Disney+ (Disney Plus) terá novas produções baseadas em Esqueceram de Mim e Uma Noite no Museu
O CEO da Disney e homem mais poderoso de Hollywood, Bob Iger, revelou numa recente reunião de investidores que franquias clássicas da Fox serão aproveitadas para a criação de novas produções do Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus), a plataforma de streaming da empresa. Ele citou nominalmente os exemplos das comédias juvenis “Esqueceram de Mim” e “Uma Noite no Museu”. Além destes, outros títulos infantis do estúdio que vão ganhar novas versões são “Doze É Demais” e “Diário de um Banana”. Iger não aprofundou a abordagem, mudando de assunto sem explicar se esses projetos renderão séries ou novos filmes exclusivos para o streaming. O Disney+ (Disney Plus) será disponibilizado em 12 de novembro nos EUA, mas deve emplacar suas principais novidades só a partir de 2020.
O Rei Leão mantém liderança e já é segunda maior bilheteria do Brasil em 2019
Faltou combustível para “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” superar “O Rei Leão” no Brasil. A animação computadorizada da Disney continuou reinando nas bilheterias brasileiras pela terceira semana seguida, como o filme com maior público e arrecadação nos cinemas nacionais. De quinta (1/8) a domingo (4/8), foram 1,3 milhão de espectadores e R$ 23,7 milhões de arrecadação. Fenômeno de popularidade desde o lançamento em 18 de julho, “O Rei Leão” já foi visto por mais de 12,2 milhões de brasileiros e acumula mais de R$ 205 milhões em bilheteria, segundo dados divulgados pela Comscore. Estes números só perdem para “Vingadores: Ultimato” no país. O derivado de “Velozes e Furiosos” estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham precisou se contentar com o 2º lugar. O longa estreou na última quinta em mais de 1,5 mil telas (metade do circuito nacional), mas rendeu R$ 10 milhões a menos que a animação, arrecadando R$ 13,7 milhões para um público estimado de 747 mil pessoas. “Homem-Aranha: Longe de Casa” completou o Top 3 nacional, com grande distância – R$ 2,2 milhões. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com a Comscore. TOP 10 #bilheteria Finde 1 a 4/08:1. O Rei Leão2. Velozes e Furiosos3. Homem Aranha Long De Casa4. Toy Story 45. Turmada Monica 6. Pets Vida Secreta dos Bichos 27. Ted Bundy 8. As Trapaceiras9. Ultima Loucura de Claire Darlinghttps://t.co/xbS0paEmMW Rainhas da Torcida — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 5, 2019
Estrela de Moana vai virar A Pequena Sereia em versão televisiva da Disney
A Disney resolveu concorrer com a Disney. O estúdio anunciou a produção de uma versão live-action de “A Pequena Sereia” para sua rede de televisão, a ABC. A produção foi oficializada um mês depois de a atriz Halle Bailey (da série “Grown-ish”) ser escolhida para estrelar a adaptação cinematográfica da obra, produzida pela mesma Disney. A versão da ABC será um musical live-action com exibição ao vivo – um teleteatro, ao estilo das adaptações de “Noviça Rebelde”, “Peter Pan”, “Grease” e “Hairspray”, que viraram febre recente. E a intérprete da princesa Ariel será ninguém menos que Auli’i Cravalho, a voz original de Moana no desenho animado de 2016. O resto do elenco inclui Queen Latifah (“Star”) como a vilã Ursula e o sumido rapper Shaggy (“Perda Total”) no papel de Sabastião. O especial vai misturar elementos do desenho clássico de 1989 com a adaptação feita para a Broadway em 2007. A exibição foi marcada para o dia 5 de novembro.
Edição de fã de Vingadores: Ultimato viraliza com Black Sabbath na despedida do Homem de Ferro
Uma edição de fã de “Vingadores: Ultimato” viralizou nas redes sociais por um motivo muito bacana. O vídeo, criado por um usuário do Reddit, mudou a trilha da cena do estalo de Tony Stark, substituindo o arranjo orquestral do filme pelo rock “Iron Man” (Homem de Ferro, em português) da banda Black Sabbath. O resultado é perfeito. Confira abaixo. Vale lembrar que um trecho instrumental da música já tinha acompanhado os créditos do primeiro “Homem de Ferro”, em 2008, logo após Tony Stark dizer a frase icônica, que ele repete em sua apoteose, “Eu sou o Homem de Ferro”. Relembre abaixo. A declaração é também o primeiro verso da canção icônica do Black Sabbath, gravada em 1971. Assim, a frase marcou e introdução e a despedida de Robert Downey Jr. como o herói da Marvel. Nada mais apropriado que ouvi-la pela última vez ao som da música que a inspira. Maior bilheteria mundial do cinema em todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” já está disponível no Brasil em VOD, e vai ganhar lançamento em DVD e Blu-ray na próxima semana, no dia 13 de agosto.
Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw estreia em 1º lugar nos EUA, mas pode dar prejuízo
“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte no final de semana, mostrando a força da franquia. No entanto, os números podem oferecer uma leitura equivocada do “sucesso” da produção. A verdade é que o primeiro spin-off de “Velozes e Furiosos” abriu abaixo das expectativas do mercado, com US$ 60,8M (milhões). Esta é a pior bilheteria dos filmes da saga com participação de Dwayne Johnson. Até então, o desempenho mais modesto tinha sido justamente do filme que marcou a estreia do ator na franquia, “Velozes e Furiosos 5” (2011), com US$ 86,1M em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O derivado fica, inclusive, atrás de “Velozes e Furiosos 4” (2009), que, sem Johnson, abriu com US$ 70,9M. O filme fez mais sucesso no exterior. No mundo inteiro, “Hobbs & Shaw” atingiu US$ 180M. Entretanto, custou cerca de US$ 200M só de produção (sem os custos de P&A, despesas de cópias e publicidade, na sigla em inglês). Com orçamento de longa da Marvel, precisará de arrecadação equivalente para se pagar. Um fator positivo para as contas do estúdio Universal é que o montante internacional ainda não conta com os lançamentos na China e na Coreia do Sul, onde a franquia sempre rendeu bem. Os dois países só receberão o filme no final do mês. O 2º lugar ficou com “O Rei Leão”, que adicionou mais US$ 38,2M à sua fortuna e já soma US$ 1,1B (bilhão) ao redor do mundo. O novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, completa o Top 3 com US$ 20M e continua sem lançamento internacional. A estreia no Brasil está marcada para 15 de agosto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 60,8M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 180,8M 2. O Rei Leão Fim de semana: US$ 38,2M Total EUA e Canadá: US$ 430,8M Total Mundo: US$ 1,1B 3. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 78,8M Total Mundo: US$ 78,8M 4. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 360,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 410M Total Mundo: US$ 959,2M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 67,9M Total Mundo: US$ 118,9M 7. The Farewell Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 6,8M Total Mundo: US$ 6,8M 8. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 36M Total Mundo: US$ 53,6M 9. Aladdin Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 350,3M Total Mundo: US$ 1B 10. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 0,8M Total EUA e Canadá: US$ 71,5M Total Mundo: US$ US$ 211,7M
Vingadores: Ultimato chega em versão digital no Brasil
Depois de quebrar o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 2,79 bilhões, “Vingadores: Ultimato” chegou aos serviços de VOD. No Brasil, o filme dos irmãos Russo está disponível na plataforma Now. O Now é o serviço de video on demand da Claro e Net, disponível apenas para assinantes da TV paga. Ele não pode ser comprado separadamente como um pacote adicional, mas está disponível aos assinantes digitando o canal 1 no decodificador e também pelo site nowonline.com.br. O filme vai ganhar edição em DVD e Blu‐ray no dia 13 de agosto.
Intérprete de Sif quer ser par romântico de Valquíria no quarto filme de Thor
A atriz Jaimie Alexander, que escapou da chacina de Asgard em “Thor: Raganarok” por conflito de agenda, quer voltar aos filmes do Deus do Trovâo no anunciado “Thor: Love and Thunder”. Ela compartilhou um artigo que sugeria pares LGBTQIA+ para Valquíria, após a atriz Tessa Thompson dizer que sua prioridade no quarto longa da franquia seria encontrar uma rainha. A matéria mencionava lady Sif, personagem de Alexander, como possível candidata e a atriz se mostrou disposta a viver esse amor, ao escrever “Levantando a mão” e incluir emojis apaixonados como resposta. Valquíria vai se assumir como a primeira super-heroína LGBTQIA+ dos filmes da Marvel Studios em “Thor: Love and Thunder”. Mas o filme não vai ficar nisso. A trama central vai acompanhar a transformação de Thor numa mulher, após Jane Foster, papel de Natalie Portman, conseguir erguer o martelo místico do herói. Alexander interpretou Sif nos dois primeiros filmes da franquia “Thor” e em dois episódios de “Agents of SHIELD”, mas seu compromisso com a série “Blindspot” acabou impedindo sua participação em mais filmes da Marvel. Como “Blindspot” vai acabar na próxima temporada, ela finalmente ficará com a agenda livre. “Thor: Love and Thunder” tem direção de Taika Waititi (de “Thor: Raganarok”) e estreia marcada para novembro de 2021. >raises hand< ?? https://t.co/d2kKkUUYWP — Jaimie Alexander (@JaimieAlexander) 30 de julho de 2019
O Rei Leão vira quarto filme da Disney a faturar mais de US$ 1 bilhão em 2019
“O Rei Leão” atingiu a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial nesta terça-feira (30/7). O fato a se comemorar já virou rotina para Disney. O remake lançado há 19 dias é o quarto filme do estúdio a atingir esse valor em 2019, depois de “Capitã Marvel”, com US$ 1,2 bilhões, “Vingadores: Ultimato”, que virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos com US$ 2,79 bilhões, e “Alladin”, que chegou lá no domingo (28/7). Não por acaso, a Disney quebrou seu recorde de faturamento histórico no último fim de semana, com US$ 7,67 bilhões de bilheteria mundial. E o ano ainda está praticamente na metade. Para dar ideia de comparação, o segundo estúdio com maior arrecadação em 2019 é a Warner, que soma cerca de US$ 2 bilhões. Os números da versão computadorizada da animação dos anos 1990 são divididos entre US$ 362 milhões acumulados nos EUA e Canadá e US$ 638 milhões no mercado internacional. Fora da América do Norte, a China se destaca com US$ 115 milhões nessa soma. Como o lançamento é recente, “O Rei Leão” ainda pode se tornar o remake da Disney com maior bilheteria. O recorde é de A Bela e a Fera, com US$ 1,2 bilhão. “O Rei Leão” segue em cartaz nos cinemas.
Vazam todas as cenas extras da versão digital de Vingadores: Ultimato
A Marvel divulgou parte do conteúdo extra de “Vingadores: Ultimato” em seu canal no Youtube. Os vídeos “exclusivos” do lançamento digital do filme tinham vazado anteriormente em sites e redes sociais. Mas só agora foram disponibilizadas em alta qualidade. Entretanto, o material completo é mais amplo e continua disponível na internet. Veja abaixo. O material liberado oficialmente inclui o teste de Robert Downey Jr. para viver o Homem de Ferro no primeiro filme do herói, os erros de gravação, um vídeo em que Chris Hemsworth explora a construção do Thor de “Vingadores: Ultimato” e uma cena deletada do tributo dos heróis para Tony Stark. Mas o lançamento da versão digital de “Vingadores: Ultimato”, nesta terça (30/7) nos Estados Unidos, deu acesso aos fãs aos demais bônus da produção. Por conta disso, também podem ser vistas na internet diversas cenas deletadas, como o momento em que Tony Stark raspa o pelo de Rocket e o encontro entre o herói e seu pai. O filme vai ganhar edição em DVD e Blu‐ray no dia 13 de agosto.
Aladdin ultrapassa US$ 1 bilhão e Disney bate recorde histórico de faturamento mundial
A Disney bateu seu próprio recorde anual de bilheteria neste fim de semana, ao atingir US$ 7,67 bilhões de arrecadação mundial. O valor deixou para trás o antigo recorde do estúdio, que foi de US$ 7,61 bilhões em 2016. O detalhe é que o ano de 2019 está apenas na metade. O valor foi comemorado junto da festa de ingresso de “Aladdin” no seleto clube do Mickey para bilionários. A fábula encantada atingiu o número mágico de US$ 1 bilhão mundial no domingo (28/7) e virou o terceiro lançamento do estúdio a ultrapassar a marca neste ano. Os outros bilionários da Disney em 2019 foram “Capitã Marvel”, com US$ 1,2 bilhões, e “Vingadores: Ultimato”, que virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos ao atingir US$ 2,79 bilhões. E o estúdio ainda tem uma coprodução com a Sony, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, nesse grupo de Tony Starks do cinema. Além destes, “O Rei Leão” e “Toy Story 4” também estão prestes a atingir US$ 1 bilhão, o que faria da Disney o primeiro estúdio a lançar cinco filmes de faturamento bilionário num único ano – novamente, sem contar o “Homem-Aranha”. Atualmente, as seis maiores bilheterias mundiais de 2019 são da Disney – e, sim, isto inclui o “Homem-Aranha”. O predomínio é tão grande que o estúdio responde por 45% do total da arrecadação de Hollywood no mercado mundial. Em contraste, a Warner Bros., que aparece em 2º lugar no ranking, faturou “apenas” US$ 2 bilhões até agora no ano. A Disney ainda não encerrou seu calendário de blockbusters e ainda vai lançar “Malévola – Dona do Mal”, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e “Frozen 2” até o fim do ano nos Estados Unidos – desta lista, porém, a continuação de “Frozen” só chega no mercado internacional em janeiro de 2020.
Bilheterias: Tarantino enfrenta O Rei Leão com a melhor estreia de sua carreira nos EUA
Quentin Tarantino foi o único com coragem para desafiar “O Leão Rei” em seu segundo fim de semana de reinado nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. Seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”, representou a única estreia ampla de cinema de sexta-feira passada (26/7) na América do Norte. E não só sobreviveu à disputa, como registrou a maior abertura da carreira do diretor no mercado doméstico. A bilheteria de US$ 40,3M rendeu o 2º lugar a “Era uma Vez em Hollywood”, feito muito festejada pela Sony. Até, então, o recorde de arrecadação de estreia de Tarantino pertencia a “Bastardos Inglórios”, que fez US$ 38 milhões em 2009. Ambos os filmes têem em comum a presença do astro Brad Pitt, que desta vez divide o protagonismo com Leonardo DiCaprio. A primeira parceria entre Tarantino e a Sony também registrou o maior dia de abertura da carreira do diretor, ao faturar US$ 16,8M na sexta-feira (26/7). E ainda recebeu aplausos da crítica, com 85% na média do Rotten Tomatoes. O lançamento de “Era uma Vez em Hollywood” está marcado para 15 de agosto no Brasil. Mas sempre foi uma luta desigual, tamanha a vantagem de “O Rei Leão”. A animação da Disney manteve-se no topo com mais US$ 75,5M, numa queda de 60% em relação à sua estreia no fim de semana passado. Em dez dias, já soma US$ 350,7M apenas no mercado doméstico – mais que o total acumulado pelo 3º colocado, “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, com quatro fins de semana em cartaz. E deverá ultrapassar US$ 1 bilhão mundial antes do próximo levantamento semanal. Sony e Disney ainda dividiram o 3º lugar, graças à coprodução de “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, filme mais bem-sucedido do personagem da Marvel, que atingiu US$ 1 bilhão de bilheteria mundial na quinta-feira passada (25/7). A comemoração da Disney ainda se estendeu a “Aladdin”. Atualmente em 7º lugar no ranking doméstico, a fábula encantada também atingiu o número mágico de US$ 1 bilhão mundial neste fim de semana, e ajudou o estúdio a bater um recorde histórico de arrecadação em Hollywood (saiba mais aqui). O predomínio é tão grande que a Disney agora tem as cinco maiores arrecadações do ano na América do Norte, com “Vingadores: Ultimato” (US$ 856M), “Capitã Marvel” (US$ 426M), “Toy Story 4” (US$ 395M), “O Rei Leão” (US$ 350M) e “Aladdin” (US$ 345M). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Rei Leão Fim de semana: US$ 75,5M Total EUA e Canadá: US$ 350,7M Total Mundo: US$ 962,6M 2. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 40,3M Total EUA e Canadá: US$ 40,3M Total Mundo: US$ 40,3M 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 344,4M Total Mundo: US$ 1B 4. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA e Canadá: US$ 395,6M Total Mundo: US$ 917,9M 5. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 31,4M Total Mundo: US$ 45,8M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 109,6M Total Mundo: US$ 1B 7. Aladdin Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 345,9M Total Mundo: US$ 1B 8. Stuber Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 25,3M 9. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 69,7M Total Mundo: US$ 207,4M 10. The Farewell Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ US$ 3,6M
Russi Taylor (1944 – 2019)
Russi Taylor, que foi dubladora da ratinha Minnie Mouse por mais de três décadas nas animações da Disney, morreu aos 75 anos na Califórnia. A informação foi confirmada no sábado (27/7) em comunicado do estúdio. A causa da morte não foi divulgada. “Minnie Mouse perdeu a voz com a morte de Russi Taylor”, disse Bob Iger, presidente e diretor-executivo da companhia, no comunicado. “Por mais de 30 anos, Minnie e Russi trabalharam juntas para entreter milhões em todo o mundo – uma parceria que fez de Minnie um ícone global e de Russi uma lenda da Disney amada por fãs em todos os lugares”, completou. Ela começou a dublar Minnie em 1987 e, no ano seguinte, deu voz à personagem no filme clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit”. Desde então, sempre que Minnie apareceu num desenho, fosse uma participação na série de Tico e Teco ou um vídeo como “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros”, foi Russi quem lhe deu voz. E ela permanecia ativa na função na atual série do “Mickey Mouse”, produzida desde 2013 pelo estúdio. A ligação com o Mickey também se estendeu aos bastidores. Russi conheceu o seu marido, Wayne Allwine, no microfone ao lado. Ele era, curiosamente, o dublador do Mickey desde 1977. As vozes de Mickey e Minnie se casaram na vida real em 1991 e ficaram juntos até a morte dele, em 2009. A dubladora também deu voz ao menino Martin Prince por quase 30 anos em “Os Simpsons”. O colega de aula de Bart, introduzido em 1990, foi seu segundo personagem mais longevo, e deverá ser aposentado da série animada após sua morte. Seu timbre vocal também animou a versão bebê de Gonzo em “Muppet Babies”, a versão adolescente de Pedrita, a filha dos Flintstones, em várias séries e games, a pata Margarida no longa “Fantasia 2000”, os sobrinhos do Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho, no primeiro “DuckTales”, entre muitos outros personagens clássicos dos desenhos americanos.
Remake de O Rei Leão é tão realista que se torna sério demais
A obsessão da Disney em realizar remakes live-actions de suas animações chega ao maior clássico do estúdio nos últimos 25 anos, “O Rei Leão”. A escolha de Jon Favreau para dirigir o longa é óbvia, afinal ele fez um milagre com “Mogli, O Menino Lobo”. Não somente elevando a qualidade dos efeitos visuais com um realismo impressionante na renderização de seus animais, mas por atualizar o desenho de meio século sem se render à nostalgia. Os efeitos estão ainda melhores em “O Rei Leão”. Entretanto, o original ainda é relativamente atual e perfeito em sua forma original. Isto rendeu um remake mais reverente que “Mogli”, praticamente seguindo o roteiro do filme de 1994, numa recriação das cenas quadro a quadro. Sem nada para acrescentar à história, restou a Favreau concentrar toda sua energia na tecnologia. Ele é bom no que faz, tanto que a diferença entre “Mogli” e “O Rei Leão” é vista em cada frame. O nível alcançado pelo fotorrealismo faz cair o queixo com locações que parecem existir de verdade, embora inspiradas na animação clássica. Mas é tudo – menos uma cena – computação gráfica. Isso quer dizer que “O Rei Leão” atingiu o topo e, agora, o desafio é superar a qualidade de seus efeitos. Por outro lado, como os animais são realistas demais, essa versão se torna mais séria, o que prejudica um pouco o resultado. Nem é o caso de observar que os animais não apresentam expressões humanas como no desenho. Não é que falta alma, porque animais têm suas expressões e elas estão lá. O problema é outro. Em “Babe”, por exemplo, os animais falam, porém ninguém esperneou. Em “O Rei Leão”, eles ainda cantam. A diferença é que “Babe” era apresentado como uma fábula. “O Rei Leão” não. É para ser “real”. E aí entra um equívoco de premissa, porque animais não falam e, muito menos, cantam. Favreau foi ao limite de limar as coreografias do desenho, que não combinariam com o objetivo de tornar seu filme o mais realista possível. Então, não há elefantes e avestruzes em cima uns dos outros, para que Simba possa cantar lá no alto. Os bichinhos apenas andam e… cantam. As diferenças entre as histórias são mínimas. Ambas têm como base a jornada do herói, além de “Hamlet”, de William Shakespeare, e o evidente “Kimba, o Leão Branco”, de Osamu Tezuka. A versão CGI inclui leoas mais valentes e alguns detalhes escatológicos que não constam do original, mas a verdade é que só agrada porque o filme de 1994 tem uma uma história extraordinária. “O Rei Leão” clássico tornou-se uma influência tão grande que seu impacto pode ser traçado até “Pantera Negra”. Já a versão de Jon Favreu não deixará qualquer outro legado que não seja a evolução dos efeitos digitais. Não é pouca coisa. Mas também não é muita coisa.










