Estrela de Orange Is the New Black vai estrelar série sobre versão apocalíptica da covid-19
Após protagonizar o drama prisional “Orange Is the New Black” por 7 temporadas, a atriz Taylor Schilling vai estrelar uma nova série dramática, em que também precisará ficar trancafiada. Desenvolvida pelo casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Wife”, “The Good Fight” e “Evil”, a atração se chama “The Second Wave” e imagina o que aconteceria se uma segunda onda de coronavírus abatesse o mundo de forma muito mais intensa, com uma taxa de letalidade ainda maior, a ponto de atingir proporções apocalípticas. Schilling vai interpretar uma mulher que precisa sobreviver durante uma quarentena rigorosa em Nova York, ao lado da vizinha, que será interpretada por Audra McDonald (“The Good Fight”). A sinopse oficial diz: “Quando uma segunda onda inesperada e mortal do vírus chega, nós seguimos essas duas mulheres enfrentarem tempos sem precedentes, enquanto ainda fazem malabarismos com suas carreiras, seus entes queridos e, possivelmente… o fim do mundo?” O elenco também inclui Steven Pasquale (“The Good Wife”) como o marido de McDonald. Seu personagem é descrito como um funcionário importante do CDC (Centro de Controle de Doenças) “que está preso entre o remédio que conhece e a política que lhe é imposta”. A série foi encomendada pela plataforma americana Spectrum, que oficializou sua encomenda poucos dias depois de cancelar sua série mais proeminente, “LA’s Finest”, após duas temporadas. As gravações estão programadas para começar na próxima semana e continuar até a véspera do Natal. O interesse é tão grande que o plano é lançar “The Second Wave” ainda este ano.
Agarra-me se Puderes: Clássico dos anos 1970 vai virar série
A Universal vai transformar o clássico “Agarra-me se Puderes” (Smokey and the Bandit) numa série. O filme de 1977 foi uma criação do dublê Hal Needham, que escreveu e dirigiu a produção em sua estreia atrás das câmeras, mas só saiu do papel porque um dos maiores astros da época, Burt Reynolds, topou estrelar. Feito sem maiores pretensões, a produção se tornou o maior sucesso da carreira do ator e a segunda maior bilheteria do ano em que “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) chegou aos cinemas. A trama acompanhava Bo “Bandit” Darville, que topava uma aposta para transportar caixas de cerveja do Texas para Atlanta em 28 horas. Ele achava que cumprir a missão seria fácil, até dar carona para Carrie, uma noiva em fuga, literalmente, que deixou o filho do xerife Bufford no altar. Este contratempo faz com que seu carrão conversível seja perseguido em alta velocidade pela polícia do Texas até o fim da projeção. “Agarre-Me Se Puderes” gerou duas continuações, rendeu um namoro entre Reynolds e sua coestrela Sally Field e inspirou inúmeras produções similares, inclusive séries, como as bem-sucedidas “Os Gatões” (1979–1985) e “Xerife Lobo” (1979-1981). Seu impacto na cultura pop foi além dos derivados e cópias, inspirando até o nome de uma banda, Boss Hogg, batizada em 1989 (e ainda em atividade) em homenagem ao vilão da história. O resgate da franquia está sendo desenvolvido pelo cineasta David Gordon Green (“Halloween”), o comediante Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) e os produtores Seth MacFarlane (“Uma Família da Pesada”) e Brian Sides (“Alaska: The Last Frontier”). Green também dirigirá o piloto da atração. “Por ter crescido no sul, ‘Agarra-me se Puderes’ foi uma franquia icônica para mim. O legado desses personagens é um playground de arrogância e atrevimento que estou animado para explorar”, disse Green, que nasceu em Little Rock, Arkansas, mas foi criado no Texas. Ainda sem canal ou plataforma definidos, a adaptação do filme dos anos 1970 faz parte de uma estratégia da NBCUniversal para explorar sua biblioteca de títulos e transformar seu acervo clássico em novas séries. Outras atualizações em andamento no estúdio incluem uma nova “Battlestar Galactica” para a plataforma Peacock e uma série de “Chucky” para o canal pago Syfy, entre outros.
Amazon vai transformar peça 5X Comédia em série
A Amazon vai adaptar para o streaming a peça brasileira “5X Comédia”, que lotou teatros nos anos 1990 com textos de Mauro Rasi, Luis Fernando Verissimo e outros, e que, recentemente, ganhou nova versão assinada por Antonio Prata, Jô Bilac, Pedro Kosovski, Julia Spadaccini e Luis Miranda. A adaptação será uma antologia com cinco episódios, cada um com um elenco e uma história diferente. A produção começou a escalar o primeiro episódio. Os atores Luiz Henrique Nogueira, Thati Lopes, Victor Lamoglia e Yara de Novaes estrelarão o capítulo que terá direção de Pedro Coutinho (“Todas as Razões Para Esquecer”). O trabalho mais recente de Luiz Henrique na TV foi na novela “Verão 90”. Victor Lamoglia estrelou a série “Ninguém Tá Olhando”, na Netflix, e está no filme “Eduardo e Mônica”. Já Thati faz parte do elenco do grupo de humor Porta dos Fundos. Victor está no “Zorra”, que sairá da grade da Globo no fim do ano. E Yara, conhecida no teatro por seu trabalho como atriz e diretora, fez uma participação em “Shippados”, do Globoplay.
Flashdance: Musical dos anos 1980 vai virar série
O filme “Flashdance – Em Ritmo de Embalo”, um dos musicais mais bem-sucedidos dos anos 1980, que lançou a carreira da atriz Jennifer Beals, vai virar série. O projeto, que já está em desenvolvimento para a plataforma Paramount+ (nome nome da CBS All Access a partir de 2021), vai girar em torno de uma jovem negra que sonha em construir uma carreira no balé, apesar da sua realidade em um clube de striptease. Na trama, ela irá encarar uma jornada em busca do seu lugar no mundo, enquanto a série aborda temas como dinheiro, arte, amizade e autoestima. Para quem não lembra, no longa de 1983, escrito por Joe Eszterhas (bem antes de “Instinto Selvagem”), Jennifer Beals interpretava uma operária de uma siderúrgica com o sonho de se tornar uma bailarina profissional. A adaptação está a cargo da roteirista Tracy McMillan, que trabalhou em “Good Girls Revolt” e “Fugitivos da Marvel” (Runaway), com produção da Paramount TV. Além de “Flashdance”, o estúdio também está envolvido num projeto de série baseado em outro musical famoso, o clássico “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978).
El Cid: Novo teaser da série épica da Amazon destaca personagens femininas
A Amazon Prime Video divulgou um novo teaser de “El Cid”. Após a primeira prévia trazer batalhas medievais épicas, dignas de “Game of Thrones”, o segundo vídeo destaca as personagens femininas da trama, em sua luta por justiça numa época em que mulheres tinham poucos direitos. Estrelada por Jaime Lorente (o Denver de “La Casa de Papel”), a série vai contar a jornada épica do personagem-título, que apesar de lendário realmente existiu no século 9. O jovem que virou herói de guerra e escudeiro do rei, vai precisar lidar com traições enquanto busca seu lugar dentro da complexa monarquia que tenta controlá-lo. A principal personagem feminina destacada no teaser é a Infanta Urraca (vivida por Alicia Sanz, de “O Clube dos Meninos Bilionários”), que aparece lamentando para sua mãe, a Rainha Sancha “A Bela” (Elia Galera, de “El Príncipe”) que só não conquistará o poder porque é mulher. O elenco também destaca José Luis García Pérez (“Ibiza: Tudo pelo DJ”) como o Rei Fernando I “O Grande”, além de Lucía Guerrero (“Dinheiro em Jogo”), Carlos Bardem (“Assassin’s Creed”) e Juan Echanove (“Desaparecidos”), entre outros. Ainda sem previsão de estreia, a trama pretende explorar as diversas comunidades religiosas que coexistiram na Espanha medieval, incluindo cristãos, árabes e judeus, além de mostrar como El Cid foi capaz de ganhar a admiração de todos eles e, eventualmente, conquistar e reinar em Valência. Com produção da Zebra Producciones, a série foi criada por José Velasco (“Centro Médico”) e Luis Arranz (“Zona Hostil”), tem direção de Adolfo Martínez Pérez (também de “Zona Hostil”) e Marco A. Castillo (“Águia Vermelha”), e trilha sonora original composta por Gustavo Santaolalla, vencedor do Oscar por “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005) e “Babel” (2006).
The Good Doctor: Trailer da 4ª temporada mostra como pandemia afetará a série
A rede ABC divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “The Good Doctor”, que mostra como a pandemia de coronavírus vai afetar a série, além de introduzir novos personagens na trama. A prévia começa testando o relacionamento entre o protagonista Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore) e Lea Dilallo (Paige Spara), que assumiram o namoro no final da temporada passada. Apesar de serem vizinhos, eles se veem separados pelo distanciamento social, que precisa ser seguido à risca devido ao trabalho médico de Shaun. O vídeo também dedica bastante espaço a novos residentes – seis candidatos são apresentados para quatro vagas no hospital (e no elenco fixo) – , além de repercutir a morte chocante do Dr. Neil Melendez (Nicholas Gonzalez), que aparece em flashbacks. Segundo o criador e showrunner David Shore (que também criou “House”), a série vai concentrar sua abordagem do coronavírus na estreia da 4ª temporada, mas se afastará da pandemia nos episódios subsequentes – por isso, vários atores aparecem sem equipamento de proteção nas cenas abaixo. 4ª temporada de “The Good Doctor” estreia em 2 de novembro nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.
The Walking Dead: Vídeo revela reação de Maggie ao saber que Negan está solto
A produção dos próximos episódios de “The Walking Dead” foi retomada com a primeira leitura virtual dos roteiros dos seis capítulos extras, que completarão a 10ª temporada no começo de 2021. Um vídeo do “reencontro” à distância do elenco foi divulgado pelo site da revista Entertainment Weekly – e rapidamente legendado por fãs – , chamando atenção para um dos momentos mais aguardados pelos fãs, desde que a volta de Maggie (Lauren Cohan) foi anunciada para o final da temporada. Trata-se da reação da personagem ao fato de que Negan (Jeffrey Dean Morgan), que matou seu marido e pai de seu filho, está solto e vivendo livremente entre os demais sobreviventes. A leitura registra uma conversa entre Maggie e Carol (Melissa McBride) sobre Negan. A cena também inclui Daryl (Norman Reedus) tentando acalmar os ânimos e uma narração feita por Khary Payton, o ator que interpreta Ezekiel. Também estão presentes na videoconferência as atrizes Cassady McClincy (Lydia), Cailey Fleming (Judith) e Angel Theory (Kelly), mas sem falas. Confira o resultado, que ainda revela o título do próximo episódio, no vídeo abaixo com legendas: O elenco de The Walking Dead faz a leitura de roteiro da cena em que Maggie reencontra Negan em um dos episódios extra da 10ª temporada da série pic.twitter.com/dAC2dEDe97 — Geekdama (@geekdamasite) October 19, 2020
Cobra Kai já foi vista mais de 50 milhões de vezes na Netflix
A Netflix revelou um novo vislumbre de seus números de audiência, durante seu relatório trimestral para o mercado. E a grande surpresa foi o desempenho de “Cobra Kai”. A série já era a mais vista do YouTube Premium, serviço de streaming pago que o YouTube abandonou no ano passado, antes de ser adquirida pela Netflix. Mesmo assim, a 1ª temporada teve mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma. Os números superaram a série original da Netflix mais vista em 2020. Em antecipação ao relatório, a empresa já tinha anunciado que “Ratched”, em que Sarah Paulson vive a enfermeira maligna do filme “Um Estranho no Ninho”, era sua campeã de audiência anual, com 48 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias. Entre os filmes, o melhor desempenho inicial ficou com “Enola Holmes”, estrelado por Millie Bobby Brown na pele da irmã caçula de Sherlock Holmes. A produção teria sido visto 76 milhões de vezes no primeiro mês. Outros sucessos contabilizados incluem consolidações finais de lançamentos mais antigos, como “The Old Guard”, protagonizado por Charlize Theron, que atingiu 78 milhões de espectadores desde seu lançamento em julho passado – superando a expectativa inicial da Netflix, que esperava 72 milhões. Em seguida, a lista destaca “Power”, com Jamie Foxx, visualizado por 75 milhões de assinantes desde agosto, e “A Barraca do Beijo 2”, acompanhado por 66 milhões desde julho. A aposta do streamer em documentários também se provou bem-sucedida. “Cenas de um Homicídio: Uma Família Vizinha” (American Murder: The Family Next Door) se tornou a série documental mais assistida da plataforma até hoje, com 52 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias. Esse sucesso também foi acompanhado pelo filme “O Dilema Social”, documentário sobre as redes sociais, visto por 38 milhões de residências nos primeiros 28 dias. Vale lembrar que o critério usado pela Netflix para considerar um filme ou série vistos é que um espectador assista apenas dois minutos da produção. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”.
The Vow: Série documental da HBO ganha trailer da 2ª temporada
A HBO divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada da série documental “The Vow”, que explora a seita NXIVM. O vídeo foi divulgado dois dias após o final da 1ª temporada, exibido no domingo (18/10), e anuncia a continuação como “Parte 2” de sua história. Após contar a história da seita e os escândalos sexuais que envolvem seu líder, Keith Raniere, os diretores Jehane Noujaim e Karim Amer vão aprofundar sua cobertura da seita por meio do julgamento de seus membros pela Justiça dos EUA, conforme novas evidências e revelações impressionantes são trazidas à tona por agentes do FBI e promotores federais. A prévia se divide entre denúncias e a defesa intransigente de Raniere, com apoio dos advogados, que tentam apresentar pontos de vista positivos. A série estreou em 23 de agosto com aclamação da crítica – tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – , exibindo uma história perturbadora narrada por diversos ex-membros da NXIVM, que compartilham suas experiências ao longo dos anos em que buscavam crescimento pessoal, apenas para descobrir que foram manipulados. Em junho de 2019, Raniere foi condenado por extorsão, tráfico sexual, conspiração de trabalho forçado, roubo de identidade e produção e posse de pornografia infantil. Ele ainda aguarda sua sentença, prevista para este outono – e os produtores devem cobrir o julgamento para a série. Além dele, várias celebridades integraram a seita, inclusive uma estrela de “Smallville”, Allison Mack, que foi mentora do subgrupo de escravidão sexual DOS, presa em 2018 sob a acusação de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Em abril de 2019, Mack se confessou culpada das acusações e ainda está aguardando sua sentença.
Kristen Bell vai estrelar nova série de comédia na Netflix
A atriz Kristen Bell, estrela das elogiadas séries “Veronica Mars” e “The Good Place”, vai estrelar sua primeira produção live-action de streaming. Ela será a protagonista e produtora executiva de “The Woman in the House”, nova atração da Netflix. Com oito episódios, a série é descrita como uma versão satírica de thrillers como “A Mulher na Janela” e “A Garota no Trem”. Na trama, Bell interpretará Anna, uma mulher de coração partido para quem todos os dias parecem iguais. Quando um vizinho bonito se muda para o outro lado da rua, ela começa a ver uma luz no fim do túnel – até que ela testemunha um assassinato horrível. A série foi desenvolvida pelo trio Rachel Ramras, Hugh Davidson e Larry Dorf, que criaram a sitcom “Nobodies” (2017-2018) e trabalharam juntos nas séries animadas “O Show do Looney Tunes” e “Mike Tyson Mysteries”. A equipe de produção ainda inclui o comediante Will Ferrell (“Festival Eurovision da Canção”), por meio da sua empresa Gloria Sanchez Productions, e Marti Noxon (criadora de “Objetos Cortantes” e “UnREAL”), que servirá como consultora criativa. Ainda não há previsão para a estreia.
Willow: Fantasia clássica dos anos 1980 vai virar série do Disney Plus
A Disney oficializou a produção da série baseada na clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série será uma continuação dessa história e Warwick Davis voltará ao papel principal. Ele tinha 18 anos na época de “Willow” e agora está com 50. A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e o piloto contará com direção do cineasta Jon M. Chu (“G.I. Joe: Retaliação”). Além deles, a produção ainda inclui Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner. Os responsáveis pelo filme original, Ron Howard e o roteirista Bob Dolman, também estão envolvidos como produtores e consultores da série, que será realizada pela Lucasfilm para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Howard já tinha adiantado boa parte dos planos da produção no ano passado, durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, quando revelou que pretendia trazer de volta Warwick Davis como um Willow maduro. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard, na ocasião. “Tantos fãs me perguntaram ao longo dos anos se ‘Willow’ ia voltar, e agora estou emocionado em dizer a eles que ele realmente vai”, disse Davis, em comunicado da Disney sobre o projeto. “Muitos me disseram que cresceram com Willow e que o filme influenciou a forma como eles veem o heroísmo em nosso próprio mundo. Se Willow Ufgood pode representar o potencial heroico de todos nós, então ele é um personagem que estou extremamente honrado em repetir.” No comunicado, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, descreveu o projeto como parte de “uma nova era empolgante das narrativas da Lucasfilm”, que incluem “The Mandalorian” e mais dois derivados live-action de “Star Wars” em desenvolvimento. “A visão de Jon Chu, juntamente com a escrita de Jon Kasdan e Wendy Mericle, vai levar Willow a novas e emocionantes direções. Ron Howard e Warwick Davis queriam voltar a se reunir no mundo de ‘Willow’ há algum tempo, e eu não poderia estar mais orgulhosa da incrível equipe que montamos para trazer esta série para a Disney +.” Ainda não existe uma previsão de estreia para a série.
Criador de The End of the F***ing World fará filmes e séries dos Power Rangers
A franquia “Power Rangers” vai “morfar” de novo. A Hasbro fechou contrato com o roteirista inglês Jonathan Entwistle, criador das séries “The End of the F***ing World” e “I Am Not Okay With This”, para desenvolver uma nova geração de filmes e séries da saga. “Esta é uma oportunidade incrível para entregar novos ‘Power Rangers’ para uma geração mais jovem, assim como os muitos fãs que adoram a franquia. Vamos trazer o espírito do analógico para o futuro, concentrando o poder da ação e da narrativa que transformaram esta marca em um sucesso”, disse Entwistle em comunicado sobre o acordo. Detalhes específicos sobre os projetos e quando eles serão lançados não foram revelados, mas o acordo reflete a ambição da Hasbro, após fazer duas aquisições comerciais importantes. A fabricante de brinquedos comprou os direitos dos “Power Rangers” e outras criações da Saban no início de 2018 e, no final do ano passado, adquiriu a produtora canadense eOne (Entertainment One) para realizar seus próprios projetos, de acordo com sua visão de mercado. Antes da Hasbro assumir a eOne, Entwistle já estava encarregado de desenvolver um novo filme de “Power Rangers” para a Paramount, mas agora os direitos foram para o novo estúdio, que ampliou o papel do roteirista, dando-lhe o comando da franquia em todas as plataformas. “Jonathan tem uma visão criativa incrível para esta franquia icônica e de enorme sucesso, e é o arquiteto certo para se juntar a nós enquanto reinventamos os mundos da televisão e do cinema desta propriedade”, disse o presidente de cinema da eOne, Nick Meyer, e o presidente de televisão global da empresa, Michael Lombardo, em uma declaração conjunta. Originada nos anos 1990, a franquia “Power Rangers” já passou por várias encarnações, e segue gerando produtos na televisão — a próxima temporada, prevista para 2021, deve se chamar “Power Rangers Dino Fury”. “Power Rangers” também ganhou um filme recente, em 2017, que contou a história de origem dos personagens e deveria ganhar várias continuações. Mas apesar dos jovens talentos que revelou – entre eles Naomi Scott, a princesa Jasmine de “Aladdin” – o lançamento foi um grande fracasso. Custou US$ 100 milhões e arrecadou apenas US$ 142 milhões em bilheteria mundial.
Jake Gyllenhaal vai estrelar sua primeira série
O astro Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) vai estrelar a primeira série de sua carreira. Ele fechou contrato com a HBO para protagonizar uma adaptação do best-seller “The Son”, do mestre do noir nórdico Jo Nesbø (“Headhunters”), lançado no Brasil com o título “O Filho”. A atração terá formato de minissérie e será produzida pelo cineasta Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e o casal Lisa Joy e Jonathan Nolan (criadores de “Westworld”). Com isso, a produção voltará a reunir Gyllenhaal e Villeneuve, que trabalharam juntos nos filmes “Os Suspeitos” e “O Homem Duplicado” (ambos em 2013). Na trama de “The Son”, Sonny Lofthus (Gyllenhaal) vive uma vida à deriva desde que o pai foi encontrado morto com uma carta de suicídio, na qual admitia ser um policial corrupto. Viciado em heroína, ele aceitou cumprir pena por crimes que não cometeu, em troca de nunca lhe faltar droga. Mas quando descobre a chocante verdade por trás da morte do pai, uma revolta desperta Sonny para a vida, que passa a planejar uma engenhosa fuga da prisão, além de uma grande vingança. Apesar do envolvimento de Nolan e Joy, os dois não serão os roteiristas da minissérie. Esta função está a cargo de Lenore Zion, que escreveu episódios de “Billions” e “Ray Donovan”, e recentemente criou “Brand New Cherry Flavor”, série de terror que estreia em breve na Netflix. Vale observar que Pierce Brosnan estrelou uma série recente chamada “The Son” (2017-2019), o que pode levar a HBO a rebatizar a produção. Veja abaixo a capa nacional do romance de Nesbø.












