Nikita Pearl Waligwa (2004 – 2020)
A jovem atriz ugandense Nikita Pearl Waligwa, que participou do filme da Disney “Rainha de Katwe”, morreu após ser diagnosticada com um tumor no cérebro. Ela tinha só 15 anos de idade. Nikita interpretou Gloria, a amiga da protagonista Phiona Mutesi (Madina Nalwanga) que lhe ensina as regras do xadrez. Baseada numa história real, o filme contava a história de Phiona, garota nascida em uma favela de Uganda que acaba reconhecida como um prodígio no jogo de xadrez. A produção contava ainda com atuação da estrela Lupita Nyong’o (“Nós”), no papel de mãe de Phiona, e David Oyelowo (“Selma”), como seu professor de xadrez. As crianças do filme foram escolhidas pela diretora de casting e a cineasta Mira Nair num processo de seleção que durou cinco meses e testou quase 700 garotas ugandenses, entre julho e dezembro de 2014. Os médicos descobriram o tumor ainda em 2016, ano em que “Rainha de Katwe” estreou nos cinemas com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Na época, a cineasta Mira Nair pediu ao público para ajudar a cobrir o custo de seu tratamento na Índia. Ela fez o tratamento e em 2017 foi declarada livre daquele câncer, mas pouco tempo depois foi diagnosticada com outro tumor no cérebro. Nikita acabou morrendo na noite de sábado (15/2) no hospital de Naalya, Kampala, segundo informou a imprensa de Uganda.
Cade mantém fusão entre Disney e Fox paralisada no Brasil
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu manter paralisado o processo de fusão entre Disney e Fox no Brasil. Em contraste ao avanço obtido pela aprovação da fusão entre Warner e a AT&T na semana passada pela Anatel, o conselho do Cade não pautou a análise do outro caso urgente de mídia, mesmo com – ou por causa da – reclamação da Disney em relação ao ritmo lento adotado pelo órgão para analisar o processo. No último dia 6 de fevereiro, representantes da Disney e membros do Cade tiveram uma reunião em Brasília (DF) na sede do órgão, onde o clima teria se tornado tenso. Os representantes da empresa de entretenimento se disseram bastante incomodados com a lentidão do órgão para definir a situação da fusão entre Disney e Fox no Brasil. Segundo apuraram vários veículos de imprensa, a Disney deixou claro nesta reunião que apresentou todos os pedidos de venda do Fox Sports, que era a condição para a aprovação, além de ter cumprido todas as obrigações que o Cade pediu para aprovar o negócio. Mas o próprio Cade impediu propostas do maior interessado, o grupo Globo. A próxima sessão do Cade para julgar processos que podem caracterizar monopólio está marcada para quarta-feira (19/2), mas a pauta publicada no site oficial do órgão não prevê a discussão do caso da Disney. Com isso, a conclusão da fusão entre Disney e Fox está adiada pelo menos até o dia 9 de março, quando ocorre a terceira sessão do ano. Assim como aconteceu com a WarnerMedia, o Brasil é último país a travar o negócio da Disney em nível mundial. Por conta dessa indefinição, o estúdio diminuiu seus investimentos no país. Não só na área de esportes, que vive a maior incógnita, mas principalmente em seus planos para o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que utiliza propriedades da Fox, como a série animada “Os Simpsons”. Também são afetados os planos relacionados aos demais serviços da empresa, como a Hulu, que depende mais fortemente do conteúdo da Fox, e a versão de streaming da ESPN, que está perdendo prazos para negociar direitos de transmissões. Ao mesmo tempo, a empresa tem feito reestruturações nas chefias de departamentos da Fox, a partir da decisão original do Cade de aprovar o negócio. O aval foi dado há exatamente um ano, mas incluiu a condição de venda do canal Fox Sports. Como a Disney não conseguiu nenhum comprador que atendesse as exigências do órgão, o Cade afirmou em novembro que iria rever toda a operação, o que inclui as mudanças estruturais já realizadas pela Disney na Fox. Só que até agora não marcou reunião para tratar disso.
Emilio Estevez vai reviver papel de treinador do clássico Nós Somos Campeões em série da Disney+ (Disney Plus)
A plataforma Disney+ (Disney Plus) confirmou a participação de Emilio Estevez na série “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers), sequência da trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões”. O ator reprisará o papel de Gordon Bombay, técnico do agora famoso time de hóquei infantil. Também foram divulgadas as primeiras imagens da série, que mostram o treinador veterano ao lado dos novos integrantes time. Confira abaixo. A produção original foi um grande sucesso da Disney em 1992, e contava a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, é sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série teria partido do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que ficará encarregado de escrever o roteiro do piloto. O produtor da franquia, Jordan Kerner, também está envolvido na adaptação, que ainda não em previsão de estreia. NO. CHILL. 🚨❄🏒 #EmilioEstevez is BACK as Gordon Bombay! Check out this photo from production on The Mighty Ducks, an Original Series coming soon to #DisneyPlus. pic.twitter.com/SSVEDUuO4w — Disney+ (Disney Plus) (@disneyplus) February 13, 2020
Minha Mãe É uma Peça 3 já é terceiro filme brasileiro mais visto em todos os tempos
O público do filme “Minha Mãe É uma Peça 3” não pára de crescer. Nesta quinta (13/2), a comédia de Paulo Gustavo atingiu 11,2 milhões de espectadores, superando os 11,1 milhões de ingressos vendidos de “Tropa de Elite 2”. Com isso, transformou-se no terceiro filme mais visto da história da indústria cinematográfica nacional, atrás apenas dos dramas “Nada a Perder” (2018) e “Os Dez Mandamentos” (2016), justamente os filmes que têm seu público questionado, por conta de uma estratégia da Igreja Universal, que esgotou os ingressos das sessões sem preencher os assentos dos cinemas com espectadores. Como a diferença é pequena, os números polêmicos do 2º colocado devem ser superados em breve. A diferença para “Os Dez Mandamentos” é de apenas 100 mil ingressos, enquanto “Nada a Perder” tem cerca de 900 mil de vantagem. Atualmente em 3º lugar no ranking nacional, “Minha Mãe É uma Peça 3” ainda continua lotando suas sessões. No fim de semana passado, levou 209 mil espectadores aos cinemas. Basta atingir metade desse número até domingo para superar o recorde de “Os Dez Mandamentos”. Há oito semanas em cartaz, a comédia da Dona Hermínia já tem um faturamento de R$ 175 milhões, que representa a maior bilheteria do cinema brasileiro em todos os tempos – recorde superado em janeiro passado, cerca de 40 milhões atrás. O valor se tornou, inclusive, maior que a soma da arrecadação conjunta dos dois primeiros filmes da franquia. A franquia “Minha Mãe É Uma Peça” é baseada na peça homônima, criada e estrelada por Paulo Gustavo como Dona Hermínia. Os dois primeiros filmes, lançados em 2013 e 2016, atingiram juntos o público de 13 milhões de espectadores e uma arrecadação total de R$ 173,7 milhões. O imenso sucesso e alcance de “Minha Mãe É Uma Peça 3” também coloca em cheque a definição do presidente Jair Bolsonaro sobre filmes que só agradam “uma minoria”, já que se trata de uma produção assumidamente LGBTQIA+. Sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), tem como tema um casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada.
Diretor e roteirista de Doutor Estranho nunca trabalharam na continuação
Afastado da continuação de “Doutor Estranho”, o diretor Scott Derrickson nem chegou a trabalhar no desenvolvimento da produção. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu o primeiro longa do herói e acreditava que retornaria para a sequência, revelou que nem ele nem Derrickson tiveram a oportunidade de apresentar um projeto para a nova trama. “Como estão aparecendo novas notícias, vale notar que Scott e eu nunca tivemos a oportunidade de escrever o esboço de ‘Multiverso da Loucura’, então o que quer que eles estejam trabalhando agora não é derivado de nosso trabalho”, ele explicou, num post no Twitter. Diretor do primeiro filme, Derrickson revelou em janeiro que não faria parte do segundo longa devido à “diferenças criativas”. Segundo ele, a decisão foi tomada de mútuo acordo. Atualmente, a Marvel negocia com Sam Raimi, diretor da primeira trilogia do Homem-Aranha, para assumir a função. A história de “Doctor Strange in The Multiverse of Madness” estava sendo escrita pela iniciante Jade Halley Bartlett, que escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. Mas, na semana passada, ela foi substituída por Michael Wardon, responsável pela vindoura série “Loki”, na Marvel, na plataforma Disney+ (Disney Plus). Since it keeps coming up in news stories, it's worth noting that Scott and I never had the opportunity to write a draft of MULTIVERSE OF MADNESS, so whatever they are working with now isn't derivative of our work. I am of course very excited to see where they take Stephen next. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) February 8, 2020
Disney contrata roteiristas para dar início à continuação de Aladdin
A Disney deu início ao projeto de filmar a continuação do blockbuster “Aladdin”. Segundo a revista Variety, o estúdio contratou John Gatins (“Power Rangers”) e Andrea Berloff (“Rainhas do Crime”) para desenvolver o roteiro da sequência. Os dois já foram indicados ao Oscar – ele por “O Vôo”, ela por “Straight Outta Compton”. O elenco do primeiro filme, encabeçado por Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott, deve voltar na continuação, respectivamente como Gênio, Aladdin e Jasmine, mas as negociações só vão começar após os produtores aprovarem o roteiro. Por enquanto, também não há nada definido a respeito do retorno do diretor Guy Ritchie. O estúdio planeja a sequência desde agosto do ano passado, quando o filme ultrapassou a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. A continuação será um lançamento de cinema, não um título da Disney+ (Disney Plus). A ressalva é importante, porque o longa animado original teve duas sequências lançadas diretamente em vídeo. A nova produção também não será baseada nas histórias desses produtos, mas numa ideia inédita, que por enquanto não está sendo detalhada. Ainda de acordo com as fontes da Variety, os produtores passaram seis meses discutindo ideias e se encontrando com roteiristas, até optarem pela premissa proposta por Gatins e Berloff. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Rick Moranis larga aposentaria por continuação de Querida, Encolhi as Crianças
O ator Rick Moranis vai abandonar a aposentadoria para voltar a atuar no novo filme da franquia “Querida, Encolhi as Crianças”. Assim como no longa clássico de 1989 e em suas continuações (de 1992 e 1997), ele vai interpretar o cientista Wayne Szalinski, que vive inventando tecnologias para “encolher” ou “esticar” objetos e causando confusões. A nova sequência vai girar em torno do filho do personagem de Moranis, que em sua versão adulta será interpretado por Josh Gad (“A Bela e a Fera”). Ele também se torna um cientista e, obcecado em repetir a experiência que o encolheu na infância, acaba repetindo o erro de seu pai e encolhe os próprios filhos. Recentemente, Moranis recusou convites para fazer participações em dois filmes derivados de outra franquia famosa de sua filmografia, a versão feminina de “Caça-Fantasmas” e a nova continuação, ainda inédita, que trará de volta os personagens originais. Ele se aposentou em 1997, logo após “Querida, Encolhi a Gente”, para cuidar das duas filhas após a morte da mulher, Ann Belsky, de câncer de mama. Desde então, fez apenas eventuais trabalhos de dublagem, como em “Irmão Urso” (2003), da Disney, e sua continuação para o mercado de home video, lançada em 2006. Intitulado apenas “Shrunk” (Encolhido, em português), o filme deverá ser dirigido pelo diretor do longa 1989, Joe Johnston, que hoje mais conhecido por “Capitão América: O Primeiro Vingador”. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
Loki: Gugu Mbatha-Raw entra na série da Marvel
A atriz inglesa Gugu Mbatha-Raw (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”) entrou na série “Loki”, atualmente em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus). A Marvel não revelou o papel da atriz, que vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, além de Owen Wilson (“Extraordinário”) e Sophia Di Martino (“Yesterday”) em papéis não identificados. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos. A atração tem roteiros de Michael Waldron (“Rick e Morty”), direção de Kate Herron (“Sex Education”) e produção de Kevin Feige, o chefão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A estreia está marcada para o começo de 2021 e sua trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Bilheterias: Estreia de Aves de Rapina fica muito abaixo das expectativas
A estreia de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” ficou em 1º lugar nos EUA e Canadá. Mas os números não foram o que a Warner planejava comemorar, quando investiu US$ 97,1 milhões em sua produção. O estúdio tinha como parâmetro o sucesso comercial de “Esquadrão Suicida”, que abriu com US$ 133 milhões em 2016. “Aves de Rapina” rendeu apenas US$ 33,2 milhões – cerca de 24% do que fez o primeiro longa com a Arlequina nos cinemas norte-americanos. Trata-se, ainda, da pior estreia de um filme de super-heróis da DC Comics desde o reboot de “Homem de Aço”, em 2013. Com 80% de aprovação, o filme foi aprovado pela crítica. O problema é que a crítica não é o público alvo deste tipo de produção. E os fanboys vêm reclamando de decisões do estúdio desde que o projeto foi anunciado. Pois agora, postumamente, os executivos resolveram tabular o que os fãs estão dizendo, porque todo prejuízo precisa ser justificado diante dos sócios do conglomerado. Entre as ponderações óbvias estão desde o título da produção até a escalação equivocada das novas personagens. Porque o filme não se chamou “Arlequina”, se ela era a única conhecida? Parece que deu certo para “Coringa”. A afobação da Warner em construir “universo cinematográfico” também pode ser identificada na premissa, que previa lançar uma franquia de “Aves de Rapina” paralela a novos filmes da Arlequina, mas que resultou num segundo “Liga da Justiça” – que, em vez de lançar spin-offs, virou fim de linha. As reclamações dos fãs sobre a escalação das intérpretes, que não refletem o perfil das personagens dos quadrinhos, jamais foram consideradas. Uma cineasta inexperiente, de repente, passou a ser apontada como contratação equivocada – mas não era até o fracasso. O tom indeciso, entre a comédia e a ação, também teria desapontado quem esperava mais de um ou do outro. Mas o estúdio, habituado em encontrar as desculpas habituais, deve apontar a classificação etária “R” (para maiores nos EUA) como grande motivo pelo fracasso. “Esquadrão Suicida” foi exibido para menores (PG-13). E a verdade é que não havia justificativa para produzir um derivado exclusivamente para maiores. Afinal, trata-se de um filme estrelado por uma personagem de desenho animado infantil e, ao contrário de “Coringa”, “Deadpool” ou “Logan”, sem nenhuma cena especialmente violenta ou sexual, apenas linguagem imprópria – um ou outro palavrão – que a dublagem nacional tende até a esconder. A Warner também vacilou na data de estreia, marcada para o fim de semana do Oscar, em que o público corre para ver os filmes indicados que, por qualquer motivo, ainda não conseguira assistir. Tanto é assim que o Top 10 resgatou até “Entre Facas e Segredos”, que já havia saído do topo do ranking – lançado em novembro passado! No mercado internacional, “Aves de Rapina” saiu-se um pouco melhor, elevando o total para US$ 81,2 milhões em todo o mundo. Mas como os cinemas chineses e de parte da Ásia estão fechados, devido ao coronavírus, o montante global não deve se tornar a “salvação” da balança comercial. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos EUA e Canadá – se preferir, clique também em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 33,2M Total EUA e Canadá: US$ 33,2M Total Mundo: US$ 81,2M 2. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 166,3M Total Mundo: US$ 336,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 132,5M Total Mundo: US$ 287,3M 4. Dolittle Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 63,9M Total Mundo: US$ 158,6M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 298,4M Total Mundo: US$ 768,4M 6. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 60,3M 7. Maria e João: O Conto das Bruxas Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ 13,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 140,7M Total Mundo: US$ 299,6M 9. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 102,6M Total Mundo: US$ 177,1M 10. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 510,5M Total Mundo: US$ 1B
Roteirista da série Loki vai reescrever Doutor Estranho 2
A Marvel resolveu recomeçar do zero a produção do próximo filme do Doutor Estranho. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, o roteirista Michael Waldron, da animação “Rick e Morty”, foi escolhido para reescrever “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura). Waldron concebeu o piloto da vindoura série “Loki”. E vale lembrar que Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, disse em novembro passado que essa série teria ligação com o novo longa do “Doutor Estranho” A contratação reforça teorias sobre o significado do título do filme. Como a existência de Loki resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? Além de Michael Waldron, o cineasta Sam Raimi, que realizou a primeira trilogia do Homem-Aranha nos cinemas, negocia com a Marvel assumir a direção do filme, em substituição a Scott Derrickson, afastado por “diferenças criativas”. Além de dirigir, Derrickson assinou o roteiro do primeiro “Doutor Estranho” com C. Robert Cargill, seu parceiro na franquia de terror “A Entidade”, e Jon Spaihts (“A Múmia”). Até a saída de Derrickson, a iniciante Jade Halley Bartlett era a encarregada da história da continuação. Ela escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. A inclusão de um novo diretor e um novo roteirista aponta uma reformulação bastante ampla na produção da Marvel. Entretanto, o prazo para isso é bastante escasso. O cronograma de produção prevê o início das filmagens para maio e o lançamento exatamente um ano depois, em maio de 2021. A data se encaixa num dominó de estreias, que inclui ainda a série “WandaVision”, em dezembro, e “Loki” no começo de 2021. Por sinal, a personagem Wanda, a Feiticeira Escarlate, está confirmada no filme do Doutor Estranho. O primeiro “Doutor Estranho” foi um sucesso comercial e de crítica quando estreou em 2016, arrecadando quase US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.
Claudia Leitte vai se fantasiar de Mulan no carnaval
A cantora Claudia Leitte vai bisar a parceria de marketing com a Disney para o carnaval deste ano. Após se fantasiar de Capitã Marvel no ano passado, ela vai aparecer de Mulan nos carnavais de São Paulo e Salvador. A própria artista divulgou a novidade em seu perfil no Instagram, usando uma hashtag para indicar que se trata de acordo publicitário. Ela deverá usar dois trajes inspirados na fábula da Disney, desenhados pelo estilista Yan Acioli em parceria com Israel Valentim. O primeiro esta previsto para debutar durante a participação de Claudia no Bloco Largadinho, em São Paulo, no dia 16 de fevereiro. Já o segundo traje deve ser mostrado em Salvador, no dia 25 de fevereiro, também no Bloco Largadinho. “Mulan” estreia um mês depois, em 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Mulan, a guerreira que luta com lealdade, coragem e verdade é uma das grandes mulheres inspiradoras que apresentaremos no #CarnavalClaudiaLeitte. Vocês estão prontos? #Mulan | #Publi Uma publicação compartilhada por Claudia Leitte (@claudialeitte) em 6 de Fev, 2020 às 6:18 PST
Sam Raimi negocia dirigir sequência de Doutor Estranho
O diretor Sam Raimi, que dirigiu a primeira trilogia do Homem-Aranha nos cinemas, pode voltar a comandar um filme de super-herói da Marvel. Ele abriu negociações com o estúdio comandado por Kevin Feige para substituir Scott Derrickson em “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura). A Marvel Studios confirmou em janeiro a saída de Derrickson por “diferenças criativas”, mas ele vai continuar no projeto como produtor executivo. Como o filme manteve seu cronograma, com início das filmagens em maio deste ano e lançamento em maio do ano que vem, a Marvel corre para definir o substituto. Caso tope, será a estreia de Raimi num longa produzido pela Marvel Studios, já que os primeiros Homem-Aranha foram lançamentos exclusivos da Sony. Tanto Raimi quanto Derrickson tem passado ligado ao cinema de terror, mas Raimi é mais conhecido por injetar humor em suas histórias aterrorizantes. Mais interessado em desenvolver sua própria produtora nos últimos anos, Raimi não dirige um filme desde 2013, quando lançou “Oz: Mágico e Poderoso”, uma fábula da Disney, justamente a dona da Marvel. O primeiro “Doutor Estranho” foi um sucesso comercial e de crítica quando estreou em 2016, arrecadando quase US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.
Os Novos Mutantes: Novo pôster reforça clima de terror do filme de super-heróis
A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster de “Os Novos Mutantes”, em que os personagens aparecem sombrios, reforçando o clima de terror do longa. Este é o segundo cartaz consecutivo após uma pausa de dois anos na divulgação do longa, interrompida em dezembro de 2017. Consta que, após as primeiras sessões de teste, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos, nem a compra do estúdio pela Disney, que colocou esses planos no limbo. Até agora não se sabe se as refilmagens realmente aconteceram. A produção original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e o elenco ainda inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A direção é de Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e a estreia está marcada para 2 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












