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    Olivia Wilde e Harry Styles estariam namorando

    5 de janeiro de 2021 /

    O site Page Six, do jornal New York Post, publicou uma foto em que a atriz e diretora Olivia Wilde aparece de mãos dadas com o cantor Harry Styles. A foto foi tirada durante um passeio no primeiro fim de semana do ano, quando eles compareceram ao casamento de Jeff Azoff, empresário de ambos. De acordo com a publicação, os noivos usaram o carro conversível de Styles para chegarem no evento, enquanto a atriz e o cantor foram levados junto com os demais convidados em um ônibus. A revista People também buscou saber mais sobre o possível romance e encontrou uma fonte que confirmou o namoro. “Eles estão namorando há algumas semanas”, relatou o suposto insider. A imprensa já especula que o relacionamento tenha começado nos bastidores do filme “Don’t Worry Darling”, que é dirigido por Wilde e estrelado por Styles. O longa ainda está sendo filmado e não tem previsão de estreia, mas, no começo da produção, a atriz não escondeu sua felicidade por contar com a participação do cantor no elenco. “Eu fiz uma pequena dança da vitória”, confessou Wilde para a revista Vogue. A atriz de 36 anos terminou seu casamento de nove anos com o comediante Jason Sudeikis no início de 2020, enquanto o cantor de 26 anos está solteiro desde 2018, quando se separou da modelo Camille Rowe. Harry Styles and Olivia Wilde twin in Gucci at Jeff Azoff's wedding https://t.co/TWvibon6J7 pic.twitter.com/VRjaZRKwxP — Page Six (@PageSix) January 4, 2021

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    Olivia Wilde e Jason Sudeikis se separam

    14 de novembro de 2020 /

    O casal Olivia Wilde e Jason Sudeikis se separou depois de um relacionamento de quase 10 anos. De acordo com a revista People , a atriz-diretora e o comediante se separaram amigavelmente e sem causar alarde no início deste ano. “Tem sido amigável e eles fizeram a transição para uma ótima rotina de pais separados. Os filhos são a prioridade e o coração do relacionamento da família”, disse uma fonte da publicação. Eles dividem dois filhos, Otis Alexander, de 6 anos, e Daisy Josephine, de 4. Como a separação foi feita em sigilo, não está claro o que causou o fim da relação, mas suas carreiras sofreram grandes reviravoltas desde que ela virou diretora e ele passou a estrelar uma série, com o trabalho levando-os para cidades e até países diferentes. Atualmente, Olivia está filmando seu segundo longa como diretora, “Don’t Worry Darling”, estrelado por Florence Pugh e Harry Styles, enquanto Jason viaja à Inglaterra para iniciar a produção da 2ª temporada de “Ted Lasso”, série da Apple TV+. O namoro de Jason e Olivia começou em 2011, quando eles se conheceram numa festa depois da gravação do programa “Saturday Night Live”. Como Jason descreveu em 2016, “nós nos demos bem naquela noite.” Dois anos depois, ficaram noivos. Mas não tiveram pressa em se casar. Em vez disso, deram as boas-vindas ao filho Otis primeiro. Com a maternidade, Olivia disse que não via mais sentido em oficializar o compromisso. Ela explicou: “Antes de você ter um filho, o casamento é o compromisso e a promessa definitiva um para o outro, e então, quando você tem um filho, é como, ‘Oh, já estamos comprometidos até o pescoço’.”

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    Filme com Harry Styles tem produção paralisada após teste positivo de covid-19

    5 de novembro de 2020 /

    O estúdio New Line paralisou temporariamente a produção do filme “Don’t Worry Darling”, dirigido por Olivia Wilde (“Fora de Série”), após um membro da produção testar positivo para covid-19. As estrelas da produção, que incluem Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”), Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o cantor Harry Styles (“Dunkirk”) foram colocadas em quarentena. O filme está seguido protocolos rígidos de segurança e o teste positivo surgiu durante os exames de rotina – o que se tornou um risco ocupacional comum na volta aos trabalhos durante a pandemia. A produção não revelou quem deu positivo, mas fontes ouvidas pelo site Deadline garantiram que não foi ninguém do elenco principal. A paralisação deve durar duas semanas, de acordo com as práticas previstas de quarentena. “Don’t Worry Darling” começou a ser filmado no mês passado e já conta com algumas semanas de filmagens finalizadas. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo, mas a trama se passa numa comunidade isolada e utópica dos anos 1950 no deserto da Califórnia, e a protagonista é uma dona de casa que descobre uma verdade perturbadora sobre sua vida aparentemente perfeita. O roteiro foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke, e foi reescrito por Katie Silberman, coautora do roteiro de “Fora de Série”, a estreia de Olivia Wilde na direção. Wilde também vai atuar no filme, mas o destaque principal será para Pugh, atriz em ascensão, que também estrela “Viúva Negra”, próximo lançamento da Marvel nos cinemas. As paralisações por testes positivos de covid-19 se tornaram parte do “novo normal” de Hollywood, aumentando o período de filmagens. Entre as produções que precisaram ser suspensas por quarentenas incluem-se o novo Batman, após Robert Pattinson dar positivo, e os próximos “Jurassic World” e “Missão: Impossível”. Enquanto os grandes estúdios podem programar as atuais paradas esporádicas em seus orçamentos, os filmes indies não tem esta opção, especialmente porque as seguradoras não estão fazendo apólices para garantir produções afetadas pelo coronavírus.

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    Jared Leto diz ter começado malhação para estrelar Tron 3

    16 de setembro de 2020 /

    O ator Jared Leto revelou em seu Instagram que a produção de “Tron 3” será o próximo filme de sua agenda. Após indicar que o título do filme pode ser “Tron: Ares”, ele compartilhou uma foto em que aparece com músculos definidos para o filme da Disney. “Começando a malhação para ‘Tron’… vão se juntar a mim?”, escreveu o ator na legenda da foto. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e seu papel deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado” (2010), a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. No mês passado, o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas em 2022, a tempo de celebrar os 40 anos do filme original. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original acompanhava Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que viajava ao mesmo mundo virtual para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980. A missão não é bem-sucedida, mas ele escapa ao final na companhia de um avatar digital, Quorra. Ver essa foto no Instagram Starting the Tron workout 🏋🏻…join me? Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 15 de Set, 2020 às 11:32 PDT

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    Harry Styles vai estrelar suspense de Olivia Wilde

    11 de setembro de 2020 /

    O cantor Harry Styles foi escalado em “Don’t Worry Darling”, suspense dirigido por Olivia Wilde (“Fora de Série”). Três anos depois de fazer sua estreia como ator em “Dunkirk”, o ex-One Direction vai contracenar com Florence Pugh (indicada ao Oscar por “Adoráveis Mulheres”) e Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) no filme. Ele substitui Shia LaBeouf, que precisou se afastar do projeto por conflitos de agenda. O roteiro de “Don’t Worry Darling” foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke, e foi reescrito por Katie Silberman, coautora do roteiro de “Fora de Série”. A trama se passa em uma comunidade isolada no deserto da Califórnia (EUA), nos anos 1950, onde uma dona de casa descobre uma verdade perturbadora sobre sua vida aparentemente perfeita. Wilde também vai atuar no filme, mas o destaque principal será para Pugh, atriz em ascensão, que também estrela “Viúva Negra”, próximo lançamento da Marvel nos cinemas. A produção está a cargo do estúdio New Line, que disputou os direitos de “Don’t Worry Darling” com serviços de streaming, apostando em Wilde, recém-transformada em diretora com a comédia adolescente “Fora de Série”. Lançado no ano passado, “Fora de Série” fez boa bilheteria e arrancou muitos elogios a crítica, chegando a render a Wilde o prêmio de Melhor Filme de Estreia no Film Independent Spirit Awards, a premiação do cinema americano independente. Antes desse trabalho, ela era mais conhecida por ter vivido a médica Thirteen (Treze) na série “House” e a heroína Quora em “Tron: O Legado”.

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    Olivia Wilde vai dirigir filme do Aranhaverso da Sony

    19 de agosto de 2020 /

    A Sony Pictures contratou Olivia Wilde para dirigir e desenvolver um projeto secreto baseado em personagem da Marvel. A informação é do site Deadline, que afirma que se trata de uma produção centrada em uma heroína do Aranhaverso, possivelmente a Mulher-Aranha. O estúdio preferiu não comentar a notícia. Mas o Deadline deu a ficha completa da produção. O filme será escrito por Katie Silberman e terá produção de Amy Pascal, a ex-chefe do estúdio que é responsável pelas produções do Aranhaverso. Silberman escreveu a comédia que lançou a nova carreira de Wilde como diretora, a elogiada comédia adolescente “Fora de Série” (2019), e as duas ainda estão juntas em mais dois projetos, o thriller psicológico “Don’t Worry Darling”, que Wilde também vai estrelar, e um filme de Natal na Universal, que, por sinal, tem produção de Pascal. Elas esperam fazer estes filmes antes do longa da Sony/Marvel. A Mulher-Aranha tem sido o alter-ego de vários personagens nos quadrinhos do Homem-Aranha ao longo dos anos, incluindo Gwen Stacy, Mary Jane Watson e Jessica Drew, que foi a primeira a usar o traje da heroína no final dos anos 1970. Já que o conceito está sendo totalmente reformulado por Wilde, não se sabe qual versão o filme vai abordar. O projeto tem sido uma prioridade da Sony desde o início do ano, mas Wilde quase o dispensou, porque sua agenda começou a encher rapidamente. No final, pesou a vontade de dirigir um filme de super-heróis, que marcará a transição completa da estrela, após papéis na série “House” e em “Tron: O Legado” (2010), como uma cineasta do primeiro time de Hollywood.

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    Jared Leto confirma que vai estrelar continuação de Tron: O Legado

    10 de agosto de 2020 /

    A Disney avançou com a esperada continuação do filme “Tron: O Legado”, lançado há dez anos. O ator Jared Leto (o Coringa de “Esquadrão Suicida”) confirmou sua escalação na produção. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e nesta segunda (10/8) postou no Twitter: “Estou muito animado e orgulhoso de confirmar que SIM, vou estrelar ‘Tron’. Vamos trabalhar o máximo que pudermos para criar algo que espero que todos vocês amem. Temos algumas ideias muito especiais reservadas para todos vocês…” Ele ainda acrescentou: “Tenho grande gratidão pela oportunidade de dar vida a este filme, especialmente porque tanto o videogame original quanto o filme me afetaram profundamente quando eu era uma criança. O fato de fazer parte deste novo capítulo é alucinante”. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o site The Hollywood Reporter revelou que o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas a tempo de refletir os 40 anos do filme original. Além do diretor recém-contratado, a equipe inclui o roteirista Jesse Wigutow, que só tem um lançamento de cinema no currículo, a comédia “Acontece nas Melhores Famílias” de 2003. O papel de Leto deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado”, a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original contava a história de Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que entrava no mesmo mundo digital para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980, e ao final escapava acompanhado por uma mulher digital, Quorra. I am so very excited and proud to confirm that YES – I will be starring in TRON. We will work as hard as we possibly can to create something that I hope you all will love. We have some very special ideas in store for you all…🤗 See you in the grid!👨🏼‍🎤 — JARED LETO (@JaredLeto) August 10, 2020

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    Academia convida 819 novos membros para votar no Oscar, incluindo seis brasileiros

    1 de julho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou nesta terça-feira (30/6) uma lista com 819 novos membros que integrarão a entidade, responsável pela premiação do Oscar. Dando sequência a seu empenho de aumentar a diversidade, a lista tem integrantes de 68 nacionalidades, inclusive do Brasil. Os novos representantes nacionais são Mariana Oliva e Tiago Pavan, produtores do documentário “Democracia em Vertigem”, que foi indicado ao Oscar 2020. A diretora do filme, Petra Costa, já faz parte da Academia desde 2018. Outros representantes do cinema brasileiro que ganham direito a voto são o animador Otto Guerra (“A Cidade dos Piratas”), a montadora Cristina Amaral (“Um Filme de Verão”) e os documentaristas Julia Bacha (“Naila and the Uprising” e “Budrus”) e Vincent Carelli (“Martírio” e “Corumbiara”). Entre os 819 novos votantes, 49% vem do exterior dos EUA, 45% são mulheres e 36% não são brancos – ou, na definição da Academia, pertencem a “comunidades étnicas que eram pouco representadas”. Destaque da lista, toda a equipe principal do filme sul-coreano “Parasita”, grande vencedor do Oscar 2020, do elenco à produção, foi convidada para integrar a Academia. Além deles, a mexicana Yalitza Aparicio, que protagonizou “Roma”, a chinesa Zhao Tao (“Amor até as Cinzas”), o chinês Tzi Ma e suas colegas americanas Awkwafina e a diretora Lulu Wang, que brilharam juntos no filme “A Despedida” (The Farewell), a atriz de origem nigeriana Cynthia Erivo (“Harriet”), o sudanês Alexander Siddig (“Submersão”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Eva Longoria (“Dora e a Cidade Perdida”), James Saito (“Meu Eterno Talvez”), Constance Wu (“As Golpistas), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rob Morgan (“Luta por Justiça”), Niecy Nash (“Pequena Grande Vida”), Teyonah Parris (“Se a Rua Beale Falasse”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Zazie Beetz (“Coringa”) são alguns dos atores representantes de minorias que passarão a eleger os melhores do cinema. Na relação de atores brancos, destacam-se a estrela e diretora Olivia Wilde (“Fora de Série”), Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Natasha Lyonne (“American Pie”), o australiano Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”), o inglês George MacKay (“1917”), a inglesa Florence Pugh (“Pequenas Mulheres”), a francesa Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) e o alemão Udo Kier, visto mais recentemente no filme brasileiro “Bacurau”. Já a eclética listagem de diretores abrange nomes do novo terror, como Ari Aster (“Midsommar”) e Robert Eggers (“O Farol”), novatos franceses, como Ladj Ly (“Os Miseráveis”) e Mati Diop (“Atlantique”), e veteranos ingleses, como Terence Davies (“Vozes Distantes”) e Wash Westmoreland (“Colette”).

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    Dakota Johnson negocia papel no novo filme dirigido por Olivia Wilde

    14 de maio de 2020 /

    A atriz Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) está em negociações para se juntar ao elenco estelar de “Don’t Worry, Darling”, um thriller psicológico que será dirigido pela atriz Olivia Wilde. Caso feche contrato, Johnson vai se juntar a Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”), Shia LaBeouf (“Transformers”) e à própria Wilde no elenco da produção. Embora o enredo do filme não tenha sido divulgado, “Don’t Worry, Darling” vai se passar em uma comunidade utópica e isolada no deserto da Califórnia nos anos 1950. Segundo a revista Variety, a produtora New Line resolveu aposta alto e atrair grandes estrelas para o projeto devido ao sucesso da estreia de Wilde atrás das câmeras. Lançada no ano passado, a comédia adolescente “Fora de Série” fez boa bilheteria e arrancou muitos elogios a crítica, chegando a render a Wilde o prêmio de Melhor Filme de Estreia no Film Independent Spirit Awards, a premiação do cinema americano independente. Antes desse lançamento, ela era mais conhecida por ter vivido a médica Thirteen (Treze) na série “House” e a heroína Quora em “Tron: O Legado”. O roteiro de “Don’t Worry Darling” foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke, e foi reescrito por Katie Silberman, coautora do roteiro de “Fora de Série”. A equipe também inclui a cineasta Catherine Hardwicke (de “Crepúsculo”) como produtora executiva, ao lado dos executivos do estúdio Vertigo Entertainment, Roy Lee e Miri Yoon.

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    Olivia Wilde vai dirigir Chris Pine, Florence Pugh e Shia LaBeouf em seu segundo filme como cineasta

    25 de abril de 2020 /

    A atriz Olivia Wilde definiu um time de peso para seu segundo filme como diretora. Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”) e Shia LaBeouf (“Transformers”) vão estrelar “Don’t Worry Darling” (não se preocupe, querida, em tradução literal), que será financiado pelo estúdio New Line (divisão da Warner). A produção é um thriller psicológico de época, ambientado em uma comunidade no deserto da Califórnia nos anos 1950. Wilde também vai atuar no filme, mas o destaque principal será para Pugh, estrela em ascensão, que vai estrelar “Viúva Negra”, próximo lançamento da Marvel nos cinemas. Segundo a revista Variety, a New Line resolveu aposta alto em “Don’t Worry Darling” devido ao sucesso da estreia de Wilde atrás das câmeras. Lançada no ano passado, a comédia adolescente “Fora de Série” fez boa bilheteria e arrancou muitos elogios a crítica, chegando a render a Wilde o prêmio de Melhor Filme de Estreia no Film Independent Spirit Awards, a premiação do cinema americano independente. Antes desse lançamento, ela era mais conhecida por ter vivido a médica Thirteen (Treze) na série “House” e a heroína Quora em “Tron: O Legado”. O roteiro de “Don’t Worry Darling” foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke, e foi reescrito por Katie Silberman, coautora do roteiro de “Fora de Série”. A equipe também inclui a cineasta Catherine Hardwicke (de “Crepúsculo”) como produtora executiva, ao lado dos executivos do estúdio Vertigo Entertainment, Roy Lee e Miri Yoon.

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    Olivia Wilde reúne doutores da TV em vídeo de apoio aos médicos da vida real

    8 de abril de 2020 /

    A atriz e cineasta Olivia Wilde reuniu algumas das maiores estrelas de séries médicas da TV americana num vídeo postado na terça (7/4), Dia Mundial da Saúde, para agradecer aos médicos da vida real, que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus. Para quem não lembra, Wilde interpretou Thirteen (Treze), médica da série “House”. O vídeo reúne outros cinco integrantes da atração (Omar Epps, Jennifer Morrison, Lisa Edelstein, Peter Jacobson e Kal Penn), além de “doutores” de outras séries famosas, como “Grey’s Anatomy” (Patrick Dempsey, Sandra Oh e Kate Walsh), “E.R./Plantão Médico” (Maura Tierney e Julianna Margulies), “Scrubs” (Zach Braff, Donald Faison e Sarah Chalke), “Nurse Jackie” (Eddie Falco), “Tal Pai, Tal Filho” (Neil Patrick Harris) e a novata “The Good Doctor” (Freddie Highmore”), além de Jennifer Garner, que interpretou uma médica no filme “Clube de Compras Dallas”; “Em nome de médicos falsos em todos os lugares, queremos agradecer aos super-heróis reais da saúde na linha de frente desta crise. Neste Dia Mundial da Saúde, considere fazer uma doação para comprar recursos essenciais para esses socorristas que estão arriscando suas vidas por nós”, escreveu ela, pedindo ajuda para a campanha Firt Responders First, que visa doar materiais e recursos aos profissionais da saúde que lidam diretamente com os infectados nos EUA. Veja o vídeo abaixo. Ver essa foto no Instagram On behalf of fake doctors everywhere, we want to thank the actual healthcare superheroes on the front lines of this crisis. On this #worldhealthday please consider donating to buy essential resources for these first responders who are risking their lives for us. Thriveglobal.com/firstresponders #firstrespondersfirst ELBOW BUMPS to my favorite fake docs : @patrickdempsey @nph @donald_aison @zachbraff Julianna Margulies Maura Tierney @_sarahchalke @ediefalco @lisaedelstein @jennifermorrison @omarepps @realpjacobson @kalpenn @iamsandraohinsta @katewalsh @freddiehighmore @jennifer.garner And my friend and super-editor @jamie_egan !!! Uma publicação compartilhada por Olivia Wilde (@oliviawilde) em 7 de Abr, 2020 às 4:35 PDT

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    O Caso Richard Jewell faz o que denuncia, com estereótipos e manipulação

    19 de janeiro de 2020 /

    Dirigido pelo veterano Clint Eastwood, “O Caso Richard Jewell” narra a história real do personagem-título, um segurança que salvou a vida de centenas de pessoas quando uma bomba explodiu em Atlanta, durante as Olimpíadas de 1996. Jewell (interpretado por Paul Walter Hauser) sempre sonhou em proteger o país e em ter o devido reconhecimento pelos seus serviços. Tudo se tornou realidade rapidamente. O simpático segurança se tornou herói nacional, foi parar nas capas de jornais e na TV. Editoras começaram a procurá-lo, interessadas em transformar a sua história em um livro. Mas o sonho durou pouco e logo se transformou em pesadelo. Em pouco tempo, aos olhos da mídia e do público, o heroísmo de Richard Jewell foi substituído pela vilania. Jewell se tornou suspeito da autoria do atentado e os mesmos jornais que antes bradejavam os seus atos passaram a condená-lo. As discussões acerca da manipulação da mídia e de fake news são pertinentes e atuais, mas a narrativa de Eastwood é anacrônica. O diretor investe em personagens caricatos, como a repórter sem escrúpulos (interpretada por Olivia Wilde), constantemente em busca da matéria de capa, e o agente durão do FBI (John Hamm), incapaz de assumir os seus erros. Nenhum desses têm o devido desenvolvimento porque, em outra época, isso não era necessário. O estereótipo, antes, era suficiente. Felizmente, a abordagem rasteira dos coadjuvantes é compensada pelo trio principal. Kathy Bates interpreta a mãe do protagonista com sensibilidade, delicadeza e emoção. E Sam Rockwell demonstra seu carisma característico no papel do advogado que aceita defender Jewell mesmo a contragosto. Mas o grande destaque é de Houser, capaz de tornar crível um sujeito que, nas mãos de um ator menos talentoso, seria apenas outro estereótipo. Afinal, Richard Jewell é um personagem complexo. Ele se equilibra entre o atencioso e o impertinente, o prestativo e o incômodo. Condicionado a aceitar e adorar a autoridade, ele não questiona as ações dos agentes federais, até quando eles abusam do poder. Em vez disso, ele se oferece para ajudá-los, sabendo que esta ajuda possa acabar condenando-o. Mais do que isso, Richard Jewell não é o típico herói. Acima do peso, solteiro e morando com a mãe, o protagonista carrega consigo as características “do perfil do terrorista solitário”, segundo aponta o agente do FBI. A falta de provas contra ele é irrelevante. Aos olhos das autoridades e da mídia ele “parece culpado”, e isso é suficiente. Há uma ironia em tudo isso, já que Eastwood usa estereótipos para denunciar o uso de estereótipos, e manipula a trama – inclusive com supostas fake news, que estão sendo contestadas na justiça, em relação ao papel da repórter – para atacar a manipulação de informação pela mídia. Para fazer defender a reputação de uma pessoa, destrói a de outra sem provas. Pegou especialmente mal uma cena do roteiro de Billy Ray (“Projeto Gemini”) que mostra o agente do FBI vazando informações à imprensa em troca de sexo. Para completar, logo a trama mostra a repórter tendo crises de consciência de uma hora para a outra. “O Caso Richard Jewell” expressa a visão política de Eastwood em relação à mídia, que é mesma de Donald Trump. Mas o foco permanece, como na maior parte de sua filmografia, no heroísmo individual. Não por acaso, ele já contou história muito parecida, ao explorar a linha tênue que separa a percepção de heroísmo e vilania, em “Sully: O Herói do Rio Hudson”.

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    Novo filme de Clint Eastwood gera polêmica ao mostrar jornalista trocando sexo por informação

    21 de novembro de 2019 /

    O novo filme de Clint Eastwood, “O Caso Richard Jewell” (Richard Jewell), causou polêmica em sua première, realizada na quarta (20/11) em Los Angeles (EUA), por conta de uma cena envolvendo a jornalista Kathy Scruggs, vivida por Olivia Wilde. O filme é baseado num caso real, mas tem uma cena que mostra Scruggs prometendo sexo para o agente do FBI Tom Shaw (interpretado por Jon Hamm) em troca de informações. Não há relatos de que isso tenha acontecido de verdade. A cena teria a função de diminuir a importância da investigação jornalística de Scruggs, que foi a repórter responsável por identificar Richard Jewell (Paul Walter Hauser) como suspeito do atentado à bomba no Centennial Olympic Park, em Atlanta (EUA). Mais tarde, a acusação contra Jewell, um segurança do parque que virou herói por encontrar a bomba em primeiro lugar, além de ter organizado a evacuação do público que estava no local, provou-se falsa. O atentado de Atlanta, em 1996, deixou um morto e mais de 100 feridos. A revista The Hollywood Reporter procurou o atual editor do jornal em que Scruggs trabalhava, o Atlanta Journal-Contitution. Kevin Riley confirmou que leu uma versão do roteiro e fez objeções à cena para os produtores. “Roteiros passam por muitas revisões. Eu só esperei, de boa fé, que eles seguissem um caminho diferente. Esta é uma história naturalmente dramática. Não entendi o porquê de acrescentar um detalhe que não é só insultante, como também desnecessário”, comentou Riley. O editor também apontou que a caracterização de Scruggs é injusta, especialmente porque ela não está aqui para se defender. A jornalista morreu em 2001, vítima de uma overdose de remédios. “Em uma época na qual o jornalismo está sendo atacado por todos os lados, é lamentável que um filme caia nesse tipo de clichê, que reforça um estereótipo falso [de que jornalistas trocam informações por sexo]”, completou o editor. O pôster da produção diz: “O mundo saberá seu nome e a verdade”. “O Caso Richard Jewell” tem estreia marcada para 2 de janeiro no Brasil, três semanas após o lançamento comercial nos Estados Unidos. Veja o trailer legendado abaixo.

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