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    Fotos de novo filme revelam primeiros príncipes negros da Disney

    23 de abril de 2020 /

    A Disney divulgou o pôster e fotos de “Secret Society of Second Born Royals”, que vai mostrar os primeiros príncipes negros do estúdio num filme live-action. O ator Niles Fitch, conhecido por viver a versão adolescente de Randall em “This Is Us”, mostrou que está orgulhoso do pioneirismo. “Deem as boas vindas ao primeiro príncipe negro da Disney”, ele escreveu no Twitter, ao postar sobre o filme. Ele é o intérprete do príncipe Tuma. Mas o detalhe é que não é o único príncipe negro escalado na produção, que deve estrear ainda em 2020 na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Faly Rakotohavana (“A Casa de Raven”) e, em papel menor, Jadiel Dowlin (“Ana e Os Robôs”) serão outros nobres de melanina acentuada no filme, respectivamente os príncipes Matteo e Bryson. Em “Secret Society of Second Born Royals”, eles serão colegas da protagonista Sam (Peyton Elizabeth Lee, a “Andi Mack”), que entra para um programa de treinamento especial para jovens membros de famílias reais, cuja missão é salvar o mundo. Sim, na verdade é uma fantasia de princesas. O elenco da produção ainda inclui jovens talentos como Ashley Liao (“Fuller House”) e a australiana Olivia Deeble (da novela “Home and Away”) como princesas, enquanto Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) vive um dos professores e Elodie Yung (a Elektra de “Demolidor”) como rainha. “Secret Society of Second Born Royals” foi escrito por Alex Litvak (“Predadores”) e Andrew Green (“Hannah Montana”) e tem direção de Anna Mastro (da série “The Bold Type”). Vale lembrar que a Disney já mostrou um príncipe negro nos cinemas, só que numa animação: o príncipe Naveen, em “A Princesa e o Sapo” (2009). Ironicamente, ele foi dublado por um ator branco de olhos azuis, embora os americanos prefiram chamar o brasileiro Bruno Campos de latino.

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  • Série

    Criadora de Boneca Russa desenvolve série live-action de Star Wars com heroínas femininas

    22 de abril de 2020 /

    A Disney está mesmo decidida a criar um universo televisivo de séries derivadas de “Star Wars”. O estúdio confirmou nesta semana um novo projeto para Leslye Headland, cocriadora da série “Boneca Russa” (Russian Doll) da Netflix. Sem detalhes revelados, a nova série será ambientada em uma parte diferente da linha temporal da franquia e focará personagens femininas. Headland deve ser a showrunner e roteirista da atração. Ainda em fase de desenvolvimento, não há outros nomes confirmados para a equipe ou elenco. O acordo, na verdade, foi concluído há vários meses e Headland até assistiu à première de Los Angeles de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Esse não é o único projeto televisivo de “Star Wars” em desenvolvimento. Após o sucesso de “The Mandalorian”, que virou o carro-chefe do Disney+ (Disney Plus), a plataforma também vai lançar séries focadas em Cassian Andor, o personagem de Diego Luna em “Rogue One”, e Obi-Wan Kenobi, que marcará a volta de Ewan McGregor ao papel que desempenhou na trilogia intermediária da franquia. Não por acaso, o dirigente criativo da Disney, Bob Iger, afirmou que o futuro de “Star Wars” serão séries: “A prioridade nos próximos anos está na televisão”. Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses projetos, já que todas as produções estão paralisadas devido à pandemia do novo coronavírus, mas a 2ª temporada de “The Mandalorian” tem lançamento marcado para outubro em streaming. A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chega ao Brasil neste mesmo período.

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  • Filme

    The Mandalorian é renovada para a 3ª temporada

    22 de abril de 2020 /

    “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, foi renovada para a 3ª temporada. Segundo a revista Variety, a pré-produção do terceiro ano da série da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) já começou, meses antes da estreia do segundo ano. Isto já tinha acontecido entre a 1ª e a 2ª temporada, embora a confirmação oficial da renovação anterior tenha demorado para ser oficializada. De acordo com as fontes da Variety, o criador Jon Favreau já está escrevendo o terceiro ano “há algum tempo”, e o departamento de arte da Lucasfilm começou a desenvolver conceitos visuais para os novos episódios nas últimas semanas. Carro-chefe da plataforma Disney+ (Disney Plus), “The Mandalorian” foi uma das poucas séries que conseguiu finalizar suas filmagens antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus. Desde então, foi divulgado que os atores Rosario Dawson (“Luke Cage”) e Michael Biehn (“Exterminador do Futuro”) aparecerão entre o elenco do segundo ano. Além disso, a atração também terá a companhia de uma série documental sobre seus bastidores. Intitulada “Disney Gallery: The Mandalorian”, o programa será um grande “making of” de oito capítulos, repleto de entrevistas com elenco e equipe, além de trazer cenas inéditas, com apresentação do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”. A série se passa entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e acompanha as venturas do personagem-título (vivido por Pedro Pascal), um caçador de recompensas que resolve desafiar ex-integrantes do Império para salvar “a criança”, personagem que os fãs batizaram de “Baby Yoda” e que virou um fenômeno de consumo popular. A estreia da 2ª temporada segue prevista para outubro. Mas o Disney+ (Disney Plus) enfrenta grande carência de material inédito por conta da interrupção das produções como precaução contra o novo coronavírus.

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  • Filme

    Diretor revela primeira imagem de bastidores da produção de Shang-Chi, da Marvel

    20 de abril de 2020 /

    O diretor de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”, Destin Daniel Cretton, revelou a primeira foto de bastidores do elenco, capturada antes da paralisação da produção devido à pandemia do novo coronavírus. Na imagem, o ator Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) , que interpreta Shang-Chi, aparece ao lado de Awkwafina (“A Despedida”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). “Esta foi nossa última saída juntos antes do Corona socar o mundo na cara”, escreveu o diretor na legenda da foto. As filmagens, que tinham começado em março, foram interrompidas devido à pandemia de coronavírus, e Cretton chegou a ser isolado e testado para a covid-19. Apesar do susto, o resultado foi negativo. A adaptação dos quadrinhos de “Shang-Chi”, também conhecido como o Mestre do Kung Fu, é a primeira superprodução da carreira do diretor, que recentemente assinou o drama jurídico “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”). Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Após mudanças no cronograma de lançamentos da Disney, a estreia do filme ficou para 29 de abril de 2021 no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Pre-covid hang with @awkwafina, @simuliu & the legend Tony Leung. This was our last night out before Corona punched the world in the face. Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em 17 de Abr, 2020 às 10:32 PDT

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  • Filme

    Novo trailer de Artemis Fowl revela data da estreia em streaming

    17 de abril de 2020 /

    A Disney divulgou novos pôster e trailer de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, destacando as mudanças de data de estreia e local de exibição, agora na plataforma de streaming do estúdio. A superprodução, que chegaria nos cinemas em maio, agora será disponibilizada em 12 de junho na Disney+ (Disney Plus). Repleto de efeitos visuais, “Artemis Fowl” é baseado em best-sellers do escritor Eoin Colfer e vinha sendo considerado uma espécie de “Harry Potter” da Disney. Mais que um protagonista com a idade do bruxinho e uma trama envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas as comparações ficam nisso, já que o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresenta a “origem” da saga, mas a prévia atenua várias características do protagonista, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Em contraste com os livros, os vídeos da produção sugerem que ele é um herói que herda a missão de salvar o mundo de criaturas mágicas, e suas ações são motivadas pelo nobre objetivo de libertar o pai, sequestrado por um inimigo misterioso. O elenco grandioso demonstrava a ambição da Disney em relação à franquia, ao incluir Colin Farrell (“Dumbo”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“Cats”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolveu um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein, condenado por crimes sexuais. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para um empresário árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood, até ir parar na cadeia. Logo que a polêmica estourou, a Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme orçado em US$ 125 milhões vai sair diretamente em streaming, tornando-se a produção mais cara já realizada para a plataforma Disney+ (Disney Plus).

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  • Música

    Astros de High School Musical, Beyoncé e Ariana Grande se juntam em musical da Disney. Veja os clipes

    17 de abril de 2020 /

    A rede americana ABC apresentou na noite de quinta (16/4) um especial musical chamado “Disney Family Singalong”, em que astros famosos da Disney interpretam hits do repertório do estúdio. Vários clipes do evento foram disponibilizados no YouTube e podem ser vistos abaixo. Um dos maiores destaques foi a canção que reuniu o elenco original de “High School Musical”, via telechamada. Os protagonistas da famosa franquia cantaram juntos – remotamente – o clássico “We’re All in This Together”, que virou uma espécie de hino da quarentena nos EUA. Todos, menos Zac Efron, que já tinha faltado em outra live de reencontro da turma. Desta vez, ao menos, ele apareceu para apresentar a performance dos colegas – dizem que Efron não é realmente um bom cantor e, corre o boato, teria sido dublado nos telefilmes. Ashley Tisdale, Vanessa Hudgens, Monique Coleman, Lucas Grabeel, Corbin Bleu e o diretor Kenny Ortega representaram a franquia clássica, e foram acompanhados na interpretação coletiva pelos atores da nova série baseada na atração original, “High School Musical: The Musical: The Series”, além de integrantes de “Descendentes” e “As Visões da Raven”. “Disney Family Singalong” também teve participação musical das estrelas Ariana Grande, Christina Aguilera, Demi Lovato, Josh Groban e Beyoncé, além da dupla de Josh Gad e Luke Evans, vilões de “A Bela e a Fera”, e Darren Criss, como representante de “Glee” (a Disney comprou a Fox, né?). Embora não tenha estrelado uma série da Disney, Beyoncé possui ligação com o estúdio por meio do remake de “O Rei Leão”. Por sua vez, Ariana, que cantou uma música da animação “Hércules”, começou sua bem-sucedida carreira em 2010 como atriz de “Victorious” e seu spin-off “Sam & Cat”. Já Demi Lovato estrelou dois telefilmes “Camp Rock” com os Jonas Brothers e sua própria série, “Sunny Entre Estrelas” (Sunny with a Chance). Josh Groban cantou em “A Bela e a Fera” e também atuou nos dois filmes de “Os Muppets” da era Disney. Para completar, Christina Aguilera, além de cantar nas duas versões de “Mulan”, foi revelada no programa do “Clube do Mickey” – junto com Britney Spears, Justin Timberlake e os atores Keri Russell e Ryan Gosling, nos anos 1990. Veja abaixo o clipe da versão de quarentena de “We’re All in This Together” e demais destaques do especial musical da Disney.

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  • Filme

    Stellan Skarsgard negocia estrelar nova série live-action de Star Wars

    16 de abril de 2020 /

    A nova série live-action de “Star Wars”, derivada do filme “Rogue One”, começou a definir seu elenco. De acordo com a revista Variety, os atores Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”) e Kyle Soller (da série “Poldark”) negociam para se juntar a Diego Luna, que encabeçará a atração, revivendo Cassian Andor, seu personagem do filme de 2016. Ainda sem título definido, a série será um prólogo de “Rogue One” e, além de Luna, também deverá trazer de volta Alan Tudyk para reprisar a dublagem da voz do robô K-2SO. Os papéis remanescentes são desconhecidos. Tony Gilroy, co-roteirista de “Rogue One” e diretor “secreto” das refilmagens do longa de 2016, foi contratado para escrever e dirigir a série, e trabalhará ao lado do showrunner Stephen Schiff (“The Americans”). A trama mostrará a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados no filme recente. Em termos de cronologia, a história também vai se passar antes do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), mas depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma, diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus.

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  • Série

    The Mandalorian vai ganhar série documental

    15 de abril de 2020 /

    A série “The Mandalorian”, que se tornou um fenômeno popular em seu lançamento na plataforma Disney+ (Disney Plus) no ano passado, vai ganhar uma série documental. Intitulada “Disney Gallery: The Mandalorian”, o programa será um grande “making of” da primeira série live-action do universo “Star Wars”, dividido em oito capítulos, repleto de entrevistas com elenco e equipe, além de registros inéditos dos bastidores, tudo com apresentação do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”. “Nós tivemos uma experiência incrível fazendo a 1ª temporada e mal podemos esperar para mostrar aos fãs como foi”, comentou Favreau sobre o projeto. Parte desse material, porém, já foi visto pelos fãs no canal oficial de “Star Wars” no YouTube, onde vídeos dos bastidores foram revelados, com destaque para a tecnologia revolucionária utilizada na produção, que possibilitou a gravação dos cenários de outros mundos da trama em tempo real, junto com a performance dos atores. O segredo foi cercar a parede do estúdio com um vídeo gigante de LED semicircular, que ancorou todas as locações interplanetárias de forma realista. Graças a essa inovação, a série aposentou os fundos azuis, que costumam tapar as paredes dos estúdios para marcar o espaço dos efeitos visuais, acrescentados na pós-produção. A técnica também aprimora enormemente o desempenho dos atores, que não precisam mais preencher cenários vazios com suas imaginações. Em vez disso, eles podem ver os ambientes digitais exatamente como vão aparecer na tela e interagir naquele espaço com maior realismo durante suas interpretações. Mais de 50% da 1ª temporada de “The Mandalorian” foi registrada com ajuda da parede de vídeo de LED semicircular, combinando os fundos digitais com acessórios físicos do cenário. “The Mandalorian” já tem 2ª temporada garantida, originalmente prevista para outubro. Mas o Disney+ (Disney Plus) enfrenta grande carência de material inédito por conta da interrupção das produções como precaução contra o novo coronavírus. Por conta disso, “Disney Gallery: The Mandalorian” também cumpre a função de “tapa-buraco” na plataforma. A estreia está marcada para 4 de maio, o “dia mundial de Star Wars”, que é comemorado nesta data por conta de um trocadilho – “May the Fourth” (4 de maio, em inglês) soa como uma frase marcante da franquia, “que a Força esteja com você” (“may the Force… be with you”). Veja abaixo um dos vídeos de bastidores de “The Mandalorian” disponíveis no YouTube.

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    Splash: Disney censura nudez da sereia dos anos 1980 em versão de streaming

    14 de abril de 2020 /

    A Disney censurou um filme infantil para exibição em sua plataforma de streaming. Exibido com classificação PG (censura livre) nos EUA em 1984, a comédia clássica “Splash – Uma Sereia em Minha Vida” sofreu retoques em algumas cenas de nudez da sereia do título, vivida por Daryl Hannah, na versão disponibilizada pelo Disney+ (Disney Plus). O efeito ficou tão grotesco que chamou atenção dos assinantes, e um vídeo que mostra a bunda da atriz coberta por uma camada de pelos digitais viralizou nas redes sociais. Veja abaixo. Há quem acredite que os censores da Disney tenham tentado alongar o cabelo da atriz, mas o resultado ficou bizarro, como se ela fosse uma sereia da Tribo da Caverna do Urso, para lembrar outro filme de Daryl Hannah – em que a atriz viveu uma mulher das cavernas, que se vestia com peles de animais. Ironicamente, o estúdio tinha sido elogiado pela forma como lidou com conteúdo problemático de seus desenhos clássicos, criado numa época de preconceitos mais enraizados. Em vez de cortar cenas racistas, que se tornaram politicamente incorretas nos tempos atuais, a Disney+ (Disney Plus) passou a incluir alertas sobre o conteúdo preconceituoso dessas produções em seu catálogo. A Disney+ (Disney Plus) também incluiu um aviso em “Splash”, mas apenas para alertar que seu conteúdo foi editado. Segundo a Variety, a versão do longa na plataforma de streaming também embaçou certas cenas que mostravam o corpo nu da atriz. Veja abaixo a cena de “Splash” com a censura mais gritante. Disney+ (Disney Plus) didn't want butts on their platform so they edited Splash with digital fur technology pic.twitter.com/df8XE0G9om — Allison Pregler 📼 (@AllisonPregler) April 13, 2020

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    Disney anuncia adiamento de suas próximas animações

    13 de abril de 2020 /

    A Disney anunciou uma segunda rodada de adiamentos de seus filmes, desta vez focada em suas próximas animações. A nova produção da Pixar, “Soul”, foi deslocada de sua data original (25 de junho no Brasil) para 20 de novembro. E até “Raya and the Last Dragon”, que só estrearia em janeiro de 2021, sofreu mudança. Agora, será lançada em 12 de março do ano que vem. As alterações no calendário foram informadas pelo perfil do Twitter da Disney. Veja abaixo. Com os novos adiamentos, agora o primeiro filme do estúdio com previsão de estreia cinematográfica é o remake live-action de “Mulan”. O lançamento, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho, mês que outros estúdios ainda consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Como a pandemia do novo coronavírus continua longe de ter uma solução, não está descartada uma nova alteração. Disney and Pixar's Soul in theaters November 20, 2020. #PixarSoul pic.twitter.com/sH9EAOxpNr — Disney (@Disney) April 13, 2020 Raya and the Last Dragon in theaters March 12, 2021. pic.twitter.com/9eacSr2L9s — Disney (@Disney) April 13, 2020

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    Disney encomenda remake da animação clássica Robin Hood

    11 de abril de 2020 /

    A Disney oficializou mais um remake de seu catálogo de suas animações clássicas. Desta vez, é “Robin Hood”, que virou longa animado em 1973 e teve uma canção indicada ao Oscar. Além de animada, essa versão da Disney se diferenciava por ser um musical antropomórfico – isto é, animais falantes viviam os personagens da fábula clássica. O famoso ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres era uma raposa, claro, enquanto João Pequeno tinha o tamanho de um urso e o ardiloso Príncipe João não passava de um leão da montanha com complexo de nobreza. A nova versão vai manter essas características, usando animação computadorizada de ponta para dar vida aos animais – que deverão ser menos realistas que os bichos falantes de “O Rei Leão”, já que no desenho original usavam roupas. Ao contrário dos muitos remakes em desenvolvimento no estúdio, essa adaptação não está será lançada no cinema. A produção foi encomendada para a plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Kari Granlund, que assinou a história da versão live-action de “A Dama e O Vagabundo” (2019), também feita para o Disney+ (Disney Plus). Já a direção está a cargo do mexicano Carlos López Estrada, que, entre outras coisas, comandou o filme “Ponto Cego” (2018) e o clipe da música “When The Party Is Over”, de Billie Eilish. O contrato foi fechado antes da paralisação geral das produções de Hollywood, que aconteceu em março como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, não há previsão para sua estreia.

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    Disney+ (Disney Plus) atinge 50 milhões de assinantes mundiais

    8 de abril de 2020 /

    O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) ultrapassou os 50 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, informou a Walt Disney Co. nesta quarta-feira (8/4). A marca foi atingida cinco meses após o lançamento do serviço e poucos dias após sua chegada na Europa, em 24 de março, quando ficou disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países, além da Índia, onde foi lançado em 3 de abril. Só o lançamento na Índia – realizado em conjunto com o serviço Hotstar, adquirido na compra dos ativos da Fox – representou cerca de 8 milhões de novos assinantes para a Disney +, em apenas cinco dias. “Estamos realmente sensibilizados pelo fato de a Disney+ (Disney Plus) estar ressonando entre milhões de pessoas em todo o mundo e acreditamos que isso é um bom presságio para nossa expansão contínua na Europa Ocidental e no Japão e em toda a América Latina no final deste ano”, disse Kevin Mayer, presidente do departamento direct-to-consumer da Walt Disney. “Grandes histórias inspiram e elevam, e estamos em uma posição privilegiada de poder oferecer uma vasta gama de ótimos conteúdos de entretenimento focados em alegria e otimismo no Disney+ (Disney Plus)”, completou, em comunicado. Ao atingir a marca de 50 milhões, a Disney+ (Disney Plus) já deixou para trás o serviço Hulu, seu irmão corporativo, que tem um pouco mais de 30 milhões de assinantes. A diferença é que o Hulu só está disponível na América do Norte. Mas o rápido avanço já supera expectativas iniciais. Quase dobrou sua base desde a última vez que divulgou seu número de assinantes, no início de fevereiro. E já reuniu uma audiência que é quase um terço do tamanho da Netflix, que começou a oferecer streaming há mais de uma década. A Disney não disse se atribui parte do crescimento recente do serviço à pandemia de coronavírus, que paralisou a vida cotidiana em todo o mundo e causou um aumento nas visualizações de streaming. A plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, oferece uma vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, mas pouco material exclusivo. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial.

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    Disney planeja remake feminino da série Tal Pai, Tal Filho

    8 de abril de 2020 /

    A Disney planeja produzir mais um remake para abastecer seu serviço de streaming, o Disney+ (Disney Plus). O estúdio pretende resgatar a série “Tal Pai, Tal Filho” (no original, “Doogie Howser, M.D.”), exibida entre 1989 e 1993, que lançou o então adolescente Neil Patrick Harris ao estrelato. A nova versão se diferenciaria da série original por apresentar uma protagonista feminina. A trama acompanharia uma garota adolescente que, assim como o Doogie original, revela-se um prodígio da Medicina e antecipa sua formação profissional. Com isso, precisa dividir seu tempo entre os problemas comuns da sua idade e as pressões adultas que acompanham uma residência médica num hospital. Além da troca de sexo, a produção também vai mudar a raça da personagem. Na nova série, a protagonista vai morar no Havaí e ter família asiática. A criação da nova versão está a cargo de Kourtney Kang, roteirista da sitcom “Fresh Off the Boat”, que, por sinal, trabalhou com Neil Patrick Harris na série “How I Met Your Mother”. Harris foi indicado a um Globo de Ouro por sua performance como Doogie Howser em 1992, quando tinha 19 anos.

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