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    Criador de Euphoria filmou um longa com Zendaya durante a pandemia

    9 de julho de 2020 /

    Apesar da paralisação quase total das produções de Hollywood durante a pandemia de coronavírus, o cineasta Sam Levinson, criador da série “Euphoria”, conseguiu filmar um longa-metragem inteiro nas últimas semanas. Intitulado “Malcolm & Marie”, o longa é uma produção de baixo orçamento estrelada por Zendaya (estrelada de “Euphoria”) e John David Washington (“Infiltrado na Klan”), e foi inteiramente rodado entre 17 de junho e 2 de julho na Caterpillar House, residência conceitual com paredes de vidro localizada na California. Para realizar a produção, Levinson e sua equipe assumiram o compromisso de tomar diversos cuidados, como evitar contato, medições de temperatura diárias, utilização de copos e talheres descartáveis e, obviamente, o uso de materiais de proteção. Com essas restrições, a produção teve sua filmagem liberada pelos principais sindicatos da Indústria cinematográfica americana (SAG, dos atores, WGA, dos roteiristas, e DGA, dos diretores). “Malcolm & Marie” foi escrito, dirigido e produzido por Levison, que ainda financiou o longa em conjunto com seus atores. Segundo o site Deadline, o projeto, que ainda não tem previsão de estreia, foi instigado por Zendaya. Durante a paralisação das gravações de “Euphoria”, a atriz ligou para Levinson perguntando se ele não teria algo fácil e rápido para filmar durante a quarentena, aproveitando que estavam todos parados. Em seis dias, Levinson escreveu “Malcolm e Marie”. O filme ainda não teve a sinopse divulgada, mas as fontes do Deadline comparam sua trama a “História de um Casamento” da Netflix, ao mesmo tempo em que deve abordar alguns dos temas sociais que o mundo está experimentando nos últimos meses. “Malcolm e Marie” acabou se tornando o primeiro e até o momento único longa com filmagem iniciada e concluída durante a pandemia. Zendaya divulgou a primeira foto do longa na quinta (9/8) em seu Instagram. Ver essa foto no Instagram Malcolm & Marie Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 8 de Jul, 2020 às 4:03 PDT

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  • Filme

    País da Violência torna falso moralismo em banho de sangue

    13 de junho de 2020 /

    Escrito e dirigido por Sam Levinson (criador da série “Euphoria”), “País da Violência” (Assassination Nation, 2018) é uma mistura de thriller, comédia, ação e terror. Sensação no circuito de festivais, a obra dialoga com a sociedade contemporânea, desenterrando os problemas que tal sociedade preferiria manter escondidos. A trama acompanha Lily (Odessa Young), Sarah (Suki Waterhouse), Bex (Hari Nef) e Em (Abra), quatro adolescentes de classe média cuja rotina se resume, em princípio, a festas, colégio, internet e namoros. Tudo muda quando um hacker invade os telefones de toda a comunidade, expondo as informações e os segredos dos moradores. Traçando um paralelo com a realidade contemporânea, o filme mostra que, ao ter a sua intimidade exposta na internet, a pessoa é imediatamente categorizada e colocada dentro de uma caixa contendo apenas um único adjetivo (a vida sexual de alguém é transformada em perversão, e o fato de alguém ter fotos da sua filha torna-o imediatamente um pedófilo). Tal reação imediata traz consequências graves aos personagens. Trabalhadores perdem seus empregos. Famílias são destruídas. Alguns cometem suicídio. E existe também aquelas pessoas que, ao se sentirem traídas, revolvem se vingar. As consequências escalam até o surgimento de uma milícia, criada com o intuito de “fazer justiça com as próprias mãos”. E encontrar um bode expiatório qualquer: as meninas que não saem do celular. Brincando com a ambiguidade desta situação, Levinson é hábil ao manipular a nossa percepção acerca daquilo que está sendo mostrado. Em um primeiro olhar, sua a abordagem em relação às protagonistas pode soar estereotipada: imprimindo um estilo de videoclipe à narrativa, o realizador abusa de montagem em paralelo, sequências altamente estilizadas e um ritmo frenético. Mas sua intenção é justamente criticar a nossa própria percepção e a nossa pré-disposição em olhar apenas a superfície das imagens, e das pessoas. Tal intenção é explicitada em certo momento do filme, quando Lily tenta convencer o diretor da escola acerca da profundidade e do conteúdo por trás de uma imagem pornográfica. Ou seja, ao abordar temas polêmicos como a sexualidade, o diretor opta – acertadamente – por não tomar partido. Em vez disso, ele explicita a necessidade de nos aprofundarmos na discussão acerca destes temas, e não em julgar alguém apenas de acordo com o que está exposto no primeiro plano. “País da Violência” também funciona como entretenimento. O filme apresenta um estilo visual bastante marcante, seja no uso de luzes fortes ou numa montagem com estética de videoclipe. Além disso, há uma excelente cena de invasão rodada toda em plano-sequência e o clímax é extremamente eficiente, funcionando como uma espécie de “Uma Noite do Crime” feminista. Vale destacar, porém, que a estética exagerada não ofusca o teor político da obra de Levinson. Seu filme é uma resposta à atual política americana e ao governo Trump. As ações das milícias e o descaso da polícia são claras referências às manifestações racistas ocorridas nos Estados Unidos na época da produção – e que, infelizmente, continuam acontecendo até hoje. Disponível em Google Play, YouTube Filmes, Looke, Telecine e Vivo Play

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  • Série

    Euphoria: Fotos de bastidores revelam começo da produção da 2ª temporada

    11 de março de 2020 /

    O Twitter oficial da série “Euphoria” revelou que a produção da 2ª temporada já começou. Fotos divulgadas pelo perfil mostram o elenco reunido para a leitura coletiva dos roteiros. Nas imagens, Zendaya aparece rindo enquanto lê seus novos diálogos, sentada ao lado de Angus Cloud. “Lá vamos nós!”, diz a legenda de um dos posts, celebrando o começo dos trabalhos da nova temporada. Criada pelo cineasta Sam Levinson (de “Assassination Nation”), “Euphoria” acompanha jovens problemáticos dos dias de hoje, como Rue (Zendaya), que luta contra o vício em drogas, Kat (Barbie Ferreira), que encontra aceitação com fetichistas, e Jules (Hunter Schaeffer), uma garota transgênero que vive um encontro traumático. Com cenas de nudez frontal, overdose de drogas, sexo homossexual e diversas situações fortes, a produção chegou a receber pressão de grupos conservadores para ser cancelada. Mas a controvérsia provou-se ótima, pois cada novo episódio registrou maior quantidade de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A série também é exibida pela HBO no Brasil. here we go !!!!!!!!!!!!!! pic.twitter.com/Qyf0fzEAdk — euphoria (@euphoriaHBO) March 11, 2020 season freaking two pic.twitter.com/SSN39F5RFI — euphoria (@euphoriaHBO) March 11, 2020

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  • Filme

    Ben Affleck negocia estrelar suspense do diretor de Atração Fatal

    1 de agosto de 2019 /

    Os atores Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) negociam viver o casal central da adaptação do romance “Águas Profundas” (Deep Water), da escritora Patricia Highsmith. Publicado em 1957, “Águas Profundas” é um thriller psicológico que acompanha um casal problemático. Graças a um arranjo, a mulher pode ter inúmeros amantes, desde que não abandone sua família. Até que seu marido não consegue mais reprimir sua inveja e tenta reconquistar sua esposa, afirmando-se através de uma mentira sobre um assassinato – que logo se torna realidade. A adaptação está a cargo do roteirista Sam Levinson (criador de “Euphoria”) e contará com direção do veterano Adrian Lyne (“Atração Fatal”). O cineasta estava afastado de Hollywood desde o fracasso de um filme de temática muito similar, “Infidelidade”, estrelado por Richard Gere e Diane Lane em 2002. A produção está a cargo do estúdio New Regency, que tem um acordo de distribuição com a Fox. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Euphoria: Série polêmica de Zendaya é renovada para a 2ª temporada

    11 de julho de 2019 /

    A HBO encomendou a 2ª temporada de “Euphoria”, série adolescente para adultos, estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), que estreou com bons índices de audiência e dando muito o que falar no mês passado. “O criador de ‘Euphoria’, Sam Levinson (cineasta de ‘Assassination Nation’), construiu um mundo incrível com um elenco extraordinário, liderado pela supremamente talentosa Zendaya. Nós estamos muito gratos que ele tenha escolhido a HBO como a casa de sua série única”, disse a emissora em comunicado oficial. Na série, Zendaya interpreta Rue, uma jovem perturbada que luta contra o vício em drogas. ‘Euphoria’ também acompanha outros jovens problemáticos, como Jules (Hunter Schaeffer), uma garota transgênero que vive um encontro traumático no primeiro episódio. Com cenas de nudez frontal, overdose de drogas, sexo homossexual e diversas situações fortes, a produção chegou a receber pressão de grupos conservadores para ser cancelada. Mas a controvérsia tem sido ótima, já que cada episódio vem registrando maior quantidade de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. O último, exibido no domingo passado (7/7), teve a maior audiência da atração – 600 mil ao vivo. Os números triplicam com reprises e exibições em streaming. Atualmente na metade da 1ª temporada, a série também é exibida pela HBO no Brasil.

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  • Série

    Eric Dane revela que usou prótese em cena de close íntimo da estreia de Euphoria

    17 de junho de 2019 /

    O ator Eric Dane, que virou símbolo sexual dos fãs de “Grey’s Anatomy” no papel de Mark Sloan, o McSteamy, entre a 2ª e a 8ª temporada da série médica, mostrou mais de perto os seus dotes, literalmente num close durante a estreia de “Euphoria”, nova série da HBO, exibida no domingo passado (16/5). No novo papel de Cal Jacobs, ele participou de uma cena de nu frontal, com o pênis completamente ereto, para fazer sexo com Jules (Hunter Schafer), uma garota trans de 17 anos, na trama da produção. Mas Dane garante que aquele não é realmente seu pênis. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele disse que usou uma prótese para as gravações. “Usar uma próteses é meio que um protocolo. É protocolar e demonstra cuidado com seu parceiro de cena”, contou o ator. “Houve uma tomada específica em que eu disse ‘se fizer sentido não usar prótese, estou disposto a isso’. Mas no fim das contas, pelo contexto, decidimos que usar a próteses era o caminho, e tomamos essa decisão em conjunto”. Para orientar as cenas de Dane com a atriz Hunter Schafer, a série contou com uma especialista de intimidade. “Essas cenas são muito difíceis de fazer”, afirmou o ator. “Ajuda ter uma voz na sua orelha, uma voz para quem você pode se expressar. Simplifica muitas coisas e cria um ambiente seguro e confortável para uma gravação que geralmente é muito desconfortável. O que fizemos no piloto não é exceção; é uma cena muito intensa”. Questionado sobre as controvérsias em torno de “Euphoria”, que chocou espectadores ao retratar sexo e uso de drogas – o close íntimo em Dane não foi a única cena forte da estreia – , o ator disse que aprovava a honestidade com que a série trata o assunto. “A série traz uma visão crua sobre o que significa ser adolescente hoje – vício em drogas, conflitos pessoais. Quando você fala de assuntos assim, é um desserviço não ser honesto sobre isso. Você não pode atenuar coisas assim. Acredito que as pessoas estão mais abertas a discutir assuntos como vício, sexualidade e saúde mental. Graças a Deus, nos últimos anos se criou um diálogo aberto em torno disso”, completou. Apesar disso, a produção está sendo descrita como uma série chocante pela crítica americana. A revista The Hollywood Reporter chegou a publicar um artigo perguntando, no título: “O quanto de sexo adolescente e drogas pode ser considerado demais?” “Euphoria” é versão de uma polêmica série israelense de mesmo nome, com adaptação de Sam Levinson, filho do cineasta Barry Levinson (“Rain Man”) e diretor-roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Além de Eric Dane, o elenco da atração destaca Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”).

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    Euphoria: Zendaya alerta seguidores sobre conteúdo adulto de sua nova série

    16 de junho de 2019 /

    A atriz Zendaya (a M.J. dos filmes do Homem-Aranha) usou o Instagram para alertar seus seguidores e fãs de suas produções adolescentes a respeito do conteúdo de sua nova série, “Euphoria”, antes da estreia neste domingo (16/6) no canal pago HBO. “Apenas um lembrete antes da estreia desta noite, que a ‘Euforia’ é para o público adulto”, escreveu Zendaya. “É um retrato cru e honesto do vício, da ansiedade e das dificuldades de navegar a vida atual. Há cenas que são gráficas, difíceis de assistir e que podem acionar gatilhos emocionais. Por favor, assistam apenas se acharem que podem lidar com isso. Façam o que for melhor para vocês. Eu ainda vou amar e sentir o apoio de vocês de qualquer jeito. Com amor, Daya”. A produção está sendo descrita como uma série chocante pela crítica americana. A revista The Hollywood Reporter chegou a publicar um artigo perguntando, no título: “O quanto de sexo adolescente e drogas pode ser considerado demais?” “Difícil de assistir” é uma das frases mais usadas em relação ao primeiro episódio, antecipado para a imprensa. Mas o consenso também aponta que é “difícil de ignorar”. Não faltam comparações com o filme “Kids”, que gerou o mesmo tipo de repercussão em 1995. “Euphoria” é versão de uma polêmica série israelense de mesmo nome, com adaptação de Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Na atração, Zendaya contracena com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”). O lançamento deste domingo é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. Ver essa foto no Instagram Please read Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 16 de Jun, 2019 às 1:32 PDT

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    Zendaya mergulha nas drogas no trailer legendado da série Euphoria

    13 de maio de 2019 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer legendado de “Euphoria”, série dramática adolescente estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que tem entre seus produtores o rapper Drake. A prévia exalta o clima sombrio da produção, que traz Zendaya num papel bem diferente de todas as suas produções anteriores – especialmente as séries do Disney Channel. A prévia mostra Rue, a personagem da atriz, mergulhando literalmente numa espiral de drogas, entrando e saindo de clínicas de reabilitação, entre recaídas, viagens alucinantes e a descoberta do amor com outra garota. A série é adaptação de uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. A adaptação foi feita por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Na atração, Zendaya contracena com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. A estreia de “Euphoria” está marcada para 16 de junho – nos Estados Unidos e no Brasil.

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    Euphoria: Série dramática estrelada por Zendaya ganha teaser legendado

    11 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser legendado de “Euphoria”, série dramática adolescente estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que tem entre seus produtores o rapper Drake. A prévia exalta o clima sombrio da produção, com narração da própria Zendaya, e revela a data da estreia. “Euphoria” adapta uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. Ou seja, bem diferente das atrações que projetaram Zendaya na TV – “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. A adaptação foi feita por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya vive Rue, uma personagem de 17 anos – isto é, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real – que é viciada em drogas. Ela vai integrar o grupo principal de estudantes de ensino médio da trama, que “tentam navegar um mundo de drogas, sexo, identidade, trauma, mídias sociais, amor e amizade”. Na atração, a atriz contracena com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. A estreia de “Euphoria” está marcada para 16 de junho no Brasil, mesma data do lançamento nos Estados Unidos.

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    Assassination Nation: Filme mais comentado do Festival de Sundance ganha trailer ultraviolento

    8 de setembro de 2018 /

    A Neon divulgou a produção indie “Assassination Nation”, um dos filmes mais comentados do Festival de Sundance 2018. A prévia é num explosão de violência estilizada, que chega a ser quase fashion – e que o New York Times rotulou como um cruzamento de “Atração Mortal” (Heathers) com “Uma Noite de Crime” (Purge). Esta, por sinal, é uma das frases de efeito jogadas no vídeo, todas contendo elogios rasgados, decepados e sangrentos. Segundo longa escrito e dirigido por Sam Levinson, “Assassination Nation” é um suspense de humor negro, que mostra como a pacata cidade de Salém mergulha no caos, após um provocador anônimo começar a publicar detalhes da vida digital privada de todos os moradores nas redes sociais. Quando uma adolescente da escola é incriminada, toda a cidade parte para linchá-la e às suas amigas, levando-as a se armar para a guerra. O primeiro filme de Levinson, “Bastidores de um Casamento”, foi premiado como o Melhor Roteiro do Festival de Sundance em 2011. Depois disso, ele assinou o roteiro de “O Mago das Mentiras” (2017), telefilme da HBO estrelado por Robert De Niro. O elenco é encabeçado por Odessa Young (série “High Life”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Hari Nef (série “Transparent”) e a estreante Abra, e repleto de jovens atores, como Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Bella Thorne (série “Famous in Love”), Cody Christian (série “Teen Wolf”), Danny Ramirez (série “The Gifted”) e Maude Apatow (a filha do diretor Judd Apatow e da atriz Leslie Mann, vista na série “Girls”). Para completar, ainda há adultos como Colman Domingo (série “Fear the Walking Dead”), Joel McHale (série “Community”), Anika Noni Rose (série “Power”) e Susan Misner (série “The Americans”). “Assassination Nation” chega aos cinemas americanos em 21 de setembro e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    HBO anuncia série adolescente estrelada por Zendaya e produzida pelo rapper Drake

    30 de julho de 2018 /

    A HBO aprovou o piloto e oficializou a produção de “Euphoria”, série dramática adolescente estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que, segundo comunicado emitido nesta segunda (30/7), terá entre seus produtores o rapper Drake. Trata-se da adaptação de uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. Ou seja, bem diferente das atrações que projetaram Zendaya na TV – “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. A série israelense foi adaptada por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do último Festival de Sundance deste ano sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya viverá Rue, uma personagem de 17 anos – isto é, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real – que é viciada em drogas. Ela vai integrar o grupo principal de estudantes de ensino médio da trama, que “tentam navegar um mundo de drogas, sexo, identidade, trauma, mídias sociais, amor e amizade”. A atriz contracenará na atração com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. Ainda não há previsão de estreia para “Euphoria”.

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  • Filme

    Zendaya será adolescente viciada em série descrita como “encontro de Kids com Trainspotting”

    7 de junho de 2018 /

    A atriz Zendaya vai voltar a estrelar um projeto televisivo, após se destacar no cinema em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “O Rei do Show”. Mas desta vez o público será bem diferente das séries que a projetaram, “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. Ela será a protagonista do próximo grande projeto da HBO, chamado “Euphoria”. Trata-se da adaptação de uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. A série israelense foi adaptada por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do último Festival de Sundance sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya viverá Rue, uma personagem de 17 anos, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real, que é viciada em drogas. Ela contracenará na atração com Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”, e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (do vindouro “Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. Por enquanto, apenas o piloto de “Euphoria” foi encomendado. Ele será dirigido por Augustine Frizzell, cineasta de outro filme indie sensação de 2018, “Never Goin’ Back”, exibido no Festival SXSW. O piloto precisará ser aprovado pela HBO para virar série.

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    Suspense indie com Bil Skarsgard e Bella Thorne ganha fotos e teaser impactante

    21 de janeiro de 2018 /

    A produção indie “Assassination Nation” divulgou fotos e seu primeiro teaser na véspera de sua pré-estreia no Festival de Sundance 2018. As imagens são intrigantes e belas, numa estilização de violência quase fashion – um “Battle Royale” (o filme) em clima de “Bad Blood” (o clipe). Segundo longa escrito e dirigido por Sam Levinson, “Assassination Nation” é descrito como um suspense de humor negro, que mostra como a pacata cidade de Salém mergulha no caos. Por trás do surto está um provocador que começa a publicar detalhes da vida digital privada de todos os moradores nas redes sociais. O primeiro filme de Levinson, “Bastidores de um Casamento”, foi premiado como o Melhor Roteiro do Festival de Sundance em 2011. Depois disso, ele assinou o roteiro de “O Mago das Mentiras” (2017), telefilme da HBO estrelado por Robert De Niro. E retorna agora ao festival com um filme de teaser impactante. O elenco é repleto de jovens atores, algumas bem conhecidos, como Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Bella Thorne (série “Famous in Love”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) e Cody Christian (série “Teen Wolf”), outros prestes a virar estrelas, como Odessa Young (série “High Life”), Hari Nef (série “Transparent”), Danny Ramirez (série “The Gifted”) e Maude Apatow (a filha do diretor Judd Apatow e da atriz Leslie Mann, vista na série “Girls”). Para completar, ainda há adultos como Colman Domingo (série “Fear the Walking Dead”), Joel McHale (série “Community”), Anika Noni Rose (série “Power”) e Susan Misner (série “The Americans”). “Assassination Nation” terá sua avant-première mundial neste domingo (21/1), em Sundance, mas ainda não possui previsão de distribuição comercial.

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