Mark Hamill se aposenta de “Star Wars”: “Tive meu momento”
Ator afirma que papel de Luke Skywalker ficou no passado e defende renovação da franquia
Star Wars: Filme de Rey será primeiro a abandonar saga original de George Lucas
A Lucasfilm está preparando o terreno para as próximas produções da saga “Star Wars” nas telonas. Como já foi revelado, um dos próximos filmes do universo galáctico será focado na personagem Rey, interpretada pela atriz Daisy Ridley. E o estúdio começou a oferecer vislumbres do que virá pela frente. Em entrevista à Games Radar, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, confirmou que o longa vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019). A história se encerrou com a vitória dos Jedi liderados por Rey contra o temido Palpatine. Com isso, a narrativa vai continuar com Rey mantendo a promessa que fez a Luke Skywalker de continuar o legado dos Jedi e proteger a galáxia. “Acho que o que é sempre incrível em ‘Star Wars’ é que é uma galáxia grande, e estamos saindo de uma grande guerra com a Primeira Ordem. E agora, Rey fez uma promessa a Luke e isso é realmente o cerne de para onde estamos indo e qual será essa história”, afirmou Kennedy. Segundo ela, o próximo capítulo de “Star Wars” introduzirá uma nova história, ultrapassando pela primeira vez a saga original e seus personagens. “E acho que oferece uma oportunidade tremenda de apresentar novos personagens e começar com algo novo, porque culminamos com o que George [Lucas] estava criando, e agora pegamos tudo isso e passamos para o próximo capítulo”. Filme sobre o primeiro Jedi da história O novo filme foi anunciado durante a Star Wars Celebration no último mês de abril, ao lado de outra produção futura da Lucasfilm, um prólogo dirigido por James Mangold (“Indiana Jones e o Chamado do Destino”), que vai contar a história do primeiro Jedi. “Foi algo que Jim [Mangold] se interessou imediatamente, e acho que é um complemento muito bom para o que estamos fazendo ao avançar para o futuro com Rey, e entender um pouco mais de onde tudo isso começou”, completou Kennedy. “Porque isso estará no cerne da criação da nova Ordem Jedi, então ter uma ideia real de onde isso possa ter começado com o surgimento dos Jedi pode ser bem legal”. Durante uma participação no podcast “Dabogah Dispatch”, da Entertainment Weekly, Kennedy explicou a questão central da personagem na produção. “A pergunta que faremos com a Nova Ordem Jedi e com Rey é: a galáxia ainda precisa deles? Ela os quer de volta? Então há muita coisa para refletir sobre o que estamos fazendo, seja no passado, presente ou futuro”, enfatizou. Sinopse e título vazados Embora não tenham muitos detalhes divulgados sobre as próximas histórias, o filme de Rey deverá se passar 15 anos após o final de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. A sequência vai abordar a corajosa empreitada de Rey para restaurar a Ordem Jedi. Segundo sinopse revelada pelo site Production Weekly, ela assumirá o papel de mentora de dois jovens promissores estudantes – uma menina e um menino. E conforme seu treinamento avança, fica evidente que a menina possui habilidades extraordinárias, destinada a se tornar uma futura líder. Junto com a sinopse, foi divulgado que o título do filme será “Star Wars: New Jedi Order” (“Star Wars: Nova Ordem Jedi”, em tradução livre). Vale mencionar que durante a Star Wars Celebration a diretora indiana Sharmeen Obaid Chinoy (“Uma Garota no Rio: O Preço do Perdão”) foi confirmada no longa. Ela será a primeira mulher e a primeira pessoa não branca a dirigir um filme da saga “Star Wars”.
Trailer de novo jogo de “Star Wars” resgata época de “O Império Contra-Ataca”
A Lucasfilm divulgou o pôster e o primeiro trailer do novo jogo “Star Wars Outlaws”, situado no Universo Star Wars. O jogo é uma colaboração do estúdio com a desenvolvedora Ubisoft. Anunciado no evento Xbox Games Showcase no último domingo (11/6), o trailer foi divulgado nesta segunda-feira (12/6), durante o evento Ubisoft Forward, e acompanhado por um clipe de 10 minutos do jogo. A história se passa entre os acontecimentos dos filmes “Star Wars: O Império Contra-Ataca” (1980) e o “O Retorno de Jedi” (1983), e segue a aventura da fugitiva do Império Kay Vess (voz de Humberly González) e seu leal companheiro, o bichinho Nix (dublado por Dee Bradley Baker de “Star Wars: The Bad Batch”). Enquanto o Império tenta esmagar a Aliança Rebelde, o submundo do crime prospera pela galáxia com sindicatos criminosos, como os Hutts e os Pikes. Além de se passar numa época famosa do universo de “Star Wars”, o trailer revelou cenas e lugares bastante importantes para a história da franquia. Aventura vai passar por Tatooine Na prévia do gameplay, os internautas destacaram um momento onde aparecem os dois sóis gêmeos de Tatooine no horizonte, indicando que a história vai passar pela terra natal da família Skywalker. O planeta desértico alaranjado foi onde Luke Skywalker cresceu antes de se tornar um mestre Jedi. Após a construção da Estrela da Morte, o planeta se tornou um local de crime legalizado pelo Império. Dessa forma, faz sentido que o jogo se passe em meio ao submundo criminoso, que vai ser explorado por Kay. Uma das cenas também mostra Han Solo petrificado em carbonita, sendo conduzido por Boba Fett para o palácio de Jabba the Hutt. Para quem não lembra, “O Império Contra-Ataca” terminou num gancho com o personagem vivido por Harrison Ford nesta exata condição. A trama deve aprofundar o que aconteceu nesse período, que também apareceu nos quadrinhos de “Star Wars: War Of The Bounty Hunters”. Fãs estão cansados de Tatooine Após a divulgação do trailer, os fãs da saga expressaram uma curiosa insatisfação nas redes sociais. Apesar da empolgação pelo jogo e os visuais deslumbrantes que aparecem na prévia, alguns internautas criticaram a inclusão de Tatooine na história. Segundo eles, o planeta já foi explorado demais pela franquia. “Sabe, ‘Star Wars’ é esse universo vasto pra caramba, mas a maioria dos eventos acontece na droga do Tatooine. Vocês não podem simplesmente tentar mais nada?”, escreveu um internauta. “Chega. De. Tatooine. Na. Minha. Mídia de Star Wars”, protestou outro. Mas também houve quem levasse a locação com bom humor. “Lembro de um YouTuber dizendo algo como ‘Tatooine é a cidade de Nova York de Star Wars. Todo mundo já esteve lá e tem uma camiseta para provar'”. “Star Wars Outlaws” será lançado em 2024 para PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X, Xbox Series S e PC pelo Ubisoft Connect. NO. MORE. TATOOTINE. IN. MY STAR WARS. MEDIA https://t.co/0WpuBKZWTh pic.twitter.com/QdT63N6bwC — Jack Constables of the Flower Moon (@thejackhamer101) June 12, 2023 Yknow Star Wars is this vast fucking universe but a majority of events happen on fucking Tatootine. Can't you guys just try more than not at all? https://t.co/K11xuBckdN — Miles Edgeworth Simp (@LordGrey93) June 12, 2023 I remember a Youtuber saying something like "Tattooine is the New York City of Star Wars. Everyone's been there and has a shirt to show for it." https://t.co/NpTkFTgBaM — Elia aka Ennui🏳️⚧️ (@EnnuiEspada) June 12, 2023
Tom Hiddleston e Mark Hamill estrelarão adaptação de Stephen King
Os atores Tom Hiddleston (o Loki da Marvel) e Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) vão protagonizar uma nova adaptação de Stephen King, “The Life of Chuck”. O filme tem roteiro e direção de Mike Flanagan (“The Haunting of Hill House”), um especialista em adaptações do escritor, de quem já adaptou “Jogo Perigoso” (2017) e “Doutor Sono” (2019). Baseado num conto do livro “If It Bleeds”, “The Life of Chuck” é composto por três atos diferentes que são conectadas para narrar a vida de Charles Krantz em ordem inversa, começando com sua morte por um tumor cerebral aos 39 anos e terminando com sua infância em uma casa supostamente assombrada. O roteiro, que foi completado antes da greve do Sindicato dos Roteiristas da América (WGA, na sigla em inglês), está em desenvolvimento há vários meses. Hiddleston está escalado para interpretar o personagem principal e Hamill viverá o papel de Albie. De acordo com a produção, o projeto será inspirado em “Conta Comigo” (1986), “Um Sonho de Liberdade” (1994) e “À Espera de um Milagre” (1999), adaptações dramáticas de obras de King. Hiddleston será visto a seguir na 2ª temporada de “Loki”, sem previsão de lançamento na Disney+, enquanto Hamill estará na comédia de ação “The Machine”, que estreia ainda neste mês nos EUA, e na minissérie de terror “The Fall of the House of Usher”, dirigida pelo próprio Mike Flanagan e também sem previsão na Netflix. A produção da Intrepid Pictures será levada pela FilmNation para o mercado do Festival de Cannes para fechar vendas internacionais. O festival francês ocorre entre os dias 16 e 27 de maio.
Novo filme de “Star Wars” com Daisy Ridley mostrará Jedi em caos
Durante a recente celebração de “Star Wars”, a presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy expandiu oficialmente a linha do tempo da franquia adicionando a produção dos filmes “Dawn of the Jedi”, “The New Republic” e “New Jedi Order” à galáxia muito muito distante. Agora, ela explicou como “Star Wars: New Jedi Order” vai continuar a história de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, mostrando os Jedi em caos e as dificuldades enfrentadas por Rey (Daisy Ridley) para reconstruir a ordem. “O que estamos explorando é a evolução dos Jedi”, explicou Kennedy em entrevista ao site da revista Empire. “Estamos indo muito para trás, olhando para o presente e agora indo 15 anos após a ‘Ascenção de Skywalker'”. A executiva ainda revelou quais serão os desafios da trama que vai continuar a saga. “A Primeira Ordem caiu, os Jedi estão em caos – há até mesmo um questionamento de quantos ainda existem – e Rey está construindo a Nova Ordem Jedi”, conta. “Baseado no texto que ela recebeu e que Luke transmitiu a ela”, acrescentou. 15 anos é bastante tempo. Ahsoka Tano, Ezra Bridger e Cal Kestis não estão mais nesta fase, o que significa que Rey provavelmente não terá ninguém para treiná-la ou guiá-la. Com isso, suas dificuldades tendem a ser ainda maiores do que se já se esperava para a missão. Apesar disso, a distância é menor do que a pretendida pelo roteiro descartado de Damon Lindelof (“Watchmen”), que se passaria 45 anos depois do último filme, com uma Rey idosa (e interpretada por outra atriz) treinando dois novos recrutas. Já os outros dois filmes, “Star Wars: Dawn of the Jedi” e “Star Wars: The New Republic”, vão abordar fases bem anteriores da franquia. “Dawn of Jedi”, que será dirigido por James Mangold (“Logan”), contará a história do primeiro Cavaleiro Jedi e a origem da ordem. Já “The New Republic”, com direção de Dave Filoni (“The Mandalorian”), será um crossover de séries da Disney+, como “The Mandalorian”, “The Book of Boba Fett” e as vindouras “Ahsoka” e “Skeleton Crew”. Para completar, o filme de Rey, “New Jedi Order”, terá direção de Sharmeen Obaid-Chinoy (“Uma Garota no Rio: O Preço do Perdão”) e roteiro de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders”). Nenhum dos três títulos tem data de lançamento confirmada. Porém, o que gira em torno de Rey deve chegar aos cinemas primeiro: no final de 2025.
Mark Hamill se manifesta sobre as eleições no Brasil: “A Força está com Lula”
Depois de receber apoio de intérpretes de super-heróis, como Mark Ruffalo (o Hulk) e Jason Momoa (o Aquaman), Luiz Inácio Lula da Silva ganhou o engajamento de um Jedi. E não qualquer Jedi. Mark Hamill, o intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars”, manifestou-se a favor da candidatura do petista à presidência do Brasil. Ele publicou uma arte em seu Twitter que diz: “Eu sou um Jedi e apoio Lula”. E acrescentou uma legenda, em português: “O futuro é seu Brasil e a Força está com Lula!”. A mensagem já foi retuitada mais de 22 mil vezes e recebeu mais de 111 mil curtidas. Um usuário ainda respondeu: “Que a democracia esteja com você”, em referência ao velho bordão dos Jedis: “Que a força esteja com você”. As eleições presidenciais do Brasil acontecem neste domingo (30/10). 🇧🇷 O futuro é seu Brasil e a Força está com Lula! 🇧🇷 pic.twitter.com/F0UtFeW7bi — Mark Hamill (@MarkHamill) October 29, 2022
“Star Wars” aposenta voz de James Earl Jones em Darth Vader
O veterano ator James Earl Jones decidiu se aposentar do papel de Darth Vader em “Star Wars”. Ele nunca interpretou Darth Vader em cena, mas é a voz do vilão há mais de 40 anos – desde 1977, quando o primeiro filme foi lançado. Aos 91 anos, Jones assinou um contrato permitindo que sua voz seja recriada por inteligência artificial para dublagens futuras do personagem – que deve reaparecer em uma nova série da Disney+, “Ahsoka”. Embora Darth Vader tenha morrido em “O Retorno de Jedi”, lançado nos cinemas em 1983, o personagem continuou ativo por várias décadas, sempre dublado por James Earl Jones. A lista de participações inclui “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019) e a série animada “Star Wars Rebels” (2014-2016). Sua recente participação em “Obi-Wan Kenobi” já tinha recebido auxílio digital. Como a idade avançada alterou muito seu registro vocal, o ator teve seus diálogos recriados de forma artificial, numa parceria entre a produtora Lucasfilm e a start-up ucraniana Respeecher, que desenvolveu a tecnologia. O relacionamento de Respeecher com a Lucasfilm começou com a série “O Livro de Boba Fett”, para a qual a start-up recriou a voz jovem de Mark Hamill como Luke Skywalker. Em “Obi-Wan Kenobi”, a colaboração foi ainda maior, mas contou com consultoria do próprio Jones, que ajudou a tornar a voz artificial mais próxima de suas falas reais.
Participação de Luke Skywalker em “O Livro de Boba Fett” foi deep fake oficial
A aparição de Luke Skywalker no sexto episódio de “O Livro de Boba Fett” não contou com a participação de Mark Hamill, apesar de o ator ter sido creditado no episódio. O personagem foi “recriado” fisicamente com o auxílio de um dublê chamado Scott Lang (o Homem-Formiga?), que foi substituído na edição final pelo rosto de Hamill. Esta foi a segunda aparição de Luke Skywalker no universo “Star Wars” da plataforma Disney+. Anteriormente, ele tinha sido visto no episódio final da 2ª temporada de “The Mandalorian” (The Mandalorian). Mas a primeira versão era bem menos realista. O problema da aparição anterior foi realçado por um YouTuber que se identifica como Shamook. Ele mostrou para a Lucasfilm que, bem mais realista e barato que gastar uma fortuna em efeitos visuais, a tecnologia acessível do deep fake seria capaz de produzir um visual mais convincente. Ele realmente convenceu. E foi contratado. E é possivelmente o responsável pela resultado superior da nova aparição do personagem. Além dos efeitos visuais que deram ao personagem um rosto idêntico ao de Luke Skywalker no final da trilogia original, “Star Wars: O Retorno do Jedi”, exibido em 1983, a voz também chamou atenção pela semelhança com o timbre de Hamill. E ela foi igualmente criada por computador. Um software sintetizou todos os diálogos usando falas antigas do ator em outros filmes da saga “Star Wars”. De acordo com o showrunner Jon Favreau, a equipe de edição de som tem à disposição um vasto material de arquivo com áudios do ator, que é inserido no aplicativo de processamento de dados Respeecher para criar as frases completas do personagem. Assim como aconteceu com “The Mandalorian”, o processo tecnológico será revelado em detalhes numa série “Disney Gallery”, dedicada aos bastidores da produção, prevista para ser disponibilizada após a exibição do último episódio de “O Livro de Boba Fett”, que vai ao ar nesta quarta (9/12).
Mark Hamill: “A reação dos fãs ao retorno de Luke é algo que guardarei para sempre”
O astro Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker de “Star Wars”, postou mais dois comentários sobre o episódio de “The Mandalorian” (The Mandalorian) que trouxe a versão “mestre Jedi” de seu personagem clássico de volta às telas. Depois de agradecer aos produtores de “The Mandalorian”, Jon Favreau e Dave Filoni, pelo “presente”, ele dedicou os novos posts aos fãs, publicando dois vídeos de reações à sua aparição na série. Os vídeos registram a emoção de vários fãs ao verem a entrada triunfal de Luke no capítulo final da série. “Sem palavras. Ver as reações dos fãs ao retorno de Luke é algo que guardarei para sempre. A expectativa deles em ver o X-Wing / a figura de manto e capuz / um sabre de luz / um sabre de luz VERDE / uma mão enluvada / uma mão sem luva / um estrangulamento pela Força / R2-D2… foi DESCOMUNAL e muito comovente para mim”, Hamill escreveu no Twitter. “Eu também sou um fã, então sabia que os verdadeiros fãs iriam adorar, mas vê-los emocionados além da conta, com a exuberância de crianças, gritando em êxtase, as lágrimas de pura alegria… é uma montanha-russa de emoções que nunca esquecerei”, completou. Foi uma pequena aparição. Mas representou o ponto alto de 2020 para muitas pessoas. Nos momentos finais da 2ª temporada de “The Mandalorian” – exatamente quando parecia que os mocinhos seriam exterminados sem cerimônia por um pelotão de Dark Troopers – um solitário X-Wing entrou no hangar da nave imperial de Moff Gideon. Seu piloto desceu coberto por um capuz, mantendo sua identidade escondida, enquanto passou a enfrentar e eliminar Dark Trooper após Dark Trooper, usando um sabre de luz verde empunhado por uma mão enluvada. Quando este Jedi chegou à ponte onde Mando, a Criança e os demais se trancaram, ele ergueu o capuz para revelar o rosto do jovem Luke Skywalker (Hamill) da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Jon Favreau confirmou que o próprio Hamill participou do momento memorável (embora outro ator, Max Lloyd-Jones, tenha servido como dublê das cenas de ação de Luke). “Ter Mark Hamill no set de filmagem para, usando a tecnologia que tínhamos disponível, rejuvenescê-lo para que parecesse como nos filmes antigos – e manter isso em segredo – foi muito especial”, disse Favreau. Veja os posts de Hamill com os vídeos de reações dos fãs impressionados com a volta do jovem Luke ao universo de “Star Wars”. #NoWords-Seeing fan's reactions to Luke's return is something I will cherish forever. Their anticipation seeing the X-Wing/Ep. 6 Robes/a lightsaber/a GREEN lightsaber/a gloved hand/an ungloved hand/a Force choke/R2-was OVERWHELMING & very moving to me-1/2 https://t.co/gzKn9IVPf6 — Mark Hamill (@HamillHimself) December 31, 2020 I'm a fan myself, so I knew true fans would love it, but to see them thrilled beyond belief with the exuberance of children, whooping it up, screaming in ecstasy, the tears of sheer joy…it's a rollercoaster of emotions I'll never forget. #I_LOVE_UPFs 2/2 https://t.co/NogCFE5rqL — Mark Hamill (@HamillHimself) December 31, 2020
Mark Hamill agradece O Mandaloriano por resgatar Luke Skywalker
Mark Hamill está terminando 2020 feliz da vida, graças a “The Mandalorian” (The Mandalorian). Duas semanas depois que a série do Disney+ (Disney Plus) ressuscitou Luke Skywalker, naquela que foi indiscutivelmente a participação especial mais legal do ano, o ícone de “Star Wars” foi às redes sociais para expressar sua felicidade e gratidão aos produtores executivos Jon Favreau e Dave Filoni. “Às vezes, os maiores presentes são os mais inesperados e algo que você nem sabia que queria até que foi dado”, Hamill tuitou, adicionando “#ThankYouJonAndDave” e uma imagem de Luke Skywalker no episódio. Nos momentos finais da 2ª temporada de “The Mandalorian” – exatamente quando parecia que os mocinhos seriam exterminados sem cerimônia por um pelotão de Dark Troopers – um solitário X-Wing entrou no hangar da nave imperial de Moff Gideon. Seu piloto desceu coberto por um manto, mantendo sua identidade escondida, enquanto passou a enfrentar e eliminar Dark Trooper após Dark Trooper, usando um sabre de luz verde empunhado por uma mão enluvada. Quando este Jedi chegou à ponte onde Mando, a Criança e os demais se trancaram, ele ergueu o capuz para revelar o rosto do jovem Luke Skywalker (Hamill) da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Jon Favreau confirmou que o próprio Hamill participou do momento memorável (embora outro ator, Max Lloyd-Jones, tenha servido como dublê das cenas de ação de Luke). “Ter Mark Hamill no set de filmagem para, usando a tecnologia que tínhamos disponível, rejuvenescê-lo para que parecesse como nos filmes antigos – e manter isso em segredo – foi muito especial”, disse Favreau. O próprio Hamill se maravilhou com a falta de vazamentos da sua participação e o impacto causado nos fãs. “O fato de termos conseguido manter meu envolvimento em segredo por mais de um ano, sem vazamentos, é nada menos que um milagre. Um verdadeiro triunfo para quem odeia spoiler em todos os lugares!”, ele escreveu no Twitter. Sometimes the greatest gifts are the most unexpected and something you never realized you wanted until it was given.#ThankYouJonAndDave 🙏 pic.twitter.com/4nNjSvbvIN — Mark Hamill (@HamillHimself) December 30, 2020 The fact that we were able to keep my involvement a secret for over a year with no leaks is nothing less than a miracle. A real triumph for spoiler-haters everywhere!#LooseLipsSinkStarships #STFU pic.twitter.com/TOBqlXYyHN — Mark Hamill (@HamillHimself) December 19, 2020
Mark Hamill brinca após The Mandalorian: “Algo bom na TV?”
Mark Hamill usou o Twitter na sexta-feira (18/12) para perguntar, brincando com os fãs de “Star Wars”: “Têm visto algo bom na TV ultimamente?”. Quem acompanha a série “The Mandalorian” sabe do que ele está falando. Mas é spoiler para quem ainda não assistiu ao capítulo final da 2ª temporada. O desfecho da história de Grogu, também conhecido como “a criança” e “Baby Yoda”, aconteceu com participação de ninguém menos que Luke Skywalker, interpretado pelo próprio Hamill. O personagem clássico de “Star Wars” chega no último minuto e, como um exército de um homem só, demonstra todo seu poder de mestre jedi para derrotar um pelotão de “dark troopers”, espécie de exterminadores do futuro da franquia. É exatamente como os fãs esperavam ver Luke na nova trilogia. Fãs da saga, que não se conformam com o destino dado ao personagem nos filmes recentes, devem ter vibrado. Até Hamill aprovou, após confessar não ter concordado com os rumos de seu mestre jedi no segundo longa da nova trilogia. “Não é meu Luke Skywalker”, ele chegou famosamente a dizer. Como “The Mandalorian” se passa anos antes da história vista mais recentemente, quando Luke se revela a Din Djarin (o mandaloriano interpretado por Pedro Pascal), ele ainda tem a aparência jovem que Hamill tinha nos anos 1980. O ator foi rejuvenescido digitalmente para participar da série, surgindo com o visual da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Como o seu, o meu e o dele Luke Skywalker. E não aparece sozinho. Seu fiel companheiro R2-D2 também faz uma participação especial no episódio. Outro detalhe reminiscente da trilogia original ficou para a cena pós-crédito, em que Boba Fett (vivido por Temuera Morrison), retorna a Tatooine para se vingar dos criminosos remanescentes do bando de Jabba the Hut e reivindicar o palácio de seu antigo empregador. Esta história vai continuar num spin-off, “The Book of Boba Fett” (O Livro de Boba Fett), anunciado para dezembro de 2021. Vale observar ainda que, com o desfecho da temporada, “The Mandalorian” pode ter se despedido de seu maior trunfo, o “Baby Yoda”, que vendeu inúmeros brinquedos e produtos da Disney. Mas deixa o gancho de uma 3ª temporada focada no destino do planeta Mandalor, com um conflito pendente e inevitável entre Din Djarin e Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff). Seen anything good on TV lately? — Mark Hamill (@HamillHimself) December 18, 2020
Mark Hamill teve papel secreto na série The Mandalorian
O episódio final da “Disney Gallery: The Mandalorian”, série de bastidores que revela os segredos da produção de “The Mandalorian”, revelou que Mark Hamill, o próprio Luke Skywalker, fez uma participação secreta em um episódio da atração. A participação aconteceu no quinto episódio da série, durante a cena da famosa cantina de Tatooine. A mesma cantina vista no “Star Wars” original, que chegou aos cinemas em 1977 com o título simples de “Guerra nas Estrelas” – mas que os adolescentes de hoje devem conhecer como “Star Wars: Uma Nova Esperança”. O droide que trabalha como barman nessa cena é dublado por Mark Hamill, cujo nome não aparece nos créditos da produção. Hamill tem uma carreira de dublador tão vasta quanto a de ator, incluindo papéis antológicos, como o Coringa nos desenhos de Batman e Chucky no remake recente de “Brinquedo Assassino” (2019). O criador da série Jon Favreau disse que o nome do droide é EV-9D9 e que ele já havia sido visto torturando outros droides em “O Retorno de Jedi” (1983). Intitulado “Conections”, o último episódio de “Disney Gallery: The Mandalorian” foi lançado na sexta (19/6) na plataforma Disney+ (Disney Plus), que ainda não chegou ao Brasil.
Ascenção Skywalker é fanfic que enfraquece a Força da saga Star Wars
No belíssimo plano final de “Os Últimos Jedi”, o diretor Rian Johnson estabelecia três pontos muito claros: a Força não era mais apenas exclusiva de uma família, mas sim estava em toda a galáxia, em todas as pessoas – isso, por si só, definia que qualquer pessoa poderia almejar se tornar um herói. O segundo ponto era de que a esperança havia retornado à galáxia, visto que o sacrifício de Luke Skywalker o transformara em uma lenda ainda maior, o homem capaz de reconhecer seus erros e usá-los a seu favor. O terceiro, e talvez principal ponto, era o de que a saga apontava finalmente para o futuro: o olhar do garoto para um espaço infinito abria também infinitas possibilidades de avanço. O recado era claro: vamos deixar o passado para trás. Deixar de viver eternamente presos a um nome, mas acreditar em uma ideia, em um ideal, em um futuro brilhante no qual todos podemos fazer a nossa parte. Pois é. Pena que nem tudo é perfeito. A ousadia e a coragem de Rian Johson foram vistas por uma pequena – mas barulhenta – parte dos fãs de “Star Wars” como uma heresia. Muitos foram – e ainda são – incapazes de aceitar que Luke Skywalker talvez não fosse o mesmo personagem de 35 anos atrás. Afinal, quem muda em 35 anos?? Como era possível que o herói idealizado por décadas de repente se tornasse um velho ermitão ranzinza que em determinado momento da vida cometeu uma falha que o maculou para sempre (vale aqui lembrar que a ideia de que Luke fosse um sujeito isolado a la Coronel Kurtz veio de ninguém menos que George Lucas)? Como era possível que uma garota qualquer tivesse familiaridade com a Força? Como era possível que o Snoke morresse daquela forma sem sabermos mais sobre ele (um personagem cujo hype foi criado única e exclusivamente pelos fãs)? Tudo isso, alinhado a uma necessidade quase infantil de atender expectativas fez com que J.J Abrams – que havia feito um trabalho dos mais consistentes em “O Despertar da Força”, mesmo remakeando sem firulas o “Episódio IV” – transformasse este “A Ascensão Skywalker” em uma salada indigesta de fan service mesclada com uma trama digna de fanfic com a pior inspiração possível. Desta vez, a história começa com o retorno[!] do Imperador Palpatine, que aparentemente está fazendo um podcast em algum lugar da galáxia e avisando que construiu em segredo ao longo dos últimos 35 anos uma esquadra maligna com centenas de naves para dominar a galáxia. Sim, é isso mesmo. Os rebeldes, cientes dessa ameaça, precisam ir para um lugar achar uma adaga que precisa ser traduzida em outro lugar para que esta indique outro lugar onde estará o sinalizador que indicará o lugar onde está Palpatine. Ou algo assim. Nesse meio tempo, Kylo Ren é orientado por Palpatine a destruir Rey por motivos de ‘porque sim’ mas que no fundo não é bem isso porque ele tem outros planos para a garota. Este roteiro é de J.J escrito em parceria com Chris Terrio, o cara por trás de “Batman v Superman”. O que diz muita coisa. Nitidamente com o objetivo de disfarçar a fragilidade dessa história, J.J. faz uma escolha criativa que se mostra fatal para a trama, criando um filme acelerado, com uma montagem que parece saída de alguma obra de Michael Bay. Não há tempo para que o espectador possa apreciar ou mesmo ser tocado por certas passagens. Nem mesmo os money shots são aproveitados. Pra piorar, o filme usa um recurso vagabundo de morre/não morre várias vezes, o que enfraquece completamente o envolvimento do espectador, tanto que na hora da morte real de uma personagem realmente importante, esta acaba não tendo o menor impacto. As sequências de ação são eficientes, como sempre, mas não há sequer UM momento capaz de maravilhar o público, seja por conta de obviedade de suas escolhas (há um momento em que só faltou Lando Calrissian dizer “on your left” para Poe Dameron) como por uma mis en scène trôpega (como na sequência do sequestro de Chewbacca, em que todo mundo parece perder a visão periférica) e a completa falta de criatividade na criação de novos mundo (sim, temos novamente uma floresta, um deserto e um oceano). Nem mesmo o humor funcional de J.J. dá certo aqui, com C3-PO fazendo o possível para dar um mínimo de alma a essa obra planejada por comitê. A decisão de “esquecer” o que havia sido estabelecido em “Os Últimos Jedi” afeta o próprio desenvolvimento do trio principal de heróis [aqui vamos entrar na área de SPOILERS]. Se no último filme Rey havia finalmente se livrado do peso do passado ao descobrir que seus pais não eram ninguém e estava finalmente pronta para desenvolver seus dons naturais da Força, aqui J.J. dá uma marcha a ré indigna e a coloca como NETA de Palpatine – deixando pelo menos felizes todos os que a acusavam de ser uma Mary Sue, algo que nunca ninguém questionou em Anakin ou Luke. Na visão de Rian Johnson, qualquer pessoa pode ser um herói. Na de J.J. não, apenas quem for descendente de UMA única família. Finn, do mesmo modo, retorna ao seu personagem em busca de um caminho do primeiro filme. Se em “Os Últimos Jedi” ele havia finalmente compreendido – sim, lá em Canto Bight – que sua luta deveria ser em prol de um bem maior e não apenas “cadê a Rey”, aqui ele volta a ser o cara que passa o filme inteiro atrás da Rey. Já Poe Dameron, que, pelo sacrifício da General Holdo, finalmente compreendera a força e a necessidade de uma liderança carismática, aqui volta a ser o aventureiro engraçadão – e o filme ainda inventa um link com Han Solo ao informar aleatoriamente que ele havia sido um contrabandista no passado. Pelo menos, mas pelo menos, Kylo Ren consegue finalizar seu arco de forma digna, ainda que obviamente dentro das expectativas. Nada porém bate a covardia feita com a atriz Kelly Marie Tran e sua personagem Rose Tico, que aqui vira uma coadjuvante irrelevante com menos falas do que Greg Gunberg, amigão de J.J. O mesmo pode ser dito do General Hux, presenteado com um plot twist (mais um) vergonhoso. Maz Kanata (o dinheiro mais fácil ganho por Lupita N´yongo esse ano) entra apenas para explicar ao público o que está acontecendo – “Veja, Leia vai se conectar com seu filho, isso vai sugar toda sua energia vital”… Carrie Fischer, por sua vez, é inserida no filme com sobras de sua participação nos dois filmes anteriores, o que soa tristemente artificial, pois é nítido que os diálogos são adaptados para suas respostas – que na maioria das vezes, porém, não correspondem ao que está sendo conversado. Com truques baratos e soluções facilitadas para os protagonistas (como o fato deles caírem numa areia movediça que – nossa, olha só – leva eles diretamente para o objeto que estão procurando), “A Ascensão Skywalker” poderia se redimir por conta de uma conclusão poderosa – caso de “Retorno de Jedi”, um filme medíocre em seus dois terços iniciais mas com uma conclusão antológica. Nem isso. J.J. cria um clímax que parece saído de alguma produção genérica, que chupa – conscientemente ou não – momentos recentes de “Vingadores: Ultimato” (não falta nem um “Eu sou …. todos os Jedi”), o famigerado raio azul da morte de 90% dos filmes de ação desta década e uma conclusão basicamente igual a de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”. E nem vamos citar aqui a claque de personagens obscuros que fica observando tudo isso em uma arena sem iluminação e sem noção de espaço, dando a impressão de que Palpatine passou os últimos 30 anos criando uma armada invencível e clones para ficarem aplaudindo seus gritos de vilão de terceira. Há momentos emocionantes? Sim, há. Confesso que chorei duas ou três vezes ao longo do filme – ver Chewbacca finalmente ganhar a sua medalha é um fan service muito bacana. A conclusão, em que heróis confraternizam por sua vitória emociona, mas fica claro que essa emoção não vem por causa deste filme em especial, mas por toda a conexão estabelecida há anos pelo público com a saga. O plano final, ainda que lindo, é tão evidente que qualquer pessoa poderia imaginá-lo assim que o filme começa. Talvez seja este o grande problema de “Ascensão Skywalker”: com medo de desagradar o público, J.J. entrega um filme sem surpresas, sem imaginação, com plot twists que variam entre vergonhosos e inconsequentes e com um triste retrocesso nas possibilidades estabelecidas por Rian Johnson no filme anterior. Não é o pior filme de “Star Wars”. “Ataque dos Clones”, “Ameaça Fantasma” e “Han Solo” ainda tem seu lugar cativo. Não é um filme chato ou entediante. Há aqui e ali muito da magia que fez e faz “Star Wars” ser uma das sagas mais amadas de todos os tempos. Mas é triste perceber que a equipe criativa por trás deste novo filme pareceu muito mais preocupada em não ofender um público sensível do que em avançar a história, olhar para a frente. “Star Wars” – ou pelo menos esta saga – termina com um gosto amargo, em um filme que no afã de agradar todo mundo, acabou virando uma obra sem um pingo de personalidade, incapaz de reconhecer seus próprios erros e aprender com eles. Algo que até um personagem fictício como Luke Skywalker aprendeu.









