Tarantino anuncia morte de Rick Dalton, de “Era uma vez em… Hollywood”
O cineasta Quentin Tarantino anunciou, na sexta-feira (19/5), que Rick Dalton, ator fictício interpretado por Leonardo DiCaprio em “Era uma Vez em… Hollywood” (2019), morreu aos 90 anos de idade. O anúncio foi feito pelo Twitter de seu podcast “The Video Archives”, que ele apresenta ao lado de Roger Avary, co-roteirista de “Pulp Fiction” (1994). Em uma thread, o diretor mencionou o falecimento do personagem e anunciou que o episódio da próxima terça-feira (23/5) do podcast será em formato de memorial, relembrando os melhores papéis de Rick. No podcast, Tarantino e Avary falam sobre filmes clássicos em VHS e indicam os seus favoritos. Os episódios costumam ir ao ar de duas em duas semanas, porém, dessa vez, a agenda foi adiantada para que ele pudesse dar a notícia “de última hora”. Na publicação, Quentin revela que Rick morreu pacificamente em sua casa no Havaí, deixando sua esposa italiana Francesca, com quem era casado desde o final dos anos 1960. Porém, a morte de Dalton não é tão inesperada quanto parece. Em 2021, ele revelou ao podcaster Jeff Goldsmith que já tinha uma biografia pronta para o personagem. “Eu escrevi o livro ‘Os Filmes de Rick Dalton'”, ele disse. “Está escrito como se Rick fosse real. Sabe, eles têm ‘Os Filmes de Charles Bronson’ e ‘Os Filmes de Anthony Quinn’, bem, é feito assim, com sinopses e algumas citações críticas da época, e o livro percorre todos os filmes que Rick fez, culminando no fim de sua carreira em 1988, se não me engano, e todos os seus programas de televisão episódicos”, explicou. Naquela entrevista, Tarantino mencionou um filme fictício chamado “The Fireman” (em português, “O Bombeiro”), estrelado por Dalton e pelo dublê Cliff Booth, vivido por Brad Pitt. O longa era ambientado uma década após os eventos de “Era uma Vez em Hollywood”. “O personagem principal esteve na Guerra do Vietnã e tornou-se um policial”, disse Tarantino. “E então ele começa a testemunhar esse grupo inteiro de policiais corruptos que estão matando esses caras, completamente corruptos, e acabam matando seu parceiro, interpretado pelo jovem e talentoso Sam Jackson. Então Rick mira nesses policiais corruptos, se veste de bombeiro munido de sua lança-chamas e carboniza-os completamente.” “Era uma Vez em… Hollywood” é ambientado na cidade de Los Angeles em 1969. Rick Dalton é um ator que, juntamente com seu dublê, batalha para permanecer relevante em Hollywood. Para isso, ele dá um jeito de conhecer pessoas influentes da indústria cinematográfica. Circunstâncias inusitadas fazem com que ele e Clint cruzem com os seguidores do psicopata Charles Manson, mudando o destino da atriz Sharon Tate, que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (“O Bebê de Rosemary”) Em 2020, o longa conquistou dezenas de prêmios no Oscar, Globo de Ouro, Critic’s Choice Award, BAFTA do Cinema e diversos outros. Trata-se do 9º e supostamente penúltimo filme de Tarantino, que anunciou que encerrará sua carreira após o décimo longa – e talvez por isso postergue tanto a produção de um novo filme. We are saddened by the news of the passing of actor Rick Dalton, best known for his roles in the hit TV series Bounty Law and The Fireman trilogy. Rick passed away peacefully in his home in Hawaii and is survived by his wife Francesca. RIP Rick Dalton 1933-2023 pic.twitter.com/j51sNEh7AP — The Video Archives Podcast (@VideoArchives) May 19, 2023
Quentin Tarantino pode filmar seu último longa ainda este ano
A aposentadoria de Quentin Tarantino (“Era Uma Vez em Hollywood”) parece estar mais próxima do que nunca. De acordo com fontes do The Hollywood Reporter, o celebrado cineasta teria definido seu último filme, intitulado “The Movie Critic”, e o filmaria ainda este ano. O enredo deve ser ambientado na cidade de Los Angeles na década de 1970, e deve acompanhar uma mulher crítica de cinema, mas os detalhes estão sendo mantidos em total segredo. Especula-se que a história seja baseada em Pauline Kael, uma das críticas de cinema mais influentes de todos os tempos, falecida em 2001. Ela era conhecida por suas intensas brigas com editores e cineastas. No final dos anos 1970, Kael teve uma breve passagem trabalhando como consultora da Paramount, cargo que ela aceitou a pedido do ator Warren Beatty (“O Céu Pode Esperar”). O momento desse trabalho na Paramount parece coincidir com o cenário do roteiro – e o cineasta é conhecido por ter um profundo respeito por Kael, aumentando as chances de ela ser o tema do filme. Ainda segundo o jornal, Tarantino assina o roteiro do longa-metragem e planeja iniciar as filmagens em setembro a novembro deste ano. Ele deve ofertar o projeto para estúdios ainda nesta semana. A Sony é a mais cotada para assumir a produção, pois foi a responsável por “Era Uma Vez em Hollywood” (2019). Na época, a produtora fechou um acordo exclusivo em que os direitos autorais são revertidos para Tarantino ao longo do tempo. Em relação ao elenco, tudo que se sabe é que, se este realmente for seu último filme, não faltarão opções para Tarantino. Estrelas como Leonardo DiCaprio (“Não Olhe Pra Cima”), Brad Pitt (“Babilônia”), Christoph Waltz (“A Crônica Francesa”), Uma Thurman (“Em Guerra com o Vovô”), Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) e Margot Robbie (“Amsterdã”) trabalharam em seus projetos anteriores. Vale lembrar que, há muito tempo, o cineasta afirma que quer dirigir dez longas ou se aposentar quando tiver 60 anos. Ele já filmou nove obras (se contarmos os dois volumes de “Kill Bill” como apenas um) e fará 60 anos no próximo dia 27 de março. Em 2012, ele falou sobre o assunto com a revista Playboy: “Quero parar em um determinado ponto. Os diretores não melhoram à medida que envelhecem. Normalmente, os piores filmes de sua filmografia são aqueles quatro últimos. Eu me importo muito com a minha filmografia. E um filme ruim estraga três bons”. E completou: “Não quero aquela comédia ruim e fora de moda em minha filmografia, um filme que faz as pessoas pensarem que estou ultrapassado. Quando os diretores ficam desatualizados, não é bonito”. Tarantino é um dos autores mais celebrados de Hollywood, obcecado com a história do cinema e gêneros “antiquados” como westerns, blaxploitation e chopsocky (kung fu de Hong Kong). Sua paixão por esses “subgêneros” lhe rendeu duas vitórias no Oscar de Melhor Roteiro (por “Pulp Fiction” e “Django Livre”), além de três indicações para Melhor Direção e uma indicação para Melhor Filme. Embora planeje se aposentar do cinema, Tarantino não irá se afastar das artes: ele expressou interesse em dirigir séries limitadas ou peças de teatro. Em 2021, o autor publicou seu primeiro romance, uma dramatização de “Era uma vez em Hollywood”.
Patrick Dempsey negocia estrelar terror do diretor de “Albergue”
O ator Patrick Dempsey (“Grey’s Anatomy”) está em negociações para estrelar o novo terror slasher de Eli Roth, diretor de “Albergue” e “Bata Antes de Entrar”. O filme se chama “Thanksgiving”. E a grande curiosidade é que o projeto teve início como um trailer falso para ser lançado junto com o projeto “Grindhouse” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez em 2007. A ideia de “Grindhouse” era fazer uma homenagem às salas de cinema baratas dos EUA que exibiam terrores de baixo orçamento e baixa qualidade. Tarantino e Rodrigues realizaram dois filmes, “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente, com o intuito de que fossem exibidos numa sessão dupla, à moda das exibições desses cinemas. E no intervalo entre os dois filmes, eles convidaram amigos para desenvolverem trailers de filmes inexistentes que poderiam habitar esse universo trash. Dois desses trailers acabaram virando filmes. Para quem não sabe, foi assim que surgiram originalmente “Machete” (2010) e “Hobo with a Shotgun” (2011). “Thanksgiving” será o próximo dos trailers a se transformar em longa-metragem de verdade. A versão da prévia de 2007 mostrava um serial killer que atacava os habitantes de uma cidade do estado americano do Massachusetts durante o feriado de Ação de Graças. O próprio Roth aparecia no trailer, sendo decapitado pelo assassino. Mas se isso tudo parece novidade, é porque no Brasil a proposta inicial do projeto “Grindhouse” foi completamente descartada. Em vez disso, “Planeta Terror” e “À Prova de Morte” foram lançados separadamente – com três anos de diferença um do outro! – e sem o acompanhamento dos trailers falsos em suas exibições cinematográficas. O roteiro do filme de foi escrito por Jeff Rendell, que também foi responsável pelo roteiro do falso trailer. As filmagens vão começar em março, provavelmente visando um lançamento no feriado de ação de graças, em novembro. Por conta desse projeto, Roth precisou abandonar as refilmagens previstas da adaptação do game “Borderlands”, que ele dirigiu, passando a função para o cineasta Tim Miller (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”).
Eli Roth vai dirigir terror baseado em trailer falso de 2007
O cineasta Eli Roth (“O Mistério do Relógio na Parede”) vai dirigir o filme de terror “Thanksgiving”. E a grande curiosidade é que o projeto teve início em 2007, quando Roth dirigiu um trailer falso para ser lançado junto com o projeto “Grindhouse” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. A ideia de “Grindhouse” era fazer uma homenagem às salas de cinema baratas dos EUA que exibiam terrores de baixo orçamento e baixa qualidade. Tarantino e Rodrigues realizaram dois filmes, “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente, com o intuito de que fossem exibidos numa sessão dupla, à moda das exibições desses cinemas. Para completar a homenagem às “grindhouses”, eles convidaram amigos e criaram trailers falsos de filmes inexistentes, para serem exibidos nos “intervalos” da sessão. Para quem não sabe, foi assim que surgiram originalmente “Machete” (2010) e “Hobo with a Shotgun” (2011). “Thanksgiving” será o próximo dos trailers a ganhar filme. A versão da prévia de 2007 mostrava um serial killer que atacava os habitantes de uma cidade do estado americano do Massachusetts durante o feriado de Ação de Graças. O próprio Roth aparecia no trailer, sendo decapitado pelo assassino. Mas se isso tudo parece novidade, é porque no Brasil a proposta inicial do projeto “Grindhouse” foi completamente descartada. Em vez disso, “Planeta Terror” e “À Prova de Morte” foram lançados separadamente – com três anos de diferença um do outro! – e sem o acompanhamento dos trailers falsos em suas exibições cinematográficas. O roteiro do filme de foi escrito por Jeff Rendell, que também foi responsável pelo roteiro do falso trailer. As filmagens vão começar em março, provavelmente visando um lançamento no feriado de ação de graças, em novembro. Por conta desse projeto, Roth precisou abandonar as refilmagens previstas da adaptação do game “Borderlands”, que ele dirigiu, passando a função para o cineasta Tim Miller (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”).
Samuel L. Jackson rebate crítica de Tarantino à Marvel
O astro Samuel L. Jackson, que estrelou vários filmes de Quentin Tarantino e da Marvel, entrou na polêmica levantada pelo diretor contra uma suposta “Marvelização de Hollywood”. Ao participar do podcast “2 Bears, 1 Cave”, Tarantino criticou os filmes de heróis por não popularizarem intérpretes, apenas os personagens. “Você tem todos esses atores que se tornaram famosos interpretando esses personagens. Mas eles não são estrelas de cinema. Certo? Capitão América é a estrela. Ou Thor é a estrela.” O intérprete de Nick Fury no MCU rebateu os comentários do diretor durante sua participação no programa americano “The View”, da rede ABC. “É preciso um ator para viver esses personagens, e o sinal do estrelato no cinema sempre foi, o quê, bundas sentadas? Do que estamos falando?”, ironizou ele. “Para mim, não é uma grande controvérsia entender que, claramente, esses atores são estrelas de cinema. Chadwick Boseman é o Pantera Negra. Você não pode refutar isso, e ele é uma estrela de cinema”, ponderou. Ele não é o primeiro ator da Marvel a dar uma resposta à Tarantino. O ator Simu Liu, protagonista de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), lembrou do racismo de Hollywood em comparação às produções da Marvel de forma contundente. “Se os únicos guardiões do estrelato no cinema fossem Tarantino e Scorsese, eu nunca teria tido a oportunidade de estrelar um filme de mais de US$ 400 milhões”, escreveu ele numa postagem no Twitter. “Fico maravilhado pela genialidade cinematográfica deles. Eles são autores transcendentes. Mas eles não podem apontar o nariz para mim ou para ninguém.” “Nenhum estúdio de cinema é ou será perfeito”, continuou ele. “Mas tenho orgulho de trabalhar com alguém que fez esforços contínuos para melhorar a diversidade na tela, criando heróis que capacitam e inspiram pessoas de todas as comunidades em todos os lugares. Eu amei a ‘Era de Ouro’ também… mas era branca como o inferno.” Samuel L. Jackson será visto em 2023 na série “Invasão Secreta” e no filme “As Marvels”, reprisando seu papel como Nick Fury.
Tarantino critica Marvel e recebe resposta forte de astro de “Shang-Chi”
O cineasta Quentin Tarantino (“Era Uma Vez em… Hollywood”) criticou os filmes da Marvel, alegando que o modelo de produção do estúdio torna a presença dos astros obsoleta. Em entrevista ao poscast “2 Bears, 1 Cave”, Tarantino disse que, nos filmes da Marvel, a estrela é o herói, não a pessoa que o interpreta. “Parte da marvelização de Hollywood é… você tem todos esses atores que se tornaram famosos interpretando esses personagens”, disse Tarantino. “Mas eles não são estrelas de cinema. Certo? Capitão América é a estrela. Ou Thor é a estrela. Quero dizer, não sou a primeira pessoa a dizer isso. Eu acho que isso já foi dito um zilhão de vezes… mas é tipo, você sabe, são esses personagens da franquia que se tornaram as estrelas.” O diretor fez questão de destacar que não estava querendo rebaixar a qualidade dos filmes de super-heróis, afirmando que não os odeia, mas também não os ama. “Eu costumava colecionar quadrinhos da Marvel como um louco quando era criança”, acrescentou ele. “Há um aspecto de que se esses filmes fossem lançados quando eu tinha vinte e poucos anos, eu ficaria totalmente feliz e os amaria totalmente. Quero dizer, eles não seriam os únicos filmes sendo feitos. Seriam aqueles filmes entre outros filmes. Mas, você sabe, eu tenho quase 60 anos, então, não, não fico muito empolgado por eles.” O que mais incomoda Tarantino não parece ser a presença de filmes de super-heróis, mas o domínio deles sobre todas as outras produções. “São as únicas coisas que parecem feitas. E são as únicas coisas que parecem gerar algum tipo de entusiasmo entre uma base de fãs ou até mesmo para o estúdio que os produz. É com isso que eles estão animados. E, você sabe, é apenas o fato de que eles são toda a representação desta era de filmes agora.” Quentin Tarantino não é o primeiro cineasta veterano a criticar os filmes da Marvel. O diretor Martin Scorsese (“O Irlandês”) enfureceu os fãs de super-heróis um tempo atrás ao dizer que os filmes do estúdio eram mais parecidos com parques de atrações do que com cinema. Mas após os comentários de Tarantino, o ator Simu Liu, protagonista de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), resolveu dar sua própria opinião sobre o assunto. E foi contundente. “Se os únicos guardiões do estrelato no cinema fossem Tarantino e Scorsese, eu nunca teria tido a oportunidade de estrelar um filme de mais de US$ 400 milhões”, escreveu ele numa postagem no Twitter. “Fico maravilhado pela genialidade cinematográfica deles. Eles são autores transcendentes. Mas eles não podem apontar o nariz para mim ou para ninguém.” “Nenhum estúdio de cinema é ou será perfeito”, continuou ele. “Mas tenho orgulho de trabalhar com alguém que fez esforços contínuos para melhorar a diversidade na tela, criando heróis que capacitam e inspiram pessoas de todas as comunidades em todos os lugares. Eu amei a ‘Era de Ouro’ também… mas era branca como o inferno.” “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” foi o primeiro filme do estúdio a ser protagonizado por um ator asiático e faturou US$ 432 milhões nas bilheterias, durante o auge da pandemia. If the only gatekeepers to movie stardom came from Tarantino and Scorsese, I would never have had the opportunity to lead a $400 million plus movie. I am in awe of their filmmaking genius. They are transcendent auteurs. But they don't get to point their nose at me or anyone. — Simu Liu (@SimuLiu) November 22, 2022
Quentin Tarantino diz que vai dirigir série em 2023
Quentin Tarantino revelou que seu próximo projeto vai ser uma série. Sem entrar em detalhes, ele aproveitou um evento promocional de lançamento de seu livro, “Cinema Speculation”, em Nova York, para revelar que pretende filmar oito episódios da atração em 2023. De acordo com o diretor de “Pulp Fiction” (1994) e “Kill Bill” (2003), o projeto será uma minissérie fechada, mas ele não indicou qual seria o tema da produção, muito menos qual canal ou plataforma iria exibi-la. Entretanto, pouco antes do lançamento de “Era uma Vez em… Hollywood”, ele adquiriu os direitos da série “Lancer”, um novelão do Velho Oeste, exibida entre 1968 e 1970 nos Estados Unidos. A série girava em torno de um fazendeiro que convocava seus filhos Johnny e Scott Lancer (de duas mães diferentes) para ajudar a salvar a propriedade da família. Tarantino negociou um acordo pelos direitos da série com a viúva do criador de “Lancer”, Samuel A. Peeples, e estaria planejando um reboot como uma série ou filme. Ele chegou a plantar um easter egg do projeto em “Era uma Vez em… Hollywood” (2019), ao nomear o personagem do falecido Luke Perry (o pai de Archie em “Riverdale”) como Scott Lancer naquele filme. O diretor não faz segredo sobre sua paixão por westerns, já que realizou dois filmes no gênero, “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2016). Em fevereiro deste ano, vazou também que ele negociava dirigir episódios do revival de “Justified”, um western moderno baseado na obra do escritor Elmore Leonard, de quem Tarantino também é fã. O diretor levou ao cinema um livro do escritor no filme “Jackie Brown” (1997). Por sinal, o revival da série estrelada por Timothy Olyphant também vai acontecer no formato de uma minissérie. Tarantino já dirigiu séries anteriormente. Em 1995, assinou um episódio de “Plantão Médico” (E.R.) e em 2005 fez dois capítulos de “CSI”, contando uma história tensa de suspense em duas partes. Mais recentemente, ele ainda planejou dirigir um filme de “Star Trek”, deixou todo mundo animado e desistiu quando o roteiro ficou pronto.
Quentin Tarantino detona Hollywood: “A pior era da história”
O cineasta Quentin Tarantino (de “Kill Bill”) afirmou, durante seu podcast The Video Archives, que a indústria cinematográfica americana está passando pela “pior era da história”. “Apesar de os anos 1980 serem o período em que eu mais assisti filmes – ou, pelo menos, que mais fui ao cinema –, sinto que [àquela década], junto com os anos 1950, foi a pior era de Hollywood. Empatado apenas com agora, com a era atual”, afirmou. Tarantino tem sido um grande crítico dos filmes de Hollywood ao longo dos anos. No entanto, em agosto de 2022, o cineasta rompeu a tradição e não poupou elogios a “Top Gun: Maverick”, em uma entrevista ao podcast ReelBlend. “Normalmente, eu não falo muito sobre filmes novos, porque aí sou forçado a elogiar, senão acabo esculachando alguém. Mas nesse caso, eu amei ‘Top Gun: Maverick’ pra c*****o. O filme é fantástico. Assisti no cinema. Esse filme e o ‘Amor, Sublime Amor’, do [Steven] Spielberg, foram verdadeiros espetáculos cinematográficos. Do tipo que eu achei que nunca mais veria”, disse na época. Em outro momento de críticas, o diretor afirmou que não trabalharia para a Marvel Studios por não ser uma “mão de obra contratada”. Tarantino também afirmou que tampouco está em busca de emprego. Por enquanto, Quentin Tarantino não tem nenhum projeto cinematográfico em desenvolvimento. Em vez disso, tem se dedicado ao podcast The Video Archives, dedicado a filmes obscuros, que apresenta ao lado do cineasta Roger Avary (de “Regras da Atração”).
Paramount tira “Star Trek 4” do calendário de produções
A Paramount Pictures retirou seu novo filme de “Star Trek” oficialmente de seu calendário de lançamentos. O longa, que era esperado em dezembro de 2023 nos cinemas, perdeu o diretor recentemente e ainda não definiu um substituto. No final de agosto, Adam Shakman (“WandaVision”) desistiu do projeto devido a problemas de agendamento e optou por filmar o Quarteto Fantástico da Marvel. “Matt Shakman é um cineasta incrivelmente talentoso, e lamentamos que o momento não tenha se alinhado para ele dirigir nosso próximo filme de ‘Star Trek’”, disse a Paramount em um comunicado na época. “Somos gratos por suas muitas contribuições, estamos empolgados com a visão criativa deste próximo capítulo e ansiosos para trazê-lo para o público em todo o mundo.” A versão mais recente do roteiro foi escrita por Josh Friedman (“Avatar: O Caminho da Água”) e Cameron Squires (“WandaVision”), que trabalharam numa primeira versão assinada por Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”). O último filme da nave Enterprise a chegar aos cinemas foi “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016. Dirigido por Justin Lin, fez US$ 343 milhões mundiais, a menor bilheteria dos três filmes desde o reboot da franquia em 2009. A continuação deveria voltar a reunir o elenco dos três longas anteriores: Chris Pine (Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Simon Pegg (Scotty), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldaña (Tenente Uhura) e John Cho (Sr. Sulu).
Tarantino amou o novo “Top Gun”: “Verdadeiro espetáculo”
O cineasta Quentin Tarantino (“Era Uma Vez em Hollywood”) não poupou elogios ao filme “Top Gun: Maverick”. Em entrevista ao podcast ReelBlend, ele declarou que o filme é “um verdadeiro espetáculo cinematográfico”. “Normalmente, eu não falo muito sobre filmes novos, porque aí sou forçado a elogiar, senão acabo esculachando alguém. Mas nesse caso, eu amei ‘Top Gun: Maverick’ pra c*****o. O filme é fantástico. Assisti no cinema. Esse filme e o ‘Amor, Sublime Amor’, do Spielberg, foram verdadeiros espetáculos cinematográficos. Do tipo que eu achei que nunca mais veria”, ele elogiou. Tarantino disse que tinha preocupações a respeito da realização desse filme após a morte de Tony Scott, diretor do longa original de 1986. Ele chegou a conversar com Tom Cruise sobre isso, e o astro o tranquilizou, dizendo que tinham encontrado a história certa para contar no filme. No final, Tarantino concordou com as decisões criativas do diretor Joseph Kosinski, contratado para assumir o comando do filme. “É o mais próximo que chegaremos de ver mais um filme de Tony Scott.”, disse ele. O público parece compartilhar da opinião de Tarantino. “Top Gun: Maverick” faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a maior bilheteria de 2022. Por enquanto, Quentin Tarantino não tem nenhum novo projeto cinematográfico anunciado. Atualmente ele se dedica ao podcast “The Video Archives”, que apresenta ao lado do cineasta Roger Avary (“Regras da Atração”).
Quentin Tarantino se rende aos Minions por causa do filho
Até o cineasta Quentin Tarantino (“Era uma Vez em… Hollywood”) se rendeu aos Minions. Em entrevista à revista britânica Empire, ele revelou que escolheu um filme das criaturinhas amarelas como primeiro longa da vida de seu filho Leo, de dois anos. “Ele é muito novo, então assistiu apenas a um filme”, disse Tarantino na entrevista. “Achei que iríamos ver um desenho animado dos Minions, mas depois entendi que era ‘Meu Malvado Favorito 2’. Quando percebi que era um longa, ele já estava muito interessado nos créditos e aí pensei: ‘ok, acho que vamos assistir ‘Meu Malvado Favorito 2’. Ele assistiu por 20 minutos e aí chegou a hora de ir para o parquinho. No dia seguinte, vimos mais 15 minutos. E assim foi que, ao longo de uma semana, o primeiro filme do Leo foi ‘Meu Malvado Favorito 2’”. Até então, o menino só tinha visto séries animadas. E Tarantino confessou que vem acompanhando assiduamente ao desenho “Peppa Pig” com filho. “Ouso dizer que ‘Peppa Pig’ é o principal produto de exportação britânica da década”, afirmou. Além do menino de dois anos, Tarantino também é pai de uma menina recém-nascida (no último dia 2 de julho). As duas crianças são fruto de seu casamento com a cantora israelense Daniella Pick, com quem ele trocou alianças em novembro de 2018. Com 59 anos, Tarantino tem dito que planeja se aposentar após mais um filme. Ele já ventilou vários projetos, desde uma produção da franquia sci-fi “Star Trek” até “Kill Bill – Volume 3”, mas não deu sequência a nenhum.
Quentin Tarantino vira pai pela segunda vez
O diretor Quentin Tarantino e sua esposa Daniella Pick deram as boas-vindas a seu segundo bebê, uma menina, durante o fim de semana passado. A informação foi confirmada por representantes do cineasta, que compartilharam uma declaração do casal, afirmando que Pick deu à luz no sábado (2/7). Tarantino e Pick se casaram em novembro de 2018 e já são pais de um filho, Leo, nascido em 22 de fevereiro de 2020. O cineasta explicou no programa “Jimmy Kimmel Live!” que Leo recebeu o nome do avô de Pick, mas houve muita discussão sobre isso por causa da relação que poderiam fazer com Leonardo DiCaprio, estrela de “Era uma Vez em… Hollywood” (2019) e “Django Livre” (2012). “Nós quase não o nomeamos [Leo] porque as pessoas presumiriam que eu escolhi o nome em homenagem a Leonardo DiCaprio”. Nesta entrevista, Tarantino também contou que ele e Pick estavam morando em Israel depois de planejar inicialmente dividir seu tempo entre Tel Aviv e Los Angeles antes da pandemia. “A ideia era que passássemos três a quatro meses em Tel Aviv e três a quatro meses em Los Angeles, e então a covid chegou”, disse ele. “Assim, três e quatro meses se tornaram nove, 12 meses.” O cineasta também compartilhou que estava aprendendo hebraico assistindo a programas infantis com Leo. Tarantino conheceu Pick, uma cantora israelense, enquanto promovia “Bastardos Inglórios” (2009) em Israel.
Brad Pitt diz que sua aposentadoria está próxima
Brad Pitt já está fazendo planos para a aposentadoria. Em entrevista à revista GQ, o ator de 58 anos revelou que, depois de vencer o Oscar por “Era uma Vez… em Hollywood” (2019), se vê “na reta final” da sua carreira. “No último semestre ou trimestre”, descreveu. “Como será essa seção? E como eu quero moldá-la?”, ele ponderou, mencionando as questões que têm guiado a escolha dos seus próximos projetos. Por sentir a aposentadoria chegando, Pitt diz que está mais seletivo em relação a seus papéis. “Se o timing for correto, especialmente se existir uma conexão pessoal”, explicou, sobre o que o tem atraído para novos projetos. Embora pense em se afastar da atuação, ele deve manter sua atividade como produtor. Proprietário da Plan B, os astro tem realizado vários filmes premiados e já ganhou dois Oscars como produtor de “12 Anos de Escravidão”, em 2014, e “Moonlight”, em 2016. Mesmo assim, Quentin Tarantino diz que a indústria perderá “uma das últimas estrelas restantes do cinema” quando o ator decidir se aposentar. Tarantino também falou à GQ sobre sua experiência com astro de seus filmes “Bastardos Inglórios” e “Era uma Vez… em Hollywood”, e concluiu: “É apenas uma raça diferente de homem. E, francamente, não acho que você possa descrever exatamente o que é isso, porque é como descrever o brilho das estrelas. Eu notei quando estávamos fazendo ‘Bastardos Inglórios’. Quando Brad estava no filme, não parecia que estava olhando pelo visor da câmera. Senti como se estivesse assistindo a um filme. Apenas sua presença dentro do set criava essa impressão”. O próximo filme estrelado por Brad Pitt será “Trem-Bala”, um thriller de ação dirigido por David Leitch (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) em que ele vive um assassino de aluguel, com estreia marcada para 4 de agosto no Brasil. Ele também já terminou de filmar “Babylon”, de Damien Chazelle (“La La Land”), passado em Hollywood durante a transição do cinema mudo para o falado, e tem agendado um filme sem título de Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), em que contracenará com seu velho amigo George Clooney.









