Katherine Heigl vai estrelar série na Netflix
Katherine Heigl vai tentar emplacar mais uma série. Desta vez, na Netflix. Sem emplacar um papel de sucesso desde que abandonou “Grey’s Anatomy” por uma carreira de cinema que não vingou, a atriz será a estrela de “Firefly Lane”, adaptação do livro homônimo de Kristin Hannah, publicado no Brasil com o título de “Amigas para Sempre”. Heigl vai viver Tully Hart, descrita como uma mulher “magnética, ambiciosa e intensamente leal”. A série segue a relação de Tully com sua melhor amiga, Kate, no decorrer de quatro décadas cheias de fracassos e sucessos, brigas e reconciliações. Além de estrelar, a atriz também servirá como produtora executiva do projeto, ao lado da autora Kristin Hannah e da roteirista Maggie Friedman, criadora da série “As Bruxas de East End”, que vai escrever os primeiros episódios e servir como showrunner. “Firefly Lane” será a terceira série seguida que Heigl tenta emplacar, após seu fracasso nos cinemas – as anteriores foram “State of Affairs” (2014) e “Doubt” (2017), ambas canceladas na 1ª temporada. Recentemente, ela entrou na série “Suits”, que também recebeu aviso de cancelamento logo após sua contratação. A Netflix ainda não definiu a data de estreia da nova aposta da atriz.
Rip Torn (1931 – 2019)
O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.
Nova parceria de Bryan Cranston e Aaron Paul não tem nada a ver com Breaking Bad
Os teasers divulgados nas redes sociais por Bryan Cranston e Aaron Paul não tem nada a ver com “Breaking Bad”. Após posts da dupla causarem especulação a respeito de um telefilme que continuaria a série clássica, os intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman revelaram ter voltado a se juntar fora da televisão, para um projeto etílico. Os dois atores anunciaram nesta terça (9/7) que a nova parceria visa lançar uma marca de mezcal, bebida alcoólica mexicana, batizada de Dos Hombres. “Nós tivemos nossos melhores momentos de vida quando gravamos ‘Breaking Bad’ e realmente construímos um vínculo muito especial. Sabendo que não poderíamos compartilhar a tela por um bom tempo, nossos pensamentos se voltaram para um novo projeto. Bebendo nossos drinks e pensamos no que deveria ser”, escreveram os dois em um comunicado publicado no Instagram. A ideia de criar uma marca de mezcal surgiu três anos atrás em um sushi bar de Nova York. “Depois daquele restaurante, nós não tiramos a ideia da nossa cabeça. Então nós viajamos por Oaxaca [estado mexicano] para ver se encontrávamos algo. E tinha que ser algo tão bom que mesmo quem não gosta de mezcal iria amar. Teria que ser perfeito ou não iríamos fazer”, continuou o comunicado. “Foi uma jornada louca e agora mal podemos esperar para compartilhar com vocês”. Veja a íntegra do texto original abaixo, junto com uma galeria de fotos da dupla em Oaxaca e também imagens da bebida. Ver essa foto no Instagram Three years ago we sat in a sushi bar in New York. Talking about life and what we could possibly do down the road together. We had the time of our lives while shooting Breaking Bad and truly built a very special bond. Knowing that we couldn’t share the screen for quite a while – our thoughts turned to a new project. We sipped cocktails and thought about what it should be. The younger one looked at his drink and said, you know what we should do? We should do a really special Mezcal. The older one said, you mean the liquor with a worm at the bottom? Nah, that was just some bullshit gimmick, I mean real, artesanal Mezcal made by hand in Mexico. After that dinner we couldn’t get the idea out of our heads. So, we started traveling to Oaxaca to see if we could find it, and we mean it had to be “it,” something so damn good even people who don’t think they like Mezcal will love it. It had to be perfect or we weren’t going to do it. We searched high and low all over Oaxaca, met incredible people along the way and after a beautiful yet grueling search throughout that majestic landscape we believed we may have found our place. Our Mezcal. It was on a dirt-road, in a tiny village, hours away from the center of town, we found it and it was perfect. Holy shit it was perfect. We looked at each other and just simply nodded. This is it. We named it Dos Hombres – two guys on a quest. It’s been a long and crazy journey and we couldn’t be happier to share this with you and the rest of the world. We are crazy about the taste, the aroma, and the versatility of this smokey, age-old alcohol. Try it, and let us know what you think. We are certain you will love it. Well, that’s our story. What’s yours? Go to doshombres.com to get a bottle of your own. Follow us at @Doshombres and @Mezcal to hear more about Mezcal and Dos Hombres. — AP & BC Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 9 de Jul, 2019 às 10:00 PDT
Millie Bobby Brown diz que chorou de verdade no final de Stranger Things
A 3ª temporada de “Stranger Things” foi um roda gigante de sentimentos, para usar parte de sua cenografia como metáfora. De momentos nojentos a cenas de suspense, teve de tudo um pouco. Mas, para a atriz mirim Millie Bobby Brown, intérprete de Eleven (ou On, na tradução nacional), nada foi tão difícil quanto as cenas finais, de despedida dos personagens. Spoilers ahoy. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, a atriz de 15 anos contou que não quis ouvir a gravação de David Harbour, em que o ator narra o rascunho de um discurso que seu personagem, o Xerife Hopper, pretendia fazer para Eleven na série. Ela dispensou até ensaios, para que a câmera pudesse captar o impacto da leitura em seu rosto. “Eu queria que eles imediatamente colocassem a câmera em mim e captassem a minha reação”, afirmou a atriz. O resultado foi um dos momentos mais tocantes dos novos episódios. “O jeito que eu reagi foi de pura devastação e tristeza. Uma criança triste que acabou de perder seu pai – ao menos é o que ela pensa. É uma emoção muito crua, especialmente por causa da minha proximidade com Daivd Harbour. Ele é um ótimo homem. O que eu mais admiro nele é o seu respeito por garotas e mulheres. Eu me senti tão mal que pensei ‘isso é horrível’. São emoções cruas naquela cena com certeza”, ela explicou. Mas depois dessa tristeza, veio um momento ainda pior para a jovem, que confessou ter sentido o impacto das cenas de despedida de Eleven de seus amigos de Hawkins. Ela teria chorado de verdade. “Foi tão emocional quanto parece. Todos nós dissemos: ‘Vamos imaginar que esta é nossa última gravação pra sempre’. E todos começamos a chorar imediatamente assim que disseram ‘ação’. Foi como dizer adeus para os meus melhores amigos”, concluiu. A cena descrita mostra Eleven dando adeus ao namoradinho Mike (Finn Wolfhard) e seus amigos, prestes a embarcar num veículo de mudanças com a família Byers (de Winona Ryder), após ficar órfã novamente, para ir morar em outra cidade. Esta separação deve marcar a trama da 4ª temporada da série, que ainda não teve sua renovação oficialmente confirmada pela Netflix.
Nicole Kidman vai produzir série de investigação criminal para a HBO Max
A atriz Nicole Kidman emplacou mais uma série. Mas, desta vez, a estrela de “Big Little Lies” deve se restringir ao papel de produtora. Intitulada “Crime Farm”, a atração foi encomendada pela HBO Max, a vindoura plataforma de streaming da Warner Media, e será produzida pela Blossom Films, empresa de Kidman. Criada por Janine Sherman Barrois, que trabalhou em séries como “Claws” e “Criminal Minds”, a trama vai acompanhar o casal Selma e Richard Eikelenboom, especialistas em investigações forenses de assassinatos. O relacionamento nada convencional dos dois se baseia na dinâmica que estabeleceram no trabalho. Quando um caso particularmente espinhoso atrapalha este equilíbrio, o casal precisa repensar os seus limites no amor e na ciência. “Crime Farm” não é a única série atualmente em desenvolvimento pela produtora de Nicole. Ela também está produzindo e vai estrelar “The Undoing” e “Nine Perfect Strangers”, ambas escritas por David E. Kelley (de “Big Little Lies”), respectivamente para a HBO e Hulu, e produzirá ainda outra série na Amazon, “The Expatriates”.
Netflix vai perder Friends e The Office em 2020
A guerra do streaming continua a tirar pedaços da Netflix. Após a Disney retirar suas produções da plataforma para lançar seu próprio serviço, Disney+ (Disney Plus), a Netflix vai perder dois dos carros-chefes de seu catálogo de séries clássicas, “Friends” e “The Office”, a partir de 2020. “Friends” foi uma das séries incluídas pela WarnerMedia no anúncio desta terça (9/7) de sua própria plataforma de streaming, HBO Max, enquanto “The Office” será destaque do serviço em desenvolvido pela Comcast, empresa dona dos estúdios Universal. Os programas de catálogo aparecem entre os mais vistos da Netflix em pesquisas recentes da Nielsen e de outras empresas de medição de audiência que tentam contabilizar os hábitos do público da plataforma. Depois de anos considerando o licenciamento de seus programas como uma forma de faturamento secundário, as produtoras passaram a valorizar seu conteúdo original, que ganharam novo contexto na configuração dos serviços oferecidos diretamente ao consumidor (D2C, direct to consumer). A expectativa é que as receitas perdidas sejam compensadas por assinaturas dos novos serviços. Por sua vez, a perda de produções dos estúdios tradicionais de Hollywood tende a forçar a Netflix a investir ainda mais em conteúdo próprio para manter sua base e atrair novos assinantes. Entretanto, uma pesquisa divulgada em abril revelou que, embora a Netflix venha investindo pesado em conteúdo original há algum tempo, o material mais visto da plataforma são produções licenciadas – séries como “Friends”, “The Office” e até “Grey’s Anatomy”, que também vai trocar de endereço e estrear no Disney+ (Disney Plus).
Another Life: Atriz de Battlestar Galactica volta ao espaço em teaser de nova série da Netflix
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Another Life”, nova série de ficção científica que marca a volta de Katee Sackhoff às tramas espaciais, dez anos após o final da cultuada “Battlestar Galactica”. A trama da série é centrada na astronauta Niko Breckinridge (personagem de Sackhoff), que lidera uma missão para explorar a existência de uma inteligência alienígena, por meio da investigação de um artefato misterioso. Isto leva sua equipe a enfrentar um perigo inimaginável e uma viagem possivelmente sem volta. O elenco também inclui Selma Blair (do “Hellboy” original), Elizabeth Faith Ludlow (“The Walking Dead”), Justin Chatwin (“Shameless”), Tyler Hoechlin (“Supergirl”), Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”), Jessica Camacho (“The Flash”), Blu Hunt (“The Originals”), A.J. Rivera (“Grandfathered”), Samuel Anderson (“Witless”), Alexander Eling (“Shadowhunters”) e Greg Hovanessian (“The Mist”). “Another Life” é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias Grace”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 25 de julho em streaming.
Trailer de Vai que Cole 2 – O Começo mostra prólogo da série do Multishow
A Conspiração Filmes divulgou o pôster e o trailer do segundo filme derivado da série “Vai que Cole”. Desta vez, é um prólogo. “Vai que Cole 2 – O Começo” conta como a turma do Méier se conheceu e se passa antes da trama da série do canal pago Multishow, lançada em 2013 – embora os atores sejam os mesmos e estejam seis anos mais velhos. A trama apresenta a casa de Dona Jô (Catarina Abdalla), quando ela ainda não era uma pensão e a personagem vivia sozinha com Jéssica (Samantha Schmütz). Ferdinando (Marcus Majella) e Máicol (Emiliano d’Avila), neste ponto, apenas sonhavam em morar no Rio, enquanto Terezinha (Cacau Protásio) morava no Morro do Cerol com Tiziu. O grupo se encontra em uma feijoada que Terezinha organiza para o bicheiro. O humor segue o padrão caricatural de série, repleto de gente burra, sem educação, que não sabe falar direito a própria língua e age como criança. O que, por sinal, justifica o título gramaticalmente errado da franquia. Mas também pinta um quadro pouco lisonjeiro da vida nos subúrbios cariocas – ao contrário, por exemplo, do retrato digno de “A Grande Família”. O elenco ainda conta com Fiorella Mattheis, Silvio Guindane, Érico Brás, Alice Morena, Paulinho Serra, Mary Sheyla, Sergio Mallandro e Marcelo Medici. Dirigido por César Rodrigues, que também faz parte da equipe da série, o longa chega aos cinemas no dia 12 de setembro.
George R.R. Martin revela detalhes importantes do spin-off de Game of Thrones
George R.R. Martin adiantou vários detalhes do piloto da série derivada de “Game of Thrones”, que a HBO tem mantido em completo sigilo. A atração está sendo desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman – O Círculo Dourado”) com participação do próprio Martin, que não se conteve em entrevista à revista Entertainment Weekly. O autor revelou, por exemplo, que a trama vai se passar numa Westeros muito diferente da vista em “Game of Thrones”, milhares de anos antes da ascensão de Bram Stark ao trono de ferro. Para começar, o continente não estará dividido em Sete Reinos, mas num número muito maior de “subdivisões”. “Quando Aegon [Targaryen] conquistou Westeros, já havia sete reinos. Mas, se você olhar mais para trás na história do continente, chegamos a dez reinos, 12 reinos, até em torno de 100 reinos”, comentou Martin. “São reinos muito mesquinhos”. Como sua segunda revelação, o autor garantiu que o público voltará a ver uma das famílias mais famosas de Game of Thrones: os Stark. “Eles já existiam nessa época, definitivamente”, disse. “Assim como os Caminhantes Brancos, os lobos gigantes e também mamutes”. Por outro lado, Martin revelou também que os Lannister não farão parte da nova história. “Na época que abordamos, os Lannister ainda não existem. A família Casterly vive na fortaleza deles, o Rochedo Casterly”, comentou. Martin adiantou a principal semelhança entre o spin-off e “Game of Thrones”: a ausência de protagonistas. “Eu não gosto dessa palavra”, disse. “Em ‘Game of Thrones’, quase nunca tivemos atores concorrendo como protagonistas em premiações. É um elenco de verdade, ninguém é mais importante que os outros”. Para completar, o escritor falou sobre o título da série, que ainda não foi divulgado pela HBO. Depois de ter sugerido que a série poderia se chamar “The Long Night” (A Longa Noite), ele teria encontrado nome melhor, mas muito similar. “Eu ouvi alguém dizendo que o título poderia ser ‘The Longest Night’ [A Noite mais Longa]. Eu aprovo”, disse. Cercada de mistério, a produção não revelou até agora quais personagens seu elenco interpreta. E é um casting grandioso, liderado por Naomi Watts (“O Impossível”) e que também inclui Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Miranda Richardson (também de “Harry Potter”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”), e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). O piloto já começou a ser gravado. Mas a HBO ainda espera ver o resultado para decidir se aprova a produção da série.
The Stand: Marilyn Manson vai estrelar série sobre o Anticristo baseada em clássico de Stephen King
Marilyn Manson foi escalado para atuar na nova minissérie baseada no clássico do terror literário “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. O cantor revelou sua escalação em entrevista à revista Revolver. “Shooter [Jennings] e eu gravamos um cover de ‘The End’, do The Doors, para a minissérie ‘The Stand’, na qual eu também vou atuar”, contou. Ele não revelou qual será seu papel na produção, mas a história mostra o Anticristo, papel que parece sob-medida para o autor do disco “Antichrist Superstar”. Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. A adaptação terá 10 episódios, que serão dirigidos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. O próprio Boone assina o roteiro em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). O elenco é encabeçado por James Marsden (“X-Men”, “Westworld”), Amber Heard (“Aquaman”), Whoopi Goldberg (“Instinct”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why”). A estreia vai acontecer ao longo de 2020 na plataforma americana de streaming CBS All Access.
Sarah Paulson não vai estrelar nova temporada de American Horror Story
A atriz Sarah Paulson não vai protagonizar “American Horror Story: 1984″, a 9ª temporada da antologia de terror de Ryan Murphy. O motivo é excesso de trabalho. Atualmente, ela tem o papel principal em “Ratched”, série do mesmo produtor sobre a enfermeira de “Um Estranho no Ninho”, em desenvolvimento para a Netflix, participa de “Mrs. America”, série feminista em produção para o canal pago FX, além de integrar o elenco de filmes. Apesar disso, há a possibilidade de ela fazer uma participação especial em algum episódio. Até agora, a única temporada em que Paulson não teve grande destaque foi a primeira, quando apareceu em apenas três episódios. Nas sete temporadas seguintes, a atriz foi uma das protagonistas. O trabalho em “American Horror Story” rendeu cinco indicações ao Emmy à atriz. Ela acabou vencendo o prêmio com outra produção de Ryan Murphy, por seu papel em “American Crime Story: The People v. O. J. Simpson”. Sarah Paulson não será a única baixa da 9ª temporada de “American Horror Story”. Evan Peters, o único ator que apareceu em mais episódios que a atriz, também optou por dispensar “1984”. Em compensação, a ex-noiva do ator, Emma Roberts, foi confirmada no elenco. O casal ficou sete anos juntos e teria se separado em março. Roberts é a 10ª intérprete com mais participações nas diferentes temporadas da série.
Novo trailer do remake dos Cavaleiros do Zodíaco traz várias mudanças
A Netflix divulgou o segundo trailer dublado em português da nova animação dos “Cavaleiros do Zodíaco”. A série é um remake do clássico, responsável por popularizar os desenhos animados japoneses de lutas intermináveis, que retorna com computação gráfica e, pelo visto, várias mudanças em relação à história de 1986. A prévia apresenta o personagem principal, Seiya, que junto com seus amigos Shun, Shiryu, Hyoga e Ikki são recrutados para se tornarem cavaleiros e defender a deusa Athena de inimigos, para que ela possa salvar a Terra da destruição. Enquanto algumas cenas seguem a trama clássica, com as batalhas da semana contra os cavaleiros negros, há situações inéditas, como lutas contra soldados, tanques e helicópteros, que desviam da fórmula original inspirada na mitologia grega. Esta, claro, não é a única mudança que os fãs do anime devem esperar. A produção já a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/12/roteirista-de-cavaleiros-do-zodiaco-deleta-twitter-apos-polemica-de-andromeda/”>causou polêmica ao mudar o sexo do personagem Shun, o cavaleiro de Andrômeda, que agora é uma mulher – segundo o roteirista Eugene Son (das séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”), para refletir as mudanças do mundo atual. Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série terá 12 episódios com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). A estreia está marcada para 19 de julho.
Netflix diz que mais de 40 milhões já viram a 3ª temporada de Stranger Things
A Netflix, que só revela audiências que lhe convém, postou em seu Twitter oficial que 40,7 milhões de assinantes assistiram a 3ª temporada de “Stranger Things” desde o lançamento, no dia 4 de julho – ou seja, em quatro dias. A empresa de streaming afirmou que o número é um recorde. Os novos episódios de “Stranger Things” já teriam sido mais vistos do que qualquer outro filme ou série em seus primeiros quatro dias no catálogo da plataforma. Como base de comparação, vale lembrar que a Netflix divulgou anteriormente que o filme “Bird Box” foi assistido por mais de 45 milhões de assinantes nos primeiros 7 dias. Além disso, “You” e “Sex Education” atingiram 40 milhões de visualizações em quatro semanas. Os números, entretanto, não se referem ao total de pessoas que chegaram até o final da temporada. A Netflix contabiliza séries “vistas” a partir do momento em que alguém completa 1/3 de um episódio. Segundo a própria empresa, até o momento “apenas” 18,2 milhões de pessoas viram todos os episódios da 3ª temporada de “Stranger Things”.








