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  • Filme

    Drama racial da diretora de Guerra ao Terror ganha novo trailer e vídeo de depoimentos

    18 de junho de 2017 /

    A Annapurna divulgou um vídeo de depoimentos e o segundo trailer de “Detroit”, drama de época dirigido por Kathryn Bigelow, única mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção. A prévia é tensa, registrando os fatos que originaram um confronto racial histórico, que abalou a cidade americana do título em 1967. E como complemento é possível ver, no vídeo logo abaixo, os personagens reais da história, recordando os eventos que culminaram no quebra-quebra de quase uma semana. 10º filme de Bigelow e o terceiro de sua bem-sucedida parceria com o roteirista Mark Boal, que escreveu seus longas mais recentes – “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012) – , o filme retrata a devastadora revolta popular que tomou conta de Detroit ao longo de cinco dias, quando uma operação policial e militar sem planejamento matou três jovens negros, precipitando uma rebelião civil, que cresceu para uma batalha campal com um saldo impressionante de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”), Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”), Kaitlyn Dever (série “Justified”), John Krasinski (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Tyler James Williams (série “The Walking Dead”) e Ben O’Toole (“Promessas de Guerra”). A estreia está marcada para 4 de agosto nos EUA, poucos dias após a comemoração do 50º aniversário dos tumultos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    2ª temporada de Top of the Lake ganha trailer poderoso com Elisabeth Moss e Nicole Kidman

    3 de junho de 2017 /

    A rede BBC divulgou o pôster e um trailer poderoso da 2ª temporada de “Top of the Lake”, que ganhou o subtítulo “China Girl”. A prévia mostra a relação entre as personagens de Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e Nicole Kidman (“Lion”), e como a filha da última se envolve com um namorado perigoso, numa trama de escravas sexuais. A produção original era uma minissérie. Mas se tornou tão premiada – faturou Emmy, Globo de Ouro, BAFTA, Critics Choice, SAG Awards, PGA Awards, etc – que inspirou a BBC a encomendar uma continuação. Novamente escrita e dirigida pela cineasta Jane Campion (“O Piano”), cocriadora da série em parceria com Gerard Lee (“My Mistress”), a nova temporada encontra a detetive policial Robin Griffin, personagem de Moss, trabalhando num novo caso, quatro anos após desvendar o desaparecimento de uma menina de 12 anos numa comunidade do interior da Nova Zelândia. O elenco também inclui Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), David Dencik (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”), Peter Mullan (série “Quarry”) e David Wenham (série “Punho de Ferro”). “Top of the Lake: China Girl” terá 6 episódios e teve première no Festival de Cannes. A estreia está marcada para setembro no Reino Unido.

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  • Filme

    Clash confina tensões da Primavera Árabe num camburão

    26 de maio de 2017 /

    O filme egipcio “Clash” trata das turbulências que têm atingido o país após o que se convencionou chamar de Primavera Árabe e a revolução egípcia de 2011. O diretor Mohamed Diab focaliza momentos que se seguiram à deposição do presidente eleito Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana, derrubado pelos militares em 2013 por meio de um golpe, que produziu muitos protestos nas ruas e confrontos que marcaram um país dividido. Para abordar a questão da radicalização política que envolve os dois grupos principais – os militares e a Irmandade Muçulmana – , além da participação de grupos minoritários – como os cristãos e os judeus – e até a atuação da imprensa, a estratégia do cineasta foi agrupá-los num único dia de protestos intensos, pela cidade do Cairo, dentro de um camburão. Presos extraídos dos protestos, os diferentes personagens convivem obrigatoriamente uns com os outros e têm de lidar com suas diferenças e seus ódios recíprocos. Tudo se passa, claustrofobicamente, dentro do camburão, o tempo todo. A rua é vista de lá, os muitos protestos, a repressão policial, os tiroteios, as bombas, tudo está lá, mediado pela velha caminhonete-prisão. Quando a porta do camburão se abre, o horizonte se insinua, mas logo ela se fecha e voltamos à tensa dinâmica desse carro-prisão. A filmagem é muito tensa e intensa. A agitada câmera na mão chega a incomodar, mas isso é intencional, nos põe no olho do furacão. O tempo decorrido é o de um dia de protestos no centro de Cairo, absolutamente revelador do ambiente de confronto, aparentemente intransponível, que tomou conta do Egito. O encontro dos detidos no camburão mostra a face humana, óbvia, que todos têm, encastelados em suas verdades políticas, religiosas, comportamentais. É, pelo menos, uma tentativa de empatia, de se colocar no lugar do outro. Única forma de procurar compreender algo para além das verdades ideológicas estabelecidas por cada grupo. A imprensa, que se arrisca nesse ambiente conturbado, em busca do registro dos fatos, se sai bem, na visão do filme. Não sem registrar suas discordâncias, representadas pelos dois jornalistas trancafiados. O diretor Mohamed Diab já é conhecido do público brasileiro pelo filme ”Cairo 678”, de 2010, que tratava do machismo e do assédio sexual às mulheres da cidade do Cairo, nos ônibus. Um trabalho muito bom. Mas “Clash”, do ponto de vista cinematográfico, é mais criativo na concepção e execução dos planos. Indica, portanto, uma evolução técnica do trabalho desse cineasta, que merece toda a atenção. Se mais não for, por sua capacidade de lidar no cinema com questões pungentes do seu tempo e do seu país.

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  • Série

    Kyra Sedgwick tem a filha raptada no primeiro trailer da série Ten Days in the Valley

    17 de maio de 2017 /

    A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série dramática “Ten Days in the Valley”, estrelada por Kyra Sedgwick. A atriz, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, retorna à TV no papel de uma produtora-roteirista de serie policial. Mas a metalinguagem não se limita a essa ironia. Na trama, Sedgwick vive Jane Sadler, uma produtora de televisão sobrecarregada e mãe solteira que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, o mundo de Jane – e a controversa série policial que produz – implode. Para o detetive policial vivido por Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), os demais roteiristas da série são suspeitos, assim como o ex-marido e todos que possuem acesso à residência. Aos poucos, fica claro que todos possuem segredos e ninguém é confiável. Criada por Tassie Cameron (que criou também a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a atração seria originalmente estrelada por Demi Moore (“Lola”), que desistiu citando conflitos de agenda. Além de Kyra Sedgwick, que também produz a atração, o elenco ainda inclui Erika Christensen (série “Parenthood”), Kick Gurry (“No Limite do Amanhã”), Josh Randall (série “Quarry”), Malcolm-Jamal Warner (série “Major Crimes”), Felix Solis (série “The Colony”), Ali Liebert (série “Strange Empire”), Emily Kinney (série “The Walking Dead”) e a menina Abigail Pniowsky (“A Chegada”). A exibição vai acontecer aos domingos, na temporada de outono dos Estados Unidos.

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  • Série

    Série de José Padilha sobre a Lava Jato terá Selton Mello no papel principal

    9 de maio de 2017 /

    A série que o cineasta José Padinha (“Tropa de Elite”) desenvolveu sobre a Operação Lava Jato ganhou título, elenco e já começou a ser gravada. Intitulada “O Mecanismo”, a atração será estrelada por Selton Mello (“O Palhaço”) e Caroline Abras (“Entre Idas e Vindas”), e os coadjuvantes incluem Enrique Diaz (série “Justiça”), Lee Taylor (novela “Velho Chico”), Antonio Saboia (“O Lobo atrás da Porta”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“É Proibido Fumar”), Leonardo Medeiros (“O Vendedor de Sonhos”) e Susana Ribeiro (novela “A Lei do Amor”). Na trama, Selton Mello será um delegado aposentado da Polícia Federal e Caroline Abras interpretará sua discípula, uma agente federal ambiciosa. O roteiro foi escrito por Elena Soarez (“A Busca”) e Sofia Maldonado (documentário “Pelas Janelas”) e os episódios serão dirigidos por Padilha, em parceria com os cineastas Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”). Padilha e Prado ainda dividem a produção. A 1ª temporada terá oito episódios, livremente inspirados nas investigações da Lava Jato, que apura casos de corrupção sistêmica, política e econômica no Brasil, com exibição prevista para 2018 na Netflix. Anunciada há um ano, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming, que também assina a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 3ª temporada.

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  • Etc

    Figurinista que denunciou José Mayer diz que agora é assediada por boatos e pede respeito

    5 de maio de 2017 /

    Susllem Tonani, ex-figurinista da Rede Globo que sofreu assédio de José Mayer, publicou um novo texto no blog #AgoraÉQueSãoElas, do jornal Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira (5/5), para acabar com os inúmeros boatos sobre sua vida pessoal, que surgiram após sua denúncia de assédio sexual contra o veterano galã de novelas. “Eu fui vítima de assédio sexual. E agora estou sendo vítima novamente. Das especulações que colocam dúvidas sobre a minha dor. E me fazem revivê-la”, declarou. Ela começa o texto desmentindo a fofoca de que já foi amante do ator, espalhada de forma irresponsável por um fofoqueiro profissional, revela que não fez acordo com ninguém, não recebeu dinheiro, não foi demitida da Globo, apenas terminou o trabalho ao chegar ao fim do contrato, e explica que não prestou queixa crime por já estar satisfeita, mas, como está sendo criticada pela decisão, pede que a deixem seguir a vida em paz. “Estimulo sim, todas as mulheres a levarem seus casos às autoridades, demandarem a devida atenção e buscarem a aplicação da lei. Mas acredito que obtive a justiça que queria e me sinto contemplada”, afirmou. “Senti que tive a justiça que desejava. Pouco creio que a punição criminal para o meu caso tenha alcance maior que já tivemos”, escreveu, referindo-se ao pedido de desculpas da Rede Globo e à carta de confissão de José Mayer, “ambos lidos no Jornal Nacional”. A figurinista argumenta que alcançou o objetivo desejado de “sair da invisibilidade, romper o silenciamento imposto, transcender este lugar de vítima que me era insuportável”. Em relação ao silêncio que manteve após o seu relato, ela declarou ter optado por ficar reservada. “Por que incomodou tanto o meu silêncio pós-relato? Talvez porque eu não tenha cumprido o papel da oportunista exibicionista que o patriarcado esperava. Talvez porque não tenha sido a liderança, o exemplo que queriam que eu fosse. Desculpe desapontar estas e estes”, afirmou. “Quantas vezes terei de pedir para respeitarem o meu não? O silêncio. É o que eu quero. Não o silenciamento coercitivo. O silêncio que eu escolho. A minha vida de volta”, declarou. Ela ainda faz uma balanço das mudanças que sua denúncia causou para se declarar “vitoriosa” com o fim de uma batalha. “Empresas começaram a repensar os protocolos nos casos de assédio. Homens descobriram que o mundo mudou. Falamos de assédio em espaços de poder antes impermeáveis a este debate”. E, ao fim do texto, pede que respeitem sua decisão de sair dos holofotes. “Reservo a mim o direito de encerrar esse assunto. Chego ao final da minha jornada. Estou no limite da minha capacidade emocional de seguir na linha de frente dessa luta. Peço que respeitem os meus limites, violados anteriormente, quando tudo isso começou. Outras podem assumir a frente dessa luta. E eu me comprometo a sempre apoiá-las, assim como fui apoiada por tantas”, diz.

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  • Etc

    Fantasia de Darth Vader é confundida com terrorista no dia de Star Wars nos EUA

    4 de maio de 2017 /

    A celebração do Dia de Star Wars, que aconteceu na quarta (4/5), teve um desdobramento inusitado, quando um adolescente vestido como Darth Vader mobilizou a polícia do estado de Winsconsin, nos EUA, após ser confundido com um terrorista ou atirador de escola. De acordo com informações do site da revista Variety, um aluno do ensino médio seguiu a dica da Disney para comemorar o “may the fourth” (4 de maio em inglês, data escolhida para celebrar “Star Wars” por conta de um trocadilho infame com o começo da frase “may the force be with you”) e vestiu uma fantasia de seu personagem favorito, incluindo a tradicional máscara do vilão. Só que o pai de uma das crianças de escola entrou em pânico ao ver a figura sombria entrar pela porta dos fundos do colégio e ligou para a polícia, que mandou evacuar a Ashwaubenon High School e bloquear as ruas em torno do local. “O estudante estava vestindo uma roupa de Darth Vader com uma máscara de plástico e carregava uma sacola com ele. A roupa fazia parecer que ele estava vestindo um colete à prova de balas. Isso, combinado com o fato de usar máscara e entrar pelos fundos da escola, fez uma pessoa ficar preocupada”, teria comentado um policial que não se identificou em conversa com repórteres que estavam no local. “Nós esperamos que isso aconteça. Certamente esperamos que as pessoas liguem quando este tipo de coisa aconteça.” Após o perigoso Darth Vader ser detido, a polícia de Wisconsin considerou que o rapaz não se fantasiou para espalhar o mal. “Nós acreditamos que foi um engano inocente agora”, comentou um oficial.

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  • Etc,  TV

    Figurinista da Globo resolve não fazer queixa criminal contra José Mayer por assédio

    27 de abril de 2017 /

    A figurinista Susllem Tonani não quer levar adiante o inquérito contra José Mayer, após acusar o ator de assédio sexual nos bastidores da novela “A Lei do Amor”. Ela esteve na Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro na quarta (26/4) e pediu para que as investigações não continuassem. A figurinista recebeu três convites para ir de forma espontânea à 32ª Delegacia Policial, no Rio. Como não compareceu, foi intimada para abertura de um inquérito policial, já que a denúncia foi pública. O delegado Rodolfo Waldeck, que seria responsável pela investigação, confirmou que o caso será encerrado, pois não houve uma representação da vítima. “Ela tinha esse direito de não levar a diante essa acusação. Não quis fazer uma representação, não quis dar prosseguimento ao inquérito policial e aí não temos um crime. As investigações serão encerradas”, disse ao portal UOL. Susllem Tonani, de 28 anos, fez a denúncia em um texto publicado num blog do jornal Folha de S. Paulo, no final de março. Ela relatou vários episódios em que foi vítima de comportamento inadequado do ator – em um deles, em fevereiro deste ano, Mayer teria colocado a mão esquerda na genitália dela. Em carta aberta, José Mayer, de 67 anos, admitiu “ter passado dos limites”. A revelação do assédio mobilizou atrizes e funcionárias da emissora e, após apurar o caso, a rede Globo tomou a decisão de suspender o ator por tempo indeterminado. O caso teve repercussão internacional, rendendo artigo até no jornal The New York Times.

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  • Etc

    Luana Piovani é intimada pela polícia em processo movido por Kadu Moliterno

    24 de abril de 2017 /

    Luana Piovani foi intimada a comparecer à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira (3/5), para prestar esclarecimentos no processo movido contra ela pelo ator Kadu Moliterno, que acusa a atriz de calúnia, difamação e injúria. O processo foi aberto pelo advogado do ator após Luana citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz usou o seu canal no Youtube para falar sobre machismo e violência doméstica, e lembrou que Kadu foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. “Kadu Moliterno, que já foi meu par, bateu na esposa, ela foi capa da revista ‘Veja’ com a manchete: ‘Não foi a primeira vez’ e não soube de condenação. Continua trabalhando, fazendo novelas, posando com as novas namoradas para as revistas de celebridades”, criticou ela, no vídeo. Veja a íntegra aqui. Por meio de um comunicado enviado por sua assessoria de imprensa, Kadu classificou a atitude de Luana como “desnecessária e desprovida de legitimidade”. “Lamento profundamente a atitude de minha colega, totalmente desnecessária e desprovida de legitimidade, trazer um assunto acontecido há 12 anos atrás e resolvido nos termos legais é passível de processo. Tenho com minha família uma relação de amor e amizade. Atualmente estou casado com uma mulher maravilhosa, cercado de paz, amor cumplicidade e respeito! Estou muito triste, pois essa inconsequência atingiu toda minha família, esposa e amigos!”, disse o ator, atualmente casado com Cristianne Rodriguez. Segundo Jonas Tadeu Nunes, advogado do ator, foram abertas três ações contra Luana Piovani. Além da queixa-crime e uma notícia-crime, Kadu também busca indenização num processo civil. Ele compareceu pessoalmente na delegacia reafirmando a denúncia e por isso a atriz foi intimada para prestar esclarecimentos. Para o advogado, a atriz “extrapolou” em sua declaração. “Ela extrapolou pois poderia até ter falado do Kadu que não teria nenhum problema. Ela poderia ter falado: ‘Conforme já saiu nas revistas, existe esse fato aqui do Kadu com a ex-mulher e etc…’. Ela poderia até ter falado, mas no momento que ela fala: ‘Ele continua por aí, trabalhando, fazendo novelas, posando com as namoradas nas revistas de celebridades, viajando para o Caribe e tal…’, isso se chama ‘Plus’. Ela fez um plus subjetivo indagando a sociedade que ele não deveria estar trabalhando e que deveria estar segregado e repudiado pela sociedade. Então ele não deveria estar trabalhando? Não deveria estar fazendo novelas? Deveria estar segregado, repudiado pela sociedade? Isso carateriza um plus para difamação e injúria e é passível de processo criminal conforme está sendo feito e de reparação cível conforme também já foi feito”, disse Jonas Tadeu Nunes em entrevista para o jornal O Globo. Kadu foi casado durante 15 anos com Ingrid Saldanha, com quem teve três filhos. Eles se separaram em 2006, quando Ingrid acusou o ator de espancamento e chegou a registrar queixa em uma delegacia no Rio. Em 2014, a ex-namorada do ator, Brisa Ramos, relatou que foi agredida três vezes por ele. Ela também chegou a procurar a delegacia para prestar queixa. Entretanto, apesar das duas acusações diferentes, o ator não foi condenado. “Kadu nunca bateu em ninguém, em nenhum momento a Justiça o condenou por lesão corporal. O processo foi julgado e encerrado. Ao comparar Kadu com José Mayer, a atriz o coloca como um costumeiro agressor”, afirmou o advogado.

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  • Filme

    Drama racial da diretora de Guerra ao Terror ganha primeiro trailer e fotos

    12 de abril de 2017 /

    A Annapurna divulgou o pôster, cinco fotos e o primeiro trailer de “Detroit”, drama de época dirigido por Kathryn Bigelow, única mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção. A prévia é tensa, registrando um confronto racial histórico, que abalou a cidade americana do título em 1967. 10º filme da cineasta e o terceiro de sua bem-sucedida parceria com o roteirista Mark Boal, que escreveu seus longas mais recentes – “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012) – , o filme retrata a devastadora revolta popular que tomou conta da cidade de Detroit ao longo de cinco dias, quando uma operação policial e militar sem planejamento originou uma rebelião civil, cresceu para uma batalha campal e deixou um saldo impressionante de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”), Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”), Kaitlyn Dever (série “Justified”), John Krasinski (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Tyler James Williams (série “The Walking Dead”) e Ben O’Toole (“Promessas de Guerra”). A estreia está marcada para 4 de agosto nos EUA, poucos dias após a comemoração do 50º aniversário dos tumultos. Ainda não há previsão para o lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Kadu Moliterno processa Luana Piovani após atriz lembrar caso de agressão contra mulher

    12 de abril de 2017 /

    O ator Kadu Moliterno (novela “A Terra Prometida”) entrou com duas ações contra Luana Piovani (“A Mulher Invisível”), após a atriz citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz lembrou que ele foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. Veja o vídeo aqui. Uma das ações foi uma notícia-crime, aberta em uma delegacia, que pode chamar Luana para depor a qualquer momento. A outra é civil e tem caráter indenizatório: Kadu pede R$ 50 mil de reparação financeira por danos morais. “O Kadu tomou duas atitudes, uma delas foi uma ação por dano moral na 7ª Vara Cível, pedindo uma indenização não para ganhar dinheiro fácil de Luana Piovani, mas para que a Justiça a repreenda e ela entenda que não pode exceder o seu direito de manifestação. Ela não pode agredir, ofender”, disse Jonas Tadeu Nunes, advogado que representa o ator, em entrevista para a revista Veja. “O Kadu foi acusado de agressão, mas nada foi provado. O processo ficou suspenso no Juizado de Violência Doméstica porque não foi demonstrada agressão, tratou-se de um desentendimento mútuo do casal. E, nesse caso, prevalece o que se chama de presunção de inocência”, continua Nunes, citando o caso de 2006, quando Ingrid Saldanha, ex-mulher do ator, saiu na capa de Veja afirmando ter sido agredida por ele. “Na delegacia de polícia, o Kadu fez uma notícia-crime, requerendo uma apuração para verificar se de fato ocorreram, por parte da Luana, os crimes de calúnia, difamação e injúria. A polícia pode remeter o caso ao Juizado Especial Criminal ou, se entender que já tem elementos suficientes para apurá-lo, chamar a atriz para depor, além de convocar o Kadu para ratificar a notícia-crime. Na ocasião, pode ser feita uma uma acareação entre eles”, explicou o advogado. De acordo com ele, a ação indenizatória deve levar até um mês para levar Luana a falar — ela primeiro será citada, terá de apresentar uma contestação e então se apresentar em juízo. Já na delegacia, ela pode ser chamada a qualquer momento. Além do fato de Luana acusar Kadu de uma agressão não provada, o advogado contesta a comparação, feita pela atriz no YouTube, entre ele e José Mayer. “Ela dá a entender que ele é reincidente, como se fosse um costumeiro agressor de mulheres. Ao falar do caso do José Mayer, ela comparou um caso de assédio a um de agressão, casos que não têm relação jurídica. Ele nunca assediou ninguém.” Luana Piovani sugeriu que Kadu Moliterno é reincidente porque o ator sofreu outra acusação depois daquela de Ingrid Saldanha. Em 2014, oito anos depois do caso da ex-mulher, ele se viu acusado pela ex-namorada Brisa Ramos. A atriz usou seu perfil do Facebook para afirmar que, em cinco meses de relacionamento, foi agredida três vezes pelo ator.

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  • Filme

    Vera Fischer interpretará delegada em filme sobre o caso Bodega

    10 de abril de 2017 /

    Afastada do cinema há 15 anos, a atriz Vera Fischer vai voltar a estrelar uma produção nacional, vivendo uma delegada num filme sobre uma chacina que teve grande repercussão nos anos 1990. A produção vai reencenar o crime da madrugada de 10 de agosto de 1996, quando homens armados assaltaram e mataram frequentadores da choperia Bodega em Moema, zona zul de São Paulo. Pressionada por uma forte reação da sociedade, que protestou contra a falta de segurança e criou um movimento chamado “Reage São Paulo”, a polícia civil respondeu rapidamente com a prisão de negros e pobres da periferia, anunciando-os como autores dos crimes. A Justiça decretou a prisão preventiva desses jovens, com ampla divulgação da mídia. Todos eles teriam sofrido tortura para confessar. E todos eles eram inocentes. Com o título provisório de “Bodega”, o filme está em fase de captação de recursos. Além de Vera Fischer, que não filmava desde “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas” (2002), o elenco inclui Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Paulo Miklos (“Carrossel – O Filme”). A direção é de Tristan Aronovich (“Alguém Qualquer”) e José Paulo Lanyi (produtor do vindouro “Real – O Plano por Trás da História”), que também assina o roteiro. “Há muitas razões para fazer esse filme”, diz o diretor Aronovich, em comunicado. “A luta contra a hipocrisia de que não existe preconceito, intolerância e discriminação racial no Brasil; o lado violento e corrompido da polícia; a ode a heróis invisíveis, como o promotor do caso real, Eduardo Araújo da Silva; o gênero thriller policial, investigativo, que é pouco explorado no Brasil; e o roteiro sólido, tão bem escrito. O que está no papel já é um filmaço”, explica. Para Lanyi, o longa trará de volta um debate esquecido sobre as injustiças cometidas naquela época. “Infelizmente, o que aconteceu com aquelas pessoas ainda está presente no dia a dia de tantas outras. Não vamos deixar essa sujeira ficar esquecida debaixo do tapete da história. E será uma abordagem que ajudará a lançar um olhar mais profundo sobre as misérias atuais”.

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  • Etc

    Figurinista que acusa José Mayer de assédio é chamada a depor na polícia

    10 de abril de 2017 /

    A figurinista Susllem Tonani foi chamada a depor na delegacia para falar do assédio sexual que ela denunciou na mídia, praticado pelo ator José Mayer nos estúdios de gravação da Globo, durante a produção da novela “A Lei do Amor”. “Convoquei Susllem Tonani e estou aguardando a sua presença. Tudo vai depender do depoimento dela para que eu possa chamar ou não o ator José Mayer para também falar sobre o caso”, disse Rodolfo Waldeck, titular da 32ª Delegacia Policial do Rio de Janeiro (Taquara), nesta segunda-feira (10/4). O delegado não revelou a data do depoimento da figurinista, mas ele deve acontecer nos próximos dias. Em texto publicado num blog do jornal Folha de S.Paulo, no dia 31 de março, a figurinista acusou o ator José Mayer de assédio sexual. Ela contou que o assédio começou há oito meses durante gravações da novela “A Lei do Amor”, com elogios, que evoluíram para cantadas até chegar ao abuso, com o ator tocando suas partes íntimas sem o consentimento dela. No mesmo dia, aconteceu no Projac um protesto de atrizes e funcionárias da emissora contra o assédio. A TV Globo noticiou no “Jornal Hoje” e no “Jornal Nacional” a manifestação e confirmou a suspensão por tempo indeterminado de José Mayer. Por enquanto o caso é tratado como assédio e depende da denúncia da vítima. Caso Susllem Totani preencha um boletim de ocorrência, a acusação dará início a um inquérito policial, que pode vir a penalizar criminalmente o ator.

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