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    Elenco de Jessie homenageia Cameron Boyce nas redes sociais

    9 de julho de 2019 /

    O elenco da antiga série “Jessie”, do Disney Channel, prestou uma homenagem comovente a Cameron Boyce, numa série de posts refletindo a morte do colega. O ator de 20 anos morreu de causas naturais no domingo (8/7), enquanto dormia. Segundo o site TMZ, ele teve uma crise epilética. Boyce interpretou Luke Ross na sitcom do Disney Channel, sobre uma babá de quatro irmãos adolescentes, assim como no spin-off “BUNK’D”. Ele era uma das crianças que infernizava a Jessie do título, vivida por Debby Ryan em quatro temporadas, de 2011 a 2015. Peyton List, que interpretou sua irmã mais velha Emma foi uma das primeiras a se manifestar sobre a perda do ator, em um longo post no Instagram no qual se declarou “de coração partido”. “Ele era mais novo que eu, mas me ensinou a espalhar amor e bondade mais do que qualquer um que já existiu em minha vida”, escreveu ela. “Ele levantava todos ao seu redor e me inspirou a ser uma pessoa melhor do que eu jamais teria sido sem sua orientação, paciência e amor.” Ela continuou: “Eu mal posso ver meus olhos mais de chorar tanto. Amo-te com cada gota de mim e agradeço-te pelo tempo que tive contigo, por estar na minha vida e ser meu irmão para sempre e sempre … O céu ganhou uma bela alma”. Skai Jackson, intérprete de Zuri, outra irmã de Boyce em “Jesse”, postou uma foto dos bastidores da série, escrevendo: “Eu nem sei por onde começar… Estou sem palavras. Eu nunca pensei que em um milhão de anos eu estaria escrevendo isso. Cam, você era único. Meu coração estará para sempre partido. Estou feliz por ter passado quase todos os dias com você no set, você deu os melhores abraços. Eu gostaria de ter te abraçado com mais força quando te vi alguns meses atrás. Muito obrigado por ser o irmão mais velho que nunca tive… Estou tão perturbada e não consigo parar de chorar! Eu te amo muito … voe alto ?? ?? Deus é o melhor Anjo”. “Hoje eu perdi meu melhor amigo”, acrescentou Karan Brar, o último dos irmãos Ross de “Jesse”, no Twitter. “Eu vou sentir muito a sua falta.” Kevin Chamberlin, que estrelou “Jessie” como o mordomo da família, escreveu: “Ele sempre iluminava a sala quando entrava – ele era um ator extraordinariamente talentoso, um defensor altruísta com seu trabalho de caridade e um amigo leal. Nossos corações estão cheios de tristeza”. Seu pai televisivo, Charles Esten, testemunhou que “Cameron nunca demonstrou nada além de gentileza, humildade, graça sem esforço e muito humor. Mesmo quando sua estrela cresceu com ‘Jessie’ e ele começou a receber o tipo de atenção e fama que pode mudar as pessoas, nunca vi essa mudança. Nem um pouco.” A mãe televisiva, Christina Moore, apenas se despediu com um “Boa noite, doce Príncipe”, uma frase de “Hamlet”, de William Shakespeare. “O mundo vai ficar mais escuro sem sua luz brilhante”, completou. Por fim, a intérprete de Jessie, Debby Ryan, ficou sem palavras e simplesmente postou um vídeo de um discurso que Boyce fez em 2018, mostrando seu engajamento por um mundo melhor. Veja as homenagens abaixo. Ver essa foto no Instagram heartbroken Uma publicação compartilhada por PeytonList (@peytonlist) em 7 de Jul, 2019 às 10:49 PDT Ver essa foto no Instagram I don’t even know where to start… I am at a loss for words. I never thought in a million years I would be writing this. Cam, you were one of a kind. My heart will be forever broken. I am so happy that I got to spend almost everyday with you on set, you gave the best hugs. I wish I would have hugged you tighter when I saw you a couple of months ago. Thank you so much for being the big brother I never had… I am so distraught and I cannot stop crying! I love you so much… fly high ?? ?? Gods best Angel . #CameronBoyce Uma publicação compartilhada por s k a i (@skaijackson) em 7 de Jul, 2019 às 3:09 PDT Ver essa foto no Instagram ? I love you! #CameronBoyce Uma publicação compartilhada por s k a i (@skaijackson) em 7 de Jul, 2019 às 9:56 PDT Ver essa foto no Instagram Your timeline will be flooded with pics and videos of this amazing human! ? #CameronBoyce Uma publicação compartilhada por s k a i (@skaijackson) em 7 de Jul, 2019 às 12:07 PDT Ver essa foto no Instagram when life throws a huge curve-ball #CameronBoyce Uma publicação compartilhada por s k a i (@skaijackson) em 8 de Jul, 2019 às 6:30 PDT Ver essa foto no Instagram Our “Jessie” family has been devastated by the sad and untimely passing of our beloved Cameron Boyce. He always lit up a room when he entered-he was an extraordinarily talented actor, a selfless advocate with his charity work, and a loyal friend. Our hearts are heavy with sadness. If you want a small example of what Cameron’s spirit was like, watch this clip – and always remember that incredible boy who brought us so much joy. Uma publicação compartilhada por Kevin Chamberlin (@chamberlin.kevin) em 7 de Jul, 2019 às 9:30 PDT My family and I are devastated today, by the loss of our young and amazing friend, Cameron Boyce. Years before I was blessed to play his father on JESSIE, we were blessed to know him and his wonderful family at the elementary school our kids all attended together./1 — Charles Esten (@CharlesEsten) July 7, 2019 It was there we were introduced to his endless talent, kindness, and joy for living. At his very 1st talent show, little Cameron’s dancing lit up the stage, and left everyone on their feet, cheering . It was clear to all that he was destined to be the star he would soon become./2 — Charles Esten (@CharlesEsten) July 7, 2019 And yet, Cameron never carried himself with anything but kindness, humility, effortless grace, and great humor. Even as his star ascended with JESSIE, and he began to receive the type of fame that can change people, I never saw that change. Not even a little. /3 — Charles Esten (@CharlesEsten) July 7, 2019 It was a joy to work with him on JESSIE, as it was with all the wonderful young stars of that beloved show. They were as close as actual brothers and sisters to one another, and still are, and my heart breaks for them today. /4 — Charles Esten (@CharlesEsten) July 7, 2019 Our love and heartfelt prayers go out to them, and most especially, to the Boyce family. Your Cameron was a blessing to us, as he was to so many others in this world. May you feel the breadth of love being poured out for him today, and may God comfort you as you mourn./5 — Charles Esten (@CharlesEsten) July 7, 2019 Rest In Peace, Cameron. You will be dearly remembered, my friend, and you will be greatly missed.?/. — Charles Esten (@CharlesEsten) July 7, 2019 Ver essa foto no Instagram Good Night Sweet Prince. The world will forever be dimmer without your bright light. ?????? #cameronboyce #jessie Uma publicação compartilhada por Christina Moore (@ladychristinamoore) em 7 de Jul, 2019 às 9:41 PDT

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    Eddie Jones (1937 – 2019)

    8 de julho de 2019 /

    O ator Eddie Jones, que ficou conhecido por interpretar Jonathan Kent na série “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”, morreu no sábado (6/7), em Los Angeles, aos 82 anos. Com cerca de 75 créditos em atuações no cinema e na TV, ele acabou tendo como maior destaque o papel de pai adotivo de Superman (Dean Cain) na série de TV, ao longo de quatro temporadas, entre 1993 e 1997. Apesar disso, tem uma extensa filmografia. Sempre em pequenos papéis, ele apareceu em filmes de grandes diretores como “O Príncipe da Cidade” (1981), de Sydney Lumet, “Trocando as Bolas” (1983), de John Landis, “O Ano do Dragão” (1985), de Michael Cimino, “Os Imorais” (1990), de Stephen Frears, “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston, “Uma Equipe Muito Especial” (1992), de Penny Marshall, “Quebra de Sigilo” (1992), de Phil Alden Robinson, “Seabiscuit – Alma de Herói” (2003), de Gary Ross, e “O Terminal” (2004), de Steven Spielberg. Mas os papéis de mais destaque se restringiram à televisão. Além de “Lois & Clark”, ele integrou os elencos de “The Equalizer”, do remake de “Dark Shadows” e do “Homem Invisível” dos anos 2000, sem esquecer diversas aparições em episódios de séries clássicas – de “Cheers” a “Party of Five” (O Quinteto). Jones também integrava a Interact Theatre Company, companhia de teatro que ajudou a criar.

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  • Série

    Power: Trailer da última temporada apresenta caminho sem volta e confronto final

    7 de julho de 2019 /

    O canal norte-americano Starz divulgou o pôster e o trailer da temporada final de “Power”, sua série líder de audiência. A prévia é repleta de cenas de vida ou morte, com muitos tiroteios e situações sem volta, como “a última traição” e “a última batalha”, em que Ghost (Omari Hardwick) se vê sozinho confrontando todos os demais personagens. Criada por Courtney Kemp Agboh (produtora-roteirista de “The Good Wife”), “Power” se passa nos bastidores da vida noturna de Nova York, onde o glamour se mistura com o submundo do tráfico de drogas. Na trama, “Ghost” se vê dividido entre a vida como um rico dono de boate e traficante de alto nível. Seus problemas começam quando ele percebe que pode fazer sucesso e dinheiro longe do crime. A produção é do rapper Curtis “50 Cent” Jackson, que também tinha um papel importante na trama até o ano passado. A 6ª e última temporada de “Power” vai estrear em 25 de agosto nos Estados Unidos – mas há planos para a produção de um spin-off.

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  • Série

    BBC vai produzir nova minissérie baseada no clássico Anna Karenina

    7 de julho de 2019 /

    A rede BBC prepara mais uma versão do romance “Anna Karenina”, de Leon Tolstói, para a televisão. A adaptação do clássico literário será realizada pela roteirista Gwyneth Hughes, responsável pela recente minissérie de “Vanity Fair” (Feira das Vaidades), outro marco da literatura com excesso de filmagens. “Anna Karenina” foi publicado pela primeira vez em 1878 e não demorou a virar filme. A primeira adaptação é de 1910. Desde então, inspirou quase uma centena de adaptações para o cinema e televisão, de produções russas à filipinas. A própria BBC já tinha adaptado a obra anteriormente, uma característica da maioria de suas minisséries de época recentes, dedicadas a clássicos muitíssimos conhecidos como “Os Miseráveis”, “Adoráveis Mulheres” e “Feira das Vaidades”. A história que a maioria sabe de cor acompanha o caso extraconjugal de uma aristocrata russa, que escandaliza os círculos sociais de São Petersburgo, conduzindo a uma tragédia. Entre as muitas atrizes que interpretaram a personagem do título estão Greta Garbo em 1935, Vivien Leigh em 1948, Claire Bloom em 1961, Lea Massari em 1974, Sophie Marceau em 1997 e Keira Kngithley em 2012. A nova adaptação ainda não tem elenco definido nem previsão de estreia.

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    Cameron Boyce (1999 – 2019)

    7 de julho de 2019 /

    O jovem ator Cameron Boyce, que ficou conhecido por produções do Disney Channel, como “Jessie” e “Descendentes”, morreu no sábado (6/7) aos 20 anos de idade. Segundo a família, ele faleceu durante o sono após ter uma convulsão, ligada a uma “condição médica preexistente”. O Disney Channel lamentou a morte do ator em comunicado oficial. “Desde pequeno, Cameron Boyce sonhava em compartilhar seus extraordinários talentos artísticos com o mundo. Quando jovem, ele foi alimentado por um forte desejo de fazer a diferença na vida das pessoas através de sua trabalho humanitário”, diz o texto, que lembra o engajamento de Boyce com a ONG Thirst Project, que fornece água potável a comunidades carentes. Cameron Boyce começou sua carreira muito cedo. Ele estreou nos cinemas com apenas 8 anos, nos filmes “Espelho do Medo” e “Controle Absoluto”, de 2008. No mesmo ano, foi escalado num papel recorrente em “General Hospital: Night Shift”, série derivada da novela infinita “General Hospital”, além de aparecer num clipe da banda Panic! At the Disco. O trabalho seguinte lhe deu ainda mais projeção. Aos 10 anos de idade, ele viveu o filho de Adam Sandler em “Gente Grande” (2010), papel que repetiu na continuação de 2013. A produção abriu as portas para o Boyce, que começou a ser escalado em produções do Disney Channel. Ele participou de episódios de “Boa Sorte, Charlie!” e “No Ritmo” antes de estrear como Luke Ross em “Jessie”, série que ficou no ar de 2011 a 2015 e que o tornou conhecido do grande público. Em 2015, o ator foi escalado como Carlos De Vil em “Descendentes”, telefilme sobre os filhos dos vilões da Disney – sua mãe era Cruella De Vil, da fábula dos “101 Dálmatas”. A obra se tornou um fenômeno de audiência, gerando continuações, clipes, especiais e até uma série animada. O Disney Channel aproveitou o sucesso para inclui-lo em várias produções, da série animada “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” à comédia teen “Guia de um Gamer para Quase Tudo”, em que viveu o gamer do título por duas temporadas. Ele deixou muitos trabalhos finalizados, inclusive sua despedida do papel de Carlos em “Descendentes 3”, que estreia no Brasil em 9 de agosto. O ator também já havia completado as gravações das temporadas inaugurais das séries “Paradise City”, derivada do terror roqueiro “American Satan” (2017), e “Mrs Fletcher”, da HBO, além do filme “Runt”, em que contracena com Brianna Hildebrand (“Deadpool”). Um dia antes de sua morte, o ator havia postado em seu Instagram uma foto em preto e branco. A publicação já conta com quase 6 milhões de curtidas, e vários comentários de fãs lamentando. Colegas de Boyce do Disney Channel, como Raven Symoné, Gregg Sulkin, Peyton List e Skai Jackson (as duas últimas trabalharam com ele em “Jessie”), além do diretor Kenny Ortega (de “Descendentes”), Adam Sandler (seu pai em “Gente Grande”) e até o CEO da Disney Bob Iger foram às redes sociais para prestar homenagens ao ator. “Todos os nossos corações estão partidos”, resumiu Sandler. Veterano

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  • Série

    The Naked Director: Série da Netflix sobre indústria pornô japonesa ganha trailer

    6 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Naked Director”, série japonesa sobre a explosão da indústria pornográfica no país durante os anos 1980. Com dez episódios, a produção é inspirada na história real de Toru Muranishi, um vendedor de Tóquio que se depara com a indústria pornô japonesa quando o negócio está prestes a decolar devido à rápida ascensão do mercado de vídeo doméstico, e acaba se tornando um dos diretores de filmes adultos mais notórios da história do Japão. Conhecido como o “Imperador da Pornografia” por seus vídeos de estilo gonzo, quase documentais e exploradores de perversões, Toru Muranishi assinou mais de 3 mil vídeos adultos, apesar de ter enfrentado uma série de restrições ao longo de sua carreira, sob forte repressão do governo. O título da série faz referência ao seu costume de gravar suas obras apenas de cueca. Dirigido por Masaharu Take (“Eden”), a série destaca Takayuki Yamada (“13 Assassinos”) no papel de Muranishi e também conta com Shinnosuke Mitsushima (“O Habitante do Infinito”), Misato Morita (“Sacrifice Dilemma”), Koyuki (“O Último Samurai”), Jun Kunimura (“Kill Bill: Vol. 1”), Tetsuji Tamayama (“Norwegian Wood”), Lily Franky (“Assunto de Família”) e Ryo Ishibashi (“Audition”). A estreia está marcada para o dia 8 de agosto na Netflix.

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  • Filme,  Série

    Star: Série cancelada terá telefilme para concluir história

    5 de julho de 2019 /

    O criador de “Star”, Lee Daniels, postou um vídeo em sua conta no Instagram para dar uma boa notícia para os fãs da série cancelada. Interrompida pela Fox em maio, depois de três temporadas, a história de “Star” será concluída num telefilme (“filme da semana”, no jargão usado pelo cineasta-produtor) de duas horas de duração. Segundo Daniels, a produção vai finalizar todas as tramas paralelas e ainda trará participações especiais. “Nós vamos fazer algo realmente especial para deixar vocês gritando, com todos os nossos membros do elenco – inclusive os mortos.” Daniels não compartilhou nenhum outro detalhe e a Fox não comentou o projeto. Portanto, não se sabe se o telefilme será lançado no mesmo canal, quando ele irá ao ar ou que enredo permitiria que personagens mortos retornassem – como zumbis, talvez? Das 25 séries canceladas em maio, “Star” foi considerada uma das maiores surpresas. Tanto que Daniels tentou ressuscitar o drama musical em outras plataformas. Quando as negociações não obtiveram o resultado que ele pretendia, ele prometeu que buscaria outro formato para apresentar uma conclusão para os fãs. “Vamos ter algum tipo de conclusão. Vocês ainda não viram o último suspiro de ‘Star’, eu prometo. Teremos algo que os deixará felizes”, ele chegou a publicar um mês antes de confirmar a novidade. “Star” acompanhava três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato. O trio central de protagonistas era formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas era, os coadjuvantes que se destacavam, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 7”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que fez participação especial como ela mesma. Ver essa foto no Instagram Get ready for a two hour GAG!!!!! ⭐️ Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@leedaniels) em 5 de Jul, 2019 às 1:33 PDT

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  • Música,  Série

    Série sobre a história da banda de rap Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer

    4 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história da banda de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série de Sandman vai seguir os quadrinhos desde o primeiro volume

    4 de julho de 2019 /

    O escritor Neil Gaiman revelou nas redes sociais que “Sandman”, série da Netflix baseada nos quadrinhos que ele criou para a Vertigo/DC Comics, vai ser uma adaptação fiel, com a 1ª temporada focada em “Prelúdios e Noturnos”, primeiro volume da saga do Sonho. “A 1ª temporada terá 11 episódios. E será o começo de tudo. ‘Prelúdios e Noturnos’ e um pouco mais”, ele escreveu. Além de ser o autor da história original, Gaiman é produtor da série e vai escrever o primeiro episódio em parceria com os coprodutores David S. Goyer (roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (roteirista de “Mulher-Maravilha”). O último terá a função de showrunner. Ao anunciar o projeto – milionário, segundo a revista The Hollywood Reporter – , a Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. The first season will be eleven episodes. That's the start of it all. Preludes and Nocturnes and a little bit more. https://t.co/tOlfJ1kS1y — Neil Gaiman (@neilhimself) 2 de julho de 2019

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    Vídeo de bastidores de The Boys aborda os super-heróis sociopatas da série

    4 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou um vídeo de bastidores de “The Boys”, série mais violenta já feita sobre super-heróis. A prévia traz comentários dos produtores Seth Rogen e Evan Goldberg (de “Preacher”) e do ator Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), além de cenas da atração, que vai mostrar super-heróis como “sociopatas egomaníacos”. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Será, portanto, a segunda criação de Ennis adaptada por Rogen e Goldberg, que transformaram “Preacher” numa série escatológica do canal pago AMC. Os dois ainda se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. A trama acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como os super-heróis. Para completar, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada e o capítulo inaugural vem assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A estreia está marcada para 26 de julho na plataforma de streaming da Amazon.

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    The Righteous Gemstones: Série com Danny McBride e John Goodman ganha trailer legendado

    4 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer legendado de “The Righteous Gemstones”, nova série de comédia criada pelo comediante Danny McBride (“Alien: Covenant”). A série traz McBride, John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Adam Devine (“Perda Total”) como três gerações de uma famosa família de televangelistas, com uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. O elenco também inclui Edi Patterson (“Vice Principals”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Tony Calvero (“School of Rock”), Tim Baltz (“Shrink”), Gregory Alan Williams (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e participação especial de Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”). “The Righteous Gemstones” é a terceira série criada por McBride para a HBO, após “Eastbound & Out” e “Vice Principals”. A estreia está marcada para 18 de agosto.

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    Pico da Neblina: Série brasileira de legalização da maconha ganha novo trailer da HBO

    4 de julho de 2019 /

    A HBO Brasil divulgou um novo vídeo de “Pico da Neblina”, série nacional que se passa num futuro próximo, após a legalização da maconha no Brasil. A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. A série da produtora O2 foi desenvolvida por Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) com apoio de seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos assinam a direção dos episódios, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). O tema maconheiro já rendeu algumas séries americanas, mas geralmente de tom mais cômico, da primorosa “Weeds” à horrorosa “Desenrolados” (Disjointed), que também tratava do mercado legal e foi cancelada no ano passado pela Netflix. A série tem 10 episódios e estreia em 4 de agosto na HBO. Pico da Neblina | HBO Seu melhor amigo é seu ex-dealer e seu cliente virou sócio! A realidade de Biriba mudou da noite para o dia em Pico da Neblina. No dia 4 de agosto você vai entender qual é o “desenbolar” dessa história. Publicado por HBO Brasil em Quinta-feira, 4 de julho de 2019

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    Terror japonês O Grito vai virar série da Netflix

    4 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou o lançamento de uma série de terror baseada em “Ju-On”, longa japonês que inspirou o remake americano “O Grito”. A novidade foi comunicada durante um evento no Japão, que também confirmou o diretor Shô Miyake (“And Your Bird Can Sing”) no projeto. A expectativa é de que a série chegue ao catálogo da plataforma no próximo ano. Em seu site oficial, a Netflix já tem uma página destinada a “Ju-On”, com uma descrição. “A clássica franquia de terror japonesa é baseada em eventos reais que ocorreram há mais de quatro décadas – e a verdade é ainda mais aterrorizante”, diz o texto. A história de “Ju-On”, na verdade, surgiu há quase duas décadas, num telefilme japonês de 2000, escrito e dirigido por Takashi Shimizu. A produção ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. E fez tanto sucesso que rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “O Chamado vs. O Grito” (Sadako vs. Kayako”, 2016), em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do próprio Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava uma maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. Fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. Agora, além da série da Netflix, há um terceiro remake de “Ju-On” em produção pela Sony Pictures. Com previsão de estreia para janeiro, o longa já divulgou sua primeira foto. Veja aqui.

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