada na plataforma Globoplay. Uma das cenas mais comentadas foi o beijo triplo que envolveu o personagem de Vitti. Ele formou um trisal com a namorada Dani, interpretada por Sophia Abrahão, e a protagonista Tina (Ana Hikari). Os novos episódios começaram a ser gravados em junho, um mês antes do final dos trabalhos da “novela das 6”, e também trazem de volta Malu Galli no papel de Marta Gutierrez, a mãe de Lica. Segundo comunicado oficial do Globoplay, a 2ª temporada vai abordar temas como desigualdade social, racismo, orientação sexual e religião, por meio de novos desafios enfrentados pelas cinco amigas do título: Benê (Daphne Bozaski), Ellen (Heslaine Vieira), Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti) e Tina (Ana Hikari). A série juvenil desenvolvida por Cao Hamburger é derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, atração premiada com o Emmy Kids Internacional. Só que os temas são bem mais adultos, ao mostrar o que acontece com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da história original – exibida entre entre 2017 e 2018, e recentemente reprisada na rede Globo. Os episódios são escritos por Luna Grimberg, Maiara de Paula e Maíra Motta, com Vitor Brandt, Íris Junges, Thays Berbe e Thais Fujinaga, tem direção artística de Fabrício Mamberti e direção geral de Dainara Toffoli.
“Good Trouble” é renovada para 5ª temporada
O canal pago americano renovou a série “Good Trouble” para a 5ª temporada. A série é uma das atrações mais vistas entre mulheres de 18 a 34 anos da TV paga tradicional (com anúncios) dos EUA. Originalmente concebida como uma produção derivada de “Os Fosters: Família Adotiva”, a atração segue as irmãs adotivas Callie (Maia Mitchell) e Mariana (Cierra Ramirez), personagens introduzidas em “Os Fosters”, agora na fase adulta de suas vidas em Los Angeles. Entretanto, a atriz Maia Mitchell, que interpretou Callie Foster por nove anos – desde a estreia de “Os Fosters” em 2013 – , saiu de “Good Trouble” no começo da 4ª temporada, exibida em março, para ficar perto da sua família na Austrália, aflita após ficar distante durante todo o período da pandemia. Apesar disso, a criadora e showrruner Joanna Johnson não descarta sua volta para participações especiais. “Ela sempre será parte da família, e não acho que foi a última vez que vimos Callie”, Johnson disse para a Variety. “A jornada de Callie está acontecendo fora das câmeras, mas vamos alcançá-la.” Com essa mudança de status no elenco central, a 5ª temporada será mais concentrada na vida complicada dos moradores do The Coterie, um prédio comunitário do centro de Los Angeles, onde vive a protagonista Mariana (Cierra Ramirez). A série ainda é inédita no Brasil.
Netflix cancela “Primeira Morte” após uma temporada
A Netflix cancelou “Primeira Morte” (First Kill), série de vampira lésbica, que teve sua única temporada lançada em junho passado. Após ficar apenas três semanas no Top 10 da plataforma, a atração atingiu ao todo 100 milhões de horas de visualizações, número que agora pode servir de padrão para avaliar quais séries correm risco no streaming. Baseada num conto da escritora Victoria “V.E.” Schwab, a trama girava em torno de Juliette, uma vampira adolescente que precisa fazer sua primeira morte. Ela mira numa nova garota na cidade chamada Calliope, sem saber que seu alvo descende de uma família de caçadores de vampiros. Por conta de seus objetivos, as duas acabam se aproximando, até um pouco demais para desgosto de suas famílias, que declaram guerra quando elas virarem namoradas. O resultado sugere uma versão de “Romeu e Julieta” com duas Julietas (o nome Juliette não deve ser casual) e, claro, vampiros. A atração era produzida pela atriz Emma Roberts (“American Horror Story”), e escrita pela própria autora do conto original. Já o elenco destacava Sarah Catherine Hook (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”) e Imani Lewis (“Hightown”) como protagonistas, além de Elizabeth Mitchell (“Lost”, “The Expanse”), Jason R. Moore (“O Justiceiro”), Aubin Wise (“Atlanta”), Will Swenson (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Gracie Dzienny (“Zoo”) e Phillip Mullings Jr. (“American Soul”).
Paramount+ oficializa série animada de “Todo Mundo Odeia o Chris”
A Paramount+ vai transformar a série clássica “Todo Mundo Odeia o Chris” numa atração animada. O projeto, em parceria com o canal pago Comedy Central, foi oficializado nesta terça (2/8), 15 meses após a notícia vazar pela primeira vez. Em março do ano passado, quando a ideia veio à tona, o objetivo era desenvolver a série para oferecer ao mercado. Mas o conglomerado ViacomCBS mudou os planos e agora a produção será lançada em sua própria plataforma de streaming. De acordo com o comunicado oficial, Chris Rock voltará a narrar as histórias de sua adolescência no Brooklyn, durante os anos 1980 em Nova York, além de atuar como produtor-executivo. “Chris Rock é um dos comediantes mais talentosos de todos os tempos e estamos animados em trabalhar com ele, 3 Arts e CBS Studios para trazer esse projeto à vida e dar boas-vindas ao nosso novo sucesso de animação adulta”, disse Chris McCarthy, presidente da Paramount Media Networks e MTV Entertainment Studios, no anúncio da produção. Exibida de 2005 a 2009 na TV americana, a série foi um fenômeno de audiência em todo o mundo, especialmente no Brasil, onde cansou de reprisar na televisão. Graças a isso, o intérprete do jovem Chris, Tyler James Williams, ficou traumatizado com os fãs brasileiros, de tanto que encheram suas redes sociais com mensagens em português, que ele simplesmente não conseguia entender. Não há informações sobre a participação do elenco original na nova produção, para fazer as vozes dos personagens, mas em julho do ano passado Terry Crews e Tichina Arnold, que viviam os pais de Chris, apareceram juntos em vídeos publicados nas redes sociais, afirmando que estavam “de volta”. “Advinha quem voltou? Sua mãe e seu pai! Eu e a incrível Tichina Arnold! Nós temos uma surpresa para vocês!”, disse Terry Crews. Ele ainda escreveu ao lado do vídeo, em seu Instagram, o nome da série e a palavra “Classic” como hashtags.
Camila Queiroz registra reencontro do elenco de “De Volta aos 15”
A atriz Camila Queiroz compartilhou uma foto de bastidores do reencontro com o elenco de “De Volta aos 15” para o começo da produção da 2ª temporada. No perfil do Twitter, a artista posou ao lado de Maisa (20), com quem divide o papel de Anita, além de Pedro Vinicius e Alice Marcone. Já pelos Stories, ela compartilhou imagens do almoço com toda a equipe, registradas por Lucca Picon e Gabriel Stalffer, em que é possível conferir a presença de João Guilherme e Amanda Azevedo, entre outros. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. Além de viagem no tempo, a trama explora um “Efeito Borboleta”, pois sempre que tenta consertar a vida de todos ao seu redor, Anita impacta o destino dos amigos no futuro, e nem sempre para melhor. Entre os principais personagens estão Carol (Klara Castanho), prima de Anita que está envolvida com o maior boy lixo da cidade,Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade, César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é, Henrique (Caio Cabral), o melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado pela protagonista, além de Fabricio (João Guilherme). A série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento, e vai voltar para mais seis episódios em 2023.
“Sex Education” perde quarta integrante de seu elenco
A atriz Rakhee Thakrar, que dá vida à professora Emily Sands em “Sex Education”, confirmou que é mais uma baixa no elenco da 4ª temporada da atração. “Eu não posso realmente falar o motivo da minha saída”, disse Thakrar, em entrevista ao jornal britânico Daily Star. “Mas tenho muito orgulho da série e me sinto orgulhosa por ter participado de algo tão importante. Não há nada ruim em um pouco de educação sexual”, completou. Com isso, Thakrar se torna a quarta integrante a deixar a produção entre a 3ª e a 4ª temporadas. Antes dela, três atrizes já tinham confirmado que não voltariam nos novos episódios: Simone Ashley (intérprete de Olivia), Patricia Allison (Ola) e Tanya Reynolds (Lily). A primeira a revelar o fim de sua participação foi Ashley, por ter mudado suas prioridades ao entrar em “Bridgerton”. As demais acabaram vítimas dos rumos narrativos da produção, que sofrerá uma grande mudança em sua 4ª temporada. As ausências serão explicadas na trama pelo fechamento da escola dos personagens. Após o fim de Moordale High, eles serão relocados para outras instituições, onde se integrarão com novos personagens. Mas nem todos permanecerão juntos. “Sex Education” foi renovada para sua 4ª temporada em setembro do ano passado, mas ainda não há previsão para o lançamento dos novos episódios.
Tainá Müller celebra “Bom Dia, Verônica”: “Me tira do chão”
A atriz Tainá Müller usou o Instagram para comemorar a estreia da 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que acontece na quarta (3/8) na Netflix. Ela publicou uma foto tirada durante as gravações, ao lado de um poema escrito no chão, e fez um textão de agradecimento. “Amanhã estreia a segunda temporada de ‘Bom Dia, Verônica’ e eu lembrei dessa foto de quando, por sincronicidade absoluta do roteirista do universo, tinha esse poema no chão de uma das locações da série”, começou em seu texto. “A Ester Dias registrou a imagem que resume muito esse trabalho pra mim. Uma personagem que me desafia e que me tira o chão. Me chama pra lugares inéditos. Me exaure e me nutre na mesma medida”, proclamou, iniciando um relato de sua relação com a Verônica do título da atração. “Aceito. Me ofereço. Me entrego. E organizo a minha vida ao redor dela. Muita gratidão a quem me acompanha nessa jornada e possibilita esse trabalho. A toda equipe e elenco maravilhoso”, continuou. Tainá finalizou o texto celebrando Verônica e convidando o público a assistir a série. “E quem é ela? Talvez só uma mina braba que está, na verdade, como todas nós, em busca da própria identidade em um mundo não construído para nós. Na virtude da entrega… Eu, espiral sem fim. Espero que gostem do que a gente aprontou”, concluiu. Nos comentários da postagem, os seguidores encheram a atriz de elogios. “Quando personagem e atriz se encontram de forma plena e poética. Só para os fortes! Obrigada sempre”, disse um. “Fazendo chorar em plena manhã, Tainá? Tu é incrível! Somos gratos por tua existência e por se entregar tão lindamente a tudo que se propõe. Como tudo disse uma vez, Verônica é coragem!!!!”, comentou outro. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. Os novos episódios chegam ao streaming nesta madrugada, a partir das 4 horas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tainá Müller (@tainamuller)
Bomba! Filme da Batgirl é descartado pela Warner quase pronto
O jornal americano New York Post publicou com exclusividade nesta terça (2/8) que o filme “Batgirl” foi totalmente descartado pela Warner. Apesar de quase pronto, ele não será lançado nos cinemas nem exibido em streaming. Segundo as fontes da publicação, as exibições testes para o público foram um desastre completo. O filme teria sido tão mal recebido que o estúdio considerou engavetá-lo para não prejudicar a marca e o universo das produções de Batman. “Eles acham que a indescritível ‘Batgirl’ não tem remédio”, disse a fonte. Os sites Deadline, Variety e The Hollywood Reporter confirmaram o engavetamento, que torna “Batgirl” o maior desperdício de dinheiro da história de Hollywood. O filme supostamente custou US$ 70 milhões para ser produzido – embora a fonte do New York Post afirme que a Warner acabou gastando mais de US$ 100 milhões. Mas a explicação para o cancelamento é diferente nas publicações voltadas à cobertura de cinema: seria consequência da estratégia da nova administração da Warner, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para o streaming, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. O cancelamento acontece após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Outro detalhe importante é que o responsável por autorizar o filme já não está mais na Warner. Quando era presidente do estúdio, Toby Emmerich encomendou a produção inicialmente para o streaming, mas depois passou a considerar uma exibição cinematográfica, refletindo a mudança de status de “Besouro Azul”, outra adaptação de quadrinhos que também começou como filme da HBO Max e virou prioridade cinematográfica. Mas Emmerich deixou o cargo em junho para formar sua própria produtora, após a Warner Bros. se fundir com a Discovery. O novo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, substituiu o executivo por Michael De Luca e Pam Abdy, ambos ex-MGM, com a missão de focar em lançamentos para o cinema.
“Bom Dia, Verônica” vai exibir cenas de assédio de Klara Castanho
Quando Klara Castanho revelou em junho ter sido vítima de um estupro, depois de sofrer exposição de uma gravidez, houve muita preocupação com a participação da atriz na 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, em que ela sofre assédio sexual. Mas, ao final, suas cenas serão exibidas sem cortes. Os novos episódios já estavam gravados quando o caso veio à tona e, após análise, não foram submetidos a uma nova edição. Assim, os capítulos que chegam ao streaming nesta quarta (3/8) são exatamente os mesmos planejados originalmente para contar a história da personagem de Castanho. A 2ª temporada da atração da Netflix troca o tema da violência doméstica, que marcou os episódios iniciais, pela violência sexual, aprofundando o abuso psicológico de homens dominadores. O ponto de partida é uma narrativa que lembra os crimes denunciados contra João de Deus, que já foi um dos médiuns mais famosos do Brasil, antes de ser condenado à prisão. Em “Bom Dia, Verônica”, Klara Castanho dá vida à filha de um líder religioso (sem religião específica) interpretado por Reynaldo Gianecchini, que abusa sexualmente de mulheres ao prometer a elas a cura para diferentes mazelas. Dentro de casa, ele também assedia sexualmente a própria filha. As cenas de assédio à personagem de Castanho não incluem agressões. Entre as diversas situações polêmicas, o pai fica nu diante da filha, pede a ela que sente em seu colo ou passa a mão sobre suas coxas. Depois disso, quando a garota substitui a mãe nos ditos rituais de cura, acaba presenciando as agressões sexuais do pai contra suas fiéis. Os novos episódios vão revelar também que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da série, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na trama, a Verônica vivida por Tainá Müller tentará tornar públicos os crimes do vilão e da organização criminosa que ele comanda. A gravação da 2ª temporada marcou um reencontro entre Klara e Tainá, que não trabalhavam juntas desde 2008, quando dividiram cenas na novela “Revelação”, exibida pelo SBT. Na ocasião, Klara tinha apenas oito anos e estava no início da carreira. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. Os novos episódios chegam ao streaming nesta madrugada, a partir das 4 horas.
Ao gravar série, Xuxa assume que não sabe atuar: “Eu brinco”
Xuxa teve um ataque de sinceridade ao assumir que não sabe atuar. A declaração foi feita à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, ao comentar sua volta à atuação na série “Tarã”, produção infantil da Disney+. Estrela de filmes que fizeram muito sucesso com as crianças, como “Super Xuxa contra o Baixo Astral” (1988) e “Lua de Cristal” (1990), Xuxa assumiu que não sentiu dificuldades para retomar a carreira de atriz após 13 anos, porque nunca atuou de verdade. “Eu não interpreto nada. Eu brinco”, disse, entre risos. “Sou a única pessoa que não canta nos próprios discos, não atua nos filmes e bateu os recordes que todo mundo já sabe”, assumiu. Ao mesmo tempo, ela sabe que o trabalho em ficção é uma forma de usar sua fama para ampliar o alcance de uma mensagem que considera importante: a preservação do meio ambiente. “Acho que com essa série eu vou chegar a lugares que, se eu não atuasse, não chegaria: falando da natureza, do cuidado com o ambiente. A plataforma tem me dado oportunidade de apresentar uma mensagem bacana, de falar sobre tudo o que tem em volta da gente. Se eu falasse, se fizesse um livro, acho que não chegaria ao público da mesma forma que com essa série”, considerou. A ex-apresentadora também deu detalhes de sua personagem na produção. “Na história, eu sou uma personagem que faz parte de uma tribo antiga. A Clã das Nuvens é inspirada em povos que viveram no Peru, havia pessoas brancas (loiras e ruivas). No roteiro, também tem a tribo das Nove Luas. Eu e um indígena dessa tribo nos apaixonamos. E minha personagem terá uma filha. Ela será importante para esses clãs, que antes brigavam. Tem amor de adolescente, muitas cenas na natureza… E por mais que eles tenham buscado referências reais, que tratem do desmatamento da Amazônia, frisam que é uma ficção. Vão ser temas sérios tratados de forma lúdica”, explicou. Apesar de muitos elementos de fantasia, “Tarã” também tratará de queimadas, devastação das florestas e invasão de terras indígenas. Os roteiros são de Anna Lee (“Ilha de Ferro”) e a direção dos oito episódios será compartilhada por dois especialistas em terror, Marco Dutra e Juliana Rojas (parceiros em “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”). Após dez dias de gravação no Acre, Xuxa fará a partir desta semana cenas em estúdios e numa fazenda em São Paulo. Além de “Tarã”, ela tem diversos outros projetos acertados com plataformas de streaming, entre eles da série de ficção que o Globoplay desenvolve sobre sua vida. A idealização é dela, em parceria com Patrícia Corso e Clara Peltier (ambas de “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou”), e com direção a cargo de Daniela De Carlo (“Qualquer Gato Vira-Lata”). “Eu tenho lido as coisas que elas me mandam. Dani, a diretora, é argentina e mora em Los Angeles, nos Estados Unidos. As outras são de São Paulo. O próximo passo é ver quem vai fazer os papéis A, B, C e D… Mas acho que (a série) deve sair só em 2024”, contou.












