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    That ’90s Show: Saiba como estão os personagens de “That ’70s Show” nos anos 1990

    20 de janeiro de 2023 /

    A série “That ’90s Show” chegou nessa quinta (19/1) na Netflix com a proposta de prestar uma homenagem à série original, “That ’70s Show”, ao mesmo tempo que apresenta novos personagens e novas situações. A princípio, Terry Turner, que criou a série original com sua esposa, Bonnie, e com Mark Brazill, não tinha interesse em retornar àquele universo depois de uma continuação malsucedida – chamada “That ’80s Show”, que durou só 13 episódios. “Sentimos que, a menos que tivéssemos um motivo para fazer isso, não deveríamos fazê-lo”, disse Turner ao jornal USA Today. Mas “à medida que a covid avançava, tínhamos essa sensação de saudade, de querer voltar para casa novamente”. O retorno para casa também significou a volta de alguns personagens queridos do público, como o casal Red (Kurtwood Smith) e Kitty Forman (Debra Jo Rupp), que ainda mora na mesma casa em Winsconsin e recebe a visita da neta Leia Forman (Callie Haverda), filha de Eric Forman (Topher Grace) e Donna Pinciotti (Laura Prepon). Em “That ’90s Show”, ela vai passar o verão na casa dos avós. Porém, ainda que os novos personagens sejam cativantes, o público está mais interessado em saber o que aconteceu com os personagens clássicos após o final de “The ’70s Show”. E “That ’90s Show” fornece essa resposta. Uma das primeiras revelações da série, feita no primeiro episódio, é que Donna e Eric estão morando em Chicago. Ela virou uma escritora e Eric trabalha como professor adjunto, ministrando um curso sobre a Religião de “Star Wars”. Kelso (Ashton Kutcher) e Jackie (Mila Kunis) também aparecem, visitando a residência Forman antes de partirem para seu “segundo novo casamento”. Eles são pais de Jay (Mace Coronel), que Kelson diz ter “a aparência do pai e o cérebro da mãe”. Em entrevista anterior, Kunis disse que não acreditava que Jackie e Kelso ficariam juntos, mas a produtora executiva de “That ’90s Show”, Lindsey Turner (filha de Bonnie e Terry), contrapôs que os personagens são como “Elizabeth Taylor e Richard Burton. Eles não conseguem ficar longe um do outro”. Outro personagem querido que também dá as caras é Fez (Wilmer Valderrama). Na nova série, ele é dono de uma rede de salões de beleza chamada “Chez Fez”. O slogan da empresa é “onde todo dia é um bom dia para o cabelo”, o que permite que Fez ressuscite sua frase clássica: “I said good day”. Ainda que Jackie e Fez tenham terminado “That ’70s Show” juntos, a continuação revela porque eles estão separados. Em certo momento, Fez explica que Jackie ainda amava Kelso. Quando estavam juntos de férias, ele a flagrou ao telefone uma noite falando com Kelso. “Ela me deixou lá”, disse Fez. “E eu passei os próximos cinco dias sendo expulso de banheiras de hidromassagem por falar demais.” Fez agora está namorando a vizinha dos Formans, Sherri (Andrea Anders), o que pode significar uma participação maior do personagem numa próxima temporada. O produtor Terry Turner, inclusive, entregou que Valderrama disse pra eles: “Apenas me ligue. Ligue para mim e estarei aí”. A ausência mais significativa foi do personagem Steven Hyde, uma vez que seu intérprete, Danny Masterson, está enfrentando três acusações de estupro. Hyde não aparece nem é mencionado na nova série, mas “nós meio que nos questionamos a respeito de como seria o futuro de Hyde”, disse Lindsey Turner. “No final das contas, parecia lógico para o personagem que ele fosse basicamente como D-Day (Bruce McGill) [no final] de ‘Clube dos Cafajestes'”, explicou ela. “Ele simplesmente subiu em um carro, em uma motocicleta e partiu, e Deus sabe onde ele está. Ele está por aí em algum lugar, o que pareceu algo muito natural para Hyde.”

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  • Série

    “Cobra Kai” vai acabar na 6ª temporada

    20 de janeiro de 2023 /

    A Netflix renovou a série “Cobra Kai” para sua 6ª e última temporada. O anúncio foi revelado por meio de um teaser, que mostra um resumo da trajetória dos personagens de Johnny Lawrence (William Zabka) e Daniel LaRusso (Ralph Macchio), ex-rivais que acabaram se juntando. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid”, mais de 30 anos após os eventos da franquia original. “Reapresentar ao mundo o universo de ‘Karate Kid’ foi nossa humilde honra. Fazer ‘Cobra Kai’ nos permitiu entrar no mesmo dojo sagrado que já foi habitado pelos grandes Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros da equipe original. Também nos permitiu brincar de sensei, expandindo as histórias originais e dar origem a uma nova geração de azarões. Nunca menosprezamos esta oportunidade”, disseram Heald, Hurwitz e Schlossberg, em comunicado. “Nosso objetivo desde o primeiro dia com ‘Cobra Kai’ sempre foi terminar do nosso jeito, deixando o Vale no tempo e no espaço que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que podemos anunciar essa conquista”, continuaram eles. “A vindoura 6ª temporada marcará a conclusão de ‘Cobra Kai’. Embora este possa ser um dia agridoce para o fandom, o Miyagiverse nunca foi tão forte. Este fandom é o melhor do planeta e esperamos contar mais histórias de ‘Karate Kid’ para vocês no futuro. Porque, como todos sabemos, Cobra Kai nunca morre.” A mais recente temporada da atração foi um grande sucesso na Netflix, ficando várias semanas em 1º lugar entre as séries mais assistidas e arrecadando 98% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A 6ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Netflix volta a crescer e entra em 2023 com nova chefia

    19 de janeiro de 2023 /

    A Netflix teve um aumento de 7,66 milhões de assinantes no último semestre de 2022, após lançar sua assinatura mais barata com adição de anúncios. Trata-se de um número maior do que a plataforma de streaming havia previsto, que era de 4,5 milhões. O crescimento acima das expectativas mudou os humores do mercado, que esperava o menor crescimento de último trimestre da Netflix desde 2014. O pior é que a previsão pessimista fez com que as ações da empresa caíssem. Porém, a receita da empresa foi de lucro, atingindo US$ 7,85 milhões no quarto trimestre de 2022 – e deve crescer para US$ 8,17 milhões no primeiro trimestre deste ano. Embora a Netflix viesse se recuperando desde o terceiro trimestre de 2022, quando começou a adicionar assinantes pela primeira vez naquele ano, a empresa se viu forçada a reavaliar seus últimos anos após apontar perda de clientes. Além de várias rodadas de demissões e maior controle orçamentário, estreou um nível de assinatura mais barata com anúncios em 3 de novembro. Em meio a essa guinada, a Netflix agora completa sua reinvenção com o anúncio da maior mudança de liderança desde seu lançamento, com Reed Hastings, fundador da empresa, deixando o cargo de co-CEO. Ele era um grande opositor da entrada de anúncios na plataforma e defendia que a plataforma tinha que gastar, gastar e gastar. O novo modelo de negócios da empresa, resultante da crise do ano passado, é o oposto disso e se provou a saída para voltar a crescer. Com as mudanças, Hastings perdeu força e agora assumirá uma posição no conselho de diretores da empresa, como presidente executivo. Seu substituto é Greg Peters, que ingressou na plataforma em 2008 e era diretor de operações e de produtos da Netflix. Ele dividirá o comando da companhia com Ted Sarandos, que antes de ser promovido a CEO por Hastings era o diretor de conteúdo original do streaming. “2022 foi um ano difícil, com um início turbulento, mas um final mais brilhante. Acreditamos que temos um caminho claro para reacelerar nosso crescimento de receita: continuar a melhorar todos os aspectos da Netflix, lançar o compartilhamento pago e desenvolver nossa oferta de anúncios”, disse Hastings em uma carta aos seus acionistas. “Como sempre, nossas estrelas guias continuam agradando nossos membros e construindo uma lucratividade ainda maior ao longo do tempo.” De fato, ajudou muito a Netflix terminar 2022 com diversos sucessos, como a série “Wandinha”, o filme “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” e a série documental “Harry & Meghan”. “Foi um batismo de fogo, devido à pandemia e aos desafios recentes em nossos negócios”, acrescentou Hastings. “Mas ambos [Sarandos e Peters] administraram incrivelmente bem, garantindo que a Netflix continue melhorando e desenvolvendo um caminho claro para reacelerar nossa receita e crescimento de ganhos. Portanto, o conselho e eu acreditamos que é o momento certo para concluir minha sucessão.” “Quero agradecer a Reed por sua liderança visionária, orientação e amizade nos últimos 20 anos”, disse Sarandos em comunicado. “Desde que Reed começou a delegar a gestão para nós, Greg e eu construímos um forte modelo operacional baseado em nossos valores compartilhados e abordagem de crescimento semelhante. Estou muito animado para começar este novo capítulo com Greg como co-CEO.” As mudanças de comando também atingiram outros departamentos com algumas promoções. A ex-chefe global de TV, Bela Bajaria, é agora a diretora de conteúdo da empresa, cargo mais recentemente ocupado por Sarandos, e Scott Stuber agora é o presidente da Netflix Film, responsável pelos longas da companhia. Vale apontar que a recuperação da Netflix resgata a fé de Hollywood e de Wall Street no streaming. Quando a empresa começou o primeiro semestre de 2022 com uma série de relatórios de ganhos desastrosos, revelando ter perdido mais de 970 mil assinantes, os investidores começaram a entrar em pânico. A Netflix perdeu bilhões em valor de mercado, e esse temor repercutiu em outras empresas que apostaram no streaming, como Disney e Warner Bros. Discovery – a primeira teve um impacto de US$ 1,47 bilhão em perdas de streaming e a segunda ainda está passando por uma reformulação. Este ano, espera-se que a Netflix mantenha seu orçamento de US$ 17 bilhões para gastos com conteúdo, como disse o diretor financeiro Spencer Neumann em teleconferências anteriores. Mas a lista de filmes anunciados para 2023 será significativamente menor do que nos anos anteriores. Ao todo, serão lançados 49 longas-metragens, um número bastante inferior aos 86 títulos de 2022.

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  • Filme

    BAFTA Awards: “Nada de Novo no Front” domina indicações do “Oscar britânico”

    19 de janeiro de 2023 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) divulgou nesta quinta-feira (19/1) a lista de filmes, artistas e técnicos indicados à 76ª edição de seu prêmio anual. A relação é liderada pela produção alemã “Nada de Novo no Front”, citada em 14 categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme de Língua Não Inglesa. Com isso, o filme da Netflix teve o maior número de indicações ao prêmio desde 2011, quando “O Discurso do Rei” também apareceu em 14 categorias. Em seguida, aparecem o filme britânico “Os Banshees de Inisherin” e a sci-fi indie “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, ambas com 10 indicações cada, e a cinebiografia “Elvis”, mencionada em nove categorias. O elogiado drama “Tár” também concorre a Melhor Filme. O prêmio de Melhor Ator será disputado por Austin Butler (indicado por “Elvis”), Colin Farrell (“Os Banshees de Inisherin”), Brendan Fraser (“A Baleia”), Daryl McCormack (“Boa Sorte, Leo Grande”), Bill Nighy (“Living”) e Paul Mescal (“Aftersun”). Já a categoria de Melhor Atriz conta com Ana de Armas (“Blonde”), Cate Blanchett (“Tár”), Viola Davis (“A Mulher-Rei”), Emma Thompson (“Boa Sorte, Leo Grande”), Danielle Deadwyler (“Till – A Busca por Justiça”) e Michelle Yeoh (“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”). “É realmente a amplitude em todos os gêneros e estilos de narrativa de filmes, perspectivas, representação, é isso que me impressiona mais do que tudo”, disse a executiva-chefe do BAFTA, Jane Millichip, em comunicado. A premiação está marcada para o dia 19 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa de indicados ao BAFTA Awards de 2022. Melhor Filme “Nada de Novo no Front” “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Tár” Melhor Filme Britânico “Aftersun” “Os Banshees de Inisherin” “Brian e Charles” “Império da Luz” “Boa sorte, Leo Grande” “Living” “Matilda: O Musical” “Veja Como Eles Correm” “As Nadadoras” “O Milagre” Melhor Filme de Língua Não Inglesa “Nada de Novo no Front” (Alemanha) “Argentina, 1985” (Argentina) “Corsage” (Áustria) “Decisão de Partir” (Coreia do Sul) “The Quiet Girl” (Irlanda) Melhor Direção Edward Berger, por “Nada de Novo no Front” Martin McDonagh, por “Os Banshees de Inisherin” Park Chan-Wook, por “Decisão de Partir” Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Todd Field, por “Tár” Gina Prince-Bythewood, por “A Mulher Rei” Melhor Roteiro Original “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Triângulo da Tristeza” Melhor Roteiro Adaptado “Nada de Novo no Front” “Living” “The Quiet Girl” “Ela Disse” “A Baleia” Melhor Atriz Ana de Armas, por “Blonde” Cate Blanchett, por “Tár” Viola Davis, por “A Mulher-Rei” Emma Thompson, por “Boa Sorte, Leo Grande” Danielle Deadwyler, por “Till – A Busca por Justiça” Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Austin Butler, por “Elvis” Colin Farrell, por “Os Banshees de Inisherin” Brendan Fraser, por “A Baleia” Daryl McCormack, por “Boa Sorte, Leo Grande” Bill Nighy, por “Living” Paul Mescal, por “Aftersun” Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett, por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” Hong Chau, por “A Baleia” Kerry Condon, por “Os Banshees de Inisherin” Dolly de Leon, por “Triângulo da Tristeza” Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Carey Mulligan, “Ela Disse” Melhor Ator Coadjuvante Brendan Gleeson, por “Os Banshees de Inisherin” Barry Keoghan, “Os Banshees de Inisherin” Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Eddie Redmayne, por “O Enfermeiro da Noite” Albrecht Shuch, por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Micheal Ward, por “Império da Luz” Melhor Documentário “All That Breathes” “All the Beauty and the Bloodshed” “Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft” “Moonage Daydream” “Navalny” Melhor Animação “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Marcel the Shell with Shoes On” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “Red: Crescer é uma Fera” Melhor Trilha Sonora “Nada de Novo no Front” “Babilônia” “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Fotografia “Nada de Novo no Front” “Batman” “Elvis” “Império da Luz” “Top Gun: Maverick” Melhor Edição “Nada de Novo no Front” “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Top Gun: Maverick” Melhor Design de Produção “Nada de Novo no Front” “Babilônia” “Batman” “Elvis” “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Figurino “Nada de Novo no Front” “Amsterdam” “Babilônia” “Elvis” “Sra. Harris vai a Paris” Melhor Cabelo e Maquiagem “Nada de Novo no Front” “Batman” “Elvis” “Matilda: O Musical” “A Baleia” Melhor Som “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Elvis” “Tár” “Top Gun: Maverick” Melhores Efeitos Especiais “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Top Gun: Maverick” Melhor Elenco “Aftersun” “Nada de Novo no Front” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Triângulo da Tristeza” Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico Charlotte Wells (Roteiro/Direção) – “Aftersun” Georgia Oakley (Roteiro/Direção), Hélène Sifre (Produção) – “Blue Jean” Marie Lidén (Direção) – Electric Malady Katy Braqnd (Direção) – Boa Sorte, Leo Grande Maia Kenworthy (Direção) – Rebellion Melhor Estrela em Ascensão (Voto do Público) Naomi Ackie, por “I Wanna Dance with Somebody: A História de Whitney Houston” Sheila Atim, por “Mulher Rei” Aimee Lou Wood, por “Living” Emma Mackey, por “Emily” Daryl McCormack, por “Boa sorte, Leo Grande” Melhor Curta Britânico “The Ballad of Olive Morris” “Bazigaga” “Bus Girl” “A Drifiting Up” “An Irish Goodbye” Melhor Curta Britânico em Animação “O Menino, A Toupeira, A Raposa e o Cavalo” “Middle Watch” “Your Mountain is Waiting”

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    Percy Hynes White, de “Wandinha”, é acusado de assédio sexual

    19 de janeiro de 2023 /

    O ator Percy Hynes White, conhecido por interpretar Xavier Thorpe na série “Wandinha”, foi acusado de assédio sexual de menores nas redes sociais. O assunto se tornou viral no Twitter, através da campanha “Cancele Percy”. De acordo com os depoimentos, as vítimas tiveram conversas íntimas com o ator durante o ensino médio no Canadá. Na época, o artista teria entre 17 e 20 anos de idade. Um perfil afirmou que White e seus amigos organizavam festas em que “convidavam explicitamente mulheres que achavam gostosas para que pudessem embebedá-las a ponto de poderem fazer sexo com elas”. Numa dessas festas, a dona do perfil teria sido vítima dos assédios enquanto “estava muito bêbada”. A jovem acrescentou que existem outras “acusações de estupro contra ele”, mas não entrou em mais detalhes. White também teria pressionado “várias amigas” com nomes pejorativos na tentativa de conseguir imagens das garotas nuas. “Ele compartilhou nudes online contra a vontade delas”, relatou o perfil, acrescentando que uma delas tentou denunciar o caso à polícia, mas o depoimento não foi registrado. Outra vítima também se pronunciou pelo Twitter, dizendo que o ator permitiu que ela fosse estuprada no porão da casa. “Quando me ligou sobre isso, estava mais preocupado com a polícia e não em [saber] se eu estava bem”, relatou. “Estou doente há anos por causa do que esse homem permitiu e manteve [em segredo]. Tudo que eu sempre quis foi justiça e que ele ajudasse [a denunciar], e ele nunca ajudou”, escreveu. Até o momento, Percy Hynes White não se pronunciou sobre as graves acusações. Veja os relatos (em inglês). here's what i sent!! just so everyone can hopefully see pic.twitter.com/FxI1x1dQLR — aries PINNED #cancelpercy (@milkievich) January 18, 2023 I’ve been sick for years because of what this man allowed and stood by. All I ever wanted was justice and for him to help and he never did. This was the last thing he ever said to me & never got back to me. Listened to everyone but the victim. pic.twitter.com/6UrqEis5Xp — desirée (@desireeecameron) January 19, 2023

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    Netflix anuncia 49 filmes novos e exclusivos para 2023

    18 de janeiro de 2023 /

    A Netflix anunciou sua safra de filmes novos que serão lançados ao longo de 2023. Ao todo, a plataforma pretende lançar 49 filmes originais, incluindo produções de grande orçamento e de cineastas de renome. O número é significativamente menor em relação ao anúncio do ano passado, quando 86 títulos foram prometidos. Mas vale notar que nove dos filmes previstos para 2022 ficaram para este ano e aparecem na lista desta divulgada nesta quarta (18/1). Entre os destaques, estão “Rebel Moon”, sci-fi de Zack Snyder (“Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”), “Pain Hustlers”, thriller dirigido por David Yates (franquia “Harry Potter”) e “The Killer”, novo trabalho do cineasta David Fincher (“Mank”). “The Killer” é um dos filmes mais antecipados da plataforma, porque marca o retorno de David Fincher às histórias de assassinos (que ele já explorou em “Se7en” e “Zodíaco”). “É um Fincher vintage, só pelo título está na linha que você quer vê-lo”, disse o executivo da Netflix Ori Marmur, em entrevista ao site Variety. “Não quero entregar muito. Não quero que David entre e me mate”, brincou ele, sem dar maiores detalhes a respeito do filme, que será estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”). Sobre “Rebel Moon”, de Zack Snyder, Marmur explicou que “este é um filme que ele tem em mente há décadas. Como você sabe, ele passou muito tempo trabalhando nas propriedades intelectuais de outras pessoas em outros estúdios. Trabalhamos com ele em ‘Army Of The Dead’ e fizemos coisas que outros não poderiam fazer”, disse ele. “Com ‘Rebel Moon’, ele queria ir além de novo”, continuou ele. “Quando vimos o quão grande era o mundo que ele criou, pensamos que seria melhor servir como duas peças em vez de um filme. É o tipo de história que pode continuar a crescer. Ele pensa nisso como sua ideia de fazer algo como ‘Star Wars’”. A enorme lista de lançamentos também conta com os novos trabalhos de F. Gary Gray (“Lift”), Sam Esmail (“Leave the World Behind”), Kenya Barris (“You People”), Christopher Landon (“We Have a Ghost”) e Yeon Sang-ho (“Jung_E”). Os lançamentos também vão contar com grandes estrelas, como Gal Gadot (que estrela “Heart of Stone”), Millie Bobby Brown (“Damsel”), Idris Elba (“Luther: The Fallen Sun”), Nicole Kidman (“A Family Affair”), Jennifer Lopez (“The Mother”), Bradley Cooper (“Maestro”, que ele também dirige), entre muitos outros. Além disso, a relação também contempla continuações de filmes de sucesso, como “Resgate 2”, estrelado por Chris Hemsworth, e “Mistério no Mediterrâneo 2”, com Adam Sandler e Jennifer Aniston. Confira abaixo um trailer com os lançamentos da Netflix.

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    Netflix anuncia mais de 30 títulos sul-coreanos para 2023

    18 de janeiro de 2023 /

    A Netflix está atrás de um novo “Round 6”. A empresa anunciou o lançamento de nada menos que 34 produções sul-coreanas em 2023. Trata-se da “maior linha de filmes e séries sul-coreanas de todos os tempos” e incluem 21 séries, cinco reality shows, seis filmes e dois documentários. Segundo a Netflix, o investimento em produções sul-coreanas é resultado do interesse do público, visto que 60% dos seus assinantes assistiram a conteúdos sul-coreanos no ano passado. Na América Latina, esse número é ainda maior, com 85% dos assinantes optando por produções do país. Entre as séries sul-coreanas mais vistas estão “Uma Advogada Extraordinária”, “All of Us Are Dead”, “La Casa de Papel: Coreia”, “O Mar da Tranquilidade” e “Pretendente Surpresa”. “O sucesso do conteúdo coreano continuou em 2022, e a Netflix passou a oferecer uma variedade maior de histórias e gêneros ao público do mundo todo. Ao longo do ano passado, vários títulos coreanos entraram no Top 10 Global em mais de 90 países, e três das nossas séries mais assistidas de todos os tempos são da Coreia. Este ano, pretendemos levar essas histórias a novos patamares. Com um catálogo de títulos coreanos cada vez maior, a Netflix continuará sendo o melhor lugar para encontrar histórias interessantes, diversas e imperdíveis”, disse Don Kang, vice-presidente de conteúdo sul-coreano, em comunicado. Entre as novidades, destaca-se a série sobrenatural “A Criatura de Gyeongseong”, ambientada na primavera de 1945, antes da rendição do Japão na 2ª Guerra Mundial e a divisão da Coréia. A atração acompanha um casal – interpretados por Park Seo-joon (“Itaewon Class”) e Han So-hee (“My Name”) – que precisa lutar contra monstros para sobreviverem. Também chama atenção o dorama “O Tempo Traz Você pra Mim”, que mostra uma mulher enlutada que viaja no tempo para 1998 e conhece um homem que se parece com seu falecido namorado. A série é estrelada por Ahn Hyo-seop (“Lovers of the Red Sky”) e Jeon Yeo-been (“After My Death”). Além disso, o público também verá novas temporadas de séries conhecidas, como “Sweet Home”, “D.P Dog Day” e “A Lição”. Entre os filmes, a Netflix vai lançar a ficção científica “Jung_E”, sobre uma mulher que é transformada em um soldado robô, “Kill Boksoon”, que gira em torno de uma assassina profissional em conflito com o próprio instinto maternal, e “Believer 2”, sequência de um thriller policial sobre tráfico de drogas, entre outros Ainda há documentários, como “Yellow Door: Looking for Director Bong’s Unreleased Short Film”, que vai mostrar o início da carreira de Bong Joon-ho, o diretor vencedor do Oscar de “Parasita”, e a realização de seu primeiro curta-metragem, que permanece inédito, além de “Em Nome da Fé: Uma Traição Sagrada”, sobre crimes reais cometidos por falsos messias na história recente da Coreia. “Estamos muito felizes com a variedade de opções que vamos oferecer aos assinantes”, disse Kang. “Realmente temos séries, filmes, documentários e realities para todos os gostos. Estamos ansiosos para ver como os novos títulos coreanos vão conquistar o público dentro e fora do país”. Assista abaixo ao trailer com o anúncio das novas produções.

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    “Ginny & Georgia” domina o Top 10 mundial da Netflix

    17 de janeiro de 2023 /

    A 2ª temporada de “Ginny & Georgia”, que estreou em 5 de janeiro, foi a série mais vista da Netflix pela segunda semana consecutiva, acumulando 162,7 milhões de horas visualizadas. Com isso, a série chegou, ao todo, a impressionantes 343 milhões de horas em apenas 10 dias. E para comprovar o interesse do público, a segunda atração mais vista na plataforma entre 9 a 15 de janeiro foi… a 1ª temporada de “Ginny & Georgia”! Os primeiros episódios somaram 63,2 milhões de horas visualizadas. Diante desse desempenho, não há dúvidas de que a criação da estreante Sarah Lampert já conseguiu assegurar a produção de seu terceiro ano. “Ginny & Georgia” gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Mas esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio, o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. É que Georgia é uma assassina. Ela jura que matou o primeiro marido por acidente, mas logo se seguem outras mortes, como o padrasto de Ginny no final da 1ª temporada, que chamam atenção da polícia local. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Bastou para o público correr para a Netflix para ver do que se tratava, rendendo audiência e renovação para a produção. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”). O resto do ranking da Netflix mantém a recordista “Wandinha” em 3º lugar, com mais 57,8 milhões de horas visualizadas, a 2º temporada de “Vikings: Valhalla” grudada em 4ª, com 55,4 milhões, e o thriller “Caleidoscópio” fechando o Top 5 – embora os produtores prefiram que o público veja essa disposição em outra ordem. 1 | GINNY E GEORGIA 2 | NETFLIX   2 | GINNY E GEORGIA 1 | NETFLIX   3 | WANDINHA | NETFLIX   4 | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX   5 | CALEIDOSCÓPIO | NETFLIX  

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    Wagner Moura disputa “Oscar da animação”, que é dominado por “Pinóquio”

    17 de janeiro de 2023 /

    A Associação Internacional de Filmes de Animação divulgou a lista de indicados da 50ª edição do Annie Awards, considerado o Oscar da animação. Uma surpresa foi a presença do brasileiro Wagner Moura pela dublagem do personagem Lobo Mau em “Gato de Botas 2: O Último Pedido”. Ele concorre com David Bradley (por “Pinóquio de Guillermo Del Toro”), Gregory Mann (“Pinóquio de Guillermo Del Toro”), Jenny Slate (“Marcel the Shell with Shoes On”) e Zaris-Angel Hator (“A Fera do Mar”) na categoria de melhor voz. De um modo geral, as produções em stop motion “Pinóquio por Guillermo del Toro”, da Netflix, e “Marcel the Shell with Shoes On”, da A24, foram os grandes destaques da lista, com nove e oito indicações, respectivamente. Trata-se de uma mudança em relação aos anos anteriores, em que a Disney e a Pixar dominavam as indicações. A animação mais bem colocada dos dois estúdios foi “Red – Crescer é uma Fera”, com sete indicações. Em contrapartida, “Lightyear” e “Mundo Estranho” receberam apenas duas indicações cada. A mudança é tamanha que a Disney só conseguiu colocar uma animação na categoria principal de Melhor Filme, enquanto a Netflix emplacou três – além de “Pinóquio”, “A Fera do Mar” e “Wendell & Wild”. A premiação será realizada numa cerimônia presencial em 25 de fevereiro, em Los Angeles. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Filme “Red – Crescer é uma Fera ” “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “A Fera do Mar” “Wendell & Wild” Melhor Filme Independente “Charlotte” “Inu-Oh” “Little Nicholas – Happy as Can Be” “Marcel the Shell with Shoes On” “O Dragão do Meu Pai” Melhor Produção Especial “Planeta Pré-Histórico” “Superworm” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The House” “Sandman” Melhor Curta “Amok” “Black Slide” “Ice Merchants” “Love, Dad” “The Flying Sailor” Melhor Propaganda “Can’t Negotiate the Melting Point of Ice” “Minions: The Rise of Gru / The Office” “Save Ralph” “Ted Lasso: The Missing Christmas Mustache” “Today’s Holiday Moments are Tomorrow’s Memories” Melhor Direção “Red – Crescer é uma Fera” “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Marcel the Shell with Shoes On” “O Dragão do Meu Pai” “Wendell & Wild” Melhor Roteiro “Red – Crescer é uma Fera” “Eternal Spring” “Inu-oh” “Marcel the Shell with Shoes On” Melhor Trilha “Red – Crescer é uma Fera” “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Mad God” “Os Caras Malvados” “A Fera do Mar” Melhores Efeitos “Avatar: O Caminho da Água” “Lightyear” “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Minions 2: A Origem de Gru” “A Fera do Mar” Melhor Design de Personagem “Sorte” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “O Despertar das Tartarugas Ninja: O Filme” “Os Caras Malvados” “Wendell & Wild” Melhor Animação de Personagem “Red – Crescer é uma Fera” “Red – Crescer é uma Fera” “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Os Caras Malvados” “Os Caras Malvados” Melhor Animação de Personagem em live-action “Avatar: O Caminho da Água” “A Fera” “Finch” “Jurassic World: Dominio” “Peacemaker” Melhor Dublagem David Bradley, “Pinóquio de Guillermo Del Toro” Gregory Mann, “Pinóquio de Guillermo Del Toro” Jenny Slate, “Marcel the Shell with Shoes On” Wagner Moura, “Gato de Botas 2: O Último Pedido” Zaris-Angel Hator, “A Fera do Mar” Melhor Edição “Lightyear” “Red – Crescer é uma Fera” “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “A Fera do Mar” Melhor Storybording “Minions 2: A Origem de Gru” “Minions 2: A Origem de Gru” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “Mundo Estranho” “Mundo Estranho” Melhor Direção de Arte “Pinóquio por Guillermo del Toro” “Mad God” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “Os Caras Malvados” “A Fera do Mar” Melhor Filme Estudantil “Au Revoir Jérôme!” “Birdsong” “Synchronie Passagère” “The Most Boring Granny in the Whole World” “The Soloists” Melhor Animação de Personagem de Game “Cuphead – The Delicious Last Course” “God of War Ragnarök” “Horizon Forbidden West” “Moss: Book II” “Potionomics” Melhor Série – Pré-escolar “Elinor, a Curiosa” “A Casa de Bonecas da Gabby” “Rise Up, Sing Out” “Guardiões da Floresta” “The Tiny Chef Show” Melhor Série – Infantil “Abominável e a Cidade Invisível” “Big Nate” “Moominvalley” “A Casa Coruja” “Ursinhos em Curso” Melhor Série – Geral “Bob’s Burgers” “Harley Quinn” “Rick and Morty” “Os Simpsons – A Casa da Árvore do Horror XXXIII” “Tuca & Bertie” Melhor Minissérie “Baymax!” “A Surda Absurda” “HouseBroken” “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” “Undone” Melhor Direção em Série “Baymax!” “exception” “More Than I Want To Remember” “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Roteiro de Série “Baymax!” “Big Nate” “Love Death + Robots” “The House” “Tuca & Bertie” Melhor Dublagem em Série Candi Milo, “Looney Tunes Cartoons” Fred Tatsciore, “StoryBots: Answer Time” Tara Strong, “Os Jovens Titãs em Ação!” e “DC Super Hero Girls: Caos no Multiverso” Karen Malina White, “A Família Radical: Maior e Melhor” Maurice LaMarche, “Zootopia+” Melhor Trilha de Série “Love Death + Robots” “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The Cuphead Show!” “The House” Melhor Efeitos Especiais de Série “Carros na Estrada” “Love Death + Robots” “Planeta Pré-Histórico” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The House” Melhor Animação de Personagem de Série “Entergalactic” “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” “StoryBots: Answer Time” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The House” Melhor Design de Personagem de Série “Amphibia” “Meybis Ruiz Cruz” “Love Death + Robots” “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” “Guardiões da Floresta” Melhor Direção de Arte em Série “Primal” “Histórias de Shopping” “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The House” Melhor Storybording em Série “Cyberpunk: Mercenários” “Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão” “Looney Tunes Cartoons” “Love Death + Robots” “The Cuphead Show!” Melhor Edição em Série “Amphibia” “Ovos Verdes e Presuntos” “O Mundo de Karma” “Star Trek: Lower Decks” “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”

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    Netflix cancela “Guardiões da Mansão do Terror”

    14 de janeiro de 2023 /

    A Netflix não vai mais produzir a série animada “Guardiões da Mansão do Terror” (Dead End: Paranormal Park), que teve sua 2ª temporada lançada em outubro passado. Espécie de “Scooby-Doo queer”, a série animada era baseada nos quadrinhos “DeadEndia”, de Hamish Steele, e girava em torno de dois funcionários adolescentes de uma casa assombrada de parque temático, que escondia um portal para o inferno. Acompanhados por seu cachorro falante, eles enfrentavam zumbis, bruxas, apresentadores de game show e outras ameaças. Apesar da premissa familiar, o conteúdo inovava por sua abertura à inclusão. Voltada para crianças, a série era o primeiro programa infantil americano a trazer um menino transexual como personagem principal. E com um detalhe: ele não poderia perder seu emprego no parque mal-assombrado porque fugiu de casa, após a falta de apoio da família para sua transição. Por coincidência, a animação foi a segunda série de temática LGBQIA+ cancelada pela plataforma no fim de semana – a outra foi “Uncoupled”.

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    Uncoupled: Série do criador de “Emily in Paris” é cancelada por baixa audiência

    14 de janeiro de 2023 /

    A Netflix cancelou “Uncoupled”, série LGBTQIAP+ de Darren Star (criador de “Sex and the City” e “Emily in Paris”), que não conseguiu atrair audiência. Lançada no final de julho, a série mal foi registrada no ranking semanal da Netflix, fazendo uma única aparição no Top 10 em 6º lugar na semana de sua estreia. Co-criada por Star e Jeffrey Richman (roteirista-produtor de “Modern Family”), a série era protagonizada por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) como um homem gay descasado de mais 40 anos. Na trama, ele é abandonado pelo marido após 17 anos de relacionamento e precisa reaprender, de forma repentina, como é a vida de solteiro. Mas depois de alguns choques geracionais, ao tentar se inserir na agitada vida noturna da cidade de Nova York, ele logo descobre que ficar sozinho não é o fim do mundo. Veja abaixo o trailer da série.

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    “The Last of Us” lidera as opções de séries da semana

    13 de janeiro de 2023 /

    A estreia de “The Last of Us” no domingo (15/1) não é só o programa mais esperado da semana, mas um dos mais importantes de 2023. E ainda há muitos outras atrações na lista de destaques para entusiasmar os fãs de séries, incluindo a volta de “Vikings: Valhalla” e as conclusões de nada menos que três séries: “Servant”, “Hunters” e “Sky Rojo”. Entretanto, se só desse tempo para ver mais uma série apenas nesse período, a obrigatória é “Extremistas.br”, que ajuda a explicar como o Brasil se tornou palco para os atentados terroristas de 8 de janeiro. Confira abaixo o listão, com as 10 melhores opções de séries da semana.   | THE LAST OF US | HBO MAX   Uma das séries mais caras já feitas pela HBO, a adaptação do game premiado da Naughty Dog chega chegando, com 97% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e a superação da meta “impossível” de ser melhor que o próprio jogo. E vale apontar que é Neil Druckmann, criador do game original, quem tem rasgado os maiores elogios à produção no material oficial de divulgação. A série de estilo “zumbi” se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. A adaptação está a cargo de Craig Mazin (“Chernobyl”), que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Diretores de cinema numa produção com orçamento de cinema. E melhor que muito filme projetado em Imax 3D.   | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX   A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. A 2ª temporada encontra os foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), sua irmã Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”) e Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A produção a cargo do showrunner Jed Stuart (roteirista dos clássicos “Duro de Matar” e “O Fugitivo”) está introduzindo novos personagens importantes na atual temporada: Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”).   | SERVANT 4 | APPLE TV+   O final do terror produzido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Tempo”) promete revelar a verdade sobre a babá misteriosa, vivida por Nell Tiger Free (de “Game of Thrones”), originalmente contratada para cuidar de uma criança recém-nascida, que vira salvadora e maldição de uma família, com direito a desfecho apocalíptico. Inicialmente trazida para reforçar uma ilusão para uma mãe desesperada, que cuidava de um boneco como se fosse seu bebê morto no parto, sua presença acaba trazendo nova vida para o lar enlutado, na forma de um nascimento, mas também atrai atenção de uma seita potencialmente satânica. Demonstrando poderes que ninguém imagina, ela é capaz de detê-los, mas também consegue assustar a família. Criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”, a produção também destaca em seu elenco Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio do bebê. Além de produzir, Shyamalan também dirige alguns episódios.   | HUNTERS 2 | AMAZON PRIME VIDEO   Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra!”), a série acompanha um grupo diversificado de caçadores de nazistas, que após conterem um complô para criar o Quarto Reich nos Estados Unidos em 1977, iniciam uma busca mundial por Adolph Hitler (interpretado pelo alemão Udo Kier, de “Bacurau”), que teria forjado sua morte e escapado da Alemanha no final da 2ª Guerra Mundial. Ele estaria escondido na América do Sul. Anunciada como final da produção, a temporada traz de volta Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”) e o veterano ator Al Pacino (“O Irlandês”), que retoma o papel de Meyer Offerman, líder dos caça-nazis na primeira série de sua longa carreira. Já a principal novidade, além de Kier, é Jennifer Jason Leigh, indicada ao Oscar por “Os Oito Odiados” (2015), que interpreta uma nova caçadora de nazistas.   | SKY ROJO 3 | NETFLIX   A conclusão da nova série espanhola de ação de Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”) e Esther Martínez Lobato (criadora de “Vis a Vis”) traz as protagonistas cansadas de fugir e prontas para atacar os criminosos que as perseguem. Na trama, três prostitutas se tornam foragidas após deixarem seu cafetão gravemente ferido. Formado por uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola, o trio tem à máfia a seu encalço e não pode pedir ajuda para a polícia, precisando escolher a menos pior entre suas duas opções: fugir até serem pegas ou atacar primeiro. Depois de optarem pela primeira opção nos primeiros capítulos, agora chega a hora da segunda alternativa. O elenco é liderado pela espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”). Já os principais personagens masculinos são vividos por Asier Etxeandía (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Quien a Hierro Mata”).   | A VOLTA AO MUNDO EM 80 DIAS | GLOBOPLAY   Uma das aventuras mais filmadas do escritor Jules Verne – que já teve versão vencedora do Oscar de Melhor Filme em 1956 – volta às telas numa coprodução europeia estrelada pelo inglês David Tennant (o melhor “Doctor Who”). Ele dá vida ao cavaleiro Phileas Fogg, que no final do século 19 aposta ser capaz de fazer o que diz o título, dar a volta ao mundo em 80 dias, utilizando-se de um balão. Além dele, participam da aventura a alemã Leonie Benesch (“Babylon Berlin”) como a jornalista Abigail Fix e o francês Ibrahim Koma (“Gare du Nord”) no papel do valete Passepartout. Concebida como minissérie, a produção desenvolvida pelo produtor-roteirista inglês Ashley Pharoah (criador da série cult “Life on Mars”) acabou fazendo grande sucesso e foi renovada, virando série anual. A ideia é contar uma nova aventura totalmente inédita, envolvendo os mesmos personagens em outra volta ao mundo no ano que vem.   | MAKANAI: COZINHANDO PARA A CASA MAIKO | NETFLIX   Em sua primeira série para a Netflix, o premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda (“Assunto de Família”) combina gueixas e culinária num drama adolescente sensível e bem diferente do usual. O próprio diretor chegou a dizer, durante a assinatura do contrato, que jamais conseguiria realizar essa produção se a plataforma não tivesse se interessado. A trama acompanha duas amigas inseparáveis, que se mudam para Kyoto decididas a realizarem o sonho de serem maikos – aprendizes de gueixas. Mas ao chegar na casa maiko, uma delas se destaca pela graciosidade, enquanto a outra não causa o mesmo impacto entre as tutoras. Reprovada nos testes, ela resolve despedir-se com um jantar para a amiga e demais moradores. Só que sua comida conquista os estômagos e corações de todos, transformando sua vida de forma como ela jamais poderia imaginar.   | VELMA | HBO MAX   A famosa personagem de “Scooby-Doo” ganhou uma série própria, que conta a origem de sua relação com a turma da Máquina do Mistério. Só que eles não estão apenas mais jovens. Alguns são irreconhecíveis. A trama acompanha Velma Dinkley, uma adolescente nerd de descendência indiana, que enfrenta suas crises do ensino médio junto com sua primeira investigação de mistério pseudo-sobrenatural. Seu melhor amigo é um adolescente preto que ainda não adotou o apelido Salsicha, mas demonstra traços do personagem sob seu nome real, Norville Rogers. Já Fred Jones e Daphne Blake continuam fisicamente iguais, mas com atitudes pioradas – viraram, respectivamente, um hetero top e uma patricinha bitolada. Outra diferença importante são as faíscas que rolam entre Daphne e Velma, numa tensão sexual que as crianças não deviam suspeitar. Com violência, sangue e piadas adultas, a série animada foi concebida por Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), que também dubla Velma, e o elenco de vozes ainda conta com Constance Wu (“Podres de Ricos”) no papel de Daphne, Sam Richardson (“Ted Lasso”), como o dublador do Norville e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny In Philadelphia”) dando voz a Fred. E não há nenhum sinal de Scooby-Doo. Tantas mudanças dividiram a crítica. Para muitos, a série tento ser esperta demais para seu próprio bem e acabou se tornando apenas medíocre.   | KOALA MAN | STAR+   A animação usa humor escrachado para narrar as desventuras de Kevin, um pai de meia-idade que à noite se transforma num subestimado super-herói australiano, o Koala Man, cujos únicos poderes são sua paixão pelas regras e a vontade de acabar com todos os pequenos crimes da sua cidade (como a grama que está grande demais). Criada por Michael Cusack (“Smiling Friends”) e produzida por Justin Roiland (co-criador de “Rick e Morty”), a série destaca vários famosos em sua dublagem. Além do próprio Cusak como Kevin/Koala Man, Hugh Jackman (o “Logan”) dá voz a seu patrão e o elenco ainda traz Sarah Snook (“Succession”), Jemaine Clement (“O Que Fazemos nas Sombras”), Hugo Weaving (“Máquinas Mortais”) e Alexandra Daddario (“The White Lotus”).   | EXTREMISTAS.BR | GLOBOPLAY   A nova série documental do jornalismo da Globo não pode ser mais atual. E obrigatória. Ela adentra e revela os meandros dos bolsonaristas radicais que materializaram o ataque terrorismo à Brasília no último domingo (8/1). Gravada ao longo de dois anos, desde março de 2021, a atração esmiúça a radicalização dessa parcela da população brasileira, apresentando em detalhes o grau de fanatismo das pessoas que se apresentam como patriotas numa missão divina, além da luta travada para conter sua narrativa de ódio nas mídias sociais. Com oito episódios (apenas três foram disponibilizados na estreia), a produção aborda temas como armamentismo, negacionismo, religião e a manipulação da moral e dos bons costumes, que são usados pelos extremistas para aliciar milhares de pessoas e disseminar discursos golpistas. A produção entrevistou pesquisadores, especialistas e personagens conectados aos movimentos retratados — com destaque para Sara “Winter” Giromini, ex-líder do grupo radical 300 do Brasil, que reproduziu uma marcha de tochas do nazismo e do grupo racista americano Ku Klux Klan em Brasília. Entre os outros personagens retratados estão um jovem que trabalha usando fake news para destruir reputações a pedido dos clientes, uma militante infiltrada em grupos radicais e o casal de universitários que criou o...

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    Confira 10 estreias de filmes pra ver em casa

    13 de janeiro de 2023 /

    O fim de semana, que começa com uma sexta-feira 13, tem como principal opção em streaming a chegada de “Órfã 2” à Amazon Prime Video – depois de passar pelos cinemas e o mercado de VOD. Confira abaixo a lista com as 10 melhores estreias de filmes pra ver em casa.   | ÓRFÃ 2: A ORIGEM | AMAZON PRIME VIDEO   Isabelle Fuhrman retoma o papel da psicopata mirim Esther na continuação do sucesso de terror. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. O filme mostra como Leena Klammer (Fuhrman) escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu fingir ser a filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta, cortesia do diretor William Brent Bell (“Boneco do Mal”).   | RUÍDO | NETFLIX   A coprodução argentina-mexicana acompanha a personagem de Julieta Egurrola (da novela “Cair em Tentação”), que procura sua filha desaparecida sem ajuda das autoridades. Policiais alegam que muitos erros foram cometidos na investigação original para continuar a busca. Mas ela ganha a ajuda de uma jornalista (Teresa Ruiz, de “Narcos: Mexico”) para seguir as pistas, até que passam a receber ameaças de que estariam incomodando pessoas importantes. O pano de fundo é uma epidemia de casos semelhantes de pessoas desaparecidas no México, onde traficantes e outros criminosos estariam em conluio com funcionários do governo numa sucessão de acobertamentos desenfreados. Por conta disso, a protagonista é levada a acreditar que a filha pode ter sido sequestrada e vendida como escrava sexual. Só que a incerteza sobre sua sobrevivência ou morte se prova cruel. O filme da diretora-roteirista Natalia Beristain (da série da Apple TV+ “The Mosquito Coast”) ecoa o desespero das Mães da Praça de Maio, conhecidas mundialmente pela incansável busca por justiça para os filhos desaparecidos durante a ditadura militar da Argentina, mas também a onda atual de desaparecimentos de mulheres jovens na região de Monterrey no México. Foi premiado no Festival de San Sebastián, na Espanha, e tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | ESPERANDO BOJANGLES | VOD*   O diretor francês Régis Roinsard volta a se juntar com o ator Romain Duris após o sucesso de “A Datilógrafa”. O novo filme também compartilha o clima lúdico envolvente da comédia de 2012. Mas esse tom leve e fantasioso é enganoso, já que fisga o público apenas para deixá-lo sem chão quando a trama vira do avesso. O filme apresenta a história de amor de Camille e Georges, que apesar da passagem dos anos nunca deixam de dançar sua música favorita, “Mr. Bojangles”. Sob o olhar do filho do casal, a vida da família parece uma fábula exagerada com “felizes para sempre” e diversão permanente. Até que a mãe começa a demonstrar sinais preocupantes de instabilidade mental. Virginie Efira (a “Benedetta”) vive a mãe.   | UMA MULHER DO MUNDO | VOD*   A atriz francesa Laure Calamy (“Minhas Férias com Patrick”) disputou o César (o Oscar francês) por este drama, em que vive uma prostituta tentando matricular o filho em um curso renomado. Como seu otimismo contagiante não é suficiente para pagar as mensalidades, ela busca empréstimos, que são negados, e encontra a solução no trabalho num bordel, que ameaça sua independência. Foi o primeiro longo dirigida por Cécile Ducrocq, roteirista da série “Dix pour Cent”.   | O DUQUE | HBO MAX   A simpática comédia britânica acompanha um taxista de 60 anos, que realiza o roubo ousado do retrato do Duque de Wellington, pintado por Goya, da National Gallery, em Londres. Enquanto a polícia procura um superladrão especializado em grandes roubos de arte, a esposa do criminoso amador e atrapalhado descobre o quadro no guarda-roupa e o plano do marido para doar o valor do quadro para obras de caridade. Quando a verdade vem à tona, muitos passam a considerá-lo um herói, mas a Justiça é que terá a palavra final. O último filme do diretor Roger Michell (“Um Lugar Chamado Notting Hill”), que morreu há um ano, é baseado na história real do roubo do quadro. O elenco destaca Jim Broadbent (“A Dama de Ferro”) como o ladrão e Helen Mirren (“A Rainha”) como sua esposa.   | CROCODILOS – A MORTE TE ESPERA | PARAMOUNT+   Um casal aventureiro convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas profundezas das florestas australianas. À medida que o lugar começa a inundar, crocodilos famintos aparecem e o grupo tem que lutar pela sua vida. O trash australiano é uma espécie de “Predadores Assassinos” de baixo orçamento, mas foi feito por um especialista no gênero “ameaças do Mundo Animal”. Por incrível que pareça, o longa faz parte de uma franquia. É continuação de “Medo Profundo”, feito pelo mesmo diretor, Andrew Traucki, em 2007. Entre um e outro, o australiano ainda fez filmes de tubarão e leopardo assassinos, “Perigo em Alto Mar” (2010) e “The Jungle” (2013). No elenco, estão alguns rostos conhecidos do público geek, como Jessica McNamee (“Mortal Kombat”) e Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”).   | O TEMPO COM VOCÊ | AMAZON PRIME VIDEO   A animação fantasiosa de Makoto Shinkai, diretor de alguns dos animes mais famosos dos últimos tempos, repete a temática de seu lançamento mais conhecido, “Your Name” (2016), ao lidar com um romance sobrenatural entre dois adolescentes. A trama acompanha a relação entre um garoto comum e uma garota que parece poder manipular o clima. O tema das mudanças climáticas, numa metáfora da situação do mundo atual, ajudou a obra a conquistar o público adulto, arrecadando mais de US$ 100 milhões nas bilheterias japonesas. Impressionou tanto que venceu o troféu de Melhor Animação da Academia Japonesa de Cinema e se tornou a indicação do Japão para representar o país em busca de uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional em 2020.   | NOVE DIAS | HBO MAX   Uma das boas surpresas de 2020 (89% no Rotten Tomatoes), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Sundance, é trabalho de um cineasta brasileiro. Estreia do paulista Edson Oda, “Nove Dias” conta com produção do americano Spike Jonze (“Ela”) e um elenco hollywoodiano, encabeçado por Winston Duke (“Pantera Negra”), Zazie Beetz (“Coringa”), Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Benedict Wong (“Doutor Estranho”) e Tony Hale (“Veep”). Eles interpretam uma trama metafísica, em que o personagem de Duke entrevista almas candidatas a nascer na Terra.   | SERIAL KELLY | VOD*   A cantora Gaby Amarantos (“De Perto Ela Não é Normal”) vive a Kelly do título, uma arista de forró eletrônico que, enquanto cumpre uma agenda de shows em inferninhos pelo sertão, vai deixando um rastro de mortes pelo caminho. Ao se ver investigada pelos assassinatos de três homens, sua turnê mambembe se transforma em estratégia de fuga, com a polícia em seu encalço. Estreia em longa-metragem de René Guerra, diretor do curta premiado “Vaca Profana” (que levou o prêmio do público no Festival do Rio de 2017), o filme também traz Paula Cohen (“1 Contra Todos”) e Thomas Aquino (“Deserto Particular”) como policiais.   | CARVÃO | VOD*   A estreia da diretora Carolina Markowicz se passa numa pequena cidade do interior, onde uma família recebe uma proposta rendosa, mas também perigosa: hospedar um estrangeiro (o argentino César Bordón, de “Relatos Selvagens”) em sua casa. Antes mesmo da chegada dele, no entanto, arranjos precisarão ser feitos, e a vida em família começa a se transformar. Porém, nenhum dos familiares, e muito menos o próprio hóspede, vê suas expectativas cumpridas. Todos tem conflitos e a hipocrisia logo é questionada. Foi vencedor de três troféus no Festival do Rio, incluindo Melhor Roteiro (Markowicz) e Atriz Coadjuvante (Aline Marta Maia, de “Casa de Antiguidades”). O elenco ainda inclui Rômulo Braga (“Natureza Morta”), Maeve Jinkings (“Aquarius”) e Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”).

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