La Casa de Papel pode ganhar remake ou spin-off passado nos Estados Unidos
Atração internacional mais assistida da Netflix, “La Casa de Papel” deve ganhar versão americana. Em entrevista ao site Vulture, o vice-presidente de conteúdo original da Netflix, Erik Barmack, revelou que a plataforma planeja fazer um remake ou spin-off da série espanhola passado nos Estados Unidos. A razão é a mesma que justifica as refilmagens de Hollywood: o público americano não gosta de ler. Isto é, não assiste produções com legendas. Assim, “La Casa de Papel” não fez o mesmo sucesso nos Estados Unidos e Reino Unido, em comparação com a audiência em outros países. “Nós estamos debatendo se devíamos pegar o roteiro e copiá-lo linha por linha, ambientando-o nos Estados Unidos”, Barmack afirmou. “Mas existe algo tão único nele, ao redor daquele assalto, daqueles personagens com nomes de cidades, seu humor. Se a maioria dos executivos for contra, não devemos fazer. Mas se for 50%/50%, a decisão é minha. Inclusive, o criador Álex Pina já comentou que deseja tornar o show mais ousado a cada ano. Então, ele cogita levar a trama para os Estados Unidos, tentar roubar o Fort Knox. Eu adorei. Faz sentido para os personagens, poderia ser um spin-off e seria fiel à visão da história. Ia ser incrível.” Mas nem todos os executivos são há favor. Há quem veja nisso um passo atrás na ideia de implantar um perfil internacional na plataforma, ao mesmo tempo em poderia assinalar uma desvalorização para as séries de línguas não inglesa. Originalmente produzida como uma história completa para a TV espanhola, a série virou frisson mundial ao ser exibida pela Netflix, que encomendou uma nova temporada inédita e exclusiva para ser exibida em streaming em 2019.
Atores de Zoo e Once Upon a Time entram na nova série do criador de The Vampire Diaries
A produção de “Tell Me a Story”, nova série de fantasia de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries”), adicionou mais dois integrantes: o ator James Wolk (o Jackson Oz da série “Zoo”) e a atriz Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”). Wolk vai interpretar Jordan, um dono de restaurante de Nova York idealista e bem-sucedido. Quando o inimaginável acontece, sua vida vira de cabeça para baixo e ele se vê numa espiral de loucura que pode lhe custar tudo. Já Ramirez viverá Hannah, uma oficial do Exército que voltou da guerra com cicatrizes tanto externas quanto internas, e chega em para Nova York com o objetivo de reconstruir sua vida. Quando seu irmão distante pede ajuda, ela embarca em uma corrida mortal pela sobrevivência. Eles se juntam a Paul Wesley (Stefan em “The Vampire Diaries”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”) na produção, que adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013 – uma espécie de “Once Upon a Time” de terror. A produção original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto de fadas diferente por episódio, mas a série americana pretende trabalhar com um elenco fixo e juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feijão” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”, que estreia na quinta-feira (14/6).
Oito Mulheres e um Segredo é realmente a versão feminina de um filme já visto
Quem gosta de “Onze Homens e um Segredo” tem tudo para apreciar Sandra Bullock (como Debbie, a irmã do Danny Ocean de George Clooney), Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Mindy Kaling e Awkwafina em “Oito Mulheres e um Segredo”. Já quem acha um porre e se diverte bem menos que os astros e as estrelas da tela nesse tipo de filme, vai ter uma razão a mais para odiar, porque a intenção de “Oito Mulheres e um Segredo” é mesmo trazer de volta a atmosfera de “Onze Homens e um Segredo”, mas com um excepcional elenco feminino, que não deixa a mínima saudade de Clooney e sua turma. O filme faz parte da tendência hollywoodiana das continuações disfarçadas de reboots (ou vice-versa), como “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World”, que mais ou menos repetem as estruturas consagradas dos roteiros originais como forma de reapresentar histórias velhas para uma nova geração. O curioso é que Hollywood tenha considerado a franquia de George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon digna do mesmo tipo de tratamento, inclusive com uma cota de autorreferências e participações especiais. Está tudo em seu devido lugar de novo e outra vez. Inclusive em seu paradoxo primordial. Nesses filmes, os planos das “criminosas” não tem como ser levados a sério, embora sejam minuciosamente detalhados, sem fazer o menor sentido para quem está do lado de cá da tela. Enquanto personagens, falam, pensam, falam e pensam, o que fica para o espectador é o espetáculo visual, que consiste na observação de olhares, sorrisos, narizes empinados e como essas pessoas andam com estilo, vestem-se bem, e se comunicam de maneira esnobe. Aliás, por que os elencos desses filmes precisam falar quase que obrigatoriamente com empáfia? Será que o charme exala antipatia enquanto personagens caminham entre checkpoints grã-finos como galerias de arte, cassinos ou o Met Gala? É muito mais humano observar Helena Bonham Carter quebrar esse padrão, ao demonstrar insegurança, vulnerabilidade e um humor tão discreto quanto imprevisível. O mesmo serve para a sedução provocada por Anne Hathaway, com sua personagem que quer ser linda como uma Barbie, mas é, no fundo, uma menina mimada e ingênua. São as duas melhores atuações… Porque as líderes Sandra Bullock e Cate Blanchett, que são sempre extraordinárias, limitam-se aqui a fazer o perfil egocêntrico “comigo ninguém pode” de George Clooney nos filmes de Soderbergh. Como nos longas anteriores, “Oito Mulheres e um Segredo” também não apresenta conflitos ou grandes riscos para o elenco principal, muito mesmos reviravoltas surpreendentes. O enredo até inclui uma reviravolta. Mas ela não é memorável, pois só acontece quando, digamos, o filme esquece que havia terminado, estendendo-se desnecessariamente até gerar um anti-clímax. E há o problema da direção que não decola. Gary Ross é um cineasta que entrega o que está no roteiro. Seu talento aparece mais quando revisita o cinema clássico, mesmo que seja para atualizá-lo, como fez nos belos “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, aqui, sua dedicação é tão impessoal que ele visivelmente se esforça para parecer Steven Soderbergh. O detalhe é que nem sequer foi Soderbergh quem criou “Onze Homens e um Segredo”, materializado pela primeira vez em 1960 como veículo para Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. Claro que o remake de 2001 foi mais marcante. Mas o ponto é que Ross não tinha a necessidade de reproduzir os tiques de Soderbergh, que nem estava em sua praia indie quando topou entrar na brincadeira de “Onze Homens e um Segredo” com seus amigos. Ali, todos ganharam para se divertir. Da mesma forma que as atrizes deste filme. Afinal, se houvesse pretensão feminista e não apenas comercial no resgate da franquia como veículo para estrelas femininas, por que não contaram com uma mulher na direção? Assim, até a piada sobre isso, nos minutos finais, soaria mais pessoal e com personalidade. Fica a ideia para a sequência, já que estes caça-niqueis costumam virar trilogia. Se Soderbergh fez “Onze Homens”, “Doze Homens e “Treze Homens”, Sandra, Cate, Anne e cia devem retornar ainda em “Nove Mulheres” e “Dez Mulheres”. Até os números batem. Quem sabe, assim, consigam provar que conseguem fazer melhor, agora que já estabeleceram as personagens, podendo finalmente deixar a sombra dos “Onze Homens” e suas referências para trás.
Astro e criador de The Vampire Diaries voltam a se juntar em nova série
O ator Paul Wesley, intérprete do vampiro Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”, vai voltar a trabalhar com o criador daquela série. Ele foi confirmado em “Tell Me A Story”, nova produção de fantasia de Kevin Williamson. Wesley será um dos protagonistas da produção, juntando-se ao elenco central que já conta com Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”). Ele terá o papel de Eddie, um indivíduo abandonado e perturbado cuja petulância é alimentada ainda mais por seus problemas com drogas e álcool. Embora trabalhe como garçom, também divide seu tempo como traficante de drogas e ladrão diletante com seu irmão mais velho, Mitch, que nunca falha em tratar Eddie como o delinqüente que ele é. Difícil imaginar como esse personagem se encaixa na premissa da série, que adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013 – uma espécie de “Once Upon a Time” de terror. A produção original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto de fadas diferente por episódio, mas a série americana pretende trabalhar com um elenco fixo e juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feijão” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”, que estreia na quinta-feira (14/6).
Diretor de Invocação do Mal vai produzir remake de Aracnofobia
O cineasta James Wan está desenvolvendo um remake de “Aracnofobia”, clássico de terror de 1990. De acordo com o site Deadline, o diretor responsável pelas franquias “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” fará a produção da refilmagem, por meio de sua empresa Atomic Monster, em parceria com a Amblin, empresa de Steven Spielberg, responsável pelo longa original. O filme original, dirigido por Frank Marshall e protagonizado por Jeff Daniels e John Goodman, mostrava o ataque de aranhas assassinas numa cidadezinha americana. Ainda não há diretor e nem roteirista definidos para o projeto. Atualmente, Wan está trabalhando na pós-produção de “Aquaman”, além de desenvolver diversos projetos derivados de “Invocação do Mal”, como um terceiro filme da boneca “Annabelle” e “A Freira”, com estreia marcada para 6 de setembro no Brasil.
Atriz de The Originals vai estrelar nova série de terror do criador de The Vampire Diaries
A atriz Danielle Campbell, mais conhecida como a Davina de “The Originals”, será uma das protagonistas de “Tell Me A Story”, nova série de terror de Kevin Williamson, cocriador de “The Vampire Diaries”. A atração do serviço de streaming CBS All Access é uma espécie de “Once Upon a Time” de terror, que adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013. Mas enquanto a trama original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto diferente por episódio, o comunicado do projeto da CBS fala em juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feição” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”, que estreia na quinta-feira (14/6).
Nasce uma Estrela: Bradley Cooper e Lady Gaga ganham pôsteres individuais
A Warner divulgou dois novos pôsteres do remake de “Nasce uma Estrela”, que destacam Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e Lady Gaga (série “American Horror Story”) quase irreconhecível sem maquiagem. Na trama, o ator vive um astro country que mergulha no alcoolismo, conforme a carreira entra em decadência. Antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que ajuda a lançar ao estrelato. Mas o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música, após justamente a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E o trabalho de direção marca a estreia do próprio Bradley Cooper na função. O lançamento está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.
Nasce uma Estrela: Musical com Lady Gaga ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Nasce uma Estrela” estrelado por Lady Gaga (série “American Horror Story”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A prévia chama atenção por apresentar o ator, de cara, como “o diretor Bradley Cooper”, apesar de sua filmografia anterior como cineasta ser igual à soma do vazio ao vácuo. É o primeiro trabalho do astro atrás das câmeras e ele parece ter realmente se orgulhado do resultado. Além disso, também domina as cenas, aparecendo e até cantando muito mais que a parceira – e isto que se trata de um musical. Cooper vive um astro country que mergulha no alcoolismo, conforme a carreira entra em decadência. Antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que ajuda a lançar ao estrelato. Mas o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Este é a quarta vez que esta história é levada às telas e quase teve Beyoncé como protagonista feminina. Seria curioso ver uma guinada hip-hop na trama, especialmente considerando a história da vida real de Beyoncé com o rapper Jay-Z. Mas a configuração final acabou aproximando o trabalho da versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. De todo modo, vale lembrar que nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E uma das curiosidades que circularam durante a produção é que Lady Gaga queria ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta – ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” e inclusive venceu um Globo de Ouro. O vídeo da Warner, porém, a chama de Lady Gaga. A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Trailer do remake de Suspiria com direção de Luca Guadagnino é obra de pesadelos
A Amazon divulgou um novo pôster, fotos e o primeiro trailer do remake de “Suspiria”, clássico do terror italiano, que ganha nova versão assinada pelo cineasta Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”). A prévia investe em tensão crescente, explorando uma atmosfera carregada de suspense, até atingir o ápice em cenas de pesadelo puro. O tom, por sinal, é diferente do filme original, sem o predomínio do vermelho, opressivo e psicodélico, que marcou o longa de 1977. Segundo Guadagnino, seu “Suspiria” não é exatamente um remake, por não ser fiel à obra de Dario Argento, mas uma evocação do que sentiu quando assistiu ao terror pela primeira vez. Em entrevista ao site IndieWire, o cineasta revelou que se trata de uma homenagem a um dos filmes que mais o impactou na adolescência. No filme original, Jessica Harper interpretava uma estudante que entra numa academia de balé afastada na Alemanha, apenas para descobrir que o lugar era um covil de bruxas. Cultuadíssimo, “Suspiria” foi o primeiro filme da “trilogia das bruxas” de Argento, que também inclui “A Mansão do Inferno” (1980) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007). O elenco do remake inclui Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”), Mia Goth (“Ninfomaníaca”), um misterioso Lutz Ebersdorf, que se diz psicólogo renomado e ex-ator de teatro de vanguarda, mas sem registro em fontes autênticas, além da própria Jessica Harper. A sinopse oficial diz: “Quando uma escuridão cresce no centro de uma renomada companhia de dança, sua diretora artística (Swinton), uma jovem americana recém-chegada (Johnson) e um psicoterapeuta enlutado (Ebersdorf) envolvem-se num pesadelo sangrento e suspirante”. O roteiro é de David Kajganich, criador da série “The Terror”, que trabalhou com Guadagnino em “Um Mergulho no Passado” (2015). E a trilha foi composta pelo vocalista do Radiohead, Thom Yorke, que também pretende homenagear o trabalho original, criado pela banda de rock progressivo Goblin. A estreia está marcada para 2 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Jason Momoa pede desculpas aos fãs por desistir de O Corvo
O ator Jason Momoa (“Aquaman”) fez uma publicação em seu Instagram para comentar sua recém-anunciada saída do remake de “O Corvo”. “Esperei oito anos por este papel dos sonhos. Eu amo você, Corin Hardy [diretor que também saiu do projeto] e a Sony Pictures, mas infelizmente terei que esperar mais oito anos. Este não é nosso time. Mas juro que esperarei. James O’Barr [quadrinista], eu sinto muito te desapontar, mas no próximo não o desapontarei. Este filme precisa ser livre. E aos fãs; desculpem. Eu não posso interpretar menos do que este filme merece, e ele precisa de amor. Estarei pronto quando o projeto for certo. Amo você Corin. Aloha”, escreveu. O site Deadline especula que a desistência do ator e do diretor aconteceu devido a diferenças criativas e financeiras com o produtor Samuel Hadida, da Davis Films, que adquiriu os direitos do personagem após a falência do estúdio Relativity. A Sony faria a distribuição internacional, mas também tinha ameaçado desistir do projeto diante de problemas com Hadida. A implosão aconteceu poucas semanas antes da data marcada para as filmagens do longa, que aconteceriam em julho em Budapeste. Momoa e Hardy foram os últimos de uma longa lista de envolvidos a desistirem de filmar o remake, respectivamente o quinto ator e o quarto diretor. A franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994, e o projeto da refilmagem vem batendo o recorde de desistências. A maldição é real, pelo menos para o estúdio Relativity, que faliu desde o anúncio do projeto sem recuperar os gostos, mais de US$ 20 milhões com a pré-produção, e sem que nem uma cena sequer tenha sido filmada – gastos em desenvolvimento, roteiros não filmados, adiantamentos de contratos, reserva de estúdios, locações etc, tudo se perdeu. Graças à esta crise infinita, o produtor Samuel Hadida comprou os direitos do filme bem barato e achou que tinha dado sorte, com a entrada de Momoa no projeto. Que inocente. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: O Último Cavaleiro”), os primeiros a desistirem há oito anos. Seus substitutos, o ator Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e o diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), foram, respectivamente, substituídos por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) e F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Jack Houston (“Ben-Hur”) virou a opção seguinte, antes de Momoa se candidatar, sob direção de Corin Hardy – que tinha apenas um longa em seu currículo, o terror “A Maldição da Floresta”. O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que o roqueiro Nick Cave (!!!) aparece creditado no IMDb como roteirista, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns filmes, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original. A trama foi concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos. O personagem é o mesmo Eric Draven dos quadrinhos, que Brandon Lee morreu interpretando. Mais que outra perda de ator e diretor, a saída da Sony é que deve representar a estaca final no coração da franquia. Por isso, é provável que “O Corvo” finalmente descanse em paz, sem voltar a ressuscitar no corpo de um novo intérprete. Embora seja provável que, num último suspiro, acabe estrelado e dirigido por iniciantes e lançado direto em streaming, como saída para o produtor recuperar seu investimento. I’ve waited 8 years to play this dream role. I love you @corinhardy and @sonypictures unfortunately I may have to wait 8 more. Not our team. But I swear I will. James O’Barr sorry to let you down I won’t on the next. This film needs to be set free. And to the fans. Sorry. I can’t play anything but what this film deserves and it needs love. I’m ready when it’s right. Love u Corin aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 31 de Mai, 2018 às 9:15 PDT
Jason Momoa desiste de estrelar o remake de O Corvo
O remake de “O Corvo” perdeu seu ator e diretor. Você já ouviu isto antes, mas esta não é uma notícia antiga. É que a produção perdeu seu quinto protagonista e seu quarto diretor consecutivos, desde que foi anunciada há cerca de uma década. O ator Jason Momoa (“Aquaman”) e o diretor Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”) foram os últimos de uma longa lista de envolvidos que desistiram de filmar o remake na véspera da data marcada para o começo das filmagens. Desta vez, as câmeras iam começar a trabalhar em cinco semanas, em Budapeste. A franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994, e o projeto da refilmagem vem batendo o recorde de desistências. A maldição é real, pelo menos para o estúdio Relativity, que faliu desde o anúncio do projeto sem recuperar os gostos, mais de US$ 20 milhões com a pré-produção, e sem que nem uma cena sequer tenha sido filmada – gastos em desenvolvimento, roteiros não filmados, adiantamentos de contratos, reserva de estúdios, locações etc. Graças à crise, o produtor Samuel Hadida comprou os direitos do filme bem barato e achou que tinha dado sorte. Que inocente. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: O Último Cavaleiro”), os primeiros a desistirem há oito anos. Seus substitutos, o ator Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e o diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), foram, respectivamente, substituídos por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) e F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Jack Houston (“Ben-Hur”) virou a opção seguinte, antes de Momoa se candidatar, sob direção de Corin Hardy – que tinha apenas um longa em seu currículo. O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que o roqueiro Nick Cave (!!!) aparece creditado no IMDb como roteirista, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns filmes, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original. A trama foi concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos. O personagem é o mesmo Eric Draven dos quadrinhos, que Brandon Lee morreu interpretando. O impressionante, na verdade, é que o remake de “O Corvo” ainda não foi oficialmente cancelado, mesmo sem ator, diretor e depois de tantas desistências. Mas o site Deadline afirma que a saída de Momoa e Hardy aconteceu após um impasse entre o produtor e a Sony, responsável por uma fatia substancial do financiamento, em troca da distribuição internacional do longa. A saída da Sony teria inviabilizado o orçamento. Por isso, é provável que “O Corvo” finalmente descanse em paz, sem voltar a ressuscitar no corpo de um novo intérprete. Embora seja provável que, num último suspiro, acabe estrelado e dirigido por iniciantes e lançado direto em streaming.
Oito Mulheres e um Segredo: Novo trailer apresenta a gangue de Sandra Bullock
A Warner divulgou um novo trailer de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). A prévia apresenta cada uma das oito mulheres do título, enquanto explica o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York. O vídeo também situa o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Remake do clássico Papillon ganha 18 fotos, pôster e primeiro trailer
A produtora Bleecker Street divulgou 18 fotos, o pôster e o primeiro trailer do remake do filme clássico “Papillon” (1973), drama de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Na nova versão, os papéis são desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”), Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem render maiores comentários.












