Azealia Banks vai à polícia contra Russell Crowe
O babado escalou. Depois de usar o Facebook para acusar Russell Crowe de agressão e racismo (e apagar o post depois), a rapper Azealia Banks decidiu prestar queixa contra o ator neozelandês. Segundo o site TMZ, a cantora compareceu a uma delegacia de Beverly Hills, onde registrou uma ocorrência contra o ator por lesão corporal. No sábado à noite, Crowe reuniu cerca de 10 convidados em seu quarto de hotel para um jantar. O rapper e ator RZA levou Azealia que, segundo relatos, teria começado a reclamar e rir da seleção musical do anfitrião, de “gente branca”. Depois que o ator e outro convidado foram chamados de “homens brancos chatos”, outra convidada saiu em defesa deles. Foi o suficiente para Azealia estourar, ameaçando quebrar um copo e fazer os presentes sangrarem “como num filme de Tarantino”. Foi a deixa para Crowe segurá-la por trás e levá-la para fora do quarto, e chamar a segurança para retirá-la do hotel. Fontes do TMZ dizem que a rapper esperou por um pedido de desculpas de Crowe antes de registrar a queixa. Mas o ator acreditava não ter feito nada de errado. Desde que a história veio à tona, a conta do ator no Instagram virou um verdadeiro campo de batalha entre defensores de Crowe e Azealia. Muitos comentários chamam-no de racista, agressor de mulheres e compartilham links para a notícia sobre a briga. Outros são mais agressivos, desejando que ele “apodreça na cadeia” ou seja “atropelado por um ônibus”. Já os fãs de Crowe lembram que a própria Azealia é quem tem fama de racista. Ela até teve o Twitter suspenso depois de direcionar ofensas racistas a Zayn Malik. Além disso, também disparou impropérios homofóbicos contra um comissário de bordo, durante um voo. Crowe, claro, tampouco é pacifista. Em 2005,ele foi acusado de agressão por supostamente ter arremessado um telefone na cara de um funcionário de um hotel.
Selena Gomez causou separação de Brad Pitt e Angelina Jolie? Jennifer Anniston fará filme como inimiga de Angelina? Divórcio do casal virou ficção
Faz tempo que não surge uma fofoca nova sobre Brad Pitt e Angelina Jolie? Ao contrário. Todo dia tem uma mais absurda que a outra. Que Selena Gomez foi o verdadeiro pivô da separação e por isso sumiu de cena. Que Angelina e Jennifer Anniston farão um filme juntas como inimigas. Que Gwyneth Paltrow está ajudando Brad a superar o divórcio. Que Brad está morando provisoriamente na casa de George Clooney. Tudo isso foi publicado nos últimos dias nos lugares suspeitos de sempre – Radaronline, In Touch, Celeb Dirty Laundry e HollywoodLife. E nada é verdadeiro, segundo o site Gossip Cop, especializado em desmentir – ou confirmar – fofocas de celebridades. Quase tudo o que tem saído na imprensa sobre a separação do casal é fabricação, desde a suposta investigação de Brad pelo FBI por violência contra o filho mais velho (informação do TMZ) até seu suposto affair com Marion Cotillard durante a filmagem de “Aliados” (segundo o New York Post). É verdade, porém, que o ator foi pego de surpresa. Mas também é verdade que não foi a primeira vez que Angelina ameaçou entrar com um divórcio. Os verdadeiros motivos são conhecidos apenas pelo casal.
Fim da fofoca: Brad Pitt nunca foi investigado pelo FBI por violência contra o filho
O TMZ e a People bem que tentaram espalhar a lama, mas as fontes citadas por ambos para atacar a reputação de Brad Pitt eram mentirosas. Para manter as aparências, o site de fofocas cita outra fonte para desmentir a si mesmo. Na verdade, Brad Pitt nunca foi investigado pelo FBI por abuso verbal e físico contra o filho mais velho, Maddox. A notícia da suposta agressão foi publicada após a confirmação da separação entre o ator e Angelina Jolie, e teria até uma testemunha passando informações ao Departamento de Família e da Criança de Los Angeles, que, segundo o site, encaminhou o caso ao FBI. A história, entretanto, agora é outra. Segundo fontes de dentro do departamento, o FBI jamais chegou a investigar o astro, já que não existiria caso. Até para a Vara da Família, o caso fez água, já que testemunhas dizem que o contato de Brad com o filho Maddox foi acidental, e que ele não saiu ferido. Já o site Radar Online recebeu informações da fonte do campo rival, que revelou que os pais do astro, Jane e Bill, estão enfurecidos com as atitudes de Angelina, que teria mentido sobre as agressões de Brad contra o filho. Nesta nova fofoca, a fonte das publicações maldosas seria integrante da equipe da Angelina. Os pais de Brad Pitt estariam “preocupados com o estado do filho, ainda muito abalado”. “A Jane não entende o que aconteceu”, disse a fonte.
Angelina Jolie “não quer” que Brad Pitt seja processado… desde que ceda a guarda dos filhos
Embora Brad Pitt tenha dado a entender que a tentativa de pintá-lo como vilão em seu divórcio com Angelina Jolie tenha partido da equipe dela, os rumores de que ele teria agredido seu filho mais velho, Madox, tomaram rumos que a própria atriz não esperava. Angelina não quer expor sua família nos tribunais e, por isso, tentará evitar que Brad Pitt seja processado. É o que diz o site TMZ, que tem sido o espalha-boatos oficial do time da atriz. Segundo o TMZ, a estrela de Hollywood teria decidido se manifestar a favor de Brad Pitt, caso a Vara de Família e Infância de Los Angeles decida abrir uma ação contra o galã. Claro que essa “bondade” também está sendo usada para assegurar o que ela sempre quis ao iniciar o divórcio, a guarda dos filhos. No toma lá dá cá, o ator está sendo pressionado a aceitar apenas o direito de visitação, e sob termos duros: precisará estar acompanhado de um terapeuta nas primeiras visitas e fazer testes aleatórios para detectar consumo de álcool e drogas. Para acertar os detalhes da separação, Jolie contratou Judy Smith, a consultora de crises que inspirou a personagem Olivia Pope, da série “Scandal”. Fontes do TMZ garantem que “Smith tem sido uma grande ajuda para acalmar as coisas, de modo que as negociações entre ambos os lados possam avançar”.
Rodrigo Lombardi não vai mais interpretar o juiz Sérgio Moro no cinema
O ator Rodrigo Lombardi não vai mais viver o juiz Sérgio Moro no filme sobre a Operação Lava Jato. E a culpa é da rede Globo, que tomou a agenda do ator. Escalado para protagonizar “À Flor da Pele”, novela de Gloria Perez que substituirá “A Lei do Amor” na faixa das 9, ele acabou entrando também na série “Carcereiros”, para substituir o falecido Domingos Montagner, protagonista de “Velho Chico”. Com isso, a série, baseada no livro de mesmo nome do médico Drauzio Varella, ocupou o espaço que havia para Lombardi fazer o filme. Emendando um trabalho no outro, ele se viu obrigado a dispensar a produção cinematográfica. Intitulado “Polícia Federal – A Lei é Para Todos”, o longa será co-dirigido por Marcelo Antunez e Roberto Santucci, especialistas em besteiróis, que trabalharam juntos antes em “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Segundo o produtor Tomislav Blaziac, o filme será o primeiro de uma trilogia e também deve render uma série de televisão. A produção está orçada em R$ 12 milhões e ainda não tem data de estreia definida. Vale lembrar que o cineasta José Padilha (série “Narcos”) também está preparando uma série sobre a Lava Jato para a plataforma de streaming Netflix.
Fofoca: Brad Pitt agora é acusado de violência contra seus filhos
As publicações especializadas em fofoca estão em polvorosa com a separação de Brad Pitt e Angelina Jolie. Depois que a fofoca da traição do ator com Marion Cotillard começou a fazer água, a desconstrução do caráter de Brad Pitt ganhou novas camadas de lama por iniciativa do TMZ. O site, que desde a primeira notícia do divórcio vem dando a entender que Brad seria drogado, bêbado e agressivo, agora afirma que ele está sendo investigado por “abusos verbais e físicos” contra seus filhos. A revista People apurou que haveria mesmo uma denúncia e que a investigação está sendo conduzida pelo Departamento de Crianças e Serviços Familiares de Los Angeles. “Brad foi entrevistado e está cooperando totalmente. O caso ainda está aberto”, disse uma fonte à publicação. Mas o TMZ aumenta, em busca de um escândalo, e afirma que a polícia de Los Angeles também está trabalhando no caso. Isto já foi desmentido. “Não há nenhuma investigação contra o Sr. Pitt”, disse um representante da LAPD à revista The Hollywood Reporter, que fez o que qualquer veículo sério faria: foi confirmar. “Entendemos que esses rumores estão aumentando, mas nunca recebemos alegações contra o Sr. Pitt nem iniciamos qualquer investigação. Esperamos que essa declaração acabe de vez com a boataria”. O Hollywood Reporter também foi checar com o Departamento de Crianças e Serviços Familiares de Los Angeles. A assessoria do órgão informou que não poderia confirmar nem negar a existência de qualquer investigação em curso, mas deu certeza que nenhum integrante do departamento falou com a mídia, dando a entender que se há citações publicadas, são mentirosas. Os relatos do TMZ e da People, porém, permanecem no ar e cheios de declarações de fontes anônimas, com detalhes sobre como o ator, bêbado, ficou agressivo com as crianças num voo em jato particular na quarta-feira passada (14/9). Ele teria começado a gritar e ficado “fisicamente” violento, mesmo após o pouso da aeronave, quando ainda teria tentado fugir em um caminhão de combustíveis. Ele não voltou para casa depois do incidente. O episódio motivou uma denúncia anônima para o serviço social, e o casal teria se separado no dia seguinte. De acordo com o TMZ, os atores já prestaram depoimento e os filhos do casal serão ouvidos em breve. “Ele está levando a situação a sério e diz que não cometeu nenhum abuso. É uma pena que as pessoas continuem a apresentá-lo da pior forma possível”, afirmou uma fonte da publicação. Brad Pitt recebeu os papéis do pedido de divórcio na segunda (19/9), mas a data do documento é de 15 de novembro, um dia após o suposto incidente. Na ocasião, o advogado de Angelina disse que a decisão “foi tomada pelo bem-estar da família” e avisou que Angelina Jolie não faria comentários. Até o momento, o ator tem evitado se pronunciar de forma contundente, como fez Cotillard, mas, segundo fontes do jornal inglês Daily Mail, não estaria gostando nada das justificativas para o divórcio que têm aparecido na mídia. Como Angelina Jolie montou um quartel general para lidar com a separação, há desconfiança de que as fofocas estejam partindo da equipe de sua esposa, visando retratar o ator como um mau caráter. Algumas reportagens sobre a separação já chamaram atenção para detalhes do contrato de casamento do casal. Entre outras peculiaridades, ele teria uma cláusula específica que diz que se Brad fosse infiel à Angelina, ela ficaria com a guarda das crianças. Há quem especule que este teria sido o motivo do surgimento do nome de Marion Cotillard na história. Outra forma de evitar que Brad brigue pela guarda das crianças é retratá-lo como drogado, bêbado e violento, como o TMZ tem ajudado a espalhar. Ou seja, esse melodrama de Hollywood pode deve ter ainda mais reviravoltas.
Rodrigo Lombardi viverá o juiz Sérgio Moro no filme da Lava-Jato
O ator Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”) vai viver o juiz federal Sérgio Moro no filme “Polícia Federal – A Lei é Para Todos”, que vai mostrar a trajetória da operação Lava-Jato. O longa será co-dirigido por Marcelo Antunez e Roberto Santucci, especialistas em besteiróis, que trabalharam juntos antes em “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Com estas credenciais, o que se pode esperar do projeto? Segundo o produtor Tomislav Blaziac, o filme será o primeiro de uma trilogia e também deve render uma série de televisão. A produção está orçada em R$ 12 milhões e ainda não tem data de estreia definida. Vale lembrar que o cineasta José Padilha (série “Narcos”) também está preparando uma série sobre a Lava Jato para a plataforma de streaming Netflix.
Polícia Militar do Rio protesta contra minissérie Justiça
A Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou um comunicado, via rede social, manifestando repúdio ao fato de a minissérie “Justiça”, da rede Globo, trazer um policial militar como vilão. “Justamente aquele profissional que defende a sociedade com a própria vida, que zela pela segurança do cidadão, que garantiu a tranquilidade dos Jogos Olímpicos”, diz a nota, assinada pelo coordenador de comunicação social da polícia, Oderlei Santos. “O que estará pensando a viúva ou um órfão de policial, herói de verdade, que perdeu sua vida no combate ao crime?”, questiona a nota. Na minissérie, o ator Enrique Diaz interpreta Douglas, um policial que planta drogas na casa da vizinha Fátima (Adriana Esteves) para se vingar do tiro que a mulher deu em seu cachorro, matando o animal. Fátima fica sete anos presa por causa da armação. Vale observar que a história se passa em Recife e não traz nenhuma referência à polícia do Rio. Mas para a PM carioca, esse tipo de programa “deseduca” as pessoas e estimula o desrespeito aos policiais. O comunicado termina sugerindo que os policiais militares e seus familiares mudem de canal e não assistam à minissérie. O protesto é válido, desde que se limite ao convite ao boicote. Mas já imaginou se vira moda e acirra? Vilão advogado: OAB ameaça tirar canal do ar com ação de inconstitucionalidade. Vilão jornalista: imprensa golpista faz chamamento para manifestação na Av. Paulista. Vilão operário: sindicato promete greve geral se tiver comparação com Lula. Vilão político: não passarão. Vilão na comissão do Oscar 2017: cineastas retiram candidaturas e pressionam por saída de membros. Já pensou?
Os Infiltrados, de Martin Scorsese, vai virar série do Amazon
A plataforma de streaming Amazon está desenvolvendo uma série baseada no filme “Os Infiltrados” (2006). Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo desenvolvido por Jason Richman, criador da série “Detroit 1-8-7” (cancelada na 1ª temporada em 2011), com participação do produtor e o estúdio do filme, respectivamente Roy Lee e a Warner. A série irá contar a terceira versão da história, que se originou como um filme policial de Hong Kong, o cultuado “Conflitos Internos”, escrito por Alan Mak e Felix Chong em 2002. Dirigido por Mak e Andrew Lau, o original é muito melhor que o superestimado remake americano e teve duas continuações, que deverão ajudar no desenvolvimento da trama seriada. O filme original abordava a máfia chinesa em Hong Kong, o remake de Martin Scorsese mudava o foco para a máfia irlandesa de Boston e a série vai focar uma gangue latina de Chicago. A premissa, porém, permanece a mesma: um policial vai se infiltrar na gangue, enquanto um criminoso começa a trabalhar disfarçado na polícia. Vale destacar que a maior diferença entre os dois filmes dizia respeito à conclusão da história. Na versão americana, mais moralista, ambos morriam, mas no filme de Hong Kong o criminoso sobrevivia para continuar a franquia. Ainda não há atores anunciados para a série, mas os protagonistas terão a dura missão de substituírem astros famosos, tanto no oriente quanto no ocidente, como Tony Leung e Andy Lau, e Leonardo DiCaprio e Matt Damon. Apesar do diretor Martin Scorsese ter se aventurado pelo universo nas séries, com as produções de “Boardwalk Empire” e “Vynil”, ele não está envolvido com a adaptação do filme, que lhe rendeu seu único Oscar – após perder por filmes muito superiores. Por sua vez, Jason Richman tem experiência com remakes, tendo escrito a versão americana de “Perigo em Bangkok” (2008), baseada no filme homônimo de 1999 dos irmãos Pang.
Amber Heard doa todo o dinheiro de seu divórcio de Johnny Depp
A atriz Amber Heard informou ter doado os US$ 7 milhões do seu acordo de divórcio com o ator Johnny Depp para a caridade. Em comunicado, ela afirmou dividiu a quantia total entre as organizações American Civil Liberties Union, dedicada a prevenir a violência contra as mulheres, e o Hospital de Crianças de Los Angeles, que tem apoiado há uma década. “Como descrito na ordem de restrição e no acordo do divórcio, dinheiro não teve nenhum papel para mim pessoalmente e não tem, exceto pelo fato de que eu posso doá-lo para a caridade e, fazendo isso, espero ajudar aqueles com menor capacidade para se defender”, declarou a atriz. O representante de Depp não respondeu aos pedidos para comentar a informação. Depp e a atriz entraram em acordo na terça-feira (16/8) para finalizar seu divórcio, um dia antes de uma sessão judicial sobre a acusação de violência doméstica contra o ator e quatro dias após um vídeo mostrando o ator bêbado e violento chegar na internet. O casal divulgou um comunicado conjunto chamando a relação entre eles de “intensamente passional e às vezes volátil, mas sempre ligada pelo amor”, acrescentando que “nunca houve qualquer intenção de danos físicos e emocionais”.
Johnny Depp e Amber Heard entram em acordo para finalizar seu divórcio
A separação tumultuada de Amber Heard e Johnny Depp chegou a uma conclusão. Após um vídeo causar estrago na internet, revelando o comportamento agressivo do ator, os advogados do casal chegaram a um acordo para o divórcio ser finalizado. Para encerrar seu casamento, o ator aceitou desembolsar uma quantia de cerca de US$ 7 milhões. Uma audiência conciliatória está marcada para esta quarta-feira (17/8) para que as partes oficializem o acordo. Segundo a agência Associated Press, a atriz deve retirar o processo por violência doméstica e anular a ordem de restrição temporária contra Depp ainda nesta semana. O advogado de Amber Heard emitiu um comunicado para confirmar as tratativas e afirmar que o assunto não será discutido publicamente. “Nosso relacionamento foi passionalmente intenso e às vezes volátil, mas sempre ligado por amor. Nenhum dos lados fez acusações falsas para ganhos financeiros. Nunca houve intenção de causar danos físicos ou emocionais. Amber deseja o melhor para Johnny no futuro. Amber vai doar os lucros do divórcio para uma caridade. Não haverá mais declarações públicas sobre esse assunto.” Depp, de 52 anos, e Heard, de 30, se conheceram durante a filmagem de “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e ficaram noivos em 2014, apesar de vários rumores sobre problemas em sua relação. Os dois estavam casados desde em fevereiro de 2015, em evento que teve duas cerimônias, uma delas na ilha particular do ator, nas Bahamas, com a presença de seus filhos, Lily Rose e Jack, e 50 convidados.
Vídeo flagra Johnny Depp bêbado e violento com Amber Heard
O site de celebridades TMZ publicou um vídeo que flagra o comportamento alterado de Johnny Depp em sua casa. Gravado por sua ex-mulher Amber Heard, o vídeo mostra o ator bêbado e se portando de forma violenta em sua cozinha, chutando móveis, batendo portas de armários e quebrando uma garrafa e um copo. A gravação aconteceu durante uma manhã e registra a perplexidade de Amber, que acabara de acordar. Ao final, Depp descobre a câmera e a joga longe. Mas, registre-se, em nenhum momento ataca a atriz, que o acusa de violência doméstica. Segundo fontes do site “TMZ”, o incidente teria sido gravado meses antes do dia 21 de maio, data em que a atriz afirma ter sido agredida por Depp. Durante o vídeo, o ator se mostra incoerente e com a voz embargada, jogando objetos no chão, até perceber a câmera. Assim que o vídeo chegou internet, Amber Heard divulgou um comunicado negando ter sido a responsável pelo vazamento. Ela disse ainda que “subestimou a repercussão” que seu divórcio tomaria e que pretende chegar a um acordo logo. Ela é aguardada em um tribunal de Los Angeles neste sábado (13/8), para depôr sobre a acusação de agressão. Na verdade, o depoimento estava marcado para sexta-feira, mas ela alegou uma “emergência” e conseguiu o adiamento. Na semana passada, a atriz chegou a aparecer no tribunal, mas, de acordo com os advogados de Johnny Depp, não conseguiu entrar na sala de depoimento, permanecendo por 11 horas em um cômodo adjacente “chorando e gritando”. As duas partes estão negociando um acordo há semanas e a expectativa era que o caso fosse resolvido sem a necessidade dos trâmites judiciais. Mas tudo muda de figura com o vazamento do vídeo. Ainda não houve reação oficial de Depp às gravações, mas o TMZ diz que fontes próximas ao ator garantem que o vídeo teria sido “fortemente editado” — o que impediria sua utilização em um possível julgamento — e que algumas partes em que Amber sorri e provoca o ex-marido foram cortadas. Além do mais, ela teria “forjado toda a situação”. Heard já tinha afirmado ter como provar as agressões sofridas com boletins médicos, áudios e vídeos, além de sete testemunhas, como sua amiga Raquel Pennington e o namorado dela, Joshua Drew, que estariam no mesmo prédio do ex-casal em 21 de maio, quando a atriz teria apanhado de Depp. Outra testemunha será Tillett Wright, com quem Amber estaria falando ao telefone no dia da agressão. O ator, por sua vez, listou 23 testemunhas a seu favor contra as acusações de violência doméstica, entre elas dois agentes policiais que responderam a uma chamada de emergência feita por sua ex-mulher. Depp, de 52 anos, e Heard, de 30, se conheceram durante a filmagem de “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e ficaram noivos em 2014, apesar de vários rumores sobre problemas em sua relação. Os dois estavam casados desde em fevereiro de 2015, em evento que teve duas cerimônias, uma delas na ilha particular do ator, nas Bahamas, com a presença de seus filhos, Lily Rose e Jack, e 50 convidados.
Making a Murder: Série de documentários do Netflix ajuda a inocentar jovem condenado
A investigação conduzida pela série de documentários “Making a Murderer”, do Netflix, pode tirar um dos condenados de sua história da prisão. Um juiz federal dos EUA anulou na sexta-feira (12/8) a condenação de Brendan Dassey, que estava há dez anos preso pelo estupro e morte da fotógrafa Teresa Halbach. Dassey, que tinha 16 anos quando foi condenado, em 2007, é sobrinho de Steven Avery, foco do documentário. Ele cumpria prisão perpétua por participação no crime e agora, aos 26 anos, deve ser libertado da prisão em até 90 dias, a menos que autoridades agendem um novo julgamento. Em sua decisão, o juiz William E. Duffin, de Wisconsin, cita exatamente os problemas apontados pela série, que sugere que a polícia interrogou Dassey de forma injusta, sem um advogado ou um parente presente. A série dá a entender ainda que o jovem era mentalmente incapaz e que foi coagido a confessar. O juiz foi categórico ao afirmar que o acusado teve os direitos violados, citando a idade de Dassey durante o processo, a ausência de um adulto durante o interrogatório, onde foi obtida sua confissão involuntária, e o seu déficit intelectual. “Os investigadores repetidamente afirmavam saber o que tinha acontecido no dia 31 de outubro e garantiram que Dassey não tinha nada com o que se preocupar”, o juiz escreveu em sua sentença. “Essas promessas falsas repetidas, quando consideradas em conjunto com os outros fatores relevantes, violam a Quinta e a Décima Quarta Emenda” da constituição americana. “Making a Murderer” investigou os bastidores do crime, que aconteceu em 2005, e apontou os problemas de condução do caso pela polícia. O depoimento do jovem acabou sendo crucial para a condenação dele e de seu tio, Avery, pela morte da fotógrafa. Avery permanece preso, e a decisão do juiz americano não interfere em sua condenação. Sua família trabalha até hoje para tentar provar a sua inocência. Foco do documentário, Avery esteve preso por 18 anos por tentativa de assassinato e agressão sexual, até que foi inocentado por um exame de DNA. Dois anos depois de ser libertado, ao pedir uma indenização milionária e denunciar policiais do condado de Manitowoc, ele voltou a ser condenado, desta vez à prisão perpétua, pelo homicídio da fotógrafa. A série sustenta a tese de que sua condenação e a de seu sobrinho foram injustas e resultado de manipulação, por parte da polícia, para incriminar e calar Avery. A produção de “Making a Murderer” acabou tendo uma grande repercussão nos EUA e o Netflix já encomendou uma 2ª temporada para suas responsáveis, a dupla de cineastas Moira Demos e Laura Ricciardi, que escreveram, dirigiram e produziram os dez episódios da atração.










