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    Grey’s Anatomy: Episódio de despedida de Alex Karev ganha trailer

    28 de fevereiro de 2020 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da despedida do personagem Alex Karev, de “Grey’s Anatomy”. A prévia relembra alguns momentos marcantes de sua trajetória na série e promete mostrar “como a história dele termina”. O episódio foi intitulado “Leave a Light On” (“Deixe uma Luz Acesa”, em tradução literal), mas não há informações sobre como a despedida será realizada, já que o ator não esteve envolvido nas gravações. O ator Justin Chambers, intérprete de Karev, decidiu não renovar seu contrato para continuar na série e já gravou seu último capítulo, que foi ao ar em novembro de 2019. Em sua última cena, ele opta por voltar para casa para cuidar de sua mãe, após ter ajudado a salvar a carreira de Meredith Grey (Ellen Pompeo). Chambers anunciou sua saída da série em janeiro passado. Um dos poucos integrantes do piloto de “Grey’s Anatomy” que ainda fazia parte do elenco, Chambers deixou a atração após 16 temporadas. A série exibirá o episódio especial na quinta-feira (5/3) nos Estados Unidos. No Brasil, “Grey’s Anatomy” faz parte da programação do canal pago Sony.

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    Grey’s Anatomy: Justin Chambers revela que está saindo da série

    10 de janeiro de 2020 /

    O ator Justin Chambers, um dos poucos integrantes do piloto de “Grey’s Anatomy” que ainda fazia parte do elenco, está deixando a atração após 16 temporadas. O intérprete do Dr. Alex Karev revelou sua saída da série em comunicado enviado à imprensa americana nesta sexta (10/1). “Não há tempo certo para me despedir de um programa e personagem que definiu grande parte da minha vida nos últimos 15 anos”, disse Chambers no texto. “Há algum tempo, porém, espero diversificar meus papéis de ator e minhas escolhas de carreira. E, ao completar 50 anos e abençoado por minha mulher e cinco filhos maravilhosos, agora é a hora”, completou. “Ao sair de ‘Grey’s Anatomy’, quero agradecer à família da ABC, [a criadora] Shonda Rimes, aos membros originais do elenco Ellen Pompeo, Chandra Wilson e James Pickens, e ao restante do elenco e equipe incríveis, tanto no passado quanto no presente. E, é claro, aos fãs por esta jornada extraordinária”, acrescentou. Os três atores que ele citou nominalmente são os últimos integrantes que estão na série desde sua 1ª temporada, exibida em 2005 nos EUA. Chambers interpretou Alex Karev desde o primeiro episódio. Ele iniciou como estagiário de cirurgia no fictício Seattle Grace Hospital antes de finalmente ganhar a posição de médico residente e depois se tornar um cirurgião pediátrico. No começo da 15ª temporada, atingiu o ponto mais alto da hierarquia hospitalar, ao se tornar o chefe interino do Grey Sloan Memorial Hospital, novo nome do centro médico original da série. Ele também se casou duas vezes na série, com as colegas Izzy Stevens (Katherine Heigl, que saiu da atração na 6ª temporada) e Jo Wilson (Camilla Luddington), na 14ª temporada. Apesar de toda essa trajetória, o personagem não terá uma despedida especial, como costuma acontecer quando algum ator sai série. Fontes da revista Variety afirmaram que ele não voltará mais a aparecer na atração. Sua última participação já foi ao ar, exibida em 14 de novembro nos EUA. Neste episódio, Karev decidiu voltar para sua cidade para cuidar de sua mãe doente. “Grey’s Anatomy” está atualmente na 16ª temporada, condição que a tornou a série mais longeva exibida pela rede ABC, e já se encontra renovada para a 17ª temporada, que por ser sua última, caso Ellen Pompeo (intérprete da Grey do título) também decida abandonar a produção. Em 2018, ela renovou seu contrato com grande aumento salarial. No ano passado, a atração superou “E.R.” (também conhecida no Brasil como “Plantão Médico”) como o drama médico de maior duração da TV americana.

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    Grey’s Anatomy ganha novo médico bonitão

    18 de outubro de 2019 /

    O ator irlandês Richard Flood, mais conhecido pelo seu papel em “Shameless”, entrou no elenco de “Grey’s Anatomy”. Ele virou o mais novo médico bonitão da produção, conhecida por objetificar seus personagens masculinos com apelidos como McDreamy e McSteamy. Flood vai interpretar um novo personagem fixo da série médica, o Dr. Cormac Hayes, que será o chefe da cirurgia pediátrica no hospital Grey Sloan Memorial, ambiente em que trabalham os personagens da atração. Hayes vai ocupar a vaga aberta pela demissão de Alex Karev (Justin Chambers), que saiu do Grey Sloan no final da temporada passada e agora trabalha no Pacific Northwest General, considerado o pior hospital de Seattle – ao menos, na ficção. Esta não será a única mudança prevista para a 16ª temporada da série, que começou a ser exibida em 26 de setembro nos Estados Unidos. Spoilers. O Dr. Owen Hunt (Kevin McKidd) pediu demissão no episódio exibido na noite de quinta (17/12) na rede americana ABC para se juntar a Karev e Richard Webber (James Pickens Jr.) no Pac North, como é conhecido o novo hospital da série. “Grey’s Anatomy” já tem sua 17ª garantida, que pode encerrar a produção. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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    Diahann Carroll (1935 – 2019)

    4 de outubro de 2019 /

    A atriz e cantora Diahann Carroll, primeira artista negra a protagonizar uma série americana, morreu nesta sexta (4/10), aos 84 anos, vítima de um câncer de mama. Durante três anos, entre 1968 e 1971, ela viveu Julia Baker, uma enfermeira viúva que cuidava do filho na série “Julia”, que marcou época pelo pioneirismo. A série foi especial para a atriz, porque sua mãe era enfermeira de verdade. Mas chegou após sua carreira já estar consolidada, com diversos prêmios e muitos exemplos de seu pioneirismo como estrela multitalentosa. Carol Diahann Johnson nasceu no Bronx, em Nova York, em 17 de julho de 1935, filha de uma enfermeira e de um condutor de metrô. Antes de atuar, ela foi modelo. Aos 15 anos, já era fotografada para revistas voltadas ao público afro-americano, como Ebony, Tan e Jet. Com apoio dos pais, passou a participar e vencer concursos de talentos para adolescentes, mas com a exigência que continuasse os estudos. Ela entrou na NYU (Universidade de Nova York), enquanto frequentava shows de calouros na televisão. Os prêmios foram incentivos para sua carreira e a levaram a se apresentar como cantora em casas de show famosas dos anos 1950. De Nova York, passou a cantar em Las Vegas e até em Paris. Até que decidiu virar atriz, viajando para Los Angeles para participar de um teste do filme “Carmen Jones”, uma versão negra da ópera “Carmen” (1954), com direção do renomado Otto Preminger. Ela conquistou um papel de coadjuvante, contracenando com Harry Belafonte e Dorothy Dandridge em sua estreia nas telas. A estreia na Broadway aconteceu no mesmo ano. E em seguida ela estrelou outro musical negro importantíssimo de Hollywood, a adaptação de “Porgy & Bess” em 1959, no qual cantou a música clássica “Summertime”, de George Gershwin, novamente sob direção de Preminger. Foi durante essa filmagem que Carroll começou seu relacionamento tumultuado de nove anos com o astro Sidney Poitier, com quem também contracenou em “Paris Vive à Noite” (1961). Em 1960, passou a participar de séries. E por seu papel como professora em sua segunda aparição televisiva, num episódio de “Cidade Nua” exibido em 1962, foi indicada a seu primeiro Emmy. O sucesso de Diahann Carroll tornou-se impossível de ignorar quando o célebre compositor Richard Rodgers decidiu criar um musical especialmente para ela. O resultado foi “No Strings”, uma história romântica sobre uma modelo negra (Carroll) e um tímido escritor branco (Richard Kiley), que rendeu um Tony Award para a atriz, o primeiro conquistado por uma mulher negra pelo papel de protagonista num musical. Após filmar novamente com Preminger, em “O Incerto Amanhã” (1967), ao lado de Michael Caine e Jane Fonda, ela recebeu o convite de estrelar sua própria série. Mas duvidou da coragem dos produtores. “Eu realmente não acreditava que ‘Julia’ fosse funcionar”, ela revelou durante uma entrevista de 1998 para o site The Interviews: An Oral History of Television. Ironicamente, o que mudou sua decisão foi saber que Hal Kanter, o veterano produtor-roteirista que criou o programa, a considerava muito glamourosa para o papel. Ela resolveu mostrar que era capaz de viver uma mãe trabalhadora. Mudou o penteado, postura e inflexão vocal e arrebentou no piloto, convencendo-o rapidamente de que ela era a atriz certa. Carroll se tornou a primeira mulher afro-americana a estrelar um papel não estereotipado em sua própria série no horário nobre da TV americana. Até 1968, data de estreia de “Julia”, negras só apareciam em séries no papel de empregadas domésticas. Mas o impacto da atração não ficava só nisso. Ela era viúva de um soldado que morreu lutando na guerra do Vietnã, conflito muito contestado pela juventude da época, justamente pela grande quantidade de mortos. Sua personagem era muito bem educada, tendo estudado na França, e ela só namorou homens que também eram exemplos de negros bem-sucedidos. “Estávamos dizendo ao país: ‘Vamos apresentar uma mulher negra de classe média alta criando seu filho, e o drama da história não será sobre o sofrimento no gueto'”, observou Carroll na mesma entrevista. “Muitas pessoas ficaram furiosas com isso. Eles achavam que negros não tinham tantas oportunidades para representar nossa situação como povo oprimido… Sentiam que a realidade era muito grave para que fosse trivializada por meio de uma mulher de classe média que lidava com as dificuldades de criar uma criança e trabalhar como enfermeira. Mas nós achamos que estávamos fazendo algo importante, mesmo que algumas dessas críticas fossem válidas. Acreditávamos que esse era um programa diferente e que era importante fazer essa série”. Diahann Carroll foi indicada ao Emmy e venceu o Globo de Ouro pelo papel-título em “Julia”, que durou três temporadas. Depois disso, o Oscar. Ela estrelou no cinema a comédia “Claudine” (1974), interpretando uma mulher do Harlem que criava seis filhos sozinha e se apaixonava por um coletor de lixo (James Earl Jones). Em reconhecimento ao seu desempenho, foi indicada como Melhor Atriz ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Ela seguiu sua carreira intercalando espetáculos da Broadway e participações televisivas, entre elas o famoso especial de Natal de “Star Wars” (1978), até que, pela primeira vez, resolveu que queria um papel numa série que já era sucesso. Fã de “Dinastia”, uma das atrações mais populares dos anos 1980, Carroll decidiu pressionar o produtor Aaron Spelling por um papel na atração. “Eles tinham feito tudo, incesto, homossexualidade, assassinato. Eu acho que eles estavam lentamente avançando rumo ao romance inter-racial”, ela lembrou em uma matéria de 1984 da revista People. “E eu queria ser rica e cruel… queria ser a primeira malvadona negra da televisão.” Como a sensual fashionista Dominique Deveraux, a primeira personagem afro-americana de destaque em um drama novelesco, Carroll interpretou a personagem mais ousada de “Dinastia” por três temporadas, bem como no spin-off “The Colbys”, duelando deliciosamente com a vilã Alexis Carrington Colby, vivida pela diva Joan Collins. Sua filmografia ainda acrescentou mais três clássicos, mostrando-a como cantora em “Mais e Melhores Blues” (1990), de Spike Lee, viúva de um empresário musical em “Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso” (1991), de Robert Townsend, e feiticeira da Louisiana em “Amores Divididos” (1997), de Kasi Lemmons. Mas nos últimos anos seus principais papéis foram na televisão. Ela teve um arco importante como mãe do Dr. Preston Burke (Isaiah Washington) em “Grey’s Anatomy”, entre 2006 e 2007, pelo qual voltou a ser indicada ao Emmy, e uma participação recorrente ainda mais destacada em “Crimes do Colarinho Branco” (White Collar), ao longo das seis temporadas da série (2009–2014), como a viúva de um golpista que aluga seu apartamento para o vigarista vivido por Matt Bomer (no papel que o projetou). Em meio às gravações da última série, ela foi introduzida no Hall da Fama da Televisão, numa cerimônia que aconteceu em 2011, quando teve a oportunidade de ser celebrada por todos os seus colegas. “Ela abriu trilhas por florestas densas e despejou diamantes elegantemente ao longo do caminho para que o resto de nós pudesse seguir”, tuitou a cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”), refletindo sobre a importância da artista, com pesar por sua morte. “Obrigado por ajudar a abrir o caminho para mim e tantas outras. Eu tive e tenho a honra de te saudar como uma lenda no passado, no presente e para sempre”, acrescentou a atriz, apresentadora e empresária Oprah Winfrey (dona do canal pago americano OWN). “O impacto que você teve em mim, em Hollywood, nos Estados Unidos e no mundo significa que Deus existe”, completou o diretor e produtor Lee Daniels (criador da série “Empire”).

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    Grey’s Anatomy: Meredith cumpre serviço comunitário no trailer da 16ª temporada

    10 de setembro de 2019 /

    A rede ABC divulgou um teaser da volta de “Grey’s Anatomy”, que reflete diretamente os vários cliffhangers do final da temporada passada. Entre eles, o destino de Meredith Grey (Ellen Pompeo) após ser demitida. Ela aparece cumprindo serviço comunitário, mas fingindo ser voluntária. Na prévia, a Dra. Bailey (Chandra Wilson) revela ainda que, por causa de atividades criminais, Meredith, Alex Karev (Justin Chambers) e Richard Webber (James Pickens Jr.) não estão mais trabalhando no hospital. Para completar, há até um trocadilho com o nome da série “Orange Is the New Black”. O vídeo encerra em tom dramático, focando-se no destino do Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). “Ele está vivo?”, pergunta a desesperada Maggie Pierce (Kelly McCreary) à beira de uma estrada. Um dos maiores sucessos da ABC, “Grey’s Anatomy” recentemente superou “Plantão Médico” (E.R.) para virar a série médica mais duradoura da história da TV americana. A 16ª temporada estreia em 26 de setembro e a produção já se encontra renovada até a 17ª temporada. A transmissão no Brasil acontece no canal pago Sony.

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    Fã de Grey’s Anatomy se veste de médico e dá alta para pacientes em hospital de São Paulo

    30 de agosto de 2019 /

    Um homem de jaleco branco e estetoscópio pendurado no pescoço foi detido na madrugada desta sexta-feira (30/8) na Santa Casa de Misericórdia, no centro de São Paulo. De acordo com testemunhas, o falso médico circulava pelo pronto-socorro Central fingindo-se de médico. Segundo o boletim de ocorrência registrado no 2º DP, no Bom Retiro (região central), o homem se apresentava às pessoas como um especialista bucomaxilofacial — especialidade da odontologia que cuida de doenças da cavidade oral como traumatismos e deformidades faciais. Uma testemunha afirma que o falso médico fora visto em outros dias pelos corredores do hospital e abordava as pessoas à procura de “seus pacientes”. “Ele chegou a atender e deu alta para dois pacientes”, disse. Não se sabe ainda quantas pessoas foram atendidas. Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito foi à Santa Casa de jaleco e estetoscópio porque “admira a profissão de médico e sempre quis ser médico”. O falso médico disse ainda que “somente queria andar com o jaleco e o estetoscópio como vê na série de televisão ‘Grey’s Anatomy'”. Ele disse que ficou internado no mesmo hospital em decorrência de uma cefaleia refratária e faz uso de Ritalina, um estimulante do sistema nervoso central indicado para tratamentos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno hipercinético e narcolepsia. De acordo com policiais do 2º DP, o caso foi encaminhado para o 77º DP, em Santa Cecília. O suspeito foi autuado em flagrante e enviado para a custódia. Procurada, a Santa Casa de São Paulo não se pronunciou. Curiosamente, não é a primeira vez que um fã de “Grey’s Anatomy” tenta se passar por médico no Brasil. Em 2017, Josias de Farias Júnior, que tinha 19 anos, foi preso em flagrante por tentativa de furto no Hospital Unimed Litoral, em Santa Catarina. De acordo com a PM, ele usava credenciais roubadas de um médico, como jaleco, estetoscópio e carimbos, e tentava obter um novo crachá para ter acesso à instituição. Em suas redes sociais, ele publicou fotos e vídeos como médico, dizendo-se “formado em medicina em 12 temporadas de ‘Grey’s Anatomy’”. Poucos dias após receber liberdade provisória, ele foi encontrado morto em sua casa, em Balneário Camboriú, litoral norte de Santa Catarina. Perto da cama em que ele estava deitado, foram encontrados medicamentos de tarja preta.

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    Personagem querido do público deve voltar a aparecer em Grey’s Anatomy

    8 de agosto de 2019 /

    A série “Grey’s Anatomy” pode resgatar um personagem antigo em sua vindoura 16ª temporada. Durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a showrunner da série, Krista Vernoff, revelou que está tentando trazer um personagem querido do público de volta para a nova temporada. “Eu estou tentando trazer alguém de volta. Tem uma pessoa que eu espero que possa fazer uma aparição este ano, mas é um talvez. Estou tentando”, disse Vernoff. Mas ela não revelou quem é. Antes que comecem as apostas, vale saber que Sara Ramirez (a Dra. Callie Torres de “Grey’s”) vai sair de “Madam Secretary”. Ela fará apenas participações especiais na próxima temporada do drama político, abrindo sua agenda para novos projetos. A 16ª temporada de Grey’s Anatomy já começou a ser gravada. A estreia acontece em 26 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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    Stephanie Niznik (1967 – 2019)

    12 de julho de 2019 /

    A atriz Stephanie Niznik, que estrelou a série “Everwood” e apareceu na franquia “Star Trek” no cinema e na televisão, morreu em 23 de junho em Encino, Califórnia, aos 52 anos. A família informou o falecimento apenas nessa sexta (12/7). Nascida em Bangor, Maine, ela estudava para se formar como geneticista quando optou por se inscrever num curso de teatro na Universidade Duke, completado por um mestrado na Cal Arts. Seu primeiro papel no cinema foi na comédia “O Amor é uma Grande Fantasia” (1994), de Gary Marshall, seguido pelo primeiro protagonismo numa série, “Vanishing Son”, em que viveu uma agente do FBI nos 13 episódios exibidos pela Fox entre 1994 e 1995. Ela também apareceu nas comédias “Questão de Sensibilidade” (1996), “Deus nos Acuda” (1996) e “Em Qualquer Outro Lugar” (1999), além de ter feito participações em diversas séries dos anos 1990 e 2000, como “Assassinato por Escrito”, “Jag – Ases Invencíveis”, “Nash Bridges”, “NCIS”, “CSI: Miami”, “Grey’s Anatomy” e até “Lost”. Sua relação com “Star Trek” começou no filme “Jornada nas Estrelas: Insurreição”, onde interpretou uma oficial Trill da Enterprise, chamada Kell Perim. Ela ainda voltou ao universo trekker como uma alienígena metamorfa num episódio de “Star Trek: Enterprise”, exibido em 2002. Entretanto, é mais lembrada por ter estrelado “Everwood” como Nina Feeney, a doce vizinha dos Brown e eventual interesse romântico do Dr. Andrew “Andy” Brown (Treat Williams) em 82 episódios da série exibida entre 2002 e 2006. Afastada das telas há uma década, Niznik mantinha atividades voluntárias em organizações de resgate de crianças e animais submetidos a abusos, e também trabalhava num centro de terapia holística.

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    Grey’s Anatomy e Station 19 terão mais crossovers na próxima temporada

    28 de maio de 2019 /

    As séries “Grey’s Anatomy” e “Station 19” terão mais crossovers na próxima temporada, explorando ainda mais o aspecto de universo compartilhado de suas produções. A iniciativa está por trás do acúmulo de poderes da produtora Krista Vernoff. A rede ABC nomeou a showrunner de “Grey’s Anatomy” para a mesma função na série sobre os bombeiros de Seattle. Fontes do site Deadline garantem que os próximos episódios terão narrativas interlaçadas e personagens indo e vindo entre as duas séries, obrigando o público a acompanhar as duas para seguir as histórias. Algo parecido já pode ser visto na franquia de Dick Wolf passada em Chicago – as séries “Chicago PD”, “Chicago Fire” e “Chicago Med” são bastante interlaçadas. Os novos rumos são resultado do sucesso obtido pelos episódios de crossovers anteriores, que chegaram a colocar as duas produções da Shondaland na liderança da audiência das quintas-feiras na TV americana. Curiosamente, a 3ª temporada de “Station 19” ainda não previsão de estreia, mas a 16ª de “Grey’s Anatomy” está incluída na programação de outono (setembro) da ABC.

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    Grey’s Anatomy é renovada para mais duas temporadas

    10 de maio de 2019 /

    Após cancelar “For the People”, a rede americana ABC renovou as outras três séries da produtora Shonda Rhimes. E uma delas por dois anos. O drama médico “Grey’s Anatomy” garantiu a produção de suas 16ª e 17ª temporadas. A renovação de “Grey’s” amplia dois recordes que o drama já possuía. Com 17 temporadas, a série se tornará a mais longeva da história da ABC, e também a maior produção de tema médico da história da TV norte-americana, batendo “ER: Plantão Médico”, que durou 15 temporadas de 1994 a 2009. É possível que estes dois anos extras também marquem o final da série, já que a atriz Ellen Pompeo, intérprete da protagonista Meredith Grey, tem demonstrado interesse em viver outros papéis. Ela chegou a indicar que faria só mais uma temporada. A ABC aproveitou para renovar também o spin-off de “Grey’s Anatomy”, “Station 19”. O drama de bombeiros vai chegar a sua 3ª temporada. Mas sofrerá mudanças nos bastidores. A roteirista-produtora Krista Vernoff, que já é showrunner de “Grey’s”, vai fazer jornada dupla ao acumular a mesma função no spin-off. Por fim, “How to Get Away with Murder”, que traz Viola Davis no papel principal, foi renovada para a sua 6ª temporada. Davis ganhou um Emmy por sua performance na série, em 2015. Apesar das três séries na ABC, Rhimes não tem mais contrato de exclusividade com a emissora. No ano passado, ela assinou um acordo milionário com a Netflix e atualmente está focada em desenvolver novas produções para a plataforma de streaming.

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    Grey’s Anatomy quebra o recorde de E.R. e vira a série médica mais longa da TV americana

    28 de fevereiro de 2019 /

    “Grey’s Anatomy” atingiu uma marca história nesta quinta (28/2) com a exibição de “We Didn’t Start the Fire”, seu 332º episódio. Atualmente em sua 15ª temporada, a atração da rede ABC se tornou a série médica mais longa da TV americana, superando o recorde de “Plantão Médico” (E.R.), que foi encerrada em 2009 com 331 capítulos. Durante uma entrevista nesta semana para promover sua nova série, “Catch 22” – a primeira desde que saiu de “E.R.” – , o astro George Clooney chegou a brincar ao saber que o recorde seria quebrado. “Acho que temos que voltar para fazer mais alguns episódios”, disse o antigo intérprete do Dr. Ross. Noah Wyle também usou de bom humor para comentar estava se sentindo velho com essa situação, ao ser perguntado sobre a ultrapassagem, enquanto divulgava sua nova série, “The Red Line”. “Eu nunca me senti tão velho como estou me sentindo hoje. Eu me sinto como Alan Alda agora: ‘Bom para vocês, crianças! Nunca pensei que quebrariam o recorde!’. Bom para eles”, declarou o antigo Dr. Carter, lembrando que “E.R.” quebrou o recorde da série de Alda, “M*A*S*H”. Falando à revista The Hollywood Reporter, a showrunner de “Grey’s Anatomy’s”, Krista Vernoff, celebrou com um agradecimento aos pioneiros. “Temos uma enorme dívida de gratidão a “E.R.’. Sem ela, ‘Grey’s’ não existiria”, disse, reconhecimento a influência da série do produtor John Wells. Curiosamente, para marcar a data especial, Vernoff decidiu produzir seu primeiro episódio “sem Medicina” – ou seja, sem o paciente ou caso médico da semana. Todo o capítulo 15 da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy” é focado na vida pessoal dos médicos, lembrando que a série é principalmente sobre relações humanas. Para completar, um dos atores que está em “Grey’s Anatomy” desde o primeiro episódio assina a direção: Chandra Wilson, intérprete da Dra. Miranda Bailey. Criada por Shonda Rhimes em 2005, “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony, que transmitirá “We Didn’t Start the Fire” em 8 de abril.

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    Atriz da série The Gifted será a quarta irmã de Derek em Grey’s Anatomy

    13 de fevereiro de 2019 /

    A produção de “Grey’s Anatomy” escalou Kathleen Shepherd, a quarta das irmãs do Dr. Derek Shepherd (Patrick Dempsey), que será vivida por Amy Acker. Atriz que fez carreira em séries de fantasia, virando uma espécie de musa nerd, Acker já apareceu em “Angel: O Caça-Vampiros”, “Alias: Codinome Perigo”, “Dollhouse”, “Person of Interest” e atualmente estrela “The Gifted”, derivada dos quadrinhos dos X-Men. Sua participação em “Grey’s Anatomy” vai acontecer em um capítulo focado em Amelia Shepherd (Caterina Scorsone), outra das irmãs de Derek e parte do elenco fixo da atração. Kathleen Shepherd, ou Kate para os irmãos, foi mencionada pela primeira vez na 3ª temporada, mas nunca foi vista na série, que atualmente está em seu 15º ano de produção na rede americana ABC. Todas as demais irmãs de Derek já apareceram na tela. Além de Amelia, a lista inclui Liz (Neve Campbell) e Nancy (Embeth Davitz), que fizeram apenas participações especiais. As quatro são médicas, mas Kate é especialista em outra área: a psiquiatria. Já o Dr. Derek Shepherd foi protagonista da série por 11 anos. Também conhecido pelos fãs como “McDreamy”, o personagem interpretado por Patrick Dempsey viveu um épico romance com a protagonista Meredith (Ellen Pompeo) até morrer em um acidente de trânsito na 11ª temporada, em 2015. Ainda não há previsão de estreia para o capítulo que vai revelar a quarta irmã. “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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    Grey’s Anatomy vai revelar mais uma irmã de Derek Shepherd

    9 de fevereiro de 2019 /

    Já faz quase cinco anos que o Dr. Derek Shepherd, personagem de Patrick Dempsey, morreu em “Grey’s Anatomy”, mas isso não tem sido obstáculo para os produtores continuarem a expandir sua família na série. Os próximos episódios vão revelar uma irmã desconhecida de Derek, que, claro, também será uma médica. Trata-se de Kathleen Shepherd, a Kate. Ela foi mencionada pela primeira vez na 3ª temporada, mas nunca foi vista na série, que atualmente está em seu 15º ano de produção. “Grey’s Anatomy” já apresentou outras três irmãs de Derek: Amelia (Caterina Scorsone, que entrou no elenco fixo da série justamente na vaga de Dempsey), Liz (Neve Campbell) e Nancy (Embeth Davitz). As duas últimas fizeram apenas participações especiais. Todas são médicas, mas Kate é especialista em outra área: a psiquiatria. A emissora ABC está no processo de escalar a intérprete da personagem, que aparecerá num episódio focado em Amelia Shepherd. Ainda não há previsão para a exibição do capítulo.

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