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  • Etc

    Quentin Tarantino fará podcast dedicado a filmes obscuros

    2 de junho de 2022 /

    Amigos de longa data, os cineastas Quentin Tarantino (“Era uma Vez… em Hollywood”) e Roger Avary (“Regras da Atração”) estão preparando um podcast para falar de seus antigos filmes B favoritos e produções obscuras em geral. Com estreia marcada para 19 de julho, “The Video Archives Podcast” apresentará a dupla assistindo e discutindo filmes retirados da coleção real de fitas VHS que costumavam recomendar aos clientes, quando trabalhavam na icônica videolocadora Video Archives em Manhattan Beach, na Califórnia, há quase 40 anos. Tarantino e Avary se conheceram na Video Archives em 1983, onde compartilhavam o amor por filmes menos conhecidos. O conhecimento enciclopédico da dupla os tornou celebridades locais, e a amizade se estendeu à carreira cinematográfica. Os dois ex-balconistas escreveram o roteiro de “Pulp Fiction” (1994), filme mais famoso da carreira de Tarantino, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original. Com o dinheiro que conquistou com “Pulp Fiction”, Tarantino adquiriu a Video Archives em 1995 e reconstruiu a videolocadora em sua casa, com todas as fitas VHS originais da loja – incluindo algumas das seleções previstas para o podcast, como “Dark Star”, sci-fi que inaugurou a carreira do diretor John Carpenter (“Halloween”) e que foi escrita por Dan O’Bannon (criador da franquia “Alien”). Outros títulos considerados para o podcast incluem “Demonoid” (1981), “Mensageiro da Morte” (1988) e “Piranha” (1978). “Nunca imaginamos que 30 anos depois de trabalharmos juntos atrás do balcão da Video Archives, estaríamos juntos novamente fazendo exatamente a mesma coisa que fazíamos na época: falando apaixonadamente sobre filmes em VHS”, os dois disseram, em comunicado conjunto sobre o projeto. “Assistir a filmes foi o que originalmente nos uniu e nos tornou amigos, e é nosso amor por filmes que ainda nos une hoje. Então, nos cercamos da coleção original da Video Archives, onde ambos trabalhamos antes de nos tornarmos cineastas célebres, e viajamos no tempo de volta à era de ouro do VHS. Adoramos discutir filmes e queremos recebê-lo no ‘Video Archives Podcast’ para conversar conosco e com a nova funcionária da Archives, Gala, e descobrir as joias escondidas do VHS em nossas prateleiras.” Eles serão acompanhados pela locutora Gala Avary, que é filha de Roger. A produção será disponibilizada pela Stitcher, subsidiária de podcast da rádio SiriusXM. Ouça o anúncio do podcast abaixo.

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  • Série

    Quentin Tarantino negocia dirigir episódios da volta de “Justified”

    25 de fevereiro de 2022 /

    O próximo trabalho de Quentin Tarantino (“Era uma Vez em… Hollywood”) pode ser uma série. O site Deadline revelou que o cineasta está negociando dirigir um ou mais episódios do retorno de “Justified”, anunciado em janeiro pelo canal pago FX. Caso o acordo seja fechado, Tarantino voltaria se juntar com o ator Timothy Olyphant, astro da série, que atuou sob sua direção em “Era Uma Vez em… Hollywood” (2019). Também seria a segunda vez que ele trabalharia com personagens de Elmore Leonard (1925–2013), que inspiram a série, após filmar “Jackie Brown” (1997), baseado num livro do escritor. Tarantino já dirigiu séries anteriormente. Em 1995, assinou um episódio de “Plantão Médico” (E.R.) e em 2005 fez dois capítulos de “CSI”, contando uma história tensa de suspense em duas partes. Mais recentemente, ele também planejou dirigir um filme de “Star Trek”, deixou todo mundo animado e desistiu quando o roteiro ficou pronto. “Justified” vai voltar a ser produzida após seis temporadas premiadas, exibidas entre 2010 e 2015. O retorno acontecerá com uma história completa, no formato de minissérie. Batizada de “Justified: City Primeval”, a produção vai adaptar o romance “City Primeval: High Noon in Detroit”, de Elmore Leonard, após outra história do escritor, “Fire in the Hole”, servir como fonte para a série original. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender Oklahoma Wildman, o assassino de um juiz. Mas a produção televisiva terá outro protagonista, trazendo de volta o delegado federal Raylan Givens, interpretado por Olyphant. Vale notar que a presença de Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. Eis a sinopse oficial da produção: “Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan Givens agora vive em Miami como um anacronismo ambulante, que equilibra sua vida como delegado federal e como pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho, seu chapéu está mais sujo e a estrada à sua frente de repente parece muito mais curta do que a estrada que ficou para trás. “Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, a formidável Carolyn Wilder, nativa da cidade, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela tem seus próprios interesses divididos entre a polícia e o criminoso.” A adaptação está a cargo de Michael Dinner e Dave Andron, que trabalharam em “Justified”. Dinner também vai dirigir episódios. Além deles, a minissérie contará com produção de Graham Yost, criador de “Justified”, em parceria com o mesmo estúdio que produziu a série original, a Sony Pictures TV.

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  • Série

    Quentin Tarantino será narrador da série “Super Pumped”

    16 de fevereiro de 2022 /

    O cineasta Quentin Tarantino (“Era uma Vez em… Hollywood”) será o narrador da 1ª temporada da série “Super Pumped”, que vai contar a história da criação do Uber. A participação servirá como um reencontro do diretor com sua estrela de “Pulp Fiction” e “Kill Bill”, Uma Thurman, que integra o elenco no papel da jornalista Ariana Huffington, fundadora do portal de notícias Huffington Post. A série é batizada com o título do livro “Super Pumped: The Battle for Uber”, de Mike Isaac, e vai tratar da ascensão meteórica do Uber e de seu fundador, Travis Kalanick, que foi expulso da companhia em meio a alegações de assédio sexual e criação de um ambiente tóxico na empresa. Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vive o polêmico Kalanick e o elenco ainda destaca a citada Uma Thurman (“Kill Bill”), Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Hank Azaria (“Brockmire”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Criação de Brian Koppelman e David Levien (criadores de “Billions”), em parceria com Beth Schacter (consultora em “Billions”), “Super Pumped” foi inicialmente desenvolvido como uma minissérie, mas o projeto agradou tanto os executivos do canal Showtime que acabou virando uma antologia anual, que a cada temporada explorará uma história diferente sobre empreendedores visionários que abalaram o mercado econômico e influenciaram o mundo contemporâneo. Já está definido que o segundo ano será focado no Facebook. “Super Pumped” vai estrear em 27 de fevereiro no canal Showtime nos EUA e chegará ao Brasil pela plataforma Paramount+. Veja abaixo o trailer da atração.

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  • Filme

    “Star Trek” vai voltar ao cinema com elenco do reboot

    16 de fevereiro de 2022 /

    A Paramount divulgou o logotipo do novo filme de “Star Trek” e confirmou que a produção voltará a reunir o elenco dos três longas anteriores. O anúncio foi feito pelo cineasta JJ Abrams, diretor do reboot lançado em 2009 e produtor da franquia a partir de então. Entretanto, trata-se mais de uma vontade que uma definição, porque Chris Pine (Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Simon Pegg (Scotty), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldaña (Tenente Uhura) e John Cho (Sr. Sulu) ainda não assinaram contrato para voltar a seus papéis, embora alguns tenham manifestado publicamente o interesse em continuar a bordo da nave Enterprise. O estúdio vem tentando reagrupar este elenco desde pelo menos 2018, quando negociações para reunir Pine e Chris Hemsworth, intérprete de seu pai num flashback do filme de 2009, fracassaram. Depois disso, a Paramount conversou com Quentin Tarantino e Noah Hawley sobre projetos da franquia, mas nenhum avançou. No final, o próximo filme será dirigido por Matt Shakman, que assinou a série “WandaVision”. Já o roteiro, que não teve detalhes revelados, foi escrito por duas duplas. O primeiro rascunho tem assinatura de Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”), e a versão final é de Josh Friedman (criador de “Foundation” e “Expresso do Amanhã”) e Cameron Squires (também de “WandaVision”). A estreia está marcada para 22 de dezembro de 2023. Veja o logotipo inicial abaixo.

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  • Etc

    Estúdio processa Tarantino por NFTs de “Pulp Fiction”

    16 de novembro de 2021 /

    O cineasta Quentin Tarantino está sendo processado pelo estúdio Miramax por anunciar planos de leiloar sete peças de “Pulp Fiction”, um dos seus filmes mais conhecidos, como NFTs (tokens não-fungíveis). Ele anunciou sua intenção numa recente convenção de cripto-arte em Nova York. “Estou animado para apresentar essas peças exclusivas de ‘Pulp Fiction’ aos fãs”, disse Tarantino em um comunicado à imprensa. Os colecionáveis teriam conteúdo “secreto” – na verdade, trechos do roteiro original escrito à mão e um comentário em áudio exclusivo feito por Tarantino – visível apenas para seu proprietário. Mas o diretor esqueceu de combinar com a Miramax, que tem seus próprios planos para lançar NFTs de seu catálogo. O estúdio revelou ter entrado em contato com Tarantino para que ele desistisse do projeto, sem sucesso. “A conduta de Tarantino forçou a Miramax a abrir este processo contra um valioso colaborador para fazer cumprir, preservar e proteger seus direitos contratuais e de propriedade intelectual relativos a uma das propriedades cinematográficas mais icônicas e valiosas da Miramax”, escreveu a empresa na ação. “Se não for controlada, a conduta de Tarantino pode induzir outros a acreditar que a Miramax está envolvida em seu empreendimento. E também pode induzir outras pessoas a acreditar que têm o direito de buscar negócios ou ofertas semelhantes, quando na verdade a Miramax detém os direitos necessários para desenvolver, comercializar e vender NFTs relacionados à sua biblioteca completa de filmes. ” O processo busca compensação por violação de contrato, violação de direitos autorais, violação de marca registrada e concorrência desleal. Mas o advogado de Tarantino afirma que o contrato com a Miramax dá a Tarantino o direito de publicar seu roteiro e ele estaria exercendo esse direito por meio da venda de NFTs. O processo servirá para definir se a venda de NFTs com base em trechos de um roteiro se qualifica como uma “publicação” do roteiro ou é um produto completamente diferente. Em sua iniciativa, a Miramax argumenta que os NFTs são uma venda única, que não equivalem à publicação de um roteiro em vários exemplares literários, e que, portanto, a Miramax detém os direitos dos NFTs. Cada vez mais populares, NFTs são ativos digitais que representam objetos do mundo real (ou não), como arte, itens de um jogo, vídeos e até imóveis digitais, e ganharam notoriedade no último ano devido à expansão da discussão sobre o metaverso e por terem se tornado populares no mundo da arte digital.

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  • Filme

    Brian Cox critica Johnny Depp “superestimado” e Tarantino “superficial” em autobiografia

    1 de novembro de 2021 /

    Brian Cox incorporou a acidez de Logan Roy, seu personagem em “Succession”, para escrever sua autobiografia, cheia de críticas a seus colegas de Hollywood. Intitulado em inglês “Putting the Rabbit in the Hat”, o livro só sai em janeiro, mas os jornais USA Today e Big Issue anteciparam trechos da obra, em que Cox alfineta estrelas como Johnny Depp, Quentin Tarantino e Steven Seagal. O ator lembra que recusou um papel na franquia “Piratas do Caribe” porque a considerava “um show solo de Johnny Depp como Jack Sparrow” e ele não suportava o colega, a quem definiu como “muito exagerado e muito superestimado”. “Veja-se ‘Edward Mãos de Tesoura’. Vamos ser sinceros: se você chega no set com aquelas próteses nas mãos, e a maquiagem cheia de cicatrizes no rosto, não precisa fazer mais nada. E ele não fez. Subsequentemente, fez menos ainda”, escreveu Cox. “Mesmo assim, as pessoas o amam. Ou costumavam amá-lo”. Sobre Tarantino, disse que considera os filmes do diretor superficiais. “É tudo superfície. Ele usa mecânicas de plot como substitutas para profundidade. Fui embora de ‘Pulp Fiction’ no meio da minha sessão”, contou. Apesar disso, admitiu que participaria de um filme do diretor “se o telefone tocasse com uma proposta”. E explica o motivo: “‘Era Uma Vez em Hollywood’, o último filme dele, não foi tão ruim quanto eu esperava, mas também não foi bom o bastante para me converter totalmente”, disse. Para completar, mirou Steven Seagal, com quem trabalhou no filme “Glimmer Man: O Homem das Sombras” (1996). “Ele sofre daquela síndrome de Donald Trump, de achar que é mais capaz e talentoso do que realmente é, e parece não notar o exército de pessoas que é necessário para que essa ilusão seja mantida”, escreveu o ator escocês. Menos feroz, ele ainda cita o falecido David Bowie, com quem contracenou na série “Redcap” dos anos 1960: “Um garoto magro e um ator particularmente fraco. Ele foi uma estrela pop muito melhor, disso eu tenho certeza”. Alfinetou ainda o lendário ator Michael Caine: “Eu não descreveria Michael como meu favorito, mas ele é Michael Caine. Uma instituição. E ser uma instituição sempre será melhor do que ter talento”. E disse o seguinte de seu colega de “A Última Noite”, Edward Norton: “Um bom rapaz, mas um pouco chato porque se imagina como um escritor-diretor”. Em contrapartida, o trecho do livro revelado tem também elogios. Ele descreveu Spike Lee como “simplesmente um dos melhores diretores com quem já trabalhei”, e o falecido ator Alan Rickman como “um dos homens mais doces, gentis, legais e inteligentes que já conheci”. Justificando o tom ácido do livro ao jornal The Scotsman, Cox disse que não fazer média “foi catártico, e necessário”. “Cheguei em uma idade na qual queria olhar para as coisas sob a luz da experiência, e ser o mais honesto possível”, declarou.

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  • Etc

    Quentin Tarantino não perdoa mãe por tentar impedir sua carreira

    8 de agosto de 2021 /

    O diretor Quentin Tarantino revelou que sua mãe está em sua lista negra por ter tentado dificultar sua carreira. Em entrevista ao podcast The Moment, o diretor de cinema revelou que não só não recebeu apoio de sua mãe como ela tentou impedir que ele seguisse seus sonhos cinematográficos. Ele contou que começou a escrever seus primeiros roteiros quando estava na escola, só que isso não foi aceito pelos professores porque não estava no currículo. “Eles consideravam um ato desafiador de rebelião eu fazer isso ao invés do meu trabalho escolar”. Por causa disso, sua mãe quis proibi-lo de escrever. “Ela disse, ‘e a propósito, esta pequena carreira de roteirista que você está tentando simplesmente acabou’, com aspas nos dedos e tudo mais”, revelou. Tarantino diz que nunca esqueceu e nem a perdoou. “Quando ela me disse aquilo daquele jeito sarcástico, eu apenas pensei, ‘quando eu me tornar um roteirista de sucesso, você nunca verá um centavo do meu sucesso'”, explicou. “Não haverá uma casa nova para você. Não há férias para você, nenhum Cadillac Elvis para a mamãe. Você não ganhar nada. Porque você disse isso”, completou o cineasta, que venceu dois Oscars pelos roteiros de “Pulp Fiction” e “Django Livre”, exatamente o que sua mãe queria proibir que ele fizesse.

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  • Filme

    Diretor de “WandaVision” vai comandar novo filme de “Star Trek”

    14 de julho de 2021 /

    Depois de comandar a série “WandaVision”, que conquistou 23 indicações ao Emmy 2021, Matt Shakman fechou contrato para dirigir o próximo filme da franquia “Star Trek”. A produção da Paramount e da Bad Robot, de JJ Abrams, ganhou tração e vai entrar rapidamente em pré-produção para começar a ser filmada na primavera norte-americana (nosso outono) de 2022. Depois de muitas idas e vindas, os produtores têm um roteiro que finalmente agradou a todos. E o detalhe é que se trata do primeiro roteiro cinematográfico da franquia escrito por mulheres: Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”). Desde o lançamento do último longa, “Star Trek: Sem Fronteiras”, em 2016, a veterana saga espacial ensaiou virar filmes de Quentin Tarantino (“Era uma Vez… em Hollywood”) e Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), mas o primeiro desistiu após entusiasmar JJ Abrams e o segundo não teve a abordagem aprovada. A esta altura, não está claro se o elenco do reboot de 2009 voltará na nova produção. A morte do ator Anton Yelchin, após completar “Star Trek: Sem Fronteiras”, pode ter determinado a aposentadoria da formação com Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. Além disso, a série “Star Trek: Discovery” lançou um novo intérprete do Sr. Spock, Ethan Peck, que agradou mais que Zachary Quinto no papel. O Spock de Peck será visto a seguir na nova série “Star Trek: Strange New Worlds”, prevista para 2022, que se passa antes dele se juntar com o Capitão Kirk na nave Enterprise. Ainda sem título, o novo filme de “Star Trek” será apenas a segunda incursão de Matt Shakman no cinema. A anterior foi “Cut Bank: Assassinato por Encomenda”, do já distante ano de 2014. O diretor veio do teatro no início do milênio e já comandou várias séries, de “Lances da Vida” (One Three Hill) a “Game of Thrones”. Ele acabou ganhando reconhecimento do Emmy com o piloto de “The Great”, no ano passado, e está novamente na disputa do troféu da Academia de Televisão em 2021 após assinar todos os nove episódios de “WandaVision”.

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  • Etc

    Filha de Bruce Lee enquadra Quentin Tarantino: “Homem branco de Hollywood”

    5 de julho de 2021 /

    Depois de ouvir seu pai ser mais uma vez ofendido por Quentin Tarantino, a produtora Shannon Lee (“Warrior”), filha do ator Bruce Lee, publicou um longo desabafo na revista The Hollywood Reporter. A briga entre Shannon Lee e Tarantino se tornou pública pela primeira vez quando ela reclamou do tratamento dado a seu pai em “Era uma Vez em… Hollywood”, após incontáveis casos de atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. Para a filha do ex-ator e grande mestre das artes marciais, falecido em 1973, Tarantino podia ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, em vez de desrespeitá-lo e retratá-lo como um asiático arrogante que puxava brigas com dublês. Na época do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, o diretor defendeu sua versão dizendo que “Bruce Lee era meio que um cara arrogante mesmo”. “O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘Ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’, mas ele disse sim. E não foi só ele quem disse isso, sua esposa também. A primeira biografia dele que li foi ‘Bruce Lee: The Man Only I Knew’, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.” O assunto voltou à tona no fim de semana, quando Tarantino foi divulgar o livro que expande a história do filme – lançado na terça passada (29/6) no Brasil. Em uma entrevista para o podcast “The Joe Rogan Experience”, o diretor baixou o nível ao voltar à carga. “Eu consigo entender a filha dele ter um problema com isso [a maneira como Lee foi interpretado]. É a p*rra do pai dela, eu entendo. Mas qualquer outra pessoa, vá chupar um p**!”. A resposta extremamente arrogante e mal-educada irritou de vez Shannon Lee, que foi convidada pelo THR a escrever uma coluna sobre a questão. “Como vocês já sabem, a forma como Bruce Lee foi retratada em ‘Era uma vez em… Hollywood’ pelo Sr. Tarantino, na minha opinião, foi pouco fiel e desnecessária, para dizer o mínimo (por favor, não vamos culpar o ator Mike Moh. Ele fez o que pôde com o que lhe foi dado). E embora eu esteja grata que o Sr. Tarantino tenha reconhecido tão generosamente a Joe Rogan que eu possa ter meus sentimentos sobre sua representação de meu pai, eu também sou grata pela oportunidade de poder expressar o seguinte: estou cansada pra c*ralho de homens brancos em Hollywood tentando me dizer quem era Bruce Lee”, escreveu Shannon. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele era arrogante e um c*zão, quando eles não têm ideia e não conseguem entender o que pode ter sido necessário para conseguir trabalho em Hollywood nos anos 1960 e 1970 para um homem chinês com um (Deus o livre) sotaque, ou tentar expressar uma opinião em um set de filmagens sendo encarado como um estrangeiro e uma pessoa de cor”, continuou. “Estou cansada de homens brancos de Hollywood confundindo sua confiança, paixão e habilidades com arrogância e, logo, achando necessário diminuí-lo, assim como suas contribuições. Estou cansada de homens brancos de Hollywood acharem muito desafiador acreditar que Bruce Lee pode ter sido bom no que fazia e que talvez soubesse fazê-lo melhor que eles”. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele não era um lutador de artes marciais e que só fazia isso para os filmes. Meu pai vivia e respirava artes marciais. Ele ensinava artes marciais, escrevia sobre artes marciais, criou sua própria arte marcial”, reforçou. “E, já que estamos aqui, estou cansada de me dizerem que ele não era americano (ele nasceu em São Francisco, Califórnia), que ele não era amigo de James Coburn, que ele não era bom com os dublês, que ele saía chamando as pessoas para brigas em sets de filmagens, que minha mãe disse em seu livro que meu pai acreditava que ele venceria Muhammad Ali (não é verdade), que tudo o que ele queria era ser famoso, e muito mais”. Ela finaliza com uma ressalva: “Claro, isso não se aplica a todos os homens brancos de Hollywood. Eu trabalhei com alguns colaboradores e parceiros maravilhosos. Mas encontrei muitos deles ao longo dos anos (e não só em Hollywood) que querem explicar Bruce Lee para mim e usam Bruce Lee quando e como lhes agrada sem reconhecer sua humanidade, seu legado ou sua família”.

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  • Etc

    Quentin Tarantino compra cinema centenário de Los Angeles

    5 de julho de 2021 /

    O diretor Quentin Tarantino comprou um cinema de quase 100 anos em Los Angeles. Ele revelou nesta segunda (5/7), durante participação no podcast “Armchair Expert”, que comprou o histórico Vista Theatre na Sunset Drive e pretende reabrir a sala de tela única ainda neste ano. “Comprei o Vista na Sunset”, anunciou Tarantino com orgulho no podcast, sem entrar em detalhes do negócio. “Provavelmente vamos abri-lo na época do Natal”. O Vista Theatre foi inaugurado em 9 de outubro de 1923, com capacidade para 400 pessoas, e fechado em março do ano passado, no começo da pandemia de covid-19. Ele não chegou a reabrir como os demais cinemas de Los Angeles, exibindo atualmente em sua marquise apenas a mensagem “To be Continued” (continua). Tarantino já tem um cinema na cidade. Ele é dono do New Beverly desde 2007, onde exibe exclusivamente filmes de 35 mm e 16 mm, a maioria de sua própria coleção pessoal. Este cinema reabriu em meados de junho e tem esgotado todos os ingressos desde que passou a receber o público de volta. Explicando que a decisão de comprar estes cinemas se deve a ligações pessoais, Tarantino surpreendeu ao não fazer uma defesa intransigente do circuito cinematográfico como muitos poderiam imaginar. Ao contrário, disse que alguns dos cinemas que estão falindo em meio a pandemia já vão tarde. “Eu não gosto de ver nenhum cinema fechando, mas alguns desses que se vão, eles merecem mesmo ir”, disse Tarantino no podcast. “Eles já tinham tirado todo o prazer especial dos filmes. São redes de cinema que exibem só filmes comerciais, não apagam as luzes, usam assentos de estádio de m*rda de plástico”, reclamou. “Tem sido uma loucura ao longo da minha carreira ver como a experiência cinematográfica piora para os espectadores a cada cinco anos. No entanto, acho que os cinemas boutique realmente devem prosperar. E não estou falando de pedir nachos e margaritas durante um filme…”, acrescentou, diferenciando entre salas elitistas, que são basicamente restaurantes com filmes, das exibições que respeitam o público e enfatizam os prazeres puramente cinematográficos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael Idov (@michaelidov) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrew Farmer (@thatsajellyfish)

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  • Filme

    Quentin Tarantino revela planos de “Kill Bill – Volume 3”

    1 de julho de 2021 /

    Apesar de declarar aos quatro ventos que pretende fazer só mais um filme para encerrar a carreira, Quentin Tarantino também, vira e mexe, explora a possibilidade de realizar uma sequência de “Kill Bill”. No passado, ele chegou a dizer que o “Volume 3” não contaria como último filme, porque seria uma expansão. Agora, ele deu detalhes do projeto. Em entrevista ao podcast “The Joe Rogan Experience”, o diretor de 58 anos compartilhou seus planos para a continuação de “Kill Bill”. A ideia “é revisitar os personagens 20 anos depois, imaginar a Noiva e sua filha tendo 20 anos de paz. E então essa paz é destruída”, contou Tarantino, que também adiantou os planos de escalar Uma Thurman e sua filha, Maya Hawke, no elenco. “Seria empolgante para c*ralho!”, declarou. Vale lembrar que Tarantino já escalou Maya Hawke em seu último filme, “Era uma vez… em Hollywood”. Como o diretor tem dito desde o lançamento de “Kill Bill – Volume 2″, a continuação mostraria a filha de Vernita Green (Vivica A. Fox) tentando se vingar da Noiva por ter matado a mãe dela. Só que ela não seria a única em busca de vingança. Em 2004, ele explicou: “Eu já tenho toda a mitologia: Sofie Fatale [Julie Dreyfus] receberá a herança de Bill. Ela criará Nikki, que irá atrás da Noiva. Nikki merece sua vingança tanto quanto a Noiva mereceu a dela”. Mas agora ele acrescentou outros personagens na trama de vingança. “Sabe, Elle Driver [personagem de Daryl Hannah] ainda está por aí. Sofie Fatale [Julie Dreyfus] teve seu braço cortado, mas ainda está viva. Todas elas receberam dinheiro da herança de Bill. E, inclusive, Gogo [Chiaki Kuriyama] tinha uma irmã gêmea que podia aparecer”, apontou o cineasta, bastante animado, na nova entrevista. “Kill Bill – Volume 1” completa 20 anos em 2023.

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  • Etc

    Quentin Tarantino considerou encerrar a carreira com remake de “Cães de Aluguel”

    26 de junho de 2021 /

    Quentin Tarantino confirmou seus planos de encerrar sua carreira após mais um filme durante sua participação no talk show de Bill Maher na sexta-feira (25/6). E faz uma revelação inusitada: ele considerou como última produção um remake de seu primeiro longa-metragem oficial, “Cães de Aluguel”, que vai completar 30 anos em 2022. “Eu pensei em fazer um remake de ‘Cães de Aluguel’ como meu último filme”, disse ele a Maher, antes de acrescentar rapidamente: “Não vou fazer isso, internet! Mas eu considerei”. O diretor não quis revelar qual será o tema de seu último filme, mas garantiu que a decisão de encerrar a carreira é definitiva. Para defender a escolha, citou um de seus diretores favoritos. “Don Siegel: se ele tivesse abandonado a carreira em 1979 quando fez ‘Fuga de Alcatraz’… que filme final seria! Que despedida seria. Mas ele continuou com mais dois outros lançamentos, que não pretendia fazer”. Os últimos filmes do falecido Siegel foram duas comédias fracas: “Ladrão por Excelência” (1980) e “Jogando com a Vida” (1982). Mas Bill Maher contrapôs a tese de Tarantino com o exemplo da carreira de um diretor que se projetou como ator nos filmes de Don Siegel: Clint Eastwood, que continua filmando com 90 anos de idade. Sem argumentos, Tarantino admitiu que Eastwood é uma exceção à sua regra.

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    Shunsuke Kikuchi (1931-2021)

    29 de abril de 2021 /

    O compositor japonês Shunsuke Kikuchi, conhecido por ter criado os temas de “Kamen Rider” e da franquia “Dragon Ball”, faleceu de pneumonia no último sábado (24/4) aos 89 anos. Kikuchi começou sua carreira de compositor de trilhas em 1961 e trabalhou em cerca de 70 filmes antes de se dedicar às produções de televisão na década seguinte. Entre seus primeiros trabalhos estão clássicos do cinema japonês, como o filme de samurais “Sangue de Vingança” (1965), a icônica produção de gângsteres “Contos Brutais de Honra” (1965) e a cultuada franquia de garotas malvadas “Female Prisioner Scorpion” (inaugurada em 1972) – cujo tema acabou incorporado por Quentin Tarantino à trilha de “Kill Bill”. Dez anos depois de sua primeira composição para o cinema, Kikuchi assinou seu primeiro sucesso televisivo, a abertura da série “Kamen Rider”, exibida originalmente de 1971 a 1973. O tema do tokusatsu continuou a ser utilizado durante as várias reencarnações da franquia. Ele também trabalhou na popular série animada “Doraemon” desde 1979. Mas foi só a partir da década de 1980 que sua música virou febre mundial, após conceber a composição total de “Dragon Ball” (1986-1989) e suas continuações, “Dragon Ball Z” (1989-1996) e “Dragon Ball Z Kai” (2009-2015), além das várias adaptações da série para o cinema. Com longa carreira, o compositor só foi se aposentar em 2017 por conta de sua saúde, deixando um legado de várias trilhas de cinema e animes.

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