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    Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco

    24 de outubro de 2020 /

    Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”) e dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está em fase inicial e não tem nenhum capítulo completamente escrito. Mas a crise também acrescenta mais questionamento à produção, incluindo a prática do “tokenismo”, ou seja, uma ação apenas simbólica (no caso, a contratação de roteiristas negros) destinada a responder à crítica de falta de diversidade racial e inclusão na produção. Além da questão racial, houve muitas críticas ao envolvimento de Padilha no projeto, especialmente após a realização da série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A série será lançada na plataforma Globoplay, que teria atravessado a Amazon na negociação do projeto.

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    Maya Hawke vai ter companhia do irmão na 4ª temporada de Stranger Things

    24 de outubro de 2020 /

    Levon Thurman-Hawke foi fotografado no set de produção da 4ª temporada de “Stranger Things”. O filho de 18 anos dos atores Uma Thurman e Ethan Hawke vai viver o irmão mais novo de Robin, o personagem de sua irmã na vida real, Maya Hawke, de 22 anos. Robin foi introduzida na 3ª temporada como colega de trabalho de Steve (Joe Keery) na sorveteria do shopping center de Hawkins, cidadezinha fictícia em que se passa a série. Seu irmão entra em cena com um visual punk rock/glam metal, conforme pode ser visto nas imagens flagradas por fãs. Enquanto isso, ela assume um visual andrógino nos novos episódios, refletindo o fato de ter se assumido lésbica na trama. Ao contrário de Maya, que já tinha alguma experiência como atriz, “Stranger Things” marcará o início da carreira de Levon como ator. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas em seu começo, atrasando a estreia dos novos episódios. Um dos criadores da série, Ross Duffer, afirmou que este hiato proporcionou tempo para que ele e seu irmão Matt Duffer refletissem mais sobre os caminhos que querem dar para o enredo. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. a new character was spotted filming at the video store pic.twitter.com/Fx0J1lIjC0 — best of stranger things (@sthingstuff) October 22, 2020 more pics of levon hawke on set pic.twitter.com/jP4yypg2kS — best of stranger things (@sthingstuff) October 22, 2020 maya hawke and joe keery on set of stranger things 4 earlier today pic.twitter.com/eQiTbHG8nJ — best of stranger things (@sthingstuff) October 21, 2020

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    Trailer da volta Animaniacs ironiza reboots e inclui Pinky e Cérebro

    24 de outubro de 2020 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer oficial da volta de “Animaniacs”. Bastante criativo, o vídeo traz os irmãos Warner ironizando os reboots, “sintoma de falta de originalidade”, e mostra o dinheirão que fez os personagens mudarem de discurso para reviver a série. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moram na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. “Animaniacs” também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltam com a nova animação e, como demonstra a prévia, continuam querendo dominar o mundo. A cultuada série animada dos anos 1990 vai ganhar capítulos inéditos em 20 novembro, data que marca 22 anos da exibição de seu último episódio. A equipe contará com os dubladores originais e o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).

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    The Liberator: Série animada sobre 2ª Guerra Mundial ganha novo trailer

    23 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou novos pôsteres de personagens e o segundo trailer de “The Liberator”, minissérie animada adulta e realista, baseada no aclamado livro de não-ficção de Alex Kershaw sobre a 2ª Guerra Mundial. A prévia destaca a narração dramática do protagonista, que acompanha uma animação criada com auxílio de rotoscópio, que transforma a performance dos intérpretes dos personagens em desenho. É a mesma técnica visual aplicada em “O Homem Duplo” (2006), de Richard Linklater, e na recente série “Undone”, da Amazon. O astro britânico Bradley James (o Arthur da série “Merlin”) estrela a produção como Felix Sparks, um oficial do Exército dos EUA que na vida real liderou um dos primeiros batalhões aliados a desembarcar na Itália e marchar em direção à Alemanha, onde libertou o campo de concentração de Dachau. A marcha de Sparks e seus homens durou mais de 500 dias, em meio a tiroteios traiçoeiros e explosões, e a minissérie de quatro episódios vai recriar sua árdua missão. A adaptação do livro de Krashaw foi escrita pelo veterano roteirista Jeb Stuart (“Duro de Matar”) e dirigida pelo aclamado artista de efeitos visuais Grzegorz Jonkajtys (da equipe de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Guerra Infinita”). Co-estrelada por Jose Miguel Vasquez (“The Walking Dead”), Bryan Hibbard (“Cobra Kai”), Martin Sensmeier (“Westworld”) e Ross Anderson (“Predadores Assassinos”), “The Liberator” vai estrear em 11 de novembro, data em que se comemora o Dia dos Veteranos nos EUA.

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    Dash & Lily: Série de romance natalino da Netflix ganha trailer legendado

    23 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “Dash & Lily”, que parece uma comédia romântica juvenil bem curta, mas é uma série que estende sua premissa (de comédia romântica juvenil) por oito episódios. Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca. Então, começam a propor desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. Até acabarem como no clássico romântico de 1987: “Nunca te vi, sempre te amei”. A série é protagonizada por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”) e é baseado no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou a boa comédia romântica juvenil “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). A adaptação está a cargo de Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”) e tem direção da dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries). A estreia está marcada para 10 de novembro e integra um montão de projetos natalinos programados pela Netflix para os próximos meses, numa programação que arrisca recorde de saturação temática.

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    David Fincher anuncia fim de Mindhunter

    23 de outubro de 2020 /

    O diretor David Fincher confirmou ter encerrado a série “Mindhunter”, que ele produzia para a Netflix. Em entrevista ao site Vulture, o cineasta afirmou que o drama criminal, baseada em fatos reais, sobre a formação de uma unidade do FBI especializada na caça de serial killers, não terá 3ª temporada. Ele justificou o fim da série pelo excesso de trabalho e tempo que demandava sua produção. “Nós vivemos por lá [Pittsburgh] por quase três anos”, disse Fincher. “Não ano após ano, provavelmente seis ou sete meses no ano… Foi muito para mim”. Fincher explicou que fez a 1ª temporada sem um showrunner, “só comigo resolvendo tudo, semana a semana”. E que isso quase implodiu a série já na 2ª temporada. “Começamos a receber os roteiros para a 2ª temporada, e quando vi o que estava escrito decidi que não gostava de nada. Então, jogamos fora e começamos de novo”. Só que, em vez de contratar showrunner experiente, ele preferiu uma assistente de direção, Courtenay Miles, e acabou coproduzindo a série com ela. “Era uma semana de trabalho de 90 horas. A série absorve tudo em sua vida. Quando terminei, estava bastante exausto e disse: ‘Não sei se tenho forças para fazer a 3ª temporada”, continuou. Além do grande esforço, ele considera que a série é muita cara para a audiência que atingiu, e confidenciou ter falado sobre isso com a Netflix. Mas os responsáveis pela plataforma não concordaram imediatamente em encerrar a produção. “Termine ‘Mank’ e depois veja como você se sente”, teriam dito, segundo Fincher. “Mas, honestamente, não acho que conseguiremos fazer a série por menos do que custou a 2ª temporada. E em algum nível, você tem que ser realista quanto ao fato de que os dólares têm que atrair público suficiente”, completou. A declaração de Fincher confirma boatos que circulavam desde janeiro, quando veio à toa que o diretor não tinha agendado o retorno da produção, preferindo se dedicar a outros projetos na própria plataforma de streaming. Anteriormente, Holt McCallany tinha dito que Fincher planejava cinco temporadas de “Mindhunter” e que pretendia continuar na série enquanto o cineasta estivesse envolvido. A 2ª temporada foi disponibilizada em agosto de 2019 e atingiu impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes. De acordo com o Vulture, apesar da baixa audiência, a Netflix estaria aberta a retomar e concluir a série. A ideia é deixar Fincher descansar. O diretor vai lançar seu novo filme, “Mank”, pela Netflix em dezembro. E pode muito bem retomar “Mindhunter” mais adiante, já que realmente continua envolvido em outras produções da plataforma. Um porta-voz da Netflix, ouvido pelo site, acrescentou: “Talvez em cinco anos.”

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    Séries online: Opções de maratona incluem dois terrores nacionais

    23 de outubro de 2020 /

    O Halloween costumava ser apenas um feriado americano, mas já se tornou bastante popular no Brasil – antes que nacionalistas reclamem, também foi assim como outra invenção das lojas de departamento dos EUA, o Natal, cuja decoração inclui até “neve”. Para quem gosta de terror, a data é ótima oportunidade para maratonar conteúdo do gênero, e a programação de streaming, a uma semana do Dia das Bruxas americano, mostra que as séries nacionais também entraram no clima. São logo duas de uma vez. A principal é “Desalma”, uma superprodução de 10 capítulos da Globoplay, com Cássia Kis em performance assombrosa. Gravada no interior do Rio Grande do Sul, a série até evoca o clima das produções do terror americano, geralmente passadas em cidadezinhas frias e em meio a florestas escuras, reunindo vários atores adolescentes. E tem um detalhe para quem gostou da série alemã “Dark”: o som tétrico dos episódios é criação do sonoplasta alemão Alexander Wurz, que trabalhou na série da Netflix. A Globoplay também disponiliza “Noturnos”, uma antologia que estreou nesta semana no Canal Brasil, mas que já tem três de seus seis episódios online. Trata-se de uma produção criada por dois cineastas premiados e especialistas em terror brasileiro, Marco Dutra (“As Boas Maneiras”) e Caetano Gotardo (“Todos os Mortos”), além de Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”), e inspirada por, quem diria, contos de Vinicius de Moraes. A Netflix iguala a oferta com mais duas opções do gênero, a sobrenatural “Penny Dreadful: City of Angels” e o suspense “The Alienist: The Angel of Darkness”, originalmente produzidas para a TV paga americana. Confira abaixo mais detalhes destas e de outras séries que formam o Top 10 do streaming deste fim de semana. Desalma | Brasil | 1ª Temporada A série de terror nacional traz Cássia Kis (“Redemoinho”) como bruxa e Cláudia Abreu (“Berenice Procura”) como mãe de um menino assombrado por espíritos do mal. Com ênfase em gravações noturnas em florestas da região Sul do Brasil, a atração exibe cenas que parecem sair de “A Bruxa” e “Midsommar”. A trama se passa numa comunidade rural parada no tempo, onde fenômenos sobrenaturais assombram a população de imigrantes ucranianos ao longo de décadas. Assim, eventos que aconteceram em 1988 se refletem em aflições dos dias atuais, materializando duas histórias paralelas em épocas distintas. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”), a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”) e o elenco também conta com Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”), Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), Alexandra Richter (“Minha Mãe É uma Peça”), Isabel Teixeira (“Os Amigos”) e Gabriel Muglia (“Histórias Estranhas”), misturados a atores jovens. Disponível na Globoplay Noturnos | Brasil | 1ª Temporada Antologia de terror de Marco Dutra e Caetano Gotardo, dupla premiada do terror brasileiro, que este ano exibiu “Todos os Mortos” no Festival de Berlim. Dutra, que também dirigiu os premiados “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”, assina os episódios com Gotardo e Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”), e o detalhe é que a produção original do Canal Brasil é inspirada em contos do compositor Vinicius de Moraes, mostrando um lado pouco conhecido do “poetinha”. A série vai juntar os contos num mesmo contexto, ao acompanhar personagens de uma companhia de teatro confinada por causa de uma tempestade. As histórias de assombração que os atores contam para passar o tempo rendem os seis episódios, encenados em diferentes épocas e com temáticas variadas, que vão de escravidão ao fanatismo religioso. Cada episódio é contado a partir de um ponto de vista diferente e o elenco inclui artistas como Marjorie Estiano, Andrea Marquee, Bruno Bellarmino, Ícaro Silva e Rafael Losso. Disponível na Globoplay O Gambito da Rainha | EUA | Temporada Única Com seis episódios, a minissérie de época traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”, “Emma.”, “Os Novos Mutantes”) como uma órfã que se torna um prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue a personagem dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, “The Queen’s Gambit” (título original) capricha na recriação dos anos 1960, com destaque para figurinos e direção de arte, e foi desenvolvida por Scott Frank (roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”), que assina roteiros, direção e a produção executiva da atração. Disponível na Netflix The Alienist | EUA | 2ª Temporada Um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018 retorna numa nova história completa, batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”. A continuação volta a reunir o elenco original: Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”) como o excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os primeiros psiquiatras -, Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) como John Moore, repórter investigativo do New York Times, e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) na pele da ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. A trama adapta o segundo livro escrito por Caleb Carr sobre os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, que gira em torno do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Disponível na Netflix Penny Dreadful: City of Angels | EUA | 1ª Temporada A mais recente série de John Logan (roteirista de “007 Contra Spectre”) abandonou os personagens góticos clássicos da bem-sucedida “Penny Dreadful” (2014-2016) para explorar terrores reais, como o fascismo e o racismo, ao lado de aparições do além na Los Angeles dos anos 1930. Mas não foi tão bem sucedida quanto a atração original, sendo cancelada após esta única temporada pelo canal pago Showtime nos EUA. Na trama, ao investigar um assassinato macabro, um detetive novato (Daniel Zovato, de “O Homem nas Trevas”) acaba descobrindo um submundo de trevas numa das maiores cidades americanas. O bom elenco ainda incluía Lorenza Izzo (“Bata antes de Entrar”), Rory Kinnear (“Penny Dreadful”), Jessica Garza (“The Purge”), Nathan Lane (“Os Produtores”), Ethan Peck (“Star Trek: Discovery”), Adam Rodriguez (“Criminal Minds”), Piper Perabo (“Covert Affairs”), a veterana Adriana Barraza (“Dora e a Cidade Perdida”) e principalmente Natalie Dormer (“Game of Thrones”), que encarnou quatro personagens diferentes. Vale esclarecer que, apesar do cancelamento precoce, o spin-off tem boa avaliação (75% no Rotten Tomatoes) e finaliza (a maior parte de) sua trama. Disponível na Amazon Os Bárbaros | Alemanha | 1ª Temporada No estilo épico de “Vikings”, a atração conta como tribos bárbaras rivais formaram uma aliança estratégica para lutar contra três legiões de Roma na Batalha da Floresta de Teutoburgo em 9 DC, considerada a maior derrota do Império Romano. O austríaco Laurence Rupp (“Os Sonhados”) lidera o elenco no papel histórico de Arminius, um bárbaro criado pelos romanos que, apesar de ter sido treinado como legionário, acabou se tornando o líder da rebelião germânica. Ele foi capaz de unir chefes rivais para a batalha sangrenta, que forçou Roma a abandonar a região. O resultado da batalha estabeleceu o rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, fato que distanciou as culturas romana e germânica e causou o declínio da influência latina na região que viraria a Alemanha. A direção é de Steve Saint Leger, que comandou a sci-fi “Sequestro no Espaço” (2012) e vários episódios de “Vikings”. Disponível na Netflix Um Rapaz Adequado | Índia | Temporada Única A premiada cineasta indiana Mira Nair volta a explorar a cultura dos casamentos arranjados, que lhe rendeu o Leão de Ouro no Festival de Veneza com “Um Casamento à Indiana” (2001), nesta adaptação do best-seller de Vikram Seth, transformada em minissérie por um especialista em comédias românticas, o britânico Andrew Davies (“O Diário de Bridget Jones”). A trama se passa nos anos 1950, no período da independência da Índia, em que hindus e muçulmanos se separaram em países distintos, originando o Paquistão. Este pano de fundo torna especialmente complicado o romance dos protagonistas, uma jovem hindu (Tanya Maniktala) e um rapaz muçulmano (Danesh Razvi, ambos novatos), que contrariam os planos de casamentos arranjados de suas famílias ao se conhecerem por acaso. Enquanto retratam esse romance proibido, os seis episódios oferecem um vasto panorama, que acompanha os destinos de quatro grandes famílias, ao explorar a história e a cultura da Índia em um momento crucial do país. Disponível na Netflix Eu, Tu e Ela | EUA | 5ª Temporada Desenvolvida por John Scott Shepherd (criador de “Save Me”), “You Me Her” (título original) é uma comédia romântica e dramática com um ingrediente a mais: uma terceira pessoa. Mas o que parece feito para rir acaba rendendo uma reflexão sobre se um relacionamento a três pode realmente funcionar. Na trama, Emma e Jack, casados há anos, enfrentam um período de marasmo no relacionamento. É quando entra em cena Izzy, uma estudante de pós-graduação que oferece aos dois um serviço de “acompanhante” e o mais improvável acontece: tanto Jack quanto Emma apaixonam-se por ela – e são correspondidos. Assim começa a história “poliamorosa”, que rendeu ao menos cinco anos de felicidade para todos os envolvidos – o elenco central é formado por Greg Poehler (irmão de Amy Poehler e astro-criador da série “Welcome to Sweden”), Rachel Blanchard (da série “Fargo”) e Priscilla Faia (série “Rookie Blue”). A 5ª temporada é também o final da série. Disponível na Netflix Tempos de Crise | Suiça | 2 Temporadas Drama criminal, passado no centro financeiro europeu. A trama começa quando um banqueiro é vítima de uma overdose de insulina e acaba em coma. Ao tomar seu lugar na instituição, sua irmã (Laura Sepul, de “Noite Adentro”), que odeia e sempre evitou os negócios da família, encontra transações bancárias obscuras e começa a suspeitar que o acidente foi, na verdade, uma tentativa de assassinato. Logo, ela também se vê alvo de violência. A série destaca, entre seus criadores, o cineasta suiço Fulvio Bernasconi, diretor dos filmes “Misericórdia” (2016) e “Out of Bonds” (2007). Disponível na Globoplay Mad Men | EUA | 7 Temporadas Vencedora de quatro Emmys de Melhor Série de Drama, “Mad Men” transformou os atores John Hamm e Elisabeth Moss em astros, colocou o canal pago americano AMC no mapa – antes de “Breaking Bad” e “The Walking Dead” – e fez História na TV com um estilo narrativo pouco convencional. Lenta, mas cativante, a criação de Matthew Weiner recriou – como poucas conseguiram – os anos 1960 em detalhes realistas, ao acompanhar as mudanças sociais da época, refletidas pelo trabalho de um grupo de publicitários numa agência fictícia – mas encarregada de algumas das campanhas reais mais famosas do período. Quem não acompanhou na época em que a atração se tornou a mais falada da TV americana, pode agora maratonar todos os episódios de uma única vez, do começo magistral de 2007 ao final elogiadíssimo de 2015. Disponível na Starzplay

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    Nielsen afirma que Enola Holmes é o filme mais visto da Netflix

    22 de outubro de 2020 /

    A empresa Nielsen, que faz auditoria independente de audiência, revelou que “Enola Holmes” é o filme mais visto da Netflix desde que começou a medir o consumo de conteúdo por streaming, há dois meses. O filme estrelado por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) estreou em grande estilo no ranking da Nielsen, que divulgou nessa quinta (22/10) o desempenho dos serviços de streaming na semana de 21 de setembro. Segundo a apuração, os usuários do Netflix assistiram a quase 1,17 bilhão de minutos da produção em apenas uma semana, o que equivale a cerca de 9,63 milhões de reproduções do filme de 121 minutos. Esta é a maior contagem de visualizações semanais de um filme original em streaming já registrada pela Nielsen. Ainda assim, “Enola Holmes” ocupa o 2º lugar do ranking na semana de 21 a 27 de setembro, atrás da série “Ratched”, que, em sua primeira semana completa de exibição, comandou 1,63 bilhão de minutos do tempo dos usuários, mas somando seus 10 episódios. A Netflix e seus rivais contestam as medições da Nielsen por registrarem menos audiência que a totalidade atingida pelos serviços. E, de fato, a Nielsen não contabiliza o consumo de conteúdo por celular e computador, apenas por telas de TV. Isto significa que o recorde de “Enola Holmes” é muito maior que o contabilizado por sua medição. Ainda assim, o número é bem distante do sucesso retumbante alardeado pela Netflix em seu relatório trimestral para o mercado. Na contagem oficial – e não auditada – o filme teria sido visto 76 milhões de vezes no primeiro mês, tornando-se a maior estreia da Netflix neste ano. A principal razão da diferença abissal entre os números se deve a critérios distintos para considerar um conteúdo visto. Enquanto a Nielsen contabiliza todos os minutos da audiência, a Netflix só precisa que um espectador assista dois minutos de uma produção para que isso seja marcado como uma visualização completa. Segundo a empresa, dois minutos seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”.

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    Battlestar Galactica vai virar filme do responsável por X-Men: Fênix Negra

    22 de outubro de 2020 /

    Simon Kinberg, responsável por implodir o universo dos “X-Men” no cinema, assumiu o controle de uma nova franquia querida. A Universal encomendou uma adaptação cinematográfica da série “Battlestar Galactica” para o diretor, roteirista e produtor de “X-Men: Fênix Negra”. Em desenvolvimento há mais de uma década, o projeto já atraiu interesse de cineastas como Bryan Singer (também da franquia “X-Men”) e Francis Lawrence (dos últimos “Jogos Vorazes”) ao longo dos anos. E teria sido abandonado em favor de uma nova série, supostamente em desenvolvimento na plataforma Peacock, da própria NBCUniversal, por um produtor muito mais gabaritado, Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. “‘Battlestar Galactica’ é um dos cálices sagrados da ficção científica, e eu não poderia estar mais animado em trazer algo novo para a franquia, enquanto honro o que a tornou tão icônica e duradoura”, disse Kinberg em um comunicado. “Estou muito grato por meus parceiros na Universal terem confiado em mim com este universo incrível.” Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978, criada por Glen A. Larson como resposta televisiva a “Star Wars” – ou seja, ignoraria o cultuado e premiado remake de 2003, produzido por Ronald D. Moore (atualmente à frente de “Outlander”). Nas duas versões, a trama acompanha a jornada dos últimos remanescentes da humanidade, após um ataque catastrófico de Cylons (alienígenas no original, robôs no remake) destruir todas as 12 colônias de um distante sistema solar. Galactica é a última nave de combate remanescente, comandando uma pequena frota de naves espaciais que carrega os sobreviventes em busca de refúgio num novo planeta habitável, a lendária 13º colônia humana, há muito considerada perdida e conhecida pelo nome de Terra. Kinberg vai lançar a seguir um filme de ação com espiãs femininas, “The 355”, que ele co-escreveu e dirigiu, com um elenco formado por Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), Penelope Cruz (“Wasp Network”), Diane Kruger (“Em Pedaços”) e Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que também será lançado pela Universal – em 15 de janeiro.

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    Tim Burton vai fazer série da Família Addams

    22 de outubro de 2020 /

    Tim Burton encontrou o projeto perfeito para sua estreia numa série live-action. O diretor, que desenvolveu vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, desde “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), vai comandar uma nova adaptação de “A Família Addams”. O cineasta vai dirigir os episódios e produzir o projeto com os roteiristas Alfred Gough e Miles Millar, dupla responsável pelo sucesso de “Smallville” e da recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. A ideia da nova série é transportar a criação satírica dos anos 1930 para os dias de hoje, e contar a história do ponto de vista da filha do clã, Wandinha (Wednesday, em inglês). A série mostraria como o mundo de 2020 parece para personagem, que roubou a cena da Família ao ser interpretada por Christina Ricci nos filmes de 1991 e 1993. Vale lembrar que Christina Ricci também trabalhou com Tim Burton no filme “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999) e os fãs adorariam vê-la envolvida no projeto – talvez no papel de Mortícia, a mãe de Wandinha. Até hoje, os cartuns de Charles Addams só foram adaptados uma única vez como série live-action, na “Família Addams” em preto e branco de 1964, que teve só duas temporadas, mas se tornou cultuadíssima. A nova produção ainda não tem canal definido, mas, de acordo com o site Deadline, várias emissoras estariam brigando pelo projeto, incluindo plataformas como a Netflix e a Amazon. O sucesso da versão animada de “A Família Addams”, lançada no ano passado, pode ter influenciado a produção da nova série. O desenho vai, inclusive, ganhar uma continuação em 2021.

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  • Série

    Paranormal: Veja o trailer da série de terror baseada na obra do “Stephen King árabe”

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “Paranormal”, uma série egípcia de fantasmas, baseada na coleção homônima (no original, Ma Waraa Al Tabiaa) de best-sellers do falecido Ahmed Khaled Tawfik (1962-2018), primeiro autor contemporâneo de terror da língua árabe e um dos mais influentes escritores do Egito. Uma comparação possível para situar o público ocidental seria imaginar um Stephen King árabe. Passada nos anos 1960, a trama gira em torno do Dr. Refaat Ismail, que mergulha em eventos supernaturais, conforme tenta resolver os mistérios por trás de cada caso e desvendar os fantasmas de seu próprio passado. Além do egípcio Ahmed Amin (“The Treasure”) no papel principal, o elenco destaca a libanesa Razane Jammal (“Caçada Mortal”), que o acompanha em sua jornada. A série tem roteiros e direção do cineasta Amr Salama (“Sheikh Jackson”) e estreia em 5 de novembro em streaming.

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    Estrela de Orange Is the New Black vai estrelar série sobre versão apocalíptica da covid-19

    22 de outubro de 2020 /

    Após protagonizar o drama prisional “Orange Is the New Black” por 7 temporadas, a atriz Taylor Schilling vai estrelar uma nova série dramática, em que também precisará ficar trancafiada. Desenvolvida pelo casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Wife”, “The Good Fight” e “Evil”, a atração se chama “The Second Wave” e imagina o que aconteceria se uma segunda onda de coronavírus abatesse o mundo de forma muito mais intensa, com uma taxa de letalidade ainda maior, a ponto de atingir proporções apocalípticas. Schilling vai interpretar uma mulher que precisa sobreviver durante uma quarentena rigorosa em Nova York, ao lado da vizinha, que será interpretada por Audra McDonald (“The Good Fight”). A sinopse oficial diz: “Quando uma segunda onda inesperada e mortal do vírus chega, nós seguimos essas duas mulheres enfrentarem tempos sem precedentes, enquanto ainda fazem malabarismos com suas carreiras, seus entes queridos e, possivelmente… o fim do mundo?” O elenco também inclui Steven Pasquale (“The Good Wife”) como o marido de McDonald. Seu personagem é descrito como um funcionário importante do CDC (Centro de Controle de Doenças) “que está preso entre o remédio que conhece e a política que lhe é imposta”. A série foi encomendada pela plataforma americana Spectrum, que oficializou sua encomenda poucos dias depois de cancelar sua série mais proeminente, “LA’s Finest”, após duas temporadas. As gravações estão programadas para começar na próxima semana e continuar até a véspera do Natal. O interesse é tão grande que o plano é lançar “The Second Wave” ainda este ano.

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    Agarra-me se Puderes: Clássico dos anos 1970 vai virar série

    22 de outubro de 2020 /

    A Universal vai transformar o clássico “Agarra-me se Puderes” (Smokey and the Bandit) numa série. O filme de 1977 foi uma criação do dublê Hal Needham, que escreveu e dirigiu a produção em sua estreia atrás das câmeras, mas só saiu do papel porque um dos maiores astros da época, Burt Reynolds, topou estrelar. Feito sem maiores pretensões, a produção se tornou o maior sucesso da carreira do ator e a segunda maior bilheteria do ano em que “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) chegou aos cinemas. A trama acompanhava Bo “Bandit” Darville, que topava uma aposta para transportar caixas de cerveja do Texas para Atlanta em 28 horas. Ele achava que cumprir a missão seria fácil, até dar carona para Carrie, uma noiva em fuga, literalmente, que deixou o filho do xerife Bufford no altar. Este contratempo faz com que seu carrão conversível seja perseguido em alta velocidade pela polícia do Texas até o fim da projeção. “Agarre-Me Se Puderes” gerou duas continuações, rendeu um namoro entre Reynolds e sua coestrela Sally Field e inspirou inúmeras produções similares, inclusive séries, como as bem-sucedidas “Os Gatões” (1979–1985) e “Xerife Lobo” (1979-1981). Seu impacto na cultura pop foi além dos derivados e cópias, inspirando até o nome de uma banda, Boss Hogg, batizada em 1989 (e ainda em atividade) em homenagem ao vilão da história. O resgate da franquia está sendo desenvolvido pelo cineasta David Gordon Green (“Halloween”), o comediante Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) e os produtores Seth MacFarlane (“Uma Família da Pesada”) e Brian Sides (“Alaska: The Last Frontier”). Green também dirigirá o piloto da atração. “Por ter crescido no sul, ‘Agarra-me se Puderes’ foi uma franquia icônica para mim. O legado desses personagens é um playground de arrogância e atrevimento que estou animado para explorar”, disse Green, que nasceu em Little Rock, Arkansas, mas foi criado no Texas. Ainda sem canal ou plataforma definidos, a adaptação do filme dos anos 1970 faz parte de uma estratégia da NBCUniversal para explorar sua biblioteca de títulos e transformar seu acervo clássico em novas séries. Outras atualizações em andamento no estúdio incluem uma nova “Battlestar Galactica” para a plataforma Peacock e uma série de “Chucky” para o canal pago Syfy, entre outros.

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