Caso de Polícia: Tony Danza e Josh Groban são pai e filho no trailer legendado da série de comédia policial
A Netflix divulgou o trailer legendado da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil. A série traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony Caruso, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo, e se portando de forma antiética, para horror do jovem. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. E é mais uma das “boas” atrações da temporada – isto é, mais uma das séries com a palavra “good” no título, juntando-se a “The Good Place”, “Good Girls”, “Good Fight”, “Good Witch”, a vindoura “Good Trouble” e outras. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.
Jennifer Garner vai parar no camping do inferno no trailer da nova série de comédia da HBO
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Camping”, série de comédia que marca a volta de Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) à televisão – 12 anos depois de se despedir de “Alias”, a série que a tornou famosa. Na trama, Garner interpreta uma mãe de família angustiada que viaja para um acampamento para comemorar o aniversário do marido (David Tennant, de “Doctor Who” e “Jessica Jones”), mas logo se arrepende da decisão ao se ver no camping do inferno. A série é remake de uma sitcom britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016, e terá oito episódios. A adaptação é assinada por Lena Dunham e Jenni Konner, que trabalharam juntas em “Girls”, e o elenco ainda inclui Juliette Lewis (“Secrets and Lies”), Brett Gelman (série “Stranger Things”), Arturo del Puerto (série “Fear the Walking Dead”), Janicza Bravo (“A Voz de uma Geração”), Ione Skye (“XOXO”), Bridget Everett (série “Lady Dynamite”) e o ator-mirim Duncan Joiner (série “Lethal Wheapon”). “Camping” estreia em 14 de outubro.
Novo trailer legendado de Para Todos os Garotos que Já Amei segue ciclo de romances teens da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, a mais nova comédia romântica adolescente que continua o grande investimento da plataforma no gênero. Como o fenômeno “A Barraca do Beijo”, trata-se de outra historinha de garota tímida que reluta para se declarar ao crush – no caso, crushes – , até ser empurrada pelo destino, tropeçando pelo constrangimento até chegar ao final feliz inevitável do gênero. Mas, desta vez, a prévia é fofa o suficiente para superar o fato de tudo isso ser bem conhecido. A trama adapta o best-seller juvenil de Jenny Han e traz Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”) como a tímida apaixonada da vez. Sua personagem, Lara Jean Covey, tem a mania de escrever cartas para todos os garotos que ama. Ela nunca pensou em enviá-las, usando a escrita como forma de se consolar por sua falta de iniciativa. Até que, um dia, descobre que todas as cartas foram enviadas – e descobre isso da pior maneira possível, ao levar um fora de um dos endereçados. Semelhanças com “Awkward” à parte – na série da MTV, um blogue privado entrava online e revelava a paixonite da protagonista – , o filme também se diferencia por apostar na diversificação, com uma atriz asiática no papel principal. No livro, a personagem também tem descendência asiática. O elenco ainda destaca Noah Centineo (da série “The Fosters”), Israel Broussard (“A Morte Te Dá Parabéns”), Janel Parrish (série “Pretty Little Liars”), Anna Cathcart (série “Esquadrão Bizarro/Odd Squad”), Emilija Baranac (série “Riverdale”), Andrew Bachelor (“A Babá”), John Corbett (“Casamento Grego”), Madeleine Arthur (série “The Magicians”) e Trezzo Mahoro (série “Van Helsing”). O roteiro é de Sofia Alvarez (da série “Man Seeking Woman”), a direção de Susan Johnson (da comédia indie “Carrie Pilby”) e a estreia está marcada para 17 de agosto.
Ryan Reynolds vai produzir “versão adulta” de Esqueceram de Mim
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) vai produzir e possivelmente estrelar um filme inspirado na trama da Sessão da Tarde clássica “Esqueceram de Mim”, mas centrada num homem adulto. As referências já começam no título, “Stoned Alone” (algo como “Drogado em Casa”, mas que os tradutores nacionais podem batizar de “Esqueci de Mim”), que é uma alusão óbvia ao nome em inglês do filme de 1990 estrelado por Macaulay Culkin, “Home Alone”. A trama gira em torno de um rapaz que cultiva maconha em casa e perde o avião para uma viagem de férias, quando pretendia esquiar. Entediado, ele é obrigado a ficar enfurnado no lar. E o que ele faz? O óbvio: fuma tudo. É então que, em meio a uma bad trip, o protagonista totalmente chapado começa a entrar em paranoia e imaginar que ladrões estão tentando invadir o local. E aí, ao melhor estilo “Esqueceram de Mim”, passa a criar armadilhas e fazer de tudo para proteger seu “castelo”. Não é brincadeira, este projeto existe mesmo e saiu da cabeça de um executivo da Fox, Matt Reilly. Como a Fox é a dona dos direitos de “Esqueceram de Mim”, o plágio vira homenagem e ninguém vai parar na justiça pelas semelhanças. Kevin Burrows e Matt Mider (criadores da série animada “Gentlemen Lobsters”) estão encarregados de escrever um roteiro a partir dessa premissa, que será dirigido por Agustine Frizzell, da série “Euphoria”, da HBO. Só falta convidar Macaulay Culkin para viver o papel principal, o que seria a cereja do bolo. Ainda em fase inicial, a comédia não tem previsão para o início de suas filmagens.
Ilha dos Cachorros é uma fábula riquíssima e original que só a ousadia de Wes Anderson podia criar
Wes Anderson comprova com “Ilha dos Cachorros” que é uma das vozes mais autônomas do cinema norte-americano na atualidade. Como construtor de um mundo próprio, com uma lógica própria, também não há muitos outros que possamos pôr ao lado dele. David Lynch? Tim Burton? Reconhece-se instantaneamente uma cena de um filme desse texano de Houston. Há uma simetria quase obsessiva nos enquadramentos, setas com marcações entrando e saindo da tela como se tivéssemos dentro do diário de um estudante de artes plásticas, colagens criativas se desdobrando, frases soltas de filosofia pop e literatura. Bastou sete filmes para ele consolidar essa marca e arregimentar um bando de admiradores, mas foi a partir de seu oitavo longa, “O Grande Hotel Budapeste”, que realmente o estilo de Anderson alcançou a plenitude. “Ilha dos Cachorros” é o filme imediatamente posterior. Se em “O Grande Hotel Budapeste” a reverência era ao escritor Stefan Zweig, agora é claramente o George Orwell de “A Revolução dos Bichos”. A diferença é que, em vez de uma fazenda, temos um Japão imaginário feito em stop-motion, e no lugar de galinhas, cavalos e porcos, os protagonistas são cães e gatos. Dá pra levar as crianças? Não. O filme é uma fábula política arrepiante. Uma alegoria sobre corrupção, autoritarismo, num mundo de políticos perversos, que depois de um surto de gripe canina e doenças variadas decidem jogar todos os cães numa ilha. Lá, eles são deixados ao Deus dará, praticam canibalismo, comem lixo e morrem por negligência. Enfim, é a materialização de um pesadelo. Para dar o exemplo, o prefeito de Nomura (uma Tóquio retrô-futurista) nobremente faz o cão de guarda, que deu de presente para seu enteado, Atari, de 12 anos, ser o primeiro cachorro a ser exilado na “Ilha dos Cães”. Desesperado, o menino (dublado por Koyu Rankin) ruma num pequeno aeroplano pra ilha, procurando por “Spots”, seu amado animal de estimação. Atari mal pousa o avião e é recebido por um quinteto de vira-latas assustadores. Os cães vivem um dilema, estão confusos entre a liderança do razoável Rex (Edward Norton) e o implacável Chef (Bryan Cranston, perfeito). “Vamos comer o menino, ou vamos ajuda-lo no ‘resgate’?”, Boss (Bill Murray) quer saber. Trabalhando a partir de uma história que Anderson inventou com Roman Coppola, Jason Schwartzman e o ator/DJ japonês Kunichi Nomura, o filme evoca os sacrifícios do bando de animais desgastados, feridos e famintos em uma peregrinação atrás do menino. Os cinco vira-latas apoiam a empreitada, mas isso não os impedem de se questionar a todo instante, o porquê de apoiar uma criança pertencente à raça que os abandonou. Bela indagação. Ela se instala na cabeça do espectador, agarra-os com força, obriga a paisagem a se abrir em planos inesperados, dotados de ordem e carregados de ameaça. Claro, já tínhamos visto do que o diretor é capaz de realizar com a animação em stop-motion com “O Fantástico Senhor Raposo”, sua divertida adaptação do conto de Roald Dahl em 2009. A técnica e a escola se encaixam perfeitamente ao estilo de Anderson. As minúcias do quadro a quadro se adaptam às suas tendências de controle, a tentativa de afinar todos os aspectos da mise-en-scène, para a arte da própria realidade em um fac-símile simétrico. Por que tentar dobrar um mundo de ação ao vivo para se adequar ao seu plano mestre quando você pode simplesmente criar um inteiramente da sua cabeça? Reunindo-se com o diretor de fotografia do “Senhor Raposo”, Tristan Oliver, bem como com alguns integrantes dos departamentos de animação daquele antigo deleite, “Ilha dos Cachorros” encontra sua graça inesperada, novamente, na colisão entre o adulto e o juvenil: Seus personagens podem ser governados por leis da física dos desenhos animados, desaparecendo nas nuvens de Tex Avery quando se desfazem, mas eles falam, agem e são impassíveis, autoconscientes e neuróticos. Enquanto Atari continua sua jornada na ilha, no continente, uma corajosa e sardenta estudante de intercâmbio americana (Greta Gerwig) descobre uma vasta conspiração corporativa. Ela é a única personagem humana que será claramente compreendida pelos não falantes do japonês; num mundo míope, regido pela malícia frívola dos pronunciamentos, a confusão linguística de Ilha dos Cachorros torna o filme mais engraçado. Grande parte do diálogo japonês não tem legendas, o que, para o público ocidental, gera um estranhamento, e apenas os cães tem os latidos dos cachorros “traduzidos para o inglês”. Tirando o menino e a estudante engajada, não há personagens ricamente desenvolvidos entre os bípedes. Mas entre os quadrúpedes a escala de emoções é maravilhosa. Até mesmo o mais assustador deles, Chef, projeta suas inquietações de forma tocante. Ele avisa: “Eu mordo”, mas há uma ponta de fragilidade no seu cinismo ácido. Quando o menino joga um graveto para Chef buscar, ele adverte: “Eu não vou fazer o que você quer!”. Mas logo em seguida, Chef corre atrás do graveto e o entrega para o garoto. “Ilha dos Cachorros” pode vir da mesma família biológica de “O Fantástico Senhor Raposo”, mas é de uma raça diferente: mais estranha e ambiciosa, mais escura no tom e seguindo uma paleta de cores mais requintada. Esqueça a alegria fofa dos filmes da Disney. Anderson prefere abraçar a qualidade crua da alegria, usando chumaços de algodão como fumaça e o enrugamento do plástico como água. Ele manda pro espaço a busca pelo fotorrealismo, e cria uma ode aos desesperançados. Sim, a direção de arte é limpa, simétrica, mas os bonecos são sujos, frágeis. Estão ali pra acabar com a arrumação. A invenção cosmética se estende ao seu vocabulário visual fluido, Anderson emprega quadros de estilo mangá durante o prólogo expositivo, flerta com animações 2D em estilo anime sempre que seus personagens aparecem em uma tela de televisão e impõe o estilo dos afrescos medievais em pergaminho quando retrocede para os primórdios do folclore nipônico. Pode-se argumentar que o Japão criado aqui é puro kitsch, não muito diferente da visão exótica da Índia que ele ofereceu em “Viagem a Darjeeling” (2007). Mas “Ilha dos Cachorros” não economiza nos acenos culturais, é um inventário completo de saque estético-poético da cultura japonesa em ritmo pulsante. Kurosawa amaria esse filme, principalmente nos trechos heroicos de proezas dos vagabundos (Anderson usa o tema de “Os Sete Samurais”, cada vez que os vira-latas superam uma dificuldade). A encantadora trilha de Alexandre Desplat, aliás, é magnífica. Desplast pontua a ação com tambores das festas de cerejeiras, os taikôs. De fato, há muita coisa para ver em “Ilha dos Cachorros”. Temos um tributo carinhoso e denso, a um Japão antigo e novo, real e irreal, mergulhado em pastiche e inventado a partir do zero. Um filme de esplendor humanista gostoso de ver. Apesar das crueldades que aponta, há um enorme gosto pela vida, uma entrega total aos chamados das ideias e às demandas do conflito humano. E, enfim, um brinquedos de corda meticulosamente trabalhado para golpear o queixo dos líderes corporativos. Anderson nunca tinha atacado o corporativismo capitalista com um petardo tão direto. Aqui, ele indica os cães com sua lealdade, amizade e decência como antidoto contra a natureza perversa do capital. Em “Ilha dos Cachorros”, a camaradagem canina parece se tornar mais íntima e mais terna com a percepção de que somos todos exilados numa margem inóspita da sociedade.
Emma Thompson vai voltar a viver a Agente O no novo Homens de Preto
A atriz Emma Thompson vai reprisar o papel de Agente O, que ela viveu em “Homens de Preto 3”, no novo filme da franquia, confirmando que a produção é um spin-off e não um remake/reboot. Em outras palavras, os produtores não vão zerar a história, mas continuá-la com outros personagens, e a presença de Thompson oferece a garantia da continuidade. Tudo indica que a Agente O continuará a ser a chefe da organização secreta, que tem como missão manter a existência de alienígenas escondida do resto da humanidade. E desta vez ela comandará novos agentes, interpretados pelos dois astros do recente “Thor: Ragnarok”, Chris Hemsworth e Tessa Thompson. Além deles, o comediante Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”) e o veterano astro Liam Neeson (“Busca Implacável”) completam o elenco central F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) vai dirigir o filme, que tem roteiro de Matt Holloway e Art Marcum, responsáveis por “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). Apesar de ainda não ter título oficial, o spin-off de “Homens de Preto” já tem data de estreia: 14 de junho de 2019.
Continuações de O Protetor e Mamma Mia! disputam topo das bilheterias na América do Norte
Os lançamentos de duas novas continuações renderam uma disputa acirrada pela liderança das bilheterias nos Estados Unidos e Canadá. O thriller de ação “O Protetor 2”, estrelado por Denzel Washington, acabou levando vantagem sobre o elenco grandioso do musical “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” nas projeções de mercado. Mas foi uma vantagem pequena, de pouco mais de US$ 1 milhão. A pancadaria faturou US$ 35,8m (milhões) e a cantoria US$ 34,3m em seus primeiros três dias em cartaz. Ambos abriram uma boa vantagem sobre o 3º lugar, que por sinal é outra continuação, a animação “Hotel Transilvânia 3”, responsável pelo faturamento de US$ 23,1m em seu segundo fim de semana. Por coincidência, os três filmes seguintes do ranking também são sequências, “Homem-Formiga e a Vespa”, “Os Incríveis 2 e “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mostrando o tamanho da estagnação criativa da indústria de cinema americana. Até o grande fracasso da programação foi uma tentativa de estender uma franquia de terror. “Amizade Desfeita 2” (Unfriended: Dark Web) abriu em 9º lugar com US$ 3,4m. Apesar disso, já pagou seus custos de produção. Assim como o primeiro longa, custou apenas US$ 1m. Já no ranking da crítica, a continuação de terror ruim se saiu melhor que a sequência do thriller sem graça. “O Protetor 2” foi aprovado por apenas 51% dos críticos tabulados pelo site Rotten Tomatoes, enquanto “Amizade Desfeita 2” rendeu 57% de resenhas favoráveis. Neste comparativo, “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” foi claramente o favorito da semana, com 79%. A repercussão positiva superou com folga a recepção do filme original, considerado tão medíocre quanto os outros lançamentos desta semana – 54% em 2008. A continuação de “Mamma Mia!” estreia em 2 de agosto no Brasil, “O Protetor 2” chega duas semanas depois (em 16/8) e “Amizade Desfeita 2” não tem previsão, devendo aparecer por aqui apenas em VOD. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 35,8m Total EUA e Canadá: 35,8m Total Mundo: US$ 39,1m 2. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 34,3m Total EUA e Canadá: US$ 34,3m Total Mundo: US$ 76,7m 3. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 23,1m Total EUA e Canadá: 91m Total Mundo: 206,6m 4. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 16,1m Total EUA e Canadá: US$ 164,6m Total Mundo: US$ 353,5m 5. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: US$ 557,3m Total Mundo: US$ 940,4m 6. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 383,9m Total Mundo: US$ 1,1b 7. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 10,9m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 131,8m 8. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 60,1m Total Mundo: US$ 96,4m 9. Amizade Desfeita 2 Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 3,4m Total Mundo: US$ 3,4m 10. Sorry to Bother You Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 10,2m Total Mundo: US$ 10,2m
Crítica americana acha Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo melhor que o primeiro filme
O musical “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, que chega aos cinemas dez anos depois do primeiro “Mamma Mia”, ganhou suas primeiras críticas. E elas são afinadinhas, com um refrão elogioso, numa média de 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes – bem superior aos 54% obtidos pelo longa de 2008. A revista Entertainment Weekly chamou o filme de “um musical karaokê com um coração de ouro e uma trama que é puro poliéster”. A resenha destacou a participação de Cher, que “se não existisse, teria que ser inventada para o final”. “O desempenho dela é como o filme: cintilante, bobo, ao mesmo tempo exagerado e sincero – e filmado, em cada quadro, como um sonho”. A revista Variety também exaltou o tom exagerado do longa ao elogiá-lo: “’Lá Vamos Nós de Novo’ é uma colcha de retalhos brega, como se você estivesse assistindo a um manual de como fazer um filme pra chorar, mas embalado por algumas das músicas pop mais deliciosas já gravadas. E esse sentimento vem, especialmente no fim – um poema de amor dedicado ao laço primordial entre mães e filhas”. Já a revista The Hollywood Reporter apontou que o roteiro do novo filme é “bem melhor” do que o do original, mas o primeiro filme ficou com as músicas mais conhecidas do Abba, o que tornou o segundo um “equivalente cinematográfico de um Lado B: adequado, abençoado por alguns bons refrões e propenso a ter fãs fervorosos. Mas ninguém prestaria muita atenção se o outro não tivesse sido tão grande”. O jornal britânico The Guardian definiu o novo “Mamma Mia” como “estranhamente irresistível”. “Há algo na tolice e no ridículo avassaladores que, combinado com uma comédia autoconsciente, me fez rir apesar de mim mesmo: há performances divertidas e exageradas de Cher, Christine Baranski, Julie Walter e Alexa Davies, e algumas falas muito boas”. Por fim, o site IndieWire notou que participação de Meryl Streep foi bastante reduzida na continuação, mas isso permitiu que Lily James brilhasse. “’Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’ é uma sequência agradável e enérgica do hit de 2008. Mas está sem sua maior estrela, Meryl Streep como Donna Sheridan, e sua ausência é muito sentida. Graças a Deus existe Lily James, cuja performance como uma versão jovem da heroína irrepreensível de Meryl Streep parece uma daquelas que leva uma atriz a outro nível em sua carreira”. A sequência do sucesso de 2008 trama continua visitando o repertório do Abba, agora não mais relacionado ao musical da Broadway que foi adaptado no filme de dez anos atras, mas com um roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”). A produção ainda inclui as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. Os jovens surgem por meio de flashbacks, inspirados pela gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Irvine, Dylan e Skinner nos anos 1970. “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” estreia na sexta (20/7) nos Estados Unidos, mas apenas em duas semanas (2/8) no Brasil.
Crô em Família ganha trailer para esquentar polêmica do “pink money”
A Imagem Filmes divulgou fotos e o primeiro trailer de “Crô em Família”, sequência do sucesso “Crô: O Filme” (2013). E se o primeiro filme, apesar do sucesso de público, foi considerado um dos piores de seu ano de lançamento, a prévia da continuação sugere um esforço de superação. Difícil achar uma cena que não seja caricata ou engraçada. Mais divertido é imaginar o que a comunidade LGBTQIA+, após implicar com clipes de artistas que estariam atrás do “pink money”, achará desse gay fake da Globo no cinema. Por enquanto, apenas os noveleiros se pronunciaram, rasgando a seda, nos comentários do vídeo. Na trama, Marcelo Serrado volta a viver Crô, o ex-mordomo de novela que é milionário no cinema. Dono da própria escola de etiqueta e finesse, mas sozinho e sem família, ele acaba ficando à mercê de supostos parentes, que aparecem de repente para morar na sua casa. Ao lado das inseparáveis Geni (Jefferson Schroeder), Magda (Mary Sheyla) e Jurema (Fabiana Karla), mas sempre desviando do veneno da pérfida colunista Carlota Valdez (Monique Alfradique), Crô embarcará numa aventura para descobrir a sua verdadeira família. Que pode ou não ser Orlando (Tonico Pereira), Marinalva (Arlete Salles), Luane (Karina Marthin), Nando (João Baldasserini) e Liz (Mel Maia), cujas intenções não parecem ser das melhores. A produção conta também com diversas participações especiais, entre elas Pabllo Vittar, Jojo Todynho, Preta Gil, Marcus Majella e Marcos Caruso. Os dois últimos, nas peles de Ferdinando e Seu Peru, seus personagens nas séries “Vai que Cola” e “Escolinha do Professor Raimundo – Nova Geração”. O roteiro é de Aguinaldo Silva, que criou o personagem Crô na novela “Fina Estampa”, a direção está a cargo de Cininha de Paula (“Duas de Mim”) e a estreia está marcada para 6 de setembro.
Stan Dragoti (1932 – 2018)
O cineasta americano Stan Dragoti, especialista em comédias, morreu na sexta-feira passada (13/7), aos 85 anos, em uma casa de repouso em Los Angeles. Dragoti não resistiu a uma série de complicações decorrentes de uma cirurgia no coração, feita há quatro anos. As informações foram dadas à imprensa americana pela última mulher dele, Yolanda. Filho de um imigrante albanês e oriundo do mundo da publicidade, o diretor nova-iorquino fez sua estreia no cinema com “O Pequeno Billy” (1972), um faroeste dramático sobre os primeiros anos de Billy the Kid. Mas depois só fez comédias, graças ao imenso sucesso dos dois filmes seguintes: “Amor à Primeira Mordida” (1979), em que George Hamilton viveu o Conde Drácula, e “Dona de Casa por Acaso” (1983), escrito pelo mítico John Hughes e com Michael Keaton num papel que claramente inspira a animação “Os Incríveis 2”. Além destes, ainda dirigiu Tom Hanks em “O Homem do Sapato Vermelho” (1985), Tony Danza em “Não Mexa com a Minha Filha” (1989) e Scott Bakula em “Tirando o Time de Campo” (1991). Sua carreira em Hollywood se resumiu a estes seis longa-metragens. Mas Dragoti também é festejado por ter criado, nos anos 1970, a famosa campanha “I Love New York”, como incentivo de turismo para a metrópole americana. Os anúncios inspiraram adaptações para várias cidades do mundo, como se fossem uma criação de domínio público. E até renderam uma coleção de filmes, conhecida como “Cidades do Amor” – aberta por “Paris, Eu Te Amo” (2006).
Casual se despede com trailer da 4ª e última temporada
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da série de comédia “Casual”, que, como revela a prévia, dá um salto de cinco anos na trama. “Casual” foi uma das primeiras séries originais da plataforma, ajudando a consolidar a Hulu no mercado de streaming, mas permanece até hoje inédita no Brasil. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã mais velha recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). A 4ª e derradeira temporada estreia em 31 de julho.
Hotel Transilvânia 3 estreia em 1ª lugar, enquanto Arranha-Céu se queima na América do Norte
“Hotel Transilvânia 3 – Férias Monstruosas” estreou em 1º lugar na bilheteria norte-americana, tirando “Homem-Formiga e a Vespa” do topo em seu segundo fim de semana em cartaz. A animação fez US$ 44,1m (milhões) nas mais de 4 mil salas em que foi lançado nos Estados Unidos e no Canadá, valor condizente com o faturamento dos dois filmes anteriores da franquia da Sony. O filme de super-heróis da Marvel caiu para o 2º lugar, com US$ 28,8m. Mas já soma US$ 132,8 milhões em dez dias no mercado doméstico, à frente do desempenho do primeiro “Homem-Formiga” no mesmo período em 2015. Por outro lado, a segunda estreia ampla da semana foi considerada um fracasso. Em 3º lugar, “Arranha-Céu – Coragem sem Limite” queimou sua largada com US$ 25,4m, uma abertura muito abaixo da expectativa do estúdio, considerando o orçamento de US$ 125m. Já é a quarta produção recente realizada pela Legendary com projeção de prejuízo financeiro – após “Warcraft”, “A Grande Muralha” e “Círculo de Fogo: A Revolta”. Entre as teorias citadas para o fiasco, uma delas deve incomodar o astro da produção: excesso de Dwayne Johnson no cinema. O ano ainda está na metade, mas ele também esteve em “Jumanji – Bem-Vindo à Selva” e “Rampage – Destruição Total” nos últimos meses. Quem liga a TV nos Estados Unidos, encontra o ator sempre promovendo um filme novo. E quando parece que vai dar folga, ele retorna com uma nova temporada de “Ballers” na HBO. Mas “Arranha-Céu” também não teve boa aceitação entre a crítica, que não aprovou o mashup de “Duro de Matar” com “Inferno na Torre”, considerado medíocre na média do Rotten Tomatoes – 51%. E olha que “Hotel Transilvânia 3” não se saiu muito melhor, com 59%. “Os Incríveis 2”, ampliando seu recorde doméstico, e “Jurassic World: Reino Ameaçado” completam o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 44,1m Total EUA e Canadá: 45,3m Total Mundo: US$ 100,1m 2. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 28,8m Total EUA e Canadá: US$ 132,8m Total Mundo: US$ 283,7m 3. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 25,4m Total EUA e Canadá: 25,4m Total Mundo: 65,8m 4. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 16,2m Total EUA e Canadá: US$ 535,8m Total Mundo: US$ 856,9m 5. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 15,5m Total EUA e Canadá: US$ 363,2m Total Mundo: US$ 1,1b 6. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 9,1m Total EUA e Canadá: US$ 49,5m Total Mundo: US$ 72,6m 7. Sorry to Bother You Fim de semana: US$ 4,2m Total EUA e Canadá: US$ 5,3m Total Mundo: US$ 5,3m 8. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 43,2m Total Mundo: US$ 59m 9. Tio Drew Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 36,6m Total Mundo: US$ 38m 10. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 132,2m Total Mundo: US$ 251,4m
Selena Gomez e Bill Murray surgem ensanguentados nas primeiras fotos de filme de zumbis
Depois de filmar vampiros em “Amantes Eternos” (2013), Jim Jarmusch decidiu dirigir seu primeiro filme de zumbis. Paparazzi flagraram as primeiras movimentações no set da produção, que começou a ser filmada neste fim de semana em Nova York. E não falta sangue na roupa do elenco. Veja abaixo. Intitulado “The Dead Don’t Die” (os mortos não morrem, em tradução literal), o longa voltará a reunir Jarmusch com dois de seus antigos protagonistas: Bill Murray, estrela de um dos melhores trabalhos do diretor, “Flores Partidas” (2005), e Adam Driver, astro de seu filme mais recente, “Paterson” (2016). O elenco ainda inclui Chloe Sevigny (que também apareceu em “Flores Partidas”), Austin Butler (série “The Shannara Chronicles”) e a popstar Selena Gomez (“Spring Breakers”). Por curiosidade, Butler já tinha contracenado com Selena na série “Os Feiticeiros de Waverly Place”. Todos os cinco atores aparecem nas primeiras fotos obtidas das filmagens. O próprio Jarmusch assina o roteiro, que ainda não teve sua sinopse revelada, mas que Murray chamou de “hilário” numa entrevista ao site Philly.com. “Jim Jarmusch escreveu esse roteiro hilário e temos um elenco incrível… Eu preciso te dizer: é um filme de zumbis, mas eu não interpreto um”, contou Murray, que, por sinal, já tinha feito uma comédia de zumbis antes: “Zumbilândia”, no qual interpretou a si mesmo. “The Dead Don’t Die” deve chegar aos cinemas em 2019.












