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  • Série

    Sarah Shahi vive uma novela apimentada no trailer da série “Sex/Life”

    8 de junho de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da série “Sex/Life”, melodrama típico de novela disfarçado de produção “adulta” (temática sexual), que tem Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como protagonista. A prévia gira em torno de um triangulo amoroso entre a personagem de Shahi, seu marido vivido por Mike Vogel (“Under the Dome”) e uma paixão nunca superada, interpretada por Adam Demos (“UnREAL”). “Cansada de tomar conta dos filhos pequenos e movida pela nostalgia, Billie escreve um diário e fantasia sobre a tórrida paixão que viveu com o ex-namorado Brad, que ela nunca superou. Quanto mais Billie remexe no passado, mais ela questiona sua vida atual”, diz um trecho da sinopse. A série é criação de Stacy Rukeyser, produtora-roteirista das séries teen “apimentadas” “Jogo de Mentiras” (The Lying Game) e “Twisted”, e e estreia em 25 de junho.

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    John Sacret Young (1946-2021)

    7 de junho de 2021 /

    O roteirista John Sacret Young, que co-criou o drama médico de guerra “China Beach”, morreu na quinta-feira em Los Angeles, aos 75 anos, após uma batalha de 10 meses contra um câncer no cérebro. Seu primeiro trabalho como roteirista foi “Chandler”, um filme policial de 1971 estrelado por Warren Oates. Mas ele logo passou para a televisão, trabalhando como pesquisador e roteirista de “Os Novos Centuriões” (Police Story), um dos grandes sucessos da década de 1970 na rede CBS. Sua primeira criação foi a minissérie de guerra “Emboscada Fatal” (1980), sobre um oficial desiludido com a Guerra do Vietnã. O tema acabou revisitado em sua atração mais celebrada, “China Beach”, que narrava o horror da guerra pelos olhos de uma enfermeira do Exército (Dana Delany) e seus colegas em um hospital de campanha. “China Beach” durou quatro temporadas, entre 1988 e 1991, e três delas concorreram ao Emmy de Melhor Série de Drama. Young ainda venceu o WGA Awards, prêmio do Sindicato dos Roteiristas, por escrever um episódio de 1990 (“Souvenirs”), que ele também dirigiu. Enquanto estava em “China Beach”, ele se tornou mentor de jovens roteiristas que acabaram tendo carreiras brilhantes e até hoje agradecem a experiência de ter começado suas trajetórias tendo Young como chefe e orientador. “John era meu mentor e meu amigo. Ele foi um escritor excepcionalmente talentoso que foi generoso com seu tempo, atencioso, extremamente engraçado, paciente e durão”, disse John Wells em um comunicado, sobre a morte do antigo chefe. “Ele se preocupava profundamente com a escrita, com as palavras e com o artesanato. Ele tinha um padrão elevado e esperava que você o ultrapassasse. Ele deu uma chance a um escritor jovem e inexperiente, e eu serei eternamente grato por essa chance. ” John Wells fez mais que agradecer. Ele convidou seu velho mentor a participar da produção de “West Wing”, que ele criou em 1999. Young se tornou consultor da atração política em 2003, e a partir do ano seguinte virou produtor executivo e ainda escreveu quatro episódios – um deles novamente indicado ao WGA Awards. Young também escreveu episódios da subestimada mas pioneira série sci-fi “VR.5” (1995–1997), sobre tecnologia virtual, além dos roteiros do filme indicado ao Oscar “O Testamento” (1983) e da cinebiografia “Romero” (1989), em que Raul Julia viveu um arcebispo salvadorenho, sem contar inúmeros telefilmes. Seu trabalho televisivo mais recente foi como roteirista e co-produtor executivo de “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), série lançada neste ano pela Netflix. Ele também assinou vários livros – o último deles, sobre sua experiência em Hollywood, ainda está inédito e só será publicado em 2022 – , ensinou a arte e o ofício da escrita em várias faculdades de prestígio, de Princeton à USC, e participou dos comitês do Humanitas Prize e da Writers Guild Foundation, a fundação do Sindicato dos Roteiristas.

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  • Filme

    Rob Zombie anuncia filme da série clássica “Os Monstros”

    7 de junho de 2021 /

    O roqueiro diretor Rob Zombie confirmou rumores antigos, de que estaria por trás de uma versão de cinema da série clássica “Os Monstros”. “Os rumores são verdadeiros!”, ele escreveu no Instagram nesta segunda-feira (7/6). “Meu próximo projeto será o filme que venho perseguindo há 20 anos! ‘Os Monstros’! Fiquem ligado para detalhes emocionantes à medida que as coisas progridem!”, completou. O filme tem produção da 1440 Productions, uma divisão menor do Universal Studios, o que significa que provavelmente será lançado na plataforma Peacock em vez dos cinemas. Grande sucesso da época da TV em preto e branco, a atração original de 1964 era estrelada por Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”), Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”) e Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”) e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha Marilyn, que envergonhava a família pela suposta feiura (na verdade, era uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, essa versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Nos últimos anos, alguns produtores tentaram reviver a franquia na TV. Bryan Fuller (criador de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) chegou a gravar um piloto para sua versão, chamada “Mockingbird Lane”, em 2012, mas outra iniciativa do apresentador-comediante Seth Meyers (“Saturday Night Live”) nem chegou tão longe em 2017. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial)

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  • Filme

    Netflix disponibiliza primeiro dia de sua “Geeked Week”

    7 de junho de 2021 /

    A Netflix disponibilizou o vídeo completo do primeiro dia de seu evento virtual “Geeked Week”. O projeto chegou no YouTube e nas redes sociais da plataforma de forma bem diferente do que se podia imaginar: basicamente como um programa de variedades, em que apresentadores passam tempo com convidados fazendo atividades que devem ter parecido genial para os produtores, mas são absolutamente chatas para os espectadores – como observá-los jogando games e fazendo comentários aleatórios sobre trailers exibidos na tela, enquanto comem pipoca. O primeiro dia também divulgou novidades como… fotografias de filmes! E ainda incluiu entrevistas em que os apresentadores ocupam o tempo dos entrevistados demonstrando que sabem mais que eles – como, por exemplo, o diretor Zack Snyder – sobre os easter eggs que não são easter eggs em suas produções. Para completar, tudo isso acontece em inglês e sem legendas. Basicamente, uma versão do canal Loading – que faliu rapidamente – com maior orçamento. E para inglês ver. Para quem sabe inglês, há uma entrevista com Jean Claude Van Damme, feita sem os apresentadores, que representa o ponto alto do programa, mas logo em seguida um dos apresentadores cai no sono, o que resume a experiência completa. Com apresentação do ator Rahul Kohli (“iZombie”, “A Maldição da Mansão Bly”) e Mari Takahashi (do humorístico “Smosh”), a “Geeked Week” vai continuar até sexta (11/6) e promete trazer novidades de “The Witcher”, “Cobra Kai”, “Lucifer”, “Locke & Key”, “Umbrella Academy” e outras atrações do universo geek da plataforma. Quem quiser acompanhar em primeira mão, as transmissões acontecem ao vivo, diariamente, nos canais da Netflix no YouTube, Twitter, Twitch, Facebook e TikTok, sempre a partir das 13h (horário de Brasília).

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  • Série

    “Vikings: Valhalla” ganha primeira prévia da Netflix

    7 de junho de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro vídeo legendado de “Vikings: Valhalla”, que mostra os bastidores da produção, atualmente em fase de gravações. A nova série é uma continuação da trama da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst. A trama se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, e se concentra nas aventuras de vikings ainda mais famosos, como Leif Eriksson, Freydis Eriksdotter, Harald Sigurdsson e William, o Conquistador, primeiro rei normando da Inglaterra. A ligação com os personagens da série anterior se dá justamente por William, que é descendente direto de Rollo, o irmão de Ragnar, cuja ascensão na monarquia franca (atual França) foi mostrada em “Vikings”. Desta vez, Hirst terá um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – deixando a criação e o rumo das histórias a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Por sua vez, o elenco destaca Sam Corlett (o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”) e Caroline Henderson (“Tuya Siempre”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Sombra e Ossos é renovada para 2ª temporada

    7 de junho de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone) para sua 2ª temporada. Para apresentar a notícia, a plataforma divulgou um vídeo estrelado pelo elenco da série. Veja abaixo. Segundo informou a própria Netflix, cerca de 55 milhões de assinantes do serviço teriam visto “Sombra e Ossos” em seu primeiro mês de exibição. Além do vídeo, a empresa também distribuiu um comunicado, com declarações do showrunner Eric Heisserer (roteirista de “Birdbox”) e do escritor Leigh Bardugo, autor dos livros em que a série se baseia. “Escrevo o Grishaverso há quase dez anos, então estou emocionado por podermos continuar com essa aventura”, disse Bardugo. “Há tantos lugares que mal conseguimos visitar e mal posso esperar para apresentar ao nosso público mais santos, soldados, bandidos, ladrões, príncipes e corsários que tornam este mundo tão divertido de se explorar. Vai ser uma verdadeira mágica ver nosso elenco brilhante e talentoso se expandir.” A 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas o chamado Grishaverso não acabou nisso, ganhando sequências em outras publicações com novos personagens – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram lançados pela Editora Gutenberg no Brasil. A trama se passa se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. Na série, o papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Noite Passada em Soho”, previsto para novembro nos cinemas brasileiros. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Eles podem ser vistos no vídeo abaixo, agradecendo a audiência e comemorando a renovação.

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  • Série

    The Boys: Jensen Ackles ganha fotos oficiais como o herói Soldier Boy

    7 de junho de 2021 /

    A Amazon divulgou o visual do astro Jensen Ackles como o herói Soldier Boy na 3ª temporada de “The Boys”. As imagens revelam o uniforme e a aparência barbada do ator, que marcou época como o Dean em “Supernatural”. Soldier Boy é o Capitão América do mundo de “The Boys”. Nos quadrinhos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), em que a série é baseada, ele lutou na 2ª Guerra Mundial e tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. O papel de Ackles em “The Boys” marca um reencontro de velhos conhecidos de “Supernatural”. Afinal, o criador e showrunner de “The Boys” é Erik Kripke, que também criou a série anterior do ator. “Quando escolhi Jensen como Soldier Boy, a primeira coisa que disse foi: ‘Estou mais empolgado por você, por causa do processo incrível que você vai passar com LJ [Laura Jean Shannon], nossa designer de uniformes de heróis’”, explicou Kripke, em comunicado, sobre o traje. “Demorou seis meses, mas a experiência superou as expectativas de Jensen. LJ fez uma obra de arte que homenageia o Soldier Boy da 2ª Guerra Mundial dos quadrinhos, enquanto a leva em uma nova direção elegante. E se você acha que as fotos são legais, espere até ver Jensen em ação. É um dos meus trajes favoritos. Além disso, agora você pode parar de bombardear minhas notificações do Twitter com pedidos para vê-lo”. Jensen aprovou o resultado. “Amei o traje”, ele declarou em seu Instagram, publicando duas fotos do visual nas redes sociais. As gravações da 3ª temporada da série já passaram por Houston, no Texas, e atualmente estão acontecendo em Toronto, no Canadá. Mas estreia dos novos episódios de “The Boys” ainda não tem data marcada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) #SoldierBoy @TheBoysTV @PrimeVideo @VoughtIntl @ljsupersuits pic.twitter.com/tnoGl4M4ix — Jensen Ackles (@JensenAckles) June 7, 2021

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    Clarence Williams III (1939–2021)

    6 de junho de 2021 /

    O ator Clarence Williams III, que ficou conhecido como o policial infiltrado Lincoln Hayes na série clássica “Mod Squad”, morreu na sexta-feira (4/6) em Los Angeles de câncer de cólon, aos 81 anos. Clarence Williams é identificado com o número III por ter o mesmo nome do pai e do avô, ambos músicos profissionais. O vovô e primeiro Clarence Williams era pianista da lenda do blues Bessie Smith. E sua avó era a cantora de blues Eva Taylor. Ele já tinha feito um filme, “The Cool World” (1963), e sido reconhecido por seu talento como ator de teatro com uma indicação ao Tony (o Oscar do teatro) em 1965, anos antes de ser escalado em “Mod Squad”. Mesmo assim, os produtores não sabiam de seu currículo quando ele foi contratado. A história de como Williams foi parar na série é surpreendente. Corre a lenda – e contam como verdade – que Clarence estava desesperado por trabalho quando conseguiu um bico para fazer uma pequena participação numa série do produtor Aaron Spelling, como motorista de fuga numa cena de assalto. Mas na hora das gravações, ele saiu em disparada e colidiu o carro direto num poste. Preocupado, Spelling correu para ver se o ator estava bem. “Eu pensei que todo mundo estava morto”, contou o produtor para o Archive of American Television. “Todos nós corremos. Eu disse: ‘Clarence, Clarence, o que aconteceu?’ Ele respondeu: ‘Nunca dirigi antes’. Eu perguntei: ‘Por que você não me contou isso?’. Ele disse: ‘Porque eu queria o emprego’. Eu o contratei naquela mesma hora para o ‘Mod Squad’.” Criada por Bud Ruskin, ele próprio um ex-agente infiltrado da Polícia de Los Angeles, “Mod Squad” virou um fenômeno pop. Mesmo com protagonistas supostamente caretas, a série se tornou imensamente popular entre o público jovem por retratar em seus episódios o rock, a moda e as grandes questões da época, como racismo, protestos contra a guerra do Vietnã e a explosão do consumo de drogas. O personagem de Linc era um ativista com cabelo afro, que tinha sido preso durante os célebres protestos raciais no bairro de Watts, em Los Angeles. Ele é reunido com outros dois jovens problemáticos, vividos por Peggy Lipton e Michael Cole, que são recrutados para se infiltrar entre estudantes, hippies, gangues, festivais de música e movimentos sociais para prender traficantes e outros criminosos. Lançada em 1968, antes de Woodstock, a série durou cinco temporadas, até 1973, e transformou Peggy Lipton num dos maiores símbolos sexuais – e da moda – do período. De fato, a atração só foi cancelada porque o elenco decidiu não renovar seus contratos. Mesmo assim, o trio original retornou para um telefilme de reencontro, em 1979. Williams fez algumas participações em séries depois de “Mod Squad”, inclusive como um agente do FBI em “Twin Peaks”, mas seus principais trabalhos a partir dos anos 1980 foram no cinema. Ele marcou época como o pai problemático de Prince em “Purple Rain” (1984) e o pai viciado em drogas de Wesley Snipes em “Inferno Branco” (1993). E ainda se valeu dos conhecimentos musicais de sua família para viver a lenda do jazz Jelly Roll Morton em “A Lenda do Pianista do Mar” (1998), de Giuseppe Tornatore. Além disso, trabalhou regularmente com o diretor John Frankenheimer, numa parceria que incluiu “Nenhum Passo em Falso” (1986), “A Filha do General” (1999), “Jogo Duro” (2000) e dois telefilmes. Apesar de ter uma carreira marcada por papéis dramáticos, Williams também soube aproveitar sua intensidade característica para fazer comédia, interpretando um ex-líder revolucionário na paródia de blaxploitation de Keenen Ivory Wayans, “Vou Te Pegar Otário” (1988), e um traficante de drogas maníaco na hilária comédia “Pra Lá de Bagdá” (1998), estrelada por Dave Chappelle. Seus últimos trabalhos foram parcerias com o cineasta Lee Daniels, com participações no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013) e na série “Empire” (em 2015). Williams foi casado com a atriz Gloria Foster (a Oráculo da franquia cinematográfica “Matrix”), de 1967 a 1984. Relembre abaixo a abertura de “Mod Squad”.

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    BAFTA TV: Michaela Coel vira estrela britânica mais premiada do ano

    6 de junho de 2021 /

    O BAFTA TV, premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, consagrou Michaela Coel como a estrela de TV mais premiada do Reino Unido em 2021. A cerimônia realizada neste domingo (6/6) celebrou a criação de Coel, “I May Destroy You”, como Melhor Minissérie e ainda a premiou como Melhor Atriz do ano. O detalhe é que a premiação foi dividida em duas partes, com a entrega das chamadas categorias técnicas (BAFTA TV Craft Awards) há duas semanas. Nesta primeira parte, Coel levou mais dois troféus importantes da Academia: Melhor Direção e Roteiro de Drama. Em suma, ela venceu como Atriz, Produtora, Roteirista e Diretora! Para completar, “I May Destroy You” ainda conquistou a categoria de Melhor Edição, somando cinco BAFTAs ao todo. A provocativa série da BBC/HBO mostra Michaela Coel como uma escritora feminista em ascensão e segura de si, que tenta reconstruir sua memória fragmentada depois de uma noite bebendo com os amigos. A trama toma um rumo dramático quando ela percebe que alguém pode ter batizado sua bebida com uma droga de estupro. Em busca de saber se foi agredida sexualmente naquela noite, ela assume que, para entender os fatos, precisa reconstruir todos os elementos de sua vida. Em número de troféus, “Small Axe”, do cineasta Alexander McQueen, superou “I May Destroy You” com seis BAFTAs, a maioria em categorias técnicas, tanto que neste domingo apenas um prêmio foi comemorado, Melhor Ator Coadjuvante para Malachi Kirby. As demais conquistas foram em Fotografia, Cenografia, Figurino, Maquiagem e Cabelo e Casting. A antologia da BBC/Amazon, com cinco episódios-filmes sobre racismo, era a produção com o maior número de indicações, 15 no total, bem à frente do segundo colocado, “The Crown”, da Netflix, que disputou dez prêmios e não venceu nenhum. A melhor série de drama foi “Save Me Too”. E os demais prêmios de atuação dramática ficaram com Paul Mescal, Melhor Ator por “Normal People”, e Rakie Ayola, Atriz Coadjuvante por “Anthony”. Já as premiações de Comédia ficaram com “Inside No. 9” e os atores Charlie Cooper (por “This Country”) e Aimee Lou Wood (por “Sex Education”). A entrega do BAFTA TV Awards também serviu para ampliar a crise do Globo de Ouro. O prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood ignorou completamente Michaela Coel e “I May Destroy You”, o que alimentou suspeitas de racismo e culminou na denúncia de que os eleitores do Globo de Ouro não possuem nenhum integrante negro entre seus membros. Desde então, o evento enfrenta uma pressão fortíssima para assumir maior diversidade e postura mais ética, sofrendo boicote generalizado da indústria do entretenimento. Confira abaixo a lista dos vencedores nas principais categorias (apenas séries) da premiação.   BAFTA TV Awards Melhor Série – Drama “Save Me Too” Melhor Série – Comédia “Inside No. 9” Melhor Minissérie “I May Destroy You” Melhor Ator – Drama Paul Mescal, por “Normal People” Melhor Atriz – Drama Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Ator – Comédia Charlie Cooper, por “This Country” Melhor Atriz – Comédia Aimee Lou Wood, por “Sex Education” Melhor Ator Coadjuvante Malachi Kirby, por “Small Axe: Mangrove” Melhor Atriz Coadjuvante Rakie Ayola, por “Anthony” Melhor Série Internacional (não britânica) “Welcome to Chechnya”   BAFTA TV Craft Awards Melhor Direção Michaela Coel, Sam Miller, por “I May Destroy You” Melhor Roteiro – Drama Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Roteiro – Comédia Sophie Willan, por “Alma’s Not Normal” Talento Emergente Georgi Banks-Davies (Diretor), por “I Hate Suzie” Melhor Fotografia Shabier Kirchner, por “Small Axe” Melhor Edição Christian Sandino-Taylor e equipe, por “I May Destroy You” Melhor Cenografia Helen Scott, por “Small Axe” Melhor Figurino Jacqueline Durran, por “Small Axe” Melhor Maquiagem e Cabelo Jojo Williams, por “Small Axe” Melhores Efeitos Visuais Russell Dodgson, James Whitlam, Jean-Clement Soret, Robert Harrington, Dan May, Brian Fisher, por “His Dark Materials” Melhor Trilha Sonora Harry Escott, por “Roadkill” Melhor Som Jon Thomas, Gareth Bull, James Ridgway, Dillon Bennett, Eilam Hoffman, por “His Dark Materials” Melhor Casting Gary Davy, por “Small Axe”

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    Elton John faz aparição surpresa em evento de “Pose”: “Eu sou Elektra”

    6 de junho de 2021 /

    O produtor Ryan Murphy surpreendeu os fãs de “Pose”, convidando Elton John a se juntar ao elenco da atração durante um evento em que foi exibido o final da série do canal pago FX. O cantor e seu marido marido David Furnish se juntaram a Murphy, o co-criador da série Steven Canals e as estrelas Mj Rodriguez e Billy Porter no palco do Rose Bowl, em Pasadena, para expressar sua grande admiração pela forma como a série registrou autenticamente a cena dos bailes gays de Nova York e a epidemia de HIV, além de ter aumentado drasticamente a visibilidade de personagens trans na televisão. “Eu vivi a epidemia de AIDS na década de 1980”, disse John, que revelou ter ficado emocionado pela autenticidade das histórias e personagens da série. “Esta série me tocou mais do que qualquer outra por causa da jornada dessas pessoas estão … Eles são pessoas reais, e são pessoas trans que tornaram suas vidas possíveis, mas, por Deus, eles tiveram que lutar por isso – e eles ainda têm que lutar por isso. E eles não deveriam ter que lutar por isso. Eles nunca deveriam ter que lutar por isso. ” Elton John rasgou elogios à produção. “Muitos elogios devem ser dados e Ryan merece muito crédito por garantir que este programa fosse realizado, porque é verdadeiro. Nunca soa falso. E essas roupas… minha querida!” Ele revelou que se identifica totalmente com o figurino da série e até encontra paralelos entre seu temperamento e uma das personagens em particular. “Eu sou Elektra,” ele proclamou, citando a personagem extravagante de Dominique Jackson. “Eu sou totalmente Elektra.” Murphy também contou porque convidou o fã ilustre à participar da sessão especial de “Pose”. Ele revelou que aos 7 anos vivia um relacionamento complicado com o pai, até o dia em que, durante um passeio de carro, o rádio tocou o hit de John de 1975, “Philadelphia Freedom”. “Eu fiquei tipo, ‘Quer saber, eu simplesmente vou ser eu’, e cantei junto ‘Philadelphia Freedom’ no banco de trás daquele carro, e meu pai me viu pela primeira vez, então obrigado Elton John”, disse Murphy. “Nós paramos na minha garagem e ele olhou para mim e disse: ‘Você tem uma boa voz’, e foi a primeira vez que ele disse algo gentil para mim. Então você faz parte da minha vida, Elton, de uma forma que você jamais poderia saber.” Depois do evento, realizado na noite de sábado (5/6), o cantor publicou uma foto com o marido, os dois criadores de “Pose” e Mj Rodriguez, intérprete de Blanca. O final de “Pose” será exibido na noite deste domingo nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Star Premium. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elton John (@eltonjohn)

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    Revival de “iCarly” vai abordar ausência de Jennette McCurdy

    5 de junho de 2021 /

    A ausência da atriz Jennette McCurdy, que interpretava Sam em “iCarly”, não será ignorada no revival do antigo sucesso do canal pago infantil Nickelodeon. Miranda Cosgrove, intérprete de Carly, contou que o motivo de Sam não aparecer será abordado logo no primeiro episódio da temporada. “Definitivamente vamos falar sobre a relação com Sam e onde ela está logo no episódio-piloto”, disse a atriz em entrevista à revista Entertainment Weekly. “E ela também será mencionada durante todo o restante da temporada, então com certeza sua ausência será explicada na série”, continuou. Na vida real, McCurdy anunciou estar aposentada aos 28 anos de idade. Ela parou de atuar e justificou a decisão em março, dizendo se arrepender de seus papéis anteriores. “Tenho vergonha dos papéis que aceitei no passado. Me arrependo da minha carreira de várias formas”, afirmou a artista, que não filma desde “As Calouras”, em 2018. Além de Sam, o revival também não mostrará Gibby (Noah Munck). Em compensação, contará com o retorno de Carly (Cosgrove), Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress). Um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Originalmente exibida entre 2007 e 2012, a série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” vai mostrar o que aconteceu com o Carly e seus amigos ao iniciarem a vida adulta, além de suprir as ausências de Sam e Gibby com novas personagens, vividas por Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”). A primeira será colega de quarto e a melhor amiga de Carly, enquanto a segunda vai interpretar a enteada de Freddie, descrita como sarcástica e habilidosa com as redes sociais. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e serão exibidos com exclusividade na plataforma Paramount+ (Paramount Plus). A estreia está marcada para o dia 17 de junho.

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  • Série

    “Motherland: Fort Salem” revela pôster e teasers da 2ª temporada

    5 de junho de 2021 /

    O canal pago americano Freeform divulgou o pôster e dois teasers da 2ª temporada de “Motherland: Fort Salem”, série de fantasia sobre um exército de bruxas. A atração foi criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”) e se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem não foram exterminadas no final do século 17. Elas interromperam a caçada implacável com uma proposta irrecusável: lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas são consideradas heroínas e representam a força armada mais perigosa do país, responsáveis pela supremacia americana no cenário internacional. Mas essa superioridade é desafiada por bruxas terroristas, que usam seus poderes para matar o maior número possível de civis, numa guerra em que há vilões em cada lado do conflito. O detalhe é que esse universo intrincado é apenas pano de fundo da história, que acompanha três recrutas do exército de bruxas, desde os treinamentos iniciais até o primeiro combate real, que logo descobrem que nem tudo que acreditam é o que parece. O trio protagonista é formado pelas carismáticas Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”) e a estreante Ashley Nicole Williams. A série ainda apresenta muitos efeitos visuais para demonstrar os poderes da bruxaria militar e chamam atenção por envolver uma nova moralidade, estabelecida pelos rituais arcanos das bruxas, que incluem ampla aceitação da sexualidade. “Motherland: Fort Salem” encontrou fãs devotados e rapidamente se tornou uma das séries mais mencionadas nas redes sociais no ano passado. Mas muita gente passou a acompanhar o lançamento dos episódios por streaming, na plataforma Hulu, deixando os números da audiência televisiva muito baixos (312 mil telespectadores ao vivo) e longe de seu alcance real. A série só vai continuar porque a Hulu incentivou a renovação, passando a coproduzir os episódios para disponibilizar cada capítulo no dia seguinte à exibição televisiva. A 2ª temporada estreia no dia 22 de junho na TV americana. Ainda inédita no Brasil, “Motherland: Fort Salem” deve chegar por aqui em agosto, junto com o lançamento da plataforma Star+ (Star Plus), a “Hulu brasileira”.

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    Betty: Trailer da 2ª temporada segue skatistas durante a pandemia

    5 de junho de 2021 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da 2ª temporada de “Betty”, série sobre garotas skatistas inspirada no aclamado filme indie “Skate Kitchen” (2018). Ambientada em Nova York, a atração gira em torno de um grupo diversificado de jovens mulheres que precisam lidar com o machismo em seu cotidiano, inclusive no skate. A prévia da 2ª temporada também incorpora a situação causada pela pandemia, mostrando muitas máscaras no queixo das personagens e até brigas com pessoas que não usam máscaras em lugar nenhum. A série foi desenvolvida pela diretora do filme, Crystal Moselle, e conta com as cinco principais estrelas da obra original: Rachelle Vinberg, Nina Moran, Kabrina “Moonbear” Adams, Dede Lovelace e Ajani Russell – que são skatistas de verdade. Moselle dirigiu todos os episódios da 1ª temporada e vai repetir a dose, novamente com uma equipe formada apenas por roteiristas femininas – comandadas por Lesley Arfin (criadora de “Love”). A 2ª temporada terá mais seis episódios, que estreiam em 11 de junho.

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