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    Ator dos Vingadores vai estrelar a 2ª temporada de Altered Carbon na Netflix

    27 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série de ficção científica “Altered Carbon” para a 2ª temporada. O anúncio foi feito quase seis meses após a exibição da temporada inaugural. Além de relatos de uma audiência pouco espetacular, a demora para definir a continuação se deveu também à necessidade de substituir o protagonista. Diante da indecisão da plataforma em continuar com a produção, o ator Joel Kinnaman entrou em outra série, “Hannah”, adaptação do filme homônimo para a Amazon. “Altered Carbon” vai continuar com outro intérprete. Anthony Mackie, que vive o Falcão nos filmes dos Vingadores da Marvel, assumirá o papel de Takeshi Kovacks. A mudança não é das mais inusitadas, graças à premissa da série. “Altered Carbon” se passa num futuro, em que a mente humana foi digitalizada e as pessoas podem passar todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme forem envelhecendo. O personagem principal, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks que explicam a trama. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e a 1ª temporada ainda incluiu em seu elenco James Purefoy (de “The Following”), Martha Higareda (“McFarlane dos EUA”), Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). Caso a série siga a história dos livros, praticamente todo esse elenco também ficará pelo caminho. É que o segundo volume, “Broken Angels”, passa-se 30 anos após a primeira história e em outro lugar do universo, em meio a uma guerra interplanetária. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia.

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    Ator de Gossip Girl não irá a julgamento após ser acusado de estupro por três mulheres

    27 de julho de 2018 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, não irá a julgamento após sofrer acusações de estupro de três mulheres. O processo foi abandonado pelos promotores de Los Angeles, que anunciaram nesta sexta (27/7) não terem “evidências insuficientes” para levar o caso ao tribunal. A atriz Kristina Cohen (“Ladies Like Us”) fez a primeira acusação contra Westwick em novembro do ano passado, relatando no Facebook que o ator a havia convidado para a sua casa em Los Angeles e a estuprado em seu quarto. Ele imediatamente se pronunciou, dizendo-se inocente e que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras mulheres se manifestaram. Aurelie Lynn e Rachel Eck se juntaram a Cohen na tentativa de mover um processo contra Westwick. Segundo os promotores, duas das mulheres conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Outras supostas vítimas de Westwick também abordaram os promotores para relatarem casos de assédio, mas os crimes relatados já haviam prescrito. A advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, o ator foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, inclusive a série britânica “White Gold”, que estrelava, sendo substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.

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  • Série

    Ministério Público Federal intima Netflix por série que a plataforma não lançou

    27 de julho de 2018 /

    O Ministério Público Federal de Minas Gerais resolveu caçar drag queens animadas. Em nota divulgada na quinta (26/6), o procurador da República Fernando de Almeida Martins escreveu ser “necessária a intervenção do poder público” contra a exibição da série animada “Super Drags” na Netflix. Embora anunciada, a série não foi lançada, e a manifestação se faz sem que ninguém tenha visto seu conteúdo. A intimação ecoa, em vários pontos, uma manifestação anterior da Sociedade Brasileira de Pediatria. E usa argumentos similares ao grupo religioso americano Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão), que pediu o cancelamento da produção. Como o Ministério Público não tem poder de censura, proibida pela Constituição Federal – embora incentivada pelos grupos de pressão – , o texto que fala em “intervenção” é “apenas” uma afronta ao Artigo 5º, que usa a defesa de direitos das crianças e do consumidor como escudo para se sobrepor à lei maior. Com a desculpa de “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas, principalmente quando se trata do uso de uma linguagem que é, essencialmente, do universo infantil — como é o caso dos desenhos animados”, o texto ignora propositalmente a grande quantidade de outras séries animadas adultas já disponíveis na própria Netflix, além da TV paga. Todas são “o caso dos desenhos animados”. A única diferença de “Super Drags” em relação a outras produções adultas é que traz super-heróis LGBTQIA+. O MPF destaca que “vários estudos internacionais importantes comprovam os efeitos nocivos, entre crianças e adolescentes, desse tipo de exposição”. “É preciso lembrar que o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece o respeito à integridade, inclusive com relação aos valores”, escreve Fernando de Almeida Martins, sugerindo que o problema está mesmo no conteúdo LGBTQIA+. É a mesma linha de raciocínio de quem também ataca, por exemplo, a adoção de menores abandonados por casais LGBTQIA+, e que considera homossexualidade como perversão sexual – contra o texto constitucional que define: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. O procurador ainda cobra responsabilidade da Netflix para fornecer a classificação indicativa da série e a proíbe de disponibilizar a produção em seu menu infantil. Para completar, dá prazo de 30 dias para a Netflix cumprir a “recomendação”. Recomendação, como se sabe, não tem prazo para ser cumprida. O absurdo da situação ultrapassa o surrealismo mais delirante. Afinal, a série não foi lançada ainda. E nem estará disponível daqui a 30 dias. Produzida pelo brasileiro Combo Estúdio, tudo o que se viu de “Super Drags”, por enquanto, foi um teaser, de 27 segundos. A produção não foi finalizada e, por isso, ainda não se sabe qual será sua data de estreia, muito menos sua classificação indicativa, cuja implementação não depende da boa vontade da Netflix, mas da Coordenação de Classificação Indicativa (Cocind) do Departamento de Promoção de Políticas de Justiça (DPJUS), que integra a Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) do Ministério da Justiça (MJ). A equipe responsável pela classificação etária consiste de cerca de 30 pessoas, entre classificadores e pessoal administrativo, concursados, com várias formações acadêmicas. Estes analistas da classificação indicativa passam por treinamento contínuo, e nunca atribuem uma classificação de forma individual. Todas as obras são vistas, por, pelo menos, dois analistas separadamente e não havendo consenso, amplia-se o grupo de análise. O texto do Ministério Público Federal de Minas Gerais estaria passando por cima dessas atribuições do Ministério da Justiça, que, em última análise, é quem define a classificação indicativa de todas as atividades e produtos culturais do Brasil, e ainda não começou a avaliar “Super Drags”, já que o produto não está pronto, apesar do ultimato dos 30 dias dado pelo procurador da República Fernando de Almeida Martins. O Ministério da Justiça pode até determinar que a série seja disponibilizada com censura livre, já que os 27 segundos disponibilizados e que “preocupam” pelos “valores”, não tem cenas de sexo, drogas e violência, que podem ser vistas em outras atrações animadas da plataforma, como “Bojack Horseman”, “Big Mouth” e “F Is for Family”. Neste momento, é impossível afirmar o que há em “Super Drags”, porque a série é mesmo inédita. De todo modo, a Netflix não está posicionando “Super Drags” como uma série para crianças. A própria empresa já se manifestou sobre o lançamento com um comunicado que pode ser repetido, linha a linha, em resposta ao paladino das criancinhas indefesas. “A Netflix oferece uma grande variedade de conteúdos para todos os gostos e preferências. ‘Super Drags’ é uma série de animação para uma audiência adulta e não estará disponível na plataforma infantil [Netflix Kids]”, afirmou a empresa na semana passada. Além disso, a plataforma disponibiliza controle parental para pais conservadores bloquearem conteúdo LGBTQIA+ ou o que mais desejarem proibir seus filhos de assistirem. “A seção dedicada às crianças combinada com o recurso de controlar o acesso aos nossos títulos faz com que pais confiem em nosso serviço como um espaço seguro e apropriado para os seus filhos. As crianças podem acessar apenas o nosso catálogo infantil e colocamos o controle nas mãos dos pais sobre quando e a que tipo de conteúdo seus filhos podem assistir”, acrescenta a Netflix. A iniciativa está de acordo com recomendação do próprio Ministério da Justiça, que em seu portal oficial afirma, de forma clara, que a classificação indicativa não deve ser encarada como censura, nem solução definitiva contra acesso a conteúdo impróprio. “A ClassInd não substitui o cuidado dos pais – é fundamentalmente uma ferramenta que pode ser usada por eles. Por isso recomendamos que os pais e responsáveis assistam e conversem com os filhos sobre os conteúdos e temas abordados na mídia”, diz o texto do Ministério, de conteúdo completamente oposto ao tom “intervencionista” do funcionário público aparentemente fora da lei. Veja abaixo o teaser que tornou “necessária a intervenção do poder público”.

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  • Filme

    História da criação da Nike vai virar filme da Netflix

    27 de julho de 2018 /

    A história de Phil Knight, fundador da Nike, vai virar filme da Netflix. A produção será baseada na autobiografia “A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike”, tradução pomposa para o best-seller americano originalmente intitulado “Shoe Dog”, que conta como surgiu o império da marca de material esportivo. O livro revela que Knight pediu US$ 50 emprestado ao pai nos 1960 para começar seu negócio, que atualmente fatura cerca de US$ 36 bilhões por ano. “Não poderíamos estar mais animados em fazer ‘A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike’ com Phil Knight, um dos mais icônicos empresários do mundo e um grande contador de histórias”, disse em comunicado Scott Stuber, responsável pelo segmento de filmes da Netflix. “Através de inovação, paixão e tentativa e erro, Phil criou algo que virou parte da cultura. Mal podemos esperar para dividir isso com o mundo”, completou, no comunicado do projeto. A adaptação está sendo escrita por Scott Alexander e Larry Karaszewski, criadores da série “American Crime Story” e responsáveis pelo premiado arco limitado “The People v. O. J. Simpson”. E a produção é de Frank Marshall, parceiro de Steven Spielberg em diversos clássicos do cinema, como os filmes de Indiana Jones, “Poltergeist”, “Gremlins”, “Os Goonies” e “De Volta para o Futuro”. “Estou ansioso para trabalhar com meu amigo, o grande Frank Marshall, em trazer minha história e a história da Nike para a tela”, disse Knight, no mesmo comunicado. “Fiquei satisfeito com a recepção que meu livro recebeu e acho que podemos explicar minha jornada e a história da Nike para um público ainda maior em colaboração com a Netflix.” O filme ainda não tem diretor definido, cronograma de produção, nem data para chegar no serviço de streaming.

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  • Série

    Série The Crown define intérprete do Príncipe Charles e da Rainha-Mãe em sua 3ª temporada

    27 de julho de 2018 /

    A produção de “The Crown” definiu os novos interpretes do Príncipe Charles e da Rainha-Mãe em sua 3ª temporada. O ator Josh O’Connor (“O Reino de Deus”) viverá a versão jovem do filho da Rainha Elizabeth II. Na temporada anterior, ele apareceu ainda criança, interpretado por Julian Baring. E Marion Bailey (“Aliados”) foi escalada como a mãe da Rainha, substituindo Victoria Hamilton, que viveu a esposa do Rei George VI, também chamada de Elizabeth, nas primeiras temporadas. Todos os atores vão mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou com episódios passados na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central também trará Olivia Colman (série “Broadchurch”) como a rainha Elizabeth II, Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip, Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret, Ben Daniels (série “The Exorcist”) como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa, e Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. Falta agora escalar Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série para ganhar mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. “The Crown” deve retornar à Netflix apenas em 2019.

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  • Filme

    Disputa do Leão de Ouro do Festival de Veneza 2018 inclui produções da Netflix

    25 de julho de 2018 /

    O Festival de Veneza 2018 divulgou a lista dos filmes que participarão de sua competição e de algumas mostras paralelas. E ao contrário do Festival de Cannes, que impediu produções da Netflix de competir sem estrear nos cinemas, a seleção italiana destaca seis obras originais do serviço de streaming. São elas “22 July”, novo thriller de Paul Greengrass (“James Bourne”), “Roma”, retorno de Alfonso Cuarón (“Gravidade”) aos filmes falados em espanhol, a restauração de “The Other Side of the Wind”, “filme perdido” de Orson Welles (“Cidadão Kane”) – que Cannes sonhava em exibir – , o documentário sobre Welles “They’ll Love Me When I’m Dead”, a produção italiana “On My Skin”, de Alessio Cremonini, que vai abrir a mostra Horizontes, e a maior surpresa da seleção: “The Ballad of Buster Scruggs”, nova obra dos irmãos Joel e Ethan Coen (“Onde os Fracos Não Tem Vez”), inicialmente anunciada como uma série, que vai disputar o Leão de Ouro. A presença destes longas demonstra que a necessidade de Veneza de disputar atenção da mídia, causada por conflitos de calendário com eventos norte-americanos – festivais de Toronto e Telluride – , não permite ignorar o estúdio que mais produz filmes no mundo. Ao se focar na programação, em vez de proibições de selfies, streaming e outras regras elitistas, Veneza faz a clara opção por se tornar a vitrine europeia dos lançamentos autorais da Netflix. E essa iniciativa inevitavelmente faz sombra à Cannes, que neste ano trouxe uma programação sem peso e premiou filmes de pouca repercussão. Veneza já é o mais hollywoodiano dos festivais europeus, graças à recente tradição de exibir as premières mundiais dos futuros vencedores do Oscar, situação que culminou no ano passado com a vitória de “A Forma da Água”, de Guillermo del Torno, meses antes de ser consagrado pela Academia em Los Angeles – o que também foi uma volta olímpica sobre Toronto, que premiou “Três Anúncios para um Crime”. O fato de ser o festival de cinema mais antigo do mundo, que por sinal completa 75 anos, não torna Veneza antiquado. Ao contrário, só aumenta seu status, ecoando uma seleção repleta de estrelas do universo cinéfilo em 2018, que será aberta pela première mundial de “O Primeiro Homem”, do diretor Damien Chazelle (“La La Land”), sobre a viagem de Neil Armstrong (Ryan Gosling) à Lua. Outros filmes badalados da programação incluem o musical “Nasce Uma Estrela”, dirigido e estrelado por Bradley Cooper (“Sniper Americano) e com participação de Lady Gaga, “Shadow”, do mestre chinês Zhang Yimou (“O Clã das Adagas Voadoras”), “Suspiria”, remake do clássico de terror realizado por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”), “Dragged Across Concrete”, em que S. Craig Zahler (“Confronto no Pavilhão 99″) dirige Mel Gibson, sem esquecer obras de cineastas renomados como Mike Leigh (“Peterloo”), Amos Gitai (“A Tramway in Jerusalem” e “A Letter To A Friend In Gaza”), Emir Kusturica (“El Pepe, Una Vida Suprema”), Jacques Audiard (“The Sisters Brothers”), Yorgos Lanthimose (“The Favorite”), Julian Schnabel (“At Eternity’s Gate”) e Sergei Loznitsa (“Process”). Por outro lado, pelo segundo ano seguido, apenas um dos 21 filmes selecionados para a competição principal é dirigido por uma mulher: “The Nightingale”, faroeste da australiana Jennifer Kent (“O Babadook”). A relação completa também inclui três produções brasileiras nas mostras paralelas: “Deslembro”, de Flavia Castro, na mostra Horizontes, “Domingo”, de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, na Venice Days, e “Humberto Mauro”, de André di Mauro na Venice Classic Documentary. O principal evento de cinema da Itália acontece entre os dias 19 de agosto e 8 de setembro, e terá Guillermo Del Toro como presidente do júri responsável por premiar o vencedor do Leão do Ouro. Confira abaixo a lista das obras anunciadas. COMPETIÇÃO OFICIAL O Primeiro Homem, de Damien Chazelle The Mountain, de Rick Alverson Doubles Vies, de Olivier Assayas The Sisters Brothers, de Jacques Audiard The Ballad Of Buster Scruggs, de Ethan Coen, Joel Coen Vox Lux, de Brady Corbet 22 July, de Paul Greengrass Roma, de Alfonso Cuaron Suspiria, de Luca Guadagnino Werk Ohne Autor, de Florian Henckel Von Donnersmarck The Nightingale, de Jennifer Kent The Favourite, de Yorgos Lanthimos Peterloo, de Mike Leigh Capri-Revolution, de Mario Martone What You Gonna Do When The World’s On Fire?, de Roberto Minervini Sunset, de Laszlo Nemes Frères Ennemis, de David Oelhoffen Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas At Eternity’s Gate, de Julian Schnabel Acusada, de Gonzalo Tobal Killing, de Shinya Tsukamoto FORA DE COMPETIÇÃO – FICÇÃO Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper Mi Obra Maestra, de Gaston Duprat Un Peuple Et Son Roi, de Pierre Schoeller A Tramway In Jerusalem, de Amos Gitai La Quietud, de Pablo Trapero Shadow, de Zhang Yimou Dragged Across Concrete, de S Craig Zahler EVENTOS ESPECIAIS The Other Side Of The Wind, de Orson Welles They’ll Love Me When I’m Dead, de Morgan Neville EXIBIÇÕES ESPECIAIS L’Amica Geniale, de Saverio Costanza Il Diario Di Angela – Noi Due Cineasti, de Yervant Gianikian FORA DE COMPETIÇÃO – NÃO-FICÇÃO A Letter To A Friend In Gaza, de Amos Gitai Aquarela, de Victor Kossakovsky El Pepe, Una Vida Suprema, de Emir Kusturica Process, de Sergei Loznitsa Carmine Street Guitars, de Ron Mann Isis, Tomorrow. The Lost Souls Of Mosul., de Francesca Mannocchi, Alessio Romenzi American Dharma, de Errol Morris Introduzione All’Oscuro, de Gaston Solnicki Your Face, de Tsai Ming-Liang 1938 Diversi, de Giorgi Treves Monrovia, Indiana, de Frederick Wiseman Una Storia Senza Nome, de Roberto Ando Les Estivants, de Valeria Bruni Tedeschi MOSTRA HORIZONTES Sulla Mia Pelle, de Alessio Cremonini Manta Ray, de Phuttiphong Aroonpheng Soni, de Ivan Ayr The River, de Emir Baigazin La Noche De 12 Anos, de Alvaro Brechner Deslembro, de Flavia Castro The Announcement, de Mahmut Fazil Coskun Un Giorno All’Improvviso, de Ciro D’Emilio Charlie Says, de Mary Harron Amanda, de Mikhael Hers The Day I Lost My Shadow, de Soudade Kaadan L’Enkas, de Sarah Marx The Man Who Surprised Everyone, de Natasha Merkulova, Aleksy Chupov Memories Of My Body, de Garin Nugroho As I Lay Dying, de Mostafa Sayyari La Profezia Dell’Armadillo, de Emanuele Scaringi Tel Aviv On Fire, de Sameh Zoabi Jinpa, de Pema Tseden Stripped, de Yaron Shani

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  • Série

    Élite: Série teen espanhola com integrantes de La Casa de Papel ganha primeiras fotos

    25 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens de sua nova série espanhola, “Élite”, que inclui três integrantes do elenco de “La Casa de Papel”: Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver). Eles vão contracenar na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México. “Élite” se passa em Las Encinas, uma escola exclusiva da Espanha frequentada pelos filhos da elite. Na trama, três alunos menos favorecidos vão parar lá após sua escola original ser destruída por um terremoto. O choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos da escola, culminando em assassinato. Com estreia prevista ainda para este ano, a série foi criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola.

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    Fotos da 2ª temporada de Punho de Ferro revelam nova personagem

    25 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Punho de Ferro” (Iron Fist). As imagens destacam o herói do título, vivido por Finn Jones, revelam uma nova parceria das Filhas do Dragão, Collen Wing (Jessica Henwick) e Misty Knight (Simone Missick), retomam as ameaças da 1ª temporada, representadas por Davos (Sacha Dhawan) e Joy Meachum (Jessica Stroup), e mostram a nova personagem interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). A atriz dará vida à vilã/heroína Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original). Na foto em que aparece, ela enfrenta Davos com dois facões. Nos quadrinhos, Mary é inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está sendo desenvolvida por um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo para melhorar as cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.

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    Petição junta mais de 100 mil pessoas para que Netflix desista de lançar série

    25 de julho de 2018 /

    O trailer da série “Insatiable”, disponibilizado na semana passada, não agradou nadinha o público americano. A comédia adolescente foi acusada de gordofobia e “body-shaming” — algo como “humilhação corporal” – , porque mostra a atriz Debby Ryan sofrendo bullying por ser gorda, mas avança no tempo para transformá-la em magra, bela e vingativa. A rejeição fez com que mais de 100 mil pessoas assinassem uma petição on-line para que a Netflix desista de lançar a produção. “Por muito tempo, as narrativas falaram às mulheres e jovens garotas impressionáveis que, para ser popular, ter amigos, para se tornar desejada pelo olhar masculino e, em alguma medida, para ser um ser humano de valor, é preciso ser magra”, escreveu Florence, autora da petição, para justificar sua iniciativa. “Ainda temos tempo para impedir que esta série seja lançada e cause a devastação de insegurança nas mentes de jovens meninas que irão pensar que, para serem felizes e valiosas, precisam perder peso.” Ryan, que interpreta a personagem, defendeu “Insatiable” nas redes sociais, dizendo que “se preocupa profundamente” com o modo como os corpos femininos são “humilhados e policiados na sociedade”. “Nos últimos dias, vi quantas vozes são protetoras e potentes sobre os temas que aparecem na história”, escreveu a atriz no Twitter. “Fui atraída pela proposta dessa série sobre o quão difícil e assustador pode ser existir em um mundo com o seu corpo, seja porque você está sendo elogiada ou criticada por seu tamanho. E também sobre como é rezar para ser ignorada porque isso é mais fácil do que ser vista.” “Espero que os fãs esperam e assistam a série antes de julgar”, acrescentou. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” estava sendo desenvolvida na rede CW, que não aprovou o piloto, antes de chegar na Netflix. A prévia disponibilizada pela plataforma é cheia de momentos ultrajantes, no melhor estilo “Heathers” (o filme cultuado também conhecido como “Atração Mortal” no Brasil), chamando a estreia para 10 de agosto. Apesar dos protestos barulhentos, algumas pessoas têm defendido o uso da comédia para lidar com questões como bullying e a pressão pela magreza. De todo modo, vale observar que esta não é a primeira série de comédia sobre o tema produzida neste ano. Lançada em junho pelo canal pago americano AMC, “Dietland” também acompanha uma gordinha (Joy Nash) vítima de body-shaming, que se junta a feministas radicais numa trama mirabolante de vingança. A diferença é que ela não fica magra da noite para o dia.

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    The Expanse: Elenco e criadores agradecem aos fãs pela campanha que salvou a série

    23 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou seu primeiro vídeo de “The Expanse”, após resgatar a produção do cancelamento no canal pago Syfy. Feito para a San Diego Comic-Con, o vídeo reúne a tripulação da nave Rocinante e os criadores da atração num grande agradecimento aos fãs pela campanha incessante e ostensiva que resultou no salvamento da série. O vídeo também revela as primeiras artes conceituais da 4ª temporada – a primeira da Amazon – e confirma que os próximos capítulos mostrarão novos planetas, após a abertura do portal visto no terceiro ano da produção, que teve 100% de aprovação da crítica, na média do site Rotten Tomatoes. Visualmente deslumbrante, repleta de personagens e diferentes alianças, a série é considerada um “Game of Thrones” espacial. E como a popular atração da HBO, também se origina de uma coleção literária – da qual apenas o primeiro volume, “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), foi lançado no Brasil. A 4ª temporada fará a adaptação do quarto livro, metade da história até aqui. Todos os livros são assinados por James S.A. Corey, pseudônimo da dupla Daniel Abraham e Ty Franck, que lançam o oitavo volume em dezembro e já preparam o nono para 2019. A série também foi desenvolvida por uma dupla. Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), e o elenco multinacional é encabeçado por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (do vindouro “Máquinas Mortais”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada ainda acrescentou a Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”). Os próximos episódios da série passarão a ser disponibilizados na Amazon em 2019.

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    Star Trek: Discovery vai ganhar série derivada

    22 de julho de 2018 /

    Além do trailer e da confirmação de novos personagens em sua 2ª temporada, o painel de “Star Trek: Discovery” na San Diego Comic-Con também revelou que a série ganhará um spin-off com formato de curta-metragens, intitulado “Star Trek: Short Treks”. A produção será limitada a quatro episódios de 15 minutos cada, que serão exibidos com espaçamento mensal nos Estados Unidos, no serviço de streaming CBS All Access. Cada capítulo contará uma história completa que aprofundará personagens ou aspectos diferentes da franquia. Um deles trará de volta o ator Rainn Wilson ao papel de Harry Mudd, e será dirigido pelo próprio. Haverá também um episódio centrado no passado de Saru, o oficial alienígena vivido por Doug Jones, além de um curta estrelado por Aldis Hodge (da série “Leverage”), ator que nunca apareceu em “Star Trek”. Empolgado com o projeto, o cocriador e showrunner de “Star Trek: Discovery” explicou melhor a proposta para o público. “Não há escassez de histórias para se contar que inspiram, entretêm, desafiam nossas ideias ou afirmam crenças antigas em ‘Star Trek’. Estamos empolgados para ampliar este universo com o ‘Short Treks’. Cada episódio entregará histórias fechadas enquanto revela pistas sobre o que está por vir nos futuros episódios de ‘Star Trek: Discovery’. Eles também apresentarão ao público novos personagens, que podem habitar o mundo maior da franquia”, disse Alex Kurtzman na Comic-Con. O anúncio, porém, não deixa claro se “Short Treks” também será disponibilizada pela Netflix, que distribui “Star Trek: Discovery” no mercado internacional – inclusive no Brasil.

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    Black Lightning promove vilão ao elenco fixo e ganha vídeo-resumão da temporada

    22 de julho de 2018 /

    A rede CW divulgou um resumão de cinco minutos da 1ª temporada de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC, produzido para a San Diego Comic-Con. A prévia não traz novidades, mas o painel revelou que o ator Jordan Calloway (Chuck Clayton em “Riverdale”) foi promovido para o elenco fixo. Na 1ª temporada, ele teve aparições recorrentes como Khalil Payne, interesse romântico de Jennifer Pierce (China Anne McClain) até sua vida desmoronar após ficar paraplégico. Inconformado, ele decidiu se tornar leal ao vilão Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III), em troca de uma “cura”, que o transformou no vilão Painkiller. O vilão será mais um problema para o herói criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, e batizado no Brasil como Raio Negro – embora este nome já identificasse um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original). O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas estão começando a manifestar superpoderes. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson, o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale e Charlbi Dean Kriek (“Corrida Mortal 3”) como a capanga top model Syonide. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, a atração compartilha o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia da 2ª temporada está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, “Black Lightning” é disponibilizada pela Netflix.

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    Trailer de Better Call Saul mostra transformação do protagonista

    22 de julho de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer da 4ª temporada de “Better Call Saul”. A prévia mostra a lenta transformação do protagonista, o advogado Jimmy McGill, no piadista e pragmático Saul Goodman, que dá título à atração. Uma tragédia recente e a chegada em cena de Gus Fring são os detonadores da mudança. Desenvolvida por Vince Gilligan, o criador de “Breaking Bad”, e Peter Gold, autor do roteiro que introduziu o personagem Saul Goodman, “Better Call Saul” é um prólogo de “Breaking Bad” e revela como o advogado daquela série, se tornou tão picareta. Além de Jimmy/Saul Goodman (papel de Bob Odenkirk), a atração também resgata outros personagens introduzidos em “Breaking Bad”, como Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks) e o mencionado Gus Fring (Giancarlo Esposito). A 4ª temporada de “Bettter Call Saul” tem estreia marcada para 6 de agosto na rede americana AMC. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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