“M3GAN” chega nas locadoras digitais. Confira 10 estreias da semana
A nova boneca assassina do cinema chegou nas locadoras digitais, junto com outros filmes que estavam até recentemente em cartaz. Enquanto “M3GAN” se destaca nas plataformas de locação, os serviços de assinatura oferecem o elogiado “Holy Spider”, sobre um psicopata assassino de mulheres no Irã, e o longa que encerra a série “Luther”, estrelada por Idris Elba. Confira abaixo as 10 melhores estreias pra ver em casa no fim de semana. | M3GAN | VOD* A nova franquia do terror acompanha uma cientista especialista em robótica (Allison Williams, de “Corra!”), que dá um protótipo de boneca robô realista para sua sobrinha (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), para confortá-la no luto pela morte de seus pais. Só que a boneca ultrapassa expectativas e se apega. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. Realizado por apenas US$ 12 milhões, o terror tecnológico impressionou nas bilheterias internacionais, faturando US$ 100 milhões em duas semanas em todo o mundo. Também agradou a critica, com 95% de aprovação na crítica no Rotten Tomatoes. Vale apontar que os elogios destacam a superioridade da produção da Universal no subgênero dos terrores com “brinquedos assassinos”, como Chucky e Annabelle, elegendo “M3GAN” como a criatura definitiva dos dias atuais, por ecoar a era das dancinhas de TikTok – detalhe: um dos produtores, James Wan (“Invocação do Mal”), é o criador de Annabelle. Wan também escreveu o roteiro com Akela Cooper (“Maligno”). Já a direção é do neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”). E a sequência já foi confirmada. | HOLY SPIDER | MUBI O cineasta Ali Abbasi, que há cinco anos impressionou a crítica mundial com a fantasia “Border” – mistura de romance e trama policial com trolls! – , além de dirigir episódios de “The Last of Us”, voltou a ser reverenciado com seu novo suspense. A história foca um serial killer que encontra terreno fértil e até simpatia no Irã por mirar em trabalhadoras sexuais e mulheres pecadoras. Diante da sucessão de crimes, uma jornalista resolve investigar o chamado “Assassino Aranha” e sua “missão divina”. A crítica internacional amou o contexto da produção (da Dinamarca), que transforma em terror a atual situação do Irã, onde a repressão violenta contra mulheres “mau comportadas” (isto é, com o hijab desarrumado) inspira protestos por todo o país. Essa relação ganha ainda mais relevo porque a história do filme é real. O assassino responsável, um trabalhador da construção civil chamado Saeed Hanaei, iniciou uma matança de um ano que começou no verão de 2000 e visava profissionais do sexo, especialmente aquelas que usavam drogas. Hanaei foi tema de um documentário lançado em 2002, ano em que foi executado por enforcamento, e também inspirou “Killer Spider” (2020), de Ebrahim Irajzad, filmado no Irã com a aprovação do governo. “Holy Spider”, por sua vez, foi filmado na Jordânia com as liberdades adicionais que isso permite, incluindo o protagonismo de Zar Amir Ebrahimi (intérprete da jornalista), que fugiu do Irã em 2008, além de uma abordagem que liga explicitamente os assassinatos à misoginia social e religiosa do país. O filme conquistou o troféu de Melhor Atriz para Zar Amir-Ebrahimi no último Festival de Cannes e tem 19 prêmios internacionais. | ELA DISSE | VOD* O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra Harvey Weinstein, um dos produtores mais poderosos de Hollywood. Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vivem as repórteres do New York Times que realizaram a reportagem, que foi responsável por dar início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história acompanha os meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas descobertas, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”). | O PIOR VIZINHO DO MUNDO | VOD* O remake da premiada comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” traz Tom Hanks como um viúvo mal-humorado, que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de ter perdido seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), a refilmagem também destaca Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”) em seu elenco, e chega no domingo (12/3) às locadoras digitais. | QUERIDA ALICE | VOD* Anna Kendrick (“Um Simples Favor”) é a Alice do título, uma mulher presa num relacionamento abusivo com Simon, que se junta a amigas numa viagem/intervenção de fim-de-semana. Enquanto as amigas tentam forçar Alice a enfrentar a realidade de sua relação abusiva, Simon descobre o paradeiro dela. O suspense dramático é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy (da série “Industry”) e atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Kaniehtiio Horn (“Letterkenny”), Wunmi Mosaku (“Loki”) e Charlie Carrick (“Departure”). | LUTHER: O CAIR DA NOITE | NETFLIX O filme traz Idris Elba (“A Fera”) de volta ao papel do detetive John Luther, que ele desempenhou em cinco temporadas da série “Luther”, exibidas entre 2010 e 2019 na rede britânica BBC. A série projetou a carreira de Elba. Mas terminou de forma sombria, com o personagem arruinado e preso. O filme tem a missão de dar uma conclusão melhor para a história. Para quem não conhece, Luther é um policial dedicado, obsessivo, possuído e às vezes violento, que sempre paga um alto preço por sua dedicação, sendo consumido pela escuridão dos crimes com os quais lida. Sua dedicação é uma maldição e uma bênção, tanto para ele quanto para as pessoas próximas. E isso fica evidente logo em seu primeiro caso, quando ele investigou a brilhante psicopata e assassina Alice Morgan. Por não conseguir prendê-la devido à falta de evidências, a vilã passou a assombrá-lo, tornando-se sua inimiga e, numa reviravolta, companheira improvável. Essa relação tóxica acaba se provando sua desgraça. Mas agora, com o filme, ele tem uma última chance de redenção. Só que, para isso, precisa fugir da prisão, escapar da perseguição policial e encontrar as pistas para resolver um último caso. O filme foi escrito por Neil Cross (criador da série) e o elenco ainda conta com Cynthia Erivo (“Harriet”), Andy Serkis (“Batman”) e Dermot Crowley, que retorna ao papel de Martin Schenk, desempenhado na série original. Já a direção ficou a cargo de Jamie Payne, que comandou quatro episódios de “Luther”, além de ter dirigido episódios de séries como “O Alienista”, “Invasão” e “Outlander”. | FORASTEIROS MALDITOS | VOD* O terrir britânico acompanha um açougueiro tímido e sua irmã gêmea fatalista, que deixam os confins hostis do Reino Unido pós-Brexit para se aventurar no interior ainda mais hostil da Austrália em busca de sua mãe biológica desconhecida. Mas assim que chegam a seu destino, uma cidadezinha congelada nos anos 1970, eles descobrem que a aparente cortesia dos habitantes locais esconde um segredo sombrio e carnudo. O filme tem direção de Jesse O’Brien, responsável pelos efeitos visuais do recém-lançado “65 – Ameaça Pré-Histórica”, que entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (9/3). Já o elenco destaca Jordan Waller (“O Destino de uma Nação”) e Kathryn Wilder (“Anatomia de um Escândalo”). | NO FIM DO TÚNEL | HBO MAX O suspense argentino é daqueles que mantém tensão permanente. A trama acontece na casa de um cadeirante, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo a banco, passando por baixo do lugar sem despertar suspeitas. Longe de ser limitado, o cadeirante tem talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. E movido pela curiosidade em torno dos barulhos que começa a ouvir, ele descobre os planos dos criminosos. Com roteiro e direção de Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), o filme destaca Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) como protagonista. Mas o enredo ainda entrelaça sua história com a de novas inquilinas, a quem ele aluga um quarto: uma stripper vivida por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e sua filhinha muda, culminando no perigo que sua curiosidade causa, ao colocar a vida de todos em risco. | O MENINO E O TIGRE | VOD* O filme infantil acompanha um pequeno órfão indiano que resgata um filhote de tigre de caçadores cruéis e, juntos, partem em uma aventura para encontrar um lar seguro. Mas para isso precisam fugir dos caçadores que estão determinados a recapturar o filhote, e terão que sobreviver a desafios da natureza, enquanto desenvolvem um forte vínculo de confiança e afeto. Curiosamente, antes de fazer esse filme, o diretor argentino Brando Quilici trabalhou em outro longa de temática similar: “O Menino e o Urso”, passado no Canadá. | UM BROTO LEGAL | VOD* O filme conta a história da primeira estrela do rock brasileiro: Celly Campello, responsável por hits como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido” em 1959. O papel da jovem Célia, que começou a cantar na adolescência em Taubaté, interior de São Paulo, à sombra do irmão Tony – antes de estourar e ter seu próprio programa na TV Record -, marca a estreia no cinema da atriz Marianna Alexandre, de trajetória no teatro musical. Ela está ótima, mas o filme dirigido por Luís Alberto Pereira (“Tapete Vermelho”) não aprofunda as dificuldades enfrentadas por Celly ao cantar rock num período muito conservador – e tão bem retratado por figurinos e cenografia – , dando à cinebiografia a aparência de uma novela de época juvenil.
Thelmo Fernandes comenta série da Boate Kiss: “Demanda emocional absurda”
O ator Thelmo Fernandes revelou à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, seu processo de preparação para atuar na série “Todo dia a mesma noite”. Na trama, ele interpreta Pedro Legal, personagem que perde a filha no incêndio da Boate Kiss. Segundo o artista, a professora Helena Varvaki foi essencial durante o preparo psicológico do elenco. “Fez total diferença para que eu conseguisse acessar as emoções da maneira delicada que a história pedia”, contou. Thelmo acrescentou que “a cena mais difícil” de gravar foi o reconhecimento dos corpos num ginásio lotado de vítimas. “Foram dois dias de gravações com uma demanda emocional absurda”, afirmou ele. “Foi tão forte que a minha sensação quando chegava em casa era de ter corrido uma maratona. Mas ver o resultado na série e receber relatos carinhosos de tantas pessoas me dá a sensação de dever cumprido.” Por fim, Thelmo Fernandes se mostrou grato pela experiência intensa e pelo apoio recebido pelos assinantes da Netflix. “É um privilégio imenso poder ter integrado um projeto com todo esse significado, me permitindo enxergar a dimensão do desenrolar dos acontecimentos em todos esses anos. E também poder mostrar meu trabalho de forma mais intensa. O público sentiu isso e divide muito comigo”, concluiu.
Anitta entra no elenco da 7ª temporada de “Elite”
A cantora brasileira Anitta entrou no elenco da série espanhola “Elite”. De acordo com um anúncio feito pela Netflix, a cantora fará uma participação na vindoura 7ª temporada da atração. Não foi detalhado o papel que será desempenhado por Anitta na série, nem em quantos episódios ela vai aparecer. A própria Anitta compartilhou a novidade no seu Instagram, sem dar mais informações. Um detalhe curioso é que anteriormente foi apontado que a cantora estava vivendo um affair com o ator André Lamoglia, que integra o elenco da série. Além de Lamoglia, o elenco da nova temporada vai contar com os retornos de Valentina Zenere, Álvaro de Juana, Carmen Arrufat, Álex Pastrana, Ana Bokesa, Ander Puig, Nadia Al Saidi e Omar Ayuso. E as novas adições ao elenco ainda incluem Mirela Balić (“Código: Imperador”), Fernando Lindez (“SKAM”), Iván Mendes (“O Caderno de Sara”), Alejandro Albarracín (“O Inocente”), Maribel Verdú (“O Labirinto do Fauno”) e Leonardo Sbaraglia (“Dor e Glória”). “Elite” foi criada por Carlos Montero (“Apaixonados Outra Vez”) e Jaime Vaca (“Uma Visão Diferente”). A 7ª temporada já está em produção, mas ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix)
Ted Danson vai estrelar série baseada em documentário indicado ao Oscar
A Netflix vai transformar o documentário indicado ao Oscar “Agente Duplo” (2020) em uma série de comédia. A produção está a cargo de Mike Schurr e o papel principal será desempenhado por Ted Danson, após trabalharem juntos em “The Good Place” (2016-2020). Na série, Danson interpretará Charles, um aposentado que ganha uma nova vida quando responde ao anúncio de um detetive particular e se torna um espião em uma investigação secreta. Já no filme original, um investigador particular no Chile contrata alguém para bancar o espião em uma casa de repouso onde um cliente dele suspeita que cuidadores abusam de idosos. O aposentado Sergio se candidata à vaga e logo passa a aprender todos os segredos do lugar. O documentário dirigido por Maite Alberdi (“Hora do Chá”) estreou no Festival de Sundance em 2020 e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Documentário – prêmio que perdeu para “Professor Polvo” (2019). O longa também foi o representante do Chile na busca por uma vaga no Oscar de Melhor Longa-Metragem Internacional, fazendo parte da lista de finalistas da categoria. Ainda não há previsão de estreia para a série baseada em “Agente Duplo”. Por enquanto, veja o trailer do filme original, que está disponível no Brasil na plataforma Globoplay.
Estrela de “Supergirl” será nova heroína em série de He-Man
Melissa Benoist (a Supergirl) vai voltar a trabalhar com seu marido, o ator Chris Wood (o Mon-El da série “Supergirl”), como a voz da heroína Teela em “Masters of the Universe: Revolution”, a continuação da minissérie animada “Mestres do Universo: Salvando Eternia” na Netflix. Ela vai se juntar a Wood, que dubla He-Men, substituindo a dubladora da minissérie original, Sarah Michelle Gellar (a Buffy), na interminável luta de Teela, He-Man e seus aliados para salvar Eternia das garras do Esqueleto – com voz de ninguém menos que Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”). A atração é criada, escrita e dirigida por Kevin Smith (“Os Balconistas”), que dirigiu Melissa em quatro episódios de “Supergirl” e nos filmes “Jay & Silent Bob Reboot” (2019) e “O Balconista 3” (2022). “Agarrei a oportunidade de trabalhar ao lado de meu amigo Kevin Smith e me juntar à família ‘Revolution’ como outra heroína ousada e destemida”, disse Benoist em comunicado. “Estou ansiosa para compartilhar a próxima evolução da história de Teela com os fãs.” Além da estrela de “Supergirl”, os novos episódios também terão outra novidade: a voz de William Shatner (o Capitão Kirk de “Star Trek”) em um papel ainda a ser anunciado. A estreia é prevista apenas para 2024.
Filme que encerra “The Last Kingdom” ganha trailer épico
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer do filme derivado da série “The Last Kingdom” (O Último Reino), intitulado “Seven Kings Must Die”. O longa é uma continuação e desfecho da trama das cinco temporadas da atração, encerrada pela Netflix em 2022. Desta vez, o protagonista Uhtred enfrenta a fragmentação da Bretanha, numa luta épica pela coroa após a morte do rei Eduardo, em que herdeiros rivais e invasores competem pelo poder. E quando surge uma aliança buscando a ajuda de Uhtred a seus planos, ele enfrenta uma escolha entre aqueles de quem mais gosta e o sonho de ver uma Inglaterra unida. A produção é uma adaptação do penúltimo livro da saga saxônica do escritor Bernard Cornwell, “A Espada dos Reis” (2019), que tem uma conclusão bastante sombria para Uhtred. Mas como se trata do desfecho da franquia, é provável que as cenas finais incluam o desfecho do último livro, “O Senhor da Guerra” (2020), bem mais positivo. Produção da Carnival Films e da NBCUniversal International Studios, o filme terá roteiro de Martha Hillier e direção de Edward Bazalgette, ambos integrantes da equipe de “The Last Kingdom”, e voltará a trazer o ator Alexander Dreymon no papel principal, além de outros integrantes do elenco original, junto com alguns novos rostos. Em comunicado, Dreymon, que também é produtor do filme, confirmou que “Seven Kings Must Die” vai encerrar as adaptações da saga. “Como ator, fui muito desafiado e gratificado pelo privilégio de interpretar Uhtred. Pendurar a espada de Uhtred depois de filmar ‘Seven Kings Must Die’ pareceu, ironicamente, pesado – embora eu saiba que nossa história chegou ao fim. Como um produtor, eu não poderia estar mais orgulhoso das centenas de pessoas que gastaram milhares de horas para fazer o melhor produto possível. Quanto aos nossos fãs leais… o que posso dizer? Vocês são a razão pela qual chegamos a este ponto e conseguimos levar nossa saga até o fim. Isso, como sempre foi, é para vocês”. A estreia do longa foi marcada para 14 de abril na Netflix.
Jon Bernthal confirma volta ao papel do Justiceiro
Após vazar que Jon Bernthal vai voltar ao papel de Frank Castle, o Justiceiro, na nova série do Demolidor em desenvolvimento para a Disney+, o ator confirmou a informação postando uma foto do personagem em sua conta no Instagram. O ator Ben Barnes, que viveu o vilão Billy Russo na série do Justiceiro, comentou a postagem: “Ninguém entre em pânico!” Ele vai se juntar a Charlie Cox (Matt Murdock, o Demolidor) e Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk, o Rei do Crime), anteriormente confirmados na atração, e Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), filho do falecido ator James Gandolfini (“Família Soprano”), que não teve seu papel revelado. E embora a participação seja comemorada, os fãs de “Demolidor” tem reclamado muito contra a Marvel pela falta de confirmação das presenças de Deborah Ann Woll (intérprete de Karen Page) e Elden Henson (Foggy Nelson). Os dois terminaram a 3ª e última temporada da série na Netflix fazendo sociedade com o personagem de Charlie Cox numa nova firma de advocacia, e até o momento a Marvel não mencionou seus retornos na nova atração. Intitulada “Daredevil: Born Again”, a produção tem o mesmo nome de um arco famoso dos quadrinhos do Demolidor, escrito por Frank Miller e lançado no Brasil nos anos 1980 como “A Queda de Murdock” – com papel importante de Karen Page, vivida por Woll. A série começou a ser gravada em Nova York nesta semana, com produção a cargo da dupla de produtores-roteiristas Matt Corman e Chris Ord, criadores de “Cover Affairs”. Serão ao todo 18 episódios – a temporada mais longa dentre todas as séries da Marvel. Porém, detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. A previsão de estreia é apenas para 2024, quatro anos após o cancelamento da série original do herói na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jon Bernthal (@jonnybernthal)
“Outer Banks” se mantém no topo das séries mais assistidas da Netflix
“Outer Banks” dominou o top 10 da Netflix mais uma vez. Além de liderar o ranking, a série manteve suas três temporadas na lista de programas mais assistidos da plataforma pela 2ª semana consecutiva. A 3ª temporada de “Outer Banks” acumulou 99 milhões de horas visualizadas na semana de 27 de fevereiro a 5 de março, uma queda significativa diante das 154,97 milhões registradas na semana passada. Mas as temporadas 1 e 2 permaneceram no Top 10 com 34 milhões e 27,7 milhões de horas visualizadas, respectivamente. Embora não tenha entrado no Top 10 global, o especial de comédia de Chris Rock (“Gente Grande”), “Indignação Seletiva” ficou em 7º lugar nos Estados Unidos entre os programas de TV mais assistidos da semana. De acordo com a Netflix, como o especial estreou na noite de sábado (4/3), ficou disponível apenas por cerca de um dia na janela de medição. Portanto, não é de surpreender que não tenha entrado no Top 10 geral. O especial estava disponível apenas em inglês no fim de semana e recentemente começou a ser lançado em diferentes idiomas. A 2ª temporada da picante “Sex/Life” estreou na lista global de TV na 2ª posição, com 43,9 milhões de horas assistidas. O reality de namoro “Perfect Match” acumulou 42,7 milhões de horas visualizadas e a série documental “Escândalos e Assassinatos na Família Murdaugh” fez 33,4 milhões de horas. O Top 10 completo ainda tem a 5ª temporada de “Fórmula 1: Dirigir Para Viver” com 26,2 milhões de horas e o impressionante sucesso de “Wandinha”, que ainda segue no ranking. Apesar da protagonista Jenna Ortega (“Pânico 6”) ter detonado os bastidores da produção, a série completou incríveis 15 semanas ininterruptas entre os 10 programas mais assistidos da plataforma. Um verdadeiro fenômeno. Na lista de filmes, a comédia estreante “Fantasma e Cia” alcançou o topo da lista dos falados em inglês pela segunda semana consecutiva com 42,62 milhões de horas visualizadas. A Netflix informou que o longa apareceu no Top 10 em 93 países. A comédia escrita e dirigida por Christopher Landon (“A Morte Te Dá Parabéns”) conta a história de uma família que, após descobrir um fantasma com um passado obscuro em sua casa, viraliza na internet e se torna alvo de uma agência do governo. O terror psicológico “Excluídos” permaneceu em 2º lugar com 14,6 milhões de horas visualizadas. O pódio dos filmes se completa com a ação “Os Condenados”, produção de 2007, que ficou na 3ª posição com 10,2 milhões de horas visualizadas. Fracasso de público e crítica na época de seu lançamento nos cinemas, “R.I.P.D. – Agentes do Além”, de 2017, também estreou na plataforma e escalou a 4ª posição com 8,3 milhões de horas visualizadas, mesma marca atingida pelo sucesso “Bad Boys Para Sempre” (2020). Já a comédia romântica original da Netflix, “Na Sua Casa ou Na Minha?” (2023), caiu para a 6ª posição com 7 milhões de horas. O resto do Top 10 é completado com outras produções antigas de cinema, “Jogos Vorazes” (2012), “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” (2014) e “Sete Dias Sem Fim” (2014), além da mais recente animação infantil “Patrulha Canina: O Filme” (2021). Veja abaixo os trailers das cinco séries mais assistidas. 1 | OUTER BANKS 3 | NETFLIX 2 | SEX/LIFE 2 | NETFLIX 3 | PERFECT MATCH | NETFLIX 4 | OUTER BANKS 1 | NETFLIX 5 | ESCÂNDALOS E ASSASSINATOS NA FAMÍLIA MURDAUGH | NETFLIX
Jenna Ortega detona roteiro original de “Wandinha”: “Me recusei a gravar”
Apesar de ter se tornado mundialmente famosa por causa da série “Wandinha”, a protagonista Jenna Ortega (“Pânico 6”) não tem boas lembranças do set de filmagem do projeto. Segundo a artista, ela teve que se impor várias vezes para construir “uma versão autêntica” da célebre personagem de A Família Adams. “Tive que bater o pé várias vezes. Muita coisa ali não fazia sentindo pra mim”, revelou Jenna sobre o roteiro da série. Em entrevista ao podcast “Armchair Expert”, do ator Dax Shepard (“CHiPs”), a atriz declarou que a série não é um projeto do qual se orgulha. “Não consigo assistir ao meu trabalho, mas posso voltar para casa depois do set e dizer: ‘A cena que gravamos hoje foi boa’. Em ‘Wandinha’, não houve uma cena naquela série em que eu fui para casa e disse: ‘Ok, isso deve ter ficado bom’”, afirmou. Jenna disse que se surpreendeu ao receber o roteiro completo da série e que, quando aceitou o papel, tinha uma ideia bem diferente do que seria a história. “Quando li o roteiro inteiro, percebi ‘ah, isso é para o público mais jovem’. Quando assinei o contrato, eu não tinha todos os textos. Achei que a série seria muito mais sombria. Não sabia qual seria o tom”, explicou. Quando as gravações começaram, o trabalho ficou ainda mais intenso para a estrela, que revelou ter ficado completamente confusa com as falas de “Wandinha” – para ela, os roteiros de Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”) não tinha nada a ver com o espírito que a personagem deveria ter. “Tudo o que ela fazia, tudo o que eu tinha de interpretar, não fazia sentido algum para a personagem. Wandinha em um triângulo amoroso? Não faz sentindo algum”, contou a atriz. “Havia uma frase sobre um vestido que ela tinha que usar para o baile da escola e ela dizia: ‘Oh meu Deus, eu amo isso. Ugh, eu não posso acreditar que eu disse isso. Eu literalmente me odeio.’ Eu tive que me impor: ‘Não'”, exemplificou. A intérprete exigiu mudanças no roteiro para poder prosseguir na atração. “Eu realmente tive que abrir mão do meu profissionalismo. Eu não concordava com o texto que escreveram para a minha personagem. Mudei várias falas e nem consultei os roteiristas”, disparou a atriz. E continuou: “Agora, muitas pessoas me conhecem por esse trabalho. Não é o meu maior orgulho. E isso também me adiciona um nível extra de insegurança e estresse. Parece que eu finalmente estou recebendo ofertas para os projetos que eu quero fazer, mas realmente não quero ser conhecida por esse trabalho”, acrescentou Jenna. Inclusive, a famosa sequência em que Wandinha dança na série só existe por causa dela, que fez tudo completamente diferente do que estava planejado. A princípio, seria um flash mob, mas Jenna Ortega não gostou nada da ideia. A atriz chegou a bater de frente com o diretor Tim Burton (“A Noiva Cadáver”) e não quis ter um coreógrafo para a cena. Por isso, ela mesma inventou a dança. “Inicialmente, a cena era para ser um flash mob: Wandinha dançava e todos começavam a imitá-la. Eu me recusei a gravar isso. Por que ela concordaria com isso?”. A atriz foi bem direta com Burton. “Eu disse para ele: ou corta a cena ou manda a Wandinha socar alguém que dançar. Isso sim faz sentido”. Segundo a atriz, essas mudanças causavam um enorme desconforto com os supervisores de roteiro, mas, ao ser questionada, Jenna simplesmente dizia que não faria certas coisas. Para a atriz, o roteiro original tornava Wandinha muito boba e superficial. E ela queria construir uma protagonista com muito mais camadas. “Eu sentia que as pessoas nem sempre confiavam em mim quando eu estava criando o meu próprio caminho. Eu estava completamente perdida e confusa. Só me lembro de me sentir completamente cansada e derrotada no primeiro mês”, pontuou. Apesar dos problemas no set de filmagem, “Wandinha” virou um sucesso absoluto de crítica e público, consagrando-se como a segunda série mais assistida da história da Netflix. Jenna, inclusive, conseguiu sua primeira indicação ao Globo de Ouro por causa do papel e já está confirmada para a nova temporada da trama, que ainda não tem data de estreia. A propósito, em meio à repercussão dessa entrevista, foi anunciado que a atriz voltará com o status de produtora na 2ª temporada.
Justiceiro participará da nova série do Demolidor
Jon Bernthal vai voltar ao papel de Frank Castle, o Justiceiro, na nova série do Demolidor em desenvolvimento para a Disney+. Fontes do site The Hollywood Reporter garantem a participação na atração, que começa a ser gravada em Nova York ainda neste mês. Vale lembrar que Bernthal surgiu pela primeira vez no traje do Justiceiro como coadjuvante na 2ª temporada de “Demolidor”, exibida pela Netflix em 2016. Ele vai se juntar a Charlie Cox (Matt Murdock, o Demolidor) e Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk, o Rei do Crime), anteriormente confirmados na atração, e Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), filho do falecido ator James Gandolfini (“Família Soprano”), que não teve seu papel revelado. Intitulada “Daredevil: Born Again”, a produção tem o mesmo nome de um arco famoso dos quadrinhos do Demolidor, escrito por Frank Miller e lançado no Brasil nos anos 1980 como “A Queda de Murdock”. A produção está a cargo da dupla de produtores-roteiristas Matt Corman e Chris Ord, criadores de “Cover Affairs”, e terá 18 episódios – a temporada mais longa dentre todas as séries da Marvel. Porém, detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. A previsão de estreia é apenas para 2024, quatro anos depois que a série original do herói foi cancelada na Netflix após três temporadas.
Atrizes da Netflix exigem fim de espartilhos nas séries de época
As atrizes da Netflix pediram o fim do uso de espartilhos (corsets) nas gravações de séries após relatos de dores e desconfortos. Segundo o portal The Sun, a plataforma de streaming entendeu a situação e proibiu os trajes estruturados. A peça de vestuário, símbolo de status na era vitoriana, tem sido bastante polêmica desde seu “comeback” no radar da moda. Ainda que repaginado e visando elegância, o espartilho continua sendo um traje desconfortável por si só. “Muitas atrizes reclamaram aos departamentos de figurinos sobre danos, tanto a curto quanto a longo prazo, ocorridos após um longo dia de 12, 14 horas usando-os no set”, revelou uma fonte, acrescentando que o espartilho é uma peça notoriamente restritiva. De acordo com os produtores da série “Bridgerton”, o elenco feminino não será mais obrigado a usar os espartilhos durante as gravações. Portanto, os figurinistas estão incumbidos de encontrarem alternativas para as roupas íntimas. A equipe também pode permitir que as atrizes utilizem suas próprias peças. “Essencialmente, havia preocupações de saúde sobre manter as mulheres em um espartilho por semanas de trabalho. Muitas estrelas relataram hematomas e até problemas respiratórios. No mundo cada vez mais politicamente correto de hoje, também não é uma boa ótica encorajar as mulheres a terem cinturas mais finas. Pode muito bem ter refletido a época, mas as emissoras e os streamers querem ser vistos como progressistas”, explicou a fonte. Em 2022, a atriz Simone Ashley (“Bridgerton”) relatou ao tabloide que o uso prolongado do espartilho resultava em náuseas e pressões no corpo.
Scarlett Johansson negocia estrelar comédia romântica mais cara de todos os tempos
A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) está em negociações para estrelar o novo filme da cineasta Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”). De acordo com o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo desenvolvido para a Netflix e vai custar em torno de US$ 130 milhões, tornando-se a comédia romântica mais cara da história. E boa parte desse orçamento inflado deve ir para o pagamento do salário dos atores. Além de Johansson, outros nomes de peso que estão circulando o projeto são Penélope Cruz (com quem Johansson já trabalhou em “Vicky Cristina Barcelona”), Owen Wilson (“Loki”) e Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”). Chamado provisoriamente de “Paris Paramount”, o projeto vai marcar o retorno de Meyers à direção, oito anos após o lançamento de seu último filme, “Um Senhor Estagiário” (2015). A comédia deve girar em torno de uma jovem cineasta que se apaixona por um produtor e os dois acabam fazendo vários filmes juntos, antes de terminarem seu relacionamento romântico e profissional. Porém, depois de rompidos são forçados a trabalhar juntos em um novo projeto. Existem várias semelhanças entre a história do filme e a vida de Meyers. Ela teve um relacionamento romântico e profissional com o roteirista, diretor e produtor Charles Shyer, com quem realizou filmes como “Presente de Grego” (1987), “O Pai da Noiva” (1991) e “Operação Cupido” (1998). Após a separação, Meyers escreveu e dirigiu filmes como “Alguém Tem que Ceder” (2003), “O Amor Não Tira Férias” (2006) e “Um Senhor Estagiário”. “Paris Paramount” ainda não tem previsão de estreia. Scarlett Johansson será vista a seguir no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas em junho.
Netflix fará série documental sobre roqueiro Gary Glitter, preso por pedofilia
A Netflix vai produzir uma série documental sobre Gary Glitter, roqueiro que estourou nos anos 1970 e que acabou condenado por pedofilia. A série vai narrar a história de Paul Francis Gadd, que conheceu a fama como uma das principais estrelas do glam rock britânico, ao adotar o nome artístico Gary Glitter. Ele foi preso em 1999 por posse de pornografia infantil e novamente em 2015 por uma série de crimes sexuais, incluindo tentativa de estupro de menores. Ele foi libertado recentemente, após cumprir metade da sua sentença. O documentário será dirigido por Sam Hobkinson (“Misha e os Lobos”) e produzido por Cammy Millard (“Mestres da Enganação”), e vai contar com imagens de arquivo, entrevistas com as vítimas e com o jornalistas que perseguiram Glitter pelo mundo durante anos para levá-lo à justiça. Foi o trabalho desses jornalistas que alertou as autoridades sobre o paradeiro dele no Sudeste Asiático, quando estava foragido, levando finalmente à sua prisão. A série ainda não tem previsão de estreia. Não lembra quem é Gary Glitter? Veja abaixo um vídeo de seu maior sucesso.











