Finais de Arrow, Supernatural e The Good Place têm datas de exibição definidas
As redes americanas The CW e NBC divulgaram as datas em que “Arrow”, “Supernatural” e “The Good Place” vão acabar. A primeira baixa acontecerá na CW, com o final de “Arrow” programado para o dia 28 de janeiro, duas semanas após a conclusão do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A série que deu origem ao Arrowverse se encerrará em sua 8ª temporada, mas deixará um legado duradouro de personagens e produções derivadas, além de um novo spin-off centrado em heróis remanescentes da atração. Dois dias depois, será a vez de “The Good Place” se despedir na NBC. O final será um episódio especial de 90 minutos, com exibição marcada para 30 de janeiro nos Estados Unidos. A decisão de concluir a trama de forma precoce, na 4ª temporada, foi do próprio criador da atração, Mike Schur, com o objetivo de contar uma história completa e preservar a qualidade do programa – uma das séries de comédia mais bem-avaliadas da TV americana. “Supernatural” se despedirá bem mais tarde, no dia 18 de maio, após 15 temporadas. Série mais duradoura da CW – é anterior à própria fundação do canal, que surgiu da fusão de dois outros – , vai sair do ar sem ter rendido nenhum spin-off – mas não por falta de tentativas. “Arrow” e “Supernatural” são exibidas pelo canal pago Warner no Brasil, enquanto “The Good Place” pode ser vista pela Netflix.
Stephen Amell compartilha foto de sua última cena como Arqueiro Verde
O ator Stephen Amell postou no Twitter a foto da última cena em que veste o uniforme de Arqueiro Verde. Em clima de despedida com o fim de “Arrow”, o ator escreveu “Uma última vez” ao lado da imagem (acima), dando adeus ao personagem que interpreta desde 2012. Os fãs, porém, podem encarar a despedida de forma positiva. Como o ator encerrou sua participação no crossover “Crise nas Infinitas Terras” há duas semanas, aumentam as chances de Oliver/Arqueiro Verde contrariar as previsões pessimistas e sobreviver ao fim do multiverso das séries da DC Comics. Em sua reta final, “Arrow” tem apresentado alguns dos melhores episódios já escritos e produzidos de toda a série. Vai terminar no auge por decisão do próprio Amell, mas deixará um grande legado. Na verdade, um universo de séries, chamado apropriadamente de Arrowverso, além de um spin-off com os personagens remanescentes. “Arrow” vai acabar em janeiro, duas semanas após o crossover “Crise nas Infinitas Terras”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram One last time. Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 7 de Nov, 2019 às 2:02 PST
Arrow: Prévia mostra encontro emocionante entre Arqueiro Verde e seus filhos do futuro
A rede The CW divulgou o trailer e uma cena completa do próximo episódio de “Arrow”, que destacam o emocionante encontro entre Oliver/Arqueiro Verde (Stephen Amell) e seus filhos já crescidos, Mia (Katherine McNamara) e William (Ben Lewis), transportados do futuro. A viagem no tempo vai juntar as duas narrativas que corriam paralelas na série, preparando também o lançamento do spin-off centrado em Mia, a filha rebelde do herói. Como mostra o trailer, não foi apenas o Team Arrow do futuro que viajou a 2019. E os times do presente e do futuro precisarão se juntar para enfrentar o Exterminador (Deathstroke) de 2040, filho de John Diggle (David Ramsey). Em sua reta final, “Arrow” vai acabar em janeiro, após um último crossover com as séries dos Arrowverso, intitulado “Crise nas Infinitas Terras”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Emily Bett Rickards vai voltar a Arrow para o final da série
O episódio final de “Arrow” contará com o retorno de Emily Bett Rickards, que se despediu do papel de Felicity Smoak, mulher de Oliver Queen/Arqueiro Verde, na 7ª temporada. Ela aparecerá para uma nova despedida, desta vez definitiva, num reencontro com Stephen Amell (intérprete de Oliver) no último capítulo da série, que começou a ser gravado nesta semana. O anúncio foi feito pelo próprio Amell no Twitter. “Haverá muitas novidades sobre o episódio final nos próximos meses. Eu prefiro quando você ouvem isso de nós. Bem-vinda de volta, Emily”, escreveu o ator, junto de um vídeo com a preparação da atriz para as gravações de uma cena da série. Primeira série de super-heróis da atual safra de adaptações da DC Comics na rede americana The CW, “Arrow” originou um universo televisivo, altamente conectado, que ganhou o apelido de Arrowverso e que enfrentará seu maior desafio nos próximos meses: existir sem sua base. “Arrow” vai acabar em janeiro, após um último crossover com as séries dos Arrowverso, intitulado “Crise nas Infinitas Terras”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner. There’ll be a lot of news coming out about our final episode over the next few months. I prefer when you hear it from us. Welcome back Emily. pic.twitter.com/YlVpgoPWLi — Stephen Amell (@StephenAmell) November 1, 2019
Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana
Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
Arrow: Thea Queen retorna no trailer e fotos do próximo episódio
A rede The CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que a cada semana se aproxima mais de seu final. A prévia destaca o retorno de Thea Queen, a irmã do protagonista, que saiu da série na 6ª temporada. Ela volta a ser interpretada por Willa Holland, numa participação especial para completar a jornada da personagem. Thea Queen foi uma criação de Marc Guggenheim com os produtores Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A personagem não existe nos quadrinhos, mas se tornou um dos elementos que deram mais certo na série da rede The CW. Irmã de Oliver (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, ela se materializou com o apelido de Speedy (o nome original em inglês do herói Ricardito) e herdou o uniforme vermelho de Arsenal. O retorno de Thea vai abordar o que aconteceu como ela no período em que passou longe de Star City. Ela se afastou para corrigir os erros de seu pai, Malcolm Merlyn (John Barrowman), e destruir outros Poços de Lázaro (fonte da imortalidade) que ele descobriu na Europa. Seu companheiro de missão, o ex-namorado Arsenal, chegou a voltar na temporada passada, dizendo que ela tinha sido bem-sucedida. Na prévia, ela aparece ao lado de Talia al Ghul (Lexa Doig) e da Liga dos Assassinos, e descobre o futuro sombrio que aguarda seu irmão, Oliver/Arqueiro Verde (Stephen Amell), na vindoura “Crise nas Infinitas Terras”. A 8ª e última temporada de “Arrow” estreia neste domingo (27/10) no Brasil pelo canal pago Warner.
Crise nas Infinitas Terras: Brandon Routh se despede do papel de Ray Palmer
Stephen Amell não é o único ator que está se despedindo de seu papel no Arrowverso. Além do intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, Brandon Routh também dá adeus a Ray Palmer, o Elektron/Átomo, no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. “Meu último dia filmando com a minha família de ‘Legends’. Amo todos vocês e agradeço muito as cinco temporadas que passamos juntos. Nem sempre foi fácil, mas acho que isso dificulta ainda mais a saída – nossas dificuldades nas primeiras temporadas nos uniram e fizeram das três últimas um estouro! Nunca fiquei tanto tempo em um trabalho, então isso é novo para mim. Acho que vou sentir falta de todos vocês e do quanto nos divertimos fazendo esse programa bobo na Waverider – tanto quanto eu vou sentir falta de viver Ray Palmer. Amor e benção para um grande final de temporada” Routh foi escalado como Ray Palmer na 3ª temporada de “Arrow”, em 2014, e formou o time original do spin-off “Legends of Tomorrow” em 2016. A despedida dá a entender que seu personagem será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” durante o crossover. Outra pequena informação sobre a trama de “Crise das Infinitas Terras” (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso. Ao menos, o arco final permitirá ao ator realizar uma volta ao papel de Superman, 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006). No crossover, Routh também interpretará o Superman de outra Terra, um herói mais velho, inspirado na minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme que ele vai usar até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. O que não deixa de ser um presente de despedida por seu desempenho no Arrowverso. Ver essa foto no Instagram My final day of filming with my #LegendsFamily. I love you all & appreciate the 5 seasons we’ve spent together. It hasn’t always been easy, but I think that’s what makes it harder to leave—getting through the growing pains of the first few seasons has bonded us. ?? And made the last three seasons a blast! I’ve never been at a job this long, so this is new for me. ? I think I will miss you all and the fun we’ve had making this silly show on the #Waverider—as much as I’ll miss bringing #RayPalmer to life. Love & blessings on a great finish to the season. ??❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Brandon Routh (@brandonjrouth) em 25 de Out, 2019 às 1:49 PDT
Batwoman e Nancy Drew ganham encomenda de mais episódios
A rede The CW está satisfeita com suas duas séries novas de 2019, “Batwoman” e “Nancy Drew”. O canal americano fez a encomenda de novos episódios para as duas produções, lançadas originalmente com 13 capítulos. Com os chamados “back nine”, nove episódios encomendados após a certeza do sucesso, o total das temporadas de cada série será de 22 episódios, a duração tradicional de uma atração da TV aberta americana. “Batwoman” já é um dos maiores êxitos da rede, com uma média de audiência acima de toda a programação da CW em 2019 – 1,5 milhão de telespectadores ao vivo, 100 mil a mais que o antigo líder “The Flash” na atual temporada. “Nancy Drew”, por sua vez, tem 900 mil espectadores, mas apresenta grande salto no meio digital. Enquanto “Batwoman” aumenta seu público em 80% com o streaming oficial do canal, “Nancy Drew” tem mais público online que na TV – ganha mais 114% de espectadores com o streaming. As duas séries são as primeiras disponibilizadas pela plataforma do canal de foram simultânea à exibição televisiva, graças ao fim do acordo de distribuição da Warner e da CBS com a Netflix. “Batwoman” é uma produção da WBTV (Warner Bros Television) e “Nancy Drew” da CBS TV Studios. CBS e Warner são sócias no controle do CW – cujo nome é formado pelas iniciais de cada estúdio.
CW encomenda piloto de série derivada de The 100
A série “The 100” vai acabar na próxima temporada, mas deve ganhar um spin-off. A rede americana The CW encomendou um “backdoor pilot” para ser plantado na reta final da atração. O jargão se refere a um piloto que funciona como episódio normal, mas serve para introduzir personagens e tramas visando desenvolvimento de série derivada. O piloto plantado será um episódio de flashback, que vai mostrar como o mundo encarou o apocalipse nuclear que dizimou a maior parte da população da Terra e como os sobreviventes tentaram criar uma nova civilização. Caso vire série, a trama vai se passar 97 anos antes da história de “The 100” e, portanto, não deve aproveitar os integrantes do elenco original. Criador de “The 100”, Jason Rothenberg será roteirista e produtor executivo do piloto – e provável série. Ao contrário de “The 100”, que tem como base os livros de ficção científica de Kass Morgan, o spin-off será uma história completamente original. A 7ª e última temporada de “The 100” será exibida em 2020, em data ainda não confirmada.
Crise nas Infinitas Terras escala herói Espectro
O ator canadense Stephen Lobo (das séries “Continuum” e “Travelers”) foi contratado para viver o detetive Jim Corrigan no Arrowverso. Apesar do anúncio, o showrunner Marc Guggenheim não confirmou se ele vestirá o manto verde de seu alter-ego poderoso, o “herói” Espectro, que nos quadrinhos tem grande importância no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A história de Corrigan é trágica. Ele fez sua primeira aparição nos quadrinhos na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. E foi logo assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Curiosamente, o personagem já apareceu na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso via presença do personagem-título em “Legends of Tomorrow”. Na ocasião, porém, foi interpretado por outro ator: Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção.
Crise nas Infinitas Terras revela visual do supervilão Anti-Monitor
Os produtores do Arrowverso divulgaram as imagens oficiais de mais dois personagens do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Eles são o Pariah (abaixo), uma versão alternativa de Harry Wells (Tom Cavanagh) como o último sobrevivente de sua Terra, e o Anti-Monitor (acima), supervilão responsável pela destruição do multiverso. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Na história clássica, Pariah é um personagem que viaja no tempo para testemunhar a criação do universo, mas ao fazer isso passa a acreditar que sua presença tenha originado o multiverso e sua antítese entrópica, materializados pelo Monitor e o Anti-Monitor (ambos interpretados por LaMonica Garrett), seres poderosos movidos por diferentes objetivos. Enquanto o primeiro se dedica a estudar o multiverso, a motivação do segundo é a destruição de todas as dimensões. Por causa da sua participação no big bang, Pariah é sempre enviado para locais que estão prestes a ser destruídos pela onda de antimatéria do Antimonitor, testemunhando as mortes de universos inteiros, um atrás do outro. Isto o leva ao desespero, mas, depois de muito se culpar, descobre que outro cientista, ao viajar no tempo até o Big Bang, foi quem realmente criou as entidades. O Anti-Monitor apenas se aproveitou da sua aparição como atalho para invadir sua dimensão, destruí-la e, com isso, aumentar sua anti-energia a ponto de se tornar uma ameaça para todo o multiverso. Não está claro o quanto da história original de Marv Wolfman será aproveitada na adaptação televisiva. Após o episódio de estreia de “Arrow”, o Pariah pode até ser o Harry Wells de Terra 2 (saiba mais aqui – com spoilers). De todo modo, o personagem já deve aparecer nos próximos episódios de “The Flash”.
Estreia de Arrow dá início à trama de Crise nas Infinitas Terras
“Arrow” estreou sua 8ª e última temporada de forma apocalíptica na noite de terça (15/10) nos Estados Unidos, com o primeiro gostinho da “Crise nas Infinitas Terras”. Spoilers. Intitulado “Starling City”, o episódio acompanhou a visita de Oliver Queen (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, à Terra 2. Ao contrário da história de origem do Arqueiro Verde, o Oliver da Terra 2 morreu no mar. Aproveitando-se desse fato, o herói da Terra 1 consegue se passar pelo filho desaparecido de Moira Queen (Susanna Thompson), que teria retornado após passar mais de uma década supostamente perdido numa ilha. Essa premissa foi um presente para os fãs, por permitir evocar paralelos criativos com o piloto e a 1ª temporada da série, além de resgatar vários personagens mortos na cronologia oficial de “Arrow”, ainda vivos em Terra 2. Mas não por muito tempo. O final do episódio serviu para mostrar a extensão da Crise que Oliver precisará enfrentar, conforme antecipado pelo Monitor (LaMonica Garrett). Mesmo economizando nos efeitos visuais – concentrados num cenário fechado, uma delegacia de polícia – , o desfecho apresentou a versão televisiva da DC para o “estalo” de Thanos, com a destruição de vários personagens diante do olhar aturdido do herói. Além da diferença orçamentária, na série ninguém foi poupado. O capítulo se encerra com a destruição total da Terra 2, da qual apenas Laurel Lance (Katie Cassidy), a Sereia Negra, conseguiu escapar, graças a um portal aberto por Oliver (e Diggle) para a segurança da Terra 1. Falando à imprensa após a exibição, os showrunners de “Arrow” revelaram ter pedido permissão aos produtores de “The Flash” para destruir a Terra paralela, originalmente introduzida na 2ª temporada da série do herói velocista, num arco que deu início à saga dos multiversos na TV. Isto porque, além das mortes vistas no episódio de “Arrow”, a catástrofe planetária pode ter representado o fim de personagens queridos, como o Harry Wells (Tom Cavanagh) da Terra 2 e sua filha velocista, Jesse Quick (Violett Beane). O destino deles deverá ser abordado na próxima semana, no terceiro episódio da 6ª temporada de “The Flash”. Ao contrário dos crossovers anteriores do Arrowverso, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” já está a pleno vapor, várias semanas antes do evento oficial do encontro das séries. “Quando começamos a temporada, como não temos tantos episódios [serão só 10], sabíamos que queríamos começar com algo grande e apresentar a próxima Crise imediatamente. A Crise está começando mais cedo do que pensávamos”, disse Beth Schwartz para o site TVLine. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de outras Terras, como Supergirl, num único Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil.











