PT traça estratégia jurídica para usar filme sobre Operação Lava-Jato contra a Operação Lava-Jato
O PT pretende aproveitar a produção do filme sobre a Operação Lava-Jato, intitulado “Polícia Federal – A Justiça É para Todos”, para tentar prejudicar a própria Operação Lava-Jato, que investiga a corrupção federal realizada pelo partido político e seus aliados. Para este fim, já traçou uma estratégica jurídica. Na quarta-feira (5/4), três deputados federais do partido anunciaram que entrarão com representações contra agentes da Polícia Federal e contra o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava-Jato, devido ao filme. Os parlamentares disseram ter coletado indícios de irregularidades na ligação deles com a produção do longa-metragem, após o produtor Tomislav Blazic e atores relatarem à imprensa visitas à carceragem da PF e acesso ao material da investigação. Orçado em R$ 15 milhões, a produção também teve armas, uniformes, carros, helicóptero e avião cedidos pela Polícia Federal. De acordo com os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP), a representação pleiteando a “responsabilização criminal” dos agentes será protocolada na Procuradoria de Combate à Corrupção, em Brasília, na tarde desta quinta (6/4). Os parlamentares acusam os policiais de praticarem crimes de improbidade administrativa, peculato, abuso de autoridade e prevaricação por conta da ligação com o filme. “No direito público, aquilo que não é permitido, é proibido. Não há base legal para que a PF patrocine um filme que relate uma operação que ainda está em curso”, declarou Damous à imprensa. O deputado informou que o produtor do filme e os atores do elenco da produção serão listadas como testemunhas, “para confirmar ou desmentir as denúncias”. Contra Moro, os deputados pretendem acionar o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O juiz, que havia determinado que não houvesse filmagem da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março do ano passado, teria permitido que as imagens fossem cedidas à equipe do filme. Os deputados citaram uma entrevista do ator Ary Fontoura, que interpreta Lula no filme, na qual ele diz que teve acesso ao vídeo produzido pela PF. Acionado pela defesa de Lula no dia 23 do mês passado, Moro determinou que fosse apurada a responsabilidade criminal dos agentes policiais, e escreveu em despacho que “não cabe a este Juízo impor censura a veículos de comunicação ou mesmo à produção de algum filme”. “Ninguém pediu que ele funcionasse como censor. Pede-se que ele funcione como juiz, e que fizesse obedecer e respeitar as suas próprias determinações judiciais. Ele está incorrendo, no mínimo, em falta disciplinar, o que será apreciado pelo CNJ”, disse o deputado Wadih Damous. Os parlamentares também anunciaram que solicitaram a convocação do ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. “Houve violação do direito à privacidade”, explicou Damous. Os petistas apresentaram ainda requerimentos de pedidos de informação sobre o caso direcionados a Serraglio e ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra, protocolados na Câmara entre os dias 17 e 22 de fevereiro, que até o momento não foram respondidos. No fim do mês passado, o deputado Paulo Pimenta apresentou reclamação ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e ao ministro da Justiça, por conta do descumprimento da Lei de Acesso à Informação por conta da PF. Com direção de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis – , o filme tem estreia marcada para 31 de agosto.
Advogados de Lula entram com ação contra filme da Lava Jato
Os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva querem impedir a utilização de imagens da condução coercitiva do ex-presidente, que teriam sido gravadas pela Polícia Federal em março de 2016, para a reconstituição dos fatos no filme “Polícia Federal – A Lei é para Todos”, sobre a Operação Lava-Jato. A gravação, de cerca de duas horas, teria sido cedida pela polícia para os produtores darem maior veracidade às filmagens. Em petição ao juiz Sérgio Moro, na noite de quinta-feira (23/3), os advogados de Lula pediram ao New Group Cine & TV LTDA, responsável pela obra, que se abstenha de utilizar a gravação do depoimento de Lula. Os advogados lembram na petição que Moro determinou que o cumprimento do mandato não fosse gravado e, inclusive, que fosse evitada gravação pela imprensa do deslocamento do ex-presidente para a colheita do depoimento. No relatório apresentado pela Polícia constou apenas que foi gravado o depoimento de Lula, das 8h às 10h35m. Para a defesa de Lula, as imagens gravadas não podem ser fornecidas para subsidiar a produção de um filme, “objeto completamente estranho à investigação”. Os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin solicitaram a Moro que seja decretado sigilo absoluto sobre o vídeo e que seja divulgada a relação de todos os policiais que tiveram acesso ao material. Eles argumentam que a gravação, que começou no interior da residência de Lula, fere os preceitos éticos, morais e institucionais do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo (Decreto nº 1.171/94), que veda “uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros”. Foram relacionadas notícias de jornais e revistas que dizem que o filme dará destaque para a cena da condução coercitiva de Lula e sugerem que a obra pretende macular a imagem do ex-presidente num momento em que os institutos de pesquisa o apontam em 1º lugar na disputa presidencial de 2018. “Uma operação de proporções gigantescas e que envolve centenas de ‘personagens’, terá como cena principal a reconstituição da condução coercitiva do peticionário (Lula), sobre o qual não pesa condenação judicial em nenhuma instância, em claro juízo de seletividade que visa macular sua imagem perante a sociedade”, diz a defesa do ex-presidente. No filme dirigido por Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3″) e estrelado por atores da Globo, o papel de Lula é desempenhado pelo veterano Ary Fontoura (novela “Êta Mundo Bom!”).
Diretor de Star Trek: Sem Fronteiras vai filmar conflito entre a SWAT e os Panteras Negras
O diretor Justin Lin, responsável pelo filme “Star Trek: Sem Fronteiras” e a maior parte dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, prepara um novo filme. Ele vai dirigir o thriller de época “The Stand Off” para o Netflix. A trama é baseada em eventos reais, e mostrará o conflito entre a recém-criada tropa da SWAT e os Panteras Negras, organização formada por afrodescendentes durante os anos 1960, com o objetivo de formar uma milícia armada para monitorar e prevenir abusos racistas da polícia americana e realizar programas sociais para as comunidades carentes. Uma verdadeira batalha campal teve início quando a SWAT iniciou a primeira grande operação de sua história, ao tentar invadir o quartel-general da organização na Califórnia, em 1969, provocando um tiroteio que terminou com oito feridos. Por causa da ação desastrosa da polícia, a justiça entendeu que os militantes dos Panteras Negras agiram em legítima defesa ao se defenderem do ataque da SWAT. Mas a organização continuou a ser tratada como terrorista e seus membros caçados pelo FBI. Muitos foram assassinados em tiroteios ou presos com longas sentenças, mas a polícia também infiltrou agentes para causar brigas internas entre os militantes, até os Panteras Negras acabarem na virada para os anos 1980. Ainda não há elenco definido ou previsão de estreia para a produção.
Garoto propaganda da Friboi, Tony Ramos se diz surpreso com a operação Carne Fraca
O ator Tony Ramos (“Getúlio”), que é garoto propaganda da Friboi, se disse surpreso com as descobertas da operação Carne Fraca, investigação da Polícia Federal que encontrou uma série de irregularidades na produção e distribuição de carnes no Brasil – como carne vencida, podre e adulterada por substâncias cancerígenas vendidas à população por grandes frigoríficos. A JBS, dona da marca Friboi, é uma das empresas envolvidas no escândalo. Em entrevista ao site Ego, Tony Ramos disse não ter contato direto com a empresa. “Estou surpreso com esta notícia. Eu sou apenas contratado pela empresa de publicidade, não tenho nenhum contato com a JBS”, contou. Mas afirmou que compra produtos da Friboi. “Eu já visitei uma das fábricas, continuo comprando os produtos Friboi, eu tenho carnes deles agora no meu freezer e uso nos meus churrascos do fim de semana.” O ator também revelou que não pode impedir que sua imagem seja usada nas campanhas da empresa. “Eu espero que se apure a verdade, eles têm o direito das minhas imagens. Não sei se faria novamente (as propagandas). Se eles forem inocentados dos erros que estão sendo acusados, eu faria”, declarou.
Rodrigo Hilbert registra seu protesto diante do escândalo da operação Carne Fraca
O ator Rodrigo Hilbert (novela “Fina Estampa”), que apresenta o programa culinário “Tempero de Família” no canal pago GNT, registrou um protesto em sua conta no Instagram, diante do resultado da operação da Polícia Federal denominada “Carne Fraca”, que encontrou uma série de irregularidades na produção e distribuição de carnes no Brasil – como carne vencida, podre e adulterada por substâncias cancerígenas vendidas à população por grandes frigoríficos. Na rede social, o ator postou foto de espetos, que em vez de estarem com carnes, seguram papelões. “Minha vontade é começar a produzir os alimentos que vão para a mesa da minha família. Quem me dera poder dividir um pouquinho dessa iniciativa com vocês”, escreveu ele na legenda. O escândalo envolve as principais empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém a Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas. ????Minha vontade é começar a produzir os alimentos que vão para a mesa da minha família. Quem me dera poder dividir um pouquinho dessa iniciativa com vcs. #sonho #maosaobra #saudenamesa #maisrespeitoporfavor Uma publicação compartilhada por Rodrigo Hilbert (@rodrigohilbert) em Mar 17, 2017 às 5:46 PDT
Irmãos Dardenne dissecam o sentimento de culpa em A Garota Desconhecida
Como os escultores que retrabalham o mesmo granito em formas familiares, os irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne sempre contam histórias naturalistas, imediatas e contemporâneas, enraizadas na paisagem cinza e industrial da Seraing de língua francesa, perto de Liège. Nesse “A Garota Desconhecida”, a atriz francesa Adèle Haenel (da comédia “Amor à Primeira Briga”) interpreta Jenny Davin, uma médica local, sensível, consumida pela culpa quando uma jovem prostituta é encontrada morta perto do rio perto de seu consultório. A mulher morta tinha batido na porta de Jenny antes de ser assassinada – mas a médica ignorou o sinal. Claro, ela não tinha ideia de que a vítima estava correndo perigo, mas agora é atormentada pelo pensamento de que se tivesse aberto a porta, a menina ainda estaria viva, e é este tormento que alimenta o motor dramático de um filme que é sobre os fardos, mas também sobre o papel de observador que um médico assume ao exercer a profissão. A vida de Jenny parece se dividir em antes e depois do incidente. Antes, ela exercia sua função com um controle e um equilíbrio, que levaram seu auxiliar a desistir de ser médico. A austeridade, o rigor de Jenny em lidar com os pacientes incomodaram o pupilo. Depois do incidente, contudo, Jenny tornou-se instável. Até mesmo a firmeza que revelava ao tratar de seus pacientes, já não se opera da mesma forma. Ela passa a ser acometida por insegurança e dúvidas. Tudo isso é colocado em cena de forma sutil pelos irmãos Dardenne. Eles continuam a explorar os ritmos e rituais do dia a dia, mostrando o desequilíbrio em pequenos gestos. Na segunda parte do filme, Jenny compra um lote no cemitério para a garota não identificada e lança sua própria investigação sobre a morte. Nesse trecho, ocorre uma ruptura. Há uma abundância de suspeitas, e para um filme dos Dardenne, que sempre trabalham com histórias mínimas, chega a ser surpreendente nos deparamos com cenas mais movimentadas do que o esperado e duas reviravoltas. Será que os irmãos estariam rompendo com o estilo? Não, trata-se apenas de impressão. No final, é claro que Jenny ficará frente a frente com o culpado, mas a resolução do crime se estrutura de forma bem original: parece mais uma consulta do que uma revelação e apresenta inclusive um diagnóstico. É frio, certeiro e técnico-científico como uma sala cirúrgica. No fundo, durante todo o filme, a médica vive o mesmo dilema moral dos personagens de “O Filho” (2002) e também de “A Criança” (2005): será que há atos totalmente imperdoáveis, ou toda ação humana pode ser compreendida dentro de seu contexto, sempre individual e não-categorizável? A resposta, como sempre no cinema dos irmãos, aponta para o caminho da compreensão – menos porque os personagens o tornem realidade do que pela soma daquilo que acompanhamos e sentimos.
Intérprete de Samara em O Chamado é suspeita em investigação de morte
A atriz Daveigh Chase, que ficou conhecida por interpretar a menina Samara no filme “O Chamado” (2002), está sendo investigada pela polícia nos Estados Unidos. Segundo o site TMZ, ela fugiu após deixar um homem na porta de um hospital na madrugada do dia 15 de fevereiro. Ele morreu antes de receber atendimento médico. O homem, com quem a atriz teria saído horas antes, morreu por overdose, segundo resultado de exames. A atriz de 26 anos foi detida para prestar esclarecimentos à polícia e, de acordo com o site, afirmou que apenas tentou prestar socorro à vítima. Além de interpretar Samara, Daveigh foi a irmã de “Donny Darko” (2001) e a voz de Lilo no longa animado “Lilo & Stitch” (2002) e em sua série derivada (2003-2006). Seus últimos trabalhos foram filmes de terror com baixo orçamento e nenhuma repercussão.
Jared Leto vai estrear na direção com suspense do escritor de Los Angeles: Cidade Proibida
O ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida” vai fazer a sua estreia na direção de cinema. Segundo a Variety, ele vai comandar o suspense “77”. O roteiro foi originalmente desenvolvido pelo escritor James Ellroy (“Los Angeles: Cidade Proibida” e “Dália Negra”) e retrabalhado por David Matthews (série “Boardwalk Empire”). A trama se passa em Los Angeles, durante o ano de 1974, e acompanha dois policiais que tentam salvar uma garota sequestrada, enquanto investigam o assassinato brutal de um colega da polícia. Assim como nos livros de Ellroy, a investigação acaba por revelar um mar de corrupção e crime, além de uma sinistra conspiração. Leto já dirigiu clipes da sua banda 30 Seconds to Mars, curtas e episódios de séries de documentários. Com produção da Paramount Pictures, o longa ainda não tem previsão de estreia.
Mel Gibson será policial violento em novo thriller
Após a consagração em “Até o Último Homem”, Mel Gibson vai retomar a carreira de ator num thriller criminal intitulado “Dragged Across Concrete”. Segundo o site da revista Variety, o filme será dirigido por S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”) e também terá no elenco o ator Vince Vaughn, que, por coincidência, Gibson acaba de dirigir em “Até o Último Homem”. “Dragged Across Concrete” vai trazer Gibson e Vaughn como dois policiais violentos, que acabam suspensos quando um vídeo registrando uma abordagem deles chega à mídia. Sem dinheiro, os dois decidem entrar no mundo do crime para sobreviver e se afundam cada vez mais. O mais recente filme dirigido por Gibson, “Até o Último Homem”, foi indicada ao Oscar 2017 em seis categorias. Do mesmo modo, o último trabalho de Zahler, o western “Rastro de Maldade” (2015), também foi bastante reconhecido no circuito dos festivais e elogiado pela crítica. O lançamento de “Dragged Across Concrete” ainda não tem data prevista.
Leonardo DiCaprio vai caçar os primeiros mafiosos dos EUA em thriller baseado em fatos reais
Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) vai caçar os primeiros mafiosos dos EUA para a Paramount Pictures. Segundo o site Deadline, o astro fechou com o estúdio para estrelar e produzir a adaptação do livro “The Black Hand”, ainda inédito. A trama do escritor Stephan Talty conta a história de Joe Petrosino, chamado de “Sherlock Holmes italiano”, um imigrante que se tornou policial em Nova York no começo do século 20 e começou em 1903 a investigar uma gangue implacável que, como ele, também migrara da Itália para a América, especializando-se em sequestros e extorsões de outros italianos. A marca registrada da quadrilha era deixar com as vítimas um cartão de visitas com uma mão preta. A história é real e traça as origens da máfia siciliana nos EUA. Petrosino lutou contra os mafiosos por toda a sua carreira, até ser morto por eles. Mas não sem antes prender e deportar dezenas de criminosos. Segundo relatos, ele se dedicou a desbaratar a quadrilha da Mão Preta porque não queria que os italianos que migravam para os EUA fossem estereotipados como malfeitores. O estúdio está atualmente a procura de um roteirista para adaptar o romance.
Mischa Barton diz que foi vítima de Boa Noite Cinderela
A atriz Mischa Barton, até hoje mais lembrada como a Marissa da série “The OC”, disse que foi vítima do golpe conhecido como “boa noite, Cinderela”. Ela chegou a passar uma noite internada para avaliação médica, após os vizinhos chamarem a polícia na quinta (25/1), preocupados com o fato dela ter se pendurado no muro de sua casa e falar frases desconexas. A princípio, o comportamento errático despertou desconfiança de ser um problema ligado à sua saúde mental. Em comunicado publicado pela revista People, Mischa afirmou não ter problemas mentais, relatando que estava involuntariamente sob efeito de drogas. Alguém teria colocado a substância GHB, conhecida como droga do estupro, em sua bebida, durante uma festa que celebrava seu aniversário. “Na noite do dia 25, eu saí com um grupo de amigos para comemorar meu aniversário”, disse Mischa. “Enquanto tomava alguns drinks, percebi que algo não estava bem, porque meu comportamento começou a se tornar cada vez mais errático e isso se intensificou nas horas seguintes. Eu voluntariamente procurei ajuda médica e fui informada pela equipe que haviam me dado GHB. Depois de uma noite no hospital, estou em casa e passando bem. Gostaria de agradecer aos profissionais do Cedars-Sinai pelo seu ótimo cuidado e profissionalismo. Esta é uma lição a todas as mulheres jovens, tomem cuidado com o que acontece ao seu redor”, afirmou.
Mischa Barton é internada para avaliação psiquiátrica
A atriz inglesa Mischa Barton, que ficou conhecida pela personagem Marissa Cooper na série “The O.C.”, foi hospitalizada na quinta-feira (26/1), após se comportar de maneira “preocupante” no quintal de sua casa, em West Hollywood, Los Angeles. Ela foi levada voluntariamente pela polícia para avaliação de estado mental. Segundo o site TMZ, vizinhos acionaram a polícia preocupados após verem a atriz pendurada na cerca de casa falando frases desconexas, sobre sua mãe ser uma bruxa, o mundo estar se despedaçando e até citando Ziggy Stardust, um dos alter egos do cantor David Bowie. Em certo ponto, ela chegou a cair do lugar em que estava. Em 2009, a atriz de 31 anos já havia sido internada, na ocasião involuntariamente, para tratamento psiquiátrico. Desde então, sua carreira foi ladeira abaixo, acumulando dezenas de produções baratas lançadas diretamente em DVD.
Polícia pede quebra de sigilos para investigar ameaças de morte sofridas por Deborah Secco nas redes sociais
Após o desabafo de Deborah Secco no começo da semana, a Polícia Civil de São Paulo deu início à investigação das ameaças de morte sofridas pela atriz e sua família, inclusive sua filha Maria Flor, nas redes sociais. Deborah registrou queixa há cerca de quatro meses e revelou na segunda (16/1) que as investigações estavam paradas. “Não entrei com advogado no caso. Fui pessoalmente dar queixa na delegacia do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. E eles passaram para a delegacia de crimes virtuais. Desde então, não tive mais posição, só dizem que continuam investigando. Sempre entro em contato, mas nada até agora. Estou aguardando ansiosa. Segundo eles, o delegado responsável foi trocado”, explicou a atriz. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso é investigado pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e pela Delegacia de Fraudes Patrimoniais Praticadas por Meios Eletrônicos. Nesta semana, foram solicitados a quebra de sigilo de usuários de sites e de empresas de telecomunicação para se descobrir o responsável.












