Mark Ruffalo sugere filme do Hulk vs. Wolverine, que pode acontecer
O ator Mark Ruffalo já sugeriu para a Marvel como gostaria de voltar ao papel de Hulk no cinema. Durante participação na Comic Con de Tóquio, ele disse que quer ver o herói esverdeado lutando contra Wolverine. “Hulk vs. Wolverine. Eu gostaria de ver isso. Acho que seria uma ótima combinação”, disse no evento. Ruffalo confirmou que já conversou com o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, sobre as ideias para o futuro de Hulk. Ele ainda se disse disposto a aparecer na já anunciada série da Mulher-Hulk (She-Hulk). Nos quadrinhos, Jennifer Walters, a Mulher-Hulk, é prima de Bruce Banner, o Hulk. Também vale lembrar que Wolverine apareceu pela primeira vez numa edição do Hulk, em 1974, como antagonista do herói (veja a capa abaixo). Criado pelo editor Roy Thomas, o roteirista Len Wein e os desenhistas John Romita e Herb Trimpe, o personagem fez tanto sucesso que acabou entrando nos X-Men no ano seguinte. Esta cronologia parece bastante apropriada para um novo filme, já que o personagem vai ganhar um reboot na Marvel Studios, após a compra da Fox pela Disney. Conhecido por deixar escapar spoilers das produções da Marvel, será que Mark Ruffalo soltou o maior de todos?
Os Parças 2 já foi visto por mais de 500 mil pessoas “sem estrear”
“Os Parças 2” já levou 526 mil pessoas aos cinemas em duas semanas, segundo levantamento da Comscore. Nesse período, arrecadou R$ 8 milhões em bilheteria. Mas o detalhe é que a comédia com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirullipa ainda não estreou. O lançamento oficial está marcado apenas para a próxima quinta (28/11). A piada do mercado brasileira é dizer que um filme com distribuição em centenas de cinema e venda de ingressos aberta para consumidores em todos os horários não está em cartaz. O que acontece, dizem, são pré-estreias. Mas pré-estreia é uma antecipação restrita em horário limitado, não uma exibição massiva em 249 salas. Não por acaso, a comédia brasileira foi o segundo filme mais assistido nos cinemas de quinta a domingo (24/11), atrás apenas de “Malévola — Dona do Mal”, que se manteve na liderança pela sexta semana consecutiva. Em termos de comparação, a fábula da Disney foi exibida em 219 salas – isto é, em menos cinemas que o filme que “ainda não estreou” – e arrecadou R$ 2,4 milhões no fim de semana. Desde o lançamento, a versão bruxa de Angelina Jolie levou 4,9 milhões de pessoas aos cinemas e faturou R$ 79,9 milhões em bilheteria no Brasil. Lançado na quinta, “Mais que vencedores” foi o 3º filme mais visto do período, apesar de ter a maior distribuição (em 280 salas), rendendo R$ 1,9 milhão. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 20 a 24 Nov:1. Malévola – A Dona do Mal2. Os Parças 23. Mais Que Vencedores4. Coringa 5. A Familia Adams6. Dora e a Cidade Perdida7. A Invasão ao Serviço Secreto8. As Panteras9. Ford vs Ferrari10. Um dia de Chuva em Nova York — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 25, 2019
Roteiro legítimo de Star Wars: A Ascensão Skywalker é encontrado no eBay
O roteiro de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, um dos filmes mais aguardados do final do ano, apareceu na internet. O diretor J.J. Abrams contou que uma cópia legítima foi parar no eBay, à venda para fãs e mal-intencionados. “Um dos nossos atores, não vou falar quem – eu até quero, mas não vou – deixou o roteiro debaixo da cama, e foi encontrado por quem estava limpando o local. A partir daí, foi entregue para alguém que o vendeu no eBay”, disse o diretor, no programa “Good Morning America” desta segunda (25/11). Abrams acrescentou que a equipe da produção conseguiu ver a venda e comprar o roteiro de volta, antes dele ser difundido. “Mesmo com toda a segurança [em torno do projeto], você precisa ter cuidado.” Veja o vídeo com a revelação abaixo. O filme vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia, e chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Cena inédita de Star Wars: Ascensão Skywalker mostra perseguição aos heróis
A Disney divulgou um vídeo de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que traz uma cena inédita do filme. Trata-se de uma perseguição dos protagonistas, Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Chewie (Joonas Suotamo), BB-8 e C-3PO (Anthony Daniels), que trocam tiros com stormtroppers, enquanto aceleram num veículo em disparada e descobrem que “agora eles voam”. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Vídeo com cenas de bastidores celebra impacto cultural da saga Skywalker
A Disney divulgou um vídeo de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que celebra o impacto da saga criada por George Lucas em 1977. Repleto de imagens de bastidores de todos os nove filmes, o vídeo também mostra a influência de “Star Wars” na cultura pop, de quadrinhos à séries, dos “Muppets” a “Os Simpsons”, com citações de presidentes, como Ronald Reagan e Barack Obama, sem esquecer a família real britânica e as paródias, “S.O.S.: Tem um Louco Solto no Espaço” (Spaceballs, 1987) e “O Império do Besteirol Contra-Ataca” (Jay and Silent Bob Strike Back, 2001). O vídeo traz cenas dos diversos atores que marcaram a saga, sendo ancorado por uma entrevista do jovem Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker. Mas também mostra algumas aparições inesperadas de famosos disfarçados de stormtroopers (como o cantor Ed Sheeran) e rebeldes (como Lin-Manuel Miranda). “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo pôster internacional de Star Wars: A Ascensão Skywalker reúne personagens
A Disney divulgou um novo pôster internacional de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Voltado para o mercado alemão, o cartaz reúne todos os protagonistas do capítulo final da saga espacial: Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Chewie (Joonas Suotamo), Kylo Ren (Adam Driver), Rose Tico (Kelly Marie Tran), os robôs BB-8, R2-D2, C-3PO (Anthony Daniels) e muitos outros. O filme vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Frozen 2 bate recordes e se torna maior estreia animada do mundo
A estreia de “Frozen 2”, aguardada sequência da animação blockbuster de 2013, superou as expectativas da Disney, dobrando a bilheteria inicial do primeiro filme na América do Norte. Nos três primeiros dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá, “Frozen 2” arrecadou US$ 127 milhões. Há seis anos, o primeiro longa rendeu US$ 67 milhões em seu primeiro fim de semana. Mas o sucesso doméstico do filme é ainda mais impressionante porque foi a primeira vez que um longa animado teve uma abertura de mais de US$ 100 milhões fora do período de férias. “Frozen 2” ainda juntou mais US$ 223 milhões no mercado internacional para somar impressionantes US$ 350 milhões em seu lançamento mundial. Os números movimentaram vários recordes. Para começar, transformaram “Frozen 2” na maior estreia norte-americana de uma animação da Walt Disney Pictures e atrás só de dois filmes da Pixar, “Procurando Dory” (US$ 135 milhões) e “Os Incríveis 2” (US$ 180 milhões) entre todos os lançamentos animados. A arrecadação internacional ainda fez da continuação de “Frozen” a maior estreia mundial de uma animação em todos os tempos. Vale lembrar que a maioria das produções animadas costuma fazer mais sucesso nos EUA devido aos famosos dubladores originais. No caso atual, os personagens foram suficientes para convencer o público de 37 países diferentes a lotar os cinemas. Recordes de maior estreia de animação foram batidos em vários mercados, como Reino Unido (US$ 17,8 milhões) e França (US$ 13,4 milhões), além de maior lançamento animado americano na China (US$ 53 milhões), Japão (US$ 18,2 milhões), Alemanha (US$ 14,9 milhões) e Espanha (US$ 5,8 milhões). O filme também se tornou a 3ª maior abertura entre todos os filmes já exibidos na Coréia do Sul (US$ 31,5 milhões). Também caiu o recorde de maior lançamento animado em IMAX, com US$ 18 milhões de faturamento, acima dos US$ 15,6 milhões de “Os Incríveis 2”. Apesar desse sucesso, a crítica considerou a continuação inferior ao original, com “apenas” 76% de aprovação na média da avaliação computada pelo site Rotten Tomatoes, contra 90% de satisfação atingida pelo primeiro. O público brasileiro, porém, será o último a avaliar sua qualidade e contribuir com sua arrecadação. O lançamento no país só vai acontecer em 2 de janeiro, após “Frozen 2” ter passado por todo o resto do mundo. Campeão do ranking passado, “Ford vs Ferrari” ficou com o 2º lugar em seu segundo fim de semana na América do Norte, arrecadando US$ 16 milhões. O drama de época conseguiu bastante prestígio com críticas positivas (92%), mas ainda está longe de se pagar (custou US$ 97 milhões só de produção), com US$ 103,7 milhões mundiais. Dois outros lançamentos aparecem na sequência. O drama “Um Lindo Dia na Vizinhança”, com Tom Hanks, abriu em 3º (US$ 13,5 milhões), seguido por “Crime Sem Saída”, com Chadwick Boseman, em 4º (US$ 9,2 milhões). A cinebiografia do apresentador infantil Fred Rogers é o filme mais bem-avaliado em cartaz (96%) e pode dar a Hanks sua sexta indicação ao Oscar, enquanto o thriller de ação foi considerado uma decepção (45%) como primeiro lançamento cinematográfico da AGBO, produtora dos irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 127M Total EUA e Canadá: US$ 127M Total Mundo: US$ 350M 2. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 57,9M Total Mundo: US$ 103,7M 3. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 13,5M 4. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 9,3M Total Mundo: US$ 12M 5. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,1M Total Mundo: US$ 81,7M 6. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 36,7M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 11,7M Total Mundo: US$ 17,1M 8. As Panteras Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,9M Total Mundo: US$ 43,5M 9. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 27,7M Total Mundo: US$ 51,7M 10. Coringa Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 326,9M Total Mundo: US$ 1B
Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.
Novo clipe de Panic! At the Disco traz cenas da animação Frozen 2
A banda Panic! At the Disco divulgou um clipe de “Into the Unknown”, música-tema de “Frozen 2”. O vídeo inclui cenas da animação da Disney. Assim como “Let It Go”, o grande hit do primeiro longa, a faixa é cantada no filme por Idina Menzel no papel de Elsa – com uma ajudinha da cantora norueguesa Aurora -, mas também aparecerá nos créditos na versão do Panic! At the Disco. Os autores também são os mesmos de “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2014. A versão disponibilizada anteriormente, na voz de Menzel, caprichava nos gritos à beira da histeria. E quando a voz parecia ter chegado no limite da altura, o mesmo verso retornava com uma vingança, em tom ainda mais alto. A versão do Panic! At the Disco também não é material de karaokê. Acompanhada por guitarras guinchantes, a gritaria chega a exumar o velho estilo do heavy metal dos anos 1980, a ponto de lembrar a banda Journey – uma escolha que seria, inclusive, bem mais adequada para a gravação. Além de Panic! At the Disco, a trilha do filme também terá gravações de Weezer e Kacey Musgraves. A continuação da segunda animação de maior bilheteria de todos os tempos (depois do remake de “O Rei Leão”) volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013, e contará com os mesmos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia acontece nesta sexta (22/11) nos Estados Unidos. Mas há uma notícia ruim para quem quiser ver logo o filme nos cinemas nacionais. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. Por aqui, o lançamento vai acontecer apenas em 2 de janeiro.
Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha fotos inéditas e coleção de pôsteres de personagens
A Disney divulgou novas imagens de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que reúnem uma coleção de pôsteres e 12 fotos inéditas (sem logotipos de revistas) com os protagonistas do capítulo final da saga espacial: Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Chewie (Joonas Suotamo), Kylo Ren (Adam Driver), Rose Tico (Kelly Marie Tran), os robôs BB-8, R2-D2, C-3PO (Anthony Daniels) e muitos outros. As imagens mostram Poe dirigindo a icônica nave Millennium Falcon e registram os novos personagens vividos por Richard E. Grant e Naomi Ackie (“The End of the F***ing World”). O filme vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Senhas da Disney+ (Disney Plus) são alvos de hackers e alimentam comércio ilegal na deep web
A plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), lançada na terça-feira passada (12/11), teria sido alvo de hackers, que roubaram dados de milhares de clientes. Uma investigação feita pela BBC constatou que senhas dos clientes do serviço estão sendo vendidas na deep web por US$ 3, metade do valor de uma assinatura mensal. Diversos clientes foram afetados pelo roubo de dados e precisaram aguardar por horas até que suas contas fossem recuperadas pela empresa, mas ainda não há uma solução efetiva sobre os dados roubados. Procurada pela imprensa, a Disney explicou que leva a privacidade e a segurança de seus usuários “muito a sério” e que não encontrou nenhuma indicação de falha de segurança no Disney+ (Disney Plus). A empresa ainda explicou que bloqueia contas cujas atividades sejam consideradas suspeitas. Analistas de dados, que foram consultados por diversos sites, apontaram que o ataque pode não ter sido nos servidores da Disney+ (Disney Plus). Os hackers teriam explorado contas que utilizam as mesmas senhas de outros serviços. Como a plataforma de streaming da Disney não possui autenticação em dois fatores para aumentar a segurança dos usuários, os hackers conseguiram testar as senhas obtidas em outros sites para ver quais funcionavam na Disney+ (Disney Plus).
Málevola — Dona do Mal lidera bilheterias do Brasil pela quinta semana
Contrariando tendência mundial, “Málevola — Dona do Mal” é um enorme sucesso no Brasil. O filme arrecadou R$ 75 milhões em ingressos vendidos durante suas cinco semanas de exibição no país e lidera até hoje as bilheterias nacionais, segundo levantamento da consultoria Comscore. A produção da Disney também se mantém como o filme com maior distribuição entre os cinemas brasileiros, o que ajuda a explicar seu sucesso local. Exibida em 446 salas, a produção foi assistida por 339 mil pessoas e obteve R$ 5,9 milhões entre quinta e domingo (17/11). Na América do Norte, “Málevola — Dona do Mal” teve desempenho bem diverso. Após as mesmas cinco semanas, ocupa atualmente o 9º lugar na bilheteria, tendo recém-cruzado os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. O ranking da Comscore ainda registra uma anomalia típica do parque exibidor nacional, ao qualificar um filme que ainda não estreou oficialmente em 2º lugar. A comédia brasileira “Os Parças 2” tem lançamento marcado apenas para a próxima semana, no dia 28 de novembro, mas já está entre os longas mais vistos. Fenômeno paranormal? Viagem no tempo? Brecha interdimensional? Apenas o velho truque de marcar uma data e lançar bem antes, com ampla distribuição, e chamar a venda de ingressos aberta a todo o público e em todos os horários de “pré-estreia”. “Coringa” completa o Top 3 com a comemoração de um recorde. Desde a estreia, há sete semanas, o filme acumula renda de R$ 149,7 milhões e público de 4,6 milhões de pessoas. Neste fim de semana em que o longa alcançou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornou-se o filme de maior arrecadação no Brasil com classificação etária para maiores de 16 anos. Para completar, o principal lançamento do fim de semana passado, “As Panteras”, fez fiasco maior no Brasil que nos Estados Unidos, abrindo apenas em 6º lugar. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 14 – 17/Nov:1. Malévola-Dona do Mal2. Os Parças 2 ( Pré Estreia) 3. Coringa4. A Família Adams5. Dora e a Cidade Perdida 6. As Panteras7. Invasão ao Serviço Secreto8. Ford vs Ferrari9. Exterminador do Futuro9. Doutor Sono — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 18, 2019
James Mangold desabafa sobre sua luta para colocar Ford vs. Ferrari no cinema
Após a vitória de “Ford vs. Ferrari” nas bilheterias do fim de semana, o cineasta James Mangold fez um longo desabafo para o jornalista Anthony D’Alessandro, do site Deadline, contando neste domingo (17/11) como precisou lutar para dirigir o filme e a dificuldade que esse tipo de drama enfrenta atualmente na própria indústria cinematográfica para chegar às telas. Ele revelou que queria filmar essa história há 10 anos, mas sempre foi bloqueado. “Era um filme que eu perseguia, que existia de outras formas com outras pessoas ligadas a ele. Não exatamente esse roteiro, mas um projeto sobre esse período e história. Eu ficava ouvindo que a produção não estava disponível ou não era para mim. Comecei a demonstrar interesse em 2010. Depois de cada filme que terminava, consultava a Fox para dizer que estava disponível, mas sempre parecia que outras pessoas estavam envolvidas”, disse. De fato, uma versão anterior do projeto tinha Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”) vinculado à direção, além de Tom Cruise e Brad Pitt negociando os papéis principais. “Até que, depois de ‘Logan’, não sei se foi o sucesso daquele filme ou apenas boa sorte, perguntei novamente e de repente foi possível pegar o projeto. E eu entrei com tudo e comecei a trabalhar como louco com os roteiristas Jez e John-Henry Butterworth”. “A razão pela qual o filme teve tantos problemas para sair do papel anteriormente foi o custo. Tenho certeza que você está ciente, é difícil conseguir fazer um filme voltado para adultos, com temas adultos, atualmente. Existimos em um mundo segregado, em que filmes adultos não podem custar mais de US$ 30 milhões, enquanto os grandes orçamentos são reservados para produções voltadas a adolescentes ou para streaming”, acrescentou o cineasta. “A ideia de fazer um filme caro de cinema para adultos é um desafio real e árduo”. “Ford vs. Ferrari” foi orçado em US$ 95 milhões. “Todo estúdio planeja as finanças de um filme baseado na expectativa do fracasso, de que seu filme vai ser ruim. Assim, eles calculam como não perder dinheiro se o filme for uma merda… Faz sentido, já que, na prática, as chances de um filme se provar excelente são de apenas 20%”, explicou Mangold. “Por isso, eles precisam pensar no que acontece se o filme for considerado ruim: ‘Podemos lucrar com isso?’. Um filme como ‘Ford vs Ferrari’ não dá margem de cálculo se não for bom. Porque pessoas com mais de 30 anos não saem de casa a menos que ouçam que é bom.” As críticas positivas, portanto, foram de grande incentivo para transformar o filme em sucesso. “Ford vs. Ferrari” recebeu 92% de aprovação da crítica norte-americana. Mas para ser elogiado, o filme precisou ser feito. Por conta disso, Mangold fez questão de estender os créditos do sucesso aos produtores, que podem ter colocado seus empregos em risco ao bancarem o projeto. Ele agradeceu efusivamente a equipe da Fox. “Eles mostraram muita fé, por causa da aposta nesse filme. Tinha que ser uma estreia decente para eles não terem problemas [com a Disney]. É por isso que a equipe da Fox – Emma Watts e Steve Asbell – e outras pessoas merecem crédito por isso, porque esse é o tipo de filme que cria problemas quando não funciona. É o tipo de filme que, quando fracassa, inspira questionamentos de cima: ‘Por que vocês fizeram isso?’. Pelos critérios atuais, com base em quem vai ao cinema atualmente, não deveria funcionar. Então, eles merecem muito crédito.” Após o sucesso, a Disney rapidamente pegou carona no resultado positivo. “Desde o início, nós amamos este filme. Em todo lugar que mostramos, as pessoas se apaixonaram por ele, então não é surpreendente ver a resposta positiva. Toda vez que o mostramos, tivemos a mesma reação”, disse Cathleen Taff, chefe do setor de distribuição de filmes da Disney. Com o resultado, a Disney deve reforçar o orçamento de divulgação de “Ford vs. Ferrari” de olho na temporada de premiações, com destaque para o trabalho de Mangold e para os desempenhos de Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais.












