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  • Filme

    Anna and the Apocalypse: Musical adolescente de zumbis ganha novo trailer

    14 de outubro de 2018 /

    A Vertigo Releasing divulgou novos pôsteres e o trailer britânico de “Anna and the Apocalypse”. Mistura improvável de “Todo Mundo Quase Morto” com “High School Musical”, o filme é uma comédia musical em que adolescentes usam seus uniformes do Ensino Médio para cantar, dançar e matar zumbis, após uma epidemia de mortos-vivos infectar o mundo. Curiosamente, esta não é a primeira comédia musical adolescente de zumbis. O Disney Channel produziu o primeiro híbrido do gênero em “Zombies”, no começo do ano. A diferença é que o telefilme mostrava como era legal namorar zumbi. Ou algo assim. Enquanto “Anna and the Apocalypse” está mais para o episódio musical de “Buffy”. O filme é estrelado por Ella Hunt (“Sob o Domínio dos Robôs”) no papel-título e um monte de atores estreantes, e tem direção de John McPhail (“Where Do We Go From Here?”), nome verdadeiro, não um trocadilho com “McFalha”. E contra todas as previsões, conquistou a crítica, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes durante sua passagem pelo circuito dos festivais de terror. A estreia comercial está marcada para 30 de novembro nos EUA e não há previsão no lançamento no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Bodied: Comédia de batalhas de rap produzida por Eminem ganha trailer para maiores

    13 de outubro de 2018 /

    O estúdio indie Neon divulgou os pôsteres e os trailers de “Bodied”, filme do premiado diretor de clipes Joseph Khan (Taylor Swift, Lady Gaga, Eminem, etc), que tem produção de Eminem. O tema, por sinal, lembra o filme que marcou a carreira do rapper, “8 Mile”, acompanhando um jovem branco com cara de nerd (Calum Worthy, de “American Vandal”) no submundo das batalhas de rap. Em versões Red (para maiores) e Green (censura livre), os trailers mostram que, ao contrário de “8 Mile”, “Bodied” aposta mais nos elementos de comédia ao explorar a cultura freestyle das rimas ofensivas. Há várias piadas focadas em racismo. O elenco também inclui Anthony Michael Hall (“O Vidente”/”Dead Zone”), Jackie Long (“ATL: O Som do Gueto”), Shoniqua Shandai (“Sierra Burgess É uma Loser”), Rory Uphold (“HelLA”) e Charlamagne Tha God (“Empire”). “Bodied” teve première no Festival de Sundance e surpreendeu ao vencer a mostra Midnight Madness, geralmente voltada a produções de terror, eleito pelo público como o Melhor Filme da seção em 2018. Com lançamento limitado marcado para 2 de novembro nos cinemas dos Estados Unidos, o filme poderá ser visto em todo mundo pelo YouTube Premium a partir de 28 de novembro.

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  • Filme

    Tessa Thompson compartilha nova foto dos bastidores do próximo Homens de Preto

    12 de outubro de 2018 /

    A atriz Tessa Thompson compartilhou uma nova imagem de bastidores do próximo filme da franquia “Homens de Preto”. A imagem (acima) a mostra ao lado de seu parceiro Chris Hemsworth, com quem volta a atuar após o sucesso de “Thor: Ragnarok”. Com ternos, gravatas e guardas-chuvas pretos, eles aparecem no meio do deserto. O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, mas a atriz Emma Thompson vai reprisar o papel de Agente O, que ela viveu em “Homens de Preto 3”. A ausência da dupla original será contornada com uma trama que mostrará outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O elenco também conta com Liam Neeson (“Busca Implacável”), Rafe Spall (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”). O roteiro foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção é de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) e a estreia está marcada para junho de 2019.

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  • Série

    Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é renovada para a 2ª temporada

    11 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. A série não se tornou um fenômeno de audiência. Ao contrário. Cercada de expectativas, foi vista apenas por 440 mil pessoas ao vivo em sua estreia e a maioria perdeu o interesse após ver do que se tratava. O episódio mais recente, o quinto, teve apenas 199 mil telespectadores e um registro de 0,05 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Os números já se aproximam do fiasco de “I’m Dying Up Here” (média de apenas 150 mil telespectadores por episódio), por coincidência uma produção de Jim Carrey, que foi cancelada pelo Showtime na 2ª temporada. Dizem que esta série só chegou tão longe porque o canal queria cultivar uma relação com Carrey para que ele estrelasse “Kidding”. A série recém-renovada marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere à produção uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando um acidente o faz passar por uma crise, em que pode colocar tudo a perder. O resultado é bem mais dramático que a premissa sugere. Além de Carrey, o ótimo elenco da série também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, e estreou em 9 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Venom bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte

    7 de outubro de 2018 /

    Mantendo a tradição de sucesso das adaptações da Marvel, a estreia de “Venom” bateu o recorde de maior arrecadação do mês de outubro na América do Norte com US$ 80 milhões no fim de semana. O ótimo desempenho comprovou o acerto da estratégia da Sony, que embargou as críticas do filme até a véspera da exibição, impulsionando a pré-venda de seus ingressos. Com isso, “Venom” nem sentiu o impacto das avaliações negativas, que oscilaram de 28% a 31% no Rotten Tomatoes, entre quinta e domingo (7/10), e chegou a superar a abertura deste ano de “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 75 milhões), da própria Marvel. O mercado internacional também deu ótimo retorno, elevando o total mundial para US$ 205,2 milhões. São valores que incentivam o investimento na criação de um universo cinematográfico com os coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. Mas a cautela sugere esperar um pouco mais, pelo resultado da segunda semana, após o boca-a-boca se encontrar com as críticas duras, para avaliar se o entusiasmo do público persiste e o que se faz necessário para avançar nos planos. Em 2ª lugar, “Nasce uma Estrela” vendeu mais ingressos que o esperado, faturando US$ 41,2 milhões. O filme custou só US$ 40 milhões para ser produzido (40% do investimento em “Venom”) e tinha censura elevada (“R”, para maiores de 17 anos), por isso seu desempenho foi considerado um enorme sucesso e comemorado pela Warner como se tivesse aberto no topo das bilheterias. Primeiro longa dirigido por Bradley Cooper e estrelado por Lady Gaga, “Nasce uma Estrela” também conquistou a crítica, com 91% de aprovação. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira (11/10). Entre os lançamentos limitados, ainda chamou atenção o interesse gerado por “O Ódio que Você Semeia”, cuja roteirista morreu na quinta-feira (4/10). Lançado em apenas 36 salas, fez US$ 500 mil e abriu em 13º lugar, faturando mais por sala que “Nasce uma Estrela”. O filme também se tornou o mais bem-avaliado da semana, com 96% no Rotten Tomatoes. Chega no Brasil em 6 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 80m Total EUA e Canadá: 80m Total Mundo: US$ 205,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 41,2m Total EUA e Canadá: US$ 41,2m Total Mundo: US$ 56,6m 3. PéPequeno Fim de semana: US$ 14,9m Total EUA e Canadá: US$ 42,7m Total Mundo: US$ 75,2m 4. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 12,2m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 58,7m 5. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 55m Total Mundo: US$ 79,3m 6. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 49m Total Mundo: US$ 76,4m 7. A Freira Fim de semana: US$ 2,6m Total EUA e Canadá: US$ 113,3m Total Mundo: US$ 346,6m 8. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 9,5m 9. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 169,1m Total Mundo: US$ 225,9m 10. O Predador Fim de semana: US$ 900 mil Total EUA e Canadá: US$ 49,9m Total Mundo: US$ 123,3m

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    Mark Wahlberg e Rose Byrne adotam três crianças em trailer legendado de comédia para divertir e inspirar

    3 de outubro de 2018 /

    A Paramount divulgou o pôster e o trailer da comédia “De Repente uma Família” (Instant Family), em versões dublada e legendada, que traz Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) e Rose Byrne (“Vizinhos”) como pais adotivos de três crianças crescidas. A prévia é uma combinação de doçura e trapalhadas que visam divertir, derreter corações e inspirar. A história é baseada na vida do diretor e roteirista Sean Anders (também de “Pai em Dose Dupla”), que adotou três crianças com sua esposa e resolveu usar a experiência como base para a comédia. Ele assume que o objetivo, além de fazer rir, é mesmo sugerir que mais pessoas adotem menores abandonados. Portanto, o filme também terá seus momentos lacrimosos. Na trama, o casal formado pelos protagonistas se muda para uma casa grande e percebe a falta de crianças em suas vidas. Ao visitarem um lar de menores abandonados, eles conhecem Lizzy (Isabela Moner, de “Transformers: O Último Cavaleiro”), uma adolescente que lhes impressiona pela atitude. Mas quando decidem adotá-la, descobrem que ela vem “agregada” com dois irmãos pequenos. As adaptações não são fáceis. O elenco também inclui Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Tig Notaro (“One Mississippi”) e Eve Harlow (“The 100”). “Instant Family” estreia dia 16 de novembro nos EUA e uma semana depois, em 29 de novembro, nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Rebel Wilson indica que A Escolha Perfeita 4 vai acontecer

    1 de outubro de 2018 /

    A franquia “A Escolha Perfeita” vai virar quadrologia. A atriz australiana Rebel Wilson sugeriu enfaticamente a novidade com uma foto em suas redes sociais, em que aparece ao lado de mais três colegas de elenco, Anna Camp, Brittany Snow e Chrissie Fit. As quatro fazem o número 4 com as mãos, e Wilson ainda usou quatro emojis de coração para legendar a foto (acima) Detalhe é que “A Escolha Perfeita 3” tinha sido vendido como o último capítulo da saga, já que as personagens se formaram e as atrizes não tem mais idade para continuar interpretando adolescentes. Só que a própria Brittany Snow disse, em entrevista recente, que o elenco tinha vontade de se reunir para mais um filme. “Eu acho que todas nós toparíamos. Nós nos divertimos muito fazendo esses filmes, e fizemos alguns dos nossos melhores amigos durante as filmagens. Com o terceiro filme, parecia que a jornada tinha acabado, mas a verdade é que nós faríamos esses filmes para sempre se nos deixassem”, comentou. O primeiro “A Escolha Perfeita” foi lançado em 2012. Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, rendeu US$ 115 milhões em todo o mundo. Já o segundo estourou as bilheterias com US$ 287 milhões em 2015, o que animou o estúdio Universal à investir na produção do tereiro, o mais caro de todos, orçado em US$ 45 milhões. Entretanto, o filme rendeu US$ 100 milhões a menos que o segundo, fechando as contas com US$ 184 milhões em 2017.

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    Nova comédia de Kevin Hart estreia em 1ª lugar na América do Norte

    30 de setembro de 2018 /

    A comédia “Night School”, que o estúdio Universal batizou de “Operação Supletivo – Agora Vai!” para o lançamento no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e no Canadá, superando a concorrência da animação “PéPequeno” e a permanência dos demais títulos em cartaz, com US$ 28 milhões. Não é uma estreia de blockbuster, mas é recorde. Trata-se da maior abertura de uma comédia em 2018, superando “Podres de Ricos” (US$ 26,5 milhões), que foi considerada um “fenômeno”. Mas sua popularidade não encontrou respaldo da crítica. Negativado pela imprensa, atingiu uma média de 33% no Rotten Tomatoes. Menos mal, já que o título nacional não é a pior notícia em relação ao seu lançamento no Brasil. Apesar da “tradução”, o longa não tem previsão de estreia no país. Deve sair direto em vídeo ou streaming. O que perpetua o preconceito racial das distribuidoras nacionais, já que se trata de mais uma comédia com atores e diretor afro-americanos barrada no parque exibidor brasileiro. Vale destacar que a comédia é estrelada por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). Mesmo assim, Kevin Hart só chega aos cinemas nacionais quando atua ao lado de um comediante branco. Já Tiffany Haddish é uma ilustre desconhecida do público brasileiro que paga ingressos de cinema. Nenhum dos seus filmes jamais foi lançado nas telas grandes do país. Nem mesmo o blockbuster “Viagem das Garotas”, uma das comédias mais bem-sucedidas e mais bem-avaliadas do ano passado nos Estados Unidos – abriu com US$ 31,2 milhões e tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O diretor de “Operação Supletivo – Agora Vai!” é o mesmo do outro filme, Malcolm D. Lee. Se a Universal comemora localmente o sucesso de “Operação Supletivo”, a Warner já busca a calculadora para ver se dá para recuperar o investimento em seu longa animado. Com exibição em 1,1 mil salas a mais, “PéPequeno” levou um tombo com a estreia de US$ 23 milhões. As avaliações da crítica foram razoáveis, com 69% de aprovação. Mas animações costumam arrastar multidões ao cinema, o que não foi o caso. Por sua vez, a Lionsgate não precisa fazer conta nenhuma. O terror “O Parque do Inferno” abriu em 6º lugar com apenas US$ 5 milhões de arrecadação, maior fiasco da semana. O estúdio tentou esconder a produção da crítica, mas sua ausência na imprensa também reduziu a capacidade do público saber que o filme existia, rendendo salas vazias. Só após chegar nas telas é que as resenhas começaram a vir à tona. Todas negativas, rendendo-lhe 39% no Rotten Tomatoes. Literalmente um horror, que chega ao Brasil em novembro. Para completar a relação de lançamentos, “Little Women” abriu em 14º lugar, com uma distribuição limitada em 643 salas e vaias da crítica – 35%. A inclusão deste título no texto é só para lembrar que esta história, uma das mais filmadas de todos os tempos, baseada no romance bicentenário de Louisa May Alcott, também virou minissérie britânica no fim do ano passado e vai ter outra versão de cinema no ano que vem, com grande elenco e direção de Greta Gerwig (“Lady Bird”), sabe-se lá por quê. Entre os filmes em cartaz, “A Freira” bateu um novo recorde de faturamento – confira aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: 28m Total Mundo: US$ 33,5m 2. PéPequeno Fim de semana: US$ 23m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 38,6m 3. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 12,5m Total EUA e Canadá: US$ 44,7m Total Mundo: US$ 53,8m 4. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 43m Total Mundo: US$ 62,8m 5. A Freira Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 109m Total Mundo: US$ 330m 6. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 5m Total Mundo: US$ 5m 7. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 218,8m 8. O Predador Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 47,6m Total Mundo: US$ 115,8m 9. White Boy Rick Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 21,7m 10. A Justiceira Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 33,5m Total Mundo: US$ 39,5m

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    Will Ferrell vira Sherlock Holmes atrapalhado em trailer e imagens de nova comédia

    29 de setembro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster, seis fotos e o primeiro trailer de “Holmes and Watson”, comédia que volta a reunir os atores Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título. A prévia destaca uma combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias clássicas de Mel Brooks. Completamente atrapalhado, o Sherlock Holmes de Will Ferrell tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson de John C. Reilly. “Holmes and Watson” será a terceira comédia da dupla, que inaugurou a parceria há 12 anos com “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e obteve grande sucesso com “Quase Irmãos” (2008). Na trama, um crime é cometido no palácio de Buckingham e Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. O elenco também inclui Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) no papel de Moriarty, Hugh Laurie (o eterno Dr. House) como Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, Kelly Macdonald (“T2 Trainspotting”) como a Sra. Hudson, senhoria de Sherlock, Pam Ferris (“Call the Midwife”) como a Rainha Vitória, Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) como a Dra. Grace Hart, primeira médica a atender em Londres, e alemão Wolf Roth (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como o pai da psicanálise Sigmundo Freud. Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine. Roteiro e direção de “Holmes and Watson” são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell na comedia “O Durão” (2015). A estreia está marcada para 9 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    The Sisters Brothers: Western premiado com Joaquin Phoenix ganha pôsteres de personagens e trailer final

    25 de setembro de 2018 /

    A Annapurna Pictures divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer final de “The Sisters Brothers”, western que rendeu o prêmio de Melhor Diretor ao francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”) no Festival de Veneza 2018. A prévia destaca a conquista e vários elogios da crítica internacional ao longa, que traz Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) como irmãos pistoleiros. Baseado no livro homônimo de Patrick Dewitt (roteirista de “Terri”), “The Sisters Brothers” é o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. Na trama com tom de humor negro, os irmãos chamados Sisters (irmãs, em inglês) são contratados para matar um prospector de ouro (papel de Riz Ahmed, de “Rogue One”), que desenvolveu uma fórmula química revolucionária para o garimpo. Por conta disso, ele é protegido por outro pistoleiro (vivido por Jake Gyllenhaal, de “Animais Noturnos”). O filme estreou em circuito bem limitado (quatro salas) no fim de semana nos Estados Unidos, conquistando 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, e deverá ampliar sua presença nos cinemas americanos nos próximos dias. Por enquanto, porém, segue sem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Zoë Kravitz vai estrelar série baseada no filme Alta Fidelidade

    24 de setembro de 2018 /

    A atriz Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai estrear a série baseada em “Alta Fidelidade”, o cultuado livro de Nick Hornby que virou comédia romântica de sucesso em 2000, estrelada por John Cusack. Apesar do tom romântico do filme, “Alta Fidelidade” é mais celebrado pela imersão do protagonista na história do rock. Sua relação com a música tinha nível geek, que o levava a criar listas de Top 5 com trilhas imaginárias para todos os seus momentos. A série, que está sendo desenvolvida para o novo serviço de streaming da Disney, pretende manter essa característica geek. Mas trará uma grande diferença em relação à fonte original. O protagonista será uma mulher, dona de uma loja de discos, que usa músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Kravitz vai viver a fã de música definitiva, que sabe tudo sobre astros e discos clássicos de rock. Mas isso deve ser natural para atriz, que tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de de Zoë Kravitz é a atriz Lisa Bonnet, que viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull” – que terão a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Ainda não há previsão para o começo da produção ou data de lançamento, como ocorre com todas as séries projetadas para o serviço D2C (direct to consumer) da Disney. “High Fidelity”, o título original do projeto, será a terceira série de Zoë Kravitz, que participou de “Californication” em 2011 e atualmente está no elenco de “Big Little Lies”.

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  • Série

    Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada

    23 de setembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Sierra Burgess É uma Loser recicla Cyrano de Bergerac para a geração Netflix

    23 de setembro de 2018 /

    Há uma razão para afirmar que “Sierra Burgess É uma Loser”, comédia teen da Netflix, nasceu velha. Não por se entregar aos clichês da comédia romântica adolescente e de escolinha, mas principalmente por confiar em conceitos que falavam com a sociedade de quase 40 anos atrás, mas que hoje soam retrógrados e, mesmo que originados de boas intenção, resultam como equivocados e até mesmo preconceituosos. O filme do estreante em longas Ian Samuels (do curta premiado em Sundance “Myrna the Monster”) colhe sua inspiração de “Cyrano de Bergerac”, peça clássica de 1897. Já vimos diversos filmes adaptados da obra de Edmond Rostand e não é a primeira vez que os figurinos de época são deixados no armário e substituídos por roupas do período em que a produção foi rodada, como “Roxanne”, de 1987, com Steve Martin e Daryl Hannah. Apesar do título, o filme de Fred Schepisi não é contado do ponto de vista da personagem título interpretada por Daryl Hannah, mas pelo Cyrano narigudo de Steve Martin que tem outro nome que ninguém lembra, embora faça referência ao protagonista da obra clássica. Só que as pessoas lembrarão do nome de Sierra Burgess (vivida por Shannon Purser, a Barb de “Stranger Things”), que não é nariguda, mas gorda. E também lembrarão dos filmes dos John Hughes. E nostalgia é uma sensação indescritível de tão boa. Só que Hughes é a cara dos anos 1980 e o mundo mudou muito nas últimas décadas, não? É preciso atualizar alguns conceitos, afinal certas soluções não podem mais funcionar em 2018. Veja “Gatinhas e Gatões” agora e tente não ficar indignado. Por sinal, a produção da Netflix traz alguns ídolos juvenis dos anos 1980, como Lea Thompson, que esteve em “De Volta para o Futuro”, e Alan Ruck, de “Curtindo a Vida Adoidado” (de John Hughes!). Na trama, Sierra é uma adolescente intelectual, que sofre bullying das meninas populares da escola, como a líder de torcida Veronica (Kristine Froseth), que apronta essa aqui: ao invés de dar o número de seu celular para o ingênuo Jamey (Noah Centineo, da série “The Fosters”), ela passa o de Sierra para humilhar ainda mais a coitada, que acaba se apaixonando pelo rapaz via mensagens de texto (!). Mas olha o dilema. Sierra se acha feia, e como Veronica deve uma a ela por causa da cachorrada, pede ajuda a inimiga, que deverá se passar por ela quando tiver de encontrar o cara ao vivo. Em troca, Sierra promete dar aulas particulares a Veronica, que pode ser popular, mas tira zero nas provas. É como Cyrano, mas invertendo os papéis do casal central para avacalhar com o sexo oposto. O roteiro de Lindsey Beer (do vindouro “Mundo em Caos”), no fundo, é uma visão artística mais team Veronica que team Sierra. Não por acaso, a amiga da protagonista possui um arco dramático muito mais completo e redentor. Além de bonita (e exemplo de beleza vendido para a sociedade), ela termina o filme bem mais inteligente e um doce de pessoa, ao contrário da monstra apresentada no início. Para piorar, “Sierra Burgess É uma Loser” realmente conclui que a protagonista é feia, embora pondere de maneira hipócrita que, mesmo assim, devemos olhar para sua inteligência acima da média e beleza interior. A personagem serve, ao menos, para pavimentar a ascensão da talentosa Shannon Purser, ainda que o filme acabe sendo dessa descoberta impressionante que rouba todas as cenas, Kristine Froseth.

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