Quadrinhos de Resident Alien vão virar série no canal Syfy
O canal pago Syfy aprovou a produção de uma nova série baseada em quadrinhos. A produção de “Resident Alien”, adaptada da publicação homônima da Dark Horse Comics, ganhou sinal verde para gravar sua 1ª temporada. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), a série trará o ator Alan Tudyk (que dublou o robô K-2SO em “Rogue One” e vive o vilão Sr. Ninguém na série da Patrulha do Destino) no papel-título, um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso, que foi assassinado. Mas enquanto aguarda um resgate que nunca vem, ele passa a resolver pequenos mistérios, questionando se a raça humana merece ser salva ou destruída. Lançada em 2012 pelo escritor Peter Hogan e o desenhista Steve Parkhouse, “Resident Alien” já rendeu cinco minisséries completas, com a sexta, que conclui a história, atualmente em desenvolvimento. Ainda não há previsão para a estreia da série, que reforça a tendência de adaptações de quadrinhos no Syfy. Outras séries do gênero no canal incluem “Krypton”, “Happy!”, “Wynonna Earp”, “Van Helsing” e a novata “Deadly Class”.
Veja na íntegra todos os episódios da série Alien: Isolation, baseada na franquia sci-fi da Fox
O canal do site IGN no YouTube disponibilizou a série digital “Alien: Isolation” de forma integral. Com sete episódios, a produção animada se destina ao público adulto e foi criada sem alarde pela Axis Animation, produtora responsável pelo jogo homônimo, sendo lançada nesta semana na internet. Desenvolvida a partir do material do game, a atração reedita e expande cenas originalmente concebidas para introduzir a história e opções do jogo de 2013, mantendo o mesmo visual disponibilizado no lançamento para consoles PlayStation e Xbox há seis anos. O principal feito de “Alien: Isolation” foi introduzir Amanda, a filha adulta de Ellen Ripley (a personagem de Sigourney Weaver nos filmes). A personagem também é protagonista do novo game da franquia, “Alien: Blackout”, lançado para dispositivos móveis em janeiro. A direção é do curta-metragista Fabien Dubois e a atriz Andrea Deck (“7 Dias em Entebbe”) dubla a voz de Amanda.
Vídeos de bastidores de Capitã Marvel revelam muitas cenas inéditas
A Marvel divulgou dois vídeos de bastidores de “Capitã Marvel”, que trazem entrevistas com o elenco e os diretores, além de incluir muitas cenas inéditas. Primeiro filme da Marvel protagonizada por uma super-heroína, o longa se passa nos anos 1990 e vai mostrar a chegada da personagem interpretada por Brie Larson na Terra. Ela acha que faz parte da civilização kree, mas aos poucos começa a lembrar ter um passado humano e, com a ajuda de Nick Fury (Samuel L. Jackson), começa a resgatar sua memória, enquanto combate invasores skrulls. O elenco também inclui Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”), os retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014), além de Clark Gregg como o agente Coulson, da série “Agents of SHIELD”. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros na quinta-feira (7/3), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Tick se junta a novos super-heróis no trailer da 2ª temporada
A Amazon divulgou um novo trailer do retorno da série “The Tick”, em que o herói azulado se junta a novos super-heróis para enfrentar uma nova ameaça. Mas não se trata exatamente da Liga da Justiça. São todos tão desajustados quando o próprio Tick. A série acompanha Arthur Everest (Griffin Newman, da série “Vinyl”), um contador sem nenhum tipo de superpoder, que, após descobrir que sua cidade era controlada por um supervilão, acaba virando ajudante de herói ao se aliar ao Tick (Peter Serafinowicz, de “Guardiões da Galáxia”). Mas com a derrota do primeiro inimigo, logo surge o segundo – e o terceiro, o quarto – para ocupar seu lugar. Personagem de quadrinhos, o Tick surgiu em 1988 num gibi independente, escrito e desenhado pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, foi concebido como uma paródia das histórias de super-heróis, e em suas aventuras enfrentava os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a série atual foi desenvolvida pelo criador do personagem, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). A 2ª temporada estreia em 5 de abril.
Hellboy solta palavrões e piadas em novo trailer repleto de monstros digitais
A Lionsgate divulgou novos pôsteres e o segundo trailer de “Hellboy”, desta vez em versão “red band” (para maiores). Na prática, isto significa apenas mais palavrões, o que não faz diferença para quem vê sem legendas. De resto, o novo vídeo traz muito mais efeitos, que conjuram criaturas monstruosas e um clima sombrio. E que bom que o visual é caprichado, pois nenhuma das piadas apresentada nesses “melhores momentos” funciona. A ênfase nos efeitos digitais também é uma forma de demarcar a diferença entre este filme e os anteriores, dirigido por ninguém menos que Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”), um fã de efeitos práticos de maquiagem. O novo diretor é Neil Marshall que, antes de comandar episódios de “Game of Thrones”, também era especialista em filmes de terror. A trilha continua nada a ver (mais um cover, desta vez de “Smoke on the Water”, do Deep Purple), e o vídeo ainda inclui uma versão resumida da origem do personagem-título – uma característica de reboots com mudança completa de elenco. A nova versão dos quadrinhos de Mike Mignola traz o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel consagrado por Ron Perlman e dispensa os demais heróis sobrenaturais vistos nos filmes de Del Toro, trocando-os por novos personagens vividos por Sasha Lane (“American Honey”) e Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), além de trazer Ian McShane (série “American Gods”) no papel do Professor Bruttenholm, interpretado pelo saudoso John Hurt nos longas originais. Para completar, ainda há destaque para Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) no papel da vilã Nimue. Assinado por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”), o roteiro adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”. Trata-se de uma aventura em que Hellboy enfrenta Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – e, segundo a lenda arthuriana, amante de Merlin – , que volta à vida para trazer o apocalipse. A estreia está marcada para 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Claudia Leitte e Mônica viram garotas-propaganda da Capitã Marvel no Brasil
Não, a cantora Claudia Leitte não é leitora de quadrinhos nem se inspirou num filme inédito para aparecer como Capitã Marvel no Carnaval de Salvador. Ela é apenas garota-propaganda da Disney. O estúdio fechou parcerias (leia-se “pagou”) diferenciadas para promover o filme no Brasil. Além de subir no trio elétrico como uma Capitã Marvel grávida – a cantora espera um bebê – , Claudia Leitte também está promovendo o lançamento em suas redes sociais. E nem foi a única brasileira famosa a entrar no uniforme azul, vermelho e amarelo. Até a Mônica ficou loira – aquela que é dentuça (ai, o coelho não!) – e superpoderosa num crossover de quadrinhos, ilustrando uma arte do filme. Veja abaixo. Além disso, a Disney se juntou ao Instituto Luisa Mell na campanha “Goose o Gato”, para promover o filme de forma “beneficente”. Goose é o gato de Carol Danvers, a Capitã Marvel, e a campanha pede que o público compartilhe fotos que demonstrem sua relação de amor com os gatos no Instagram, usando a hashtag #GooseOGato. A cada foto publicada, a Disney doará R$1,00 para o Instituto, que atua principalmente no resgate de animais feridos ou em situação de risco. A campanha terá fim quando a marca de R$ 50 mil em doação for atingida. Esse investimento visa popularizar no Brasil a heroína da Marvel, que não é exatamente uma Mulher-Maravilha. O filme da “Capitã Marvel” estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta, dia 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretor confirma morte vista no trailer de X-Men: Fênix Negra
Simon Kinberg chutou o balde. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly após o novo trailer de “X-Men: Fênix Negra” apontar a morte de uma personagem importante da franquia, o roteirista, diretor e produtor do filme confirmou o spoiler. Para justificar o destino de Mística, a personagem de Jennifer Lawrence, Kinberg disse que a intenção era mostrar que “esse filme não é como qualquer outro dos X-Men”. “É um filme em que coisas chocantes acontecem, em que coisas intensas e dramáticas acontecem. As pessoas não caem de prédios, sacodem a poeira e tudo bem. Há uma realidade e uma consequência nesse filme. Mais que isso, ele mostra que Jean [a Fênix Negra] é uma ameaça genuína para todo mundo, incluindo os X-Men”, afirmou. O diretor confessou à Entertainment Weekly que sentiu um misto de emoções ao criar o roteiro, pois Jennifer Lawrence era sua amiga e ele também temeu decepcionar seus fãs. “Mas senti que era a opção mais forte e dramática ara o filme. Às vezes você tem de tomar esse tipo de decisões duras para servir a uma história maior. E a história maior é Jean perdendo o controle, porque ela é mais forte que tudo no mundo. Para dramatizar isso, você precisa mostrar uma perda real, dor real. Tinha de ser pessoal, tinha de mostrar uma fratura nos X-Men. Mística era parte do universo dos X-Men e do mundo de Magneto. Sua morte impacta literalmente a todos.” Vale lembrar que os argumentos também servem de justificativa para o que aconteceu em “X-Men: O Confronto Final”, que contou a mesma história. No filme de 2006, Jean Grey mata Cíclope e o Professor Xavier antes de ser detida. O autor do roteiro, por sinal, é o mesmo de agora. Na ocasião, o resultado decepcionou tanto os fãs que a franquia quase acabou – precisou passar por um reboot em “X-Men: Primeira Classe” – e inspirou “X-Men: Dias de um Passado Esquecido” a reverter as mortes causadas pela Fênix Negra. Questionado se há mais mortes em seu remake, Kinberg disse apenas que haverá outras grandes “vítimas” no filme. Ele também adiantou que Selene, personagem do Círculo do Inferno, acompanha Magneto em sua tentativa de vingar Mística. E tentou manter a personagem de Jessica Chastain misteriosa, embora tudo indique que ela seja amálgama de diferentes personagens – porque, claro, não devem existir vilões suficientes no universo dos quadrinhos para Kinberg precisar criar um novo. Em sua descrição, o diretor diz apenas que “a personagem é uma alienígena”. “A personagem de Chastain vem buscando essa força cósmica que atinge Jean e isso a leva ao planeta Terra. É um a força que ela quer ou controlar ou destruir.” Para encerrar a entrevista, Kinberg foi questionado se “Fênix Negra” é realmente o último filme dessa encarnação dos X-Men. “Eu realmente não sei. Não tivemos conversas formais com a Disney. Conheço Kevin Feige muito bem. Mas não tivemos conversas oficiais, pelo fato de a fusão não ter sido oficializada ainda. O interessante é que comecei esse filme muito antes disso e tive uma visão de fazer esse filme como se fosse uma história final. Não que não possa haver mais filmes, mas quis dar um ar de desfecho. É o clímax da franquia”, concluiu o diretor. A estreia, que já esteve marcada para novembro do ano passado, é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Will Smith não voltará a viver o Pistoleiro em Esquadrão Suicida 2
O ator Will Smith não participará das filmagens de “Esquadrão Suicida 2”, apurou o site The Wrap. O intérprete do Pistoleiro teve conflito de agenda com a produção, que começará a ser rodada em setembro. A Warner não deve mexer no cronograma, porque também foi difícil encaixar Margot Robbie, que retorna como Arlequina. “Esquadrão Suicida 2” será escrito e dirigido por James Gunn, o responsável pela franquia “Guardiões da Galáxia”, que foi demitido pela Disney após polêmicos tuítes antigos virem à tona. O primeiro “Esquadrão Suicida” fez US$ 746,8 milhões em todo o mundo, mas foi destruído pela crítica por ter um fiapo de roteiro e não aproveitar sua premissa. Por conta disso, a Warner teria dado liberdade para Gunn recriar a franquia. Segundo a revista The Holllywood Reporter, o novo filme não seria sequer chamado de “Esquadrão Suicida 2” para deixar claro que não é uma sequência direta, mas um relançamento. Fontes da publicação informam que o roteiro de Gunn aborda novos personagens (e atores) e segue o tom estabelecidos com sucesso nos dois filmes dos “Guardiões da Galáxia”. A Warner marcou a estreia do novo “Esquadrão Suicida” para 6 de agosto de 2021. Mas antes disso a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, vai voltar aos cinemas. Ela é uma das personagens de “Aves de Rapina”, cuja estreia está programada para 7 de fevereiro de 2020. Este filme já liberou seu primeiro teaser. Veja aqui.
Novo trailer de X-Men: Fênix Negra deixa claro qual mutante morre no final da saga
A Fox divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”. E a prévia entrega logo quem morre no confronto com a personagem-título, entregando o maior spoiler da produção, que já tinha vazado nos fóruns do Reddit. Como a informação surgiu após sessões-testes mal-avaliadas, seguidas por refilmagens extensas, havia esperança de que o estúdio tivesse mudado de ideia. Aparentemente, isso não aconteceu, porque o roteirista também é produtor e diretor do filme. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Tanto que os X-Men passaram por um reboot após esse lançamento. A conhecida história acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. Mas nem essa morte será definitiva. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga iniciada em 2000, pois os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento, e o novo estúdio deve reiniciar a franquia. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Warner marca data de estreia de Aquaman 2
A Warner marcou a data de estreia da sequência de “Aquaman”. A próxima aventura do herói interpretado por Jason Momoa vai chegar em 6 de dezembro de 2022 nos cinemas norte-americanos. Em outras palavras: vai demorar. O estúdio decidiu não mergulhar de forma afoita no sucesso do filme, permitindo um fôlego de três anos entre as produções para um desenvolvimento mais seguro. O roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick é quem está trabalhando no script. Além de ter ajudado a escrever o primeiro “Aquaman”, ele também colaborou com o diretor James Wan em “Invocação do Mal 2”. Wan ainda não confirmou o seu retorno para dirigir o filme, mas está submerso até o pescoço na franquia, já que vai produzir um filme derivado, expandindo o universo do super-herói marinho da mesma forma como fez com “Invocação do Mal” – que se multiplicou em filmes de “Annabelle”, “A Freira” e outros. Enquanto o público espera por “Aquaman 2”, a Warner pretende lançar “The Trench”, um filme mais sombrio e mais barato, focado nas aterrorizantes criaturas do Fosso, local que fez parte da jornada de Aquaman e Mera no longa bilionário. As criaturas do Fosso são recém-chegadas aos quadrinhos do herói, tendo sido introduzidos no arco “As Profundezas”, lançado em 2011, com ilustrações dos brasileiros Ivan Reis e Felipe Prado. Os roteiristas Noah Gardner e Aidan Fitzgerald estão desenvolvendo a produção com uma pegada de terror e sem envolvimento do elenco do filme original. Segunda maior bilheteria da história do estúdio, “Aquaman” rendeu US$ 1,1 bilhão em todo o mundo.
Ator australiano será o Superboy da 2ª temporada de Titãs
A série “Titãs” escalou o seu Superboy. Após introduzir o personagem (sem revelar seu rosto) em uma cena pós-créditos do final da 1ª temporada, a produção escalou o australiano Joshua Orpin para interpretar o papel. O ator de 26 anos só tem um longa no currículo, “The Neon Spectrum”, filmado e lançado na Austrália há 15 meses. E será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin) no elenco. A plataforma de streaming DC Universe, que exibe a série nos EUA, também divulgou uma descrição oficial do Superboy, caracterizando-o como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que deve se tornar Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O personagem foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. O produtor Greg Walker já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome. “O que posso dizer é que queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, disse o produtor em dezembro, na época da season finale de “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada.
Novos vídeos de Shazam! destacam supervilão e premissa do próximo filme da DC Comics
A Warner divulgou um novo comercial e um vídeo legendado com entrevistas de “Shazam!”, filme de super-herói da DC Comics. Enquanto o comercial destaca o encontro entre o herói do título e seu arquiinimigo, o material de bastidores traz declarações do elenco e do diretor para apresentar os personagens, reforçando o tom de humor da da produção. O filme deve mesmo ser o mais cômico dos personagens da editora, mostrando que o trauma de “Lanterna Verde” (2011) finalmente foi superado. Reza a lenda que, na época do fracasso do super-herói vivido por Ryan Reynolds, um memorando do presidente da Warner tinha proibido piadinhas em filmes de super-heróis, originando assim a fama das adaptações da DC como super-sombrias. Claro que isso também virou piadinha do próprio Ryan Reynolds em seus novos filmes de super-heróis da franquia “Deadpool”. “Shazam!” vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos do herói que lhe dá título – e que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, ele ganhou uma nova versão em 2012 (nos “Novos 52”), que mudou praticamente tudo o que se sabia sobre ele. O recente reboot preserva, pelo menos, a premissa básica do herói. Ele não passa de um menino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”), que ganha a capacidade de virar um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi, da série “Chuck”) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. O elenco também inclui Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Cooper Andrews (o Jerry de “The Walking Dead”), Marta Milans (série “No Tomorrow”), Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”), Jovan Armand (série “The Middle”), Faithe Herman (série “This Is Us”) e Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o supervilão Dr. Silvana. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” será o próximo filme da DC Comics a chegar nos cinemas após o fenômeno de “Aquaman”. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019
Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.










