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  • Filme,  Música

    Documentário vai celebrar 25 anos de shows lendários do Oasis para 250 mil fãs

    12 de maio de 2021 /

    Os irmãos Noel e Liam Gallagher vão dar um tempo em sua briga fraternal em prol da banda Oasis. Mas não será para novas gravações ou show da retorno. Eles vão se juntar para produzir um novo documentário sobre os famosos shows do Oasis no Knebworth Park, na Inglaterra. Realizadas em 10 e 11 de agosto de 1996, os shows reuniram 250 mil fãs da banda e são considerados os maiores já realizados no Reino Unido. Realizados após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – a maior procura por um espetáculo na história britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos pelo controle da banda levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop será dirigida por Jake Scott para a Sony, que está financiando o filme, visando um lançamento para comemorar os 25 anos das apresentações. Veja abaixo um vídeo de “Columbia” gravado durante o evento histórico, que integra outro documentário: “Oasis: Supersonic”, lançado em 2016.

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  • Música

    20 shows clássicos: Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Stone Roses e mais

    9 de maio de 2021 /

    A nova seleção de shows clássicos apresenta o nascimento da cena indie. Era uma vez os anos 1980, quando o Reino Unido tinha quatro jornais de música (NME, Melody Maker, Music Week e Sounds), que resolveram se juntar na iniciativa de contabilizar os vários lançamentos de discos independentes – que começavam a se multiplicar em meados da década – numa parada de sucessos alternativa. O nome indie veio do diminutivo da tal parada independente. Em 1985, The Jesus and Mary Chain ganhou manchetes por músicas ensurdecedoras e shows destruidores – com tumultos generalizados – , que inspiraram tantas bandas quando os lendários desastres dos Sex Pistols, uma década antes. E no ano seguinte as publicações pareciam só falar em indie. Buscando se destacar, o NME decidiu exemplificar a mudança sonora que a nova cena representava com o lançamento de uma fita cassette, reunindo alguns dos artistas da época em seus primeiros singles. Batizada de “C86”, em homenagem à classe musical de 1986, a fitinha fez História, mostrando ao mundo o nascimento de bandas como Primal Scream, The Pastels, Shop Assistants e muitas outras. Sons de guitarras estridentes de Glasgow e vozes murmurantes do interior inglês depois ganhariam adjetivos como shoegazer e twee nos anos seguintes. Bandas de bubblegum ácido com garotas loiras virariam as guitar heroes daquela geração e um pequeno selo indie fundado pelo cantor do Biff Bang Pow! logo se tornaria a gravadora mais influente do Reino Unido – Creation Records. Essa história pode ser revivida nos 20 vídeos abaixo com as mais diferentes experiências de lives, desde breves aparições em estúdio de TV da época até shows lotados em palcos históricos. De Jesus and Mary Chain tocando seu primeiro single na BBC Two até o show dos Stone Roses no espaço vitoriano Empress Ballroom, na cidade de Blackpoool, quando uma nova classe, vinda do interior industrial – especialmente de Manchester – já começava a ensaiar os anos 1990. Fãs de flashbacks podem encontrar outras mostras nos atalhos abaixo, que cobrem diferentes gerações musicais (mas como são antigas, sujeitas à baixas do YouTube). > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock)     The Jesus and Mary Chain | 1985     My Bloody Valentine | 1989     The Pastels | 1988     Biff Bang Pow! | 1987     Ride | 1989     House of Love | 1987     Primal Scream | 1987     The Church | 1988     The Go Betweens | 1987     Felt | 1985     Young Marble Giants | 1980     The Shop Assistants | 1986     Talulah Gosh | 1986     Voice of the Beehive | 1989     The Darling Buds | 1989     The Primitives | 1988     Transvision Vamp | 1989     We’ve Got A Fuzzbox and We’re Gonna Use It | 1987     Sugarcubes | 1988     Stone Roses | 1989

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  • Etc,  Filme

    Tawny Kitaen (1961–2021)

    8 de maio de 2021 /

    A atriz Tawny Kitaen, que foi musa do rock dos anos 1980 e noiva de Tom Hanks na comédia clássica “A Última Festa de Solteiro” (1984), morreu na sexta-feira (7/5) em sua casa em Newport Beach, Califórnia, aos 59 anos. Nascida Julie E. Kitaen, a californiana de San Diego foi enterrada pela família como Tawny Finley. A causa da morte não foi divulgada. Kitaen foi uma das maiores sex symbols dos anos 1980. Ela se projetou aos 23 anos como estrela de “As Aventuras de Gwendoline no Paraíso” (1984), produção francesa baseada nos quadrinhos adultos de “Sweet Gwendoline” e um dos grandes “guilty pleasures” da década. O próprio autor dos quadrinhos, John Willie, assinou o roteiro do filme como uma versão erótica de Indiana Jones, em que Kitaen encarnou a personagem-título, uma freira foragida que embarcava numa jornada pelas selvas da China com um aventureiro e sua assistente, envolvendo muita nudez, bondage e uma tribo perdida de guerreiras amazonas. No mesmo ano, ela também noivou com Tom Hanks, apenas para ser deixada de lado durante uma despedida de solteiro histórica, e estrelou seu primeiro clipe, “Back for More”, da banda Ratt. A experiência com o Ratt a transformou em estrela do heavy metal e rendeu mais que uma parceria com a banda Whitesnake. Após aparecer em três clipes do Whitesnake em 1987, ela se casou com o vocalista da banda, David Coverdale, mas o matrimônio só durou dois anos, entre 1989 e 1991 – período de mais dois vídeos com os roqueiros. Sua carreira, entretanto, foi vítima de escolhas equivocadas, como o fraquíssimo thriller “Execução Sumária” (1986), que ela coprotagonizou com Michael Paré, e o indigesto romance com um jovem doente “Crystal Heart” (1986), décadas antes desse tipo de história virar moda entre os adolescentes. Kitaen também estrelou o terror “Espírito Assassino” (1986), que fez sucesso em VHS e chegou a ganhar duas sequências, mas os fracassos de bilheteria encerraram rapidamente seus dias de protagonista. Ela se manteve no ar nos anos 1990 com diversas participações televisivas, aparecendo, entre outras atrações, nas comédias clássicas “Seinfeld”, “Um Amor de Família” (Married with Children) e em três episódios de “Hércules” como Dejanira (Deianeira), a esposa do herói interpretado por Kevin Sorbo. Nos últimos tempos, a atriz passou a ser mais vista como ela mesmo, ao participar de reality shows sobre desventuras reais, como “The Surreal Life”, “Botched” (por cirurgias plásticas que a deformaram) e “Celebrity Rehab”. Tawny Kitaen se tornou Tawny Finley ao se casar com Chuck Finley, ex-arremessador do time de beisebol California Angels em 1997. O casamento durou apenas até 2002, mas os dois tiveram duas filhas. Relembre abaixo um dos muitos clipes de rock estrelados pela atriz.

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  • Série

    Lily James e Sebastian Stan viram Pamela Anderson e Tommy Lee em fotos de minissérie

    7 de maio de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou as primeiras fotos da minissérie “Pam and Tommy”, que mostram Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) como o casal Pamela Anderson e Tommy Lee. A transformação é impressionante, especialmente no caso da atriz britânica (veja mais uma foto abaixo). Com oito episódios, a minissérie vai se concentrar no relacionamento entre o baterista da banda Mötley Crüe e a estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990, com direito ao famoso vazamento do vídeo de sexo de sua lua de mel particular. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também está escalado para viver Rand, o homem que roubou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand, e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Filme,  Música

    Kiss vai ganhar filme biográfico da Netflix

    21 de abril de 2021 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Shout It Out Loud”, cinebiografia da banda Kiss que será dirigida por Joachim Rønning, o cineasta norueguês de “Malévola: Dona do Mal” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. O roteiro foi escrito por Ole Sanders (também conhecido como Traktor), diretor do clipe “Die Another Day”, de Madonna, a partir de um esboço concebido por William Blake Herron (“A Identidade Bourne”). O filme vai se concentrar na amizade entre Gene Simmons e Paul Stanley, que surgiu ainda na adolescência, quando eram apenas dois garotos desajustados do Queens, em Nova York, que resolvem formar uma banda inspirada em heróis de quadrinhos após recrutarem o guitarrista Ace Frehley e o baterista Peter Criss. Totalmente maquiados, eles foram considerados uma piada até que ligaram seus instrumentos em amplificadores decentes e deixaram todos “boquiabertos”, de acordo com Simmons. Dos porões do rock nova-iorquino às turnês de estádios lotados, Kiss bateu recorde de venda de ingressos, vendeu mais de 100 milhões de discos e deixou sua marca na História do Rock. Atualmente, a banda está no meio de sua “End of the Road Tour”, turnê de despedida que tinha sido interrompida pela pandemia. Mas há todos os motivos para imaginar que a aposentadoria será adiada mais uma vez para aproveitar a sinergia do lançamento do filme biográfico, que deverá chegar ao streaming em 2023, a tempo de comemorar os 50 anos dos primeiros shows da banda em Nova York. “Shout It Out Loud” será a segunda cinebiografia de rock da Netflix, após o lançamento de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”, em 2019.

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  • Filme,  Música

    Filme sobre Boy George troca produtora e agenda filmagens

    20 de abril de 2021 /

    O filme biográfico de Boy George, cantor da banda dos anos 1980 Culture Club, mudou sua produção da MGM para a Millennium Media, planejando acelerar o início dos trabalhos. O cronograma atual visa começar as filmagens em Londres durante o próximo verão europeu (nosso inverno). O próprio Boy George contou as novidades num vídeo divulgado nesta terça (20/4), no qual ainda afirma que a busca pelo elenco está em andamento. Ele chegou a revelar que Daniel Mays (“Belas Maldições”, “White Lies”) vai viver seu pai e que “há rumores de Keanu Reeves aparecendo”. Quando o projeto foi anunciado em 2019, a atriz Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) se candidatou a viver o cantor. Intitulada “Karma Chameleon”, a cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, trabalhando numa chapelaria no Blitz, club londrino onde aconteceu a explosão da cena “new romantic”, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, ele também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme de Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, focado em Freddie Mercury, e “Rocketman”, sobre Elton John, e faz parte de uma tendência que levará várias outras cinebiografias musicais aos cinemas nos próximos anos, abrangendo as carreiras de artistas tão diferentes quanto Aretha Franklin, Robbie Williams, os Ramones e os Bee Gees. Veja abaixo o vídeo do anúncio e o clipe da música que dá nome à produção.

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  • Música,  Série

    Nova série de Dave Grohl explora relação de roqueiros e suas mães

    18 de abril de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de “From Cradle to Stage”, nova série documental produzida por Dave Grohl, líder da banda Foo Fighters. Inspirada pelo livro homônimo da mãe do roqueiro, lançado em 2017, a série vai explorar a dinâmica da relação entre músicos de sucesso e suas mães, e contará com as participações das cantoras country Brandi Carlile e Miranda Lambert, do rapper Pharrell Williams e dos roqueiros Geddy Lee (do Rush), Tom Morello (do Rage Against the Machine) e Dan Reynolds (do Imagine Dragons) juntos de suas mães, além, claro, de Dave e Virginia Grohl. “Eu acredito que a relação entre um músico e sua mãe é muito importante porque é a base de sua compreensão do amor, que é certamente a maior musa de todo artista”, disse Grohl, em comunicado sobre o projeto. “Ter a oportunidade de viajar pelo país e contar as histórias dessas mulheres incríveis por trás da cortina não só iluminou a música que elas inspiraram, mas também me fez apreciar o amor que recebi de minha própria mãe, minha melhor amiga. Nem é preciso dizer o que todos devemos às mulheres que nos deram a vida. Sem elas, não haveria música. ” “Esta série, baseada no aclamado livro de Virginia Grohl, oferece um raro olhar sobre os momentos íntimos e inspiradores entre alguns dos maiores artistas do mundo e suas mães – bem a tempo para o Dia das Mães”, acrescentou Bruce Gillmer, Presidente de Programação de Eventos e Músicas da ViacomCBS. A estreia está marcada para o dia 6 de maio, três dias antes do Dia das Mães, na plataforma de streaming Paramount+. Além desse projeto, Dave Grohl ainda tem outro lançamento previsto para as próximas semanas: o documentário “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada à bordo das vans de turnês, que estreia na Amazon Prime Video em 30 de abril. Ele também já lançou uma série sobre a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentou o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014.

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    Ator de “O Gambito da Rainha” será empresário dos Beatles no cinema

    16 de abril de 2021 /

    O ator Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”, vai estrelar a biografia do empresário dos Beatles, Brian Epstein. Intitulado “Midas Man”, o filme conta com direção do sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018). Chamado de “o quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967) é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. Passaram-se oito meses entre o dia em que ele conheceu os músicos e a assinatura do contrato, que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. “É um grande privilégio interpretar Brian Epstein, um homem que teve um impacto cultural tão importante e duradouro”, disse Jacob Fortune-Lloyd, em comunicado sobre o projeto. “Ele era uma pessoa fascinante com grande talento, ambição e coragem, e estou muito honrado por ter a oportunidade de representá-lo”. O ator também comentou que Jonas Akerlund “é a pessoa perfeita para dar vida a essa história”. “Seu trabalho é visualmente deslumbrante, visceral e ousado. Mal posso esperar para começarmos a trabalhar juntos”, completou. As filmagens acontecerão no Twickenham Studios e em locações em Londres, Liverpool e Estados Unidos. As datas da produção ainda não foram reveladas. Veja abaixo uma entrevista legendada com Epstein feita no início da Beatlemania.

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  • Filme,  Música

    Pete Davidson será Joey Ramone em filme da Netflix

    15 de abril de 2021 /

    O comediante Pete Davidson, astro do humorístico “Saturday Night Live” (e do ainda inédito “O Esquadrão Suicida”), vai interpretar Joey Ramone, icônico vocalista dos Ramones, numa cinebiografia chamada “I Slept with Joey Ramone” (em tradução livre: “Eu Dormi com Joey Ramone”). Produção da Netflix, o longa será baseado no livro de mesmo nome de Mickey Leigh, irmão de Joey, e vai mostrar a história dos Ramones sob o ponto de vista da família do vocalista — que, inclusive, apoia a produção do filme. Pioneiros do punk rock, os Ramones lançaram seu primeiro álbum em 1976, antes dos Sex Pistols. O quarteto formado também por Johnny, Dee Dee e Tommy Ramone redefiniu o rock com acordes básicos, velocidade acelerada e shows intensos, que condensavam quase 20 músicas em 20 minutos, numa época em que os discos de rock tinham faixas que se estendiam sozinhas por 20 minutos de duração. “I Slept with Joey Ramone” tem direção de Jason Orley, que trabalhou com Davidson em “Amizade Adolescente”, em 2019. Nesta quinta, completa-se 20 anos da morte de Joey Ramone, falecido em 15 de abril de 2001, aos 49 anos de idade, em decorrência de um linfoma.

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  • Filme

    Dave Grohl conta história das vans de turnês de rock em novo documentário

    13 de abril de 2021 /

    Dave Grohl está se especializando em produzir, dirigir e apresentar documentários musicais. Depois de contar a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentar o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014, ele está de volta com “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada, forjada nas vans de turnê. O primeiro trailer foi publicado pelo cantor na página de sua banda no YouTube. Na prévia, Grohl resume seu objetivo: “Este filme é minha carta de amor para cada músico que já pulou em uma velha van com seus amigos e deixou tudo para trás pela simples recompensa de tocar música”. A produção traz depoimentos de vários roqueiros famosos, como o baterista dos Beatles, Ringo Starr, o baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, o guitarrista do U2, The Edge, e o vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, entre outros tantos, inclusive da cena alternativa, compartilhando histórias sobre excursões memoráveis e a importância de pegar a estrada com os parceiros musicais no começo de suas carreiras. “Você tem que entrar na van”, resume Ringo Starr. Uma das cenas da prévia mostra Steven Tyler a bordo da van original das primeiras turnês do Aerosmith, que recentemente foi reformada, após ser encontrada abandonada em 2019 numa floresta, nos arredores de Chesterfield, Massachusetts. “What Drives Us” será lançado em 30 de abril na Amazon Video Prime.

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  • Música

    Mick Jagger e Dave Grohl lançam clipe-surpresa de rock sobre a pandemia

    13 de abril de 2021 /

    Os roqueiros Mick Jagger e Dave Grohl surpreenderam os fãs nesta terça (13/4) com o lançamento de um clipe surpresa. Os cantores dos Rolling Stones e Foo Fighters se juntaram para gravar “Eazy Sleazy”, música composta por Mick Jagger durante o recente lockdown britânico. O vídeo registra cenas de distanciamento social da dupla no estúdio. “Eazy Sleazy” fala do impacto da pandemia, listando as situações forçadas pelo confinamento (“cancelem todas as turnês”, “não temos mais folhetos de agências de viagem” e “tentando compor música, melhor fazer por Zoom”), o negacionismo desvairado (“tomando a vacina, Bill Gates na minha corrente sanguínea”) e o otimismo por um renascimento vibrante ao final do lockdown. “Será uma memória que vamos tentar nos lembrar de esquecer”, resume o verso final. Além de cantar, Jagger toca guitarra na canção, acompanhado por Grohl em todos os demais instrumentos – bateria, baixo, mais guitarras e ainda vocais de apoio. Os dois se tornaram amigos quando o Foo Fighters foi improvisado como banda de apoio do cantor durante uma participação especial no programa humorístico “Saturday Night Live” em 2012. Bastante pesado, o rock é quase grunge e mostra que Jagger não perdeu a voz nem a urgência para falar dos tempos em que vive. A gravação chega quatro anos após a lenda do rock ensaiar uma retomada de sua carreira solo com os singles politizados de “Gotta Get a Grip” e “England Lost”, lançados na época em que o Reino Unido discutia o Brexit.

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  • Filme

    Elenco de Josie e as Gatinhas comemora 20 anos do filme

    11 de abril de 2021 /

    Primeira adaptação live-action dos quadrinhos da Archie Comics, “Josie e as Gatinhas” foi lançado nos cinemas em 2001, quando o mundo ainda não estava pronto para ver uma versão sexy, empoderada e punk pop dos personagens da fictícia cidade de Riverdale. O tempo fez toda a diferença e o que o filme antecipou há 20 anos agora faz parte da programação habitual da televisão. Pouco apreciada em sua época, a sátira da indústria pop acabou virando cult e neste domingo (11/4) completou 20 anos, com direito a comemoração da Universal Pictures, que promoveu a reunião das três atrizes principais para falar da produção. Rachael Leigh Cook (Josie), Rosario Dawson (Valerie) e Tara Reid (Melody) se juntaram por Zoom para relembrar o quanto se divertiram no set e, principalmente, como o filme envelheceu bem. De fato, com a mudança de perspectiva do público e da crítica, “Josie e as Gatinhas” é o tipo de produção que faz mais sentido em 2021 que em sua época original. “Fico emocionada em ver que as pessoas continuam a assistir nosso filme e que ele só ganhou força com o passar dos anos”, disse Cook sobre o filme. “Isso é incrivelmente legal.” No bate-papo, Dawson concordou que o filme estava “à frente de seu tempo”, acrescentando: “Você assiste agora e ele ressoa muito com o momento em que estamos, mas, na época, acho que era difícil para as pessoas apreciarem totalmente sua sátira”. Ela deu ao filme dirigido por Harry Elfont e Deborah Kaplan a leitura feminista que ele merece, observando que “cena após cena após cena, nada era sobre a importância dos homens em nossas vidas” e sim sobre “sobre nós, nossos sonhos, nossas paixões e nossos talentos. E os homens apareciam super apoiadores dessas mulheres, e querendo vê-las brilhar, crescer e se maravilhar com isso. Existem tantos níveis no filme que são realmente profundos.” Reid, por sua vez, aproveitou para lembrar que elas próprias tocaram seus instrumentos no filme, o que fez com que, durante as cenas de shows, se sentisse “uma estrela do rock”. Ao final, Cook celebrou a amizade com as duas gatinhas. “Eu sei que levamos vidas diferentes agora, mas eu tenho vocês para sempre. Vocês podem me ligar a qualquer hora… Vou tirá-las da cadeia, vou levá-las ao aeroporto…” Para quem não lembra, “Josie e as Gatinhas” também teve duas famosas séries animadas da Hanna-Barbera nos anos 1970. Veja abaixo o vídeo do reencontro das atrizes e o trailer do filme de 2001, disponível no Brasil em várias plataformas de locação digital.

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    Amy Winehouse vai ganhar novo documentário nos 10 anos de sua morte

    31 de março de 2021 /

    Um novo documentário sobre Amy Winehouse será lançado em julho, marcando os dez anos da morte da cantora britânica, aos 27 anos. Intitulado “Amy Winehouse: 10 Years On”, o filme é uma produção da BBC e terá a mãe da cantora como narradora. Segundo a rede pública britânica, Janis Winehouse, que tem esclerose múltipla, quer compartilhar suas lembranças sobre sua falecida filha. Em comunicado divulgado nesta quarta (31/3), a BBC descreve Janis como “uma figura próxima de Amy de quem ainda temos muito a ouvir e cuja versão dos acontecimentos muitas vezes diverge da narrativa que nos foi contada antes”. “Não sinto que o mundo conheceu a verdadeira Amy, aquela que eu criei, e anseio pela oportunidade de oferecer uma compreensão de suas raízes e um vislumbre mais profundo da verdadeira Amy”, disse a mãe da cantora no mesmo comunicado. O documentário apresentará material de arquivo nunca visto, acrescentou a BBC. “Janis será auxiliada por familiares, amigos e aqueles que conheceram Amy melhor para compor um lado de Amy raramente visto”. “O filme será um relato poderoso e sensível de um dos talentos musicais mais amados e que mais deixaram saudade no Reino Unido, oferecendo uma nova interpretação de viés feminino de sua vida, seus amores e seu legado.” Vencedora do Grammy, Amy Winehouse morreu de intoxicação alcoólica em sua casa de Londres em julho de 2011. Ela teve problemas com bebida e drogas durante a maior parte da carreira, e já teve sua trajetória abordada num documentário premiado, “Amy”, de Asif Kapadia, que venceu o Oscar da categoria em 2016.

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