Nova série do criador de “Big Little Lies” e “The Undoing” ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Anatomia de um Escândalo”, minissérie de suspense dramático produzida por David E. Kelley, responsável por grandes sucessos do gênero, como “Big Little Lies” e “The Undoing”. Descrita como “um thriller psicológico e um emocionante drama de tribunal”, a trama repete o clima de “The Undoing”, mergulhando numa família da elite britânica, que se vê abalada por um escândalo, onde a verdade se perde entre a justiça e o privilégio. A trama é baseada num best-seller de Sarah Vaughn e acompanha o impacto de uma acusação de estupro contra um membro do Parlamento britânico, levada adiante por uma advogada sem medo de abalar o poder político do Reino Unido, e de quebra destruir um casamento e a estima pessoal de uma família poderosa. O elenco destaca Sienna Miller (“Sniper Americano”), Naomi Scott (“As Panteras”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Rupert Friend (“Homeland”), Josette Simon (“The Witches”), Geoffrey Streatfeild (“The Other Boleyn Girl”) e Joshua McGuire (“Lovesick”). Com direção de S.J. Clarkson (“Jessica Jones”), a minissérie estreia em 15 de abril.
Procon investiga Netflix por cobrança que ainda não afeta brasileiros
O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo iniciou uma investigação pra saber se a iniciativa da Netflix de começar a cobrar a mais para assinantes que compartilham senhas com outras pessoas é irregular. A entidade fez um questionário sobre supostos testes e o contrato da plataforma para a implementação do serviço, exigindo respostas em dois dias úteis (22/3). O tom e o prazo sugerem se tratar de assunto de urgência. Entretanto, a novidade não está em vigor em São Paulo nem no resto do Brasil. Ela só está sendo adotada na Costa Rica, Chile e Peru em fase de testes, para estudar a reação dos assinantes. Metade das questões levantadas pelo Procon devem ser respondidas com “não”, “nenhuma” e “não há”. Apesar de não estar vigorando no país, o Procon de São Paulo pode ter decidido analisar alguma possível irregularidade nos planos da plataforma de streaming. Mas a verdade é que, caso seja adotada no Brasil, a prática encontrará equivalência em ações feitas por provedores de serviços de internet e TV paga, que comparam o compartilhamento de sinais entre diferentes residências à pirataria. A Netflix ensaia cobrar pelo compartilhamento para evitar que pessoas que moram em casas diferentes usem a mesma senha – uma prática comum, mas realizada de maneira ilegal, segundo os Termos de Serviço da plataforma. O compartilhamento será abordado na hora que o assinante criar e gerenciar perfis, quando será oferecida a possibilidade de dar acesso à conta para um indivíduo de fora da moradia principal. Por enquanto, a opção vai custar US$ 3,99 na Costa Rica, 7,9 Soles no Peru, e 2380 pesos chilenos, além da assinatura mensal.
U2 vai virar série do roteirista de “Bohemian Rhapsody”
A famosa banda de rock U2 vai virar uma série da Netflix. O site The Hollywood Reporter apurou que a produtora do cineasta JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) fechou com a plataforma de streaming para desenvolver uma atração dramática sobre a história da banda. Ainda sem título, a produção está em estágios iniciais de desenvolvimento. Detalhes do envolvimento do U2 estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes do THR afirmam que a banda aceitou apoiar o projeto, que está sendo escrito por Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “Bohemian Rhapsody” (2018), filme sobre a banda Queen. A série tem produção da Warner Bros. Television e da Bad Robot, empresa de Abrams. Não está claro se a produção vai contar toda a trajetória da banda, formada por Bono Vox, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. em 1976 na cidade de Dublin, na Irlanda, ou se focará numa fase específica de sua longa carreira, que rendeu 14 álbuns de estúdio e venceu um recorde de 22 Grammys. Vale lembrar que o início da carreira do U2 já foi abordado no cinema na comédia “Killing Bono” (2011), centrada na história real de Ivan McCormick, o guitarrista que participou dos primeiros ensaios e quase integrou a banda de seu colega de aula Larry Mullen Jr.
Confira 10 filmes que chegam às plataformas digitais
Homem-Aranha, Homem-Aranha, aí vem o Homem-Aranha. O fenômeno das bilheterias chega às plataformas digitais nesta sexta (18/9) e é, sem dúvida, o grande destaque das estreias da semana. Mas a relação também tem indicado ao Oscar e títulos elogiadíssimos pela crítica, oferecendo uma boa variedade de opções. Confira abaixo 10 dicas para programar o cinema em casa, com seus respectivos trailers e informações relevantes. HOMEM-ARANHA: SEM VOLTA PARA CASA | NOW, VIVO PLAY, VOD* Maior blockbuster da era pandêmica, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” abre o multiverso e infinitas possibilidades no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), além de transformar “fan service” em arte, representando o ápice do modelo cinematográfico da Marvel. Há muitas participações especiais – todas que os fãs pediram – e citações envolvendo 20 anos de cronologia do herói, desde o primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. E só não é um grande easter egg com trechos esporádicos de trama porque os roteiristas (Chris McKenna e Erik Sommers) se superaram ao dar sentido ao excesso, tornando o “fan service” indispensável para a narrativa. Há cenas de muita ação, comédia de rir à toa e tragédia para soluçar de choro. Não é à toa que está sendo considerado o melhor filme do Homem-Aranha já feito – há quem diga que seja o melhor filme do MCU. E de quebra ainda oferece uma conclusão para a primeira trilogia estrelada por Tom Holland e Zendaya, com direção de Jon Watts. Com tanto sucesso, nem precisavam anunciar, mas já está oficializado que este não é realmente o fim da história. O BECO DO PESADELO | STAR+ O novo espetáculo sombrio de Guillermo Del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”) tem clima de terror, mas é o primeiro trabalho da carreira do cineasta que deixa de lado elementos sobrenaturais para focar apenas no pior da raça humana. A história é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A trama gira em torno de um vigarista (Bradley Cooper, de “Nasce uma Estrela”) que entra num circo, aprende os truques de uma suposta vidente (Toni Colette, de “Hereditário”) e resolve aplicar golpes como um falso médium, com a ajuda de uma jovem assistente (Rooney Mara, de “Carol”). Tudo muda quando ele conhece uma psicóloga pilantra (Cate Blanchett, também de “Carol”) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela milionária com estas informações. Cheio de estrelas, o resultado foi aclamado com quatro indicações ao Oscar. FRESH | STAR+ O terrir elogiado pela crítica traz Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) como uma jovem frustrada com a realidade desencantadora dos encontros por aplicativos, que conhece um bonitão no supermercado e logo se vê fisgada, embarcando em um relacionamento intenso. Tão intenso, que sofre uma reviravolta de psicopatia. Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal) vive o par antirromântico do longa, que marca a estreia em longa-metragem de Mimi Cave, diretora de diversos clipes indies. Exibido no Festival de Sundance, atingiu 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. CARANGUEJO NEGRO | NETFLIX O filme de guerra pós-apocalíptica traz Noomi Rapace (“Prometheus”) como uma ex-patinadora olímpica alistada no combate visceral que dizimou a Europa. Durante um inverno longo e rigoroso, ela se junta a cinco soldados numa missão secreta, precisando patinar sobre o mar congelado, arriscando suas vidas, para transportar um pacote misterioso que pode acabar com o conflito. Só que para a patinadora a missão é sobre algo completamente diferente: salvar sua filha. “Caranguejo Negro” é o primeiro longa escrito e dirigido pelo sueco Adam Berg. Ele se destacou como diretor de clipes de bandas como A-ha e Cardigans, além de ter produzido a série sci-fi “Contos do Loop” (Tales From The Loop), da Amazon. SORTE DE QUEM? | NETFLIX No suspense minimalista, Lily Collins (“Emily in Paris”) e Jesse Plemons (indicado ao Oscar 2022 por “Ataque dos Cães”) vivem um casal rico que é feito de refém em sua casa de campo por um assaltante com contas a ajustar. O ladrão é interpretado por Jason Segel (“How I Met Your Mother”) num de seus raros papéis dramáticos. Segel também concebeu a história com o diretor Charlie McDowell, após os dois trabalharem juntos na sci-fi romântica “A Descoberta”, lançada pela Netflix em 2017. E o roteirista daquele filme, Justin Lader, deu o acabamento final na trama em parceria com Andrew Kevin Walker (do famoso suspense “Seven: Os Sete Crimes Capitais”). ÁGUAS PROFUNDAS | AMAZON PRIME VIDEO Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) vivem um casamento quente e aberto na adaptação do suspense da famosa escritora Patricia Highsmith (“O Talentoso Ripley”, “Carol”) publicado em 1957. Enquanto ela se comporta como uma mulher sem amarras, ele se esforça ao máximo para disfarçar o ciúme crescente. Até que começam a surgir cadáveres de amantes e ele se torna o principal suspeito. A história foi adaptada pelos roteiristas Sam Levinson (criador de “Euphoria”) e Zach Helm (“Mais Estranho que a Ficção”), e dirigida pelo veterano Adrian Lyne (“Atração Fatal”), que, curiosamente, estava afastado de Hollywood há uma década, desde o fracasso de um filme de temática muito similar – “Infidelidade” (2002). Outro detalhe interessante é que o clima esquentou de verdade durante as filmagens, levando o casal de protagonistas a iniciar um relacionamento real nos bastidores – encerrado em janeiro do ano passado, antes de Affleck retomar seu antigo namoro com Jennifer Lopez. Mas a crítica não se entusiasmou como eles, considerando o filme morno, quase frio, com apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. PEQUENA MAMÃE | VOD* O novo filme da cineasta francesa Céline Sciamma (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) retrata o luto sob o ponto de vista infantil. Combinando drama e fantasia, a trama acompanha uma menina de 8 anos chamada Nelly, que viaja com os pais ao campo para limpar a casa de sua avó recém-falecida. No fim do dia, a mãe some e a menina conhece outra criança da sua idade, que por coincidência tem o mesmo nome da sua mãe. As duas se tornam rapidamente amigas. Mas depois de ser convidada a visitar a casa dela, Nelly se choca ao ver que o lugar é a própria casa de sua avó falecida e que sua amiga é, na verdade, sua mãe na infância. A fábula com elementos de viagem no tempo teve première no Festival de Berlim e venceu seis troféus internacionais, entre eles o Prêmio do Público do Festival de San Sebastián e o Prêmio da Crítica do Festival de Estocolmo. Além disso, encantou a crítica americana, atingindo 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. UMA LIÇÃO DE ESPERANÇA | NOW, VIVO PLAY, VOD* O drama do ucraniano Vadim Perelman conta como um jovem judeu tenta escapar da morte num campo de concentração nazista ao fingir ser iraniano. Mas a farsa corre risco de ruir quando um comandante nazista decide convocá-lo a lhe ensinar a língua persa, fazendo com que ele precise inventar palavras para sobreviver. Baseado numa história real, o longa teve première no Festival de Berlim de 2020 e conta com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. UM ELEFANTE SENTADO QUIETO | MUBI Premiado no Festival de Berlim de 2018, o primeiro e único longa do diretor Hu Bo tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar de suas quase quatro horas de duração. É longo. E lento. E sem sorrisos. Uma jornada deprimente pelas margens da vida na China moderna, seguindo múltiplos personagens em uma cidade industrial, todos vítimas do egoísmo de outras pessoas. O tom sombrio reflete o estado de espírito do próprio diretor, que se matou após terminar o longa, aos 29 anos de idade. “Um Elefante Sentado Quieto” é seu epitáfio. THE SPARKS BROTHERS | NOW, VIVO PLAY, VOD* Primeiro documentário musical do diretor Edgar Wright (“Noite Passada em Soho”), a obra é uma homenagem de fã ao legado da banda Sparks, formada pelos irmãos Ron e Russell Mael em Los Angeles no ano de 1970. Vanguardista e experimental, Sparks foi pioneiro na criação da música eletrônica e considerado um dos grupos musicais mais inovadores de todos os tempos, cuja influência pode ser traçada de Queen a Duran Duran, chegando até Suede e atualmente em The Killers e Franz Ferdinand. Ao mesmo tempo, também é uma das bandas mais subestimadas e pouco conhecidas do rock – apesar de ter lançado 25 álbuns. Exibido no Festival de Sundance com 96% de aprovação da crítica americana, o documentário tenta fazer justiça ao legado dos irmãos Mael por meio do resgate de sua trajetória e depoimentos de artistas influenciados por suas músicas, como Beck, Björk, Giorgio Moroder, Nick Rhodes (Duran Duran), Jane Wiedlin (Go-Go’s), Vince Clarke (Erasure), Bernard Butler (Suede), Andy Bell (Ride), Alex Kapranos (Franz Ferdinand), Thurston Moore (Sonic Youth), Flea (Red Hot Chili Peppers), Tony Visconti (produtor de David Bowie) e muitos outros. O lançamento coincide com a redescoberta da banda, que recebeu um raro reconhecimento por seu trabalho inovador com um prêmio especial no Festival de Cannes do ano passado, pela composição da trilha do filme musical “Annette”, de Leos Carax. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Loja Prime Video, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Confira 10 séries que estreiam em streaming
Quer experimentar uma série nova? Das 10 indicações da semana, apenas duas são “antigas” – chegando como uma maratona completa e uma continuação de temporada. Portanto, sobram novidades para serem descobertas pela primeira vez, entre minisséries fechadas e novas atrações para favoritar. Confira abaixo as melhores estreias, com seus respectivos trailers e informações relevantes. MINX | HBO MAX Mistura de comédia de época e comentário social, a série se inspira em publicações como Playgirl e Viva para conceber uma trama fictícia e imaginar o impacto do lançamento da primeira revista erótica para mulheres. Passada em Los Angeles nos anos 1970, evoca o período com grande autenticidade e, de forma diferente de outras produções passadas no universo do entretenimento adulto, não esconde seu tema de forma tímida. Ao contrário, exibe em closes, em todos os tamanhos, cores e formatos. A trama acompanha uma jovem feminista que, desanimada com o cenário editorial das revistas para mulheres, aceita a proposta inusitada de um editor de revistas masculinas para criar a primeira revista erótica para o público feminino – como a Viva do publisher da Penthouse. Seu idealismo acadêmico logo é posto à prova ao embarcar nesse mundo, mas a experiência se revela um enorme sucesso. Criada por Ellen Rapoport (roteirista de “Clifford, o Gigante Cão Vermelho”) e estrelada por Ophelia Lovibond (“Trying”) e Jake Johnson (“New Girl”), atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes com comparações a “Boogie Nights” e “GLOW”. Toda as quintas, a HBO Max disponibilizará dois episódios diferentes (são oito, no total). WECRASHED | APPLE TV+ A minissérie estrelada pelos vencedores do Oscar Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) e Anne Hathaway (“Os Miseráveis”) retrata a ascensão ambiciosa da WeWork, cujo conceito de espaços de trabalho compartilhados flexíveis chegou a torná-la uma das startups mais valiosas do mundo. Isto antes que a megalomania de seu fundador saísse de controle e a pandemia desferisse um golpe mortal nos negócios. Leto interpreta o fundador da WeWork, Adam Neumann, e Hathaway vive sua esposa e co-fundadora do negócio, Rebekah Newmann, narcisistas cujo amor caótico tornou tudo possível. Criada por Lee Eisenberg (criador de “Little America”) e Drew Crevello (produtor de “O Grito 2”), a atração é dirigida pela dupla de cineastas John Requa e Glenn Ficarra (de “Golpe Duplo” e “Amor a Toda Prova”). LIFE & BETH | STAR+ A série de comédia dramática é criada, escrita, produzida, dirigida e estrelada por Amy Schumer. Ela vive a Beth do título, uma mulher que precisa lidar com a vida de solteira, após sair de um relacionamento do qual ela era totalmente dependente, e se reencontrar, após perceber que não se encaixa entre as pessoas ao seu redor. O elenco inclui participações de famosos como Jonathan Groff (“Mindhunter”), Michael Cera (“Arrested Development”) e Michael Rapaport (“Atypical”), que surgem como interesses românticos da protagonista desinteressada por romance – além do cantor David Byrne (“Aqui é o Meu Lugar”) de cabelos brancos no papel de um médico. DMZ | HBO MAX A nova minissérie produzida e dirigida pela cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”) é baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, e se passa num futuro próximo, após uma guerra civil transformar Manhattan numa zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa “zona desmilitarizada” em inglês) – isto é, sem autoridades e isolada do resto do mundo. A adaptação é estrelada por Rosario Dawson (“Luke Cage”), que volta à ilha de Manhattan em busca do filho, de quem se separou durante a evacuação, encontrando no local uma cidade destruída e sem lei. A premissa escrita por Roberto Patino (“Westworld”) envolve combates com gangues e milícias, e tem vários pontos em comum com o cenário distópico de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. THE CURSED | NETFLIX A nova série de terror sul-coreana de Yeon Sang-ho, criador de “Profecia do Inferno” e da franquia “Invasão Zumbi”, acompanha a história de três personagens: uma repórter investigativa que luta contra um terrível mal escondido por trás de um conglomerado, um poderoso empresário envolvido em rituais shamânicos e uma adolescente que tem o poder de invocar a morte usando nomes, fotos e pertences de uma pessoa. Esta última é vivida por Jung Ji-so, a atriz mais jovem de “Parasita”, que recentemente também estrelou “Profecia do Inferno”. MONSTROS DA CRACÓVIA | NETFLIX Escrita e dirigida por mulheres – as diretoras Kasia Adamik e Olga Chajdas trabalharam juntas na minissérie “1983” – , a produção polonesa segue Alex (Barbara Liberek), uma estudante de medicina que troca o interior por uma universidade de prestígio. Seu destino muda quando ela é selecionada para entrar num grupo de estudo liderado por um patologista famoso e descobre que, sob o pretexto de pesquisa científica, eles estão fazendo algo completamente diferente, que envolve mitos eslavos, monstros antigos e divindades sanguinárias. TOP BOY | NETFLIX Originalmente uma produção do Channel 4, “Top Boy” foi cancelada na 2ª temporada em 2013, mas acabou salva por um fã famoso, ninguém menos que o rapper canadense Drake, que resgatou a atração em 2019 num acordo com a Netflix. Só que muitos podem até ter esquecido que a série continuava a ser produzida, porque a pandemia atrasou a 2ª temporada (ou 4ª na contagem completa do Reino Unido) a ponto de os novos capítulos chegarem três anos após o lançamento em streaming. Com status de cult, a série retrata de forma realista os conflitos entre gangues de East London. Mas apesar do tema atrativo para fãs de séries criminais, o seriado criado por Ronan Bennett (da minissérie “Gunpowder”) enfrenta dificuldades para emplacar nos países de língua inglesa devido à quantidade de gírias e sotaques londrinos. Uma das gírias batiza a produção – “top boy” se refere ao chefão do fluxo, status que o protagonista Dushane (Ashley Walters, de “Bulletproof”) persegue a todo o custo. Vale apontar que “Top Boy” não é a única aposta de Drake no mundo das séries. Ele também é produtor de “Euphoria”. 3 TONELADA$: ASSALTO AO BANCO CENTRAL | NETFLIX A série documental relata um dos maiores assaltos já cometidos no Brasil, reunindo depoimentos inéditos e materiais de arquivo para reconstituir o roubo histórico de 2005, quando um grupo de criminosos cavou um túnel para roubar mais de R$ 150 milhões – ou três toneladas de dinheiro – de um cofre forte do Banco Central em Fortaleza sem nenhuma violência. Com três episódios, o programa de “true crime” tem roteiro e direção de Daniel Billio (“A Grande Luta”). RECURSOS HUMANOS | NETFLIX A série derivada de “Big Mouth” é focada no mundo dos monstros hormonais, que são meros coadjuvantes na produção original sobre adolescentes em crise de puberdade. A trama acompanha as criaturas em seus trabalhos cotidianos, incentivando ou atrapalhando os seres humanos, como guias dos muitos sentimentos que podem ser experimentados na vida. Além dos já conhecidos monstros Maurice (voz de Nick Kroll) e Connie (Maya Rudolph), o universo sobrenatural foi expandido com novas criaturas terríveis, como Magos da Vergonha e Gatinhos da Culpa, dublados em inglês por astros famosos como Hugh Jackman (“Logan”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”) e Randall Park (“WandaVision”), entre outros. LABORATÓRIO SUBMARINO 2021 | HBO MAX A cultuada série animada foi exibida de 2000 a 2005 no Cartoon Network durante o bloco de animação adulta Adult Swim, seguindo a tendência lançada por “Space Ghost: De Costa à Costa” de reciclar personagens e artes originais de produções clássicas da Hanna-Barbera num contexto de comédia não indicada para crianças. O “Laboratório Submarino” original era uma série sci-fi totalmente séria – e muito obscura – , que teve só 13 episódios produzidos em 1972. A versão do século 21, criada por Adam Reed (que depois criou “Archer”) e Matt Thompson (“Frisky Dingo”), replica o visual original para zoar a premissa ecológica da atração, mostrando que a equipe do laboratório científico ficou louca após permanecer um ano isolada no fundo mar, e pouco a pouco foi deixando as pesquisas de lado. O resultado é humor nonsense, como a piada recorrente que mostra o laboratório explodindo no final de quase todos os episódios. As cinco temporadas completas foram disponibilizadas em streaming.
Netflix revela data de estreia da série live-action de “Resident Evil”
A Netflix revelou nas redes sociais a data de estreia da série live-action de “Resident Evil”. Em uma publicação em seu Twitter oficial, o streaming divulgou pôsteres e anunciou que a produção chega em seu catálogo no dia 14 de julho. A série vai contar uma história inédita, passada no universo da franquia, que será centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, introduzido no game original da produtora Capcom, em 1996. Inicialmente um policial coadjuvante, ele foi promovido a principal antagonista, como a figura sombria que manipula os eventos da saga por trás dos bastidores. Nos filmes estrelados por Milla Jovovich, Wesker foi vivido por Shawn Roberts. A história será dividida em duas cronologias paralelas. Uma parte da história acompanhará as irmãs Jade e Billie Wesker, que aos 14 anos se mudam para New Raccoon City e “descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo”. Já a segunda parte se passa 15 depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. Jade, com 30 anos, luta para sobreviver “enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai”. Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, será o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, o vilão da história. O resto do elenco inclui Ella Balinska (“As Panteras”), Tamara Smart (de “Clube do Terror”), Siena Agudong (“Upside Down Magic”), Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Paola Nunez (“Bad Boys Para Sempre”). Concebida pelo showrunner Andrew Dabb (“Supernatural”), a série de oito episódios vai estrelar em 14 de julho. A evolução do mal. Minha nova série Resident Evil chega dia 14 de julho. pic.twitter.com/3ETVDyzz5s — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 17, 2022 Evil has Evolved. The new live action Resident Evil series premieres July 14. pic.twitter.com/f7mEH2LsjN — Netflix (@netflix) March 17, 2022
Quadrinhos criados por Keanu Reeves chegam ao Brasil neste mês
A Editora Panini vai lançar no Brasil neste mês de março a minissérie em quadrinhos “BRZRKR”, criada pelo ator Keanu Reeves. “BRZRKR” (lê-se “Beserker”) foi lançada no ano passado nos EUA, tornando-se o segundo título de quadrinhos mais vendido do país. A trama acompanha um guerreiro imortal, filho de um deus da guerra, que visualmente parece o próprio Reeves. Após uma jornada sanguinária de séculos ao redor do mundo, ele passa a realizar trabalhos perigosos para o governo dos EUA em troca da verdade sobre sua existência. Reeves desenvolveu a premissa sozinho, mas escreveu as histórias em parceria com Matt Kindt, que já assinou “Esquadrão Suicida”, criou “Sweet Tooth” e muitos outros quadrinhos. A publicação é ilustrada pelo artista da Marvel Ron Garney, mas os designs de personagens e capas são do brasileiro Rafael Grampá (“Cavaleiro das Trevas: A Criança Dourada”). A versão disponibilizada pela Panini terá três volumes. A data exata em que a revista chegará nas bancas brasileiras não foi divulgada. Vale lembrar que a Netflix já fechou acordo para produzir um filme e uma série baseados na publicação, que Keanu Reeves deve estrelar. Pelo menos um dos projetos será uma versão animada.
Netflix apresenta série do astro de “Austin Powers”
A Netflix divulgou o teaser de “The Pentaverate”, a primeira série de comédia desenvolvido por Mike Myers, criador/astro dos filmes de “Austin Powers” e “Quanto Mais Idiota Melhor”. “The Pentaverate” acompanha uma sociedade secreta criada na Idade Média, que está por trás de vários eventos da história da humanidade, agindo supostamente de forma benevolente. Sua existência começa a vir à tona durante a investigação de um jornalista canadense, que além de descobrir a verdade se vê envolvido num esforço para salvar o próprio mundo. Além de escrever e produzir os episódios, Myers desempenha oito papéis diferentes na atração, contracenando com Ken Jeong (“Se Beber Não Case”), Keegan-Michael Key (“Predador”), Debi Mazar (“Younger”), Richard McCabe (“A Very British Scandal!, Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”) e Lydia West (“It’s a Sin”), entre outros. Com direção de Tim Kirkby (“Brokmire”), a série estreia em 5 de maio.
Primeira série teen gay da Netflix ganha teaser romântico
A Netflix divulgou o teaser legendado de “Heartstopper”, adaptação dos quadrinhos homônimos de Alice Oseman sobre dois garotos apaixonados. A atração será a primeira série adolescente de temática gay da plataforma. “Heartstopper” gira em torno de dois adolescentes britânicos em uma escola só para meninos: Charlie, um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick, um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas logo Charlie se vê profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imagina. Além de abordar amor, amizade e lealdade, a trama também inclui doença mental e abrange todas as pequenas histórias da vida de Nick e Charlie, que, juntas, constituem algo maior. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, pelas redes sociais Tumblr, Webtoon e Tapas, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance da escritora Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama começa em 2010 e serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”. A produção é da See-Saw Films, empresa responsável pela minissérie “Top of the Lake” (2013) e filmes como “O Discurso do Rei” (2010), “Lion: Uma Jornada para Casa” (2016) e o recente “Ammonite”, também de tema LGBTQIA+. A estreia está marcada para 22 de abril
Netflix testa cobrar por contas compartilhadas em diferentes endereços
A Netflix vai começar a testar uma nova forma de evitar o compartilhamento ilícito de assinaturas. Por enquanto, o teste será aplicado em três mercados da América Latina: Peru, Costa Rica e Chile. Visando restringir o compartilhamento de perfis entre indivíduos que moram em casas diferentes – uma prática comum, mas realizada de maneira teoricamente ilegal, segundo os Termos de Serviço da plataforma – , a Netflix vai passar a cobrar uma taxa para “adicionar um membro extra” fora do endereço da conta. A novidade vai aparecer na hora de criar e gerenciar perfis, quando será oferecida a possibilidade de dar acesso à conta para um indivíduo de fora da moradia principal. A opção vai custar US$ 3,99 na Costa Rica, 7,9 Soles no Peru, e 2380 pesos chilenos. Chengyi Long, diretora de inovação da Netflix, escreveu no blog oficial da plataforma que a nova ferramenta pode ou não ser expandida para outros mercados após o teste nesses três territórios. “Vamos tentar entender o quanto os nossos assinantes acharam essa funcionalidade útil nesses países”, explicou. “Sempre quisemos facilitar o compartilhamento da conta da Netflix entre pessoas que moram juntas, e por isso desenvolvemos opções como a criação de perfis diferentes e a possibilidade de streaming em várias telas simultâneas.” “Embora essas opções sejam enormemente populares, elas também criaram algumas confusões sobre quando e como a sua conta da Netflix pode ser compartilhada”, acrescentou Long.
Série do “Kung Fu Panda” terá dublagem de Jack Black
O ator Jack Black vai retornar à franquia “Kung Fu Panda” numa nova série em desenvolvimento na Netflix. Na produção, ele voltará a dar voz ao protagonista Po, que dublou em três filmes e também em curtas. O último trabalho do ator na franquia animada foi em 2016. Os filmes originais também traziam vários outros dubladores famosos – até Angelina Jolie, por exemplo. Mas como trazer todos tornaria a série muito cara, os produtores resolveram partir para uma aventura solo – ou quase – do personagem, longe de seus amigos. A produtora DreamWorks Animation divulgou a premissa numa sinopse oficial: “Quando um misterioso par de doninhas coloca seus olhos em uma coleção de quatro armas poderosas, Po deve deixar sua casa para embarcar em uma jornada ao redor do mundo por redenção e justiça que o levará a se juntar a uma ursa inglesa, chamada Wandering Blade. Juntos, esses dois guerreiros incompatíveis partiram em uma aventura épica para encontrar as armas mágicas e salvar o mundo da destruição – e eles podem até aprender uma coisa ou duas um com o outro ao longo do caminho.” Intitulada em inglês “Kung Fu Panda: The Dragon Knight”, a série animada ainda não tem previsão de estreia, mas a Netflix já divulgou as primeira imagens. Confira abaixo. Meu panda favorito tá voltando, agora na minha nova série de animação. 🐼 Fiquem com as primeiras imagens de Kung Fu Panda: The Dragon Knight. Estreia em breve. pic.twitter.com/vLbOuClx92 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 16, 2022
Astro de “The Vampire Diaries” é o novo Capitão Kirk de “Star Trek”
A Paramount+ anunciou que Paul Wesley, astro da série “The Vampire Diaries”, foi escalado como novo Capitão Kirk na série que serve como prólogo de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ele interpretará o mais famoso capitão da nave Enterprise em “Star Trek: Strange New Worlds”, que estreia em maio. Junto do anúncio, a plataforma de streaming publicou a primeira foto do ator com o uniforme de capitão da Frota Estelar. Depois que a notícia foi divulgada, Wesley tuitou que estava “profundamente grato e ainda um pouco surpreso” com a oportunidade de interpretar James Kirk. Ele acrescentou que, recentemente, conheceu o intérprete clássico do personagem, William Shatner, ao sentar-se a seu lado num voo para Los Angeles. “Eu mal conseguia juntar duas palavras, mas finalmente consegui dizer olá e conversamos”, escreveu Wesley. “Eu não sou uma pessoa que geralmente acredita em destino, mas isso foi mais do que uma coincidência. Então, obrigado Sr. Shatner pela boa companhia. E por nos sentarmos juntos, meus agradecimentos ao grande pássaro no céu. Mal posso esperar para que todos vocês vejam nosso Capitão Kirk em suas telas.” “Star Trek: Strange New Worlds” é um spin-off da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e acompanha as aventuras da tripulação original da espaçonave USS Enterprise, modelo NCC-1701, conforme apresentada no piloto da série clássica “Jornada nas Estrelas” em 1964. Criado por Gene Roddenberry, o piloto inicial acabou rejeitado, mas o produtor refez o projeto com outra tripulação e elenco e conseguiu emplacar a série em 1966. Apenas o Sr. Spock foi aproveitado da primeira versão, além da nave. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, “Star Trek: Strange New Worlds” vai acompanhar as aventuras “perdidas” da tripulação original live-action, liderada pelo Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn). A má notícia para quem ficou ansioso é que Kirk só vai aparecer no segundo ano da produção, atualmente em fase de gravações. Em compensação, ele não será o único integrante da Enterprise de 1966 a participar da trama. A série também inclui versões jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966) e da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966), interpretadas respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”) e Jess Bush (“Playing for Keeps”). Por curiosidade, Majel Barrett (1932–2008) também foi a intérprete da Número 1 no piloto rejeitado. Além deles, o ator Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) vai resgatar o Dr. M’Benga, o oficial médico que apareceu em apenas dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, na 2ª e 3ª temporadas da atração original (na época encarnado por Booker Bradshaw). Para completar, a nova série ainda introduzirá personagens inéditos, com atuação de Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”), Bruce Horak (“Warehouse 13”) e Melissa Navia (“Billions”), entre outros. O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado no dia 5 de maio em streaming. I am deeply humbled and still a little startled to have been given the honor of playing the inimitable James T Kirk. Ever since I was a kid, I have been awed by the imaginative world Gene Roddenberry created. Recently, I boarded a flight to LA to discover that the man in the pic.twitter.com/U8GVD4ZemP — Paul Wesley (@paulwesley) March 15, 2022 course I had to get a picture.So thanks Mr. Shatner for the good company. And for seating us together, my thanks to the great bird in the sky. Can’t wait for all of you to see our Captain Kirk on your screens. — Paul Wesley (@paulwesley) March 15, 2022
Golpista de “Inventando Anna” é deportada para a Alemanha
A golpista Anna Sorokin, também conhecida como a falsa herdeira Anna Delvey, que inspirou a série “Inventando Anna” na Netflix, foi retirada do centro de detenção onde estava presa em Nova York e, na noite de ontem, foi deportada para a Alemanha, onde está sua família. As informações foram divulgadas pelo jornal New York Post, que descreveu Sorokin como “furiosa” com a deportação. Ela foi presa no dia 25 de março de 2021 após autoridades de imigração constatarem que seu visto já estava vencido. Sorokin nasceu em Domodedovo, na Rússia. Seu pai era um caminhoneiro e sua mãe dona de uma loja de conveniência. Eles se mudaram para a Alemanha em 2007, quando ela tinha 16 anos. Em 2014, ela se mudou para os Estados Unidos e passou a aplicar golpes em hotéis de luxo. A farsa durou até 2017, quando foi presa após não pagar um almoço de US$ 200. Em fevereiro do ano passado, ela saiu da prisão por bom comportamento, mas um mês depois foi detida novamente pela imigração.












