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    Diretor divulga primeira foto com elenco do novo Caça-Fantasmas

    13 de julho de 2019 /

    O diretor Jason Reitman (“Tully”) postou a primeira foto dos bastidores do novo “Caça-Fantasmas”, anunciando o começo das filmagens. A imagem reúne a família formada por Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”, quase irreconhecível de óculos), além do próprio diretor e seu pai, Ivan Reitman, que dirigiu os dois primeiros filmes da franquia nos anos 1980. A sinopse ainda não foi divulgada, mas a produção foi concebida como continuação dos dois primeiros filmes, estrelados pelos Caça-Fantasmas originais. Apesar disso, até o momento não foi feito um anúncio oficial sobre os retornos de Dan Aykroyd, Bill Murray e Ernie Hudson a seus papéis clássicos. Mas a atriz Sigourney Weaver, que também participou dos longas de 1984 e 1989, confirmou que estará de volta, ao lado dos demais. Vale reparar ainda que os óculos usados por Mckenna Grace na imagem são iguais aos do personagem de Harold Ramis nos filmes. O ator e roteirista da franquia faleceu em 2014. Além de dirigir, Reitman coescreveu o roteiro com Gil Kenan (“A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 10 de julho de 2020.

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    Trailer de comédia indie revela última aparição de Stan Lee no cinema

    12 de julho de 2019 /

    A Cinedigm divulgou o pôster e o trailer de “Madness in the Method”, comédia indie que registra a última aparição de Stan Lee no cinema. Trata-se de uma produção de baixíssimo orçamento, estética trash e abordagem meta, dirigida e estrelada por Jason Mewes como ele mesmo. A maioria dos atores e convidados interpretam a si mesmos na trama, que gira em torno da dificuldade de Mewes de ter sua carreira levada a sério. Projetado no papel do jovem traficante Jay, que formava dupla com Silent Bob nos filmes de Kevin Smith – desde o primeiro “O Balconista” (1994) – , Mewes nunca conseguir se desprender do personagem, visto sempre como um cabeludo descerebrado que fala gírias que só ele entende. Aconselhado por Smith (o Silent Bob), ele descobre o Método de interpretação e tudo muda em sua vida, ganhando papéis importantes para a descrença de todos os que o conhecem – entre eles, Stan Lee. O detalhe é que, na trama, o Método é título de um livro que parece ter poderes sobrenaturais… Mewes conheceu Stan Lee durante as filmagens de “Barrados no Shopping” (Mallrats, 1995), o segundo e um dos melhores longas de Kevin Smith. Por sinal, esse encontro chegou a ser homenageado numa das últimas participação do artista em filmes da Marvel. Na cena do metrô de “Capitã Marvel”, Lee apareceu lendo o roteiro de “Barrados no Shopping”, um dos papéis com mais diálogos de sua carreira. Outros famosos do elenco de “Madness in the Method” incluem Gina Carano (“Deadpool”), Jaime Camil (“Jane the Virgin”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), Vinnie Jones (“Arrow”), Danny Trejo (“Machete”), Brian O’Halloran (“O Balconista”) e a dupla Teri Hatcher e Dean Cain, protagonistas da série clássica “Lois e Clark – As Novas Aventuras do Superman”. O filme, com produção da Red Rock Entertainment, terá première na San Diego Comi-Con no próximo fim de semana e estreia nos cinemas em 2 de agosto nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Maisa Silva vive sua primeira “vilã” no trailer de Ela Disse, Ele Disse

    10 de julho de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou fotos, o pôster e o trailer de “Ela Disse, Ele Disse”, comédia adolescente que marca o primeiro papel de “vilã” de Maisa Silva e a estreia da apresentadora Fernanda Gentil e da “influencer” Bianca Andrade como atriz. O filme é baseado no livro homônimo de Thalita Rebouças, escritora que virou fenômeno de bilheterias com três adaptações anteriores de cinema, entre elas “Tudo Por Um PopStar”, que também foi estrelada por Maisa. Ficou tão famosa que – além de assinar contrato com a Netflix – é ela mesma quem narra o trailer. A trama acompanha um grupo de adolescentes em seu primeiro ano no Ensino Médio em um novo colégio. Maisa vive Júlia, a garota popular da escola, que decide namorar o menino mais bonitinho, Leo, interpretado por Marcus Bessa. Para isso, atravessa o possível relacionamento do jovem com outra garota, Rosa, papel de Duda Matte. A sofrência da menina preterida é o foco da história, que também aborda o tema da popularidade, atualizando a história do livro de 2011 para a época atual, em que as redes sociais têm protagonismo. Fernanda Gentil vive a mãe da menina sensível e Bianca Andrade, a Boca Rosa, uma professora. Mas é Maisa quem se destaca como a vilã egocêntrica, que gosta de ser o centro das atenções, fazendo rir ao não perceber que na verdade é bem burrinha. A comédia marca a estreia na direção de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”) e chega aos cinemas em 3 de outubro.

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    Mãe e Muito Mais: Netflix divulga trailer de comédia com Felicity Huffman

    10 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Mãe e Muito Mais” (Otherhood), comédia feminina sobre mães carentes de filhos adultos. Após serem esquecidas pelos filhos no Dia das Mães, três amigas suburbanas resolvem embarcar numa viagem para Nova York, onde pretendem surpreendê-los com visitas inesperadas e também se divertir na cidade, já que não tem mais responsabilidades maternas. Prevista para abril, a produção teve seu lançamento adiado pela plataforma, porque uma das mães é Felicity Huffman. A atriz de “Desperate Housewives” e “Olhos que Condenam” virou notícia nos últimos meses após ser indiciada por subornar funcionários de uma universidade norte-americana para que uma de suas filhas fosse aceita na instituição, e pode pegar quatro meses de prisão. Huffman contracena com Patricia Arquette (“Boyhood”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”) no filme, que marca a estreia na direção de longas de Cindy Chupack, criadora da série “Love Bites” e roteirista de “Sex and the City”. A estreia vai acontecer em 2 de agosto em streaming.

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    Rip Torn (1931 – 2019)

    10 de julho de 2019 /

    O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.

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    Olha Quem Está Falando vai ganhar remake do diretor de Padrinhos Ltda.

    9 de julho de 2019 /

    A Sony contratou o cineasta Jeremy Garelick (“Padrinhos Ltda.”) para escrever e dirigir uma nova versão de “Olha Quem Está Falando”, comédia infantil estrelada por Kirstie Alley e John Travolta em 1989. O detalhe é que esta não é a primeira vez que a Sony anuncia o projeto, que tenta sair do papel desde 2010. Para quem morou em algum lugar sem televisão nos últimos 30 anos, “Olha Quem Está Falando” é aquela Sessão da Tarde do bebê falante. Na trama, o público acompanha o cotidiano de um casal (Travolta e Alley) sob o ponto de um bebê (que tinha seus pensamentos dublados por Bruce Wiilis). O detalhe mais importante é que “Olha Quem Está Falando” estreou em uma época em que ainda havia poucas mães solteiras retratadas no cinema, e o filme conseguiu tratar o tema com naturalidade e bom humor. Em comunicado, Garelick disse que considera o remake um desafio “porque foi um filme realmente bom”. “Travolta e Kirstie Alley tiveram uma ótima química e Amy Heckerling escreveu um ótimo roteiro. Estamos nos estágios iniciais de descobrir qual é a versão moderna daquela história”, explicou. Com um orçamento de US$ 7,5 milhões, o filme original arrecadou mais de US$ 300 milhões no mundo todo. Fez tanto sucesso que teve duas continuações: “Olha Quem Está Falando Também”, sobre o nascimento da irmãzinha do bebê original, e “Olha Quem Está Falando Agora”, onde os dois cães da família começavam a ter seus pensamentos narrados – sério. Relembre o trailer do filme original abaixo.

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    Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds vão estrelar filme da Netflix

    9 de julho de 2019 /

    A Netflix adquiriu os direitos do filme “Red Notice”, que vai juntar atores Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”). A produção da Universal estava sendo desenvolvida para o cinema com direção de Rawson Marshall Thurber, que já trabalhou com Johnson em “Um Espião e Meio” (2016) e “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” (2018). “Rawson Marshall Thurber entregou um roteiro dinâmico, que eu e os meus companheiros e cúmplices, Gal Gadot e Ryan Reynolds, queremos filmar”, afirmou Johnson, que também trabalhará como produtor no filme com sua companhia Seven Bucks Productions. “Admiro a ambição da Netflix em se transformar em um dos maiores estúdios no mundo todo. Seu entusiasmo com ‘Red Notice’ corresponde igualmente ao seu compromisso para entreter o público em escala internacional”, acrescentou o ator em comunicado. Por sua vez, o chefe do setor de filmes originais da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a plataforma “deseja levar esta história e seu ‘dream team’ de estrelas, Dwayne, Ryan e Gal, ao público de todo o mundo”, além de elogiar o “espetacular” roteiro assinado por Thurber. A premissa, que estava sendo mantida em sigilo, foi revelada por Johnson em seu Instagram, ao definir os personagens de Gadot e Reynolds como “os maiores e mais sofisticados ladrões de arte do mundo”. “Eles têm todas as respostas. Até que eu mude as perguntas, porque também sou muito bom no meu trabalho”, completou, sugerindo que irá persegui-los. As filmagens vão começar em janeiro. “Red Notice será o segundo longa consecutivo de Reynolds para a Netflix, após filmar “6 Underground”, dirigido pelo especialista em cinema de ação Michael Bay (“Transformers”). Ver essa foto no Instagram The world is officially on NOTICE. Myself and my co-star partners-in-heist @gal_gadot & @vancityreynolds invite you to join us for the @netflix global event movie known as RED NOTICE. They’re the greatest and most sophisticated art thieves the world has even known and have all the answers. Until I change the questions – because I’m really good at my job too. 190+ countries and growing will all join us to witness at the same time. #REDNOTICE #GlobalEvent #NETFLIX @sevenbucksprod @flynnpictureco Shooting begins JAN 2020 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 8 de Jul, 2019 às 2:36 PDT

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    David Harbour interpreta seu “pai” em trailer de falso documentário

    3 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Frankenstein’s Monster’s Monster, Frankenstein”, uma comédia com formato de falso documentário, estrelada por David Harbour (“Hellboy”, “Strager Things”). A prévia mostra o ator interpretando a si mesmo e seu “pai” em supostas imagens de arquivo. A premissa parte da descoberta de “gravações perdidas” de uma produção televisiva estrelada pelo pai de Harbour, baseada no livro “Frankenstein”. É a deixa para interpretações canastronas, imagens de baixa qualidade (supostamente “VHS”) e depoimentos que cercam o passado do velho ator em mistério. Ao mesmo tempo, Harbour, que conduz o documentário, é aconselhado a parar de investigar a história de seu pai. Se fosse a fundo, poderia descobrir que, na verdade, tanto seu pai quanto sua mãe eram agentes imobiliários e nunca atuaram na vida. O roteiro é de John Levenstein e a direção de Daniel Gray Longino, ambos do “Kroll Show”, e entre os atores que compõem o elenco, estão Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Kate Berlant (“Ghosted”) e Alex Ozerov (“The Americans”) O lançamento está marcado para 16 de julho.

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    As Branquelas vai ganhar sequência

    2 de julho de 2019 /

    A comédia “As Branquelas” (2004) vai ganhar uma sequência. A notícia foi compartilhada pelo ator Terry Crews, que interpretou Latrell Spencer no filme, durante entrevista ao programa “Watch What Happens Live with Andy Cohen”. Questionado por uma telespectadora se sabia algo sobre uma possível continuação, Crews revelou que o projeto está em andamento. “Eu me reuni com Shawn (Wayans, um dos protagonistas e roteiristas do filme) e ele me disse ‘cara, nós estamos fazendo isso’.” O ator ainda aproveitou para brincar com o fato de que a sequência chegará pelo menos 15 anos depois do primeiro longa. “Estou me mantendo em forma há 15 anos só para esse filme.” Lançado em 2004, “As Branquelas” acompanhava dois agentes negros do FBI, vividos pelos irmãos Shawn e Marlon Wayans, que resolvem se disfarçar de patricinhas loiras para cumprir a missão de proteger herdeiras bilionárias. Difícil é dizer se “As Branquelas” não se tornou politicamente antiquado. Afinal, a premissa envolve “white face” e piadas que miram o comportamento de mulheres e a opção sexual de gays.

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    Divorce: Série estrelada por Sarah Jessica Parker vai acabar na 3ª temporada

    1 de julho de 2019 /

    A HBO decidiu se divorciar da série “Divorce”. A atração estrelada por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”) vai acabar em sua 3ª temporada. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna para seus últimos episódios nesta segunda (1/7) nos Estados Unidos. E será uma temporada abreviada, após menos de 500 mil telespectadores assistirem à produção no ano passado. É interessante reparar na contagem regressiva que levou ao cancelamento. A 1ª temporada teve 10 episódios, a 2ª diminuiu para 8 e a 3ª terá apenas 6 capítulos para encerrar a trama. A produção marcou a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. Mas sem o mesmo sucesso. Na nova série, ela interpretava uma mulher recém-divorciada, que precisa lidar com o longo processo de separação do ex-marido (Church) e iniciar uma nova etapa em sua vida. O elenco também incluía Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integra o elenco fixo dos capítulos finais.

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  • Série

    Trailer da série inspirada por Quatro Casamentos e um Funeral destaca atriz de Game of Thrones

    1 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster, nove fotos e o primeiro trailer da série “Four Weddings and a Funeral”, inspirada na comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral”, responsável pela febre do gênero nos anos 1990. A atração é estrelada pela atriz Nathalie Emmanuel, conhecida pelo papel de Missandei na série “Game of Thrones”. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Outros integrantes do elenco incluem Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Zoe Boyle (“Frontier”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”), John Reynolds (“Search Party”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). Como no filme que transformou o ator Hugh Grant em ídolo das comédias românticas, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos – Maya (Emmanuel), Craig (Smith), Ainsley (Rittenhouse) e Duffy (Reynolds) – que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. Relacionamentos são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos, casos de amor são inflamados e, claro, há quatro casamentos e um funeral. A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A estreia está marcada para 31 de julho.

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    Stuber: Comédia com Kumail Nanjiani e Dave Bautista ganha seis vídeos

    28 de junho de 2019 /

    A Fox divulgou três pôsteres internacionais, dois novos trailers (um deles para maiores) e quatro cenas da comédia “Stuber”, estrelada por Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). O filme acompanha Stu (Nanjiani), um motorista de Uber de ótima pontuação no aplicativo, que se vê em apuros ao aceitar a corrida de um passageiro que se revela um policial (Bautista) no rastro de um perigoso assassino. E logo se vê não só lutando para manter sua classificação, mas também sua vida. O longa tem direção de Michael Dowse (“Uma Noite Mais Que Louca”) e ainda traz no elenco Iko Uwais (“Operação Invasão”), Natalie Morales (“Santa Clarita Diet”), Betty Gilpin (“GLOW”), Jimmy Tatro (“Anjos da Lei 2”), Mira Sorvino (“Não Olhe”) e até Karen Gillan (colega de Bautista em “Guardiões da Galáxia”). A estreia está prevista para 12 de julho nos Estados Unidos e apenas em novembro no Brasil.

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    Mariana Xavier revela gravidez de Marcelina em foto de Minha Mãe É uma Peça 3

    28 de junho de 2019 /

    A atriz Mariana Xavier publicou um spoiler de “Minha Mãe É Uma Peça 3” em seu Instagram. Sua personagem Marcelina aparece grávida ao lado de Dona Hermínia (Paulo Gustavo), que vai virar avó novamente. Na legenda, a atriz incentivou o engajamento dos fãs: “Agora será que alguém acerta o nome do bebê de Marcelina? Façam suas apostas!”, escreveu. O nome mais pedido nos comentários foi, claro, Jenifer, a musa do clipe de Gabriel Diniz, que foi vivida justamente por Mari Xavier. Caso o bebê seja mesmo batizado de Jenifer, seria uma forma de homenagear o cantor que morreu há um mês em um acidente de avião. Com direção de Susana Garcia (“Minha Vida em Marte”), o terceiro filme da comédia estrelada por Paulo Gustavo começou a ser filmado nesta semana, mas já chega aos cinemas brasileiros em dezembro. Ver essa foto no Instagram Tá liberado o spoiler, produção??? @donaherminia vai ser avó de novo!!! ? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Agora será que alguém acerta o nome do bebê de Marcelina??? Façam suas apostas!!! ? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ? @texbankimage ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀ #bastidores #minhamaeeumapeca3 #avidadaatriz #marianaxavier #paulogustavo #marcelina #donaherminia #cinemabrasileiro #cinemanacional Uma publicação compartilhada por Mariana Xavier (@marianaxavieroficial) em 27 de Jun, 2019 às 5:09 PDT

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