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    SpaceCamp: Disney+ (Disney Plus) fará remake do filme que lançou a carreira de Joaquin Phoenix

    12 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um remake do filme infantil “SpaceCamp: Aventura no Espaço” (1986). Os roteiristas Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) foram contratados para atualizar a trama dos anos 1980, que ganhará uma nova versão para a era do streaming. O filme original acompanhava um grupo de adolescentes que frequentava um acampamento de astronautas perto de Cabo Canaveral, na Flórida. Ao visitar o interior de um ônibus espacial durante um teste de rotina da NASA, o grupo se vê numa situação de vida ou morte quando é lançado acidentalmente no espaço. Eles devem trabalhar juntos para preservar oxigênio, navegar e pousar o ônibus de volta aos EUA. A maior curiosidade da produção original estava em seu elenco. Além de reunir protagonistas famosos dos anos 1980, como Lea Thompson (a heroína de “De Volta para o Futuro”), Kate Capshaw (“Indiana Jones no Templo da Perdição”) e Kelly Preston (de “Christine, o Carro Assassino” e “Irmãos Gêmeos”), a aventura juvenil marcou a estreia no cinema de um adolescente de 12 anos chamado Leaf Phoenix, que os fãs de “Coringa” conhecem por outro nome: Joaquin Phoenix. A produção não foi um sucesso de bilheterias, mas apesar das críticas negativas (45% no Rotten Tomatoes) há quem defenda que o problema não estava no filme e sim em seu timing. Ele foi lançado poucos meses após o desastre do ônibus espacial Challenger, em 1986. O remake de “SpaceCamp” é o terceiro roteiro que a Disney+ (Disney Plus) encomenda para Day e Seidell. Eles escreveram o reboot de “Esqueceram de Mim”, que será estrelada por Archie Yates (de “Jojo Rabbit”), e já estão trabalhando num novo “Inspetor Bugiganga”.

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    1917 lidera bilheteria dos EUA após vencer Globo de Ouro

    12 de janeiro de 2020 /

    O espetáculo de guerra do diretor Sam Mendes, “1917”, assumiu o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, capitalizando a divulgação de sua vitória no Globo de Ouro, no fim de semana passado. Único filme que poderia se beneficiar financeiramente da exposição televisiva do prêmio da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, “1917” faturou US$ 36,5 milhões entre sexta e domingo (12/01) nos Estados Unidos e Canadá, consagrando o planejamento bem realizado de suas estratégias de marketing e distribuição. Originalmente lançado em circuito limitado durante o Natal, para se qualificar à temporada de premiações, o filme da 1ª Guerra Mundial esperou o resultado do Globo de Ouro para ampliar seu circuito. E o cronograma se provou acertado. “1917” transformou sua vitória em impulso para superar o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que após liderar o ranking por três semanas, caiu para o 2º lugar. “1917” também conquistou US$ 19 milhões com lançamento em mais de 30 países e críticas bastante positivas, que lhe deram uma média de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção da Universal agora aguarda as indicações ao Oscar, que serão conhecidas na segunda (13/1), para avançar em novos territórios. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, no dia 23 de janeiro. A semana ainda registrou duas estreias com ampla distribuição, a comédia “Like a Boss”, sem previsão para o Brasil, e a sci-fi “Ameaça Profunda”, que chegou aos cinemas brasileiros também neste fim de semana. Ambos decepcionaram nas bilheterias e foram destruídos pela crítica, mas só um deles era uma superprodução milionária. “Ameaça Profunda” afundou com apenas US$ 7 milhões nas bilheterias norte-americanas, ocupando a 7ª posição. No mundo inteiro, foram US$ 14 milhões. Mas custou em torno de US$ 80 milhões para ser produzido. O resultado representa o terceiro fracasso consecutivo estrelado pela atriz Kristen Stewart nas últimas semanas. Lançado há exatamente dois meses, o reboot de “As Panteras” somou, ao todo, US$ 17,7 milhões nos EUA e Canadá. E “Seberg”, que completa um mês em circuito limitado, nem sequer contabilizou bilheteria suficiente para entrar em qualquer ranking, muito menos transformar a atriz em candidata a prêmios, como alguns sonharam. Estes fracassos podem ter impacto negativa na carreira da jovem estrela, afastando-a do protagonismo de Hollywood. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. 1917 Fim de semana: US$ 36,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,2M Total Mundo: US$ 60,4M 2. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 15M Total EUA e Canadá: US$ 478,1M Total Mundo: US$ 989,5M 3. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 257,1M Total Mundo: US$ 632,5M 4. Like a Boss Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 5.

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    Segundo imprensa britânica, Meghan Markle vai dublar desenho da Disney

    11 de janeiro de 2020 /

    Poucos dias depois de o príncipe Harry e Meghan Markle anunciarem sua saída do círculo de membros seniores da família real, a mídia britânica noticiou que a duquesa de Sussex assinou um contrato de dublagem com a Disney. Segundo o jornal Times, o cachê do projeto será uma doação em dinheiro à ONG Elephants Without Borders, instituto que visa combater a caça ilegal de elefantes. O acordo, ainda segundo o jornal, estava sendo acertado entre as partes desde o fim de dezembro, pouco antes do Natal. No trabalho, Meghan, que atuava como atriz, vai colocar a sua voz em um filme ainda não divulgado pela Disney – também não há previsão de quando ele será lançado. Na quarta-feira (8/1), os duques de Sussex, Harry e Meghan, anunciaram que passarão por uma “transição” em 2020: o casal pretende abrir mão dos privilégios que carregam como membros da família real britânica e se tornar “financeiramente independente”. “Após muitos meses de reflexão e discussões internas, optamos por fazer uma transição este ano, começando a desempenhar um novo papel. Pretendemos renunciar como membros da Família Real e trabalhar para nos tornar financeiramente independentes, enquanto continuamos a apoiar totalmente Sua Majestade a Rainha”, disseram os dois, em publicação oficial. A decisão foi atacada pela imprensa britânica e batizada de “Megxit”, numa tentativa de culpar Meghan Markle pela ruptura na família real. Já a escritora Afua Hirsch, colunista do jornal americano New York Times, avaliou que esse ataque também podia ser resumido com uma palavra: “racismo”.

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  • Série

    Criadora de Lizzie McGuire é afastada do revival

    10 de janeiro de 2020 /

    Uma das séries mais antecipadas da Disney+ (Disney Plus), o revival de “Lizzie McGuire”, perdeu sua showrunner Terri Minsky. A produtora e criadora da série original deixou o revival após a gravação de dois episódios. Em comunicado oficial, a Disney informou que a saída de Minsky se deu pelos famosos “conflitos criativos”. Houve uma mudança de perspectiva sobre a produção da série após o estúdio perceber o tamanho da expectativa do público em relação à estreia. “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série”, disse um porta-voz da Disney ao site TVLine. “Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. Minsky também estava ligada ao revivel como produtora executiva, mas atualmente não está claro se ela continuará nesse papel. A busca por um novo showrunner está em andamento. Todo o elenco central estava confirmado na série – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Uma coisa é certa: a personagem, que tinha 14 anos quando “Lizzy McGuire” foi lançada no Disney Channel em 2001, voltará às telas com mais de 30 anos de idade.

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  • Filme

    Continuação de Doutor Estranho perde diretor

    10 de janeiro de 2020 /

    O cineasta Scott Derrickson, diretor de “Doutor Estranho”, deixou o comando do segundo filme, “Doctor Strange: In The Multiverse of Maddness”. Ele informou sua saída do projeto no Twitter, citando “diferenças criativas” com a Marvel Studios. Segundo Derrickson, a decisão foi tomada de mútuo acordo. Além disso, apesar de não continuar mais como diretor, será mantido como produtor-executivo no longa. Essa não é a primeira vez que a Marvel tem “diferenças criativas” com um de seus diretores. Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) e Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) não conseguiram trabalhar com Kevin Feige, respectivamente em “Thor: O Mundo Sombrio” e “Homem-Formiga”. Ambos foram demitidos de seus projetos por conta de suas visões diferentes. A Marvel ainda não anunciou um substituto para Derrickson, nem se haverá mudanças no cronograma de produção e lançamento da sequência de “Doutor Estranho”, que contará com a volta de Benedict Cumberbatch ao papel do Mago Supremo e terá participação da Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, após a série “Wandavision”. A estreia ainda está marcada para maio de 2021. Marvel and I have mutually agreed to part ways on Doctor Strange: In the Multiverse of Madness due to creative differences. I am thankful for our collaboration and will remain on as EP. — N O S ⋊ Ɔ I ᴚ ᴚ Ǝ ᗡ ⊥ ⊥ O Ɔ S (@scottderrickson) January 10, 2020

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  • Série

    Willow: Roteirista anuncia começo de trabalho na série derivada do filme dos anos 1980

    8 de janeiro de 2020 /

    O roteirista Jonathan Kasdan revelou no Twitter que já começou a trabalhar na série de “Willow”, produção da plataforma do Disney+ (Disney Plus) que adapta a clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. “O escritório está aberto”, escreveu Kasdan, compartilhando a foto de um chapéu estampado com a imagem do personagem-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard disse que é produtor da série e que seus planos incluíam trazer de volta o ator Warwick Davis, intérprete original de Willow, para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard. O projeto será sua segunda parceria com o roteirista Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars” junto de seu pai, o célebre Lawrence Kasdan (roteirista de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “Os Caçadores da Arca Perdida”). Ainda não existe uma previsão de estreia para a série. The office is open. pic.twitter.com/wty5ENi3He — Jon Kasdan (@JonKasdan) January 6, 2020

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  • Filme

    Avatar 2 revela artes conceituais com novas criaturas e paisagens do planeta Pandora

    7 de janeiro de 2020 /

    O Twitter oficial de “Avatar” divulgou artes conceituais da produção do segundo filme da franquia. As artes da continuação do longa de 2009 apresenta novas paisagens do planeta fictício de Pandora, destacando a presença da água no local, que terá função importante na trama, ainda mantida a sete chaves pelo estúdio. Além das paisagens, é possível ver os Na’vi, os alienígenas do planeta. Numa das imagens, os protagonistas Jake e Neytiri aparecem olhando o oceano. Em outra, vários membros da raça alienígena surgem montados em banshees, voando sobre as águas em direção a uma ilha formada por árvores de raízes enormes. Mas a mais curiosa traz os Na’Vi montando criaturas marinhas inéditas na franquia. Com direção de James Cameron, Avatar 2 contará com o retorno da maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald – e ainda terá muitas novidades em seu elenco, como Kate Winslet (voltando a trabalhar com o diretor após “Titanic”), Edie Falco (“Nurse Jackie), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” foi a maior bilheteria de todos os tempos durante dez anos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo – até ser ultrapassado em 2019 por “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões). “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2021, agora com produção da Disney, que comprou a Fox. In the #Avatar sequels, you won’t just return to Pandora — you’ll explore new parts of the world. Check out these brand new concept art pieces for a sneak peek at what’s to come. pic.twitter.com/bfZPWVa7XZ — Avatar (@officialavatar) January 7, 2020

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  • Série

    Diary of a Future President: Nova série da Disney+ (Disney Plus) ganha primeiro trailer

    7 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Diary of a Future President”, série que traz Gina Rodriguez, a estrela de “Jane the Virgin”, no papel de Presidente dos EUA. A prévia apresenta claramente a premissa, ao mostrar a presidente Elena (Gina) folhando seus diários de adolescente para recordar como era sua vida 28 anos antes de assumir o cargo. A partir daí, a produção acompanha a menina Elena (vivida pela estreante Tess Romero) em sua fase de descobertas – do primeiro amor, da primeira grande amizade e até do primeiro namorado de sua mãe – , numa trama típica de comédia teen, com o diferencial de que a protagonista vai virar presidente dos EUA quando crescer. Criação de Ilana Peña (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série terá 10 episódios em sua temporada inaugural e ainda destaca em seu elenco Selenis Levya (a Gloria de “Orange Is the New Black”) como mãe da protagonista, Michael Weaver (“The Real O’Neals”) como o candidato a padrasto e o estreante Charlie Bushnell como o irmão mais velho. Além de estrelar, Rodriguez também dirige o episódio inaugural e produz a série, que estreia em 17 de janeiro nos EUA. A plataforma Disney+ (Disney Plus) deve chegar ao Brasil ainda em 2020, mas não marcou data para seu lançamento, devido a indefinições na legislação brasileira.

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    Ex-Batman, Christian Bale negocia papel no novo filme de Thor

    6 de janeiro de 2020 /

    Christian Bale pode estar planejando uma volta aos filmes de super-herói. Após viver Batman em três adaptações dos quadrinhos da DC Comics, ele está cotado para estrear na Marvel. O site Collider apurou – e o Hollywood Reporter confirmou – , que Bale negocia um papel em “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão), o quarto filme solo do herói Thor. A Marvel não comentou a notícia e o papel de Bale é um mistério. Caso a negociação seja bem-sucedida, ele será o segundo Batman a virar ator da Marvel. Michael Keaton, que viveu o herói da DC em dois longas entre 1989 e 1992, já apareceu como vilão em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em 2017. Novamente dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnorok”), o próximo filme do Deus do Trovão será baseado num arco de quadrinhos em que Thor Odinson se revela indigno para levantar o Mjölnir – depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster vira a nova portadora do martelo encantado, escolhida por seu altruísmo e dedicação em salvar vidas (nos quadrinhos, como médica), tornando-se a Poderosa Thor. Neste contexto, não está descartada a possibilidade de Bale “aparecer” como Bill Raio Beta, um alienígena que também assume a identidade de Thor nos quadrinhos. Neste caso, o papel pode ser de captura de performance ou simples dublagem, já que o personagem não tem aparência humana. O elenco vai trazer de volta Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, além de manter a participação de Tessa Thompson como Valquíria. A estreia de “Thor: Love and Thunder” está marcada para outubro de 2021.

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    Os Novos Mutantes: Trailer confirma clima de terror na última adaptação da Marvel feita pela Fox

    6 de janeiro de 2020 /

    A Fox divulgou o aguardado segundo trailer de “Os Novos Mutantes”, adaptação de quadrinhos que tinha caído no limbo após a compra do estúdio pela Disney. A prévia chega dois anos após o lançamento do primeiro trailer. E, de forma frustrante, continua a ser considerada uma produção separada da Marvel, apesar do logo do estúdio aparecer rapidamente no meio do vídeo – como acontecia nos filmes dos “X-Men”, da Fox. Apesar dos problemas, a prévia é empolgante, combinando história de super-heróis com clima de filme de terror, como o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) prometia. Não se sabe se as refilmagens prometidas aconteceram, já que o vídeo explora a situação dos personagens em clima claustrofóbico. Eles aparecem numa clínica, após o despertar de seus poderes causarem mortes acidentais, mas logo desconfiam que na verdade estão presos e não sendo tratados. E algo terrível ronda aquele lugar. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além desses personagens de carne e osso, o trailer apresenta o grande vilão da trama, uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra a heroína Miragem. No trailer, enfrenta Magia, que aparece com sua espada de energia – numa cena para deixar os fãs dos quadrinhos animados. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Frozen 2 supera primeiro filme nas bilheterias mundiais

    5 de janeiro de 2020 /

    “Frozen 2” continua lotando cinemas em todo o mundo. Embora tenha sido lançado no Brasil apenas na quinta passada (2/1), a produção da Disney superou neste fim de semana a bilheteria mundial do primeiro filme. Ao todo, “Frozen 2” já soma US$ 1,325 bilhão de arrecadação global, bem mais que o montante de US$ 1,274 bilhão do longa de 2013. Segundo a Disney, esta façanha é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Mas não é exatamente assim. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Vale lembrar que o indicado ao Globo de Ouro 2020 na categoria de Melhor Animação nem sequer usa captura de performance para dar vida aos animais falantes, criados inteiramente por computador em sua produção. Por mais foto-realista que seja sua tecnologia, a única cena real de “O Rei Leão” são alguns segundos que apresentam a savana africana logo em sua abertura. E se 99,9% do filme é animado… O recorde de maior bilheteria de animação, de “O Rei Leão”, é de US$ 1,656 bilhão. Na verdade, esta “polêmica” não passa de uma questão “interna” da Disney, que discute consigo mesma como celebrar seu sucesso impressionante em 2019. Ao todo, o estúdio teve seis filmes bilionários em 2019, um recorde nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Como se não bastasse, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” ainda vai aumentar nos próximos dias esse número para sete – a bilheteria é considerada pelo ano do lançamento. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker já se aproxima de US$ 1 bilhão nas bilheterias

    5 de janeiro de 2020 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” lidera as bilheterias da América do Norte – e do mundo – pela terceira semana consecutiva. Apesar da reprovação da crítica e de informações sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm, o longa já superou os US$ 450 milhões em arrecadação doméstica e está prestes a atingir US$ 1 bilhão de faturamento mundial. Ao todo, sua soma global está em US$ 918,7 milhões. Outras marcas importantes foram registradas no Top 5. Em 2º lugar, “Jumanji: Próxima Fase” ultrapassou os US$ 600 milhões de ingressos vendidos em todo o mundo. E “Frozen 2”, atualmente em 5º, somou US$ 1,3 bilhão e deixou para trás o montante mundial do primeiro longa. Segundo a Disney, a façanha de “Frozen 2” é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Só que não. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Saiba mais sobre estes números e a polêmica aqui. Para completar a discussão de recordes, a semana ainda teve um desempenho que gera preocupação. Em meio à programação repleta de blockbusters, a Sony arriscou lançar um filme de terror. E mesmo sendo a única estreia da semana na América do Norte, o reboot de “O Grito” provou-se um grande fiasco. Após ser destruído pela crítica (17% no Rotten Tomatoes) e receber a pior nota possível do público (F no CinemaScore), “O Grito” abriu em 4º lugar com US$ 11,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Sem assustar ninguém, o filme ainda bateu o recorde negativo de abertura da franquia no mercado norte-americano, abaixo até do lançamento fracassado de “O Grito 2”, em 2006. O estúdio não revelou o orçamento da produção, mas o site Deadline apurou que ela não custou menos de US$ 10 milhões, o que significa que, mesmo barato, pode dar prejuízo financeiro. Mais um para a Sony, que aumenta as dívidas geradas em outras tentativas de reviver franquias desgastadas, como “Homens de Preto” e “As Panteras”. Não foi por acaso que a empresa decidiu priorizar um novo longa do Homem-Aranha, mesmo que esta decisão tenha lhe rendido mais perdas em outro projeto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 33,7M Total EUA e Canadá: US$ 450,7M Total Mundo: US$ 918,7M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26.5M Total EUA e Canadá: US$ 236,2M Total Mundo: US$ 610,2M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 60M Total Mundo: US$ 80,4M 4. O Grito Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 17,1M 5. Frozen 2 Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 449,8M Total Mundo: US$ 1,3M   6. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 46,7M Total Mundo: US$ 88,8M 7. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 130,2M Total Mundo: US$ 247,4M 8. Joias Brutas Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,8M Total Mundo: US$ 36,8M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 24,5M Total Mundo: US$ 25M 10. Cats Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 57M

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    Dominic Monaghan confirma cortes extensos em A Ascensão Skywalker e pede versão do diretor

    4 de janeiro de 2020 /

    O ator Dominic Monaghan, que teve um papel pequeno e sem sentido em “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, confirmou rumores que circulam sobre a existência de uma versão muito diferente do filme. Ele afirmou que várias cenas filmadas não chegaram à edição final, exibida nos cinemas. “Como muitos fãs de ‘Star Wars’, espero que haja uma edição do diretor, para que possamos ver mais coisas que foram filmadas”, disse Monaghan em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Eu não estava lá o tempo todo, mas mesmo no curto espaço de tempo em que estive [no set], havia muitas coisas sendo filmadas que não chegaram à versão do cinema… Ah, cara, foi muita coisa.” Ele revelou que algumas dessas cenas incluíam a personagem Rose Tico, vivida por Kelly Marie Tran. A atriz teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração – , após sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Monaghan descreveu em detalhes uma cena cortada. “Na batalha final, Connix [interpretada por Billie Lourd] fere sua perna. Obviamente, eu e Rose e Connix estamos saindo da batalha, e Rose tem uma arma. Enquanto Rose está ocupada fazendo coisas, eu agarro o braço de Connix e o coloco por cima do ombro para ampará-la e garantir que todos nós possamos escapar ilesos”. Segundo os boatos que surgiram num fórum do Reddit, o filme exibido nos cinemas é muito diferente da versão idealizada pelo diretor J.J. Abrams. As alegações, na base de “fontes” não identificadas, surgiram praticamente como reação às críticas negativas recebidas pelo filme. Com a confirmação de Monaghan, a noção de que existe um “J.J. Cut” deixa de ser teoria de conspiração para ganhar a dimensão de um vazamento calculado de informação confidencial, que teria o objetivo de reverter as opiniões contrárias ao trabalho Abrams e/ou demonstrar – mais uma vez – a precariedade das tomadas de decisões de Kathleen Kennedy à frente da Lucasfilm. Fãs já foram ao Twitter lançar a hashtag #ReleaseTheJJCut, numa iniciativa similar à campanha pelo “Snyder Cut”, a edição de “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder. Quem espalhou a informação do “J.J. Cut” foi um usuário do Reddit identificado como Egoshoppe, que foi bastante claro em sua missão, ao dizer que recebeu os detalhes de uma “fonte que trabalhou na produção” e que “quer que as pessoas saibam o quanto a Disney ferrou J.J. Abrams”. Segundo Egoshoppe, o diretor não teve a liberdade criativa prometida pela Lucasfilm. Ele “ficou arrasado e foi pego de surpresa” com as mudanças feitas pelo estúdio, que incluiriam cortes e regravações de passagens de áudio. Cenas como o desfecho seriam completamente diferentes – maior e sem beijo entre os protagonistas – , além de incluírem mais Rose Tico e a exploração do afeto homoafetivo entre Poe (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega). A versão original que J.J. apresentou ao estúdio em novembro teria 3h02 de duração. Ao contrário da Marvel, que apoiou a exibição de 3h01 de “Vingadores: Ultimato”, que bateu recorde mundial de arrecadação, a Lucasfilm pressionou por cortes e Abrams “hesitantemente” teria concordado em reduzir o filme para 2h37. Mas a edição que chegou aos cinemas foi ainda mais curta, com 2h22. O misterioso Egoshoppe garante que a versão de 3 horas existe completa e pronta para ser divulgada, mas só deve ver a luz se for vazada – ou, de forma subentendida, se houver mudanças no comando da Lucasfilm.

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