Saiba quais spin-offs e remakes de atrações famosas foram rejeitados e não vão virar séries em 2018
“Wayward Sisters”, spin-off de “Supernatural”, não foi o único projeto tido como certeiro que acabou recusado para a temporada de outono na TV aberta dos Estados Unidos. Outras atrações derivadas de franquias conhecidas e com elencos e produtores famosos ficaram pelo caminho, decepcionando não apenas os envolvidos em seus pilotos, mas a expectativa dos fãs. Ao todo, os pilotos rejeitados incluem três remakes e três spin-offs, totalizando seis desdobramentos de franquias reprovados. Destes, os spin-offs são os que possuem mais chances de reviver em outro canal ou em outra data. Confira abaixo os cinco projetos inesperadamente recusados pelas redes de TV americanas na temporada de pilotos de 2018. Clique nos títulos de cada atração para saber mais detalhes sobre seus desenvolvimentos. “Cagney & Lacey” Remake de uma das séries mais bem-sucedidas dos anos 1980, que durou sete temporadas, entre 1981 e 1988, sobre o trabalho e a amizade de duas detetives da polícia de Nova York. Desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”), o piloto contava com Sarah Drew (recém-saída de “Grey’s Anatomy”) como Cagney e Michelle Hurd (da série “Blindspot”) como Lacey, numa revisão racial da trama original. Além delas, o ator Ving Rhames (da franquia “Missão Impossível”) integrava o elenco, como o chefe da delegacia de polícia de Los Angeles – numa mudança também de locação. Na hora de definir sua programação, a rede CBS preferiu aprovar apenas o remake de “Magnum”. Caso prosseguisse com “Cagney & Lacey”, poderia virar um canal de nostalgia, acrescentando mais um remake à exibição de “Hawaii 5-0”, “MacGyver” e o anunciado “Magnum P.I.”. “Greatest American Hero” Remake da série de comédia dos anos 1980 exibida no Brasil como “Super-Herói Americano”. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontrava uma roupa que lhe dava superpoderes. O problema é que ele perdia o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. A atualização previa não apenas uma mudança racial, mas também de sexo. Desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”), o piloto girava em torno de Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. Hannah Simone (a Cece da série “New Girl”) tinha o papel principal. “Get Christie Love” Remake da atração homônima de 1974, batizada de “Anjo Negro” no Brasil. A versão original foi a primeira série dramática protagonizada por uma atriz negra (Teresa Graves) na TV americana, inspirada pelas heroínas valentonas dos filmes de blaxploitation. O piloto foi desenvolvido por Courtney Kemp Agboh, criadora da série “Power”, maior sucesso do canal pago Starz, e em vez de uma policial infiltrada, Christie Love seria uma agente da CIA altamente treinada e mestre de disfarces. A atriz Kylie Bunbury (séries “Under the Dome” e “Pitch”) viveria o papel principal e a produção estava a cargo da One Race Television, produtora do ator Vin Diesel (da franquia “Velozes e Furiosos”), em parceria com a Universal e a Lionsgate Television. Apesar disso, foi recusada pela rede ABC. “L.A.’s Finest” Spin-off da franquia cinematográfica “Bad Boys”, que rendeu dois filmes estrelados por Will Smith e Martin Lawrence há mais de 15 anos. O projeto era centrado na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003). A série estava sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e mostraria o trabalho de Syd para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. Ela voltaria a ser interpretada pela mesma atriz, Gabrielle Union. E, replicando a dinâmica do filme, teria uma parceira feminina, papel que marcaria o retorno de Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) para a TV, 16 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A produção estava a cargo de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. E, segundo o site The Hollywood Reporter, só não virou série devido a impasses na negociação entre a Sony TV e a rede NBC. Ou seja, não houve rejeição do piloto e sim dos custos. Por conta disso, a Sony pretende levar o projeto para outros interessados, e ainda é possível que vire série. “Gone Baby Gone” Spin-off do filme homônimo, o primeiro dirigido pelo ator Ben Affleck, lançado em 2007 no Brasil com o título “Medo da Verdade”. A cargo de Robert Levine, co-criador de “Black Sails”, o piloto se concentrava nos personagens do livro de Dennis Lehane em que o filme original foi baseado, os detetives particulares Patrick Kenzie e Angela Gennaro. Na sinopse, eles eram descritos como uma dupla armada com inteligência, conhecimento de rua e uma química inegável para tentar corrigir os erros da lei no bairro pobre de Dorchester, na cidade de Boston. Joseph Morgan (Klaus em “The Originals”) e Payton List (atualmente na série “Colony”) interpretariam os protagonistas, que no cinema foram vividos por Casey Affleck e Michelle Monagham. O elenco do piloto também incluía a veterana Christine Lahti (série “The Blacklist”) como a mãe de Angela, e a canadense-brasileira Laysa Oliveira (“Lea to the Rescue”) como a namorada de Patrick, uma médica de pronto socorro. O projeto era o primeiro piloto desenvolvido pela Miramax, empresa que foi fundada em 1979 por Bob e Harvey Weinstein, mas que atualmente pertence ao BEIN Media Group. Mas a Fox não aprovou o resultado. “Wayward Sisters” Spin-off com as personagens femininas de “Supernatural”, cuja premissa foi apresentada num episódio da atual temporada da série original. O projeto estava sendo desenvolvido por Robert Berens e Andrew Dabb, ambos roteiristas de “Supernatural”, e seria centrado na xerife Jody Mills (Kim Rhodes) e nas adolescentes problemáticas que ela adotou: Claire Novak (Kathryn Newton), filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins), Alex Jones (Katherine Ramdeen), jovem raptada por vampiros, a médium Patience Turner (Clark Backo) e possivelmente Kaia (Yadira Guevara-Prip, da série “Mad Dogs”), que pode se projetar astralmente em outras dimensões. Sob o treinamento e proteção das xerifes Jody Mills e sua amiga Donna Hanscum (Briana Buckmaster), as jovens formariam uma equipe de caçadoras de monstros, num contraponto feminino à série original – sobre dois irmãos, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), originalmente treinados por um pai caçador. Mas a rede CW preferiu aprovar o spin-off de “The Originals”, intitulado “Legacies”, em vez deste. Como as personagens continuarão em “Supernatural”, sempre é possível retomar o projeto numa próxima temporada.
Roswell, New Mexico: Remake da série sci-fi dos anos 1990 ganha banners e sinopse estendida
A rede The CW divulgou os primeiros banners e a sinopse estendida do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. A sinopse oficial diz: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e de ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior bad-boy de rebeldia e conexões casuais. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” Ou seja, é basicamente a mesma história, com algumas mudanças pontuais, como a transformação dos personagens em adultos. Para quem não lembra, a série clássica foi desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”) e era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também explora o passado de Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. Mas busca atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e da vindoura “Legacies”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.
Charmed: Irmãs bruxas viram latinas nas imagens e primeiro trailer do remake
A rede The CW divulgou as primeiras fotos, banners, uma cena e o trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Após a morte trágica de sua mãe, duas irmãs muito unidas descobrem que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam que possuíam. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Vale lembrar que, por causa dessa série, a rede CW teria abrido mão de produzir “Chilling Adventures of Sabrina”, reboot de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, que acabou na Netflix, para não ter duas séries de bruxas na sua programação. “Charmed” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
Magnum: Remake da série dos anos 1980 ganha fotos e primeiro trailer
A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer do remake de “Magnum, P.I.”. E a nova versão não pode ser mais diferente da série original. Não é apenas Higgins que está irreconhecível, graças à mudança de sexo, mas o próprio Magnum parece sofrer de crise de identidade. A versão de 2018 é latina, não segue o figurino de camisas floridas e nem cultiva o bigodão clássico, que representava praticamente metade da personalidade do protagonista em 1980. A paisagem, porém, continua a fazer propaganda turística do Havaí, assim como permanece inalterado o marketing do carrão, sempre conversível, vermelho e da marca Ferrari. Jay Hernandez, intérprete do vilão El Diablo no filme do “Esquadrão Suicida”, vive a nova versão do detetive particular eternizado por Tom Selleck ao longo de oito temporadas de sucesso televisivo, enquanto a atriz galesa Perdita Weeks, que interpretou uma caçadora de vampiros na última temporada de “Penny Dreadful”, reinventa o papel de Higgins. Na nova versão, Jonatham Higgins, o personagem esnobe originalmente vivido por John Hillerman, virou Juliet Higgins ex-agente secreta do MI:6, que divide a ação com Magnum e mais dois coadjuvantes, vividos por Zachary Knighton (série “L.A. to Vegas”) e Stephen Hill (série “Boardwalk Empire”). Já a premissa segue próxima da criação de Donald P. Bellisario e Glen A. Larson. Assim como Selleck, Hernandez também será um ex-militar. Enquanto o primeiro Magnum era veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã, seu substituto lutou no Afeganistão. Ao voltar, ele decide usar suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos. O remake de “Magnum” é o terceiro consecutivo desenvolvido por Peter Lenkov, responsável pelas voltas de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Desta vez, ele assina o roteiro ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). Já as cenas de destruição de carros foram dirigidas por um especialista, Justin Lin, diretor da franquia “Velozes e Furiosos”. Ele também dirigiu o piloto do remake de “S.W.A.T.” no ano passado. A estreia do novo “Magnum” vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
Oito Mulheres e um Segredo: Gangue de Sandra Bullock ganha comerciais e pôsteres individuais
A Warner divulgou quatro comerciais e oito pôsteres de personagens de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). As prévias mostram o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York com a ajuda de algumas comparsas. Os vídeos também situam o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Estreias de cinema apresentam remake fracassado e comédia bem-sucedida
A programação de cinema recebe 11 novos lançamentos nesta quinta (10/5), mas, ainda sob impacto de “Vingadores: Guerra Infinita”, nenhum tem perfil de blockbuster. Os mais amplos são “Desejo de Matar” e “A Noite do Jogo”. O primeiro é remake do clássico de vingança dos anos 1970, com Bruce Willis no papel que eternizou Charles Bronson. Fracassou nas bilheterias norte-americanas e tem apenas 17% de aprovação no site Rotten Tomatoes – podrão. O segundo é um dos besteiróis mais bem-avaliados dos Estados Unidos nos últimos anos, com 82% de aprovação e direção dos roteiristas do blockbuster “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). Ainda na dúvida sobre qual ver? Todos os demais preenchem o circuito alternativo, com direito a nada menos que quatro documentários. A lista destaca a nova comédia britânica do diretor Richard Loncraine (“Wimbledon: O Jogo do Amor”), o novo drama japonês de Naomi Kawase (“O Segredo das Águas”) e um velho drama francês filmado em preto e branco por Philippe Garrel – uma estreia de 2015, ou seja, anterior ao igualmente preto e branco “Amante por um Dia” (2017) do mesmo diretor, lançado há dois meses no Brasil. Confira abaixo todos os filmes, com sinopses oficiais e trailers, que estreiam nesta semana nos cinemas. Desejo de Matar | EUA | Ação Um homem gentil tem sua vida transformada quando sua família é abalada por um ato de violência que machuca a todos. Em busca de justiça, ele se transforma em uma máquina mortífera, para conseguir fazer justiça com as próprias mãos. A Noite do Jogo | EUA | Comédia Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) participam de um grupo de casais que organizam noites de jogos. O irmão de Max, Brooks (Kyle Chandler), chega decidido a organizar uma festa de assassinato e mistério e acaba sequestrado, levando todos a acreditarem que o sumiço faz parte da misteriosa brincadeira. Os seis amigos competitivos precisam então resolver o caso para vencer o jogo, cujo rumo vai se tornando cada vez mais inesperado. Acertando o Passo | Reino Unido | Comédia Casada há 40 anos, Lady Sandra Abbott (Imelda Staunton) descobre que seu marido tem tido um caso amoroso com sua melhor amiga. Ela decide começar a fazer aulas de dança comunitária junto da irmã e acaba descobrindo um novo sopro de diversão e romance em sua vida. À Sombra de Duas Mulheres | França, Suiça | Drama Pierre e Manon formam um casal de documentaristas que sobrevivem fazendo trabalhos temporários para poder dar suporte aos filmes que desejam realizar. Apesar de estar apaixonado por Manon, Pierre acaba conhecendo Elizabeth e, a partir daí, deseja manter o relacionamento com as duas mulheres. No entanto, as coisas não sairão como ele espera. Esplendor | Japão | Drama Misako (Ayame Misaki) é uma cineasta apaixonada pelas versões cinematográficas destinadas a deficientes visuais. Durante a exibição de um dos seus filmes, ela conhece Masaya Nakamori (Masatoshi Nagase), um fotógrafo que está perdendo a sua visão, mas que guarda um acervo de fotografias que atrairá Misako e fará com que ela se conecte com seu passado. Attack On Titan: Fim do Mundo | Japão | Ação Eren Jäeger continua lutando na guerra entre os Titãs e os humanos sobreviventes. À medida que a batalha continua, ele descobre que tem a habilidade de se transformar em um Titã. Agora, as pessoas que Eren Jurou proteger o consideram mais um dos monstros que precisam derrotar. Para ter Onde Ir | Brasil | Drama No Pará, a história de três amigas inseparáveis e completamente diferentes: Eva Maués, uma mulher formal e madura cheia de incertezas; Melina Ribeiro, uma mulher livre que busca o grande amor; e Keithylennye, que por infortúnios da vida teve que abandonar sua adorada função de dançarina de tecnobrega. Hare Krishna! O Mantra, o Movimento e o Swami que Começou Tudo | EUA | Documentário Fundador do movimento espiritual Hare Krishna, Srila Prabhupada chegou aos Estados Unidos em 1965 com 70 anos e praticamente nenhum dinheiro ou contatos. Morando em Nova Iorque, ele começou a dar palestras interpretando antigos sânscritos indianos na época do auge da contracultura, e os jovens hippies, inclusive George Harrison dos Beatles, rapidamente se juntaram. O swami foi um incansável promotor até sua morte em 1977, tendo viajado por todo o mundo para espalhar sua mensagem. Todos os Paulos do Mundo | Brasil | Documentário A carreira de Paulo José como ator é revista a partir de seus filmes, dos icônicos “Todas as Mulheres do Mundo” a “Macunaíma”, passando ainda por “O Padre e a Moça”, “Juventude” e “O Palhaço”. Ícone do cinema brasileiro, a trajetória de Paulo José serve também como retrato de uma era no audiovisual do país. Chega de Fiu Fiu | Brasil | Documentário Através de imagens coletadas por câmeras escondidas, o dia a dia de três mulheres com vidas distintas é retratado, mostrando como a violência de gênero é constantemente praticada no espaço público urbano. Dessa forma, as diretoras Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão procuraram especialistas para discutir sobre o assunto, buscando encontrar respostas e alternativas para a uma questão fundamental: Será que as cidades foram feitas para as mulheres? O Renascimento do Parto 2 | Brasil | Documentário O Brasil é o país com o maior número de cesáreas no mundo. O documentário busca elucidar os mitos em torno do parto normal e divulgar os cuidados para a realização dele.
Superfly: Remake em ritmo de hip-hop do clássico “gangsta” da era do soul ganha novo trailer
A Sony divulgou o segundo trailer do remake de “SuperFly”. E o vídeo demonstra que quase nada sobrou do filme original, além dos nomes dos personagens. Para começar, a história clássica de 1972 foi mudada do Harlem, em Nova York, para a Atlanta atual. A trama, que acompanhava um traficante de cocaína chamado Priest, em busca de um último grande negócio para se aposentar, agora envolve guerra de gangues armadas e escalada ambiciosa para aderir a um poderoso cartel mexicano. E o Priest do século 21 não trabalha com dinheiro, mas com criptomoedas. Além disso, a trilha soul inesquecível de Curtis Mayfield foi substituída por músicas do rapper Future. Não é por acaso que o título é diferente. A mudança é sutil, mas existe. O original era “Super Fly”, separado. A “atualização” foi escrita por Alex Tse (“Watchmen”) e vai marcar a estreia no cinema de Director X., antigamente conhecido como Little X, cujo nome verdadeiro é Julien Christian Lutz. O diretor canadense ficou conhecido após gravar dezenas de clipes de rapppers e de… Justin Bieber. O elenco inclui Trevor Jackson (série “Black-ish”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”), Andrea Londo (série “Narcos”) e Lex Scott Davis (série “Training Day”), sem esquecer figurações de diversos rappers de Atlanta. “SuperFly” estreia em 15 de junho nos Estados Unidos e apenas em 30 de agosto no Brasil. Confira abaixo o trailer do filme original como parâmetro para verificar as mudanças e semelhanças entre os dois filmes.
Leandro Hassum vira pai no trailer do remake brasileiro de Não Aceitamos Devoluções
A Fox divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Não se Aceitam Devoluções”, remake brasileiro da comédia mexicana “Não Aceitamos Devoluções” (2013), de Eugenio Derbez. Trata-se, na verdade, do terceiro filme com a mesma história a ser exibido no Brasil, após até o remake francês, “Uma Família de Dois” (2016). E ainda vem aí o remake americano, atualmente em produção. Depois de assimilar comédias conhecidas – “Chuva de Milhões” (1985) em “Tô Ryca!” e “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (1989) em “Um Tio Quase Perfeito” – , desta vez, ao menos, o filme assume que é cópia. A prévia tem a curiosidade de mostrar o novo perfil de papéis de Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”). Depois da cirurgia bariátrica, o ex-gordinho atrapalhado agora brinca de galã, “até que um dia” uma ex deixa a filha que ele não sabia que tinha em sua casa. A partir disso, precisa virar pai e ralar para sustentar a filha – como dublê de filmes de ação! Imagina-se que a decisão de refilmar esta história tivesse o objetivo de inserir elementos brasileiros na trama. Mas, não, ela segue os personagens para Hollywood, repetindo o itinerário do filme original. A maior novidade é o humor tipicamente preconceituoso das comédias brasileiras, que já no trailer ridiculariza a pronúncia de um “cover” de Ozzy Osbourne. Apesar do sucesso internacional, o filme mexicano foi considerado medíocre pela crítica americana, com 55% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O consenso é que seu sucesso se deveu muito à capacidade de Derbez para fazer rir, apesar do aspecto descaradamente manipulativo da parte final da história. A trama do solteirão que cuida de bebê, que cresce e vira “uma pequena dama”, por sinal, já não era exatamente novidade no cinema quando Derbez a escreveu. Além de Hassum, o elenco conta com a atriz cubana Laura Ramos (que já filmou no Brasil “Sangue Azul”), Jarbas Homem de Mello (“O Duelo”), Zéu Britto (“Uma Loucura de Mulher”) e a menina Manuela Kfouri (da vindoura novela infantil “As Aventuras de Poliana”), entre outras participações. O roteiro adaptado foi escrito por Ana Maria Moretzsohn e Patrícia Moretzsohn, mãe e filha especialistas em telenovelas, que trabalharam juntas em “Malhação” em 2013. E a direção é assinada por André Moraes (“Entrando Numa Roubada”). “Não se Aceitam Devoluções” estreia em 31 de maio.
Lupita Nyong’o negocia estrelar remake de clássico de ação de John Woo
A atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”) está em negociações para estrelar um remake do filme clássico de ação “The Killer – O Matador” (1989), dirigido em Hong Kong pelo mestre John Woo. O próprio John Woo está por trás da produção, que ele pretende dirigir em sua volta a Hollywood, 15 anos após seu último filme americano – a sci-fi “O Pagamento” (2003). Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme será coproduzido pela Universal Pictures e a produtora canadense eOne, de Mark Gordon. O filme original marcou época e ajudou a introduzir Woo e o ator Chow Yun-Fat ao público ocidental. Na trama, Yun-Fat vivia um assassino profissional desiludido, que aceitava um último trabalho para pagar o tratamento que restauraria a visão de uma cantora, que ele cegou acidentalmente durante um assassinato encomendado. Lupita Nyong’o não seria a cantora, mas uma versão feminina do protagonista, numa inversão de papéis para o século 21. Ainda não há previsão para a estreia.
Clayne Crawford responde acusações de causar problemas nas gravações da série Máquina Mortífera
Após Clayne Crawford ser denunciado por diversos sites por supostamente causar problemas nas gravações da série “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator veio à público comentar os rumores de que ele poderia ser responsável pelo cancelamento da produção. O intérprete do policial Martin Riggs na série baseada nos filmes da franquia “Máquina Mortífera” assumiu ter sido repreendido durante as gravações, mas não vestiu a carapuça de vilão, sugerida pelas reportagens. Leia abaixo a íntegra da declaração que o ator postou em sua conta pessoal no Instagram. “É verdade que fui repreendido duas vezes durante a última temporada de ‘Máquina Mortífera’. A primeira repreensão foi porque eu reagi com raiva contra condições de trabalho que senti que não eram seguras ou favoráveis ao bom trabalho, sob o comando de um diretor convidado e assistente de direção, que, por sua vez, ficaram com raiva da minha reação. Eu estive nos Recursos Humanos, pedi desculpas pela minha parte do conflito e completei a terapia indicada pelo estúdio em outubro. Até compartilhei uma parte considerável do meu pagamento com uma das partes envolvidas, de acordo com as instruções do estúdio. A segunda reprimenda aconteceu apenas algumas semanas atrás, durante o episódio que eu estava dirigindo. Um ator no set se sentiu inseguro porque um fragmento de um efeito especial o atingiu. Foi um evento infeliz, que aconteceu apesar de todas as precauções e procedimentos que estavam sendo seguidos. Eu assumo a responsabilidade pelo incidente, porque eu estava no comando do set. Eu absolutamente amo, respeito e cuido da minha equipe e elenco e nunca colocaria intencionalmente tantos empregos em risco. Além disso, eu amo o processo de fazer cinema e televisão. Eu aprecio e respeito o trabalho de todos os envolvidos. É preciso uma comunidade para fazer acontecer e lamento muito se a minha paixão por fazer um bom trabalho alguma vez tenha feito com que alguém se sentisse menos à vontade no set ou se sentisse menos do que apreciado pelos seus esforços. Por fim, peço desculpas a toda a equipe e elenco por qualquer atenção negativa que ‘Máquina Mortífera’ esteja recebendo por causa desses incidentes. Tenho muito orgulho em tratar todos na minha vida com dignidade e gentileza. Sou muito grato pelo meu trabalho e trabalho muito duro nisso. Eu tenho a responsabilidade de fazer um bom trabalho para meus colegas de trabalho, minha família e meu estado de origem, e mais especialmente para os fãs. Espero que eles fiquem comigo e com a série.” Forgive my delayed response. #truth Uma publicação compartilhada por Clayne Crawford (@claynecrawford) em 24 de Abr, 2018 às 12:53 PDT
Perdidos no Espaço teria o dobro do público de Altered Carbon na Netflix
“Perdidos no Espaço” fez uma boa decolagem no espaço das séries de streaming da Netflix. Segundo pesquisa da empresa de medições Nielsen, a nova produção da plataforma atraiu 6,3 milhões de internautas nos primeiros três dias de lançamento, no início deste mês. A empresa de medição de números de audiência descobriu que a série foi muito “maratonada” – com quase 1,2 milhão de pessoas tendo assistido ao episódio final da série ainda nesses três primeiros dias. Além disso, nas primeiras 72 horas de lançamento (entre 13 e 15 de abril), os assinantes assistiram a uma média de 2,5 horas de “Perdidos no Espaço”. Isto é muito, seria quase o dobro da outra série sci-fi badalada da Netflix neste ano, “Altered Carbon”, que em seus três primeiros dias foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Entretanto, não é um “Stranger Things”. A estreia da 2ª temporada de “Stranger Things” teria sido vista por 15,8 milhões de pessoas nos primeiros três dias de lançamento nos Estados Unidos, segundo apuração anterior da Nielsen. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste séries em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste o conteúdo da plataforma em aparelhos móveis.
Jason Clarke negocia estrelar o remake de Cemitério Maldito
O sucesso de “It: A Coisa” tirou o projeto do remake de “Cemitério Maldito”, também baseado num livro de Stephen King, do fim da fila de produções em desenvolvimento na Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”) abriu negociações para viver o pai da família da história. Clarke recentemente atuou em um outro filme de terror, “A Maldição da Casa Winchester”, que foi um grande fracasso de crítica e bilheteria. Apesar de Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa”, ter afirmado que adoraria fazer o remake de “Cemitério Maldito”, o filme acabou nas mãos dos diretores Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão perto de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem. Ali perto também existe um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, quem volta à vida age de modo estranho e violento. O livro publicado em 1983 teve sua primeira adaptação para o cinema em 1989, dirigida por Mary Lambert, e que originou uma famosa música-tema da banda Ramones.
Ator da série clássica tem participação especial no remake de Perdidos no Espaço
Um integrante do elenco da série dos anos 1960 “Perdidos no Espaço” fez uma participação especial no remake da produção, disponibilizado nesta sexta (13/4) na plataforma de streaming da Netflix. Ninguém menos que Billy Mumy, que foi o Will Robinson original. Sua participação foi pequena, mas bastante importante. Tanto que o papel é um grande spoiler da trama. Leia a seguir apenas se já assistiu ao primeiro episódio da série. Mumy aparece brevemente no primeiro episódio como… o Dr. Smith! Ele é o verdadeiro Dr. Smith, que a personagem de Parker Posey (“O Homem Irracional”) apenas finge ser. A participação, por sinal, serve para demonstrar como ela é traiçoeira. A vilã surge no remake aprisionada na estação espacial Resolute e aproveita um ataque alienígena para escapar. Quando ela se depara com um homem caído, finge ajudá-lo apenas para roubar sua jaqueta com sua identidade, em que se lê o nome Dr. Z. Smith. Veja duas imagens da cena abaixo. O verdadeiro nome da personagem de Parker Posey é revelado apenas no terceiro episódio: Joan Harris, uma homenagem ao ator Jonathan Harris, intérprete do Dr. Smith original. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram disponibilizados nesta sexta-feira, dia 13 de abril.












