Elenco de “That ’70s Show” vai aparecer no spin-off dos anos 1990
A Netflix conseguiu convencer o elenco de protagonistas de “That ’70s Show” a aparecer no spin-off da série clássica, intitulado “That ’90s Show”, que atualmente está em produção para o streaming. Após longas negociações, Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso) e Wilmer Valderrama (Fez) fecharam contrato para reprisar seus papéis em participações especiais. O único que ficou de fora foi Danny Masterson (Hyde), que não foi contatado por atualmente responder processo por estupro na justiça americana. A nova série, ambientada em 1995, vai girar justamente em torno da filha de Eric e Donna. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passará a se relacionar com uma nova geração de adolescentes de Point Place, Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. Os atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp, intérpretes de Red e Kitty Forman, os pais de Eric e avôs de Lea, foram os primeiros nomes confirmados no elenco. A jovem protagonista será interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), enquanto Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos viverão seus novos melhores amigos. A plataforma irá produzir 10 episódios do revival/continuação, com produção dos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, junto com sua filha Lindsay Turner. Gregg Mettler, que escreveu episódios de “That ’70s Show”, será o showrunner da nova produção.
Teaser revela as máscaras de “La Casa de Papel: Coreia”
A Netflix divulgou um pôster e novo teaser do remake sul-coreano de “La Casa de Papel”, que revelam a data de estreia e a nova máscara adotada pelos criminosos da atração. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos vão adotar um disfarce diferente. Mas desta vez não será a máscara de um artista famoso. Trata-se do rosto de Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras Hahoetal, usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que “La Casa de Papel” não deixa de ser um ataque contra o sistema dos mais ricos. “La Casa de Papel: Coreia” será estrelada por Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Os demais integrantes são Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jun Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki e Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo. Os roteiros da adaptação sul-coreana são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). A estreia vai acontecer em 24 de junho.
Netflix cancela “Space Force”
A Netflix cancelou “Space Force” após duas temporadas. Como de praxe, a plataforma não anunciou a decisão – nunca comenta fracassos – , deixando a comunicação a cargo de fontes “próximas da produção”. Lançada com uma campanha que a chamava de “série mais esperada há tempos”, “Space Force” nunca se recuperou de uma 1ª temporada abissal, considerada péssima pela crítica internacional (só 39% de aprovação no Rotten Tomatoes). Toda a expectativa pela volta de Steve Carell às comédias, com produção de Greg Daniels, com quem ele trabalhou em “The Office”, se dissipou antes do final da maratona dos episódios inaugurais, não completada por muitos. Por conta disso, muitos também não souberam da revitalização criativa de sua 2ª temporada, que trouxe um novo showrunner ao projeto (Norm Hiscock, de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”) para corrigir seu rumo. Como resultado, o equívoco virou uma série engraçada e, de forma impensável, caiu nas graças da crítica, atingindo inacreditáveis 90% de aprovação em seus últimos episódios. Tarde demais. Concebida por Carell e Daniels, a série foi inspirada num projeto alucinado de Donald Trump, que um dia resolveu criar a Força Espacial dos EUA – uma nova força armada, ao lado do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na trama, Carell vive o general encarregado de formar a tal Força Espacial, sem saber nem por onde começar. Por isso se une – muito a contragosto -, a um excêntrico cientista e uma equipe sem noção para fazer o projeto decolar. O elenco também destacava John Malkovich (“The New Pope”), Lisa Kudrow (“Friends”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Jane Lynch (“Glee”).
As 10 melhores séries que chegam ao streaming
A relação de séries da semana inclui duas despedidas. A aclamada “Ozark” e a comédia “Grace and Frankie” encerram suas trajetórias na Netflix. E muitos não estão preparados para o final de “Ozark”, acreditem. Em compensação, não faltam estreias, com o lançamento dos primeiros episódios de várias produções. A lista desta semana favorece especialmente os fãs de terror, fantasia e tramas tensas, incluindo até uma história sangrenta para rir. Mas também há opções dramáticas entre as 10 principais séries que chegam ao streaming. Confira a seleção e os trailers. OZARK | NETFLIX A aclamada série criminal chega ao fim de forma surpreendente, mas também inevitável, para entrar na história da (smart) TV como uma das melhores produções já feitas para o streaming. Consistente do começo ao fim, “Ozark” leva a tese do efeito dominó apresentada em seu começo ao limite, concluindo a história em seus últimos sete episódios do único jeito que poderia acabar, porém sem perder de vista o fator da imprevisibilidade humana. Um show de equilíbrio narrativo. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração conta a trajetória da família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. E sofrem as consequências de todos seus atos. A série já venceu três Emmys, incluindo dois para Julia Garner pelo papel da trapaceira Ruth Langmore, ex-aprendiz local de Marty, que tem papel importante no desfecho violento. O outro Emmy foi para o astro Jason Bateman, mas por seu trabalho como diretor na série. Por sinal, ele assina o capítulo final. ILUMINADAS | APPLE TV+ A minissérie de suspense estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, já que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss é um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque e passa a reparar mudanças significativas e súbitas em seu cotidiano. E Moura interpreta um jornalista desacreditado, que decide investigar o caso, sem saber para onde o mistério o conduzirá. Baseado no livro homônimo de Lauren Beukes, a adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer. O BEBÊ | HBO MAX A divertida série de terrir é centrada em um bebê assassino, que cai literalmente do céu para transformar a inglesa Natasha (Michelle de Swarte, de “A Duquesa”) em sua mãe. E rapidamente o recém-nascido deixa claro quem manda na família, ao deixar um rastro de mortes por onde passa. Ousada e insana, “O Bebê” foi criada pelas produtoras britânicas Lucy Gaymer (de “Gangs of London”) e Sian Robins-Grace (de “Sex Education”), e também inclui em seu elenco Amira Ghazalla (“Sense8”), Amber Grappy (“Wrecked”) e Tanya Reynolds (outra de “Sex Education”). DESALMA | GLOBOPLAY Depois de surpreender em 2020, com uma trama cheia de mistérios e um clima de terror de arrepiar os fãs mais exigentes do gênero, a série brasileira volta a se aventurar palas florestas geladas do Sul do país, com uma fotografia que valoriza cenários sombrios e assustadores, para contar a história de imigrantes ucranianos assombrados por fenômenos sobrenaturais. Desde o início, a história tem como ponto central a morte de uma jovem que aconteceu há 30 anos, durante uma noite da celebração da Ivana Kupala, uma tradicional festa pagã eslava. O assassinato deixou a bruxa Haia (Cassia Kis), a mãe da vítima, planejando vingança, mas também reforçou a conexão entre as famílias envolvidas. Mas agora os segredos dessas famílias começam a ser revelados. E claro que novos mistérios e novos personagens entram na trama, como o bruxo centenário Traian Troader, interpretado por Fábio Assunção. A 2ª temporada também conta com a volta da jovem assassinada, que retorna no corpo de outra mulher (Camila Botelho) para reencontrar a mãe num momento crucial. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”) e a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). UNDONE | AMAZON PRIME VIDEO A impressionante animação adulta equilibra sci-fi, drama e comédia para contar os segredos da família de Alma (interpretada por Rosa Salazar, de “Alita: Anjo de Combate”), jovem rebelde que, ao sofrer um acidente de carro, descobre um estranho poder relacionado ao tempo. Ela passa a ver seu pai falecido (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”), que tenta lhe explicar suas habilidades e como viajar no tempo para impedir ou descobrir a verdade sobre a morte dele. Entretanto, as visões, que mostram diferentes etapas temporais simultâneas à sua frente, só fazem ela questionar sua própria sanidade mental. Na 2ª temporada, Alma descobre que a habilidade é genética e que sua irmã Becca (Angelique Cabral, de “Life in Pieces”) também tem a mesma capacidade, mas vive em negação de seus poderes. Intuindo que sua mãe (Constance Marie, de “With Love”) corre risco, ela convence a irmã a formar uma aliança para viajar no tempo e resolver de vez todos os problemas familiares – e talvez até mundiais, ao menos em suas pretensões. A série foi criada por Raphael Bob-Waksberg e Kate Purdy, responsáveis pela sátira animada “BoJack Horseman” na Netflix, e tem seus episódios dirigidos por Hisko Hulsing, artista responsável pelas animações do documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015). O SUBMARINO | NETFLIX A nova série turca da Netflix é um spin-off da belga “Noite Adentro”. Ambas foram criadas por Jason George, uma espécie de coringa da plataforma, que ajudou a produzir a primeira série em árabe da empresa, “Jinn”, bem como as japonesas “O Diretor Nu” e “Alice in Borderland”, as turcas “O Segredo do Templo” e “O Último Guardião”, a mexicana “Ingobernable” e até a brasileira “Sintonia”. A trama apocalíptica de “Submarino” acontece simultaneamente à 2ª temporada de “Noite Adentro”. Enquanto a atração belga acompanhava passageiros de um avião em fuga da luz do sol, após ela se tornar radioativa e mortal, a turca segue a tripulação de um submarino. Há vários elementos em comum nas duas histórias – em particular, os clichês de militares versus civis, extrapolados do clássico “Dia dos Mortos” (1985) – e situações que conectam as duas narrativas. Ao final, os sobreviventes das duas séries tem a mesma ideia de onde encontrar fonte de alimentação, já que a radiação também tornou a comida da superfície imprestável. E tanto a 2ª temporada de “Noite Adentro” quanto “Submarino” acabam no mesmo ponto. Um cliffhanger. Diante disto, a torcida é grande para a Netflix terminar esta história com pelo menos uma renovação. THE OFFER | PARAMOUNT+ A série que conta os bastidores de “O Poderoso Chefão” tem muitos momentos interessantes. Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars passou, de fato, por um desenvolvimento turbulento, com bastidores perigosamente conturbados, especialmente em sua relação com a máfia real. Mas o que daria um bom longa-metragem de cinema se perde um pouco no formato de minissérie, com excesso de tramas paralelas sobre o showbusiness de 1970, que acabam deixando de lado o ponto central, a história do filme que “quase não foi feito”. A trama é baseada nas experiências de Al Ruddy, o produtor do clássico de 1972, que foram transformadas em série por Michael Tolkin (roteirista do cult “O Jogador” e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”), em parceria com Leslie Greif (criador de “Chuck Norris: O Homem da Lei”). A equipe criativa ainda soma a direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). Já o elenco grandioso destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Juno Temple (“Ted Lasso”) como sua secretária Bettye McCart, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”) como o mafioso real Joe Colombo, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. LEONARDO DA VINCI | GLOBOPLAY Coprodução internacional rodada na Itália, a minissérie conta, com muitas liberdades artísticas, a vida de Leonardo Da Vinci. Sem os exageros da aventura épica – e fantasiosa – “Da Vinci’s Demons” (2013–2015), a trama explora a extraordinária vida do artista florentino por meio das obras que o tornaram famoso, focando as histórias por trás dessas obras para revelar o tormento interior de um homem obcecado em alcançar a perfeição. Criada por Frank Spotnitz, responsável por “O Homem do Castelo Alto”, em parceria com Steve Thompson, criador de “Vienna Blood”, a atração traz o irlandês Aidan Turner (da trilogia “O Hobbit”) no papel principal e um elenco repleto de estrelas europeias, como os ingleses Freddie Highmore (“The Good Doctor”) e James D’Arcy (“Agent Carter”), a italiana Matilda De Angelis (“The Undoing”) e o espanhol Carlos Cuevas (“Nosso Verão”). AS 7 VIDAS DE LEA | NETFLIX Combinação viciante de fantasia juvenil e suspense criminal, a série francesa acompanha a Lea do título, uma adolescente de 17 anos, que numa noitada descobre sem querer a ossada de um antigo cadáver. A partir daí, ela se vê transportada para uma sequência de viagens no tempo. Sempre que vai dormir, desperta nos anos 1990, cada vez num corpo diferente, aparentemente para resolver o mistério da morte daquele esqueleto. O detalhe é que o defunto tinha sua idade quando morreu e fazia parte de uma banda de rock que incluía sua própria mãe. Não só isso. Numa das primeiras trocas de corpo, Lea acorda justamente como sua progenitora, no começo do namoro com seu pai. Fazendo de tudo para evitar situações que a traumatizariam para sempre, ela passa a investigar o que aconteceu na era grunge que levou à morte do antigo amigo de seus pais, do qual eles nunca falam. Ao mesmo tempo, ainda descobre que seus pais supostamente caretas foram muito mais rebeldes que ela. Criada pela roteirista Charlotte Sanson (“Como Virei Super-Herói”), a série marca a estreia de Raïka Hazanavicius como atriz. A intérprete de Lea é sobrinha de ninguém menos que o cineasta Michel Hazanavicius, vencedor do Oscar por “O Artista” (2011). GRACE AND FRANKIE | NETFLIX A série original mais longa do catálogo da Netflix (com 94 episódios) chega o fim nesta sexta (29/4), com o lançamento dos 12 capítulos remanescentes de sua 7ª temporada – após uma pequena leva de capítulos ficarem disponíveis em agosto do ano passado, para compensar a interrupção dos trabalhos pela pandemia. Criada por Marta Kauffman (“Friends”) e Howard J. Morris (“Home Improvement”), Grace e Frankie são Jane Fonda e Lily Tomlin (ambas de “Como Eliminar seu Chefe”), duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam tendo que conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. Após se descobrirem na mesma situação, tornam-se cada vez mais próximas, forjando uma amizade de sete temporadas, desde 2015. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), June Diane Raphael (“Não Vai Dar”), Baron Vaughn (“Corporate”) e Peter Gallagher (série “Covert Affairs”).
Os 10 melhores filmes que estreiam em casa
O premiado “Licorice Pizza” e a aventura de ação “Uncharted” são as principais estreias digitais, mas a seleção dos lançamentos também inclui dramas adolescentes em várias línguas – inclusive em português – , filmes europeus consagrados, um anime deslumbrante e um documentário para fãs do Britpop dos anos 1990. Confira abaixo as 10 sugestões de títulos que chegam ao VOD e às plataformas de assinatura nesta semana, com seus respectivos trailers. LICORICE PIZZA | VOD* Indicado a três Oscars, inclusive de Melhor Filme, e vencedor de 58 prêmios internacionais, o novo longa de Paul Thomas Anderson (“O Mestre” e “Trama Fantasma”) gira em torno do crush de um adolescente extremamente bem resolvido por uma mulher mais velha nos anos 1970. Tentando capitalizar sua incipiente carreira de ator, o jovem consegue manter a mulher por perto ao convencê-la a embarcar com ele em empreendimentos mirabolantes, levando-a a conhecê-lo melhor. Este romance entre um casal desencontrado poderia render polêmica, mas acaba se mostrando fofo na tela, justamente por tudo o que tem de equivocado, e acabou cativando a crítica americana, que o aclamou com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim), de 30 anos, em seu primeiro papel no cinema. O diretor é muito amigo das irmãs Haim e já dirigiu nada menos que 9 clipes do trio musical (por sinal, Danielle e Heste Haim também aparecem no filme como irmãs da protagonista). Seu parceiro em cena também é estreante: Cooper Hoffman, filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman, que fez o filme com 18 anos. O pai do jovem estrelou cinco longas de Anderson. Em contraste com o casal de iniciantes, o elenco de apoio é uma constelação de estrelas, incluindo Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), Maya Rudolph (“O Halloween do Hubbie”), Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”), Emma Dumont (“The Gifted”), Skyler Gisondo (“Santa Clarita Diet”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Mary Elizabeth Ellis (“Lodge 49”) e o cantor Tom Waits (“Os Mortos Não Morrem”). UNCHARTED – FORA DO MAPA | NOW, VIVO PLAY, VOD* Baseado num game de sucesso, “Uncharted” traz Tom Holland como Nathan Drake, que nos jogos da Naughty Dog é um arqueólogo aventureiro. Só que este Indiana Jones digital é completamente diferente no filme, porque o ator não tem a idade nem a aparência física do papel. Para contornar esse “detalhe”, a trama é apresentada como uma história de origem – nunca vista nos games – , em que Drake ainda é um jovem diletante e tem seu primeiro encontro com um caçador de tesouros que irá se tornar seu mentor na busca por uma fortuna perdida. Mark Wahlberg (“O Grande Herói”) vive o segundo protagonista, após ser cotado para viver Drake numa versão anterior do projeto – em desenvolvimento há mais de uma década. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”) e Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”). Lançado logo após Holland encabeçar o fenômeno de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, “Uncharted” sofreu o peso de muita expectativa. Sua missão era simplesmente lançar uma nova franquia para a Sony. Mas apesar do entusiasmo dos executivos do estúdio e da bilheteria de estreia, teve sucesso apenas modesto nos cinemas, praticamente se pagando. E foi considerado medíocre pela crítica, com apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, mantendo a baixa média dos filmes dirigidos por Ruben Fleischer (o diretor dos 30% de “Venom”). Mesmo assim, fãs de aventuras mirabolantes à la “Piratas do Caribe” podem se satisfazer ao matar a saudade de uma produção repleta de ação, efeitos, piadinhas e buracos narrativos. MEU NOME É BAGDÁ | STAR+ Premiado no Festival de Berlim, o filme de Caru Alves de Sousa (“De Menor”) gira em torno de uma jovem skatista, interpretada pela novata Grace Orsato. Aos 16 anos, ela passa os dias ao lado dos amigos, fazendo manobras na pista local, fumando maconha e jogando baralho. Como a única menina a frequentar a pista de skate do bairro, ela sofre assédio e preconceito, inclusive da polícia. Mas, com sua atitude, abre caminho para outras. Aos poucos, ela conhece mais meninas skatistas, se aproxima de Vanessa (Nick Batista) e estreita novos laços de amizade. A trama é livremente inspirada no livro “Bagdá — O Skatista”, de Toni Brandão, lançado em 2009, mas centrado na figura de um menino. A versão cinematográfica mudou de ponto de vista da trama para incorporar questionamentos de gênero e a opção tem grande importância no desenvolvimento do longa, um dos melhores dramas adolescentes brasileiros recentes. APENAS NÓS | NOW, VIVO PLAY, VOD* O longa de estreia do cineasta inglês Tom Beard é um elogiadíssimo drama familiar, que narra as dificuldades de uma adolescente para lidar com as complexidades de sua família disfuncional e perturbada. Durante a estadia em uma cidade litorânea, a jovem protagonista passa a ter que cuidar da mãe, que está doente, e de seu desobediente irmão mais novo, além de conviver com novos vizinhos com comportamentos que não consegue processar. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme impressiona pela qualidade realista das interpretações, não apenas de seus atores famosos, mas de suas crianças. Na verdade, já era um sinal do que aguardava sua atriz principal. A produção é de 2018 e destacava uma inspiradíssima Emilia Jones, então com 16 anos, que agora é mundialmente conhecida por comover o mundo em “No Ritmo do Coração”, filme vencedor do Oscar 2022. O resto do elenco inclui Samantha Morton (“The Walking Dead”), Billie Piper (“Penny Dreadful”), Daniel Mays (“Belas Maldições”) e as crianças Badger Skelton (“O Último Ônibus do Mundo”) e Bella Ramsey (“Game of Thrones”). LOLA E O MAR | FILMICCA Indicado ao César (o Oscar francês) de 2020, o drama belga conta a história de Lola, uma adolescente trans que conta com o apoio de sua mãe para fazer a transição e mudar de vida. Só que a mãe morre repentinamente, o que leva Lola a bater de frente com seu pai distante e homofóbico, embarcando com ele numa jornada rumo ao mar para cumprir o último desejo da pessoa mais querida de sua vida. A estreante Mya Bollaers, que interpreta Lola, é um grande achado do diretor Laurent Micheli e sua performance valoriza muito a produção. ESPÍRITO INDOMÁVEL | NOW, VIVO PLAY, VOD* O drama juvenil de esportes acompanha a vida do indígena canadense Saul Indian Horse, da infância à maturidade, enquanto ele sobrevive ao internato e ao racismo dos anos 1970 para se tornar um talentoso jogador de hóquei. Mas para alcançar seus sonhos, o jovem precisa encontrar seu próprio caminho, superando obstáculos ao lutar contra estereótipos e o alcoolismo. A adaptação do romance de Richard Wagamese (1955–2017) tem direção de Stephen S. Campanelli, que em sua carreira oscilante já comandou até trash de Nicolas Cage (“A Ilha”), mas consagrou-se com esta produção, vencedora de 10 troféus no circuito de festivais e premiações canadenses – a maioria em votação do público. LUZIFER | MUBI O cineasta austríaco Peter Brunner é obcecado por personagens torturados por condições especiais, sejam doenças ou obsessões patológicas. Sua nova vítima é Johannes, um homem com o coração de riança, que vive isolado numa cabana alpina com sua mãe. Sua vida diária é regida por orações e rituais. Mas, de repente, a modernidade se intromete em seu mundo de natureza e adoração divina, quando um projeto turístico ameaça envenenar seu paraíso e despertar o diabo. O grande destaque desta fábula moderna sobre a inocência perdida é o ator Franz Rogowski (“Undine”), numa performance que equilibra o encantamento infantil com a raiva extrema. Ele foi premiado como Melhor Ator no Festival de Sitges do ano passado – o festival espanhol é um dos principais eventos mundiais do cinema fantástico. IN THE AISLES | MUBI A plataforma MUBI está realizando um ciclo dedicado ao ator Franz Rogowski, que também inclui o último longa-metragem do alemão Thomas Stuber – lançado há quatro anos. Exibido nos cinemas brasileiros com o título traduzido para “Nos Corredores”, o filme traz Rogowski como um homem recluso que começa a trabalhar como estoquista no turno da noite em um supermercado. Ele logo se vê cativado por sua misteriosa colega de trabalho (Sandra Hüller, de “Toni Erdmann”), encontrando nesta atração uma forma de amenizar a opressão do ambiente, repleto de corredores longos e imponentes com empilhadeiras giratórias, que simbolizam a monotonia do trabalhado de baixa renda. Só que a mulher possui segredos desconhecidos e resolve sair subitamente de licença, deixando o novo funcionário sozinho com seus demônios noturnos. O filme venceu 12 prêmios em importantes festivais europeus, como Berlim, Atenas, Valladolid e Nápoles, além de render o Lola (o Oscar alemão) para Rugowski. BUBBLE | NETFLIX Com um visual de tirar o fôlego, “Bubble” reúne em sua equipe alguns dos maiores nomes do anime atual. A direção é de Tetsurô Araki, responsável por “Ataque aos Titãs”, o roteiro foi escrito por Gen Urobuchi, criador de “Psycho-Pass” e da trilogia animada de “Godzilla” na Netflix, e o responsável pelo design dos personagens é ninguém menos que Takeshi Obata, o autor de “Death Note”. A produção não é baseada em nenhum mangá existente, mas se inspira da fábula de “A Pequena Sereia”, transformada num conto sci-fi pós-apocalíptico. Era uma vez um futuro em que uma chuva de bolhas (bubbles) sugou toda a gravidade de Tóquio, deixando o local proibido, abandonado e sem moradores. Mas não totalmente desabitado. Por conta de suas particularidades, a cidade vira um refúgio de jovens órfãos praticantes de parkour, que desafiam as restrições após perderem os pais na inversão gravitacional. Após um salto arriscado, um dos meninos acaba caindo no mar, à margem da capital japonesa, apenas para ser salvo por uma garota com poderes especiais, que parece surgir de suas próprias bolhas de respiração na água, e esse encontro acaba impactando a vida de todos. OASIS KNEBWORTH 1996 | VOD* O documentário celebra os shows mais famosos da banda Oasis, que ocorreram no Knebworth Park, na Inglaterra, em 10 e 11 de agosto de 1996. As apresentações reuniram mais de 250 mil fãs e são considerados os maiores concertos já realizados no Reino Unido em todos os tempos. Organizados logo após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – também a maior procura por um espetáculo na história da cultura britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos Liam e Noel Gallgher pelo controle do grupo levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop tem direção de Jake Scott (do cult “Corações Perdidos”) e foi lançada nos cinemas no ano passado para comemorar os 25 anos das apresentações. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Amazon e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Irmandade: Série de Seu Jorge ganha novo trailer repleto de ação
A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Irmandade”, estrelada por Seu Jorge (“Marighella”) e Naruna Costa (“Rotas do Ódio”). Repleta de ação, a prévia mostra uma reviravolta na trama, mudando os papéis dos protagonistas. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” acompanha o submundo de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder encarcerado da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. Na 2ª temporada, ela vai ter mais claro de qual lado está. “O futuro da Irmandade sou eu”, diz Cristina no trailer. O elenco também destaca Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Segunda Chamada”). A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que dividiu a direção dos primeiros episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Os novos episódios chegam ao streaming em 11 de maio.
Netflix começa onda de demissões
A Netflix demitiu ao menos dez funcionários do site Tudum, nesta quinta-feira (28/4), de acordo com reportagem do site The Hollywood Reporter. O corte foi apontado pela publicação como o começo de uma onda de demissões na empresa após os resultados negativos do último trimestre, que registraram perda de 200 mil assinantes e consequente queda milionária de seu valor de mercado. A plataforma lançou o Tudum em dezembro passado como um site editorial para cobrir conteúdo de suas séries e filmes. Para formar a equipe, a empresa recrutou alguns dos principais jornalistas e redatores de entretenimento. Spencer Neumann, diretor-financeiro da Netflix, disse em conferência recente a acionistas que a companhia iria começar a “puxar o freio” em alguns gastos, preferencialmente aqueles mais dispensáveis. “Puxar o freio” é eufemismo para cortes de despesas e demissões. A decisão visa antecipar um potencial desastre no próximo trimestre. Segundo previsão da própria Netflix, ela deve perder em torno de 2 milhões de assinantes entre abril e junho. A
Netflix cancela “Pretty Smart” após uma temporada
A Netflix cancelou “Pretty Smart”, comédia protagonizada por Emily Osment (de “Hannah Montana”) após uma temporada. Como a plataforma esconde seus fracassos – cancelamentos nunca ganham comunicado oficial – , a confirmação aconteceu quando Osment foi confirmada no elenco fixo da 6ª temporada de “Young Sheldon”, após fazer aparições regulares no quinto ano da atração televisiva. Lançada em outubro passado, “Pretty Smart” era uma espécie de “The Big Bang Theory” às avessas. A trama mostrava Emily como uma mulher esnobe e inteligente, mas que não sabe se virar sozinha. Por isso, decide morar em Los Angeles com a irmã mais jovem e menos esperta, que, por sua vez, divide sua casa com outros três moradores com ainda menos neurônios. Criada pelos roteiristas Jack Dolgen e Doug Mand (ambos de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série gravada em estúdio sob risadinhas do público também contava com Cinthya Carmona (“O Cobrador de Impostos”), Olivia Macklin (“The Young Pope”), Michael Hsu Rosen (“Looking”) e Gregg Sulkin (“Fugitivos da Marvel”) em seu elenco.
Novo filme do diretor de “O Regresso” será lançado pela Netflix
O próximo filme de Alejandro G. Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” (2015) e “O Regresso” (2016), será lançado pela Netflix. Intitulado em espanhol “Bardo – Falsa Crónica de Unas Cuantas Verdades”, o filme foi rodado na Cidade do México e é estrelado pelo espanhol Daniel Giménez Cacho (“Zema”) e a mexicana Griselda Siciliani (“Quem Matou Sara?”), entre outros. Descrita como uma “comédia nostálgica”, sua trama acompanha um renomado jornalista e documentarista que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas memórias e sua própria identidade. As filmagens se encerram em setembro passado e Iñárritu se encontra atualmente trabalhando em sua pós-produção. Além da exibição na Netflix, “Bardo” também será lançado em circuito limitado nos cinemas de diversos países, incluindo o Brasil, no final de 2022.
Chacina da Candelária vai virar série da Netflix
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (27) a produção de uma minissérie sobre a Chacina da Candelária. A novidade foi anunciada nas redes sociais. O crime conhecido como Chacina da Candelária aconteceu na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, quando um táxi e um Chevette com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para seus ocupantes atirarem contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo na região. Oito pessoas morreram, incluindo crianças, e as investigações descobriram que os autores dos disparos eram milicianos. Ainda sem título, a produção terá como showrunner o cineasta Luis Lomenha (“Luto como Mãe”), que passou os dois últimos anos trabalhando na produção. A trama vai acompanhar as 36 horas que antecedem a tragédia pelo ponto de vista de quatro crianças. Oriundos de lares desestruturados, esses jovens encontram nas ruas do Rio de Janeiro, e na companhia mútua, uma forma de tocar a vida e, quem sabe, alcançar seus sonhos e viver aventuras – até terem seus futuros interrompidos por uma chacina de repercussão mundial. “A infância é sinônimo de esperança. É o hoje, o amanhã e o depois. Uma sociedade que se silencia diante da morte de crianças pretas é um agrupamento de desumanos, um sodalício que precisa de um novo começo”, afirmou Lomenha em comunicado da plataforma sobre a produção. Para desenvolver o projeto, Lomenha reuniu alguns dos sobreviventes com os roteiristas Renata Di Carmo, João Santos, Luh Maza, Dodo Azevedo e Igor Verde. O detalhe é que, em vez de uma narrativa dramática do evento trágico – como o filme “Fruitvale Station: A Última Parada” – , o roteiro pretende misturar elementos oníricos entra as cenas de drama e ação. Com início das gravações em 2022, a minissérie terá quatro episódios e protagonistas interpretados por jovens negros, que ainda não atuaram no mercado do audiovisual, selecionados após cinco meses de parceria com diversos grupos artísticos da periferia do Rio de Janeiro. Além disso, cada episódio também contará com participações especiais de nomes renomados do entretenimento brasileiro, ainda não revelados. Minha nova minissérie ficcional vai contar a história que antecede a tragédia conhecida como a chacina da candelária. Os episódios acompanham 36 horas antes do acontecido pelo ponto de vista de 4 crianças. Com direção de Luis Lomenha e Marcia Faria, as gravações começam em 2022. pic.twitter.com/PDZzh0OXkH — netflixbrasil🍂 (@NetflixBrasil) April 27, 2022
Netflix renova “A Sogra que Te Pariu” para 2ª temporada
A Netflix renovou a comédia brasileira “A Sogra que Te Pariu” para a 2ª temporada. O anúncio foi publicado nas redes sociais da plataforma nesta quarta-feira (27/4), duas semanas depois da estreia da série. Em seu fim de semana de lançamento, a série criada e estrelada por Rodrigo Sant’anna chegou a assumir a liderança do ranking geral diário entre os assinantes brasileiros da plataforma, superando “Elite”, e desde então não saiu do Top 5 nacional. Primeira produção brasileira da Netflix gravada com plateia, visando registrar a reação do público – a claque dos risinhos – , a série volta a trazer Sant’anna em papel feminino, após a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”. Na trama, o humorista vive Dona Isadir, que durante a pandemia se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca, e cria vários atritos com a nora Alice (Lidi Lisboa). Na casa, Dona Isadir também se relaciona com os netos Jonas e Márcia (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e com a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família de seu filho. A atração conta com direção de Alex Cabral (“Escolinha do Professor Raimundo”) e é importante destacar que seu elenco é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira. A família da Dona Isadir veio avisar que A Sogra Que Te Pariu foi renovada para a segunda temporada.❤️ pic.twitter.com/Xpzm5IFeYt — netflixbrasil🍂 (@NetflixBrasil) April 27, 2022
Novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato” ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras imagens de “O Agente Oculto” (The Grey Man), novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato”, Joe e Anthony Russo, que conta com um elenco grandioso. As imagens revelam as participações de Ryan Gosling (“La La Land”), Chris Evans (também de “Vingadores: Ultimato”), Regé-Jean Page (“Bridgetown”) e a cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), mas a produção também conta com o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”), a inglesa Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), o indiano Dhanush (“Karnan”), Billy Bob Thornton (“Goliath”), Alfre Woodard (“Luke Cage”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, o longa traz Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias, o que indica o surgimento de uma nova franquia. Os Russos escreveram o roteiro da adaptação, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel. Ao disponibilizar as fotos nas redes sociais, a Netflix ainda anunciou a data de estreia da produção: dia 22 de julho. The @Russo_Brothers created an epic, globe-hopping action-packed cinematic extravaganza coming your way July 22! The Gray Man co-stars Ana de Armas, @regejean Page, Jessica Henwick, @dhanushkraja, Billy Bob Thornton & @AlfreWoodard! pic.twitter.com/BWriPm2B7b — Netflix (@netflix) April 26, 2022 The gray man #TheGrayMan @NetflixFilm July 22nd on Netflix @Russo_Brothers pic.twitter.com/yAXte77C2G — Dhanush (@dhanushkraja) April 26, 2022
“Criando Dion” é cancelada após duas temporadas
A Netflix cancelou “Criando Dion” (Raising Dion), série produzida por Michael B. Jordan (“Creed”), que durou duas temporadas em streaming. Como tem sido hábito, a Netflix não comentou o cancelamento – a plataforma esconde seus fracassos – , que foi revelado por uma das jovens estrelas da atração, Sammi Haney, intérprete da personagem Esperanza, em seu Instagram. “É triste dizer que ‘Criando Dion’ foi cancelada”, escreveu Haney. “Obrigado por todo o apoio incrível que recebemos de todos os nossos fãs maravilhosos! A 2ª temporada foi um sucesso, igual à 1ª temporada, mesmo olhando quantas pessoas assistiram a tudo e queriam uma 3ª temporada!” A atração era baseada nos quadrinhos e num curta-metragem de Dennis Liu e acompanhava a luta de uma viuva (Jazmyn Simon, de “Ballers”), que tentava criar seu filho Dion (Ja’Siah Young, de “A Noite é Delas”) após a morte do marido, enquanto a criança começava a manifestar superpoderes. Além de produzir, Michael B. Jordan também fez participação especial na 1ª temporada como Mark, o pai de Dion. O elenco ainda destacava Jason Ritter (“Kevin (Probably) Saves the World”) como Pat, o melhor amigo de Mark, que acabou virando o antagonista dos primeiros episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sammi Haney | on Raising Dion (@sammi.haney)












