Joel Edgerton indica que pode voltar a viver o tio de Luke Skywalker em série do Disney+ (Disney Plus)
A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) focada em Obi-Wan Kenobi, que trará Ewan McGregor de volta ao personagem, pode ter o retorno de mais um ator visto nos filmes de “Star Wars”. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) deu a entender que poderia voltar a encarnar Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, na atração. Ao final de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), o tio ficou com a guarda do bebê Luke no planeta Tatooine. Como os fãs do primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado de “Uma Nova Esperança” pela Lucasfilm, devem lembrar, é neste planeta que Obi-Wan se esconde, assumindo a identidade de Ben Kenobi, um eremita misterioso. Além disso, já foi confirmado que a série estrelada por Ewan McGregor vai se passar oito anos após “A Vingança dos Sith”. “Existe uma possibilidade muito real”, disse Edgerton, sobre a volta ao papel. O que deve ser considerado praticamente uma confirmação, já que o ator também deixou claro que não pode falar sobre qualquer detalhe sobre a série. “Provavelmente tem um assassino no telhado só esperando eu dizer alguma coisa que não deveria. Adoraria falar várias coisas, mas não vou”, afirmou.
Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha trailer legendado emocionante
A Disney divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que capricha na emoção. A prévia explora a expectativa pelo final da saga com despedidas, confrontos, momentos ternos e ameaças. Entre os destaques, há um abraço muito comovente entre Rey (Daisy Ridley) e a Princesa Leia (a falecida Carrie Fisher). Por sinal, o contexto consagra a jovem como grande protagonista do final – ela é a primeira, a última e a que mais aparece em cenas. Outros detalhes incluem as voltas de Lando Calrissian (Billy Dee Williams) e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), as primeiras aparições do personagem rebelde de Dominic Monaghan (o Charlie de “Lost”) e do pequeno Babu Frik, engenheiro alienígena de droids, que surge mexendo em C-3PO, e uma sugestão de que Rey e Kylo Ren (Adam Driver) podem se tornar aliados – após, claro, lutarem entre si. O filme encerra não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia, e justamente por isso o mistério em torno da trama é maior do que nunca. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Malévola: Dona do Mal registra pior estreia da Disney no ano
“Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma maldição. A continuação do sucesso de 2014 teve o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney no mercado doméstico. A superprodução orçada em US$ 185M (milhões) fez apenas US$ 36,9M em seu lançamento, muito abaixo das previsões do mercado. O valor é praticamente metade do que faturou o primeiro filme há três anos (US$ 69M), e bem abaixo do maior fracasso do estúdio no ano, “Dumbo”, que abriu com US$ 45,9M no final de março. Dos 11 remakes live-action que a Disney já produziu desde “Alice no País das Maravilhas” (2010), a sequência de “Malévola” se posiciona em 10º lugar em arrecadação, ficando à frente apenas de “Meu Amigo, O Dragão” (US$21,5M em 2016) O filme de Angelina Jolie também foi destruído pela crítica, com apenas 40% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O desastre só não é irremediável porque o mercado internacional correspondeu, com uma arrecadação de US$ 118M, que trouxe o total mundial para US$ 155M. Mesmo com a decepção financeira, a vilã da Disney conseguiu superar o vilão da DC Comics nas bilheterias da América do Norte. “Coringa” caiu para 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Fez mais 29,2M nos últimos três dias para atingir US$ 247,2M domesticamente. No mundo todo, a arrecadação já está em US$ 738,5M. “Coringa” é atualmente o 4º filme de maior bilheteria da DC no exterior e o maior em 17 mercados, incluindo Itália, Espanha, Rússia, Argentina e México. A outra continuação estreante da semana, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”, ficou em 3º lugar, com US$ 26,8M. Mas, paradoxalmente, esse valor fez a produção ser considerada um sucesso. O motivo é simples: o segundo “Zumbilândia” custou “apenas” US$ 42M e deve se pagar facilmente com a bilheteria doméstica, ao fim de sua passagem pelos cinemas. Assim, os números faturados no exterior vão entrar como lucro. Por sinal, a estreia no Brasil é nesta quinta (24/10). “Zumbilândia: Atire Duas Vezes” se saiu bem até na comparação com seu antecessor, que abriu com US$ 24,7M em 2009. E recebeu aprovação de 66% das críticas aferidas no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 36,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 155M 2. Coringa Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA e Canadá: US$ 247,2M Total Mundo: US$ 738,5M 3. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 26,8M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 32,1M 4. Família Addams Fim de semana: US$ 16,3M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 57M 5. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 118,5M 6. Abominável Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 114,7M 7. Downton Abbey Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 164,3M 8. Judy Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 9. As Golpistas Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 101,8M Total Mundo: US$ 125,4M 10. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 209,6M Total Mundo: US$ US$ 450,3M
Série baseada em High School Musical é renovada antes da estreia
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciou a renovação de “High School Musical: The Musical: The Series” para sua 2ª temporada. Segundo Ricky Strauss, presidente de conteúdo da plataforma, a decisão se deu pela qualidade da leva inicial de episódios. “Estamos confiantes que o mundo, assim como nós, irá querer mais desses personagens incríveis, músicas e momentos de felicidade”, ele disse em comunicado. A série é um dos carros-chefes da divulgação do novo serviço de streaming. Como parte da estratégia de lançamento da plataforma, a atração terá seu primeiro episódio disponibilizado antecipadamente nos canais da Disney nos Estados Unidos – Disney Channel, Freeform e rede ABC. O piloto de “High School Musical: The Musical: The Series” chegará na TV em 8 de novembro, quatro dias antes da inauguração da Disney+ (Disney Plus). O nome um tanto quanto exótico da produção se deve a seu formato metalinguístico. A trama se passa nos bastidores da produção de uma versão escolar do telefilme “High School Musical”. Assim, além de mostrar novos protagonistas e história, cada capítulo também trará um número musical com as canções conhecidas da franquia, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas no programa, que terá 10 episódios em sua 1ª temporada. O elenco é encabeçado por um ator já conhecido do Disney Channel. Joshua Bassett, que participou da série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) vive o protagonista Ricky, que tem um plano ousado para reconquistar sua namorada Nini (Olivia Rodrigo, de “Bizaardvark”, também do Disney Channel): fazer o teste para ser par na produção de “High School Musical” da escola – nos papéis que consagraram Zac Efron e Vanessa Hudgens em 2006. Dá certo. E assim se inicia a trama. O resto do elenco inclui Kate Reinders (“Work It”) como professora e os jovens Sofia Wylie (“Andi Mack”), Matt Cornett (“Life in Pieces”), Dara Renee (“Black-ish”), Julia Lester (“Mom”), Frankie Rodriguez (“Modern Family”), Larry Saperstein (“Porno”) e Mark St. Cyr (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Para os fãs brasileiros da franquia, resta a expectativa de que o serviço de streaming da Disney chegue ao país em 2020.
Robert Zemeckis negocia dirigir nova versão de Pinóquio para a Disney
A Disney está negociando com o cineasta Robert Zemeckis para que ele assuma sua versão live-action da animação clássica “Pinóquio” (1940). Segundo a revista Variety, Zemeckis ainda não fechou contrato, mas vem estudando o projeto desde o início do semestre e teria feito algumas sugestões no roteiro. Embora tenha se focado em dramas adultos nos últimos anos — seus filmes mais recentes foram “O Voo”, “Travessia”, “Aliados” e “Bem-vindos a Marwen” —, Zemeckis também já teve uma fase voltada à animação e até trabalhou com a Disney num clássico híbrido, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, em 1988. Originalmente, o filme seria dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e destacaria Gepeto, o velho marceneiro que cria o boneco de madeira. Magicamente, o boneco ganha vida e passa a desejar virar um menino de verdade. Zemeckis estaria interessado em participar do processo de escolha do elenco, já que o nome de Tom Hanks, ventilado para o papel, teria sido descartado de acordo com a publicação. O veterano cineasta dirigiu Hanks em dois de seus filmes mais bem-sucedidos, “Forest Gump” (1994) e “O Náufrago” (2000). O maior entrave é o cronograma da Disney, porque Zemeckis já está comprometido com a refilmagem de “Convenção das Bruxas” (The Witches) para a Warner, atualmente em fase de pré-produção. Para complicar, a Disney não pode protelar as filmagens por receito de enfrentar saturação do tema, uma vez que existem outras adaptações do personagem criado por Carlo Collodi em desenvolvimento. O cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix e o italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) prepara a sua versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). Havia até uma projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto, mas este projeto foi abandonado diante do excesso de concorrentes.
Roteirista de Rogue One vai comandar série Star Wars derivada do filme
A nova série de “Star Wars” da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), derivada de “Rogue One”, sofreu mudanças em seus bastidores. Tony Gilroy, co-roteirista de “Rogue One” e diretor “secreto” das refilmagens do longa de 2016, foi contratado para escrever e dirigir os episódios da atração, que será centrada no personagem Cassian Andor, interpretado por Diego Luna. Além de Luna, o elenco também trará de volta Alan Tudyk para reprisar a dublagem da voz do robô K-2SO. A Lucasfilm não anunciou mudanças no cargo de showrunner, exercido por Stephen Schiff, produtor de “The Americans”, mas boatos compartilhados pelo editor do site Collider em seu Twitter afirmam que a produção foi paralisada várias vezes há algumas semanas. Segundo as fontes do jornalista Steven Weintraub, o roteiro do piloto “não era bom”. Depois disso, a bola de neve aumentou nas redes sociais a ponto de alimentar notícias de que a série quase foi cancelada. Gilroy vai agora escrever uma nova história para o piloto e assinar sua direção. A série ainda sem nome vai acompanhar Andor durante a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados em “Rogue One” e também do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), mas depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O projeto vai se juntar a “The Mandalorian”, uma criação original do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli”), que estreia junto com a Disney+ (Disney Plus) em 12 de novembro e já foi renovada para a 2ª temporada, além de uma anunciada produção sobre Obi Wan Kenobi, estrelada por Ewan McGregor. Por “coincidência”, as três atrações se passam no mesmo período da cronologia de “Star Wars”. I'd heard the Cassian Andor series was shut down a few weeks ago & everyone working on it was sent home. Heard the story/scripts weren’t good enough. Was getting ready to write a story about what I’d been hearing & the news about Tony Gilroy hit. Wonder what day he was hired 2/2 https://t.co/aQtosuhWLW — Steven Weintraub (@colliderfrosty) October 16, 2019
Elton John detona trilha sonora da nova versão de O Rei Leão
O cantor Elton John resolveu detonar a trilha do remake de “O Rei Leão”. Em entrevista para a revista britânica GQ, ele se disse decepcionado com a parte musical do filme, que teria sido estragada na nova versão feita em computação gráfica. Elton John venceu o Oscar de Melhor Canção Original em 1995 pela música “Can You Feel the Love Tonight”, que foi regravada por Beyoncé e Donald Glover no remake digital. “A nova versão de ‘O Rei Leão’ foi uma grande decepção para mim, porque eu acredito que eles estragaram a música (como um todo). A música era uma parte importante no filme original e a música no filme atual não teve o mesmo impacto. A magia e alegria foram perdidas. A trilha sonora não teve nem de perto o mesmo impacto nas paradas que 25 anos atrás, quando foi o álbum mais vendido do ano”, opinou. “A nova trilha sonora caiu fora das paradas rapidamente, apesar do enorme sucesso de bilheterias”, comparou. A trilha do remake de “O Rei Leão” contou com uma faixa composta por Elton John, que, entretanto, não teve o nível de envolvimento que desejava. Em vez dele, a produção optou por dar a Beyoncé o controle sobre as novas composições, como a música “Spirit”, lançada como principal canção da nova versão. “Eu gostaria de ter sido mais convidado para a diversão, mas a visão criativa do filme e sua música foram diferentes dessa vez e eu não fui realmente bem-vindo ou tratado com o mesmo nível de respeito. Isso me deixou extremamente triste. Eu fico feliz que o verdadeiro espírito da música da obra segue vivendo no musical de teatro ‘O Rei Leão'”, finalizou.
Diretor revela que Jane Foster pode contrair câncer no quarto filme de Thor
A trama de “Thor: Love and Thunder”, quarto filme do Deus do Trovão da Marvel, pode mostrar Jane Foster, personagem vivida por Natalie Portman, com câncer de mama. A revelação foi feita pelo diretor Taika Waititi em entrevista à revista Variety. “Eu acho que esta é uma parte realmente poderosa dos quadrinhos. Acho que é muito interessante que ela esteja lutando contra esta doença, e aí há duas batalhas ao mesmo tempo”, contou. Entretanto, isto pode mudar durante a produção, que atualmente está em fase de roteiro. “Pessoalmente, eu amo esta história. Mas se isto vai se materializar no filme é algo que ainda será decidido”. Ele elaborou. “Não sabemos se vamos adaptar esta história completa. Estas coisas mudam até no processo de edição às vezes. Tipo ‘vamos esquecer esta trama em que ela tem câncer de mama. Vamos mudar para outra coisa, ou quem sabe ela está saudável'”. Previsto para lançamento em novembro de 2021, o filme trará Jane Foster assumindo o lugar de Thor, como a Deusa do Trovão. Nos quadrinhos em que a trama se baseia, Thor Odinson se tornou indigno de levantar o Mjölnir, depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster é considerada digna pelo seu altruísmo e a dedicação em salvar vidas como médica e se torna a Poderosa Thor. Ao mesmo tempo, nessa história, ela descobre que tem câncer. Além dos retornos de Portman e Hemsworth, o filme ainda trará Tessa Thompson de volta como Valquíria. A estreia está marcada para 5 de novembro de 2021.
Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.
Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha novo trailer comovente
A Disney divulgou um novo trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas são capazes de comover como os animais criados por computação gráfica em “O Rei Leão”. Apesar disso, é possível reparar que os bichos sofreram ligeiras alterações digitais em suas aparências – nas bocas falantes e no olhar apaixonado, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. A busca por realismo incluiu até a escalação de um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, para o papel de Vagabundo. Mas o politicamente correto contaminou a filmagem com um anacronismo que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, mas mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos. Assim como no clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. Para mostrar esse ponto de vista, o filme recria uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Ryan Reynolds revela reunião na Marvel
Ryan Reynolds divulgou em seu Twitter a foto de uma visita ao Marvel Studios. A imagem sugere uma reunião no estúdio com o intérprete e produtor dos filmes de “Deadpool”, que deverá ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) num futuro próximo – também conhecido como “Fase 5”. “Fiz testes para o papel de ‘Anthony Stark’. Não cheguei nem perto, mas um homem gentil com um taser me acompanhou até o Térreo”, ele escreveu ao lado da imagem. “Deadpool 3” está praticamente confirmado. Existe, inclusive, uma promessa de que a classificação “R” (para maiores) será mantida. Mas o planejado filme da “X-Force” dificilmente sairá do papel. Auditioned for the role of “Anthony Stark”. Didn’t come even remotely close, but the nice man with the taser escorted me to the ground. pic.twitter.com/1bwFDGdMOj — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 14, 2019
Disney+ (Disney Plus) mostra que terá conteúdo demais em trailer de 3h17 de duração
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) resolveu demonstrar a extensão de seu conteúdo com uma pequena prévia de todos os filmes, séries e programas de seu catálogo. O resultado, que pode ser visto abaixo, é descrito como “basicamente tudo” que será disponibilizado em streaming e tem mais de 3 horas de duração. Exatamente 3 horas e 17 minutos. Exibido em ordem cronológica, o material abrange do primeiro longa do estúdio, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), até a série “The Mandalorian”, exclusiva do serviço de streaming, que será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países, mas só deve chegar ao Brasil em 2020.
Frozen 2 ganha coleção de pôsteres e novo trailer dublado
A Disney divulgou cinco novos pôsteres internacionais e mais um trailer da animação “Frozen 2”, em versão dublada em português. A prévia explica melhor a trama, apresentando a nova jornada, desta vez compartilhada pelas irmãs Elsa e Anna, além de seus amigos, rumo a uma terra encantada. O vídeo também apresenta muitas piadas, que destacam o personagem Olaf. A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). E para ouvi-los, é preciso conferir o segundo vídeo abaixo, com a dublagem original – infelizmente, sem legendas. Detalhe: o Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.










