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    Indiana Jones 5 ganha data de estreia em julho de 2022

    11 de dezembro de 2020 /

    A chefe da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, aproveitou sua participação no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), para oficializar a produção do quinto filme de “Indiana Jones”. Ela anunciou que Harrison Ford continuará interpretando o arqueólogo aventureiro e revelou que as filmagens vão começar no segundo trimestre de 2021 para um lançamento em julho de 2022. Outro detalhe confirmado é que “Indiana Jones 5” será o primeiro filme da franquia sem direção de Steven Spielberg. O fato é que Spielberg tem adiado seguidamente os planos dessa produção, sempre colocando outro filme à sua frente. Depois de muito esperar, a Disney/Lucasfilm decidiu não perder mais tempo e fechou com James Mangold (“Logan”, “Ford vs. Ferrari”) para comandar as filmagens. O projeto está em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger. Os planos originais previam um lançamento em 2019, mas o roteiro escrito por David Koepp não agradou. A trama seria uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), também roteirizado por Koepp. O estúdio encomendou um novo roteiro em junho de 2018. O texto foi escrito por Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan – que foi o roteirista do primeiro filme de Indiana Jones, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Além do fato de trazer de volta Harrison Ford ao papel-título, nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado.

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    Harrison Ford pede “demissão” de Trump na véspera da eleição nos EUA

    2 de novembro de 2020 /

    The Lincoln Project, um comitê político formado por integrantes do Partido Republicano, resolveu fazer campanha contra o candidato do próprio partido às eleições presidenciais que acontecem nesta terça (3/11) nos EUA. A organização contratou Harrison Ford para narrar um anúncio em que denunciam os planos de Donald Trump para demitir o Dr. Anthony Fauci, um dos maiores experts em doenças infecciosas do mundo, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e responsável pela resposta científica dos EUA à pandemia de coronavírus. O anúncio mostra uma cena de um comício realizado por Trump no domingo (1/11), no qual os apoiadores começaram a gritar “Demita Fauci! Demita Fauci!” e o presidente responde: “Não contem a ninguém, mas deixe-me esperar um pouco depois da eleição”. Ford então diz: “Amanhã, você pode demitir apenas um deles. A escolha é sua.” O anúncio marcou uma rara incursão do intérprete de Han Solo e Indiana Jones na política eleitoral. Ford é politizado e tem sido ativo em várias causas, especialmente nas questões de mudança climática, mas não costuma se envolver em disputais partidárias. Recentemente, ele chegou a ser pressionado a se posicionar numa entrevista da revista Time, mas preferiu pedir aos eleitores que elegessem políticos que tivessem propostas para a crise climática. Veja o anúncio do Lincoln Project abaixo. The Lincoln Project and Harrison Ford are teaming up to let Americans know you can only keep one of them: Trump, or Fauci. pic.twitter.com/WmimV0inTC — The Lincoln Project (@ProjectLincoln) November 3, 2020

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    Harrison Ford será capitão desequilibrado em comédia de naufrágio

    19 de outubro de 2020 /

    O veterano ator Harrison Ford (“Star Wars”) vai estrelar uma comédia de naufrágio chamada “The Miserable Adventures of Burt Squire Aboard the Horn High Yo”, ao lado de Ed Helms (“Se Beber Não Case”) para a STXfilms. Inspirado por uma história verídica, “Burt Squire” gira em torno de um homem de família (Helms) em meio a uma crise de meia-idade que decide embarcar com um capitão veterano (Ford), que é encantador, porém desequilibrado, no que espera ser férias de sonho num veleiro em alto-mar, mas acaba naufragando no Oceano Atlântico. O anúncio da produção foi feito nesta segunda-feira (19/10) por Adam Fogelson, presidente do STXfilms Motion Picture Group. O roteiro do projeto é de Ben Bolea (“Mr. Intangibles”), mas ainda não há diretor definido, nem previsão de estreia para a produção. “Amamos essa história e estamos ansiosos para trabalhar com esse elenco incrível”, disse Fogelson, em comunicado. “Não há ninguém melhor do que Ed Helms para interpretar um cara comum que fica sobrecarregado com todos os infortúnios cômicos que a vida pode lançar em seu caminho, e Harrison vai criar outro personagem memorável e icônico como um capitão do mar desequilibrado. Mal podemos esperar para ver esses amigos improváveis ​​nesta comédia marítima.” Apesar de já estar com 72 anos, Ford continua bastante ativo. Ele estrelou neste ano a aventura “O Chamado da Floresta” para a Amazon e se prepara para protagonizar sua primeira série, “The Staircase”, da Annapurna Television, além de estar contratado para reprisar seu papel como Indiana Jones em filme previsto para 2022.

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    Quinto Indiana Jones será o primeiro sem direção de Steven Spielberg

    26 de fevereiro de 2020 /

    “Indiana Jones 5” será o primeiro filme da franquia do arqueólogo aventureiro sem Steven Spielberg na direção. De acordo com fontes ouvidas pelas revistas Variety e The Hollywood Reporter, Spielberg decidiu se afastar para que uma nova geração de cineastas pudesse levar a franquia adiante. Mas ele permanecerá como produtor. O fato é que Spielberg tem adiado seguidamente os planos dessa filmagem, sempre colocando outro filme na frente. A Disney/Lucasfilm decidiu não perder tempo e já está sondando James Mangold (“Logan”, “Ford vs. Ferrari”) para assumir a direção. O projeto está em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger. Os planos originais previam um lançamento em 2019, mas o roteiro escrito por David Koepp não agradou. A trama seria uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), também roteirizado por Koepp. O estúdio encomendou um novo roteiro em junho de 2018. O texto foi escrito por Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan – que foi o roteirista do primeiro filme de Indiana Jones, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Além do fato de trazer de volta Harrison Ford ao papel-título, nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. A estreia está atualmente marcada para junho de 2021.

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    Remake de O Fugitivo ganha sinal verde e define diretor

    27 de novembro de 2019 /

    A Warner definiu Albert Hughes como diretor do remake de “O Fugitivo”. O estúdio desenvolve a produção desde 2015, mas só agora decidiu acelerar o projeto. Hughes é mais lembrado pelos filmes que codirigiu com o irmão Allen, como a sci-fi pós-apocalíptico “Livro de Eli”, protagonizada por Denzel Washington, mas no ano passado comandou seu primeiro longa solo, a aventura “Alfa”, com Kodi Smit-McPhee. Além de Albert Hughes, a produção tem outros dois nomes envolvidos. Brian Tucker (“Linha de Ação” ) assina o roteiro, e Erik Feig está à frente da produção. Informações sobre elenco, cronograma de filmagens e previsão de estreia ainda não foram divulgadas. Para quem não lembra, “O Fugitivo” foi originalmente uma série recordista de audiência. Estrelada por David Janssen (“Os Boinas Verdes”), ficou no ar entre 1963 e 1967 e ainda ganhou um remake no ano 2000. A trama girava em torno do doutor Richard Kimble, um cirurgião de prestígio de Chicago com uma vida praticamente perfeita, que vê tudo desmoronar quando sua mulher é brutalmente assassinada e ele é acusado injustamente de ter cometido o crime. Desesperado, ele resolve fugir da justiça para conseguir as provas da sua inocência, ao mesmo tempo em que é perseguido por um agente do FBI determinado. A história já foi levada ao cinema em 1993, num blockbuster estrelado por Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”). Harrison era o fugitivo da vez e Jones seu perseguidor, papel pelo qual venceu um Oscar. O ator, inclusive, reprisou seu personagem numa continuação, intitulada “U.S. Marshals – Os Federais” (1998), que não fez o mesmo sucesso.

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    O Chamado da Floresta: Harrison Ford contracena com cachorro digital no trailer da nova versão do clássico

    20 de novembro de 2019 /

    A Fox divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Chamado da Floresta” (The Call of the Wild), nova versão do clássico literário de Jack London (1876–1916), adaptada para tempos mais modernos. Desta vez, Buck, o cachorro doméstico que sofre com abandono e aprende a se virar no Alasca, é criado por computação gráfica. Mas não é só isso que surge diferente na prévia. O vídeo dispensa o excesso de maus-tratos sofridos por Buck para colocá-lo rapidamente ao lado de Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) numa aventura rumo às terras mais isoladas da região. A história original também não tem a nativa simpática (Cara Gee, de “The Expanse”), que eles encontram. O elenco da produção ainda conta com Karen Gillan (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), Bradley Whitford (“Corra!”), Dan Stevens (“Legion”) e Omar Sy (“Intocáveis”). A história clássica de Jack London já teve várias versões no cinema, desde 1908. A nova foi escrita por Michael Green (roteirista de “Logan”) e marca a estreia em live-action do diretor Chris Sanders, que comandou três animações de grande sucesso, “Lilo & Stitch” (2002), “Como Treinar o Seu Dragão” (2010) e “Os Croods” (2013). A estreia está marcada para 20 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeiro Star Wars ganha nova versão com cena modificada para a Disney+

    12 de novembro de 2019 /

    O filme clássico “Guerra nas Estrelas”, que lançou a saga “Star Wars” em 1977, já passou por inúmeros relançamentos, tanto que ganhou até outro título: “Star Wars: Uma Nova Esperança”. Por sinal, a versão que foi lançada com esse nome em 1997 foi responsável pela maior alteração na trama, ao modificar a cena em que Han Solo (Harrison Ford) atira em Greedo (Paul Blake) no começo da história. George Lucas mudou a cena após o sucesso do filme, para fazer com que ela registrasse um ato de legítima defesa de Han Solo – criando um debate entre os fãs sobre “quem atirou primeiro”. Quando o longa chegou ao Blu-Ray, em 2011, Lucas fez outra alteração para que o tiroteio ocorresse quase que simultaneamente, mas manteve Greedo como autor do primeiro disparo. Pois o filme estreou em streaming com outra versão diferente nesta terça (12/11), dentro da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Segundo a Disney, foi novamente o próprio Lucas quem resolveu mudar, mais uma vez, a polêmica cena do confronto entre Han Solo e Greedo. A versão de 2019 mostra os dois atirando simultaneamente e ainda faz o alienígena dizer uma palavra antes de morrer: “Maclunkey”. Ninguém sabe o que “Maclunkey” significa, mas a curiosidade fez a hashtag #maclunkey disparar nos tópicos do Twitter. Até o escritor Stephen King (“Doutor Sono”) fez questão de usá-la. #Maclunkey porque é tão esquisitamente engraçado”, ele escreveu. A Disney+ (Disney Plus) também trouxe cenas deletadas inéditas do filme, que nunca tinham aparecido antes em vídeo. Uma delas mostra mais detalhes do infame tiroteio, revelando que Han Solo tinha companhia feminina antes do bangue-bangue, além de obviamente confirmar que foi ele quem atirou primeiro. Veja abaixo a nova versão da cena e o comentário de Stephen King. Oh my god. This is not a joke. pic.twitter.com/RMkh7Blg7D — Star Wars Visual Comparisons (@StarWarsVisComp) November 12, 2019 #MaclunkeyJust because it’s so weirdly funny. — Stephen King (@StephenKing) November 12, 2019

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    Rutger Hauer (1944 – 2019)

    24 de julho de 2019 /

    O ator holandês Rutger Hauer, que ficou mundialmente conhecido como o líder dos replicantes no filme “Blade Runner” (1982), morreu na sexta-feira (19/7) após um curto período de doença, aos 75 anos. Um dos mais famosos atores europeus de sua geração, Hauer era fluente em várias línguas e se projetou em parceria com o cineasta holandês Paul Verhoeven em diversos projetos, a começar pela série medieval “Floris”, em 1969. Sua estreia no cinema foi no segundo longa de Verhoeven, o cultuadíssimo “Louca Paixão” (1973), em que viveu um romance de alta voltagem erótica com a atriz Monique van de Ven. E de cara chamou atenção de Hollywood, graças à indicação do filme ao Oscar. Ele ainda protagonizou mais três filmes de Verhoeven – “O Amante de Kathy Tippel” (1975), “Soldado de Laranja” (1977) e “Sem Controle” (1980) – e outros longas europeus antes de estrear numa produção americana, enfrentando Sylvester Stallone como o vilão terrorista de “Falcões da Noite” (1981). Mas foi ao desempenhar um outro tipo de vilão, o replicante Roy Beatty em “Blade Runner”, que se estabeleceu como astro de grandes produções. Androide que buscava respostas para perguntas existenciais, enquanto lutava por mais tempo para viver, o personagem caçado por Harrison Ford no longa de Ridley Scott tinha uma profundidade incomum para o gênero sci-fi de ação. Era, ao mesmo tempo, um assassino frio e robótico, mas também capaz de amar e filosofar sobre o sentido da vida, apresentando-se mais humano que seu perseguidor. A performance encantou gerações – e cineastas. Ele foi trabalhar com Nicolas Roeg em “Eureka” (1983) e ninguém menos que Sam Peckinpah em “O Casal Osterman” (1983), antes de protagonizar outro blockbuster, vivendo um amor amaldiçoado na fantasia medieval “Ladyhawke – O Feitiço de Áquila” (1985), de Richard Donner. No mesmo ano, fez sua última parceria com Verhoeven em outra produção medieval grandiosa, “Conquista Sangrenta” (1985), em que subverteu expectativas como anti-herói marginal. Hauer também traumatizou o público de cinema como o psicopata de “A Morte Pede Carona” (1986), um dos filmes mais subestimados de sua carreira e um dos mais copiados por imitadores do mundo inteiro. E até caçou o líder da banda Kiss, Gene Simmons, transformado em terrorista em “Procurado Vivo ou Morto” (1986), adaptação de uma série televisa dos anos 1950. O reconhecimento da crítica veio finalmente com o telefilme “Fuga de Sobibor” (1987), no qual liderou uma fuga em massa de um campo de concentração nazista. Ele venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator, enquanto a produção levou o prêmio de Melhor Telefilme. A consagração continuou com o drama italiano “A Lenda do Santo Beberrão” (1988), de Ermanno Olmi. Sua interpretação como um bêbado sem-teto que encontra redenção levou o filme a vencer o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Foi um de seus melhores desempenhos, mas não conseguiu chamar atenção do grande público, graças ao lançamento limitado em circuito de arte. Ele ainda contracenou com Madonna na comédia “Doce Inocência” (1989), mas a busca por novo sucesso de bilheterias o levou ao thriller convencional de ação “Fúria Cega” (1989), de Phillip Noyce, que iniciou um padrão negativo em sua carreira. A partir dos anos 1990, Hauer foi de produção B a produção C, D e Z. Seu rosto continuou por um bom tempo nas capas dos títulos mais alugados em VHS, mas a qualidade dos papéis despencou. Para citar um exemplo, o menos pior foi “Buffy: A Caça-Vampiros” (1992), no qual viveu um lorde dos vampiros. Os papéis televisivos passaram a se alternar com os de cinema/vídeo, e Hauer até recebeu outra indicação ao Globo de Ouro por “A Nação do Medo” (1994). Mas isso foi exceção. Ele chegou a gravar até sete produções só no ano de 2001, e nenhuma delas relevante. No anos 2000, começou a aparecer cada vez mais em séries, como “Alias”, “Smallville”, “True Blood”, “The Last Kingdom” e “Channel Zero”. Mas depois de figurar em duas adaptações de quadrinhos de 2005, “Sin City” e “Batman Begins”, voltou ao cinema europeu, estrelando vários filmes que repercutiram em 2011: “O Sequestro de Heineken”, no papel de Alfred Heineken, o dono da cervejaria holandesa, “Borboletas Negras”, “O Ritual”, “A Aldeia de Cartão”, em que retomou a parceria com Olmi, e principalmente “O Moinho e a Cruz”, uma pintura cinematográfica do polonês Lech Majewski, premiada em diversos festivais internacionais. Bastante ativo na fase final de sua carreira, Hauer ainda viveu o caçador de vampiros Van Helsing em “Dracula 3D” (2012), de Dario Argento, o Presidente da Federação Mundial em “Valerian e a Cidade dos Mil Mundos” (2017), de Luc Besson, e o Comodoro do premiado western “Os Irmãos Sisters” (2018), de Jacques Audiard. E deixou vários trabalhos inéditos, entre eles o drama “Tonight at Noon”, novo longa de Michael Almereyda (“Experimentos”), a aventura épica “Emperor”, de Lee Tamahori (“007 – Um Novo Dia Para Morrer”) e a minissérie “Um Conto de Natal”, do cineasta Steven Knight (“Calmaria”), na qual encarna o Fantasma do Natal Futuro. Sua atuação, porém, não se restringia às telas. Hauer foi ativista de causas sociais, como fundador da Starfish Association, organização sem fins lucrativos dedicada à conscientização sobre a AIDS, e patrocinador da organização ambientalista Greenpeace. Todos esses momentos não devem se perder no tempo, como lágrimas na chuva.

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    Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 ganha novo trailer dublado e coleção de pôsteres

    18 de maio de 2019 /

    A Illumination divulgou uma coleção de pôsteres e um trailer dublado em português de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2”, sequência da animação de sucesso de 2016. A prévia revela duas histórias diferentes, uma passada no campo e outra na cidade, que devem se entrelaçar no longa. Quem vai parar no campo é o cachorrinho Max, que aprende a ser destemido com um novo e inspirador personagem, o cachorrão Rooster. Enquanto isso, outra personagem estreante, a cadela Daisy, pede ajuda ao coelho esquizofrênico Bola de Neve, que agora acha que é um super-herói. Mas ele não é o único que enfrenta problema de identidade; a cachorrinha Gidget acha que é uma gata. Fenômeno de bilheterias, o primeiro filme registrou o recorde de maior estreia de animação original na América do Norte e faturou US$ 875,4 milhões em todo o mundo. Quase todo o elenco de dubladores originais retorna na sequência – Jenny Slate (“Hotel Artemis”) como Gidget, Lake Bell (“De Volta para Casa”) com Chole, Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) como Bola de Neve, Eric Stonestreet (série “Modern Family”) como Duke, além de Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). A exceção é Louis CK (série “Louie”), que foi substituído pelo humorista Patton Oswalt (“A.P. Bio”) no papel de Max. O dublador original foi demitido da continuação após ser denunciado por abusos sexuais. Os novatos também incluem Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) como voz de Rooster e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) como Daisy. No Brasil, o primeiro longa foi exibido com dublagens de Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”) como Max, Tatá Werneck (“Vai que Cola”) como Gigi (Gidget), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) como Bola de Neve e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”) como Duke. A maior novidade nacional na continuação é a entrada de Dani Calabresa (“Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro”) como voz de Daisy. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” também repete diretor e roteirista do primeiro filme, respectivamente Chris Renaud e Brian Lynch, e tem estreia prevista para 27 de junho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Harrison Ford e Mark Hamill lamentam morte do intérprete de Chewbacca

    2 de maio de 2019 /

    Harrison Ford e Mark Hamill, o Han Solo e o Luke Skywalker de “Star Wars”, lamentaram a morte do ator Peter Mayhew, intérprete original de Chewbacca na saga espacial. Hamill postou uma mensagem carinhosa em seu Twitter. “Ele era o mais gentil dos gigantes, um homem grande com um coração ainda maior que nunca falhou em me fazer sorrir e um amigo fiel que eu amei sinceramente. Sou grato às memórias que compartilhamos e sou um cara melhor apenas por tê-lo conhecido. Obrigado, Pete”, escreveu o ator. Ford, que não usa redes sociais, divulgou um comunicado sobre a perda do colega e amigo. “Peter Mayhew era um homem bom, gentil, digno e de caráter nobre. Esses aspectos de sua própria personalidade, além de sua sagacidade e graça, ele trouxe também para Chewbacca. Fomos parceiros no cinema e na vida por mais de 30 anos e eu o amava. Ele investiu sua alma no personagem e trouxe grande alegria aos fãs de Star Wars”. “Chewbacca foi parte importante do sucesso dos filmes que fizemos juntos. Ele sabia o quão importante os fãs da franquia eram para o seu sucesso e ele se dedicou a eles. Eu e outros milhões jamais esqueceremos Peter e o que ele nos proporcionou. Meus sinceros sentimentos à sua querida esposa Angie e aos seus filhos. Fique bem, meu querido amigo”, finalizou o ator de 76 anos. Até o diretor George Lucas, criador da franquia, lamentou a morte do ator. “Peter era um homem maravilhoso. Ele era o mais perto que qualquer humano poderia chegar de ser um Wookiee: coração grande, natureza gentil – e eu aprendi para sempre deixá-lo vencer. Ele foi um bom amigo, e estou triste por seu falecimento”, disse Lucas. Peter Mayhew morreu na terça-feira (30/4), aos 74 anos, cercado pela família em sua casa. Ele viveu Chewbacca em cinco filmes de “Star Wars”, desde 1977, além de dublar games e séries derivadas da franquia, despedindo-se do papel em “O Despertar da Força”, em 2015.

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    Novos vídeos de Pets 2 revelam o personagem de Harrison Ford

    22 de fevereiro de 2019 /

    A Illumination divulgou mais dois pôsteres e trailers de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” centrados em personagens específicos. Um dos vídeos traz a cachorrinha Gidget, com voz de Jenny Slate (“Venom”), ensaiando como se comportar como um gato e também foi disponibilizado em versão dublada em português, enquanto o outro apresenta o cachorro Rooster, personagem novo que ganhou a voz de Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”). Fenômeno de bilheterias, o primeiro filme registrou o recorde de maior estreia de animação original na América do Norte em 2016, chegando a faturar US$ 875,4 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa foi exibido com dublagens de Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Mas não foi divulgado se eles vão bisar seus papéis na continuação. As vozes originais, entretanto, tiveram uma mudança importante, Louis CK (série “Louie”) foi substituído pelo humorista Patton Oswalt (“A.P. Bio”) no papel do cãozinho Max. O dublador original foi demitido da continuação após ser denunciado por abusos sexuais. Os demais dubladores são os mesmos em inglês: Lake Bell (“De Volta para Casa”) com Chole, Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) como Bola de Neve, além de Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). Já as novidades, além de Harrison Ford, incluem Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”), Pete Holmes (“Crashing”) e Nick Kroll (criador de “Big Mouth”). “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” também repete diretor e roteirista do primeiro filme, respectivamente Chris Renaud e Brian Lynch, e tem estreia prevista para 27 de junho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Harrison Ford vai estrelar nova versão do clássico literário O Grito da Selva

    17 de julho de 2018 /

    Harrison Ford vai estrelar a nova versão cinematográfica de “O Grito da Selva” (The Call of the Wild), livro clássico de Jack London que se passa durante a corrida do ouro do final do século 19 na região gelada do Alasca. Ele vai interpretar o garimpeiro John Thornton, já vivido por Clark Gable (em 1935) e Charlton Heston (em 1972) em outras versões. O personagem é inspirado nas experiências o próprio London, que tentou a vida no garimpo do Alasca em 1897. Mas o verdadeiro herói da história é um cachorro – assim como em outro clássico do escritor, “Caninos Brancos”, que acaba de ganhar uma versão animada na Netflix. A história acompanha as aventuras de Buck, cão doméstico de uma família californiana, que é roubado e contrabandeado para o Alasca. No caminho, sofre uma série de maus-tratos, até que encontra refúgio em uma irmandade de cães e, assim como os corajosos garimpeiros, consegue se adaptar à vida selvagem. Buck entra em contato com sua natureza primitiva, em uma jornada de autoconhecimento, e redescobre seus instintos, mas também a amizade do garimpeiro Thornton. Publicado no formato de folhetim em 1903, o livro deu fama mundial a Jack London e talvez seja o romance mais difundido da literatura norte-americana. Mas já causou controvérsia, ao ser banido pelo regime fascista da Itália e ser queimado em fogueiras na Alemanha nazista. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”) e será o primeiro trabalho com atores reais do diretor Chris Sanders, especialista em desenhos animados – dirigiu os sucessos “Lilo & Stitch”, “Como Treinar Seu Dragão” e “Os Croods”. As filmagens devem começar em setembro e ainda não tem previsão de estreia.

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    Steven Spielberg considera possibilidade de transformar Indiana Jones em mulher

    4 de abril de 2018 /

    O diretor Steven Spielberg já considera continuar a franquia Indiana Jones com uma atriz no papel principal. Ele admitiu a possibilidade em entrevista ao jornal britânico The Sun, ao assumir que o próximo filme deverá encerrar a participação de Harrison Ford no lendário papel. Ford, que já tem 75 anos, voltará a interpretar o arqueólogo num vindouro quinto filme, que começará a ser filmado em abril de 2019. Mas Spielberg prevê que a franquia continuará depois disso. “Este será o último filme de Indiana Jones de Harrison Ford, tenho certeza disso, mas a franquia certamente continuará depois desse”, ela afirmou. E a continuação inevitavelmente conduzirá à escolha de um substituto para o protagonista. Que poderia ser uma mulher. “Seria preciso mudar o nome de Jones para Joan. E não teria nada de errado com isso”, opinou, considerando que o famoso explorador “deve adotar uma forma diferente” para continuar relevante. Por curiosidade, a atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) interpretou recentemente uma “Indiana Joan” numa esquete do “Red Nose Day”, programa humorístico beneficente, em sua edição de 2015. Veja abaixo.

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