Boato de nova série do Superman ganha força com chegada de Lois Lane e Lex Luthor à Supergirl
A contratação de uma intérprete para Lois Lane, a volta de Tyler Hoechlin ao papel de Superman e o anúncio de que Lex Luthor também vai aparecer na 4ª temporada de “Supergirl” teriam ser alinhado para comprovar os planos da criação de uma nova série do Homem de Aço. De acordo com o site FandomWire, fontes da Warner afirmam que o estúdio descartou planos para um novo filme de Superman, após Henry Cavill se recusar a aparecer em “Shazam!”, e deu aval para a divisão televisiva explorar o personagem. Supostamente, o crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” serviria de trampolim para a produção. É nele que Hoechlin voltará a aparecer como Clark Kent/Superman e Elizabeth Tullock (da série “Grimm”) fará sua estreia como Lois Lane. Há um fato nesse rumor. Cavill e a Warner realmente se desentenderam devido a conflitos de agenda e/ou de cachê que impediram o ator de aparecer em “Shazam!”. O que não é mencionado é que a Warner mudou de comando. Comprada pela companhia de telecomunicações AT&T, a empresa foi rebatizada de WarnerMedia e tem como nova diretriz produzir mais conteúdo que nunca, visando explorar o mercado de streaming. A plataforma DC Universe, focada em produções dos quadrinhos da DC Comics, é uma iniciativa incentivada pelo novo regime, que pretende lançar ainda outra plataforma no final de 2019, com maior abrangência, para enfrentar a investida da Disney no mercado Direto ao Consumidor (D2C). Escamoteada pela reivindicação de novidade do FandomWire, uma notícia de janeiro apontava para um projeto similar. A DC Universe encomendou, no começo do ano, uma série chamada “Metropolis”, que seria protagonizada por Lois Lane. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista John Stephens e os episódios terão direção de Danny Cannon. Ambos trabalham na série “Gotham”. E assim como a série do jovem Bruce Wayne, a trama de “Metropolis” seria um prólogo, centrado na jovem repórter Lois Lane, antes da chegada de Clark Kent/Superman na cidade. Será que houve mudanças ou o boato da série de Superman nasceu de uma má interpretação desse projeto pelo site FandomWire, que é um site de fãs, não de jornalistas?
Lex Luthor vai aparecer na série Supergirl
O personagem ausente mais citado de “Supergirl” finalmente vai aparecer em carne e osso na atração. A rede CW e a WBTV (Warner Bros. Television) iniciaram a busca por um novo intérprete de Lex Luthor, o maior inimigo de Superman nos quadrinhos, que fará sua estreia na atual 4ª temporada da série. “Estamos muito animados para introduzir esse icônico vilão”, disseram os produtores Robert Rovner e Jessica Queller em comunicado oficial. “Planejamos introduzir Lex Luthor na série desde a sua 1ª temporada, e finalmente podemos dizer que ele está chegando. Mal podemos esperar para vê-lo enfrentar não só a Supergirl, mas também sua irmã, Lena Luthor”, completaram. Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão. Mas todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. Mesmo assim, a influência do vilão invadiu a trama por meio de suas invenções, pela determinação de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”) de manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas de Lex, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). Lex Luthor vai aparecer após o retorno de Superman à produção de “Supergirl”. Interpretado por Tyler Hoechlin, o personagem fará sua quinta aparição durante o crossover “Elseworlds”, que juntará Supergirl, Arqueiro Verde e Flash em dezembro. Entre os atores que já interpretaram o vilão nos cinemas, o melhor é Gene Hackman, que o encarnou nos filmes originais de “Superman”. Jesse Eisenberg interpretou uma outra versão do personagem em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. Na televisão, ele foi mais famosamente vivido por Michael Rosenbaum em “Smallville” e John Shea em “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”.
Melissa Benoist revela primeira foto da nova Lois Lane da televisão
A atriz Melissa Benoist, protagonista de “Supergirl”, divulgou no seu Instagram a primeira foto de Elizabeth Tulloch (que viveu Juliette e Eve em “Grimm”) como a nova intérprete de Lois Lane no universo televisivo da DC Comics. As duas atrizes aparecem juntas numa foto com Tyler Hoechlin, que irá reprisar seu papel como Superman e Clark Kent. O cenário rural ao fundo pode tanto pertencer à fazenda da família Kent em Smallville quanto a casa da família Danvers na cidadezinha de Midvale. Na legenda da imagem, ela escreveu: “Dois kryptonianos e uma jornalista entram num crossover”. O que é curioso, visto que os três personagens são jornalistas. Kara Danvers, a Supergirl, irá se encontrar com seu superprimo e a mulher dele no próximo crossover das séries de super-heróis da rede CW intitulado “Elseworlds”, que acontecerá ao longo de três episódios nas séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” em dezembro. As três séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, que ainda não informou quando exibirá a história de “Elseworlds”. Visualizar esta foto no Instagram. two kryptonians and a journalist walk into a crossover ??? Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 17 de Out, 2018 às 11:44 PDT
Narcos chega ao México com trailer legendado, sangrento e repleto de ação
A Netflix divulgou o trailer legendado da volta de “Narcos”, que passará por uma reinvenção completa ao mudar a ação para um país diferente e apresentar novos personagens. A prévia repleta de ação volta ao início dos anos 1980, ao som do rap clássico “White Lines”, que comenta a avalanche branca de cocaína do período, para narrar a história do surgimento dos cartéis de drogas do México. Michael Peña (“Homem-Formiga) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) lideram o elenco, totalmente renovado em relação aos anos anteriores. O personagem interpretado por Luna é Miguel Ángel Félix Gallardo, também conhecido como El Jefe dos Jefes ou El Padrino (como o filme “O Poderoso Chefão” ficou conhecido no México), fundador do primeiro cartel de Guadalajara. A principal ameaça a seus objetivos será encarnada por Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do agente do DEA (departamento de combate à drogas dos EUA) Enrique “Kiki” Camarena, que se infiltra no cartel para derrubá-lo. Como os personagens são reais não é difícil saber como esse conflito acaba. Nada bem. Mas com impacto capaz de motivar uma 5ª temporada. Por curiosidade, os dois astros da temporada trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. A 1ª temporada de “Narcos: México” – ou 4ª temporada de “Narcos” – estreia em 16 de novembro em streaming.
Orange Is The New Black vai acabar na 7ª temporada
A Netflix anunciou que a 7ª temporada de “Orange Is The New Black” marcará o final da série. A notícia foi compartilhada junto com um vídeo legendado, em que as atrizes da atração já aparecem em clima de despedida, agradecendo aos fãs e jurando que serão melhores amigas para sempre, além, claro, de prometer uma despedida digna da produção. Veja abaixo. A decisão não deve surpreender os fãs, já que a criadora da série, Jenji Kohan (criadora também de “Weeds”), disse em 2016 que a trama se encerraria após as três temporadas adicionais fechadas no período com a Netflix. Isto coincide com a produção da 7ª temporada. Além disso, a narrativa se encaminhava para essa conclusão pela forma como a série encerrou sua 6ª temporada, mostrando a libertação da protagonista Piper Chapman (Taylor Schilling). Ao comentar a situação de sua personagem após este desfecho, a atriz confirmou o clima de encerramento da atração. “Tivemos uma jornada de sorte, mas sempre há essa parte de estar pronta para o final. Você entra já pronto para o fim. É uma maneira muito agridoce e também bonita de existir no mundo. Então a resposta é sim, eu acho que estou pronta para me despedir. Estou muito animada com o que virá a seguir”, comentou. “Orange Is the New Black” começou acompanhando a jornada de Piper como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até que, na última temporada, uma rebelião levou as personagens para a segurança máxima e situações de muito mais perigo e violência. A 7ª temporada ainda vai trazer Piper, mostrando sua readaptação para a vida em liberdade, mas o foco principal será nas personagens que permanecem presas. Criada por Jenji Kohan (criadora também de “Weeds”), “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A última temporada já começou a ser gravada e será exibida em 2019, em data ainda não definida. Tá chegando o fim da sentença. A temporada final de OITNB vai ser a melhor de todas. <3 pic.twitter.com/t6qEUS1EXX — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 17 de outubro de 2018
Disney vai produzir série passada no Brasil durante o reinado de Dom Pedro II
A Disney anunciou a produção de duas séries latino-americanas, uma delas passada no Brasil, durante sua participação no Mipcom, evento relacionado a conteúdo multimídia que acontece em Cannes, na França. Iniciativa da divisão de Distribuição e Produção da Disney na América Latina (DMDLA, na sigla em inglês), a série brasileira se chama “Americana” e se passa no Brasil imperial, no final do século 19, durante o reinado de Dom Pedro II. Com dez episódios e produção da empresa Naím Media Group (da vindoura série “Fidel”), “Americana” será inspirada em fatos históricos. No fim da Guerra Civil Americana, um grande grupo de confederados derrotados se refugiou no Brasil a convite do Imperador. Eles foram atraídos pelo fato do país, naquele momento, ser o único que ainda não tinha abolido a escravidão no continente. Nesse contexto, a produção contará a história de uma jornalista enviada pela Corte Imperial para investigar uma série de assassinatos violentos na colônia de confederados exilados. Lá, segredos sombrios serão revelados em meio ao tumulto político da época no Brasil. Vale lembrar que o fim da escravidão no país aconteceu em 1888, um ano antes da proclamação da República. “’Americana’ é uma história fascinante, baseada na vida real, mas uma história que é diferente e realmente desconhecida”, disse Fernando Barbosa, vice-presidente sênior e gerente geral da DMDLA. “Conecta o Brasil e os EUA no marco do debate universal sobre a escravidão”, acrescentou o diretor de produção de DMDLA, Leonardo Aranguibel. Por sinal, Aranguibel é autor da outra série aprovada, “Cazadores de Milagros”, produzida pela Mediapro (de “The Young Pope”). Esta série se concentra em um jornalista cético que precisa de um furo para salvar sua carreira, uma herdeira jovem e brilhante de um império da mídia e um enigmático clarividente, dividido entre fé e necessidade. Seus destinos se cruzam em uma missão única que os forçará a questionar suas dúvidas e certezas sobre a fé, enquanto investigam casos reais de milagres potenciais. Às vezes, essa equipe em particular encontrará uma explicação científica para eles; em outras ocasiões, os eventos são inexplicáveis. RELACIONADO
Netflix renova série espanhola Elite em tempo recorde
A Netflix anunciou a renovação da série espanhola “Elite”. A atração teve sua 2ª temporada confirmada pelas redes sociais da plataforma em tempo recorde, 12 das após a estreia em 5 de outubro. A velocidade da renovação iguala o antigo recorde da plataforma, obtido com a estreia da brasileira “Samantha” há três meses, também renovada após 12 dias de exibição. A série foi criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola, e se passa em Las Encinas, uma escola exclusiva da Espanha frequentada pelos filhos da elite. Na trama, três alunos menos favorecidos vão parar lá após sua escola original sofrer uma catástrofe. O choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos do colégio, culminando em assassinato. O elenco destaca três integrantes de “La Casa de Papel”, Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver), que contracenam na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México. O segundo ano do drama de suspense adolescente vai estrear no serviço de streaming em 2019 com mais oito episódios. #Elite has been renewed for for Season 2! pic.twitter.com/8Z928ta1GY — See What's Next (@seewhatsnext) October 17, 2018 ?Atenção?A série Elite foi longe demais ? Vai ter segunda temporada sim, já está confirmado pela Netflix ?? pode acreditar. ?Finalmente vamos descobrir o que acontece depois daquele final. ?? — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 17, 2018
Counterpart: Trailer da 2ª temporada traz novos personagens, traições e reviravoltas para a série com 100% de aprovação
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Counterpart”, série estrelada por J.K. Simmons (“Whiplash”), que mistura espionagem e ficção científica, e tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Sua premissa sobre um mundo paralelo remete aos melhores episódios da série “Fringe”, além de evocar a paranoia da Guerra Fria. Não por acaso, é filmada em Berlim, onde até os 1990 existia um muro separando duas realidades. Na série, Simmons vive um homem chamado Howard Silk, funcionário modesto da área burocrática de uma agência de espionagem das Nações Unidas com sede em Berlim, que descobre que sua organização protege o segredo de uma travessia para um mundo paralelo. Ao conhecer sua contraparte na outra Terra, ele se vê envolvido numa trama sombria de intriga, perigo e traição. O único em quem pode confiar é Prime, sua contraparte idêntica no mundo paralelo, com quem troca de lugar e de mundo, deixando-o com a missão de salvar a vida de sua mulher comatosa (Olivia Williams, de “Hannah”), um dos alvos da lista de uma assassina da outra dimensão. Há várias reviravoltas e traições, e a prévia mostra que a tensão, o suspense e a ação vão continuar nos novos episódios, além de apresentar novos personagens, vividos por James Cromwell (“O Artista”) e Betty Gabriel (“Corra!”). Criada por Justin Marks (roteirista de “Mogli: O Menino Lobo”), “Counterpart” também inclui em seu elenco Harry Lloyd (“Game of Thrones”), Nazanin Boniadi (“Homeland”), Nicholas Pinnock (série “Fortitude”), Guy Burnet (“A Escolha Perfeita 3”) e a italiana Sara Serraiocco (“Salvo”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer em 9 de dezembro nos Estados Unidos. No Brasil, “Counterpart” é exibido no canal pago TNT Series.
Trailer do segundo episódio de Titans apresenta Rapina e Columba
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do segundo episódio da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. A prévia destaca o encontra de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) com os heróis Rapina e Columba. Os novos personagens são interpretados, respectivamente, por Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”). Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criações do genial Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) para a DC Comics, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly é curiosa, já que os personagens dos quadrinhos são adolescentes, mas a atriz tem 38 anos e o ator completa 34 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. A “Turma Titã” original, por sua vez, foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar o grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos ainda incluíam Ricardito (Speedy), Moça-Maravilha (Wonder Girl) e Lilith, que com o tempo viraram Arsenal, Troia e Sina – e a série vai apresentar Donna Troy, a Troia, num dos próximos episódios. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, a fase da série. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção de streaming. “Titans” foi criada por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. O segundo episódio, intitulado “Birds of a Feather”, será disponibilizado na sexta (19/10) nos Estados Unidos. A série será distribuída pela Netflix no Brasil, em data ainda não divulgada.
Série Grimm deve ganhar spin-off centrado em nova personagem feminina
A rede NBC deve ter se arrependido do cancelamento de “Grimm”. Segundo o site Deadline, o canal americano encomendou o projeto de um spin-off da atração sobrenatural para os produtores da série original, que será centrado numa nova protagonista feminina. “Grimm” foi cancelado no ano passado, após seis temporadas de relativo sucesso. Em sua última temporada, a série tinha média de 4,1 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Mas seus substitutos no horário não emplacaram. “Taken” foi cancelada com 2,5 milhões de telespectadores e “Blindspot”, movida para o mesmo horário, abriu sua 4ª temporada na semana passada com uma das piores audiência da série, 2,9 milhões. O spin-off está sendo escrito por Melissa Glenn (roteirista de “Zoo” e “Punho de Ferro”) e deverá resgatar personagens da série original, além de apresentar novidades. Assim como Nick (David Giuntoli), o protagonista de “Grimm”, a nova protagonista se descobrirá capaz de ver monstros que ninguém mais é capaz de enxergar, e decidirá dedicar sua vida a defender a humanidade dessas ameaças. Os criadores de “Grimm”, David Greenwalt e Jim Kouf, estão à bordo do projeto como produtores e consultores, mas ainda não há detalhes sobre quais atores devem retornar. Vale lembrar que o final de “Grimm” avançou no tempo para mostrar os filhos de Nick seguindo a tradição da família de caçar os Wessen (monstros) malignos. Exibida entre 2011 e 2017, “Grimm” teve um total de 123 episódios e foi indicada duas vezes ao Emmy, pelo trabalho de sua equipe de dublês nas cenas de ação. A série também fez muito sucesso internacional, o que deve ter influenciado na decisão de resgatar sua trama. Como a produção é da Universal TV, que pertence ao mesmo conglomerado da NBC, os royalties ficam em casa. Por enquanto, o projeto ainda está em estágios iniciais e o roteiro precisará agradar aos executivos do canal para que os produtores tenham autorização para gravar um piloto. A aprovação da série só acontece se o piloto também for bem avaliado.
Audiência de The Walking Dead despenca para níveis da 1ª temporada
A audiência de “The Walking Dead” não para de cair. Depois da estreia da 9ª temporada registrar perda de quase metade do público da temporada anterior, o segundo capítulo viu aumentar a debandada, visto por 4,9 milhões de pessoas ao vivo. A sintonia abaixo dos 5 milhões só tinha sido registrada duas vezes antes na trajetória da série, ambas na 1ª temporada. Para completar a má notícia, o público qualificado ficou pela primeira vez abaixo dos 2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), registrando 1,9 ponto. Os dois episódios com 4,7 milhões de telespectadores da 1ª temporada registraram 2,4 pontos. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Apesar disso, “The Walking Dead” continua como carro-chefe do canal AMC e uma das maiores audiências da TV paga americana. A diferença é que já foi uma das maiores audiências da TV de modo geral, superando a maioria dos programas das grandes redes nacionais exibidos na TV aberta. A expectativa agora é ver se essa tendência se reverte ou acentua. Há fatos incontornáveis que vão determinar o aumento do interesse ou o desinteresse completo em relação ao desenvolvimento da série. Isto porque a produção vai perder dois protagonistas no arco atual. Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, que vive Maggie, confirmaram que deixam “The Walking Dead” nos próximos capítulos.
Stephen Amell vira Flash e Grant Gustin é o Arqueiro Verde no pôster do crossover Elseworlds
A rede The CW divulgou o pôster do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. E a imagem dá sentido ao título da história, “Elseworlds”. Ela mostra uma troca de identidades, com o ator Stephen Amell, protagonista de “Arrow”, vestido como Flash, e Grant Gustin, protagonista de “The Flash”, no traje do Arqueiro Verde. O título Elseworlds é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já está adaptando uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, especialmente Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o novo crossover vai seguir essa deixa para eliminar os universos alternativos ou aumentá-los ainda mais, já que também vai introduzir Batwoman, que deverá ganhar uma série própria após sua aparição. Sem esquecer que Superman estará com seu uniforme preto na produção, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Trailer da continuação do filme dos Detetives do Prédio Azul leva heróis mirins para a Itália
A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “DPA – O Filme 2: O Mistério Italiano”, segundo filme derivado da série “Detetives do Prédio Azul”. A prévia mostra que a sequência virou internacional. E também musical, com os três detetives mirins disputando um concurso de calouros, que se revela uma armadilha de bruxos. Salvos de ter o mesmo destino de outros candidatos do falso concurso graças à inveja de Berenice (Nicole Orsini), o trio formado por Pippo (Pedro Henriques Motta), Sol (Leticia Braga) e Bento (Anderson Lima) terá que viajar muito para salvar a pirralha invejosa de dois bruxos disfarçados de produtores, Máximo (Diogo Vilella) e Mínima Buongusto (Fabiana Karla), que prenderam e levaram diversas crianças para um grande evento de magia, o Expo-Bruxo, que acontece na Itália. A direção é de Vivianne Jundi, que também está à frente da série do canal pago Gloob e do spin-off “Vlog da Mila”, disponível no Gloob Play. A estreia está marcada para 20 de dezembro.












